quinta-feira, outubro 21, 2021

The media’s agenda is now beyond misleading people. The actual plan is to demoralize them.

Author Alex Newman says the point of media deception is no longer to mislead people into believing lies but rather to demoralize them into total submission.

Newman, who wrote Deep State: The Invisible Government Behind the Scenes, explained what he meant during an interview with Greg Hunter.

“Nobody believes the press anymore,” said Newman. “The point is not to make people believe these absurdities anymore. The point now is to demoralize people and to really silence us.”

He pointed to the example of the FBI and DOJ being sicked on parents, who are now being demonized as domestic terrorists merely for speaking out against Critical Race Theory brainwashing and mask mandates in schools.

“AG Garland said all these parents are intimidating and harassing school boards. What could be more intimidating than sicking one of the world’s most powerful law enforcement agency on parents expressing their concern? I can’t think of more things that would be more intimidating than that. So, the irony is off the charts, but the goal here is to silence people into submission.”

The author noted how the establishment relies on keeping people constantly black pilled and isolated so they never even attempt to resist tyranny, no matter what the odds.



(...) Summit News
Greg Hunter's USAWatchdog.com

Sempre que pensas que o máximo da estupidez humana já foi atingido,

pensa outra vez.


O governador do estado da Pensilvânia passou-se completamente.

Tom Wolf, o imbecil e fascistóide governador do estado da Pensilvânia, acabou de regulamentar a forma como os seus governados devem falar enquanto entretidos com o acto sexual. Sim, é verdade. E se não dizes as palavras certas, és um fora da lei e serás punido em conformidade.
Não, não estou a gozar:


Zemmour ou o populismo intelectual.



Perante os fracassos eleitorais, os equívocos constantes e a ligação umbilical a uma direita que está historicamente estigmatizada em França, Marine Le Pen não parece configurar a alternativa a Macron ansiada por largos sectores da sociedade gaulesa. Neste contexto, o personagem mais bem colocado para ocupar a posição da líder da Frente Nacional não é um político. É um intelectual. Éric Zemmour, polemista e ensaísta com prolixa obra publicada e constante presença nas colunas de opinião da imprensa conservadora francesa, é, no momento em que escrevo estas linhas, o candidato preferido pelos eleitores. E isto sem que o célebre pundit tenha sequer oficializado a sua campanha.

Zemmour é senhor de uma fraca figura física, mas de uma forte personalidade mediática, tendo conseguido, apesar da verve polemista e do discurso politicamente incorrecto, penetrar na comunicação social mainstream do seu país. Sabe de história, de filosofia e de ciências sociais como nenhum outro adversário político, usa a ironia como caterpillar de demolição e, sobretudo, não tem papas na língua nem medo seja de quem for.

Num desassombrado e mordaz discurso gravado em 2019, o agora primeiro adversário de Macron para as presidenciais de 2022 mostra quem é e ao que vem:



O discurso está carregado de verdades evidentes (do género que é cada vez mais suprimido na imprensa e nas redes sociais), mas destaco algumas tiradas, que consubstanciam de forma clara o pensamento do autor.

"Robespierre ensinou-nos que os maus tipos têm de ser mortos.
Lenine e Estaline acrescentaram que os bons tipos também devem ser mortos."

"Como podes não estar feliz com aqueles homens profusamente peludos que agora podem finalmente admitir a sua natureza feminina? E com aquelas mulheres que não precisam mais de contato nojento com homens para engravidar? E com aquelas mães que não precisam de dar à luz para serem mães? Como disse a magnífica Agnès Buzyn [Ministra francesa da Solidariedade e da Saúde]: Uma mãe pode ser pai."

"Como não ficar encantado com a sublime Revolução Francesa, que nos ofereceu o Terror e um futuro repleto de comunistas e gulags?"

"A alegre globalização libertou da miséria centenas de milhões de chineses e africanos. É uma pena que tenha mergulhado dezenas de milhões de ocidentais na pobreza e no desemprego."

"O progressismo é um messianismo secular, como o jacobinismo, o comunismo, o fascismo, o nazismo e o humanismo. (...) Os progressistas são todos iguais: a liberdade é para nós, não para os outros."

"Para servir este poder tirânico e impor esta ideologia de diversidade, criámos uma máquina de propaganda que juntou televisão, rádio, cinema, publicidade e, não nos esqueçamos, os cães de guarda da internet. A sua eficácia faz com que Goebbels pareça um modesto artesão e Joseph Stalin um tímido novato."

"Por um lado, os liberais e o mercado abriram os nossos países aos grandes ventos do livre comércio globalizado, derrubando fronteiras e pequenas empresas, transformando ex-cidadãos em consumidores individualistas e quase histéricos, submetidos às injunções dos executivos das grandes empresas. Por outro lado, a extrema esquerda trocou o marxismo e o manual sobre a guerra de classes pela causa virtuosa das minorias - sejam elas sexuais ou étnicas - e substituiu as barricadas e as ruas pelos tribunais. Os juízes, condicionados pela propaganda da esquerda desde a escola judiciária, tornaram-se representantes e, muitas vezes, cúmplices de diversas parcerias, que armam, para saquear dissidentes e aterrorizar a maioria silenciosa - e hoje, paralisada."

"Sei que as pessoas vão acusar-me de islamofobia. Todos sabemos que este nebuloso conceito foi inventado para tornar impossível a crítica ao Islão. Restabelecer a ideia da blasfémia em auxílio da religião muçulmana. Uma ideia de blasfémia acabada, lembro-me, em 1789."

"A questão que nos coloca agora é a seguinte: os jovens franceses aceitarão viver como uma minoria na terra dos seus antepassados? Se sim, merecem a sua colonização. Se não, devem lutar pela sua libertação."



Uma coisa é certa: se Marine Le Pen abdicar da sua candidatura e colocar a máquina da Frente Nacional a trabalhar em favor de Zemmour (até o pai Le Pen diz que o melhor candidato é o talking head de Seine-Saint-Denis), Macron vai ter que suar as estopinhas para continuar a ocupar o trono do Eliseu.

A ver vamos.

Memeville #47


NYC judge suspends dad’s visits with 3-year-old kid over vaccination status

A Manhattan matrimonial judge has suspended a Long Island father’s visitation with his 3-year-old daughter unless he gets vaccinated or submits to weekly COVID-19 tests.
“Here, in-person parental access by defendant is not in the child’s best interests, and there are exceptional circumstances that support its suspension,” wrote Justice Matthew Cooper, who is presiding over the pair’s divorce and custody dispute.
“The dangers of voluntarily remaining unvaccinated during access with a child while the COVID-19 virus remains a threat to children’s health and safety cannot be understated,” the jurist said in the Oct. 7 decision, which withheld the parties’ names.
The ruling requires the father to either get the jab or present a weekly PCR test in addition to a biweekly antigen test within 24 hours of a scheduled visit, which currently takes place every other weekend.

(...) New York Post

Eis um paper que não vais encontrar referido na imprensa, de certeza absoluta.

S. V. Subramanian, Professor de Harvard, e Akhil Kumar, Professor da Turner Fenton, publicaram recentemente um estudo que vai com certeza ficar condenado ao esquecimento, porque as suas conclusões destroem por completo a narrativa oficial sobre a pandemia e as vacinas.

Isto embora seja difícil contrariar as conclusões dos dois cientistas sociais, porque o paper trabalha evidências estatísticas que são públicas e fáceis de congregar.

E as conclusões resumem-se nesta frase limpinha: com base nos números oficiais de 68 países e 2947 condados dos Estados Unidos da América, o aumento de casos de COVID-19 não está relacionado com os níveis de vacinação.

Bum.



Entre outros parágrafos brutais, o documento apresenta estas cristalinas pérolas:

At the country-level, there appears to be no discernable relationship between percentage of population fully vaccinated and new COVID-19 cases in the last 7 days. In fact, the trend line suggests a marginally positive association such that countries with higher percentage of population fully vaccinated have higher COVID-19 cases per 1 million people. Notably, Israel with over 60% of their population fully vaccinated had the highest COVID-19 cases per 1 million people in the last 7 days. The lack of a meaningful association between percentage population fully vaccinated and new COVID-19 cases is further exemplified, for instance, by comparison of Iceland and Portugal. Both countries have over 75% of their population fully vaccinated and have more COVID-19 cases per 1 million people than countries such as Vietnam and South Africa that have around 10% of their population fully vaccinated.

(...) In a report released from the Ministry of Health in Israel, the effectiveness of 2 doses of the BNT162b2 (Pfizer-BioNTech) vaccine against preventing COVID-19 infection was reported to be 39%, substantially lower than the trial efficacy of 96%. It is also emerging that immunity derived from the Pfizer-BioNTech vaccine may not be as strong as immunity acquired through recovery from the COVID-19 virus. A substantial decline in immunity from mRNA vaccines 6-months post immunization has also been reported.

In summary, even as efforts should be made to encourage populations to get vaccinated it should be done so with humility and respect. Stigmatizing populations can do more harm than good. Importantly, other non-pharmacological prevention efforts (...) needs to be renewed in order to strike the balance of learning to live with COVID-19 in the same manner we continue to live a 100 years later with various seasonal alterations of the 1918 Influenza virus.

Perante as evidências, não quererás, atento leitor, tirar as tuas próprias conclusões? Ou preferes continuar a ingerir a merda pré-fabricada, falsificada, propagandista e sem qualquer relação com a realidade, que te impingem todos os dias no telejornal?

terça-feira, outubro 19, 2021

Pope Demands Silicon Valley Censor “Hate Speech,” “Conspiracy Theories”

Pope Francis invoked God in an effort to pressure Silicon Valley giants into censoring more content, including “hate speech” and “conspiracy theories.”
The Pope made the remarks during a World Meeting of Popular Movements, a shadowy organization created to promote “social justice” and fight racism with the help of religious leaders.
“In the name of God, I ask the technology giants to stop exploiting human weakness, people’s vulnerability, for the sake of profits without caring about the spread of hate speech, grooming, fake news, conspiracy theories, and political manipulation,” he stated.
Pope Francis also invoked the term “post-truth,” which was invented by establishment media organs after they began to lose their monopoly on controlling the narrative following the election of Donald Trump.
The Catholic leader apparently believes it’s Christian and Godly to empower giant corporations to shut down free speech.
This is no surprise given his previous stance on free speech in response to the slaughter of the Charlie Hebdo cartoonists, when he rhetorically sided with the terrorists who murdered them in cold blood.

(...) Summit News

O futuro que mereces, boi:


Com 15 anos

podes mudar de sexo. Podes passar horas no Pornhub. Podes ter acesso a todo o tipo de conteúdos aberrantes e violentos e perversos na web em geral e na Netflix em particular. Podes fumar drogas leves ou experimentar as duras, podes embebedar-te até ao esquecimento, dia sim, dia não, no Cais do Sodré. Podes ser activista do Bloco e lançares calhaus à polícia. Podes fazer parte de claques futebolísticas e cometeres, impunemente, agressões e barbaridades um pouco por todo o país.
O que não podes mesmo é assistir a touradas, pá. Isso é que não dá. O Costa precisa do Pan para fazer passar o orçamento, percebes?

Marco Aurélio ou o oráculo de Platão.

"The essence of greatness is the perception that virtue is enough."
Ralph Waldo Emerson

"Aquilo que não tem utilidade para o enxame não é útil à abelha."
Marco Aurélio . Meditações, VI, 54


Imagina, criativo leitor, que tens todo o poder do mundo conhecido. Todas as riquezas podem ser tuas. Tudo o que desejas será colocado a teus pés, num estalar dos dedos. Imagina que és um imperador romano, no apogeu do domínio militar, cultural e territorial do império.

O que é que achas que vai acontecer com a tua alma, rapidamente?

Se é verdade que o poder absoluto corrompe absolutamente, também não é mentira nenhuma que a excepção é Marco Aurélio. Único imperador filósofo, no sentido platónico, da história da humanidade, o último dos Antoninos viveu de acordo com os princípios estoicos que defendia. Durante os intermináveis 19 anos do seu mandato absolutista, resistiu bravamente a todas as tentações. Foi frugal, quando vivia na opulência; foi justo, quando podia ser iníquo; foi racional, quando podia deixar-se levar pelas emoções; foi constante, quando podia ser temperamental; foi virtuoso, quando podia ser corrupto. Seguiu invariavelmente as suas próprias máximas morais: preocupa-te com o que controlas, não te aflijas com aquilo que sai fora da tua esfera. Sê resiliente e tolerante com a condição humana. Aceita a desgraça, a doença, o sofrimento, a morte, como leis naturais e inescapáveis da vida, contra as quais és impotente. Concentra-te no que podes fazer pela salvação da tua alma e pela edificação do bem geral, em cada dia.

Quem tem um mínimo interesse em História e Filosofia vai gostar desta elevadíssima e entretida e lúcida e articulada palestra do Professor Michael Sugrue, dedicada a Marco Aurélio e à obra prima que escreveu para si próprio: Meditações.

Quem não tem interesse nestas matérias, pode ir ver o Jogo da Lula.


segunda-feira, outubro 18, 2021

Todos os nomes.

Baseado no romance homónimo de Norman Lebrecht, "The Song of Names" é um raro objecto cinematográfico, considerando o contexto actual da sétima arte. Não tem super-heróis homossexuais da Marvel, não quer mudar o mundo com justiça social feita ao minuto, não pretende impressionar adolescentes ou namorar o ateísmo crónico dos críticos.  Muito pelo contrário.

A história é gerada a propósito da loucura anti-semita dos nazis, mas não abusa do lugar comum. É protagonizada por um virtuoso do violino, mas não nos agride com o pedantismo erudito. É um filme sobre o sofrimento humano que consegue fugir à tentação da lágrima fácil. "The Song of Names" é essencialmente a odisseia de uma amizade fraterna, insistente, difícil, que luta contra a crueldade, a morte e a traição, no contexto de um século de horrores.

A fé judaico-cristã é, surpreendentemente, tratada como substância universal, inerente à condição humana; entrega espiritual que funciona como caminho redentor, tanto como a música ou mais que isso.
Enquanto a arte do violino fortalece o indivíduo, enquanto a canção é tributo e mnemónica dos nomes daqueles que se perderam no inferno dos campos de extermínio, a transcendência monoteísta mergulha o singular no plural, serviço colectivo e experiência mística de Destino.

E se, confrontados com a desesperança de uma vida de perdas e angústias e torturas sartrianas, desistimos de Deus, não é nesse abandono que encontramos consolo ou sentido. Será talvez pertinente especular que a religião é o casaco que reveste o corpo étnico. Mas não é por o despires no verão que vais passar bem sem ele no inverno.

Graças a um notável trabalho de direcção de actores, Tim Roth e Clive Owen apresentam-se no nível máximo de competência que lhes é tecnicamente possível (nem um nem outro são propriamente actores que consigam ultrapassar os seus próprios e típicos maneirismos para atingirem níveis performativos do género olímpico), a fotografia é excelente, o ambiente cenográfico é rigoroso e realista e a realização, a cargo de François Girard, é refrescantemente sóbria (interessada sobretudo - e bem - em contar a história).

Uma fita intemporal, honesta e verdadeiramente bela, para ver na Netflix (a minha alma está parva).


A discoteca da minha vida #105: "Fantasies", Metric

O Canadá, de vez em quando, acerta. É o caso dos Metric. Acertam completamente. "Fantasies" - de 2009 - o quarto trabalho de estúdio da banda de Toronto, configurou-se harmoniosamente como um pedrinha preciosa no charco do panorama alternativo da música norte-americana.
Liderados pela bela e talentosa Emily Haines (a sick muse que também participa em projectos tão interessantes como os Stars ou os Broken Social Scene), os Metric bombam um som indie muito personalizado e complexo, entre o veludo e o arame farpado:



O disco corporiza, talvez, o apogeu criativo e a maturidade artística da banda, que por esta altura vendia discos à séria, ganhava prémios a rodos e somava protagonismos vários, embora isso, já se sabe, vale o que vale; até porque independentemente da fama dos músicos, há aqui muito proveito para os fãs, principalmente quando Emily pede ajuda aos deuses pelo simples facto de estar viva:



Os Metric são o género de banda envolvente e irreverente que qualquer otorrinolaringologista minimamente competente há-de recomendar aos seus pacientes. E como agremiação rock de bom gosto e bom senso, entre os Beatles e os Rolling Stones, preferem os últimos:



E apesar de não estarem no trânsito da música para inventarem os semáforos, os Metric são capazes de composições realmente poderosas, com profundidade lírica e melódica, embora sem grandes preocupações estilísticas. E a verdade é que esta filosofia rebenta muitíssimo bem com a minha sensibilidade. E com a tua, gentil audiente?


Memeville #46


domingo, outubro 17, 2021

A história de Brandon #03

Distopia de agora #02

Justice is turned back,
And righteousness stands afar off;
For truth is fallen in the public squares,
And uprightness cannot enter.
Isaiah 59:14

Nem de propósito, esta fabulosa e lúcida homilia do Padre Edward Meeks só reforça o post que redigi há pouco, sobre as mentiras que passam a verdades, a um ritmo vertiginoso, num fingimento absurdo que vai contra tudo aquilo que observamos e que sabemos e que acreditamos como verdadeiro.
Se não és católico, não te assustes: este não é um padre secante. Ouve-o. E tira as tuas próprias conclusões.


Chinese nuclear-capable hypersonic missile test surprises US intelligence

China tested a nuclear-capable hypersonic missile in a move that caught U.S. intelligence by surprise, according to a new report.
The missile launched in August and circled the globe before speeding towards its target, which it missed by about two-dozen miles according to three individuals briefed on the intelligence. Two of those individuals said the test showed how far China has progressed on hypersonic weaponry – farther that U.S. officials realized.
"We have now idea how they did this," one individual told The Financial Times.
Taylor Fravel, an expert on Chinese nuclear weapons and professor at MIT, said it would be "destabilizing" if China fully developed and deployed such a weapon.
"Hypersonic glide vehicles…fly at lower trajectories and can maneuver in flight, which makes them hard to track and destroy," Fravel said.
U.S. military officials in recent months have warned about China’s growing nuclear capabilities, particularly after the release of satellite imagery that showed it was building over 100 intercontinental missile silos. Two sources familiar with the recent test noted that the weapon could, in theory, fly via the South Pole instead of the more heavily monitored North Pole route. 

(...) Fox News / Finantial Times

A História de Brandon #02



So much drama in the USA
The pot’s gonna boil over any day, you see
The kinda shit you get when you vote commie

You know they lie, you know they cheat
That poor old man, he can barely read, you see
The kinda shit you get when you vote commie

If I tell you once, might as well be twice
You won’t tell me which horse I’m ridin
Let’s go Brandon (Fuck Joe Biden)

They’re takin our silver, and takin our gold
Expectin us to do everything we’re told, you see
The kinda Shit you get when you vote commie

Covid this, and Covid that
The dogs got Covid and so does the cat, you see,
The kinda Shit you get when you vote commie

If I tell you once, might as well be twice
You won’t tell me which horse I’m ridin
Let’s go Brandon (Fuck Joe Biden)

Nothin short of a total disgrace
History he’s tryin to erase
Filthy cheatin fool in disguise
It’s hard tellin just what they’re hidin
Let’s go Brandon (Fuck Joe Biden)

If I tell you once, might as well be twice
You won’t tell me which horse I’m ridin
Let’s go Brandon (Fuck Joe Biden)


Mike Coyle

Distopia de agora.

"Totalitarianism, at its essence, is an attempt at transforming reality into fiction."
Hannah Arendt


“And the lie has, in fact, led us so far away from a normal society that you cannot even orient yourself any longer; in its dense, gray fog not even one pillar can be seen.”
Aleksandr Solzhenitsyn



Um dos princípios fundamentais dos regimes totalitários é o de transformar a realidade através da sua manipulação mediática. Para esse efeito, o célebre manual de Joseph Goebbels serve perfeitamente: repete e amplifica ao máximo a mentira, de tal forma que ela passe a ser verdade.

É esse o momento histórico que vivemos, no Ocidente. Todos os dias somos agredidos em repetição de largo espectro megafónico com uma miríade de impossibilidades que se tornam possíveis e de falsidades que se tornam verossímeis: os homens podem parir. E amamentar. As mulheres são fisicamente tão fortes como os homens. A espécie humana está dividida numa multitude de géneros. O Comunismo é virtuoso. O medo é libertador. Uma gripe com 0,15% de taxa de mortalidade legitima a interrupção de liberdades, direitos e garantias constitucionalmente consagradas. Uma vacina criada num ano apenas é completamente segura e eficaz, a curto, médio e longo prazo. É moral que sejas tu a mandar no teu corpo se quiseres abortar, é imoral que sejas tu a mandar no teu corpo se não te quiseres vacinar. Um militar que monta tendas de vacinação é um herói nacional. A máscara que compras na loja chinesa protege-te de um vírus cuja dimensão é de 0,00002 milímetros. A segurança é mais importante que a liberdade. A Ciência não admite discussão. A Arte é a sua negação. A História é um exercício nefasto. A Filosofia é inútil. A Tecnologia é Deus. Deus não existe. A Economia deve ser virada ao contrário. Imprimir dinheiro em larga escala não cria inflação. Tributar a classe média e as pequenas empresas até à impossibilidade da existência de uma e da viabilidade das outras não cria miséria, nem desemprego. O desemprego e o subsídio crónico dos cidadãos não cria infelicidade, pelo contrário. No futuro, não vais possuir nada e vais ser feliz. Em democracia, os políticos não têm que respeitar os seus mandatos eleitorais nem os jornalistas têm que reportar os factos. Os burocratas de bruxelas e os censores de Sillicon Valley, que tomam decisões radicais sobre cada milímetro da tua existência, que te privam do livre arbítrio e que calam a tua voz dissidente não precisam de ser eleitos, nem escrutinados por representantes eleitos. As debandadas vergonhosas são vitórias militares. Os fascistas mais violentos são anti-fascistas pacíficos. Os radicais são moderados e os moderados são radicais. As elites podem e devem desrespeitar os mandatos a que te sujeitam e viajar de jacto privado para festas e conferências sobre alterações climáticas. Os países não precisam de fronteiras. A derradeira ameaça para a civilização ocidental provém dos nativos ocidentais. A salvação da Civilização Ocidental provém dos imigrantes não ocidentais que trazem cultura, religião e convicções políticas não compatíveis com a Civilização Ocidental. A diversidade, em vez da unidade, é a força das nações. A opinião é um crime. A destruição é justiça.

A multidão não canta Fuck Joe Biden, que é o que tu ouves. Canta Let's Go Brandon, que é o que tu não ouves. Não acredites no que ouves, no que vês, no que sentes, no que sabes. O estado ouve por ti, vê por ti, sente por ti e sabe mais que tu.

A verdade é negacionista, racista, xenófoba, nacionalista e criminosa. A mentira é a virtude absoluta.

Sê bem vindo ao Great Reset: o fim do Ocidente como o conheceste. O princípio da tirania à escala global.


A história de Brandon.



Esta história maravilhosa e rocambolesca conta-se depressa:

Por ser extremamente amado, altamente competente e nada autoritário, Joe Biden tem recolhido a simpatia das massas. Ainda nem um ano passado sobre a sua eleição, as multidões, de forma espontânea e inebriante, resolveram aproveitar eventos desportivos e culturais para ensaiar a sua gratidão, entoando este canto de singela simplicidade: Fuck Joe Biden. Fuck Joe Biden. Fuck Joe Biden.

Eis uma colectânea de alguns exemplos, entre milhares:



Até aqui, tudo bem. Tudo normal. As pessoas amam os seus políticos e é assim. Só que entretanto entra em cena um tal de Brandon. Mas quem é Brandon? É Brandon Brown, um obscuro piloto da Nascar. E o que é que o Brandon tem a ver com a adoração que as massas rendem ao actual presidente dos Estados Desunidos da América? É que quando o piloto, no fim de uma corrida da Xfinity Series e ainda sem acreditar que a tinha ganho, é entrevistado por Kelli Stavast, o bruá que se ouve vindo das bancadas é o inevitável Fuck Joe Biden, que a "jornalista", convicta militante do regime no poder (não fosse ela funcionária da NBC) adultera, sugerindo falsa e desavergonhadamente que o que estava a ser cantado pela multidão era uma mensagem de apoio ao piloto: Let's Go Brandon.

O momento histórico é este aqui:



O episódio, para além de desmascarar completamente a natureza corrupta, falsificadora e apparatchik dos mainstream media, entrou rapidamente para o léxico do meme. Até porque, para evitar a censura das redes sociais e da comunicação social, nada melhor que utilizar Let's Go Brandon em vez de Fuck Joe Biden.





A frase está a ser usada como fecho de parágrafos por toda a web, como há uns meses atrás a célebre tirada "Epstein didn't kill himself."
E a coisa disparou viral de tal forma que a música mais vendida hoje no itunes foi este rap muito coxo de  Loza Alexander:



No ocidente contemporâneo, a verdade é a mentira, a mentira é a verdade e ninguém tem vergonha na cara. Não há factos. Há agendas. Não há ética. Há narrativa. E Kelli Stavast nem sequer por um momento pensou que o que estava a fazer é obsceno. Na verdade, o que se passou com Brandon Brown é apenas um pequeno retrato da América dos dias que correm. Tucker Carlson, num dos seus melhores monólogos dos últimos tempos, enquadra e ilustra o cenário dantesco (atenção que este segmento é mesmo imperdível):



Agora digam-me: alguém ainda acredita que Joe Biden foi de facto eleito com o número recorde na democracia americana de 85 milhões de votos?

sábado, outubro 16, 2021

Memeville #45


Elon Musk pode sonhar. O resto da malta deve acordar para a realidade.

Antes de acreditares parvamente nas promessas delirantes de colonização de Marte com que Elon Musk gosta de entreter a audiência do Twitter, se calhar o melhor é saberes qualquer coisa mais realista sobre o assunto.

Num hilariante exercício de ironia, Sabine Hossenfelder explica como é fácil e simples terra-transformar o planeta vermelho, de forma a torná-lo habitável pelo animal humano. Fácil e simples, sim, se fores Deus Nosso Senhor. Caso contrário, o melhor é tomares os sonhos de Musk por aquilo que eles são: bem sucedidos esforços de marketing para valorizar as acções da Space-X.


Mentem, sim. Constantemente. Com quantos dentes têm.

Por incrível que me pareça, devo reconhecer que ainda há muita gente que não percebeu que os media mentem descaradamente. Ainda há gente que pensa que o jornalismo existe. Não devia preocupar-me com esta gente, na verdade, porque cada um tem aquilo que merece e se querem acreditar nas mentiras da imprensa o problema é deles. Ou mais ou menos. Porque a estupidez e a cegueira de uns afectam a qualidade de vida e a liberdade dos outros (os estúpidos são um perigo público por isso mesmo), costumo deixar aqui no blog exemplos recorrentes da aldrabice monstruosa dos bandidos inúmeros que usam os jornais e as televisões e as rádios e a web - e o título profissional de jornalistas - para cumprirem uma das mais manhosas agendas propagandísticas de que guarda registo a história universal da infâmia.
Hoje, o exemplo vem do Canadá, e é articulado por David Freiheit. A morte de um adolescente de 14 anos é utilizada, pelo City News, sem vergonha, sem pudor, sem qualquer respeito pela família enlutada, sem um vestígio de dignidade - ou de verdade - para disseminar o medo e forçar a mais nojenta das narrativas.



Inocentes, ingénuos e sonâmbulos de todo o mundo: acordem, caramba.

sexta-feira, outubro 15, 2021

Haikus de um verão sem fim #03




O haiku não é poema.
É telegrama.
Stop.



Se são as máquinas que fazem medicina,
Para que raio precisas de médicos?



A música tem poderes
Que a ciência desconhece.




O GTI quer dar rédea aos cavalos
Mas eu ando lento de cilindros.




Os meus cães gostam de aspersores
Como o diabo de beijos na boca.




Reticente, a baía rende-se ao outono.
Nortada.




Podia passar a noite toda a escrever haikus.
Mas que faria amanhã com o tempo?




Numa coisa o feminismo falhou:
Quando um casal se separa
É sempre o homem que sai de casa.




Quando o haiku cabe em dois centímetros quadrados de papel,
Estás no bom caminho.




O aspersor foi apontado contra uma parede.
Até para seres funcional
precisas de um Deus sóbrio.




Nunca digas nunca.
A não ser na hora da tua morte.



quinta-feira, outubro 14, 2021

Instagram Censors Evolutionary Biologist For Pointing Out Men Are Physically Stronger Than Women

Facebook owned Instagram has censored Evolutionary biologist Colin Wright after he posted a chart that proves men are biologically stronger than women in a range of sports, even if they have undergone gender transitioning treatment.
Instagram removed Wright’s post which contained a chart from a scientific study titled Transgender Women in the Female Category of Sport: Perspectives on Testosterone Suppression and Performance Advantage.
The peer-reviewed study was published in the journal Medicine & Sports, which has been in wide circulation since 1969.
The study by researchers at the University of Manchester in the UK and Karolinska University Hospital in Stockholm found that biological males categorically have performance advantages over biological females across sports that are contested in the Olympics.

(...) Summit News
 

Queres ser fascizado, boi?

Estás cheio de sorte. Podes contar com montes de malta que trabalha para o efeito, boi. Estão todos contentes e competentes a construir currais mesmo espectaculares para ti, boi. Mereces completamente o que desejas, boi. E quando deres por falta dos cornos, quando deres por falta dos tomates, não venhas chorar para as redes sociais, ok, boi?



É que tu mereces completamente, boi, o campo de concentração onde entretanto foste enfiado, pá.