A minha previsão para as eleições de hoje e o ciclo político posterior é que os republicanos descontentes com a administração Trump e a corrupção e inacção dos republicanos no Congresso não vão comparecer às urnas (como boa parte dos libertários e dos liberais moderados), e que os democratas vão conseguir conquistar o controlo nas duas câmaras, apesar das suas posições ideologicamente extremadas.
BREAKING: Republican House seat projections plunge to 191.5, putting GOP on track for its worst House election performance since Barack Obama's 2008 victory.
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Os dois anos restantes do mandato de Trump serão condicionados por esta contrariedade, que a Casa Branca tentará atenuar com ordens executivas e vetos aos pacotes legislativos provindos do Capitólio. Trump não será destituído, porque para isso seria necessária uma maioria de dois terços no Senado, muito improvável, e também porque o actual presidente norte-americano está ao serviço da agenda de Telavive, que a cúpula política dos democratas serve também.
Mas Pete Hegseth, o Secretário de Guerra do regime, será por certo um alvo dos congressistas democratas.
Logo depois destas eleições e seja qual for o seu resultado, os Estados Unidos vão lançar uma nova e ainda mais destruidora ofensiva militar sobre o Irão, sendo que Teerão responderá também com reforçada virulência.
Esta nova fase do conflito não será breve, ao contrário do que está a prometer a administração americana, e terá consequências devastadoras em vidas humanas e infraestruturas que vão impactar decisivamente a economia global e seu o quadro geo-político.
O segundo mandato de Donald Trump não terá redenção possível. O Magnata de Queens ficará para a história como um traidor ao seu mandato eleitoral, um servo dos interesses sionistas, um exemplo gritante da corrupção e da decadência que grassam em Washington. O homem que perdeu a oportunidade histórica de impedir a queda do império americano (e da civilização ocidental) e que, pelo contrário, expôs ao mundo as suas fragilidades materiais e imateriais.
A tentativa de golpe de Estado cometida pelo governo de Tusk, com a cumplicidade de Bruxelas, foi abortada pela acção decisiva do Presidente Karol Nawrock. Mas o aparelho globalista não parece disponível para aceitar o fiasco. Nem a responsabilidade.
As falanges nazis do exército ucraniano aprisionam ilegalmente e torturam desertores e mobilizados que consideram imprestáveis, incluindo adolescentes. Com o teu dinheiro.
🚨🚨 𝗖𝗼𝗶𝘀𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝘃𝗮𝗶𝘀 𝘃𝗲𝗿 𝗻𝗮 𝗧𝗩.
Em Petropavlivska Borshchahivka, a casa do 1.º Corpo Azov da Guarda Nacional, rebentou o escândalo.
Usavam a casa para reter mobilizados e soldados que abandonaram as unidades.
Quatro feridos estão hospitalizados e há sinais de agressões e tortura. No meio do caos, um menino de 14 anos também foi encontrado.
🇵🇹🇺🇦 Portugal vai mandar mais 230 milhões para a Ucrânia! Dava para construir 1900 casas de renda acessível.
#SomosAlternativa #VERDADN
O espólio de documentação vídeo relativamente a Eusébio no YT é de qualidade discutível e resolução miserável, mas creio que este clip aqui serve para ilustrar uma característica do histórico craque que muitas vezes é olvidada (embora neste caso até seja destacada pelos utilizadores nos comentários): o poder físico, a velocidade e o talento técnico do homem serviriam perfeitamente ao futebol contemporâneo. Ao contrário da maior parte das estrelas do século XX, Eusébio jogaria em qualquer equipa actual e disputaria na mesma o título de melhor jogador do mundo.
O homem era um verdadeiro prodígio atlético e criativo.
Como o ContraCultura tem documentado recorrentemente, o Regime Epstein tem equacionado o uso de armas nucleares tácticas para desbloquear a situação impossível que criou no Golfo Pérsico. O Presidente norte-americano formulou até a inconcebível ameaça de utilizar engenhos nucleares convencionais, em Setembro, quando num discurso proferido na Assembleia Geral das Nações Unidas disse que estava a considerar “aniquilar” o Irão.
A ser tomada, as consequências desta luciferina e insana decisão serão incalculáveis, tanto no que diz respeito aos danos causados pelo ataque atómico como pelo apocalíptico precedente que a partir desse momento se abriria.
A este propósito, Tucker Carlson, que tem boas fontes em Washington, deixou na segunda-feira uma extensa mensagem no X que importa sublinhar e traduzir para português, dada a sua pertinência, lucidez e assertividade.
Under pressure from Israeli prime minister Benjamin Netanyahu, the Trump administration may be within days of launching a nuclear strike on Iran. The target would be Pickax Mountain in central Iran, where Israeli intelligence claims the Iranian government has restarted its nuclear enrichment program. No conventional weapon in the American arsenal can penetrate 300 feet of solid granite to destroy the tunnels where enrichment is supposedly taking place. The only military option is a nuclear strike. Netanyahu has been pushing hard for one. “Bibi calls Trump about it every day,” says an informed observer.
Netanyahu is cornered and desperate. After last week’s election results, he can’t form a government unless Trump intervenes directly in Israeli politics and brokers a deal with other parties that gives Netanyahu 61 seats in the Knesset. Otherwise, he is out as prime minister and on his way to ignominy, investigations and possibly jail. Netanyahu must stay close to Trump. He needs this war.
To that end, he’s applied maximum pressure to his closest allies in the administration, including Secretary of Defense Pete Hegseth and CENTCOM commander Brad Cooper. Both oppose a negotiated settlement to the war they’ve so grievously mismanaged; both are pushing to restart major combat operations. Secretary of State Marco Rubio and CIA director John Ratcliffe are also following Netanyahu’s lead, as are leaders of the Democratic Party. In a recent meeting on the subject, former president Barack Obama said he opposes the current Iran peace deal being drafted in Doha.
The rest of America’s longtime allies in the Middle East are terrified by the prospect of more war. On September 27th, Netanyahu flew secretly to Abu Dhabi to enlist the UAE in his lobbying effort for a final attack on Iran. The Emiratis refused. After eight months of conflict, Gulf economies are teetering. So are global energy and fertilizer markets. They won’t recover soon. Globally, there are a total of about 850 supertankers used to transport oil from producers to the rest of the world. In October alone, 11 of them were badly damaged in Hormuz. At this pace, a global depression is imminent. A nuclear strike would radically accelerate the destruction. Fallout from a ground explosion at Pickax Mountain would contaminate the Persian Gulf, poisoning the water supply for 100 million people.
And those are just some of the immediate consequences for the region. The rest of the world is every bit as exposed. No country other than the United States has ever used a nuclear weapon in war. Some would like to. An American nuclear attack on Iran would set a new precedent. The Russians have already told at least two other governments that an American nuclear strike on Iran would free them to use nuclear weapons against Ukraine. Pakistan and India would be tempted to do the same against each other, as would North Korea against Seoul. After the first nuclear strike, World War Three is inevitable. That war would be short and final.
We’ve been sleepwalking toward this moment for months. Since February, the administration has quietly rewritten America’s nuclear doctrine to make first use of so-called “battlefield nukes” easier and therefore more likely. No one in Washington in either party seems bothered by this. Now we’re on the brink of it.
Close observers say Trump is likely to decide by next weekend whether or not to use nuclear weapons. That would be November 7, six days from now. To his credit, he’s hesitating. At the moment, Trump is listening to his vice president, JD Vance, and to his envoy and friend Steve Witkoff, both of whom argue a deal with Iran can be made.
They’re right, though it won’t be simple. The Iranians are famously frustrating to negotiate with under any circumstances, and elements of that government have become more radical since Ayatollah Ali Khamenei and his family were killed in February. After decades of isolation, even relatively moderate Iranian leaders seem confused by how decisions are made in the West. (There is a widespread belief in Tehran, for example, that the United States government controls Israel.) But overall, people who have spoken to decision-makers in Iran say there is consensus there that more war is bad for everyone and a deal is worth making.
One group that hasn’t been consulted so far is the global population — the hundreds of millions of people who will be killed along with their children if Trump is pushed by Netanyahu into launching a nuclear strike next week. Now would be the time for them to speak up.
"Sob pressão do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a administração Trump pode estar a poucos dias de lançar um ataque nuclear contra o Irão. O alvo seria a Montanha Pickax, no centro do Irão, onde os serviços de informação israelitas afirmam que o governo iraniano reiniciou o seu programa de enriquecimento de urânio. Nenhuma arma convencional do arsenal americano consegue penetrar 90 metros de granito sólido para destruir os túneis onde supostamente ocorre o enriquecimento. A única opção militar é um ataque nuclear. Netanyahu tem pressionado fortemente por isso. 'Bibi liga a Trump todos os dias sobre o assunto', disse um observador bem informado.
Netanyahu está encurralado e desesperado. Após os resultados das eleições da semana passada, não consegue formar governo a não ser que Trump intervenha directamente na política israelita e negoceie um acordo com outros partidos que garanta a Netanyahu 61 lugares no Knesset. Caso contrário, perderá o cargo de primeiro-ministro e estará a caminho da ignomínia, de investigações e possivelmente da prisão. Netanyahu precisa de se manter próximo de Trump. Ele precisa desta guerra.
Para atingir este objectivo, tem exercido a máxima pressão sobre os seus aliados mais próximos no governo, incluindo o Secretário da Defesa, Pete Hegseth, e o Comandante do CENTCOM, Brad Cooper. Ambos se opõem a um acordo negociado para a guerra que geriram de forma tão desastrosa; ambos pressionam para o retomar de grandes operações de combate. O Secretário de Estado Marco Rubio e o diretor da CIA, John Ratcliffe, também seguem a liderança de Netanyahu, assim como os líderes do Partido Democrata. Numa reunião recente sobre o assunto, o ex-Presidente Barack Obama disse que se opõe ao actual acordo de paz com o Irão que está a ser preparado em Doha.
O resto dos aliados de longa data dos Estados Unidos no Médio Oriente está aterrorizado com a perspectiva de mais guerra. A 27 de Setembro, Netanyahu voou secretamente para Abu Dhabi para tentar convencer os Emirados Árabes Unidos a juntarem-se à sua campanha por um ataque final ao Irão. Os Emirados recusaram. Após oito meses de conflito, as economias do Golfo estão a cambalear. O mesmo acontece com os mercados globais de energia e de fertilizantes. Não se recuperarão tão cedo. Globalmente, existem cerca de 850 superpetroleiros utilizados para transportar petróleo dos produtores para o resto do mundo. Só em Outubro, 11 deles foram gravemente danificados em Ormuz. A este ritmo, uma depressão global está iminente. Um ataque nuclear aceleraria radicalmente a destruição. A precipitação radioactiva de uma explosão em solo no Monte Pickax contaminaria o Golfo Pérsico, envenenando o abastecimento de água de 100 milhões de pessoas.
E estas são apenas algumas das consequências imediatas para a região. O resto do mundo está igualmente exposto. Nenhum país, para além dos Estados Unidos, utilizou alguma vez uma arma nuclear em guerra. Alguns gostariam de usar. Um ataque nuclear americano ao Irão criaria um novo precedente. Os russos já disseram a pelo menos dois outros governos que um ataque nuclear norte-americano ao Irão os libertaria para usar armas nucleares contra a Ucrânia. O Paquistão e a Índia seriam tentados a fazer o mesmo um contra o outro, tal como a Coreia do Norte contra Seul. Após o primeiro ataque nuclear, a Terceira Guerra Mundial é inevitável. Esta guerra seria curta e definitiva.
Há meses que caminhamos sonâmbulos para este momento. Desde Fevereiro que o governo tem vindo a reescrever discretamente a doutrina nuclear americana para facilitar e, portanto, tornar mais provável a primeira utilização das chamadas 'armas nucleares de campo de batalha' Ninguém em Washington, de nenhum dos partidos, parece incomodado com isso. Agora, estamos à beira do precipício.
Observadores atentos dizem que Trump provavelmente decidirá até ao próximo fim de semana se usa ou não armas nucleares. Isso seria a 7 de Novembro, daqui a seis dias. Para seu crédito, ele está a hesitar. Neste momento, Trump está a ouvir o seu vice-presidente, JD Vance, e o seu enviado e amigo Steve Witkoff, ambos a defender que um acordo com o Irão pode ser feito.
Têm razão, embora não seja simples. Os iranianos são notoriamente difíceis de negociar em qualquer circunstância, e elementos do seu governo radicalizaram-se desde o assassinato do ayatollah Ali Khamenei e da sua família, em Fevereiro. Após décadas de isolamento, até os líderes iranianos relativamente moderados parecem confusos com a forma como as decisões são tomadas no Ocidente. (Há uma crença generalizada em Teerão, por exemplo, de que o governo dos Estados Unidos controla Israel.) Mas, no geral, as pessoas que falaram com as autoridades iranianas afirmam que existe um consenso de que mais guerras são más para todos e que um acordo vale a pena.
Um grupo que ainda não foi consultado é a população mundial — as centenas de milhões de pessoas que serão mortas, juntamente com os seus filhos, se Trump for pressionado por Netanyahu para lançar um ataque nuclear na próxima semana. Agora seria o momento de se manifestarem."
Sendo certo que ninguém se vai manifestar (as forças que financiam e motorizam os protestos de rua no Ocidente estão do lado da destruição civilizacional, e não da paz e da prosperidade), há neste texto de Carlson muito para dissecar. O simples facto de os EUA estarem à beira de utilizar armas nucleares para defender os interesses e as ambições de um político de um país estrangeiro é por si só bizarro, tanto como o recurso a esta solução extrema não estar sequer relacionada com qualquer ameaça à segurança dos próprios Estados Unidos.
E o comentador norte-americano está carregado de razão quando diz que a volição niilista em Washington é bipartidária. A Casa Branca é tão refém de Telavive como o Capitólio e nem as eleições intercalares vão mudar seja o que for: o Regime Epstein não se deixa dividir entre republicanos e democratas, neoconservadores e neoliberais. Trata-se de um aparelho totalitário de natureza escatológica e não ideológica.
Ninguém também percebe bem a posição dos reinos do Golfo, neste momento. Se o Pentágono deixar cair sobre o Irão um engenho nuclear, é mais que certo que estes países serão seriamente afectados não só pela radiação libertada, mas também pela retaliação de Teerão, que será sem qualquer dúvida terrível. As infraestruras energéticas e de tratamento da água potável de toda a península arábica serão certamente atingidas, deixando as populações locais, que vivem literalmente num deserto, numa situação desesperada e a economia global na direcção, que na verdade já parece inevitável, do colapso sistémico.
Acresce que essa retaliação iraniana, que atingirá também Israel, servirá ao regime sionista, aberto o precedente, como justificação para a utilização das suas próprias armas nucleares. E depois disso acontecer, tudo o que nos resta é rezar para que a humanidade sobreviva ao mais dantesco dos cenários.
O casal Morris, do Redacted, comenta também, com visível preocupação, o texto de Tucker Carlson e a eventualidade da Casa Branca tomar a pior das decisões, desde que Truman autorizou a missão do Enola Gay, a 6 de Agosto de 1945.
A Unitree, revelou o seu H2-X num vídeo promocional, destacando as capacidades aterradoras dos robôs humanoides e levantando questões sobre as suas possíveis aplicações militares de dupla utilização: contra um inimigo externo e contra o inimigo interno - os cidadãos.
Há uma pergunta que me acompanha nesta altura do ano: como conseguimos mobilizar tanta criatividade para celebrar o Halloween e tão pouca para transmitir as tradições que herdámos. O inquérito de Sérgio Carvalho.
O que vemos nos protestos que percorrem as cidades da Europa, mais que a revolta contra o custo de vida e a corrupção das elites, é uma geração que nasceu, cresceu e vive numa sociedade que virou as costas a Deus. A crónica de Maria Helena Costa.
Um novo relatório da indústria energética britânica revela que o Net Zero está a tornar a electricidade proibitivamente cara, levantando novas questões sobre as graves consequências económicas da agenda verde e o papel dos governos conservador e trabalhista que a implementaram.
Quando os valores se transformam em instrumentos de legitimação e as instituições se afastam dos cidadãos, a democracia conserva as suas formas, mas perde a sua substância. A análise crítica de António Justo.
Transgender Neo-Nazi Accused of Plotting Mass Shooting at Hindu Temple in Chicago Suburb Will Receive Gender-Transition Hormone Injections in Jail, Judge Rules https://t.co/FzleWcVoal
A neo-Nazi who claims to be transgender has been sent to a women’s prison in Germany despite being suspected of mocking gender self-identification laws.
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Depois da revisão histórica e filosófica, publicada na semana passada, estamos equipados com referências para perceber que o contrato social é o cimento imaterial das sociedades ocidentais, que foi respeitado por séculos. Porque é que já não é?
Confrontado com um crescente sentimento anti-sistema, o governo federal de Berlim quer inundar os feeds de redes sociais dos cidadãos alemães com conteúdo de fontes mediáticas "pré-aprovadas", que insistem na propaganda regimental.
Depois do criadito de Bruxelas Donald Tusk ter lançado uma ofensiva de carácter totalitário sobre o Tribunal Constitucional polaco, o Presidente nacionalista Karol Nawrocki abortou rapidamente uma viagem oficial ao Senegal (nem chegou ao destino, invertendo o voo) e rompeu o cerco policial para repor o Estado de Direito no país.
🚨 UNREAL: President Karol Nawrocki just arrived and PERSONALLY ENTERED the Constitutional Court building to halt Donald Tusk’s takeover!
The police didn't dare stop the President of Poland.
THIS is what real leadership looks like. He will not let his nation fall! 🇵🇱🔥 https://t.co/4N332NKXI0
As ruas de Varsóvia estão a encher-se de polacos que não aceitam o golpe de Estado protagonizado por Donald Tusk.
Um Governo liderado por um aliado de Ursula von der Leyen, que parece querer transformar a Polónia em mais um território de experiência das políticas globalistas impostas pela União Europeia.
Os métodos repetem-se, os protagonistas mudam, mas o objectivo é sempre o mesmo: enfraquecer a soberania nacional e afastar os povos do direito de decidirem o seu próprio futuro.
A esquerda globalista pode mudar de país, de discurso e de protagonistas. Mas a estratégia é sempre a mesma.
Um adolescente britânico publicou no Facebook uma foto alterada por IA do vereador conservador Simon Bennett com orelhas e dentes de coelho. Acto contínuo, a polícia (política) bateu-lhe à porta de madrugada e deteve-o para interrogatório e recolha de ADN.
ALGUÉM SURPREENDIDO?
"O post de @ACTBrigitte relata uma operação policial em Polk County, Flórida, que resultou em 281 prisões de predadores sexuais de crianças e tráfico humano, incluindo 13 funcionários da Disney e 4 da Universal.
As informações são confirmadas por fontes oficiais, como o xerife Grady Judd e o procurador-geral da Flórida: 31-32 suspeitos viajaram para encontros com menores, gerando 488 novas acusações.
Os detidos acumulavam 798 acusações anteriores, destacando a acção coordenada contra exploração infantil em áreas turísticas e o foco na protecção de crianças on-line."
- Grok.
Wow. FIRE data shows male students are more tolerant of ideological enemies than female students are of ideological allies. Read that again and then click the link.
https://t.co/5ZCo7N2dHd
Os eleitores da União Europeia vão ter a oportunidade de rejeitar o programa leninista-globalista dominante, numa série de eleições nacionais e regionais nos próximos doze meses que podem alterar a orientação política da Europa e ter um impacto global.
A estação que dá lições à Grã-Bretanha sobre salários “justos” publicou os seus próprios números, que mostram que os empregados brancos ganham menos em seis das sete faixas salariais.
Ninguém escolhe ser Português; é um acaso do Cosmos ou um acto da Providência Divina. Mas, como mandatava Pessoa, “sendo nós portugueses, convém saber o que é que somos”. Um retrato de João José Brandão Ferreira.
Happy Acres. Há dois meses atrás tinha 50.000 subscritores e agora está quase com 500.000. Deve ser por alguma razão e a razão primeira é um carneiro chamado Rambo, espécie adorável de sacaninha que mantém com o dono uma relação de amor e porrada que é simultaneamente hilariante e enternecedora.
Mas no quintal de Happy Acres há montes de outros bichos - cavalos e avestruzes, galinhas e ovelhas, cães e bodes - que circulam entre uma improvisada pista de motocross, camas elásticas, sacos de boxe, lamborghinis e outras desadequações cenográficas, no ecossistema mais descontraído e bem disposto que se possa imaginar.
Ambassador Huckabee, this is unreleased video of an American who was beaten almost to death last week by Israeli settlers. You know his name because he came to you for help, but you blew him off. That’s disgraceful. Do your job.
@GovMikeHuckabee
@SecRubio
@davidamilstein
@WhiteHouse
Independentemente de concordarmos ou não com o pensamento político de André Ventura (eu não sou eleitor do Chega e discordo em parte do que ele diz aqui), é importante sublinhar estas declarações. Para que ninguém possa dizer mais tarde que, sobre o assunto da emigração, ele traiu as expectativas dos seus eleitores. Ao contrário de Trump e até de Meloni, o líder do Chega não tem problema nenhum em manifestar que está do lado corporativo do regime.
E não é de agora. Ventura recebeu o telefonema já há anos largos.
Também é verdadeiro o comentário de Afonso Gonçalves: quem vota neste homem a pensar que deixa cair na urna uma intenção de ruptura não pode estar mais equivocado.
André Ventura, como Le Pen e como Farage, serão, em última análise e se tudo correr bem, reformadores. Estarão, até um certo ponto, predispostos a acalmar as massas com políticas anti-woke, revisões fiscais, retoques nas leis de imigração (os que Bruxelas permitir) e outras medidas paliativas e sem consequência, para eleitor ver. Que é aliás o que já está a acontecer com o actual governo PSD.
Tanto mais que estas afirmações do líder dito populista pouco diferem das que Montenegro diria sobre o mesmo assunto.
Arrisco até escrever que Ventura está a preparar um namoro com Montenegro, para uma aliança futura. Uma geringonça à direita, para impedir o PS de formar governo nas legislativas de 2029 (se o actual executivo sobreviver até lá).
Mas a política à portuguesa não é o meu forte, pelo que posso estar completamente errado, claro. Sobre este último ponto, porque sobre os anteriores, não tenho grandes dúvidas.
Os democratas preparam-se para investigar o Secretário da Guerra dos EUA, caso recuperem o controlo da Câmara dos Representantes após as eleições intercalares, e já contactaram com altos quadros do Pentágono que estão disponíveis para testemunhar em desfavor de Hegseth.
Não sou e nunca fui na verdade grande fã dos bolsonaros, e muito menos deste jr., que está claramente ao serviço do Regime Epstein, mas, porra, não me digam que não há nada para ver aqui:
Uma startup fundada por ex-funcionários da DOGE conseguiu hackear os sistemas internos da Anthropic em apenas 12 horas. No entretanto, Sam Altman sugeriu que os modelos de IA descobriram uma vulnerabilidade na estrutura digital global, que permite a intrusão em qualquer sistema.
As sondagens mostram que Marine Le Pen consolidou a sua liderança na acesa corrida presidencial francesa do próximo ano, no contexto de protestos cada vez mais violentos e generalizados no país.
A "geração mais bem preparada de sempre" sabe julgar, mas nem sempre entende o que está em causa; condena, mas nem sempre distingue; destrói símbolos, mas nem sempre percebe o seu verdadeiro significado. A crónica de Francisco Henriques da Silva.
Quem é que vai ter coragem de dizer a esta rapariga, que parece tão entusiasmada e sincera nas sua convicções de jovem deputada do Chega, que o Ventura, uma vez chegado ao poder executivo da pátria dela, irá comportar-se como a Meloni, como o Milei, como o Trump ou como o Farage ou como a Le Pen (quando os seus momentos de detenção do poder chegarem também)?
Até doí, mas a menina vai ser tão estrangeira em Portugal, como tem sido até aqui. Ou mais.
Às vezes, por pequenos detalhes, como este que ilustro agora.
Um canal de simracing pergunta aos seus seguidores se consideram apropriado que os thumbnails de apresentação dos seus vídeos sejam optimizados por IA. E atenção: a pergunta não é se os conteúdos propriamente ditos passem a integrar essas tecnologias, mas apenas a apresentação gráfica desses mesmos conteúdos.
A resposta dos utilizadores/subscritores não deixa dúvidas (mostro os primeiros comentários que surgem no feed, mas toda a caixa de reacções vai esmagadoramente no mesmo sentido de rejeição da ideia):
Eu próprio, como as pessoas que frequentam o ContraCultura e o Blogville sabem bem, uso a inteligência artificial frequentemente para a imagética que ilustra os artigos, sendo que publico aqui também recorrentemente memes produzidos por estas tecnologias (embora recuse a muleta nos textos propriamente ditos, como é óbvio). O facto deve-se primeiramente a uma razão que até nunca abordei publicamente: é que hoje em dia é cada vez mais complicada a utilização de imagens originais que não tenham direitos de autor e como o blog e o Contra não têm receitas, esta é uma forma limpinha de carregar imagem sem ser perseguido por essa polícia editorial.
Seja como for, este pequeno exemplo de rejeição da IA por parte dos utilizadores da Web é um exclente sinal de que mantemos alguma sanidade e de que, por muito que Silicon Valley nos queira impingir o slop dos algoritmos, continuamos a preferir o que nos é servido pela inesgotável produção da criatividade humana.
O que é que acontece quando as pessoas deixam de confiar nas instituições que sustentam a sociedade?
Na república romana, pré-imperial, os rivais políticos quebravam convenções, justificavam represálias e, eventualmente, voltavam os seus exércitos contra a própria sede do poder. O resultado foi a tirania imperial dos césares.
Na Alemanha de Weimar, a desconfiança das massas e a vulnerabilidade do regime contribuiu para minar a democracia, e de que maneira, com a ascensão do nacional-socialismo.
Mas a história também mostra que estes ciclos podem ser combatidos.
Neste muito pertinente e breve vídeo, do muy esclarecido Michael Button, que se dedica precisamente a encontrar padrões que se repetem historicamente, é explorada esta tendência que sociedades prósperas e funcionais, muitas vezes hegemónicas, mostram para perderem a fé nos seus líderes e nos seus sistemas regimentais, e porque é que quebrar as regras pode começar a parecer mais seguro do que segui-las, padrões de comportamento colectivo que dizem mundo sobre a esfera ocidental contemporânea.
O colapso não é inevitável. Mas compreender como se inicia o processo de declínio da civilizações é fundamental para percebermos - e tentarmos pelo menos moderar - a queda que testemunhamos agora.
Se há um maluco no terceiro calhau à volta do sol que trabalha na perfeita antítese do que a inteligência artificial está a fazer com a indústria da música (que passa por destituir a criatividade e a plasticidade humana), é mesmo Jeremy DeBardi, aka Steel Beans, que, como podemos constatar neste incrível documento de Rick Beato, recorre a tecnologia nenhuma para além do seu talento natural, de uma bateria analógica e de uma guitarra eléctrica, para criar temas absolutamente poderosos.
Porque o que realmente impressiona nem é o facto de Jeremy cantar, tocar guitarra e bater bateria ao mesmo tempo. O que espanta é a qualidade artística da música que sai desse incrível malabarismo.
Por estes lados do universo costumamos dizer que alguma coisa tem que mudar para que tudo fique na mesma, mas por outros sítios da galáxia, como o Brasil e Israel, nem sequer se dão ao trabalho de mudar seja o que for. É sempre em frente, como tem sido até aqui, até à colisão última com a parede de cimento a que chamamos realidade.
É certo que todo e qualquer primeiro-ministro israelita será sionista de coração porque é isso que os israelitas são. É certo que a permanência de Lula em Brasília tem a vantagem de não deixar cair o país no jugo do Regime Epstein.
Mas ainda assim, podiam ao menos fingir que brincam à democracia, não é?
Israel's election takes another dramatic turn as revised exit polls put Netanyahu and Eisenkot’s rival blocs deadlocked at 51 seats each, with Arab parties holding a projected 18 seats
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A coisa é de tal forma esquizofrénica que chega a cúmulos históricos: em Israel, metade dos eleitores votaram num tipo que estava disposto a bombardear o Irão - e a matar montes de gente no processo - apenas porque isso, na sua ideia, lhe traria alguma vantagem eleitoral, no contexto de uma corrida deveras renhida.
No Brasil, o candidato que acaba de perder umas eleições presidenciais super disputadas, com o país literalmente dividido, é imediatamente assediado pelo Supremo, que lhe apreende o passaporte, como quem anuncia perseguição judicial mais à frente.
No primeiro caso, há que registar a validade do instinto político de Benjamin Netanyahu: bombardear o Irão, mesmo que sem motivo para além da volição eleitoral, é coisa bem vista por uma parte significativa da população israelita. Não é por acaso que um genocida antipático, autoritário e desonesto está há tantos anos instalado no poder em Telavive.
Quanto ao país tropical amado por Deus e bonito por natureza, tem um destino triste que o condena a viver em ditadura, porque como outros regime despóticos antes deste, o regime de Moraes vencerá sempre, com Lula, sem Lula, com Bolsonaros seniores ou juniores. O juiz não é de esquerda nem de direita. É apenas um leninista-globalista da pior espécie. E, colocando-se acima do teatrinho democrático, continuará o seu mandato de trevas, tranquilamente.
Tenho plena consciência de que as audiências do Blogville e do Contra não procuram por este tipo de conteúdos, mas há que dizer, em nome da verdade histórica, que os árabes, ao contrário do registo que em baixo deixo sobre uma afirmação parva do traidor RFK Jr., foram grandes matemáticos e grandes poetas.
É verdade que já não o são hoje. Mas também é verdade que já não há grandes matemáticos e grandes poetas no Ocidente (os prémios Nobel e Fields que são atribuídos actualmente são irrelevantes, e premeiam feitos insignificantes para o bem estar da humanidade e para o seu legado).
Tanto no caso da civilização árabe como no caso da civilização ocidental, o declínio é evidente. Os tempos é que são diferentes. O império de Maomé entrou em queda no século XV, com a derrota em Lepanto; o império de Cristo declinou no Século XVIII, com o Iluminismo. Mas seja como for, o secretário do regime Epstein não sabe do que é que está a falar.
Pondering the level of racism and ignorance demonstrated by RFK Jr. in this clip, I seriously have to wonder if he even authored his book on Fauci. Because here, he seems dumb as dirt. Hardly the person who wrote that outstanding book.
Esta será até uma das fragilidades do Ocidente, no conflito com o Islão: a ignorância sobre o que de facto constitui o legado do profeta árabe e da civilização que fundou. Não será por certo com declarações ignaras como esta - e com esta maneira saloia de ver as coisas - que vamos levar a melhor sobre a ofensiva muçulmana que experimentamos agora, na Europa.
E o que acontece com os árabes, acontece da mesmíssima maneira com os persas, claro.
Se há uma 'guerra híbrida' na Europa, é a que está a ser travada pelo establishment UE-NATO contra as suas próprias populações, sob a forma de uma prolongada campanha de propaganda destinada a inflacionar a ameaça russa. A crónica de Afonso Belisário.