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Extensão livre do ContraCultura
quinta-feira, setembro 24, 2026
Amazon, a empresa que mais factura em todo o mundo, emprega 12.600 trabalhadores que sobrevivem graças a cupões de alimentação do Estado.
Que comam plástico: “Cientistas” cozinham biscoitos a partir de resíduos de garrafas.
Andy Burnham quer “suavizar” novas restrições à imigração no Reino Unido, tornando permanente a “onda Boris”.
Queres fazer o favor de atacar o meu país?
Não haverá por certo registo histórico de um momento, como o que vivemos agora, em que tantos dirigentes políticos se tenham mostrado tão desejosos de serem bombardeados pelo inimigo.
Os líderes ocidentais têm feito tudo o que podem e não podem para provocar Moscovo, com uma profusão maluca de falsas bandeiras, sabotagens inventadas, retórica incendiária, sanções draconianas e apoio financeiro, militar e de inteligência à Ucrânia, que tem resultado em ataques devastadores no interior do território russo. A ideia é clara: levar os poderes instituídos em Moscovo a atacar um país europeu para depois invocar o artigo 5º do Tratado do Atlântico Norte, que em teoria colocaria os Estados Unidos e todos os países membros da Nato, de Portugal à Turquia, em pé de guerra com a Rússia.
Mesmo que isso implique, ou precisamente porque isso implica, necessariamente, um conflito termo-nuclear.
Mas o Kremlin tem mostrado uma contenção quase insuportável de testemunhar. E Putin tem dito e redito que não planeia atacar a Europa. Ainda no fim de semana passado recusou a ideia, mesmo depois da capital russa ter sofrido um ataque massivo com milhares de drones e dezenas de mísseis de fabrico ocidental, conduzido por dados de inteligência e navegação ocidentais.
📍🇷🇺🇪🇺 NEW:
— Jackson Hinkle 🇺🇸 (@jacksonhinkle) September 19, 2026
Putin on Europe: I want to say once again: Russia has no aggressive intentions toward Europe or European countries. We simply have no basis for this whatsoever. pic.twitter.com/GtI7mjEiAR
Confrontados com esta teimosia dos russos, que recusam o engodo, por farto e guloso que seja, os suspeitos do costume sobem a parada, anunciam que estão já em guerra, que a Rússia já atacou, que temos que estar preparados para morrer no conflito, que devemos sacrificar tudo em nome da russofobia.
Nesta entrevista trágico-cómica que concedeu à ABC, Emmanuel Macron diz que não acredita em Putin. Que Putin mente quando diz que não pretende atacar a Europa. Que Putin sonha com uma invasão do velho continente. Mas o que lemos nas entrelinhas do que ele diz, o que vemos na sua pose de Anão Napoleão é uma coisa completamente diferente: um homem que aposta tudo na guerra, que espera ansiosamente pelo ataque que não acontece. Que deve rezar todas as noites no altar satânico que montou nos Palácio do Eliseu por uma bomba russa que caia em Paris.
Macron: I do not believe Putin when he says he wants peace. That was not true before.
— Tymofiy Mylovanov (@Mylovanov) September 23, 2026
I do not believe him when he says Russia has no aggressive intent toward Europe. That is not true either.
1/ pic.twitter.com/Krp8QbzPv6
Para Macron, como para Merz, como para Burnham, como para von der Leyen, esta é a solução derradeira para a permanência no poder, livres que serão, na circunstância de uma guerra mundial e apocalíptica, do incómodo escrutínio das massas.
Só não vê quem não quer ver.
quarta-feira, setembro 23, 2026
Opção nuclear em aberto? Trump ameaça “aniquilar” o Irão em discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas.
Líderes governamentais da Escócia, Gales e Irlanda do Norte assinaram um memorando que objectiva a secessão do Reino Unido.
Uma cerimónia para-militar estrambólica.
A mecânica do medo, a máquina de controlo.
Estes dois tweets são paradigmáticos sobre o projecto de poder que está a ser actualmente adoptado pelos líderes europeus: disseminar a ameaça da guerra para implementar estruturas totalitárias de controlo sobre as massas.
Reparem: como o Contra documentou em Fevereiro deste ano, o Reino Unido tem apenas um submarino nuclear no activo (e tantas fragatas - 5 - como a marinha portuguesa). Mas o facto não impede as autoridades britânicas de propagarem, em bicos de pés, ataques histéricos sobre ameaças imaginadas:
You have ONE nuclear submarine in active duty. Get a grip. Nobody cares about your "fleet".
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) September 23, 2026
Até porque estes fabricados alarmismos servem esplendidamente para, na vertente interna, intensificar o fascismo sobre a liberdade de expressão. Acto contínuo, Andy Burnham acaba de anunciar perante a Assembleia Geral das Nações Unidas que vai criar uma espécie de Ministério da Verdade, para que os cidadãos que governa não possam nunca duvidar ou questionar a narrativa da guerra com a Rússia que o regime britânico está a construir meticulosamente desde 2022, com o claro objectivo de se cristalizar no poder.
— RobDaMug (@RobDaMugg) September 23, 2026
Militarmente, o Reino Unido é um rato que teima em oferecer porrada ao urso russo. Politicamente, é uma raposa que, se necessário for, irá devorar as suas crias.
Atenção:
Estas declarações de Donald Trump na Assembleia geral das Nacções Unidas implicam necessariamente o uso de armas nucleares (tácticas, provavelmente).
Sai um texto sobre o assunto, de gravidade monumental, hoje, no Contra.President Donald Trump threatens to nuke Iran and kill tens of millions of innocent Iranian civilians during a speech at the United Nations this morning after doing so on Sunday morning. If the US were to nuke Iran, it is possible Iran could nuke a couple of major US cities… https://t.co/QTml1iocWp
— David Pyne 🇺🇸 (@AmericaFirstCon) September 22, 2026
Sim, muito provavelmente.
Mais os filhos e os que adquiriram nacionalidade, o genocídio por substituição estará já em 30% pic.twitter.com/0DeM1MF08Z
— Líder da União (@lideruniao) September 22, 2026
O Regime Epstein, no seu esplendor: Kash Patel defende a remoção da bestialidade como factor de desqualificação para candidatos ao FBI.
Houthis avançam no Iémen após Trump cancelar no último minuto ataques solicitados pela Arábia Saudita.
Trump anuncia acordo “infinito” que concede aos EUA um permanente controlo de segurança sobre a Gronelândia.
Se alguém tem dúvidas sobre
o domínio que Telavive exerce sobre a actual administração norte-americana (e as anteriores, também), aconselho vivamente o consumo desta conversa entre Tucker Carlson e Max Blumenthal, que deve ser o judeu mais dissidente deste lado da galáxia, e que é um dos poucos jornalistas independentes que ainda restam nos EUA.
Ao ouvi-lo, até eu fiquei impressionado com a quantidade imensa de factos e evidências que apontam claramente para o pulso sionista na condução das políticas externa e interna dos Estados Unidos.
O homem já nem pode sair e entrar do seu país sem ser submetido a uma espécie de polícia política no aeroporto.
O Regime Epstein não brinca e a Primeira Emenda só vale para quem tem as opiniões correctas sobre Israel.
É isto, completamente.
The globalists want total destruction because their ideology is failing spectacularly and their crimes are being exposed. Rather than admit defeat and give up power they are going to take us all down with them.
— The Architect. (@TheMarcitect) September 22, 2026
terça-feira, setembro 22, 2026
Ficheiros 9/11: Dois relatórios em direcções opostas.
Desesperadamente à procura de soldados.
No caso deste artigo da BBC, dá vontade de perguntar: quando se coloca em dúvida se "nós" estamos psicologicamente preparados para a guerra, que "nós" é este?
O pronome da primeira pessoa do plural não pode certamente incluir os cidadãos de "extrema-direita", negacionistas-racistas e inimigos do Estado, que o regime britânico prende à ordem de 34 infelizes por dia. Não se pode esperar destas pessoas desprezíveis que estejam psicologicamente preparadas para uma guerra inventada pelas elites que as desprezam, ou que vão combater em nome de quem as encarcera a torto e a direito por delito de opinião, certo? Ainda assim, trata-se de uma boa fatia da população (na verdade todos os que têm objecções às políticas de imigração e asilo do Reino Unido). Vamos estimar, de forma muito conservadora, considerando por exemplo as sondagens que colocam o Reform UK no topo das preferências eleitorais no país, em 25% dos britânicos.
Depois, temos os cidadãos de extrema-esquerda, uma boa parte daqueles que votam trabalhista, que votam no YouParty de Jeremy Corbyn e noutros pequenos partidos comunistas e socialistas que existem na Grã-Bretanha. Não serão estes com certeza que o regime pretende engajar para a união cívica e o voluntarismo militar: ou têm viva simpatia pelos russos (muitas vezes decorrente de uma equivoca nostalgia soviética) ou puro nojo do país em que nasceram. Num ou noutro caso, não são propriamente os recrutas ideais para carne de canhão. Constituem seguramente uns bons 20% da população total e aqui já temos quase metade da base de recrutamento completamente anulada.
O segmento demográfico seguinte será o dos imigrantes. Indianos, paquistaneses, bangladésios; srilankeses; vietnamitas, magrebinos, palestinianos, libaneses, centro-africanos, sul-africanos, caribes, sul-americanos, polacos, albaneses e etc. Vai talvez ser complicado convencer esta gente, cuja pátria fica do outro lado do mundo, da boa ideia que é morrer pelo Rei Carlos, por causa do Rei Carlos antipatizar com Vladimir Putin. Afinal, trata-se de um arrufo entre cristãos e quantos mais desses arrufos melhor para grande parte desta multidão que de cristã não tem nada. Como a maior parte dos albaneses são muçulmanos, será somente possível recrutar alguns polacos e uns tantos libaneses, dificilmente uma patrulha de jamaicanos, e inutilmente os sul americanos, que não vieram de certeza para o Reino Unido para morrerem parvamente na Ucrânia. Na verdade, o recrutamento obrigatório que se adivinha para vários países da esfera WEF funcionará, inadvertidamente, como um método de autodeportação: a partir do momento que a malta estrangeira perceber que pode dar com as costas num buraco do Donbas, voltará toda contente para a geografia de onde é proveniente. Neste contexto, calculo que teremos que projectar aqui uns bons 15% da população britânica que é impossível mobilizar seja para o que for, quanto mais para ser consistentemente rebentada pela máquina de guerra russa.
A seguir temos os liberais (que votam no Partido Liberal, no Partido Trabalhista e no Partido Conservador, dependendo do estado de espírito). Estes não têm dúvidas de que vivem no melhor dos mundos, nem hesitam quanto à malignidade insustentável de Moscovo e da ameaça que representa para as suas prósperas e simpáticas vidinhas, porque lêem o The Independent como uma espécie de evangelho e são incapazes de pensar pela sua própria cabeça. O problema aqui é que os liberais estão de tal forma confortavelmente instalados na sociedade que dificilmente alguém os convence ao desconforto da guerra. A noção de sacrifício de um liberal é a de que alguém, que não ele, o terá que fazer. Aos 60% de inviáveis soldados que já contámos, vamos colocar aqui mais 10%.
Por fim, temos os indefectíveis do regime, votem eles trabalhista ou conservador, porque estão a votar sempre na mesmíssima coisa. São os 30% da base de recrutamento que sobra. Uma boa fatia destes seres corporativos estão de facto preparados psicologicamente para a guerra com a Rússia, porque os seus cérebros foram eficientemente lavados pelas máquinas de hipnose globalista-leninista do Etton College, de Oxford e de Cambridge, mas não serão eles, em definitivo, que vão morrer nas trincheiras do extremo leste da Europa. São funcionários públicos, jornalistas, lobistas, médicos, arquitectos, políticos, economistas, banqueiros, dirigentes empresariais, aristocratas, enfim, a fauna que infesta as classes altas britânicas: têm mais que fazer. Ninguém lhes vai pedir para pegarem numa metralhadora, apesar de serem experientes atiradores de domingo, no ritual do tiro ao pato e ao prato que cumprem por dever cívico na companhia de duques e lordes, nos majestáticos cenários 'Downton Abbey' da coisa. Esta é a gente que manda os outros para as guerras que fabrica, ponto final parágrafo.
Assim sendo, e respondendo à pergunta passivo-agressiva do colunista da BBC, não, os bifes não estão preparados de forma alguma para a guerra com a segunda maior potência militar do mundo. Nem psicologicamente, porque não têm consciência do que é a guerra e dos seus horrores; nem animicamente, porque foram despojados dos valores da nação ou valorizam uma nação alheia; nem politicamente, porque foram hostilizados pelo regime e são agora seus ressentidos adversários; nem militarmente, porque o Reino Unido desistiu há muito tempo de ter forças armadas que sejam levadas a sério.
segunda-feira, setembro 21, 2026
O verdadeiro pontapé na cara das mulheres.
CDU de Friedrick Merz volta a ser humilhada pelo eleitorado com derrotas estrondosas em Mecklemburgo-Pomerânia e Berlim.
Não têm gasolina, não têm dinheiro, mas
vontade de fazer a guerra à Rússia não lhes falta.
⚠️ Global Fuel Supply Crisis Is Building Fast ⛽
— Above The Norm News (@abovenormnews) September 16, 2026
A serious fuel squeeze is now spreading across the US, UK and Europe, with prices surging and supplies tightening at the same time.
America is even discussing a temporary export ban as domestic stocks fall. UK prices are pushing… pic.twitter.com/I2IjUzyZCz
Andy ‘No Votes’ Burnham is determined to escalate a conflict with the world's largest nuclear power, Russia.
— Darren of Plymouth (@DarrenPlymouth) August 19, 2026
No one voted for war, no one voted for Burnham, but it doesn't matter, the agenda must continue, and no one voted for that either.
Unless the establishment and political… pic.twitter.com/YrzFiRrjTa
Moscovo, ontem.
Moscovo, ontem.
— beegarc. (@beegarc_) September 20, 2026
Sabendo que quem pagou os drones foram os europeus, achas que os russos vão ficar a gostar mais ou menos de nós? pic.twitter.com/ppkXDTtep5
O que é que acham que vai acontecer amanhã?
Estes dois também já receberam o telefonema.
France’s far-right National Rally (RN) leaders Marine Le Pen and Jordan Bardella issued a rare condemnation of Russia, warning against Moscow using intimidation, threats and destabilization to influence France.
— Clash Report (@clashreport) September 19, 2026
“We will never tolerate a foreign power, in this case, Russia,… pic.twitter.com/tqsRO6VCyj
Na vertigem e na ganância do acesso ao poder executivo, cederam. Como Farage e Meloni. Como Trump e Milei. E agora, não há um partido em França que queira evitar o conflito com a Rússia. Nem há partido em França que não seja amiguinho de Telavive. Na prioridade das prioridades do globalismo europeu, estão todos de acordo e a III Guerra Mundial é, neste contexto, uma inevitabilidade, como já há uns tempos largos tenho vindo a dizer e a escrever.
Só falta fazer as chamadas para Alice Weidel e Robert Fico. Este último vai ser um telefonema mais difícil, mas quanto à lésbica que "co-lidera" o AfD, é só uma questão de tempo para virar russofóbica.
Vale uma aposta?
Chanceler ao fundo.
Mais uma catástrofe eleitoral para o partido de Merz.
Boa sorte no recrutamento, mesmo que obrigatório, de soldados para a guerra contra a Rússia.
Germany has begun mandatory medical examinations for 18-year-old men born in 2008 as part of the new military registration system.
— Clash Report (@clashreport) September 19, 2026
Nearly 1,000 men who did not volunteer interest in joining the Bundeswehr have already been examined.
A nationwide screening system with 24… pic.twitter.com/EHeAsVFP0R
Mas a ideia não é ganhar a guerra, claro. A ideia é fazê-la, para permanecer no poder.
Fazer a guerra com o depósito vazio.
🚨 BREAKING: French President Macron addressed all Europeans to prepare for war with Russia.
— Igor Sushko (@igorsushko) March 5, 2025
This was broadcast live across the continent.
Europe will not accept capitulation of Ukraine to Russia under the guise of "peace negotiations."
Americans must decide whose side we are on. https://t.co/hwKQGJ430j pic.twitter.com/5AYCayNTC7
BREAKING: France is running out of fuel. 11% of France's stations nationwide are now out of petrol or diesel, one in nine, with 16% of stations short in Grand Est, 15% in Pays de la Loire, 14% in Occitanie, and 13% in Centre-Val de Loire, per government figures published this…
— The Hormuz Letter (@HormuzLetter) September 19, 2026
A prova provada que existe por parte das elites ocidentais um deliberado projecto de destruição civilizacional reside nestes dois tweets. Os líderes europeus querem fazer a guerra à segunda potência militar no mundo quando nem combustível têm para abastecer as suas estações de serviço.
A incompetência ou até a inconsciência, aqui, como acontece em tantos outros casos, é implausível.
domingo, setembro 20, 2026
O dia em que a esperança morreu.
13 de Julho de 2024, Butler, Pensilvânia. Este é o momento em que Donald Trump vira o bico ao prego, segundo o instinto de Tucker Carlson. A tentativa de assassinato de que foi alvo, ainda hoje mal explicada e cuja investigação o próprio Trump mandou fechar, foi o recado que o então candidato presidencial acatou: porta-te bem ou da próxima vez o tiro sai certeiro.
E o resto é a história da maior traição a um mandato eleitoral alguma vez ocorrido na história das democracias ocidentais.
Tucker explica, em conversa com Emily Jashinsky, o seu palpite apontando para aquilo que veio logo a seguir: a nomeação de Howard Lutnick ("o mordomo de Hillary Clinton") para chefe de transição presidencial, de Marco Rubio para Secretário de Estado, de Mike Waltz para conselheiro de segurança, de John Ratcliffe para director da CIA, de Scott Bessent para o Tesouro e etc., todos eles homens do pântano sionista-globalista que infecta o território do poder nos Estados Unidos.
Os sinais de que Trump se tinha rendido ao Regime Epstein estavam lá, escarrapachados, antes até de regressar à Casa Branca. Tucker não quis ver. Eu, mal comparado e à minha quântica maneira, também não.
É claro que ele, como eu (mas ele bem melhor do que eu, como é óbvio), sabíamos da vulgaridade do homem, do seu egotismo patológico, da sua mania das grandezas, dos seus problemas de carácter. Mas optámos por uma visão das circunstâncias que transcendia o indivíduo, ignorantes que o indivíduo entretanto já tinha os pulsos atados pelos marionetistas de Telavive, já tinha sido resgatado pelos transformistas de Silicon Valley, já tinha sido dominado pelos demónios de Wall Street, já tinha sido enfeitiçado pelos sicofantas de Washington.
Temos contas a prestar por isso.
A conversa progride para a inteligência artificial e Carlson, confrontado com a apatia das massas e a voracidade das elites perante as ameaças de extinção da espécie humana que, como nunca na História, se agigantam, afirma isto:
"E que tal proibir imediatamente, a título de emergência, qualquer utilização de IA em laboratórios de biotecnologia? É fácil perceber que uma máquina pode agir de forma autónoma, ou que um agente obscuro ou um cientista curioso podem ser responsáveis pela criação de um vírus invencível, verdadeiramente devastador para o mundo, e isso não está longe de acontecer. Por isso, não sei por que razão ninguém age para o impedir. É quase como se o nosso sistema estivesse tão esclerosado e paralisado pela sua própria e absurda enormidade que não consegue responder a ameaças reais. Guerra nuclear e IA. Estamos a enfrentar uma guerra nuclear tanto no leste, com o conflito na Ucrânia, como no Médio Oriente, com o conflito no Irão, e isso é mais que óbvio, mas ninguém está a fazer nada quanto a isso. Talvez tenhamos chegado ao limite da capacidade do sistema americano para se preservar, o que é uma ideia alucinada, se pararmos para pensar nela. É o fim. Se nem consegues proteger a própria vida, a vida não vai continuar."
Sim, é este o ponto esquizofrénico a que chegámos. Tanto nos Estados Unidos como na Europa. Corremos em direcção ao fim, alegremente, enquanto assamos sardinhas.
De como Portugal se tornou independente do Brasil e suas consequências.
Polónia: Grafiti com a frase “Vidas Brancas Importam” desencadeia investigação policial; suspeitos podem apanhar até 3 anos de prisão.
Reserva Federal desafia Trump e aumenta as taxas de juro pela primeira vez em três anos.
Coisas que encontras nos ficheiros Epstein II
Nothing says total governmental transparency like a 9/11 shadow commission found inside the Epstein Files. pic.twitter.com/ID9RXG3VoQ
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) September 11, 2026
sábado, setembro 19, 2026
Ficheiros 9/11: Seja o que for que atingiu o Pentágono, não foi um Boeing 757.
A caminho dos 'confinamentos energéticos' III
BREAKING: France is running out of fuel. 11% of France's stations nationwide are now out of petrol or diesel, one in nine, with 16% of stations short in Grand Est, 15% in Pays de la Loire, 14% in Occitanie, and 13% in Centre-Val de Loire, per government figures published this…
— The Hormuz Letter (@HormuzLetter) September 19, 2026
Something is taking out the world's oil refineries, one at a time, and it's not a coincidence. I'll be covering this in more detail in my podcast tomorrow.
— HealthRanger (@HealthRanger) September 18, 2026
Look at the map. Ukraine is bombing Russian refineries that make diesel and gasoline. Yemen's strikes have hit Saudi…
UKRAINE destroyed ANOTHER Russian refinery.
— Marine Grunt (@03MarineGrunt) September 17, 2026
UKRAINE has targeted ALL of Russias refineries
Zelenskyy’s regime is purposefully attacking refineries to hurt the entire western economy & push the globalist destruction of western nations.
On purpose.
And not a single politician,…















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