quinta-feira, outubro 22, 2026


Donald, o Alpha Beta.

Basta ouvi-los.

Os dois alexandres do The Duran têm este hábito, que seria até irritante se não fosse de grande utilidade prática e pedagógica, de dizer em meia hora/45 minutos tudo aquilo que é preciso saber, sobre os assuntos da actualidade política e geopolítica que decidem dissecar diariamente. Neste caso específico, relativo ao caos em França em particular e na Europa em geral, não fogem à regra. 

quarta-feira, outubro 21, 2026

O declínio do Manchester United ou como não há nada que o eixo Epstein-WEF não destrua.

O Manchester United perdeu hoje 4-1 na Liga dos Campeões contra uma equipa, o Como 1907, que há três anos atrás militava alegremente na segunda divisão italiana.

Desde que Alex Fergusson deixou o lendário clube inglês, em 2012, o United passou de um ratio de vitórias/derrotas de 4/1 para 2/2, aproximadamente.  

Nunca mais foi campeão inglês nem voltou a vencer a Liga dos Campeões. O máximo que conseguiu, sob a batuta de Mourinho, foi a conquista da Liga Europa, em 2016/2017. Ganhou nestes últimos 14 anos três competições menores a nível interno (uma FA Cup e duas League CUP). Nem vale a pena comparar com o currículo de Fergusson, até porque esteve lá 20 anos e toda a gente sabe do que estou a falar.

O clube ocupa neste momento o 13º lugar na Premier League, com uma vitória, quatro empates e duas derrotas. 

Entretanto, Já passaram pela prestigiada agremiação doze treinadores, 12, alguns consagrados, como Mourinho e van Gaal, outros com provas dadas de alta competência, como Rúben Amorim, outros ainda que não duraram uma época inteira sequer.  

O que é que aconteceu ao Manchester United? Tem só a ver com a estabilidade e a competência do técnico escocês?

Não. Por muita admiração que mereça, Fergusson não é a pedra de toque desta questão. E alguns dos treinadores que se lhe seguiram, como Mourinho e Amorim, sugeriram por diversas vezes que a responsabilidade pelos reveses desportivos do clube cai inteirinha nos ombros de quem realmente manda na instituição.

Ora, o Manchester United é, desde 2006, propriedade de uma família judaica norte-americana e, desde 2023, também de um bilionário inglês. Os Glazer são completamente sionistas, e Jim Ratcliffe, o CEO/dono da Ineos, a gigante da indústria química britânica, é completamente um homem do corporativismo globalista, mesmo quando finge ser outra coisa qualquer. E este último assumiu até a direcção do departamento de futebol do clube. Com os resultados que berram magenta à vista desarmada.

Porque não há nada no legado ocidental que escape íntegro, glorioso ou simplesmente funcional, ao engenho destrutivo desta profana aliança entre o Regime Epstein e a oligarquia WEF. 

Rússia, Rússia, Rússia: “Jornalistas” polacos, franceses e americanos sugerem que Moscovo está envolvido no caos em França.

Aparentemente, a monstruosa dívida pública francesa, os excessos do seu Estado Social, a incompetência (ou luciferina intencionalidade) dos seus sucessivos governos globalistas e as décadas de políticas de fronteiras abertas foram gerados ou incentivados pelo Kremlin.


 



Queda nas vendas da Volkswagen agrava-se no terceiro trimestre, com entregas a cair 38,5% na China.

A Volkswagen viu agravar-se a sua crise comercial no terceiro trimestre deste ano, com uma queda de 14,3% nas entregas globais de veículos em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados fornecidos pelo construtor automóvel alemão.


 

A queda do status quo em França… E não só.

A crise que atinge a França não é passageira. Mostra que o modelo económico chegou ao limite e que as elites políticas estão distantes da sociedade. A análise de Francisco Henriques da Silva.


 

A Hipótese de Tartária: Uma teoria da conspiração que não compro. Mas que acho linda.

Nos últimos tempos tenho andado a consumir alguns podcasts sobre a Teoria da Conspiração da Tartária. Para quem nunca ouviu falar nisto, a tese é esta, na síntese do Grok:

A teoria da conspiração da Tartária afirma que existiu um vasto império mundial avançado chamado Grande Tartária ou Império Tartariano, que se estendia por grande parte da Ásia (desde a Sibéria e a Mongólia até o Afeganistão e além), e cuja influência alcançava todo o planeta. Seus habitantes, frequentemente descritos como gigantes, dominavam tecnologias superiores, incluindo energia livre e sem fios, e construíram as grandes obras arquitetónicas que hoje conhecemos — como as Pirâmides do Egito, a Grande Muralha da China, o Taj Mahal, o Capitólio dos Estados Unidos, a Notre-Dame de Paris e inúmeros edifícios clássicos e de feiras mundiais do século XIX e início do XX. Este império pacífico e altamente desenvolvido teria sido destruído por uma ou várias catástrofes de “inundações de lama” (mud floods) que enterraram cidades inteiras, deixando muitos edifícios parcialmente soterrados abaixo do nível atual do solo. Depois disso, as elites e governos modernos teriam deliberadamente apagado a Tartária da história oficial, reescrevendo a cronologia e atribuindo as construções sobreviventes a outras civilizações, de modo a ocultar a existência dessa civilização perdida e o seu conhecimento tecnológico. 

Devo dizer que, como hipótese de trabalho, a tese é um bocado esticada, altamente especulativa e deveras improvável. Mesmo para mim, que sou um teórico da conspiração de alta tolerância. Devo dizer outrossim que, como narrativa histórica do género contrafactual, é absolutamente bela. 

Há montes de canais super-giros que se dedicam à "documentação" da civilização tartariana e à "demonstração" dos factos que sustentam a sua existência e grandeza tecnológica e cultural, bem como o seu súbito apocalipse. Deixo neste post dois bons exemplos, por serem muito diferentes em estilo - um mais lírico, o outro mais "jornalístico".  

 

Bem sei que estes canais vivem muito de click bait e inteligência artificial e vários truques de retórica e prestidigitação, mas não me interessa. Fascina-me a ideia de que um Great Reset ocorreu no Século XIX. Interessa-me encontrar ideias novas, mesmo que fictícias, que justifiquem a quantidade maluca de encobrimentos e mentiras, de histórias mal contadas e fraudes monumentais que infestam a performance das elites ocidentais no correr dos últimos 150 ou 200 anos (desde o Iluminismo, na verdade).

E a Tartária, tentacular nas suas ramificações especulativas, arrepia e motoriza-me a imaginação.

  

É também esteticamente consoladora a ideia de uma civilização onde impera o belo, a monumentalidade, a prosperidade - uma utopia de energia livre e espírito clássico, uma Belle Époque de gigantes de gravata e chapéu alto, que resolve, mesmo que em romance,  muitos dos mistérios da História.



Além disso, estes investigadores de um passado improvável, levantam, aqui e ali, perguntas muito sérias, e escavam com profissionalismo de inquiridores encartados certas lacunas nas narrativas oficiais e nos dogmas académicos. Como neste caso em que Kenny Lowden descobre que a maior parte dos capitólios dos Estados Unidos (o federal e os estatais) têm uma origem muito dúbia, já que nem os planos arquitectónicos nem os registos de construção se encontram, como deviam, no National Archives, e não há documentos que ilustrem a construção destes enormes edifícios de inspiração clássica, que foram construídos aparentemente em tempo recorde, apesar da sua dimensão e complexidade estrutural.

 

Detalhes deste género detectivesco à parte, fica o imaginário, onírico e magnífico. Porque na verdade, a Tartária não é tanto uma teoria da conspiração como se assemelha mais a um mito, uma lenda, uma espécie de Atlântida em sépia, com catedrais e zeppelins na paisagem.

Se não existiu, devia ter existido. 

terça-feira, outubro 20, 2026

Ourique Como a Origem Mítica e Escatológica do Reino de Portugal

O dia 24 de Junho de 1128 deve ser considerado como a “primeira tarde portuguesa”, que marca singela, mas categoricamente, a ruptura das gentes do Condado Portucalense com os seus vizinhos galegos e o Reino de Leão. A revisitação de João José Brandão Ferreira.


 

Alemanha: 87% dos suspeitos com mandado de captura são estrangeiros.

Mais de 148 mil pessoas continuam sujeitas a mandados de detenção em aberto na Alemanha, e apenas 11,2% delas têm cidadania exclusivamente alemã. No total, 87% dos suspeitos com mandado de captura são estrangeiros, segundo dados fornecidos pelo Ministério Federal do Interior.


 

O Princípio da Imaterialidade do Tempo

Este Agora na verdade não existe;
é somente no plasma das probabilidades
que o tempo persiste.

O Depois manifesta-se em abstracto;
quântico devir em excesso de velocidades
entre a razão e o acto.

O Antes faz muito que morreu;
decaiu em arrependimentos e saudades
a partícula que fui eu.

 

O Presente do Indicativo 
não se deixar agarrar;
ainda não chegou e já partiu.

O Passado não está vivo;
vai defunto a enterrar
na urna que o pariu.

O Futuro é aleatório;
um fluído contínuo a vibrar
no epílogo do crematório.

 

Hoje não é termo fiável;
tão fugaz no calendário
como um julgamento sumário.

Amanhã é uma teoria improvável;
um início depois do adeus,
possibilidade remota na estatística de deus. 

Ontem é uma equação indemonstrável;
conjectura que ruiu em escombros,
com o peso da matemática nos ombros.



E o relógio é um objecto imprestável;
incapaz de medir a distância e o desnorte
que nos separa da morte.

James Webb detecta sinal proveniente de uma zona do cosmos vazia de objectos celestes.

Uma equipa de cientistas da Universidade de Minnesota ficou sem saber bem o que conjecturar, após o James Webb detectar um sinal proveniente de uma área do universo completamente desocupada. 


O direito de não achar graça.

A sátira de Bruno Nogueira à comunhão eucarística, na série "Ruído", devolve-nos uma pergunta: onde acaba a irreverência e começa a gratuitidade? A crónica de Sérgio Carvalho.


Duty calls.



segunda-feira, outubro 19, 2026

O momento em que percebes que estás a sofrer as exactas

consequências do teu voto.

Percebeste, ou queres que te faça um desenho?

Yes, he clearly is.

A França em pé de guerra: violência, pilhagem, destruição e a falência da República.

Enquanto Paris arde, Macron dança o pop de Celine Dion. Afinal, e por muito incompetente que pareça (e é), o presidente francês vai acabar por deixar a França exactamente como a agenda globalista deseja: dividida e arruinada.


 


Jacobinos do Século XXI

EUA ponderam usar a “Mãe de Todas as Bombas” contra o Irão.

Os militares norte-americanos elaboraram novos planos de ataque contra o Irão que incluem o devastador, mas estrategicamente ineficaz, uso da bomba GBU-43/B (MOAB), apelidada de “mãe de todas as bombas”.


 

Sacerdotisa episcopal de Nova Iorque afirma que Deus é não binário e que Jesus Cristo é transgénero.

Uma clériga episcopal de Manhattan causou indignação generalizada nas redes sociais depois de ter proclamado que "Deus é não-binário" e que a identidade de Jesus ressuscitado é transgénero. 


 

Foge, foge rapazinho, antes que a turba te apanhe.

Como em França está tudo pacífico e a correr às mil maravilhas, Macron foi passar três dias ao Médio-Oriente. Sim, porque até esta explosiva e explodida região do globo é agora mais segura para o presidente francês do que Paris. Faz sentido.

domingo, outubro 18, 2026

Ângelo de Lima: o poeta louco, genial e esquecido.

Poetas clandestinos da literatura portuguesa: Ângelo de Lima passou metade da vida em manicómios e é olvidado pela cultura geral, mas conseguiu ainda assim a proeza de ter sido um dos autores favoritos de alguns dos nossos mais notáveis escritores do século XX. 


 

Se isto é assim agora,

 imaginem o que vai acontecer quando Le Pen for eleita.

Homenagem Póstuma ao Major Piloto Aviador António Lobato

"Com que cara é que eu iria aparecer no largo da minha aldeia?" A justificação para a recusa em assinar a declaração em como estava contra a guerra, que lhe daria a liberdade, é reveladora do carácter do Major António Lobato. A homenagem de João José Brandão Ferreira.


 

União Europeia multa Google em 463 milhões de dólares, por violação de privacidade de dados.

O organismo de protecção de dados da União Europeia multou a Google por violar regras rigorosas de privacidade de dados, citando o tratamento inadequado dos dados de localização dos utilizadores.


 

É díficil de aceitar, mas é assim.

sábado, outubro 17, 2026


Foge dos teus heróis (parte 1 e 2)


A questão central, que nos rouba o sono:


Nem uma coisa nem outra.

No mesmo momento em que Elon Musk montou o circo para mostrar um Tesla que faz espalhafatosas piruetas aéreas, na Europa a Citroen decidiu revelar o seu 2CV eléctrico, que é a coisa mais gay e disparatada alguma vez vista. 


Acto contínuo, as contas de rede social de uma certa direita norte-americana - e não só - que funcionam intencional ou inadvertidamente como canais de propaganda do Regime Epstein, começaram a colocar memes comparando a glória do Tesla voador com a miséria franciscana do 2CV maricas.

É claro que o eléctrico francês é, para além de miserabilista, ridículo, e nem é preciso dizer mais nada sobre esta coisa, que não chega sequer a ser um automóvel. Mas o eléctrico norte-americano é, simétrica e completamente uma idiotia.  Um carro eléctrico com foguetes? Um automóvel que dá pinotes e cambalhotas acrobáticas? Para além de alguns bilionários que não tenham mais que fazer ao dinheiro, para que é que serve esta merda? Vais saltar por cima do trânsito? Boa sorte na aterragem. Vais voar para o emprego? Nenhum país civilizado vai autorizar isso. Vais fazer exactamente o quê, com esta aberração? 

Deslocar umas clavículas ou partir o pescoço. 

Para além do mais, como muitos dos projectos sonhadores de Musk, a manobra publicitária não passou disso mesmo. Um espectáculo para os accionistas. Ninguém sabe quando é que esta geringonça maluca vai ser colocada no mercado e com certeza não será armadilhada com os propulsores a gás frio da Space X.

Ou seja: Tanto o Tesla Roadster como o Citroen 2 CV são na verdade subprodutos da mesma civilização declinada e falaciosa, tecnologicamente deficitária, mas orientada para o espectáculo alucinatório com que hipnotiza as massas. Porque a caixa de sabão sobre rodas dos franceses também é uma psyop, se quiserem: uma forma de obliterar o passado em nome de valores liberais de inspiração transformista. 

A verdade é esta: estes subprodutos dos dois lados do Atlântico têm muito mais em comum do que aparentam à percepção vesga da tribo MAGA e da manada WEF. São duas faces da mesma desvalorizada moeda.

Crónicas de uma guerra civil anunciada #03

Paris, hoje:

Regressar à União Europeia custaria ao Reino Unido 40 mil milhões de libras por ano.

O custo anual do regresso do Reino Unido à União Europeia é estimado, mesmo por eurocépticos convictos, em cerca de 25 mil milhões de libras. Mas os cálculos orçamentais que estão a ser divulgados em Bruxelas sugerem que o montante seria muito mais elevado.


 



 

Crónicas de uma guerra civil anunciada #02

Paris, hoje:

Menino de 2 anos atirado ao mar por traficantes irritados com o seu choro.

Um menino de 2 anos que viajava com a mãe num barco de migrantes em direção à ilha de Lanzarote, nas Canárias, terá sido atirado ao mar porque não parava de chorar, segundo um responsável pela resposta a emergências da ilha.


 

EUA implementam ‘arma espacial’ no contexto de uma corrida pela militarização orbital com a Rússia e a China.

As Forças Armadas dos EUA estão a desenvolver uma arma espacial e um sistema de defesa anti-míssil orbital, sinalizando uma intensificação da concorrência com a China e a Rússia.


 

Unipartido.

Crónicas de uma guerra civil anunciada.

Marselha, hoje:

Unfuckingbelievable.