terça-feira, junho 23, 2026
Lindo: russos constroem BMW’s na fábrica de Kaliningrado que a marca alemã abandonou – e vendem-nos mais baratos.
Ministro da Segurança Nacional de Israel afirma que “todo o Líbano deve arder” em obsceno apelo ao genocídio.
É tudo fabricado.
The increase in the term “White Supremacy” used by the Media…
— C3 (@C_3C_3) June 21, 2026
From 2010-2020:
LA Times: 9749%
New York Times: 2969%
Washington Post: 6778%
Wall Street Journal: 1691%
None of it was organic.
White Supremacy was a Leftist creation.
All manufactured to push anti-white racism.
segunda-feira, junho 22, 2026
O Memorando EUA-Irão e a Reconfiguração do Equilíbrio de Poder.
As federações de futebol da Europa Ocidental decidiram que os brancos não sabem jogar à bola.
O Mundial de Futebol de 2026 conta com 9 selecções nacionais oriundas da Europa Ocidental (o critério exclui os países nórdicos). Com excepção de Portugal, Espanha e Escócia, nenhuma delas chega a ter mais de 50% de jogadores nativos de cara pálida no 11 inicial dos jogos da fase de grupos (sendo que os respectivos 11 podem ter pequenas variações, que não alteram a média). Ou seja, 67% destas equipas apresenta no seu alinhamento mais jogadores estrangeiros naturalizados ou descendentes de imigrantes do que nativos.
França: 3 jogadores nativos/brancos. 27% do 11 inicial.
Suíça: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.
Bélgica: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.

Alemanha: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Inglaterra: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Países Baixos: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.
Ora, isto parece-me deveras abstruso por várias ordens de razão. A primeira das quais é esta: em todos estes países, a maioria da população é branca. Seria suposto que as selecções recrutassem, mais craque menos craque, segundo a realidade demográfica das nações que representam. Se assim não é, isso quer dizer que as federações nacionais, tanto como a UEFA e a FIFA, consideram que há etnias alienígenas que sabem jogar à bola muito melhor que as etnias nativas, certo?
Costa Marfinenses e congoleses, magrebinos e caribenhos, sul-americanos e sul-africanos, enfim, toda a espécie de malta cujos genes foram criados noutras partes do mundo representam agora, maioritariamente, o talento futebolístico da Europa.
Ninguém abre a boca para dizer o óbvio, mas os primeiros prejudicados são as selecções dos seus países de origem, que seriam por certo mais fortes se os seus melhores atletas não se naturalizassem como europeus, aos rodos.
Depois, parece-me difícil que as equipas nacionais europeias possam ter qualquer coisa parecida com uma identidade, quando são constituídas principalmente por jogadores cultural e geneticamente alienígenas. E virando o problema do avesso, pergunto-me até quando os adeptos suíços e franceses, belgas e alemães se continuarão a identificar com equipas que parecem representar a Costa do Marfim ou a Nigéria.
Dir-me-ão os pragmáticos que o que importa é ter a melhor equipa e o resto é romantismo. Direi eu, e referindo-me apenas ao século XXI, para não esticar muito a corda temporal, excessivamente vantajosa para o meu ponto de vista, que a Alemanha foi campeã mundial em 2014 com 8 nativos brancos (mais dois turcos e um negro), ou seja, 72% do 11 inicial. A Espanha foi campeã em 2010 com um onze inicial constituído inteiramente por espanhóis brancos. A Itália foi campeã do mundo em 2006 com um onze inicial constituído inteiramente por italianos brancos.
Além disso parece-me que a filosofia de uma selecção nacional de futebol não pode ser exclusivamente orientada para os resultados. Terá até como primeiro objectivo ser representativa do seu país, da sua demografia e dos talentos que dela consegue obter. A selecção não é um clube. Integrar estrangeiros para ganhar competitividade será sempre um género de batota, para além de uma clara traição à população indígena.
Por último, e dentro da premissa, que me parece pacífica, que os europeus brancos sempre foram os melhores intérpretes da modalidade, só ultrapassados ocasionalmente por brasileiros, argentinos e, por uma vez, uruguaios, o que é que terá acontecido entretanto? Os futobolistas ocidentais, nativos e brancos já não são talentosos? Perderam o jeito no espaço de dez anos, foi?
É claro que não. É claro que o que aconteceu com os brancos no futebol foi o que aconteceu com os brancos no mercado de trabalho em particular e na sociedade em geral. Foram desvalorizados, humilhados, esquecidos e substituídos. Foram sujeitos, como toda a gente, à distopia WEF.
domingo, junho 21, 2026
A Ditadura dos Símbolos e o Verdadeiro Papel do Estado Laico
Criança é atirada aos crocodilos num jardim zoológico britânico. Polícia encobre identidade do criminoso e toda a gente percebe porquê.
Presidente dos Estados Unidos da América demite primeiro-ministro inglês.
BREAKING: President Trump confirms Keir Starmer is resigning as Prime Minister… before Starmer has confirmed it himself. The final humiliation. pic.twitter.com/yz33xD4rPt
— Piers Morgan (@piersmorgan) June 21, 2026
Donald Trump, J.D. Vance e o soro da verdade: Casa Branca acusa Israel de matar civis e de não perceber que só tem um aliado no mundo.
A propaganda, para lá dos limites do admissível.
Os propagandistas da revista Der Spiegel decidiram que a capa da edição da semana passada devia ser esta:
Acompanhando uma foto de tropas nazis envolvidas na Operação Barbarossa (invasão da URSS) durante a II Guerra Mundial, e celebrando o 85º aniversário dessa ofensiva militar, o headline universaliza e prolonga a ancestral hostilidade entre germânicos e russos, afirmando literalmente:"A nossa guerra contra a Rússia."
Nesta capa é assim estampada a agenda globalista das elites europeias em geral e dos líderes do arco do poder alemães, em particular: atacar militarmente a Rússia, como fez Hitler em 1941.
E antes de explorar esta afirmação, talvez seja pertinente revisitar a história dos conflitos entre alemães e russos.
Em 1242, ordens militares católicas germânicas (Cavaleiros Teutónicos e a Ordem dos Portadores da Espada) tentaram conquistar os territórios das repúblicas russas de Pskov e Novgorod durante a chamada "Cruzada da Livónia". O avanço germânico foi travado de forma decisiva pelo príncipe russo Alexandre Nevsky na famosa 'Batalha do Gelo'.
Durante a Guerra dos Sete Anos (1756–1763) a Prússia de Frederico, o Grande, enfrentou uma coligação que incluía o Império Russo. Não se tratou de uma invasão prussiana ao coração da Rússia, mas sim de combates violentos nas fronteiras e em territórios disputados (como a Prússia Oriental). Apesar dos russos enfrentarem na altura aquela que era a primeira máquina de guerra da Europa, uma espécie de Esparta do Báltico, o exército russo chegou a invadir a potência germânica e a ocupar Berlim temporariamente. A Prússia foi salva da derrota total pelo "Milagre da Casa de Brandeburgo", quando o novo Czar russo, Pedro III (que admirava Frederico, nasceu na Alemanha e foi educado sob forte influência germânica), retirou a Rússia da guerra.
Em 1812, a Prússia participou directamente na invasão do território russo como um aliado forçado de Napoleão Bonaparte. Um corpo de exército prussiano de 20.000 soldados operou no flanco esquerdo da invasão francesa, atacando a Rússia na direcção de Riga. Os resultados catastróficos desta invasão são bem conhecidos, embora, comparativamente com as baixas francesas, o exército germânico tenha sido poupado à extinção. tendo perdido 'apenas' um quarto dos seus soldados.
Logo após o início da Primeira Guerra Mundial, o Império Alemão atacou a Rússia czarista. Os alemães avançaram profundamente pelo território do Império Russo e, posteriormente, da Rússia Soviética.A ofensiva alemã resultou no colapso militar russo, culminando na Ofensiva de Gorlice-Tarnów (1915). Em 1918, a Operação Golpe de Punho avançou ainda mais pelo interior da Rússia, forçando o governo bolchevique a assinar o Tratado de Brest-Litovsk. A Rússia viu-se obrigada a ceder um milhão de quilómetros quadrados de território, um terço da sua população e a maior parte das suas indústrias essenciais. Mas em Novembro desse ano, com a rendição dos alemães, o tratado foi anulado pelos aliados, com uma boa parte dos territórios perdidos devolvidos à Rússia (Ucrânia e Bielorrússia).
Em 22 de Junho de 1941, a Alemanha Nazi lançou a Operação Barbarossa, no contexto da II Guerra Mundial. Foi a maior invasão terrestre da história militar, com mais de 3 milhões de soldados do Eixo a avançar pela fronteira da União Soviética, incluindo o coração da Rússia. A invasão tinha como objectivo a destruição do Estado soviético e a conquista de "espaço vital" (Lebensraum) para colonização alemã. A campanha estendeu-se até 1945, terminando com a derrota total da Alemanha pelas forças soviéticas que avançaram até Berlim, tomando a capital e fechando para todos os efeitos o conflito na Europa.
Assim sendo, e como é fácil de constatar, milícias teutónicas, exércitos prussos, tropas do Kaiser e toda a formidável máquina de guerra nazi não foram capazes de grandes sucessos, muito pelo contrário. Isto apesar das forças germânicas, regra geral, terem sido responsáveis pelo início dos conflitos. No caso da II Guerra Mundial, a invasão nazi aconteceu até e para enorme surpresa de Estaline, quando os dois países cumpriam um importante tratado de não agressão e cooperação industrial - o Tratado Molotov-Ribbentrop.
Dado o contexto histórico, a capa do Spiegel é obscena, por vários motivos.
A revista alemã está a celebrar um dos maiores descalabros militares da histórica, que levou directamente à aniquilação do regime nazi e à destruição da Alemanha, sendo que se estima que entre 3 a 4 milhões de soldados alemães perderam a vida na frente leste. Só para termo de comparação, as tropas napoleónicas sofreram não mais que meio milhão de baixas na invasão francesa da Rússia, também ela um monumental desastre militar, no princípio do Século XIX.
A revista alemã está a celebrar uma guerra mundial que foi provocada pelos alemães, para sua desgraça. E a invasão de um país que acabou por ser o primeiro responsável por essa mesma desgraça.
A revista alemã está a celebrar uma agressão militar perpetrada por um dos mais draconianos e genocidas regimes da história. Os horrores cometidos pelos nazis são do conhecimento geral, mas valerá a pena sublinhar que durante a operação Barbarossa a Wehrmacht e as SS mataram mais de três milhões de civis russos. Só no Cerco de Leninegrado morreram mais de 500.000.
A revista alemã está a forçar loucamente a ideia alucinada de que os cidadãos da Alemanha Nazi têm o mesmo tipo de valores que os alemães contemporâneos, e que as motivações do regime de Hitler são as motivações dos povos germânicos ao longo da história e dos cidadãos contemporâneos da federação.
A revista alemã está a revelar a agenda, querida dos globalistas, de que a guerra contra a Rússia é agora necessária e inevitável, e que ao contrário do que nos têm dito (mentindo com quantos dentes têm) é a Europa que pretende invadir a Rússia e não a Rússia que pretende invadir a Europa.
Por último (para fechar este extenso texto mais do que para exaurir as conclusões que se podem tirar desta sinistra decisão editorial), a revista alemã está a sugerir, contra todas as evidências históricas, contra todos os factos estatísticos, demográficos e logísticos, que a Alemanha é capaz de derrotar militarmente a Rússia.
A Alemanha, cujo exército não incorpora mais de 190.000 activos, neste momento.
A Alemanha, que vive numa crise industrial e energética sem precedentes e é unanimemente considerada como uma potência económica em acentuado declínio.
A Alemanha, cuja marinha de guerra incorpora na sua frota apenas 11 fragatas, 5 corvetas e 6 submarinos. Em vários momentos recentes, devido à falta de peças de reposição e atrasos na manutenção, esta meia dúzia de submarinos ficaram parados ao mesmo tempo, deixando o país temporariamente sem capacidade subaquática.
A Alemanha, que não tem armas nucleares e que nos últimos quatro anos tem entregado, de borla, boa parte do seu arsenal à Ucrânia.
A Alemanha que, para constituir uma ameaça militar séria a qualquer outro país, precisa da NATO, num momento em que a NATO está fragilizada por claras alterações na filosofia geoestratégica dos EUA, que são o seu principal motor e contribuinte, de longe.
A Alemanha, que tem tais dificuldades de recrutamento de soldados, que aumentou recentemente a idade do serviço activo para 45 anos e nem as modestas metas da NATO consegue cumprir, sendo que as suas forças armadas apresentam um défice de 60.000 homens em relação às exigências da aliança atlântica.
A Alemanha, cujos poderes instituídos vivem em guerra aberta com um terço da sua população, perseguindo activamente a liberdade de expressão e a dissidência política.
Esta Alemanha quer tentar, pela enésima vez, invadir a Rússia.
Se não suspeitássemos que o objectivo dos líderes globalistas europeus é a destruição material e espiritual de um modelo civilizacional, e se não compreendêssemos que uma guerra perdida é a melhor forma de o conseguir, não haveria maneira de entender isto.
Mas os meus leitores sabem melhor. E percebem perfeitamente o que está em questão.
Cientistas descobrem que há algo que vive dentro do nevoeiro.
Ningém liga nenhuma ao que diz Trump. Nem o seu "maior aliado".
Trump tells Israel’s leadership to stop bombing Lebanon and Benjamin Netanyahu instantly responds by carpet bombing Christian southern Lebanon to kill the Iran peace deal and to take the land.. pic.twitter.com/siMpgEEJLD
— Alex Jones (@RealAlexJones) June 20, 2026
Distopia do Reino Unido: atrasos nas urgências do Serviço Nacional de Saúde britânico matam 300 doentes por semana.
Um novo relatório do Royal College of Emergency Medicine revelou a sobrelotação alarmante nos serviços de urgência britânicos, com atrasos fatais no processamento de doentes a contribuírem para mais de 15.000 mortes no ano passado.
Milagre económico do Regime Epstein: enquanto aumento de preços nos EUA atinge o nível mais elevado em três anos, Trump diz que “adora a inflação”.
Informação aprovada pelo Estado: Governo de Merz quer controlar as notícias nas redes sociais.
Cem anos de pedofilia.
sexta-feira, junho 19, 2026
O Contra no 'Isto é o Povo a Falar': As Ameaças da Inteligência Artificial e a Psyop Alienígena.
Em mais uma saborosa conversa com o João Nuno Pinto nos Estúdios da Kuriakos TV, discutimos o investimento nas tecnologias de inteligência artificial e a “revelação” sobre o fenómeno OVNI, dois vectores fundamentais da actual agenda do Regime Epstein. Mas tanto num caso como noutro há razões para pensarmos que há muito que não nos está a ser dito, e que há falsidades e encobrimentos de agenda naquilo que é expresso pelo governo federal americano, pela imprensa corporativa e pelas tecnológicas de Silicon Valley, principalmente quando analisamos os factos à luz da ideologia transhumanista das elites ocidentais.
O Estado contra a Família: A Nova Ofensiva Escolar.
Canto do cisne de Tulsi Gabbard: EUA financiam rede global de mais de 120 biolaboratórios em 30 países.
Naquele que poderá ser o seu último acto público como Directora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard desclassificou as provas que confirmam que o governo federal dos EUA financia mais de 120 biolaboratórios em todo o mundo, incluindo na Ucrânia.
“Os Impulsos Básicos da IA”, de Steve Omohundro: Objectivos Instrumentais e os Perigos da Inteligência Artificial Descontrolada.
Portugal e o nevoeiro europeu.
Distopia do Reino Unido: escolas ensinam às crianças que só as pessoas brancas podem ser racistas.
quinta-feira, junho 18, 2026
Congressistas avançam com projecto-lei que dá a Israel acesso à inteligência dos EUA, apesar do alerta do Pentágono sobre a espionagem sionista.
Péter Magyar quer poder absoluto e a Hungria caminha para uma crise constitucional.
O hobby de matar pessoas: Pentágono rouba mais de 200 vidas, na Nigéria.
Uma nação fora de jogo.
Um dado país pode ver as suas fronteiras abolidas e invadido alegremente por todo o tipo de gentes, independentemente da sua cultura, religião, funcionalidade social. Não interessa sequer se sabem ou um dia vão saber falar a língua nativa. Entra tudo e toda a gente é bem vinda.
Um dado país pode ensinar às suas próprias crianças que os avós delas não passavam de bandidos, racistas e esclavagistas, mesmo quando os avós transcenderam o seu destino pelas sete partidas do mundo, construindo civilização onde ela não existia.
Um dado país pode ter vergonha de si mesmo, honrar uma bandeira que representa as opções sexuais de uma pequena minoria acima da sua própria bandeira, aceitar ser governado por uma burocracia não eleita com sede numa cidade a milhares de quilómetros do seu perímetro.
O povo desse dado país pode ser empobrecido, desempregado, subsidiado, humilhado, marginalizado e fascizado. A sua língua pode ser assassinada com acordos ortográficos, a sua cultura pode ser maltratada e esquecida, a sua religião obliterada.
O povo desse dado país pode ser submetido ao inferno das identidades de género e da teoria crítica da raça, pode ser conduzido à destituição do seu legado pelo revisionismo histórico e o niilismo ideológico. Pode ser despojado das suas cidades pelos fundos de investimento imobiliário e a voracidade do turismo, pode ser manipulado pela propaganda, escravizado às redes sociais, condicionado ao consumismo mais espúrio, deseducado pelas universidades e analfabetizado pelos liceus.
O povo desse dado país pode ser despoticamente confinado e geneticamente envenenado por causa de uma constipação.
Nada disto é problemático.
Mas se esse país, se esse povo, assiste a uma partida de futebol em que a sua selecção nacional empata com a selecção nacional do Congo, bom Deus, isso é grave.
Este dado país é amado apenas quando rola sobre a erva a alquímica esfera de cabedal. Este dado povo é patriota de chuteiras, somente. A nação vibra e é exultada sempre que onze rapazes em calções, milionários todos, bilionários alguns, se dedicam à arte sofisticadíssima do pontapé na bola. É um nacionalismo de relvados. O quinto império do futebol total.
Este dado país, este dado povo, não merece a sua história, a sua cultura, a sua língua, a sua autonomia, a sua identidade. Não merece ser nação, sequer.
Este dado país, este dado povo, esta dada selecção nacional merece perder com o Congo. O empate foi uma dádiva de Deus, de insondável desígnio.





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