terça-feira, setembro 01, 2026

As tuas poupanças não são tuas, afinal.

As elites do eixo Epstein-Davos tiveram uma nova e poderosa ideia para continuar a destituir as massas ao bom ritmo a que desde 2020 têm sido empobrecidas: sacar-lhes literalmente as poupanças. 


 

Vivos e mortos.

Um ano depois da ordem executiva da Casa Branca que mandatava a divulgação pública da totalidade dos ficheiros Epstein, que foi apenas parcialmente cumprida pelo governo federal americano, Thomas Massie decidiu nomear uma quantidade assinalável de pedófilos e cúmplices de pedofilía (entre outros crimes tenebrosos) na Câmara dos Representantes.


São eles: Jes Staley, Leon Black, Les Wexner, David Copperfield, Lapo Elkann, Tom Pritzker, Glenn Dubin, Frédéric Fekkai, Eduardo Teodorani, Jean-Luc Brunel (suicidado), Daniel Siad (suicidado) Ramsey Elkhol,y Princípe André (Andrew Mountbatten-Windsor) e Lesley Groff.

Muitos deste canalhas já eram conhecidos pedófilos, com relações documentadas com Epstein. Dois deles já foram entretanto suicidados. Nesse sentido, o discurso de Massie não traz grandes novidades. Mas, seja como for, convém não deixar de carregar nesta tecla, e continuar a associar os criminosos aos seus hediondos crimes.


EUA e Irão voltam a trocar ataques, Trump ameaça destruir ilha petrolífera iraniana.

Enquanto Donald Trump se entretém a projectar o seu niilismo bélico com vídeos de IA, o Irão lançou uma onda de mísseis balísticos sobre bases americanas do Golfo, após um ataque do Pentágono contra forças da Guarda Revolucionária Islâmica.


 

Distopia do Reino Unido: Polícia detém residentes de Thetford por protestarem contra a decisão do governo de alojar na vila milhares de imigrantes.

A instalação não anunciada de imigrantes em Thetford, Inglaterra, pelo governo britânico, provocou protestos, resultando numa resposta policial e detenções dos residentes. 


 


Palhaço de merda.

Quatro anos não é muito tempo. Mas é o suficiente para ver uma civilização cair.


Esta é uma nota pessoal, de quem edita o ContraCultura há quatro anos, diariamente.

Se a estimada leitora, se o gentil leitor, não estiverem inclinados a sofrer as confissões do publisher, não hesitem, por favor: saiam já daqui p'ra fora.

Quando comecei a trabalhar este projecto, em Janeiro de 2022, entreguei-me de corpo e alma à coisa porque achava de tal forma torto este mundo que, por dever moral, algo tinha que fazer para dormir tranquilo, mesmo que na minha muito ínfima escala. Afinal, devo quem sou a um modelo ocidental de entender a existência humana e pensei, na altura, que devia retribuir com a queima das pestanas.

Não tinha a pretensão, sinceramente, de "fazer a diferença". Mas também não me passou pela cabeça que, quatro anos depois, estaríamos num muito pior lugar do que nessa altura nos encontrávamos. Nem pouco mais ou menos. Afinal, tínhamos acabado de sair do pesadelo da pandemia.

Acontece que agora estamos prestes a entrar no pesadelo da terceira guerra mundial.

Acontece que agora a guerra na Ucrânia já não é um conflito regional, mas um excelente pretexto para nos matarem a todos.

Acontece que agora o Estreito de Ormuz, pacífico e funcional no fim do Verão de 2022, nunca mais vai ser pacífico e funcional, para prejuízo de quem sempre o paga: o marisco da rocha.

Acontece que agora estamos prestes a ser substituídos, não já por paquistaneses, problema pequenino - até porque os paquistaneses também são filhos de Deus -, mas por um algoritmo de tal forma danado que pretende, para além de substituir o Homem, a substituição do seu Criador.

Acontece que agora fomos já traídos por aqueles protagonistas do poder em que ainda depositávamos, ingénuos como virgens num bordel, a derradeira esperança de um regresso aos princípios iniciáticos das democracias ocidentais.

Acontece que agora, até Fauci parece patético, quando é Peter Thiel o vilão, e Davos não passa de uma ameaça de algibeira, considerando Telavive.

Acontece que agora tenho saudades de Joe Biden (!), o senil palerma que deitava tudo a perder sem saber o que estava a fazer, sendo que os transhumanistas do regime Epstein sabem muitíssimo bem o que estão a fazer.

Quatro anos depois de adivinhar a queda de uma civilização, vejo-a a cair, em tempo real, e observo, ainda espantado, a passividade do gado.

Quatro anos depois de dar ignição ao meu irrelevante, se bem que combativo, programa editorial, sou mais irrelevante ainda, e o meu combate é uma causa perdida.

Sim, o ContraCultura é uma causa perdida. Porém, como sempre acontece com as ideias vencidas, é deveras livre porque não tem literalmente nada a perder. Sempre foi livre, sempre foi dissidente, sempre foi independente. Mas com o passar dos anos, transformou-se numa coisa ainda mais liberta, ainda mais desinteressada (se possível), ainda mais desalinhada e, confesso, mais radical.

Porque o bom senso é, agora, um extremismo. Porque a liberdade é, agora, um anátema. Porque a defesa da humanidade é, agora, uma heresia. Porque ser cristão já não é apenas, como em 2022, uma convicção contracultural. É puro terrorismo, para os senhores do universo.

Seja como for, cá estarei, a editar esta publicação, com o mesmo zelo diário, para ser condenado por isso.

Talvez assim, seja salvo no fim.

Tim Dillon: ninguém cala a sátira.

Como é que Tim Dillon escapa aos tribunais, às turbas woke e ao complexo industrial de censura, depois de fazer no seu podcast afirmações arriscadíssimas como a de que os Obama assassinaram uma escrava sexual? 


 


Isto 👇

E mais isto 👇👇

Tribunal do Novo México multa Meta em mais de 560 milhões de dólares por impacto na saúde mental das crianças.

Um juiz do estado do Novo México ordenou que a Meta pagasse uma multa de 567 milhões de dólares pelos danos causados ​​à saúde mental das crianças pelas plataformas de rede social da empresa de Mark Zuckerberg.


 

Eleitores norte-americanos opõem-se ao plano de integração militar entre os EUA e Israel.

A maioria dos americanos opõe-se à integração militar entre os Estados Unidos e Israel, de acordo com uma nova sondagem. Os números só surpreendem por ficarmos a saber que 39% concordam com ou não têm opinião sobre a fusão militar entre os dois países.


 

Fuck around & find out, the Epstein version.


Este cenário, a confirmar-se, pode muito bem levar à destituição de Donald Trump.

segunda-feira, agosto 31, 2026

Ciclopédia de ataque.

No sábado, o imperador Pogacar foi de cara ao chão, quando viajava a uns bons sessenta quilómetros por hora, na etapa oito da Vuelta. Partiu-se todo e abandonou, deixando a última corrida de três semanas do calendário ciclístico completamente em aberto, de tal forma que, antes da partida para a nona etapa, seria possível fazer uma lista credível com uns bons onze ou doze corredores capazes de levar a camisola vermelha para casa, daqui a quinze dias.

E a primeira etapa sem Pogacar foi uma coisa completamente insana. Um bordel, mesmo. Depois de quatro horas de corrida mais ou menos aborrecidas, apesar de terem implicado várias subidas de suplício, a malta acordou a 21 quilómetros do fim, que era a extensão maluca da ascensão de primeira categoria que levava à meta no Alto de Aitana. Desde o princípio da subida até ao seu término, houve para aí uns dez ciclistas que atacaram a etapa. Sivakov atacou. Mühlberger atacou. Gall atacou (várias vezes). Carapaz atacou. Roglic atacou. Cristián Rodriguez atacou. Buitrago atacou (várias vezes). Onley atacou. Widar atacou. Toda a gente que ainda tinha pernas, mesmo que bambas, atacou. Num dado momento, meio surrealista, Skjelmose, que se tinha atrasado deveras antes até da última escalada e que já ninguém via no monitor da televisão há que tempos, surge de trás e passa os líderes como se tivesse um motor de combustão interna alimentado a etanol - whooosh!

Todos contra todos, num feroz combate montanha acima, os ciclistas que podem (e devem) sonhar com o patamar mais alto do derradeiro pódio de Granada, a 13 de Setembro, desfizeram-se em esforços. Mesmo Felix Gall, que pode ter sido, dos candidatos à vitória final, o que deitou mais a perder neste exercício épico de dar ao pedal, fez figura de herói enorme.

No fim, o primeiro a cortar a meta foi o atleta que, neste momento, parece de facto ser o mais forte, entre o pelotão alucinado: Enric Mas.

E há aqui uma ironia, daquele género retorcido e mordaz que os deuses do ciclismo gostam de servir com entretida recorrência à plateia global: o cabeça de fila da Movistar, sendo um ciclista de primeira água, é psicologicamente fraco, na sua melhor forma um eterno segundo, errante montanhista que teima em passar ao lado da glória, para desespero de todos os espanhóis que sintonizam a modalidade ciclopédica.

Mas foi logo nesta etapa, espécie de epopeia de cinco horas a subir e a descer, que terminou com fogo de artifício e rebentamento de todas as forças físicas humanamente possíveis, que Mas recolheu a vitória mais bonita da sua carreira. O homem que nunca tinha carregado nas costas o peso da liderança de uma volta de três semanas, e que tinha herdado essa posição de liderança por desistência do extraterrestre da Eslovénia, ministrou um verdadeiro mestrado em força bruta e delicada inteligência, que o projecta para um combate final com Roglic, que por quatro vezes já venceu esta prova, e que estando agora a um minuto e vinte do espanhol, tem vantagem grande no contra-relógio da terceira semana. 

Mas por aquilo que se viu ontem, ninguém na verdade terá coragem para apostar tudo nesse duelo. Há muita gente de qualidade a menos de quatro minutos do Camisola Vermelha e faltam dois terços da prova para fecharmos as contas.

E se tivermos apenas mais uma etapa que seja apenas um bocadinho parecida com aquela que se correu no domingo, já vai valer a pena seguir a Vuelta do primeiro ao último quilómetro. Porque é como diz o Lanterne Rouge: isto que vimos acontecer, não acontece todos os dias.


 

Hegel Entre a Razão Sistemática e o Mistério do Real

Celebrar Hegel é reconhecer que o seu pensamento continua vivo e em processo. A dialéctica não se esgota na obra do mestre de Estugarda; ela exige ser continuada, repensada, talvez mesmo traída para ser fiel ao seu espírito mais profundo. A revisitação de António Justo.


Legisladores de Massachusetts lançam programa DEI que dá prioridade a Muçulmanos no recrutamento de funcionários públicos.

Uma proposta legislativa no Massachusetts estabelece uma comissão exclusivamente islâmica que dá prioridade à contratação de muçulmanos para cargos no governo estadual, levantando preocupações sobre o favoritismo religioso e a igualdade de tratamento perante a lei.


 

Desconfia da multidão.

Um muito bom ensaio, de raíz gnóstica, sobre a relação difícil de Cristo com as multidões.

 

Carta Aberta a Volker Türk

Portugal é um Estado de Direito democrático. As leis sobre o registo civil e a protecção de menores são da competência exclusiva da Assembleia da República, legitimamente eleita pelos portugueses. Uma missiva dirigida a Volker Türk por Maria Helena Costa.


 

 

É espantoso, mas

há mesmo pessoas assim. Pessoas destas. São a maioria das pessoas, até. Pessoas concretas, que têm pais e filhos e irmãos e amigos e empregos e que jogam padel e separam o lixo e subscrevem contas nas redes sociais. E que torcem, com entusiasmo genuíno e determinação plublicista, para que as suas pecuniárias poupanças sejam consumidas na indústria de uma guerra que, alínea a, não podem ganhar e que, alínea b, está a ser precisamente pensada para as empobrecer e subjugar em definitivo.


Todas estas pessoas nunca deixam de me espantar. 

Sendo de muito baixa qualidade, a propaganda é despejada em quantidades e intensidades de tal forma brutais que esta gente desistiu de pensar até nos seus mais primários interesses, apenasmente naturais num ser humano, como a vontade de proteger os frutos do trabalho, ou de garantir a permanência do privilégio. E em nome de quê? Do ódio que lhes foi injectado como heroína a um país alienígena, localizado no outro extremo do continente, que é tudo menos uma ameaça ao padel e à separação do lixo, mas que cumpre o pecado de ser fiel a Cristo e acreditar no valor da nação.

Já não bastava que nos virassem uns contra os outros. Agora viram o indivíduo contra si próprio. 

"Drinking Jack all by myself." Ou uma saída em beleza.

Fecho aqui a audição de Ella Langley, já nostálgico dela e com aquele que é o seu tema icónico, talvez a melhor cantiga de dor de corno já alguma vez escrita na história da música popular americana.

Já tinha postado em Abril o 'teledisco' propriamente dito desta ópera saloia, cuja narrativa interrompia até o correr da cantiga, numa invocação de clips de outros tempos, em que a MTV passava música em vez de reality shows, pelo que desta vez fica uma outra versão vídeo, com os versos, porque vale mesmo a pena apreciar o melodrama na sua integridade maluca.

Adeus Ella, até à próxima (malha).

Choosin' Texas . Dandelion . Ella Langley

Autoridade farmacêutica norte-americana manipulou resultados de autópsias para minimizar mortes de crianças por vacinação contra a COVID.

A FDA identificou 10 mortes em crianças após a vacina contra a COVID no Outono de 2025, mas reduziu o número em poucos dias. E se isto aconteceu com números de um trimestre de 2025, imaginem o que não aconteceu em 2021, 22 e 23.


 


Escândalo de corrupção na Ucrânia adensa-se: ‘Operação Forrest Gump’ pressiona governo de Zelensky.

Os serviços anti-corrupção ucranianos realizaram buscas sob o nome de código 'Operação Forrest Gump', tendo como alvo, entre outros, a vice-chefe do Gabinete de Volodymyr Zelensky.


Irão adquire centenas de mísseis chineses para usar na guerra do Golfo.

Segundo a Reuters, o Irão terá fechado um acordo para comprar entre 300 e 400 sistemas de mísseis antiaéreos portáteis de fabrico chinês. Mas, dada a pressão de Washington, Pequim negou a alegação. 


 

O eixo Epstein-Davos transformou toda a gente em NPCs.

sábado, agosto 29, 2026

Guerra Russo-Ucraniana: um conflito que dificilmente será decidido no campo de batalha.

Em última análise, a guerra  poderá não terminar porque um dos lados ganhou, mas porque ambos chegaram ao limite do que podem continuar a pagar, produzir e sacrificar. Uma projecção para 2027 de Francisco Henriques da Silva.



As Cinco Vias de S. Tomás de Aquino

Os cinco célebres argumentos em favor da existência de Deus, equacionados pelo teólogo mais influente na história da Igreja Católica.


 

Exactofax.

Ceita, ocupada.

Digam-me por favor a quem é que isto beneficia? Estão agora melhor na vida, estes marroquinos? Se a ideia é entregar Ceuta a Marrocos, entreguem Ceuta a Marrocos, mas isto, assim, é uma abominação.

Humano Elon conversa com semi-humano Elon.


As tuas poupanças não são tuas. São da Ursula.

E ela quer aplicá-las como bem entender, se possível na guerra contra a Rússia. Tal e qual como O CEO da BlackRock, Larry Fink, que, apesar de ter sido eleito por ninguém (à semelhança da bruxa de Bruxelas) decidiu que os custos astronómicos dos centros de dados vão ser pagos pelos fundos de reforma das massas e as massas vão acatar a ordem, porque já nem donas do seu dinheiro são.

Imaginem o que não vai acontecer quando o dinheiro for completamente digital.

E depois ainda há quem pense que vive no Ocidente numa democracia espectacular, em vez da tirania total e feroz e gritante que esta gente nem sequer tem o cuidado de disfarçar. 

Por amor de Deus, acordem.
 

sexta-feira, agosto 28, 2026

Jay Dyer e as origens, mitologia e natureza do globalismo.

Os dois alexandres conversam, neste incontornável episódio do The Duran, com Jay Dyer, que disserta sobre o movimento globalista com profundidade epistemológica, dissecando os seus sistemas de crença e as suas várias influências históricas, que antecedem deveras o âmbito de Davos, tanto como a sua manifestação actual, porventura a mais poderosa, na forma da oligarquia tecnocrática a que gosto de chamar Regime Epstein.

Um podcast como deve ser, mesmo.

Sobre a assimetria cognitiva dos populistas.

Para o bom entendimento deste texto vamos partir do princípio que a dicotomia ideológica esquerda/direita ainda é válida como instrumento taxonómico nesta terceira década do Século XXI, e que o populismo se enquadra à direita desse espectro. Eu não acredito em nada disso, claro, mas dá jeito neste contexto.

Ora, acontece um fenómeno por estes dias, à direita do espectro ideológico e mesmo ente populistas, que me tem deixado um bocado irritado, ou confuso, ou pasmado, nem sei bem.

Esse fenómeno consiste numa certa assimetria cognitiva em relação às narrativas regimentais. Os populistas, de uma maneira geral, rejeitam essas narrativas, mas abrem excepções constantes em função de simpatias e antipatias antigas. Por exemplo, há os populistas MAGA que, por incrível que pareça, ainda não perceberam que estão a ser traídos completamente e que a Casa Branca desenvolve neste momento a agenda da Classe Epstein, que é uma versão americanizada e, logo, sob esteroides, do programa de Davos, na verdade. Há os populistas que acham que Vladimir Putin é a encarnação do Conde Drácula e a NATO uma espécie de Santa Aliança. Há os populistas que se entusiasmam com o genocídio que o governo sionista está a promover em Gaza e no sul do Líbano e com os bombardeamentos que o Pentágono se entretém a realizar por todo o lado, até ao limite do seu stock de munições. Há também aqueles que não conseguem desligar a costela liberal e ainda não perceberam que o capitalismo corporativo é um obstáculo fundamental ao seu próprio ideário.

Enfim, há populistas que pensam de maneira diferente sobre montes de assuntos e, num outro contexto político, económico, social e histórico, isso seria até mais que normal.

O que é que me deixa então assim irritado e confuso e pasmado?

É muito simples: é que estes populistas todos, que percebem os efeitos nefastos com que impactam a Civilização Ocidental as oligarquias globalistas e respectivos aparelhos totalitários de poder, que não confiam na imprensa corporativa e sabem que são mentidos, enganados, manipulados e fascizados por ferozes máquinas de propaganda, conseguem ainda assim comer por verdadeiras certas narrativas que lhe são impingidas, como se aqueles que lhes mentem sobre a maior parte dos assuntos lhes pudessem dizer a verdade, de vez em quando, sobre temas que lhes são mais gratos. 

As narrativas regimentais são falsas em relação à Covid. Mas verdadeiras em relação à guerra na Ucrânia. São fraudulentas em relação à imigração e às virtudes da diversidade, mas correctas em relação à legitimidade que Benjamin Nethanyhau tem para promover o genocídio em Gaza. A imprensa mainstream é perversa no que diz respeito à ideologia de género, mas é íntegra quanto à ameaça nuclear representada pelo Irão; e deturpa os factos quando fala de Trump, mas é eticamente exemplar quando cumpre a propaganda da NATO, e assim sucessivamente.

Estão preparados para que os seus filhos morram nas trincheiras da Ucrânia enquanto clamam pelo "drenar do pântano". Querem enforcar Anthony Fauci em praça pública enquanto conseguem, miraculosamente, esquecer todo o horror dos ficheiros Epstein.

Fico banzado com esta gente, sinceramente. São espertos nos dias pares e retardados nos ímpares.

O último manifesto de Johnny Cash.

Um momento que vai ficar para a história da música popular é o da versão de "Hurt", um original dos Nine Inch Nails, que Johny Cash gravou nos últimos meses da sua vida e que Mark Romanek eternizou em vídeo. Esta é a história dessa obra prima do áudio-visual.


 


O rato Ratcliffe e as razões para o pessimismo.

Neste clip, os dois alexandres explicam porque é que a bizarra visita do director da CIA a Moscovo dá um sinal que a situação internacional, já de si tensa como o diabo, vai só piorar nos próximos tempos.

Com uma desfaçatez que não tem medidas, John Ratcliffe foi ao Kremlin ameaçar os russos com a terceira guerra mundial, caso continuem a fazer por ganhar a guerra na Ucrânia. E é claro que os russos tudo vão fazer por ganhar essa guerra.

Enquanto isso, todo o aparelho dos poderes instituídos no Ocidente continua a insistir na narrativa de que a Europa será atacada pela Rússia, para criar condições na opinião pública para um conflito directo com Moscovo.

Isto está tudo a ir na mesma direcção, amigos. Que é a pior possível.

Líder do Partido Verde britânico partilha no Instagram ameaça de morte contra Nigel Farage.

Zack Polanski, líder do Partido Verde do Reino Unido, sugeriu a decapitação de Nigel Farage junto dos seus 700 mil seguidores no Instagram. E se fosse Farage a associar a guilhotina ao pescoço de Starmer, por exemplo, quanto tempo demorava a ser encarcerado?


 



E receberam-no? Director da CIA foi pessoalmente a Moscovo para ameaçar Putin.

Tudo indica que John Ratcliffe, o director da agência que mais hostiliza a Rússia em todo o governo federal americano, deslocou-se ao Kremlin para ameaçar as autoridades locais, alertando que os EUA irão reagir se Moscovo atacar algum país da NATO ou intensificar os esforços de guerra na Ucrânia.


 

Virar à esquerda: Um terço dos democratas norte-americanos identifica-se agora como socialista.

Uma nova sondagem da CNN conduzida pela SSRS revelou que uma parte significativa dos eleitores democratas e simpatizantes do Partido Democrata se identificam como socialistas, sendo que 59% deles têm menos de 45 anos.


 

Briefing.

quinta-feira, agosto 27, 2026

Não são precisos três Salazares. São precisos três especialistas — e menos activismo disfarçado de jornalismo.

O jornalista-activista Miguel Carvalho decidiu contribuir para o debate sobre a autodeterminação de género com um exercício de mal dizer. Mas os alvos da sua retórica têm currículos clínicos e académicos que são imunes à caricatura. A crónica de Maria Helena Costa.