segunda-feira, agosto 05, 2013

Grupo B ou os gloriosos malucos das máquinas assustadoras.



No tempo em que o WRC era uma competição realmente épica, com heróis de barba rija (Michelle Mouton incluída) ao volante de monstros de 500 cavalos; no tempo em que as classificativas eram desenhadas pela multidão; no tempo em que éramos todos loucos em Sintra e em Fafe e em Arganil, mas éramos felizes na mesma medida; no tempo em que automóveis como o Audi Quattro eram mais que automóveis, eram personagens; nesse tempo a glória era algo de tangível. Estava suspensa em cada curva. Era imanente em cada segundo.
Estes carrinhos do WRC de agora, não matam ninguém, é verdade. Mas também não criam imortais.
E é uma pena.