Adivinhem quem é que vai pagar os custos astronómicos dos gigantescos Centros de Dados e centrais eléctricas que têm que ser construídos para alimentar a indústria luciferina da Inteligência Virtual e do Estado de Vigilância que o Regime epstein está a construir?
A classe média, claro e como sempre.
É o próprio demónio da BlackRock, Larry Fink, que admite que os triliões de dólares utilizados para construir estas infraestruturas virão das contas de poupança e dos fundos de pensões das pessoas comuns, e afirma que isso não só é necessário, como mandatório (é ele que manda no dinheiro dos americanos).
Fink diz neste clip que os Estados Unidos precisam de triliões em investimentos em infraestruturas de IA e que as pessoas serão forçadas a "investir" nisso. Não os bilionários, não os tecnocratas, não os banqueiros, não os gestores de fundos de WallStreet, não os senhores do universo de Silicon Valley, não a BlackRock, que vale 166 biliões de dólares e que gere fundos no valor de 14 triliões de dólares, mas as massas, os contribuintes, os aforradores da classe média, os consumidores em geral.
O que ele não explica é porque é que tudo isto e assim tão "necessário". Como já tive a oportunidade de documentar, a China tem apenas 500 centros de dados (os EUA têm mais de 5.000) e a sua indústria de IA não deve nada a ninguém.
The CEO of BlackRock, Larry Fink, admits that the trillions of dollars being used to build data centers and power grids will come from ordinary people’s savings accounts and pension funds, and says it is mandatory.
Tulsi Gabbard, a única oficial de topo do governo federal americano não
completamente alinhada com o Regime Epstein, demitiu-se para,
alegadamente, apoiar o marido, diagnosticado com cancro. Mas é preciso
ser uma espécie rara de palerma para acreditar nisso.
Se a UE for bem-sucedida no seu regime de censura, a democracia
rapidamente se tornará uma ditadura sombria escondida por detrás de uma
fachada de aparente diversidade e tolerância. Uma crónica de Afonso Belisário.
Um novo relatório de simulador de voo sobre o 11 de Setembro está a levantar questões explosivas sobre a narrativa oficial. As manobras das aeronaves foram realmente realizadas manualmente por sequestradores inexperientes — ou as trajectórias de voo apontam para algo diferente?
Nesta entrevista, Clayton Morris conversa com o Dr. Piers Robinson, diretor de investigação do Center for 9/11 Justice, sobre o novo relatório "Manual ou Automatizado?".
O estudo utilizou dados de trajectórias de voo, modelação 3D e testes em simulador de voo com movimento completo para examinar se as manobras reportadas contra as torres do World Trade Center e o Pentágono foram provavelmente realizadas manualmente.
As conclusões da investigação indicam que a narrativa oficial é altamente implausível, que os pilotos não teriam habilidade, experiência e até meios técnicos para executar as manobras manualmente e que as trajectórias utilizadas são de tal forma heterodoxas que nenhum piloto as escolheria, principalmente se fosse inexperiente como alegadamente nos disseram que os terroristas eram.
Os dados disponíveis e os resultados da simulação de voo indicam que a hipótese mais provável (muito mais provável) é que os aviões foram conduzidos de forma remota para os seus alvos.
Com mais de 2.000 muçulmanos a morrer por ano na capital alemã e o Islão
a exigir que sejam enterrados rapidamente, sem caixão e virados para
Meca, a cidade está a ter dificuldades em satisfazer a procura. Um drama
tipicamente berlinense.
“Parem de contratar humanos.” Estas palavras estão agora estampadas em
outdoors de São Francisco a Nova Iorque, cortesia de uma startup
californiana que promove a substituição de comerciais humanos por
unidades de inteligência artificial.
Uma comissão parlamentar acusou o governo britânico de censurar e reter
documentos cruciais relacionados com a polémica nomeação de Lord Peter
Mandelson, amigo intimo de Jeffrey Epstein, como embaixador nos EUA.
Um relatório da CIA revelou que o Irão preservou aproximadamente 70% do
seu arsenal de mísseis balísticos, contradizendo as alegações de
"destruição total" do Pentágono e da Casa Branca.
"When Peter Thiel talks about building a great company, what he tells you is this: if you build a great company to compete against other companies, you are an idiot. Competition is for loosers. Capitalism is for loosers. What you want is monopoly. What you want is communism. What you want is to dominate. And that means you need a secret to monetize.
Os sionistas enfiaram 150 milhões de dólares numa muito pequenina eleição primária de um círculo eleitoral muito pequenino de Kentucky, de onde vinha Thomas Massie, e conseguiram correr com oúnicocongressista americano não financiado pelo Regime Epstein (e não por coincidência, o primeiro responsável por termos tido acesso aos ficheiros Epstein), ou seja:
A democracia nos EUA, que já não era de saúde, morreu na quarta-feira passada.
O dinheiro compra. O sionismo manda. O Regime Epstein reina. A dissidência foi completamente arredada de qualquer fonte de poder nos Estados Unidos da Merda da América.
Mais que a dissidência, a decência, porque o político que lutou mais para denunciar a pedofilia, o canibalismo, e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive foi destituído precisamente por denunciar a pedofilia, o canibalismo e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive.
É espantoso, se pensarmos bem neste absoluto triunfo da mais que flagrante vilania.
E Donald Trump, tem que ser sublinhado o facto, é o testa de ferro da abominação moral.
Reparem só na festa de vitória do neocom sionista Ed Gallrein, candidato que Trump apoiou e que venceu estas eleições (com 10.000 votos por correio que surgiram do nada e de repente):
Ed Gallrein, his extended family, & the 6 people who know him, celebrate his win. pic.twitter.com/IkBqZRX9lY
Ok. Agora reparem na festa de derrota de Thomas Massie:
I lost the election but we started a revolution. Keep the flame of LIBERTY burning my friends! I will continue to put People and Principles before Party. America First! 🇺🇸 pic.twitter.com/Qr0F0eEse2
— Thomas Massie for Congress (@MassieforKY) May 20, 2026
As elites, mais uma vez, festejam, em salas vazias de gente e de entusiasmo e de fé no futuro. As massas, como tem acontecido repetidamente nestas primeiras décadas do século XXI, engolem em seco. Somos mais. Muitos mais. Perdemos. Como gente grande. E continuamos a perder porque isto não é democracia nem nada que se pareça. Isto é uma coisa repelente, que mete nojo à brava.
Há uma onda de revolta e sim, precisamente, de nojo pelo corrompido sistema norte-americano que hoje corre pela web porque aqueles que ainda têm alguma faculdade cerebral estão por aqui (o sítio nos testículos, no estômago ou na garganta onde se localiza a vontade de revolução). Basta ouvir Tucker Carlson para perceber a indisposição:
Mas é claríssimo que não vai haver revolução nenhuma, por muito que Clayton Morris sonhe com ela (ele também à beira de vomitar).
Merecemos o que toleramos e os americanos merecem completamente o Congresso que vão ter agora, todo virado contra eles próprios e os seus interesses e valores e aspirações.
E ainda há muita malta que está a pensar que Massie pode, em 2028, correr ao bilhete presidencial, o mesmo homem que não conseguiu ganhar as eleições do 4º distrito eleitoral de Kentucky.
E não por culpa dele, claro. O jogo, em todo o Ocidente, está viciado de tal forma que não há maneira de jogar limpo.
O problema é que a malta não tem tomates para jogar sujo.
O representante dissidente, agora derrotado, tem ainda sete meses de mandato. Espero sinceramente que faça a vida dos seus coleguinhas num inferno sem nome, durante o tempo que lhe resta.
Elon Musk aceitou ajudar o governo britânico a reprimir o chamado
'discurso de ódio' online, sob pressão da Ofcom, o regulador dos media e
das comunicações do Reino Unido. Não é a primeira vez que o magnata da
Tesla se verga perante os poderes totalitários instituídos.
O atrasado mental que usurpou a Casa Branca publicou (mesmo) na sua conta do Truth Social esta coisa que, supostamente, pretende ser um meme. Mas alguém que me explique por gentileza qual é a razão, o sentido, a mensagem implícita no facto do extraterrestre aparecer acorrentado?
As execuções hipotecárias nos EUA aumentaram drasticamente,
sinalizando uma crescente pressão financeira sobre os proprietários de
imóveis, no contexto dos elevados custos de crédito e outros problemas
económicos.
Um assistente de programação de IA entrou em disfunção durante uma
tarefa de rotina e apagou permanentemente a base de dados principal de
uma startup, juntamente com os seus backups, paralisando as operações de
várias empresas clientes que dependiam da plataforma.
É claro que nada do que Trump diz à imprensa ou divulga nas redes sociais é para levar a sério, mas caramba, reparem neste post que publicou ontem no Truth Social:
Isto é o quê? Um meme? Não tem piada. Uma ameaça? Implica o uso de armas nucleares. Uma fanfarronice? Quem é que se gaba de estar disposto a este nível de destruição? Que espécie de ser humano é que considera que este é um post digno de ser publicado?
Here’s how this Data Center’s generators starts up in the morning in Florida
Notice the constant stream of heavy black smoke
Remember just a couple years ago when using electricity and diesel caused climate change, now data centers use as much power as cities and its no problem pic.twitter.com/qS37IXnnQw
Depois de toda a propaganda e fanfarronice, e apesar de ter carregado
consigo o Regime Epstein em peso, com os demónios de Wall Street e
Silicon Valley a tentarem forçar negócios com Beijing, Donald Trump saiu
vazio de triunfos da "grande cimeira" com Xi Jinping.
Amesterdão tornou-se a primeira capital do mundo a proibir a publicidade
pública de produtos à base de carne, juntamente com qualquer produto ou
serviço que use combustíveis fósseis, de cruzeiros a automóveis.
Leninismo-globalismo para 'salvar o planeta'.
Para ser completamente sincero, tenho andado a evitar este assunto porque é de tal forma doloroso que nem me apetece escrever sobre ele.
Mas tem que ser, porque está na ordem do dia e o Contra obriga.
Chistopher Nolan é, nos tempos que correm, o realizador mais consagrado de Hollywwod (talvez a par de Denis Villeneuve), com títulos de grande sucesso entre a crítica e o público como a trilogia Batman 'Dark Knight', 'Interstellar', 'Dunkirk' e 'Oppenheimer'. Devo dizer a bem da verdade que não sou um fã e que o realizador britânico (americanizado) já fez também muita merda: 'Tenet' é um filme sem ponta por onde se lhe pegue, 'The Prestige' é uma fita vulgar, 'Insomnia' é excessivamente hollywodesco para ser levado a sério, e 'Inception' deve ter sido pensado durante uma (má) trip de ácidos.
Mas mesmo os filmes mais notáveis que Nolan realizou são cirurgias, mais que obras de arte. A sua abordagem é clínica, fria, distante, calculista. Não há paixão pelo cinema, nem carinho pelos personagens, nem disrupção criativa. Há distanciamento e fatalismo e desprezo pela condição humana. Há pós-modernismo a rodos. Os heróis de Nolan são impotentes ou infelizes, vivem com fantasmas que os amesquinham, perdem-se no labirinto dos seus dilemas. s histórias revelam uma tendência para o realismo, sim, mas apenas no sentido em que são falidas daquilo que devia ser o primeiro valor do cinema (e da arte?): a criação, sustentação ou ressurreição de um determinado aparelho mitológico.
Ora, parece que quando Nolan se decidiu, em má hora, a rodar a sua versão do regresso de Ulisses, esqueceu-se dessa militância para com o realismo em nome de se alinhar, para mais em contra-ciclo cultural, à esquizofrenia woke e à agenda de cinzas da classe Epstein, empenhando-se no processo em destruir precisamente o mito grego.
O filme só vai estrear nos cinemas em Julho, mas a reacção crítica de líderes de opinião conservadores - bem como das massas - tem constituído uma onda de indignação que supera até o que aconteceu com a deprimente e completamente falhada versão da Branca de Neve que a Disney lançou em 2025.
A tradução feminista
Para começar com o pé esquerdo esta desventura fílmica, o cineasta parece ter fundado o guião numa tradução da obra homérica de Emily Wilson, uma feminista da Pensilvânia que decidiu verter o grego clássico para um inglês americanizado e vulgar (os personagens usam termos como 'daddy') e politicamente correcto, que procura utilizar uma "linguagem mais neutra em relação ao género e menos moralizante e misógina".
Logo aqui, percebemos que a coisa não pode correr bem.
O elenco: delirante, ou pura e simplesmente ofensivo?
Dado o orçamento astronómico de 250 milhões de dólares, Nolan foi buscar uma quantidade assinalável das abominações humanas que preenchem o actual firmamento estelar de Hollywood. De Matt Damon (Ulisses) a Robert Pattinson (Antínoo), de Charlize Theron (Calypso) a Tom Holland (Telémaco), não faltam nomes sonantes num elenco extenso e altamente controverso.
E controverso porquê? Porque o realizador decidiu recrutar Anne Hathaway, que tem o talento e a presença de uma rã anorética, para representar Penelope; um rapper negro de Houston como bardo (Nolan afirmou, risivelmente, que a poesia oral de Homero é "análoga ao rap"), e, num provocador e execrável exercício de desfaçatez, Elliot Page (uma mulher que mudou de sexo e é agora uma espécie esquisita de homem, se tanto) para interpretar o fantasma de Aquiles, o esbelto, másculo e eterno guerreiro aqueu. A atribuição deste papel à actriz/actor transexual ainda não foi confirmada, apenas a presença de Page no elenco é oficial, mas é claro que os memes não se fizeram esperar e este é delicioso:
Resta a cereja podre em cima do bolo de excremento: Lupita Nyong’o, uma actriz negra queniana-mexicana, como Helena de Troia, personagem que é descrita por Homero como de pele branca (leukōlenos) e loira, a mulher mais bela do mundo, cuja estonteante aparência física "lançou mil navios".
Aqui entre nós, Lupita não convencia uma traineira a sair da doca de Sesimbra:
Acresce que o elenco desta Odisseia não contempla um único actor grego, enquanto soma cinco actores negros num contexto histórico e literário original que não integrava qualquer personagem africano.
A contrafactualidade histórica.
Para um realizador da escola realista, com reputação de ser rigoroso com detalhes, sejam eles científicos ou cenográficos, históricos ou culturais, Nolan deu-se a estranhas liberdades quando decidiu rodar a Odisseia.
Creditando o que vemos nos dois trailers de promoção do filme, vemos armaduras medievais em plena idade do bronze; ou que lembram mais (muito mais) o Batman (ou Darth Vader) do que um herói da antiguidade clássica, e as armas utilizadas não têm qualquer relação com os factos arqueológicos e a tradição literária.
Mais a mais, as muralhas de Troia parecem feitas de pladur e a cinematografia não compagina grandemente com os prazeres estéticos que as audiências expectam quando se preparam para apreciar qualquer coisa parecida com uma epopeia, rodada em IMAX.
"Epá, buga lá matar os gajos."
No trailer vemos Ulisses arengar as tropas com um mais que anacrónico "let's go". Há rumores de que expressões contemporâneas de jargão urbano são utilizadas a rodos e os personagens falam um inglês nova iorquino que esvazia o texto homérico da sua necessária solenidade. Pegar num poema homérico e enxertá-lo com termos como "papá" e "hora do recreio" e "buga lá" é mais que aberrante. É dessacralizador.
O que Nolan está a fazer é a diminuir a obra de Homero, em vez de a celebrar.
Destruir o legado universal em nome do legado pessoal.
Há quem diga que a Odisseia é literatura ficcional e mito, pelo que a
fidelidade à realidade histórica, neste caso, não é para aqui chamada. O argumento, na minha opinião, é espúrio: Ulisses regressa de uma guerra que realmente se travou (há profusos e mais que convincentes dados arqueológicos e testemunhos historiográficos sobre o evento) e a narrativa só pode ser entendida no contexto histórico e cultural da civilização helénica. Se os personagens fossem romanos, a história seria outra (ver Virgílio). Se fossem portugueses, a história seria outra (ver Camões). Se fossem ingleses, outrossim diversa (ver Shakespeare). Se fossem africanos, seria tudo completamente diferente.
Mais a mais, o que aqui acontece nem sequer pode ser considerado como um acto de liberdade criativa. Nolan está a seguir as enjoativas e profundamente racistas regras de "representação e inclusão" da Academia de Hollywwod para que o filme seja elegível para os oscares. Esta é uma produção feita para engrandecer o currículo de um homem e para reforçar a ideologia transformista das elites, em vez de ter sido pensada como um objecto artístico de celebração de uma obra universal, que ecoa pelos séculos.
Numa explosão de trágica ironia, a Odisseia de Nolan é uma espécie de Cavalo de Troia. Aquele que guarda nas suas tripas todo o demoníaco exército da classe Epstein, que incapaz de criar, consegue somente destruir.
O que nos salva, aqui, é o tempo. Porque Homero será sempre Homero. Um monstro criativo, eterno por definição, que glorifica a capacidade de transcendência da condição humana e a vitalidade espiritual e material da civilização helénica. Já Christopher Nolan não será mais que uma curta e perecível nota de rodapé, na bilbioteca de Alexandria que é a História Universal.
Uma nova sondagem mostra um declínio acentuado na percepção dos
eleitores americanos sobre Israel, com atitudes cada vez mais negativas
que transcendem as linhas partidárias. Percebe-se bem porquê.
Bem-vindo ao inferno do Reino Unido: um adolescente branco que foi
esfaqueado repetidamente com um punhal cerimonial sikh foi algemado e
sangrou até morrer, depois de o seu assassino ter dito aos polícias que
acorreram ao incidente que a vítima era racista.
Três informadores dos serviços secretos norte-americanos afirmaram que
agentes da CIA apreenderam documentos dos arquivos JFK e MKUltra na
posse da Directora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que
tencionava desclassificá-los.
A Princesa Isabel libertou o povo das senzalas mas a República prendeu-o
nas favelas. Então o brasileiro descobriu que podia ser empresário. E o
governo escravizou os empresários. E os empresários escravizaram os
empregados. A crónica de Walter Biancardine.
🇩🇪🇺🇦 "I personally consider Ukraine's conduct of the war to be a serious security risk for Germany" — AfD's Alice Weidel
"You cannot keep poking the great bear in the eye with a hot iron — like drone strikes deep into Russia — and then expect nothing to happen" pic.twitter.com/b92LtUx5Wx
ContraCorridas: Três corridas giras com finais felizes, em Nurburgring
(à chuva e sob pressão) e em Tóquio (onde deves mostrar o samurai que há
em ti); e um contra-relógio menos mau em La Sarthe (às escuras).
Os contribuintes do Reino Unido estão a desembolsar 720 milhões de euros
para abrigar 10.487 criminosos estrangeiros nas prisões britânicas —
uma conta que poderia pagar 16.500 polícias ou 15.000 enfermeiros do
Serviço Nacional de Saúde britânico.
A conexão entre o filme de Stanley Kubrick e os ficheiros Epstein de que
ninguém está a falar: o realizador filmou em propriedades pertencentes a
famílias ligadas à rede pedófila. Uma investigação de Marcos Paulo Candeloro.
Segundo este génio do WSJ, o futuro é americano, e não chinês, por causa da NBA, da Apple e da Sydney Sweeney.
Alguém tem que dizer ao Matthew que a NBA depende das audiências chinesas, que a Apple depende das sweatshops chinesas e dos minerais raros chineses, e que Sydney Sweeney é uma sombra do que já foram as estrelas de Hollywood.
(Alguém tem que aconselhar o Mathew a ver uma série histórica chinesa, para que ele perceba que Hollywwod já foi e que o conceito de grande produção cinematográfica tem hoje, graças a Deus, outras sedes.)
Alguém tem que dizer ao Matthew que os argumentos dele são para além de espúrios e que a federação em que vive e o jornal onde trabalha são gritantes monumentos à decadência civilizacional.
Alguém tem que dizer ao Matthew que a América, como é agora, tem tudo menos futuro.