segunda-feira, fevereiro 23, 2026


Supremo Tribunal anula tarifas de Trump e Estados Unidos podem ter que devolver 160 biliões de dólares em receitas.

A Casa Branca foi atingida por um míssil oriundo do Supremo Tribunal: A maior parte das tarifas de que Donald Trump tanto gosta terão que ser imediatamente suspensas, e os EUA poderão ter que restituir os 168 biliões de dólares que através delas arrecadaram. 



O Director do FBI é uma anedota em formato humano.

Ah, afinal este também vai dentro...

Ainda há bocadinho estava a escrever que não fazia sentido prender André sem prender Mandelson, mas afinal, concedo, precipitei-me na análise:

 
O que continua a fazer impressão é que as acusações teimam em evitar os crimes mais graves de pedófilia e tráfico de menores (já para não falar em canibalismo e sacrifícios humanos).

E este crápula aqui devia ir a seguir:

Quem é que os financia? Quem é que os arma e equipa? Quem é que os treina?

A CIA, a Mossad, as forças armadas ucranianas.

Chanceler Adolf Merz fez 5.000 queixas-crime contra cidadãos que o criticaram nas redes sociais.

Na sua antiga função de líder da oposição, o presidente da CDU e actual chanceler federal Friedrich 'Adolf' Merz apresentou milhares de queixas-crime por alegados insultos online contra a sua inimputável pessoa — assinando todas à mão, até ao número 4.999.


 

A verdade sobre a detenção de André Moutbatten-Windsor

Como já aqui tinha sugerido, a detenção e humilhação pública de André, se bem que inteiramente merecida, está a ser utilizada politicamente como expiação dos pecados de outras figuras comprometidas com o escândalo Epstein e que habitam as cúpulas do poder no Reino Unido (Lorde Mandelson, Keir Starmer, Gordon Brown, Tony Blair, Richard Branson, o Rei Carlos, e etc.). 

Além disso, perseguir judicialmente André por violação de segredos de estado relacionados com acordos comerciais com países como Singapura e o Vietname é o mesmo que prender Al Capone por fuga ao fisco. Ou melhor, é pior ainda, porque se no caso de Al Capone a procuradoria de Illinois e o Departamento de Justiça federal não tinham de facto como o incriminar de outra forma, e passaram muitos ano a tentar, enquanto no caso de Moutbatten-Windsor não faltam testemunhas, vítimas, declarações manifestamente falsas do suspeito e uma incomensurável quantidade de indícios materiais para construir um processo à volta das actividades pedófilas e de tráfico humano do ex-príncipe.

Mas ninguém, no aparelho judiciário britânico, quer abrir essa caixa de Pandora, claro.

Tanto mais que, se o crime fundamental cometido por André foi este de que está a ser acusado, então a primeira figura que teria que ser sujeita a escrutínio pelas autoridades seria Lorde Mandelsson, que enquanto embaixador britânico nos EUA confidenciou segredos de estado ao seu amante e, anteriormente, como marionetista-em-chefe nos corredores do poder britânico, partilhava informação privilegiada com Epstein, para obtenção mútua de ganhos brutais nos mercados financeiros.

Neste clip, os dois alexandres do The Duran especulam assertivamente sobre a natureza e a conveniência da crucificação pública do filho favorito da Rainha Isabel II, alertando para a probabilidade de que mesmo este processo, que terá sido combinado e desenhado entre Starmer e o Rei, acabe por se traduzir numa pena meramente simbólica, 'para inglês ver', funcionando como um vector de diluição da pressão sobre os outros envolvidos. 

ContraConversa: Epstein e o julgamento da História

A única conclusão que podemos tirar sobre o que sabemos hoje da actividade luciferina e tentacular de Jeffrey Epstein é que somos no Ocidente dirigidos por gente de recordista perversidade e infâmia. Mas é importante sublinhar que as elites que temos são inequivocamente da nossa responsabilidade colectiva e individual. E que se nada fizermos para as destituir, seremos com elas e da mesma forma, julgados pela História.

Mais uma psyop por cima das outras.

 
Nada como um excelente pretexto para fazer a guerra ao México. Depois do Iémen e do Iraque e da Nigéria e da Líbia e da Venezuela e quando o assunto do Irão estiver arrumado, o complexo militar e industrial norte americano terá um alvo acrescido. Bestial. Yahoo.

E se daqui a dez anos ficarmos a saber que a CIA e a Mossad estão a financiar e a armar os malucos que agora andam a correr atrás dos turistas americanos para os matar bem mortos, qual é o problema? Quem é que nessa altura vai assumir a responsabilidade? Ninguém, como sempre.

E no entretanto, sempre se conduz a atenção pública - e da imprensa corporativa - para uma assunto não-Epstein.

Se a coisa fosse mais conveniente, rebentava.

 

Um ateu rendido às evidências.

Tom Holland é um dos historiadores e autores mais respeitados da academia corporativa anglosaxónica. Não é um cristão maluco, de todo. Na verdade, cresceu como um "ateu precoce" que queria desmascarar a Bíblia. Mas depois de décadas a estudar o mundo antigo - dos Césares de Roma à ascensão do Islão - chegou a uma conclusão chocante: a história de Jesus Cristo tem que ser autêntica porque os evangelistas não tinham, segundo ele, recursos literários e criativos para a imaginar.

Eu não tenho propriamente esta ideia de Lucas, Marcos, Mateus, João e Paulo. Pelo contrário, e sobre João até acho que é o grande teólogo da cristandade, ponto final, parágrafo. 

Mas ainda assim, não deixa de ser interessante o contributo de Holland para a tese, que acarinho, da veracidade factual do Novo Testamento. 

Parte do seu argumento tem a ver com a proximidade cronológica entre os testemunhos dos evangelistas e o ministério de Cristo, datação que muitas vezes é manipulada pelo historicismo contemporâneo, no sentido de estender no tempo essa relação, de tal forma que seja até impossível a Mateus e a João - os apóstolos - serem os verdadeiros autores dos seus evangelhos.

Nesse sentido e contrariando a tendência manhosa da academia militantemente ateísta, Holland parece concordar comigo, quando digo que os evangelistas são iniciáticos repórteres, que tentaram documentar o ministério de Cristo, com os recursos técnicos ao seu dispor e de acordo com a cultura e o enquadramento civilizacional da sua era e do seu meio. 

Senão, vejamos:

domingo, fevereiro 22, 2026

O crápula tem nove filhos. Contando com ele, já fazem meio pelotão.

Que arranquem de pronto para a Ucrânia, por Deus, já que é assim tão lógica a ideia de meter 'botas no terreno'. Se a família Johnson, que é muito humilde, abrir uma conta de crowdfunding com esse glorioso fim, até pago para ver. Digamos, 500 paus. A sério. Prometo. Buga lá!

Tão carregado de razão

que é até estranho como é que o homem se aguenta em pé.

A diferença entre ontem e hoje é que hoje temos

WWW. De banda larga.

A maldição de Daytona ou a bela e triste história de Dale Earnhardt Sr. e Michael Waltrip.

Esta é a história, trágica e rocambolesca, que se fosse contada seria desacreditada, da amizade entre um mestre das corridas, Dale Earnhardt Sr., e o seu discípulo, Michael Walltrip, e do preço fatal que o primeiro pagou, pela glória do último. 




A matemática como argumento em favor da existência de Deus.

Do ponto de vista estatístico, a vida inteligente no cosmos, apesar da sua imensidão, não será rara. Será ultra-rara. Não será impossível, mas será muito, mas mesmo muito improvável. E assim, a ciência, como tantas vezes acontece, confirma a hipótese de um Deus Criador.


 

Nada para ver aqui, nada.

O reconhecimento que merecemos :P


Num mundo onde a vontade fabrica e a imaginação governa.

O canal público alemão ZDF exibiu vídeos gerados por inteligência artificial, que pretendiam retratar operações do ICE contra migrantes nos EUA. O mundo entrou num território estranho, onde o real se dissolve na fantasia técnica da propaganda. A crónica da António Justo.


 

Manchester no limite.

A detenção de André Mountbatten-Windsor e o argumento em favor da destituição de Carlos III.

A detenção de André Mountbatten-Windsor coloca a coroa britânica sobre pressão e liberta expectativas sobre a abdicação ou a destituição de Carlos III. Um breve ensaio sobre as razões por trás dessas (justas) expectativas.


 

sábado, fevereiro 21, 2026

À falta de voluntários, mercenários.

Como os nativos europeus não estão dispostos a morrer em nome das elites europeias e dos seus valores inversos, talvez nos imigrantes se encontrem uns quantos desgraçados que possam constituir um corpo de mercenários.

O conceito, para além de ser na verdade uma justificação para naturalizar mais imigrantes, é a clara demonstração prática de que entre dirigentes e dirigidos se estabeleceu uma ruptura que vai muito para além da política: é existencial.

E depois, boa sorte com a ideia. Porque estes recrutas vão precisar de muita, quando tiverem pela frente uma brigada altamente profissionalizada e motivada e nacionalista de soldados russos.

LMAO.


É verdade.

Reparem bem na lógica abominável dos transhumanistas:

O dilema das pessoas de bem, quando capturadas pelas forças do mal.

Tenho perfeita consciência que a maioria das pessoas na Europa em geral e em Portugal em particular não faz a mais pequena ideia do fenómeno que vou ilustrar de seguida, mas é real, é excruciante e é experimentado neste momento por milhões de americanos.

No vídeo em baixo, os Erickson debatem-se arduamente com um problema de consciência: sendo cidadãos de uma federação que reconhecem como inimiga da paz, da decência, da civilização e do bem comum, apercebem-se que a melhor coisa que podia acontecer neste mundo, neste momento, era os Estados Unidos serem humilhados no conflito mais que provável com o Irão, que estão a provocar sem qualquer razão plausível nem justificação moral. Mas, como é óbvio, isso implicaria a morte de muitos milhares dos seus compatriotas que estão enfiados nos porta-aviões e nos contratorpedeiros do Pentágono, que na verdade são "sitting ducks" no Mediterrâneo, já que não têm qualquer defesa contra os mísseis hipersónicos que fazem parte do arsenal iraniano. 

Ainda para mais, no caso específico da guerra com o Irão, os Erickson têm consciência que, se as autoridades iranianas tiverem coragem para espoletar o seu armamento hipersónico (o que não é certo, como nem é certo que as cúpulas militares obedeçam à oligarquia política/religiosa do regime), os Estados Unidos responderão como um monstro ferido, da forma mais agressiva que podemos imaginar, e que poderá implicar uma de duas circunstâncias:

- Uma invasão terrestre do país islâmico, que tem uma extensão territorial enorme, acidentada e inóspita, conduzindo a uma 'guerra eterna' que poderá provocar convulsões sociais internas, nos EUA, cuja magnitude é difícil de projectar neste momento, embora o clima de guerra civil que já se viva na federação permita especular sobre levantamentos massivos;

- Um ataque nuclear 'táctico' ou 'localizado', que nos poderá levar até um cenário de confronto atómico mais amplo.

Ou seja: ou o regime iraniano cai, também pressionado internamente e fragilizado pelos bombardeamentos das forças americanas que se prevêm copiosos, ou esta é uma guerra que não tem maneira de correr bem para ninguém.



O dilema ético dos Erickson é mesmo muito complicado, como é mesmo muito complicado viver hoje no Ocidente e não só nos EUA. Somos os maus da fita. Sabemos que somos os maus da fita. Sabemos que somos liderados por vilões da pior espécie. E não só parecemos impotentes para contrariar as forças que nos infernizam as nações e a existência, como não estamos psicologicamente preparados para pagar o preço último dessa evidente malignidade.

A História, porém, encarregar-se-á de o fazer.

Bem visto.


A Ditadura da Felicidade

A ditadura da felicidade não é apenas cultural. É estrutural. A negatividade prejudica o envolvimento. A dúvida reduz a produtividade. A pausa quebra o fluxo. O sistema prefere indivíduos adaptáveis, permanentemente ocupados consigo mesmos. Uma crónica de Silvana Lagoas.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #181



Sim.

Desesperadamente à procura de distrair as massas: Trump ordena desclassificação de documentos federais sobre OVNIs e alienígenas.

Donald Trump ordenou à sua administração que inicie a identificação e a divulgação de ficheiros relacionados com alienígenas e OVNIs. Mas nesta altura do campeonato, só mesmo um retardado acreditaria em qualquer coisa que sobre o assunto provenha do governo federal americano.


 

Uma reflexão sobre a informação, a guerra e a hipocrisia.

A imprensa europeia está mais interessada na formatação da opinião pública do que na criação de espíritos livres e críticos e a informação é confeccionada de maneira a que o público seja incapaz de separar a realidade da propaganda. Uma crónica de António Justo.


 

O futuro, mas ao contrário do que sonhámos.

As tecnologias de IA vão substituir os artistas, os músicos, os romancistas, os poetas, os ilustradores, os pintores, os cineastas, os jornalistas, os fotógrafos, os publicitários, os criadores de conteúdos, os programadores, os engenheiros, os arquitectos, os médicos e assim sucessivamente, até que as profissões que restem para os humanos serão aquelas que sempre gostámos de pensar que os robots poderiam fazer um dia, se o futuro corresse bem (sem ofensa para os heróis que as cumprem agora): recolha e separação do lixo, desinfestação e desbaratização, desentupimento de esgotos, mudanças e transporte de monos, trabalho de minas e estaleiros, estiva, segurança de discotecas, limpeza de casas de banho públicas e etc.

É precisamente para abolir a criatividade humana e para a destituir de missão e função relevantes, que os transhumanistas de Silicon Valley estão a trabalhar. E a forçar loucamente os conteúdos de IA, fazendo-os até passar por produtos do labor humano, como está a acontecer com no Youtube e no Spotify.

Só não vê, quem não quer ver.

E o Rick Beato, vê.

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Bem sei, bem sei, mas é a vida.

Gosto desta música. Bem sei, Bruno Mars, super mainstream, super pop para as massas (deve ser a primeira vez que publico um clip de música que soma no youtube mais de um milhão de gostos), fácil para o ouvido e isso tudo, mas... Gosto desta música.

E devo dizer que na verdade o Bruno nunca foi, para mim, antipático. Sempre me pareceu um tipo profissional à brava, multifacetado e talentoso, concentrado na sua arte performativa e levando a sério o seu ofício de músico, compositor, produtor e entertainer.

E este tema tem groove que nunca mais acaba, poça. É uma operazinha R&B, um épico funk que evoca tempos outros de apogeu da discoteca. 

Cinco estrelas. 

O problema dos ursos.


A psyop não é de agora.

Bilionário cúmplice de Epstein diz ao Congresso que foi “ingénuo, tolo e crédulo” (convencido de que ingénuos, tolos e crédulos somos nós).

Les Wexner, um cúmplice óbvio e documentado de Epstein, conseguiu manter uma cara séria enquanto jurava a pés juntos perante a Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes que nada sabia das actividades do seu pedófilo consultor financeiro, e que nem sequer percebeu que ele lhe tinha roubado milhões de dólares.



 

BUM, bomba!

A Casa Branca acaba de ser atingida por um míssil oriundo do Supremo Tribunal Federal americano. Não só as tarifas de que o senhor Donald gosta tanto terão que ser imeditadamente suspensas, como os EUA terão necessariamente que restituir aos países exportadores o dinheiro que entretanto lhes foi extorquido. LOL. Só mesmo um tribunal americano para fazer uma coisa destas à América.

 
Daqui até ao espetanço das intercalares de Novembro, restam ao regime Trump dois trunfos: a guerra com o Irão, que pode transformar-se rapidamente num pesadelo grande, e a psyop dos extraterrestres, que ninguém no seu perfeito juízo vai engolir.


Boa sorte.

Trump dá ultimato de dez dias ao Irão para chegar a um acordo nuclear.

Donald J. Trump estabeleceu ontem um prazo de dez dias para que os negociadores do governo iraniano aceitem desmantelar os programas de armas nucleares e mísseis balísticos da República Islâmica. Mas a guerra pode acontecer antes desse prazo expirar.


 

Donald Trump: sempre do lado errado. Thomas Massie: sempre do lado certo.



O Chanceler quer arruinar a Alemanha sozinho.