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Extensão livre do ContraCultura
domingo, setembro 13, 2026
As origens do wokismo: António Gramsci – o intelectual que percebeu que o poder começa pela cultura.
Serviços de inteligência espanhóis alertaram o governo sobre planos de violação da fronteira de Ceuta, antes da invasão do enclave.
Gangues muçulmanos estão a forçar brancos a converterem-se ao islamismo nas prisões britânicas.
Do Altar do Feminismo ao Altar do Casamento: O Fim de Gloria Steinem.
Steinem quis que desaprendêssemos séculos de sabedoria, mas depois de ter dito que os sistemas que afirmam o masculino e o feminino são "uma treta", casou com um homem, aceitando a condição de esposa e, logo depois, a de viúva. Maria Helena Costa recorda e comenta o seu trajecto.
A democracia sob suborno: Donald Trump compra votos a cinco mil dólares por cabeça.
Mais uma teoria da conspiração que passa a facto: Netanyahu recebeu avisos prévios sobre os ataques de 7 de Outubro, mas ignorou-os.
Para salvar a democracia: Após vitória da AfD, governador da CDU apela à interdição do partido populista.
Governador canadiano ameaça cortar o fornecimento de energia aos EUA.
Um número para a escadaria do cosmos.
O assunto dissertado pelo impecável Chris Lehto no vídeo que deixo na conclusão deste texto não é tão maluco como podemos pensar. "Como em cima, assim em baixo" é um velho axioma de sabor esotérico - e gnóstico - que na verdade todos nós já pressentimos ou registámos casualmente na observação da natureza: a escala varia mas a função e - em muitos casos - o desenho permanecem equivalentes.
Vemos universos ao microscópio e complexidades moleculares pelo telescópio. Comparamos estruturas quânticas com sistemas macro-físicos, o cérebro humano com o universo inteiro; vemos fábricas em protéinas, cidades em células, árvores em cristais, rendilhados fractais nos alvéolos pulmonares, predadores em bactérias, sinapses entre galáxias.
Um protão e uma estrela têm mais em comum do que a imaginação de Horácio pode suspeitar.
O protão é um núcleo denso, rodeado essencialmente por um campo vazio, electromagneticamente carregado. O sol é um núcleo denso, rodeado basicamente por um campo vazio e electromagneticamente carregado. O núcleo de um átomo tem 99,9% da sua massa. O Sol tem 99,8% da massa do nosso sistema solar.
Há padrões que se repetem em cima e em baixo e por todo o lado.
Há uma hierarquia de organismos dentro de organismos que usam mecanismos diferentes para cumprirem objectivos semelhantes: a célula tem um metabolismo, pratica a homeostase, alimenta-se e reproduz-se. O ser humano, constituído por 40 triliões de células, também.
Até porque o objectivo primeiro da vida é ser vida. Independentemente da escala, da densidade e da termodinâmica de um dado ecossistema.
E o homem, que vive em baixo, foi criado - segundo o Genesis- à imagem de Deus, que vive em cima.
Chis Lehto propõe uma teoria que até pode estar completamente equivocada, mas que não deixará nunca de ser lindíssima. Ele divide as escalas do cosmos em duas Oitavas Cósmicas: A primeira oitava parte do protão e termina no planeta Terra, progredindo em dimensão numa potência de mil. A segunda oitava parte do Sol e termina no Universo observável, numa escalada também multiplicável por mil.
O número mágico destas progessões em escala, segundo as contas de Lehto é 1024. Ou seja, 1 quadrilião (1.000.000.000.000.000.000.000.000). A exacta potência que diferencia em escala o raio da C. elegans, uma espécie de nematódeo da família Rhabditidae que mede cerca de 1 milímetro de comprimento, do raio da Via Láctea. Um número redondo que é, pelo facto de ser redondo, por si só enigmático.
A diferença de escala entre o protão e o sol é de 1023.92. Similar relação de grandeza encontramos entre o ser humano e Virgo, um superaglomerado de galáxias: 1023.89.
Letho dá exemplos dentro das suas oitavas cósmicas do mesmo índice numérico, que variam apenas entre 1022.93 e 1024.67.
A grande sinfonia do cosmos progride com extrema coerência matemática:
É verdade que, como Lehto reconhece, os seres humanos têm uma tendência para identificar padrões onde eles não existem.
É verdade que algumas das unidades escolhidas como referências de escala parecem mais ou menos aleatórias.
Mas esta parece uma correlação que vale a pena explorar, porque é intuitiva e facilmente demonstrável, porque ecoa com outros programas de entendimento da realidade como a ressonância mórfica, o fine tuning e o desenho inteligente e, mais importante, porque procura encontrar uma ordem no caos, uma resposta para o mistério, um caminho para a consolação.
É sempre por aqui que devemos seguir.
sábado, setembro 12, 2026
Eu já nem me lembrava disto...
And you can't fight the tears that ain't comin'
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah, you bleed just to know you're alive
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
Ficheiros 9/11: um documento central.
O 11 de Setembro, mal resolvido.
Este Senhor aqui, Richard Dolan, é daqueles que se recusam sacrificar as suas convicções e nunca cedem, nunca desiludem, nunca traem o seu ideário, nem o seu público. São teimosos na perseguição da verdade e na dissidência sobre as narrativas oficiais. Venha quem vier, haja o que houver e que Deus os abençoe.
Um homem. 25 anos de trauma. E a sua revolta.
Amor de Vila
de tanto serem estimadas por mim.
(As rosas que a minha sogra plantou no paleolítico inferior
são agora flores do meu favor).
O horizonte oceânico faz milagres com o gajo das olheiras
criado em Benfica e casado em Telheiras.
Salva-me a minha cadela de cada vez que a beijo e ela me beija
com tanta ternura que aleija.
Acaricia-me o gato Álvaro com a liberdade louca que ele tem
e que não reconheço em mais ninguém.
Vivo agora na simplicidade de uma baía sem horas de ponta,
esquecido até de pagar a conta.
Não é da condição humana a felicidade, mas aprendi nesta vila
a viver uma vida tranquila.
Já não era sem tempo, considerando
os 59 anos de espanto.
quinta-feira, setembro 10, 2026
Porque é que os republicanos vão perder as intercalares de Novembro?
Porque Trump escolheu colocar Israel primeiro. Porque escolheu a guerra em vez da paz. Porque escolheu a pedofilia em vez da decência. Porque escolheu favorecer as elites em vez das massas. Porque escolheu o estabelecimento em vez da ruptura. Porque escolheu a mentira em vez da verdade.
Tucker Carlson disseca a maior traição da história da democracia americana.
Passa num instantinho e quando percebes tudo, acabou-se.
Stages of Life:
— WULF (@DerWulf) September 10, 2026
(1.) Birth
(2.) What the fuck
(3.) It's the Jews
(4.) Death
A democracia, segundo Bruxelas.
🚨🇪🇺🇩🇪 Brussels THREATENS to CUT funding to Saxony-Anhalt after AfD VICTORY. Green MEP Daniel Freund wants to freeze €2.95 billion in EU funds if the new government "violates rule-of-law standards." EU democracy at WORK? pic.twitter.com/qTd6hJj8iM
— Global Dissident (@GlobalDiss) September 10, 2026
O Ecrã Substituiu o Lar? O que os pais precisam de saber sobre a nova catequese do streaming.

No mundo do streaming, qualquer um se projecta no traje; não se vê cor, género nem sexualidade. E o traje do herói da criança é o sítio ideal para ensaiar a revolução sexual. Maria Helena Costa discorda.![]()
França intercepta menos migrantes no Canal da Mancha depois de receber 900 milhões de euros do Reino Unido para os deter.

O acordo entre o Reino Unido e a França para conter as travessias ilegais do Canal da Mancha está a falhar, com as taxas de intercepção a descerem, em vez de subirem em função do dinheiro que o governo britânico pagou para que o controlo fosse mais eficaz.
Comprar a democracia: que boa ideia.
De cada vez que vai à retrete, Donald Trump tem uma ideia fabulástica. Mas esta é por demais genial.
President Trump Announces $5K Dividend for All Americans if Republicans Win House & Senate - 09/09/26 pic.twitter.com/1KGejqjg5W
— RSBN 🇺🇸 (@RSBNetwork) September 10, 2026
Muito para além da questão ética, que passará sempre ao lado da figurinha (sendo os americanos, americanos, o precedente que aqui se abre pode levar à recorrente comercialização da democracia e suborno do eleitorado), são 5 mil dólares a multiplicar por 349 milhões de infelizes. Dá para cima de 1.5 triliões de dólares. Que vão ser 'impressos' de um dia para o outro (gerados digitalmente, quero eu dizer) e despejados no mercado. Num país que vive um sério problema inflaccionário e que já tem 40 triliões de dólares de dívida pública.
Para além do comércio de votos, Trump adicionou ao cabaz eleitoral a promessa de que a guerra no Irão, que ele já ganhou desde Fevereiro deste ano para aí umas quinze vezes, vai ser afinal ganha, de certeza absoluta e sem margem para contestação, depois das intercalares.
Por acaso até se trata de uma guerra que na verdade os EUA já perderam. Inventada por um candidato presidencial que tinha prometido acabar de vez com as guerras eternas.
Trust him, bro! pic.twitter.com/h045RjlSA3
— The Babylon Bibi (@TheBabylonBibi) September 10, 2026
Isto, cavalheiros, é que é governar. Isto, senhoras, é o exercício do poder, no ano 2026 depois de Cristo.
Do Controlo Estabilizador ao Descontrolo Democrático
Conseguiremos dominar a inteligência artificial e o voto digital antes que sejam manipulados pelos poderes instituídos? O futuro da democracia e a credibilidade do Estado dependem de recuperarmos a tecnologia para a razão e a participação inclusiva. A crónica de António Justo.
Sorry, but there will be nothing of the sort.
Before AI kills us, can we at least have a few years with the sex bots who do laundry?
— Alice (@AliceFromQueens) September 9, 2026
Não me digam que isto não bate a F1...
This is the greatest spectator sport of all time. pic.twitter.com/SQFWqPQ2ja
— Simon Harley (@simonharley) September 9, 2026
Jacob Coxon alerta para a ameaça que a IA representa para o gado. Mas o gado adoooora o matadouro.

Jacob Coxon é um engenheiro especializado em investigação e pré-treino de modelos de inteligência artificial, a fase inicial em que um modelo de IA aprende padrões gerais, gramática, conceitos e o funcionamento básico do mundo a partir de um volume massivo de dados não sistematizados. Trabalhou nesta área em duas das mais importantes empresas da indústria: a OpenAI e a Anthropic.
Ontem, publicou no X um thread que vale a pena traduzir e partilhar, porque constitui um sério alerta sobre a forma como estas empresas estão a sacrificar a segurança dos seus sistemas (e, segundo este engenheiro, a segurança da humanidade) em nome de valores nenhuns para além do típico niilismo de Silicon Valley e da também característica ganância das tecnológicas norte-americanas.
Eis a advertência de Coxon:
Despedi-me hoje da Anthropic. Passei os últimos três anos a fazer investigação de pré-formação tanto na OpenAI como na Anthropic. Nenhuma das duas empresas está a agir com responsabilidade. Estamos a correr directamente para a superinteligência auto-aperfeiçoável e a apostar nisso as nossas vidas.
Não subestimem o poder desta tecnologia. Em breve, teremos sistemas sobre-humanos capazes de piratear qualquer coisa, revolucionar qualquer área da noite para o dia e adquirir poder e recursos reais. Todos nós auxiliamos a progressão em cada um destes domínios, e a progressão não está a diminuir.
As pessoas que estão a construir IA acreditam sinceramente que esta nos poderá matar até ao final da década. Isto não é uma jogada de marketing. Na verdade, muitos executivos e investigadores seniores tendem a utilizar uma linguagem mais sensata na imprensa, mas ouço essas mesmas pessoas a expressarem medo em conversas privadas. Nenhuma outra actividade humana representa este nível de perigo.
Uma resposta comum é: "Se realmente acreditam nisso, porque é que ainda o estão a desenvolver?" Na OpenAI, muitos não interiorizaram profundamente as implicações para a civilização. Na Anthropic, as implicações são bem compreendidas, mas estão numa corrida para lá chegar primeiro — acreditam que mais ninguém vai agir de forma responsável, por isso precisam de o fazer sozinhos, apesar do risco.
Aceitar esta corrida e entrar na "linha da frente" é uma aposta arrogante que não deveria ser feita no laboratório de uma empresa privada. Tentar acelerar o alinhamento exige uma confiança extraordinária de que não existem melhores trajectórias disponíveis.
Estou optimista quanto ao potencial de progresso. Alertas como o ataque ao Hugging Face tornaram os acordos de ritmo entre laboratórios dos EUA mais viáveis. Não creio que estejamos no bom caminho para evitar uma corrida global, o que pode exigir acções dispendiosas, como uma concessão temporária para melhorar as capacidades dos modelos.
Se é investigador de laboratório, peço-lhe que considere como serão os próximos anos. Quer iniciar uma corrida de aprendizagem por reforço de sistemas superinteligentes sem uma compreensão rigorosa da sua mente? Deverá conformar-se porque "vai acontecer de qualquer maneira" ou aproveitar este momento para exigir condições diferentes?
I resigned from Anthropic today. I spent the last three years doing pretraining research at both OpenAI and Anthropic. Neither company is acting responsibly. They are racing straight to self-improving superintelligence and gambling with our lives. More thoughts below.
— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
The people building AI earnestly believe that it could kill us all by the end of the decade. This is not a marketing stunt. If anything, many executives and senior researchers will couch their phrasing in the press to sound sensible - but I hear the same people express fear…
— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
Accepting this race and entering the “endgame” is a hubristic gamble that should not be launched from a private company’s Slack. Attempting to speedrun alignment should require extraordinary confidence that there are no better trajectories available.
— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
If you are a lab researcher, I urge you to consider what the next few years will actually feel like. Do you want to kick off a superintelligent RL run without a rigorous understanding of its mind? Should you put your head down because “it’s happening anyway” - or take this moment…
— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
Jacob Coxon é muito claro nesta mensagem: as tecnologias de IA estão a pôr em perigo a espécie humana e as tecnológicas por trás do desenvolvimento destes sistemas têm consciência disso, pelo menos ao nível das lideranças.
Só em Agosto deste ano, ocorreram dois incidentes graves nas duas empresas em que Coxon trabalhou e que o ContraCultura documentou: A OpenAI revelou que vários dos seus modelos de IA, incluindo o GPT-5.6 Sol e, enigmaticamente, um “modelo ainda mais capaz em fase de pré-lançamento”, escaparam do seu ambiente de investigação, obtiveram acesso à Internet e invadiram uma base de dados para encontrar as respostas aos testes de cibersegurança.
Os modelos de IA da Anthropic, incluindo o Claude, invadiram os sistemas de três organizações durante os testes, levantando sérias preocupações sobre a segurança da IA e a eficácia das medidas de contenção implementadas laboratorialmente pelas tecnológicas de Silicon Valley.
E este engenheiro não é de todo o único a abandonar a sua actividade profissional para alertar o público sobre os perigos da inteligência artificial.
Em 2023, Geoffrey Hinton, um cientista da Google, apelidado de "Padrinho" da inteligência artificial, demitiu-se da empresa, para poder alertar o mundo sobre os perigos que a tecnologia apresenta, numa altura em que grandes empresas concorrem ferozmente para dominar este mercado.
Nesse mesmo ano, 350 líderes do sector assinaram uma declaração em que advertiam que a inteligência artificial pode causar a extinção da humanidade.
Em 2024, Roman Yampolskiy, Professor de computação da Universidade Louisville e perito em cibersegurança afirmou que a probabilidade de IA acabar com a humanidade é de 99,9%.
Em 2025, um conjunto surpreendentemente idiossincrático de figuras religiosas, dos media e da tecnologia assinaram uma carta pedindo a "proibição" da corrida para construir a superinteligência artificial, dadas as ameaças que estes sistemas representam para a civilização e a humanidade.
Em Maio deste ano, um antigo executivo sénior da OpenAI fez a denúncia mais explosiva da história da tecnologia: Sam Altman está a construir obsessivamente portais de IA gigantescos, concebidos para transportar alienígenas (ou demónios?) para o nosso mundo.
Em Junho deste ano, Mo Gawdat, um ex-executivo sénior da Google durante mais de uma década, que acompanhou o desenvolvimento da IA por dentro, afirmou que a tecnologia "é responsável pela maior parte das mortes nas guerras do Golfo e da Ucrânia."
Em Julho, um grupo de investigadores de inteligência artificial dos EUA e da China apelaram à cooperação global neste sector tecnológico, temendo que o seu desenvolvimento descontrolado possa levar a uma catástrofe inimaginável.
E não é segredo nenhum que muitos dos magos e dos proponentes das tecnologias de inteligência artificial não encontram qualquer problema na possibilidade da tecnologia exterminar a espécie humana, considerando-a um mero trampolim em direcção a formas de vida superiores.
Ainda assim, e este será talvez o dado que é mais assustador neste texto, muitos dos comentários que os utilizadores do X deixaram na postagem de Jacob Coxon são surpreendentemente hostis ou exemplos de um alarmante estado de negação.
Há quem desvalorize a ameaça de forma lapidar (e imbecil) porque vive nos anos 80 do século XX e acha que a IA só seria ameaçadora se tomasse a forma de Arnold Schwarzenegger:
Im so sick of these corny posts about the extinction of humanity from AI. Lol. Who is the physical actuator there? Does AI just magically become a physical entity, able to survive on organic material? Give me a break....
— Colton Manfre, OMS-IV (@ColtManfre) September 9, 2026
Há também quem ache que a melhor maneira de evitar os riscos é continuar em frente, como se os riscos não existissem:
If AI could kill us all, stopping development isn't necessarily the safer choice.
If these systems really are as powerful as this thread argues, then we need more people building them, testing them, and figuring out how to control them. You don't reduce risk by refusing to… — Andy Lee (@andyleecx) September 9, 2026
E há até aqueles ingénuos que acham, porque usam modelos LLM comerciais que estão muito longe do que está a ser feito nos laboratórios de Silicon Valley, que as tecnologias de IA são não mais que um instrumento sofisticado, feito para ajudar os seres humanos no seu percurso profissional e existencial.
Believing AI is anything but a highly sophisticated tool is stupid.
AI is not sentient; it does not have agency, and probably never will. What you see as intelligence is code designed to learn tasks and information and output the probalistic outcome the user asks for. Nothing… pic.twitter.com/52hjI3eB9x — FYAZ (@OgFyaz) September 9, 2026
Toda esta gente faz lembrar os entusiastas da pandemia, que usavam máscara quando conduziam, a sós, os seus automóveis, e se sujeitaram três ou quatro vezes a uma terapia genética experimental como quem vai à igreja em busca de redenção.
Mais para mais, dá-me a sensação que vão ser os primeiro a entrar em pânico, quando perceberem finalmente e tarde demais, que, no melhor cenário, foram feitos párias de um dia para o outro, por uma entidade cuja natureza e actividade não conseguem sequer entender.
quarta-feira, setembro 09, 2026
Zuckerberg queria substituir 60% da força de trabalho humana da META por IA. Deu-se mal, felizmente.
Regime Trump emite ultimato a Andy Burnham que ameaça a soberania britânica sobre as Malvinas.

Os Estados Unidos ameaçaram não apoiar a soberania do Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas se Andy Burnham não se comprometer com um aumento das despesas com a defesa. Mas esse comprometimento parece difícil de se concretizar.
76% dos imigrantes que residem no Reino Unido ao abrigo das leis de direitos humanos estão desempregados.
Estou a começar a perceber como é que as coisas vão correr na Alemanha, quando
Alice Weidel becomes the first leader in the world who is anti-immigration but has an immigrant wife, is anti-LGBTQ+ but is a lesbian herself, opposes LGBT adoption but has adopted two children, and is a hardcore German nationalist but lives in Switzerland pic.twitter.com/vv67tpy62c
— Global UPDATES (@GlobalUpdates24) September 7, 2026
NONE of this will happen.
— Rosie's Ballroom Psyop (@DarnelSugarfoo) September 7, 2026
What will happen is her first foreign visit will be to Israel.
Book it. https://t.co/dEIedXQKbM
"And then I'm going to bomb Iran, fund a genocide in Gaza, and ramp up Nuclear threats with Russia", ....
— Jimmy Dore (@jimmy_dore) September 8, 2026
thats how this goes right? https://t.co/M8WHuPt6d1
terça-feira, setembro 08, 2026
Hilariante. Simplesmente hilariante.
The GTA 6 pre-order process has gotten significantly more complicated.
— Forbidden HQ 🐇 (@WearForbidden) September 7, 2026
Forbidden Studios presents:
GAME SLOBS pic.twitter.com/WfItcAyVh8











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