I don’t want to "download the app" to pay for parking. I don’t want to "create an account" to see a menu. I don’t want to "provide feedback" on a 30-second interaction. I just want to exist in the physical world without a digital leash.
— S★ (@xxyllinn) July 19, 2026
blogville
Extensão livre do ContraCultura
segunda-feira, julho 20, 2026
Yes.
Kaká, ou o que Cristo pode fazer por um homem.
Neste breve clip, Kaká fala da sua experiência de vida no momento em que transitou, cotado como o melhor jogador de futebol do mundo, do AC Milan para o Real Madrid, das dificuldades que enfrentou no clube madrileno e como a fé cristã o ajudou a reencontrar a sua identidade como futebolista, a manter a sua integridade profissional e sobretudo a aceitar com tranquilidade as curvas do destino, na glória como na adversidade grato pelo privilégio que Deus lhe concedeu.
O registo vídeo mostra um homem sólido, sem rancores nem arrependimentos, muito bem resolvido com a vida.
Mais futebolistas destes, por favor.
🗣️ Ferdinand: How do you reflect on your time at Real Madrid?
— Kara (@UTDKarra) July 19, 2026
Kaka: I came from Milan from to be the best player in the world to play for Real Madrid and if you Google today the worst acquisition of Madrid, I will be the first you will see on the list 💔 pic.twitter.com/ga509D80AM
domingo, julho 19, 2026
Toda a gente com um dedo de testa antevê um desastre histórico.
Quem acredita que uma invasão terrestre do Irão pelos EUA é qualquer coisa parecido com uma boa ideia deve ouvir o que diz, nesta conversa com Mario Nawfal, o ex-SEAL da Marinha e veterano de operações especiais Matt Bracken, que faz duas muito pertinentes analogias.
A ilha de Kharg, no nordeste do Golfo Pérsico, tem o tamanho de Iwo Jima. Na II Guerra Mundial, os EUA bombardearam a ilha com navios de guerra durante semanas antes de desembarcar 70.000 fuzileiros. Ainda mesmo assim perderam 7.000 vidas e tiveram 19.000 feridos em apenas um mês (quase 50% de baixas).
A ilha de Qeshm, ponto crucial em pleno Estreito de Ormuz, é maior que Okinawa, cuja invasão demorou 3 meses e fez 12.000 mortos entre os soldados americanos. Os iranianos chamam à ilha "Cidade dos Mísseis", de tal forma consiste numa fortaleza subterrânea inexpugável, de solo granítico e imensa capacidade balística.
O Irão teve décadas para construir túneis nestas ilhas, estudar as tácticas americanas e preparar-se precisamente para este cenário. E, ao contrário do Japão na Segunda Guerra Mundial, possui mísseis de precisão capazes de atingir cada centímetro do Golfo Pérsico.
Matt Bracken não tem dúvidas:
"Se entrarmos no Irão, penso que perderemos todos os que enviarmos; quanto mais enviarmos, mais perderemos, e os iranianos têm sido muito claros quando dizem: 'Venham, venham, sejam bem-vindos'."Matt concluiu dizendo que anão há vestígios de racionalidade na Casa Branca e no Pentágono e que tudo começou com um ataque surpresa a 28 de Fevereiro, pelo que nenhuma possibilidade deve ser descartada. Donald Trump será capaz de qualquer desastre e será capaz até de qualificar o pior dos desastres como uma vitória, independentemente dos americanos que morrerem no Golfo.
Anyone who thinks a ground invasion of Iran is a serious possibility needs to watch this...
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) July 19, 2026
Matt Bracken is a former Navy SEAL and spec ops veteran, and he just delivered one of the most sobering comparisons I've heard yet:
Kharg Island is the size of Iwo Jima, where the U.S.… pic.twitter.com/KHrG1MTMqx
Guerra Civil♀️
Brunettes boycott the film "Gentlemen Prefer Blondes", USA, 1953. pic.twitter.com/2JhGljk1Rj
— Historyland (@HistorylandHQ) October 28, 2024
“Três Oito e Setenta e Cinco”: José Ricardo Nunes e a poesia de bolso.
Guerra intestina em Silicon Valley: Apple processa OpenAI por alegado roubo de segredos comerciais.
Espanha descobre que 70% dos imigrantes que se declaram menores não acompanhados são, na verdade, adultos.
Próximo Primeiro-ministro do Reino Unido, que ninguém elegeu, planeia roubar os contribuintes com um aumento de impostos de 50 mil milhões de euros.
Disparu dispara (na direcção certa).
Outra vez o Disparu. Porque este rapaz impressiona. A forma como desmonta neste clip a obra ao negro de Christopher Nolan é absolutamente i-m-p-e-c-á-v-e-l.
Descartando o facto de ser um excelente crítico de cinema, Disparu é uma espécie de bardo, incómodo e certeiro, que escarafuncha profundamente nas feridas culturais do Ocidente. E nada como a subversiva e falsificada ópera de Nolan para meter o dedo, meio genial, na chaga, completamente putrefacta.
O poder já não pede permissão.
Sonhávamos que a tirania viria com botas e bandeiras, precedida por tambores, para que pudéssemos pelo menos reconhecê-la e resistir. Ela chega, pelo contrário, sem rosto e sem som, pedindo apenas que aceitemos os termos de uso. A crónica de Marcos Paulo Candeloro.
Uma dívida saldada (mais ou menos).
Sempre que aqui no blog ou ali no ContraCultura vem a propósito o que dizem os dois alexandres do "The Duran", que são uma referência editorial importante para este vosso escriba, fico com esta sensação que não estou a ser justo com o cipriota Alex Christoforou, porque, no canal em que conversa com o greco-britânico Alexandre Mercouris, opta por lhe dar estatuto de mestre e mostra apenas uma parte (quando se enerva com a paciência que Mercouris) do seu excelente temperamento e instinto.
Christoforou tem um canal próprio, muito popular entre a dissidência ocidental (que na verdade até inspirou o meu muitíssimo mal comparado "Nocturnos"), em que caminha pelo Chipre e pelo mundo enquanto submete as elites ocidentais ao devido ridículo. E tem um talento espectacular para fazer isto, porque é um cristão ortodoxo com muita pinta, porque é bem disposto sem deixar nunca de ser corrosivo p'ra caraças, porque está sempre (ou quase sempre, como vou explicar a seguir) do lado certo, se não da História (até porque o "lado certo da história" também soma horrores excessivamente), seguramente do lado certo da Razão e da Moral.
Alex Christoforou é uma espécie de amplificador daquilo a que os seus ancestrais chamavam logos. A Razão e a capacidade de a articular através da palavra. E faz isto para as massas, muito bem feito.
Neste episódio, que é em tudo exemplo gráfico e semântico das suas virtudes como homem e como comunicador, Christoforou comete ainda assim um erro, ao desacreditar qualquer hipótese de que Donald Trump retifique a Graham Bill, o niilista pacote de sanções contra a Rússia baseado numa iniciativa legislativa que o defunto Lindsey Graham foi anunciar à Ucrânia imediatamente antes de morrer.
É verdade que a proposta é niilista e altamente provocadora (até Vladimir Putin é sancionado e a economia e a indústria americanas vão sofrer efeitos secundários significativos). Mas a probabilidade de que Trump retifique o diploma do Congresso, por muito ensandecido que seja o documento, é bem alta, analisando a conjuntura. E é até um bocadinho estranho que o lúcido cipriota não perceba isso.
Salvo esse erro de cálculo, deixo-vos com este impecável exercício editorial, e com mil desculpas ao Alex, que já mais que merecia o tributo, por modesto que seja.
Esta, sim, é a imprensa "moderna".
O director da CIA acaba de confessar que os EUA estão em guerra aberta com a Rússia.
Não, não estou a exagerar. Eis o que ele disse:
"Neste momento, a Rússia ocupa 20% da Ucrânia. Quando assumi a direcção da CIA, há 18 meses, a Rússia ocupava 19% da Ucrânia. O ritmo do seu avanço abrandou porque o domínio da Ucrânia na guerra com drones e na guerra assimétrica representa um grande factor de equilíbrio."
CIA Director John Ratcliffe:
— Clash Report (@clashreport) July 18, 2026
Right now, Russia occupies 20% of Ukraine. When I came in as CIA Director 18 months ago, Russia occupied 19% of Ukraine.
The pace of their advance has stopped because Ukraine's mastery of drone warfare and asymmetric warfare is such a great… pic.twitter.com/RuIHQSm39j
"Os soldados russos sobrevivem em média apenas 20 a 30 minutos no campo de batalha por causa dos drones com inteligência artificial da Ucrânia. A nossa inteligência está de acordo com alguns relatórios de fontes abertas que poderão ter visto: a esperança média de vida de um recruta russo, ao chegar ao campo de batalha na Ucrânia, está estimada entre 20 e 30 minutos. Isto porque os drones com inteligência artificial se tornaram máquinas de matar especializadas e de baixo custo. É por isso que uma força inferior, quatro anos e meio depois, conseguiu conter a força superior da Rússia contra a Ucrânia. O ritmo do avanço ucraniano abrandou, uma vez que o domínio das tecnologias emergentes por parte da Ucrânia, e neste caso, a guerra com drones, a guerra assimétrica, representa um grande factor de equilíbrio."
"Russian soldiers only live an average of 20 to 30 minutes on the battlefield because of Ukraine’s AI drones." - CIA Director John Ratcliffe
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) July 17, 2026
"Our intelligence is consistent with some of the open-source reporting you may have seen in Ukraine: the average life expectancy of a… pic.twitter.com/jkMSprl1Hi
Não é subreptício: John Ratcliffe associa abertamente um alegado sucesso da guerra assimétrica ucraniana ao seu mandato como director da CIA. E gaba-se de tantos russos que está a matar, e de como morrem rapidamente no teatro das operações, graças à tecnologia americana. Porque toda a gente sabe que os "drones com inteligência artificial "e "o domínio das tecnologias emergentes" não seriam acessíveis às luminárias de Kiev sem as palantires de Silicon Valley.
Sou só eu que acho isto espantoso?
Partindo do princípio que concordam comigo e que Ratcliffe declarou, oficiosamente, guerra à Rússia, na minha talvez maluca ideia aquele que primeiro o devia fazer, oficialmente, seria o Presidente dos Estados Unidos da América, depois de devidamente autorizado pelo Congresso.
Não é?
Chegámos mesmo a este ponto esquizofrénico da coisa em que o director da supra-mafiosa Agência Central de Inteligência norte-americana diz preto no branco que está em guerra com a segunda potência nuclear no mundo, e a matar muitos dos seus soldados, sem a legitimação de todo o sistema constitucional da federação?
Se este é o novo normal, imaginem o que vai acontecer quando Ratcliffe se decidir a fazer algo de extraordinário.sexta-feira, julho 17, 2026
Sobre o ‘Chat Control 2.0.’

O 'Chat Control' da UE refere-se a 2 processos legislativos: um já aprovado, temporário, que não inclui comunicações protegidas por encriptação de ponta a ponta, e outro, em preparação e com regime permanente, que abrange todas as plataformas digitais. A crónica de António Justo.
Freaking hell... 😬
Nazi propaganda (1936) vs. French national football team (2026) pic.twitter.com/6rPd2lz7Pc
— ₿en Wehrman (@benwehrman) July 14, 2026
Quem é que interfere nas eleições americanas?
Em 2016 foram os russos, segundo os democratas. Em 2020 foram os chineses, segundo os republicanos. Mas o país que realmente interfere nas eleições americanas e tudo à volta não é a Rússia nem a China. E não é de agora. É desde o pós-guerra.
Man I really hate how much China is influencing our elections… pic.twitter.com/krmUMu6rJe
— Adam Analysis (@adamemedia1) July 17, 2026
A Censura à Vida: Quando Defender o Inocente se Torna Crime
Não, não é comédia.
É humilhação.
"The face that launched 1,000 ships"
— End Wokeness (@EndWokeness) July 16, 2026
"The greatest soldier ever known"
Nolan is trolling us, right?!?! pic.twitter.com/dOSb8Vlxvu
Enquanto americanos enfrentam a inflação, o desemprego e o decréscimo no poder de compra, o sector bancário dos EUA regista lucros recorde.
Bruxelas empenhada em reduzir a cultura europeia a instrumento de guerra.
A humilhação é um dos objectivos.
The Odyssey begins by showing an African rapper with rasta in the role of a Greek poet. We Greeks are forced to watch our Greek history and culture being disgraced and mocked across the entire world. What is Nolan's real role in doing something like this instead of casting a… pic.twitter.com/07EIJdrGam
— Homer Pavlos (@HomerPavlos) July 16, 2026
Menina escocesa conhecida como a “Rapariga do Machado” é ilibada após imigrante ser condenado por agressão.
Haikus do alto da falésia (décima temporada)
A audiência verdadeiramente global de Candace Owens:
🙌🙌 🇵🇹 https://t.co/bbsNiye3KF
— Candace Owens (@RealCandaceO) July 16, 2026
quinta-feira, julho 16, 2026
A inversão moral da epopeia homérica ou toda a verdade sobre a psyop de Christopher Nolan.
Para além da iniquidade do casting e das aberrantes incorrecções históricas que implodem na cenografia (o guarda roupa é pobre ou implausível e um dos barcos usados no filme é uma reconstituição de um Drakkar, usado pelos vikings dois mil anos depois da era em que se desenvolve a acção da Odisseia); para além da cinematografia desleixada e do processo de banalização e desvalorização da linguagem (aparentemente, as "audiências modernas" são excessivamente estúpidas para suportarem uma tradução séria do grego homérico); para além de ser mais que evidente que existe no projecto de Nolan a clara intenção de destituir a obra dos seus mais elevados valores (e por acréscimo ou consequência, destituir a civilização ocidental das suas mais gloriosas referências); para além da eloquência de Disparu, que vale a pena apreciar (não é fácil fazer o que ele faz, assim espontaneamente, em vídeo), há que enfatizar o que o youtuber afirma no fim da sua assertiva dissertação, porque é mesmo necessário que toda a gente tenha consciência do que está aqui em causa.
Um dos eixos fundamentais na narrativa da Odisseia assenta na circunstância de que um grupo de aristocratas de Ítaca e de outras ilhas vizinhas ocupa literalmente a casa real de Ulisses, usando e abusando da mesa e da adega e dos criados, durante a sua prolongada ausência (20 anos - 10 de guerra, 10 de regresso), na expectativa de que um deles seja escolhido para usurpar o seu trono e desposar a sua mulher, Penélope, que tenta por todos os meios recusar avanços e protelar a decisão de declarar rei morto, rei posto. A pressão e a humilhação a que a rainha é submetida é imensa e insustentável, mas ela persiste na sua fidelidade ao marido, acreditando que ele está vivo e regressará a casa.
Quando enfim Ulisses regressa, apercebe-se da intrusão, do abuso, da arrogância e da deslealdade dos seus súbditos mais proeminentes e mata-os a todos.
Moral da história: sê fiel ao teu marido. Sê fiel ao teu legado. Sê fiel ao teu Rei. Modera a tua ambição. Modera a tua arrogância. Modera a tentação de desafiar os deuses e o destino e a ordem natural das coisas. Caso contrário, pagarás essa ousadia com a vida.
Ora, há aqui um paralelo arrepiante com o episódio Nolan.
Como um intruso, o cineasta, que também é um aristocrata (da oligarquia liberal), apodera-se indevidamente da obra de Homero (que vive ainda na cultura ocidental) para abusar dela, para se aproveitar dela, para distorcer e vilipendiar o seu legado, para fazer da epopeia o que bem entende na falsa consideração de que o texto original é letra morta, manifestando no processo toda a hubris de Hollywwod, e total deslealdade para com o imortal poeta. A traidora expectativa do súbdito é, também neste caso, substituir o amo, ao colocar-se como um revisor oficial da história, interpretando-a e recontando-a de tal forma que a faz irreconhecível, tomando assim os louros da autoria e massificando esse cunho corruptor.
É deprimente, mas nos tempos que correm, haverá mais gente no mundo que conhece a obra de Christopher Nolan do que a obra de Homero. Pior ainda: As massas contemporâneas vão conhecer a literatura do bardo eterno pela versão infame e conspurcada de um realizador que se consagrou ao filmar uma trilogia do Batman.
Mas neste caso, a moral da história é simetricamente inversa e muito pouco, ou nada, edificante: O traidor, o vilão, aquele que não modera a sua ambição nem a sua arrogância, aquele que é infiel à História, à Cultura, ao legado clássico da Civilização Helénica, é recompensado com fama e fortuna, glorificado pelas máquinas de propaganda, elevado ao patamar homérico, que usurpou.
Um claro e infernal sinal dos tempos.
Remigração: compreender o conceito que está a polarizar o debate europeu.
O debate sobre a remigração obriga as sociedades europeias a confrontarem uma questão decisiva: como conciliar controlo migratório, coesão social, Estado de direito e respeito pela dignidade humana? A análise de Francisco Henriques da Silva.
Steve Baker, o 6 de Janeiro e o modus operandi do Estado profundo.
Este aqui está claramente a tentar sobreviver ao desastre.
Duvido que consiga chegar vivo (no sentido eleitoral do termo) a 2028 , mas que sei eu?
💥EPSTEIN COVER-UP BOMBSHELL: Vice President JD Vance Has Publicly Contradicted Trump & Stated On The Record That Jeffrey Epstein Worked For US & Israeli Intelligence!
— Alex Jones (@RealAlexJones) July 15, 2026
Then— Vance Dropped Another Epstein Bombshell, Stating That The Admin "Absolutely Screwed Up The Comms On The… pic.twitter.com/0romVUv2X7
Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.
Não por acaso: Cidade governada pelo próximo primeiro-ministro britânico regista a maior queda do nível de vida em Inglaterra.
quarta-feira, julho 15, 2026
Porque é que as multidões têm "paixão" por isto?
Estou a ver, pela primeira vez neste Mundial, um jogo do princípio e em directo. Meia-final Argentina-Inglaterra. Acabou agora a primeira parte. Devo ter visto para aí uns cinco minutos de jogo jogado. E porrada que ferve. E mais nada.
terça-feira, julho 14, 2026
O ‘Chat Control’ chegou (mesmo) para ficar? O que a votação de Estrasburgo muda na sua vida.
E a China. A China também.
Russia and Iran is the only thing standing between us and a world dominated by pedophiles.
— Ethan Levins 🇺🇸 (@EthanLevins2) July 14, 2026
Let that sink in...
Números de uma falência anunciada.
2026 Fiscal Year to Date:
— Charlie Bilello (@charliebilello) July 13, 2026
The Federal Government has taken in $4.15 trillion and spent $5.52 trillion.
Don't try this at home. pic.twitter.com/qz6pvBvuad
🇺🇸 Married + home by 30 years old:
— Wall Street Mav (@WallStreetMav) July 14, 2026
1950: 50%
1960: 52%
1970: 48%
1980: 45%
1990: 43%
2000: 35%
2010: 25%
2025: 12%
The US govt debt fueled spending and Fed monetary policies are destroying the ability of American families to achieve their dreams.
The Affordability Crisis in a nut shell.
— Kyle Becker (@kylenabecker) July 14, 2026
If you want to know why things are so expensive, you can blame three things.
• The Fed's monetary policy
• Debt spending
• Mass immigration
Solve these three problems and you end the affordability crisis. https://t.co/DZWdafTPz0









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