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quinta-feira, julho 30, 2026

E é assim.

Com a verdade me enganas.

É claro que esta imagem reflecte o carácter iníquo do New York Times. Mas entre as duas notícias há uma diferença grande, infelizmente. A da esquerda é pura manipulação propagandística. A da direita, não. É factual que Donald Trump não está mentalmente são e que é inapto para o cargo que ocupa.

A administração americana desceu de tal forma na escala da competência política que até o NYT passa por fiável. Conclusão que é, se pensarmos bem, perversa à brava. 

Porque o pasquim nova-iorquino não tem qualquer intenção de reportar factos ou informar seja quem for for. A sua missão é a de controlar narrativas para benefício dos poderes instituídos, mais nada. E quando publica algo verosimilhante, fá-lo inadvertidamente. A verdade, nas páginas do NYT, é um ocasional efeito secundário da sua agenda transformista, e, neste caso, também o subproduto da miserável performance da Casa Branca.

O Matt está carregadinho de razão, mas

não deixa de ser saborosa a figura que Fauci fez ontem, no Congresso.

Dá-lhe com força, Tucker Carlson.


Diários expõem as mentiras e a obsessão doentia de Fauci com a fama e a projecção mediática de que usufruiu durante o auge da COVID-19.

Nos seus diários, Fauci, embevecido consigo próprio, gabava-se de ser "a pessoa mais famosa e comentada do país", enquanto mandava fechar escolas e mentia descaradamente sobre as origens da pandemia.


 

Senador Bernie Moreno pergunta a Anthony Fauci:

Who the fuck do you think you are? 


Nada vai acontecer a Fauci pelos crimes contra a humanidade que cometeu. Isso é certo, porque é este o mundo luciferino em que vivemos. Mas da humilhação pública já ninguém o salva. Ontem, no Congresso, foi submetido a uma bateria monumental de acusações, sólidas todas e muitas delas ofensivas da dignidade de qualquer pessoa de bem. Como é que o sacana respondeu? Invocando a Quinta Emenda para aí umas cem vezes (não respondeu a uma pergunta que fosse, até quando lhe perguntaram qual era a cor da gravata que trazia). E ilegalmente, para mais, porque um cidadão perdoado não pode evocar o direito de não se incriminar, precisamente porque nada lhe acontece se o fizer.

Não por acaso, o advogado a que Fauci recorreu para ir fazer a figura que fez no Capitólio é famoso (ou infame) precisamente por defender políticos corruptos e criminosos de colarinho branco de alto perfil, nos Estados Unidos. 

Miserável ser humano. 
 

O mínimo que se pode pedir aos FDP é que se organizem!

quarta-feira, julho 29, 2026

Candace deixou cair uma bomba.

A versão oficial do assassinato de Charlie Kirk acaba de ser provada como falsa.

Candace Owens publicou um vídeo de vigilância inédito e elucidativo do telhado do Centro Losee, de onde, alegadamente, proveio o disparo que matou o activista conservador. O vídeo parece autêntico e não editado e tudo indica que se trata da mesma filmagem que o tribunal se recusa a divulgar ao público, e que a procuradoria apresentou como prova que Tyler Robinson assassinou Charlie Kirk. 

O indivíduo não se parece com Tyler Robinson. A espingarda nunca é retirada das suas calças. A pessoa que está no vídeo não coxea. Em momento algum vemos o atirador a montar a arma no telhado, como nos foi dito, e aproxima-se do local do disparo utilizando movimentos furtivos que sugerem treino militar (que Robinson nunca teve), emitindo aparentemente um sinal luminoso antes de visar o seu alvo. Não há qualquer indício de que o atirador sofre no torso o impacto de um disparo com uma carabina Mauser 98,  de calibre 30-06, Bolt Action. 

Há agora muita gente que vai ter que explicar todas estas anomalias, porque a narrativa das autoridades não compagina com o que vemos neste vídeo, de todo.

terça-feira, julho 28, 2026

Tim Dillon parte a loiça toda.

Oiçam aquela que será neste momento a mais acutilante voz satírica da América:

 
They keep trying to play this game where they're like this folksy kind of like relatable like "yeah, these fucking elites, they're stealing your money". What? Who? You are doing it. You're the ones who are doing it. And they're relying on the fact that some of their most ardent supporters, the ones who aren't directly being paid off, are the stupidest people in the world. So that still works on them. They're like, "Yeah, fucking Hillary. Hillary Clinton. Fucking Hillary Clinton." They're in the White House. They have the Congress. They have the Senate. They have the Supreme Court. It is them. It is now them. I don't want to hear about the deep state anymore. You're playing me for a fool. You're playing everyone for a fool. You brought in Cash Patel. You brought in that other guy, Dan Bonino. You threw him out or he left. Whatever. You brought in Pam Bondi and then threw her out. I'm sick of hearing about this deep state, all of these people. You have to be one of the stupidest people in the world to fall for this at this point. This is You. I hate to use this word, but cringe. It's literally cringe. You watch this and you go, I feel so disgusted by the fact that they think people are still going to believe this.

Só podem ser orfãos à nascença.

segunda-feira, julho 27, 2026

Dois congresistas conversam.

Um foi eleito com dinheiro da AIPAC (sionista). O outro, não.

É exactamente isto que eu sinto.

O que  Clayton Morris diz, neste desabafo que deixo em baixo, retrata bem o que tenho experimentado por estes dias: a completa exaustão de viver a ser bombardeado com tanta mentira.

O mundo mente, aos berros, num constante coro transformista sobre a realidade. E de tal forma que não é só o presente que é falso, o passado também carrega a fraude e o porvir só promete mais aldrabice.

Esta merda é um bocadinho ensandecedora. Como é que conseguimos viver assim, tão ferozmente enganados?
 

quarta-feira, julho 22, 2026

Thomas Massie no Redacted: 50 minutos de verosimilhança.

Sendo apenas conheço um fonte de Verdade neste mundo, que é a de Cristo, esta conversa entre o único representante realmente dissidente em todo o Congresso americano e Clayton Morris será um dos registos mais verosimilhantes sobre a vida política americana, vista por dentro, que podemos ter por estes dias. 

Massie explica a perigosa disposição (Secção 219) que está escondida na Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA), e que obriga legalmente a uma integração permanente das cadeias de abastecimento, de inteligência e da tecnologia militar dos Estados Unidos e de Israel, uma medida sem precedentes, já documentada e denunciada pelo Contra, a que o congresssista chama "aliança intrincada" (é dizer pouco).

Massie detalha como a sua emenda para remover esta secção foi impedida de ser debatida ou votada, ocultando efetcivamente a verdadeira intenção do público, e argumenta, assertivamente, que o objectivo a longo prazo de Israel é "infiltrar-se como uma carraça" e tornar-se parte integrante dos EUA, enfiando a federação em guerras eternas no Médio Oriente, no mínimo (Telavive está aflito por levar a guerra à Turquia).

Na outra metade da conversa, Massie e Morris discutem o bloqueio que o Estado profundo e o regime Trump têm levantado contra a divulgação da totalidade dos ficheiros Epstein.

Para quem tem interesse pela actualidade política dos EUA, estes 50 minutos são incontornáveis.

segunda-feira, julho 20, 2026

Donald Trump acusa a China de interferência nas eleições presidenciais de 2020.

Em 2016 foram os russos, segundo os democratas. Em 2020 foram os chineses, segundo os republicanos. Mas é claro que o país que realmente interfere nas eleições americanas e tudo à volta não é a Rússia nem a China. E não é de agora. É desde o pós-guerra.


 

domingo, julho 19, 2026


 

Uma dívida saldada (mais ou menos).

Sempre que aqui no blog ou ali no ContraCultura vem a propósito o que dizem os dois alexandres do "The Duran", que são uma referência editorial importante para este vosso escriba, fico com esta sensação que não estou a ser justo com o cipriota Alex Christoforou, porque, no canal em que conversa com o greco-britânico Alexandre Mercouris, opta por lhe dar estatuto de mestre e mostra apenas uma parte (quando se enerva com a paciência que Mercouris) do seu excelente temperamento e instinto.

Christoforou tem um canal próprio, muito popular entre a dissidência ocidental (que na verdade até inspirou o meu muitíssimo mal comparado "Nocturnos"), em que caminha pelo Chipre e pelo mundo enquanto submete as elites ocidentais ao devido ridículo. E tem um talento espectacular para fazer isto, porque é um cristão ortodoxo com muita pinta, porque é bem disposto sem deixar nunca de ser corrosivo p'ra caraças, porque está sempre (ou quase sempre, como vou explicar a seguir) do lado certo, se não da História (até porque o "lado certo da história" também soma horrores excessivamente), seguramente do lado certo da Razão e da Moral.

Alex Christoforou é uma espécie de amplificador daquilo a que os seus ancestrais chamavam logos. A Razão e a capacidade de a articular através da palavra. E faz isto para as massas, muito bem feito.

Neste episódio, que é em tudo exemplo gráfico e semântico das suas virtudes como homem e como comunicador, Christoforou comete ainda assim um erro, ao desacreditar qualquer hipótese de que Donald Trump retifique a Graham Bill, o niilista pacote de sanções contra a Rússia baseado numa iniciativa legislativa que o defunto Lindsey Graham foi anunciar à Ucrânia imediatamente antes de morrer. 

É verdade que a proposta é niilista e altamente provocadora (até Vladimir Putin é sancionado e a economia e a indústria americanas vão sofrer efeitos secundários significativos). Mas a probabilidade de que Trump retifique o diploma do Congresso, por muito ensandecido que seja o documento, é bem alta, analisando a conjuntura. E é até um bocadinho estranho que o lúcido cipriota não perceba isso.  

Salvo esse erro de cálculo, deixo-vos com este impecável exercício editorial, e com mil desculpas ao Alex, que já mais que merecia o tributo, por modesto que seja.

Esta, sim, é a imprensa "moderna".