Países islâmicos e vizinhos como o Egipto e a Jordânia não os querem. E entre matá-los todos ou deportá-los para a Europa, Israel prefere de longe empurrá-los para aqui. Talvez os americanos prestem uma ajudinha também. Porque a diversidade no Ocidente está a correr tão bem que até os conservadores (ou aqueles que fingem que o são) mal podem esperar por mais uma enxurrada de imigrantes, entre eles a necessária percentagem de fanáticos islamitas.
A Europa só não é um desastre à espera de acontecer porque o desastre já aconteceu.