Estou a ver, pela primeira vez neste Mundial, um jogo do princípio e em directo. Meia-final Argentina-Inglaterra. Acabou agora a primeira parte. Devo ter visto para aí uns cinco minutos de jogo jogado. E porrada que ferve. E mais nada.
blogville
Extensão livre do ContraCultura
quarta-feira, julho 15, 2026
terça-feira, julho 14, 2026
O ‘Chat Control’ chegou (mesmo) para ficar? O que a votação de Estrasburgo muda na sua vida.
E a China. A China também.
Russia and Iran is the only thing standing between us and a world dominated by pedophiles.
— Ethan Levins 🇺🇸 (@EthanLevins2) July 14, 2026
Let that sink in...
Números de uma falência anunciada.
2026 Fiscal Year to Date:
— Charlie Bilello (@charliebilello) July 13, 2026
The Federal Government has taken in $4.15 trillion and spent $5.52 trillion.
Don't try this at home. pic.twitter.com/qz6pvBvuad
🇺🇸 Married + home by 30 years old:
— Wall Street Mav (@WallStreetMav) July 14, 2026
1950: 50%
1960: 52%
1970: 48%
1980: 45%
1990: 43%
2000: 35%
2010: 25%
2025: 12%
The US govt debt fueled spending and Fed monetary policies are destroying the ability of American families to achieve their dreams.
The Affordability Crisis in a nut shell.
— Kyle Becker (@kylenabecker) July 14, 2026
If you want to know why things are so expensive, you can blame three things.
• The Fed's monetary policy
• Debt spending
• Mass immigration
Solve these three problems and you end the affordability crisis. https://t.co/DZWdafTPz0
EUA: Esperança média de vida decresce para quem nasceu depois dos anos 50.
Passou-se de vez: Trump quer agora cobrar taxas aos navios que passem pelo estreito de Ormuz.
Se o homem morreu de causas naturais,
de acordo com a narrativa oficial, expliquem-me isto, por gentileza:
FBI Secures Lindsey Graham's Home Amid Viral Reports About Ukraine Trip https://t.co/XuvVexHBIj
— Kyle Becker (@kylenabecker) July 14, 2026
A Netflixação da Fórmula 1.
O primeiro facto que tem causado alguma perturbação nos fãs é que os carros mal precisam de ser conduzidos e ultrapassam-se loucamente em função do carregamento das baterias, mais do que como resultado de qualquer outra variável.
Para se ter uma ideia de como os pilotos são desvalorizados na F1 actual, este gráfico é precioso: Lewis Hamilton não trava uma vez durante todo o segmento mais rápido de Silverstone, que ainda assim tem 9 curvas e constitui 55% da extensão do circuito: são 3,2 quilómetros sem tocar no travão, num circuito com 5,9 quilómetros.
Actualmente, de cada vez que um F1 ultrapassa outro F1, várias coisas disparatadas podem acontecer. O ultrapassado volta a ultrapassar quem o ultrapassou, imediatamente, como se nada fosse; ou fica dramaticamente para trás como um carro de outra classe, numa corrida de resistência. O ultrapassante que agora vai rápido, será lento depois, quando a carga eléctrica acusar a ousadia do piloto, isto se entretanto a sua própria box não lhe destruir a corrida com uma decisão de categoria subsapiens (a Ferrari tem um manual sobre essa arte).
No meio desta conspiração de estúpidos, o espectador fica sempre sem saber se Leclerc ultrapassou Russel porque o piloto 'tem mais braço' (ou mais coração), porque tinha melhores pneus, um motor superior, melhor aerodinâmica, mais eficientes travões ou muito simplesmente porque o francês conduzia uma bateria feliz. Que daqui a nada será triste, quando o britânico que andou a poupar energia tiver electricidade para gastar à farta.
Como resultado, os carros são bem mais lentos, a orquestra sinfónica que traziam nos cilindros passou a quarteto de cordas e as corridas, um estranho caos de histerismo constante e aborrecimento terminal com 5 ultrapassagens por minuto, que são tudo menos orgânicas, num teatralizado jogo de faz de conta. Dá a sensação que até mesmo os pilotos que estão a ganhar grandes prémios convivem mal com o facto de saberem que é a gestão do artefacto híbrido, mais do que qualquer outra variável, que lhes garante os triunfos.
A diferença contemporânea entre a Fórmula 1 e a Fórmula E é que a fórmula 100% eléctrica sempre faz algum sentido.
Aquela que devia ser a modalidade mais emocionante e competitiva e espectacular da FIA transformou-se num exercício de poupança de energia, como um jogo didático para crianças, produto típico da propaganda regimental.
E sem necessidade nenhuma, porque as tecnologias de motorização híbrida funcionam lindamente e há muito tempo no WEC (mundial de resistência), por exemplo, e nem são novas na F1. O problema, claro, está nos regulamentos.
Mas para além das normas e da forma como condicionam a tecnologia e manipulam parvamente o espectáculo automobilístico, há algo insidioso e talvez até mais perturbador que está a acontecer com a modalidade, como muito bem nota o simracer e também piloto profissional Jimmy Broadbent, no sensato e pertinente clip que deixo em baixo: Com a entrada da Netflix e a concomitante intrusão da cultura das celebridades no circo da F1, de que deriva também a obsessão pela criação de conteúdos, mediaticamente plastificados ao gosto de Hollywood e Silicon Valley, perdemos muito mais do que ganhamos.
Porque se é verdade, indiscutível, que a F1 ganhou audiências nos últimos dez anos, a qualidade do espectáculo desportivo tem regredido no quadrado desse expoente. E o ganho de audiências não significa necessariamente um ganho de fãs.
Como hoje acontece com o Futebol, boa parte do público que agora adere à F1 nem tem grande conhecimento do legado histórico e técnico da modalidade, ou paixão pelo automobilismo. Os media disseram-lhes para consumir o produto e as massas consomem-no, porque sim, porque é o que fazem para entreter o vazio de significado. E por causa do Brad Pitt.
Se acrescentarmos ao quadro as máscaras e os protocolos Covid e os joelhos no chão e o triunfo woke de 2020/2021, a crescente obsessão com a segurança (ignorando que a redução do risco implica simetricamente um deficit na recompensa) e a total ausência de carisma dos pilotos (com excepções, ainda que raras, como Fernando Alonso, Kimi Räikkönen ou Max Verstappen), percebemos que algo está putrefacto no reino da Liberty Media, a empresa norte-americana que para todos os efeitos é dona da F1 desde 2017, ou seja, precisamente a época de declínio de que estamos a falar.
À gauche : James Hunt, pilote de Formule 1 en 1976.
— Le Contemplateur (@LeContempIateur) June 8, 2026
À droite : Lewis Hamilton, pilote de Formule 1 en 2026.
Qu’est-ce qui s’est passé ? pic.twitter.com/p8BHIjIw3J
Na verdade, e concluindo, aconteceu e está a acontecer com a F1 o que na verdade aconteceu e está a acontecer com tudo aquilo que já foi glorioso no Ocidente, no largo espectro que vai de Homero a Enzo Ferrari: as elites da classe Davos e as elites da classe Epstein tomaram conta e estragaram tudo.
segunda-feira, julho 13, 2026
Proteger as Crianças: Os Perigos Reais da Transição Social e da Medicalização da Disforia de Género.
Não se percebe: Microsoft despede 4.800 funcionários enquanto continua a contratar imigrantes como se não houvesse amanhã.
Não há uma porcaria de uma narrativa que bata certo.
Não estou a engolir a história que nos estão a vender sobre a morte de Lindsey Graham. De todo. O que é absolutamente normal, porque sei o suficiente para nunca acreditar em qualquer narrativa que o Regime Pinóquio me tente enfiar pela goela a baixo.
E lanço já a minha teoria da conspiração baseada em facto nenhum específico, apenas no que sei hoje sobre a realidade política que vivemos: Durante a sua visita à Ucrânia, Lindsey foi envenenado pelos serviços secretos ucranianos ou pela Mossad, numa operação de falsa bandeira para levar a Casa Branca a intensificar o apoio a Kiev e/ou a guerra contra o Irão (fabricando a ideia que Moscovo ou Teerão estarão por trás do assassinato). Se já chegou morto aos EUA ou acabou por morrer em Washington é irrelevante, na verdade.
Esta suposta estratégia não está a resultar porque Donald Trump não parece estar a cair no engodo, por enquanto. E daí a mal amanhada rábula que o FBI está a vender: Lindsey Graham, que 16 horas antes da sua morte se passeava entusiasticamente na Ucrânia, com a energia luciferina do costume, a engendrar novas formas de matar pessoas e a pressionar meio mundo para que mais armas e mais dinheiro fossem entregues ao regime Zelensky, cai morto de repente no seu apartamento de Washington, durante a madrugada, com um ataque de coração.
Uma pergunta primeira: Graham vivia sozinho. Não tinha filhos nem mulher. Quem é que deu por ele morto e chamou o 115?
Mais: Se o congressista da Carolina do Sul morreu de causas naturais, porque é que o FBI tomou conta da ocorrência? E porque é que o cadáver foi autopsiado?
I’m sorry, but Lindsey Graham dying out of the blue like this doesn’t make any sense at all.
— Matt Van Swol (@mattvanswol) July 12, 2026
We have him on camera yesterday looking perfectly healthy.
None of this is making any sense… pic.twitter.com/rkcUP1xIEN
🇺🇸🇺🇦 Rumors are flooding the web about the sudden death of Senator Lindsey Graham
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) July 13, 2026
According to some, the number one Senate supporter of Ukraine may have died on Ukrainian soil, and admitting it would shatter the entire war narrative.
Fmr. CIA Analyst Larry Johnson says his… https://t.co/KC3OFB8Vni pic.twitter.com/PUcaxbCQWg
🚨VIDEO: Pentagon Generals Believe Senator Lindsey Graham Was Killed In Kiev, Ukraine After Visiting A Drone Factory, According To Former CIA Counterterrorism Head Larry Johnson!
— Alex Jones (@RealAlexJones) July 13, 2026
Alex Jones Breaks Down The Growing Possibility That The Official Story About Graham's Heart Attack… pic.twitter.com/YxXmjv8899
I’m now convinced @LindseyGrahamSC was killed in Ukraine by a Russian airstrike on a drone factory. Trump is covering it up so as to prevent himself from being in a position where he’d need to escalate...but cannot because he’s blown through all of our critical stockpiles in his…
— Brandon Weichert (@WeTheBrandon) July 13, 2026
Mais nada.
Vladimir Putin: "I want the ordinary citizens of Western countries to hear me. The truth is that the problems you are facing today are the result of years of actions taken by the ruling elites in your own countries."pic.twitter.com/Vts2HpZ88V
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) July 13, 2026
Trump deixa instruções para total destruição do Irão, caso seja assassinado, abrindo óbvio caminho para falsa bandeira sionista.
domingo, julho 12, 2026
Distopia do Reino Unido: rapazes brancos da classe trabalhadora são o grupo mais desfavorecido da sociedade britânica.
Está toda a gente a celebrar a morte de Lindsey Graham.
Como do outro lado da trincheira celebraram a morte de Charlie Kirk.
Quem segue este blog e/ou o ContraCultura com alguma regularidade sabe o que eu penso sobre o congressista republicano de Carolina do Sul (e quem não sabe: pensava o pior possível), mas não me parece moralmente aceitável celebrar o óbito seja de quem for. E enerva-me um bocadinho que aqueles que se mostram indignados quando niilistas e radicais do leninismo-globalismo contemporâneo festejam, despudoradamente, homicídios e falecimentos de adversários políticos, estejam agora a fazer exactamente a mesma coisa (até porque não sabemos ainda a causa da morte de Graham, que pode muito bem ter sido assassinado).
Até Alexander Dugin, que tem obrigação, como cristão ortodoxo, de saber melhor, entrou numa lógica de relativização moral.
If you are a true christian, sorry, but yes.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) July 12, 2026
O facto deixa-me um bocadinho triste, por acaso. Convinha que o meu lado da barricada percebesse que a sua força reside no plano moral, com sede no Ministério de Cristo.
Mas a barricada está na minha cabeça, claro. Na verdade, não há barricada nenhuma. Estamos todos cada vez mais isolados. Temos todos cada vez menos em comum.
Seja como for, Deus amava Lindsey Graham, por muito luciferino que ele fosse. É estranho que os cristãos não percebam isto.
Investigadores de IA temem um “Momento Chernobyl” que faça com que o mundo se vire contra estas tecnologias.
Acusado de corrupção, Nigel Farage demite-se do cargo de deputado para forçar uma eleição intercalar no seu círculo eleitoral.
À beira do abismo, o homem vai dar um passo em frente.
Brandon Weichert está correcto. Trump irá provavelmente invadir o Irão (primeiro a ilha Kharg, que é uma armadilha maluca). Será um desastre histórico que vai arruinar definitivamente e se preciso fosse a sua presidência e a credibilidade política e militar dos EUA. O princípio do fim do império americano.
Trump is going to invade Kharg Island. It's going to be a disaster. His presidency ends there. Here's a breakdown on my Substack (link in comments below): pic.twitter.com/rduCQhrqJb
— Brandon Weichert (@WeTheBrandon) July 11, 2026
Paróquias Vivas
É muito simples, na verdade.
I used to believe in aliens.
— Magnus Monad (@MagnusMonad) July 11, 2026
Then the government said there were aliens.
Now I am pretty sure there are no aliens.
sábado, julho 11, 2026
O Corpo Não se Apaga: O Grito de Scott Newgent contra o Negócio da Mutilação de Menores.
Tribunal abre caminho a Marine Le Pen para se candidatar à presidência de França, mas há um senão.
Vamos ao que interessa:
Enhanced footage of today’s UAP/UFO releases by the Pentagon, this is WILD! pic.twitter.com/yX6cLMFCBo
— Appalachian Liberty (@Liberty_Xtreme) July 11, 2026
A Sabotagem do Nord Stream 1 e 2: Responsabilidades, Impactos e a Erosão da Ordem Europeia.
Sondagem revela que opinião pública global acredita que a China ultrapassou os Estados Unidos em tecnologias de inteligência artificial.
Alemanha: Activistas de esquerda sob investigação criminal após mostrarem pornografia gay a adolescentes numa sala de aula.
sexta-feira, julho 10, 2026
É até um excelente sinal que a malta esteja a ignorar a psyop do Regime Epstein.
Not crazy. Wise.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) July 10, 2026
Olha que dois.
Neil Oliver e Tucker Carlson. Nem é preciso dizer mais nada. É só deixá-los falar. Chamo só a atenção para um ponto deveras pertinente que os dois discutem no início da conversa: é possível que Estados e Nações vivam sem um contrato social (como acontece hoje, claramente, no Ocidente)?
Ou seja: podem as elites políticas governar os respectivos países sem representarem minimamente os interesses e aspirações das massas?
Trata-se de uma questão importante para os tempos que vivemos hoje, mas que tem profundidade histórica, e que hei-de desenvolver em breve.
Tucídides e a Realpolitik.
A guerra, outra vez: Trump põe fim a cessar-fogo bombardeando o Irão e chamando “escumalha” à Guarda Revolucionária Islâmica.
Reino Unido regista taxa de fertilidade mais baixa em cinquenta anos, e mais de um terço dos nascimentos são de mães imigrantes.
A Gillette, no paleolítico inferior,
My gosh. Watch this Gillette commercial. How far we have fallen. pic.twitter.com/8tBcIcWVwL
— Wall Street Mav (@WallStreetMav) July 10, 2026
Também acontece comigo...
I have to dumb down 95% of my conversations in public, so I don't sound like a total lunatic.
— illuminatibot (@iluminatibot) July 9, 2026


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