O 'Chat Control' da UE refere-se a 2 processos legislativos: um já
aprovado, temporário, que não inclui comunicações protegidas por
encriptação de ponta a ponta, e outro, em preparação e com regime
permanente, que abrange todas as plataformas digitais. A crónica de
António Justo.
Em 2016 foram os russos, segundo os democratas. Em 2020 foram os chineses, segundo os republicanos. Mas o país que realmente interfere nas eleições americanas e tudo à volta não é a Rússia nem a China. E não é de agora. É desde o pós-guerra.
A decisão da ERC de multar os canais de televisão que passaram o filme
pró-vida de Miguel Milhão é totalitária. É o Estado a decidir, segundo
um ideário político, que ideias podem e não podem ser expressas em praça
pública. O protesto de Maria Helena Costa.
Os principais bancos norte-americanos registaram lucros recorde, apesar
da inflação persistente, das pressões económicas ligadas à guerra com o
Irão e do declínio do poder de compra das classes médias nos EUA.
A Europa, velha de séculos mas surpreendentemente imatura na sua
gerontocracia, julga rejuvenescer apostando apenas nas suas qualidades
guerreiras. É um equívoco trágico e profundamente irónico. A crónica de
António Justo.
The Odyssey begins by showing an African rapper with rasta in the role of a Greek poet. We Greeks are forced to watch our Greek history and culture being disgraced and mocked across the entire world. What is Nolan's real role in doing something like this instead of casting a… pic.twitter.com/07EIJdrGam
Um imigrante búlgaro foi condenado por agredir uma rapariga escocesa que
se tornou viral no ano passado, depois de ter sido filmada a brandir
uma faca e um machado para se defender. O vídeo resultou na sua
difamação por parte da imprensa corporativa e de políticos globalistas.
A arte do haiku: é a Parker que verseja, é o Beethoven que grita, é a
baía que cria. Tudo o que o poeta tem que fazer limita-se ao jornalismo.
Salvo seja.
No épico ensaio vídeo que deixo em baixo, Disparu diz tudo, mas mesmo tudo o que é preciso saber sobre a infame manobra a que Christopher Nolan sujeitou a obra de Homero.
Para além da iniquidade do casting e das aberrantes incorrecções históricas que implodem na cenografia (o guarda roupa é pobre ou implausível e um dos barcos usados no filme é uma reconstituição de um Drakkar, usado pelos vikings dois mil anos depois da era em que se desenvolve a acção da Odisseia); para além da cinematografia desleixada e do processo de banalização e desvalorização da linguagem (aparentemente, as "audiências modernas" são excessivamente estúpidas para suportarem uma tradução séria do grego homérico); para além de ser mais que evidente que existe no projecto de Nolan a clara intenção de destituir a obra dos seus mais elevados valores (e por acréscimo ou consequência, destituir a civilização ocidental das suas mais gloriosas referências); para além da eloquência de Disparu, que vale a pena apreciar (não é fácil fazer o que ele faz, assim espontaneamente, em vídeo), há que enfatizar o que o youtuber afirma no fim da sua assertiva dissertação, porque é mesmo necessário que toda a gente tenha consciência do que está aqui em causa.
Um dos eixos fundamentais na narrativa da Odisseia assenta na circunstância de que um grupo de aristocratas de Ítaca e de outras ilhas vizinhas ocupa literalmente a casa real de Ulisses, usando e abusando da mesa e da adega e dos criados, durante a sua prolongada ausência (20 anos - 10 de guerra, 10 de regresso), na expectativa de que um deles seja escolhido para usurpar o seu trono e desposar a sua mulher, Penélope, que tenta por todos os meios recusar avanços e protelar a decisão de declarar rei morto, rei posto. A pressão e a humilhação a que a rainha é submetida é imensa e insustentável, mas ela persiste na sua fidelidade ao marido, acreditando que ele está vivo e regressará a casa.
Quando enfim Ulisses regressa, apercebe-se da intrusão, do abuso, da arrogância e da deslealdade dos seus súbditos mais proeminentes e mata-os a todos.
Moral da história: sê fiel ao teu marido. Sê fiel ao teu legado. Sê fiel ao teu Rei. Modera a tua ambição. Modera a tua arrogância. Modera a tentação de desafiar os deuses e o destino e a ordem natural das coisas. Caso contrário, pagarás essa ousadia com a vida.
Ora, há aqui um paralelo arrepiante com o episódio Nolan.
Como um intruso, o cineasta, que também é um aristocrata (da oligarquia liberal), apodera-se indevidamente da obra de Homero (que vive ainda na cultura ocidental) para abusar dela, para se aproveitar dela, para distorcer e vilipendiar o seu legado, para fazer da epopeia o que bem entende na falsa consideração de que o texto original é letra morta, manifestando no processo toda a hubris de Hollywwod, e total deslealdade para com o imortal poeta. A traidora expectativa do súbdito é, também neste caso, substituir o amo, ao colocar-se como um revisor oficial da história, interpretando-a e recontando-a de tal forma que a faz irreconhecível, tomando assim os louros da autoria e massificando esse cunho corruptor.
É deprimente, mas nos tempos que correm, haverá mais gente no mundo que conhece a obra de Christopher Nolan do que a obra de Homero. Pior ainda: As massas contemporâneas vão conhecer a literatura do bardo eterno pela versão infame e conspurcada de um realizador que se consagrou ao filmar uma trilogia do Batman.
Mas neste caso, a moral da história é simetricamente inversa e muito pouco, ou nada, edificante: O traidor, o vilão, aquele que não modera a sua ambição nem a sua arrogância, aquele que é infiel à História, à Cultura, ao legado clássico da Civilização Helénica, é recompensado com fama e fortuna, glorificado pelas máquinas de propaganda, elevado ao patamar homérico, que usurpou.
O debate sobre a remigração obriga as sociedades europeias a
confrontarem uma questão decisiva: como conciliar controlo migratório,
coesão social, Estado de direito e respeito pela dignidade humana? A
análise de Francisco Henriques da Silva.
Tucker Carlson conversa com o jornalista independente Steve Baker, que
tentou escarafunchar na narrativa do 6 de Janeiro de 2021, tendo sido
por essa ousadia preso pelo FBI do regime Biden e perseguido activamente
pelo FBI do regime Trump.
Duvido que consiga chegar vivo (no sentido eleitoral do termo) a 2028 , mas que sei eu?
💥EPSTEIN COVER-UP BOMBSHELL: Vice President JD Vance Has Publicly Contradicted Trump & Stated On The Record That Jeffrey Epstein Worked For US & Israeli Intelligence!
Then— Vance Dropped Another Epstein Bombshell, Stating That The Admin "Absolutely Screwed Up The Comms On The… pic.twitter.com/0romVUv2X7
Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o
governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena
de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a
tratamentos irreversíveis de transição de género.
O rendimento dos residentes de Manchester caiu drasticamente enquanto
Andy Burnham, o próximo primeiro-ministro britânico, liderou o
município, facto que levanta preocupações sobre a sua capacidade para
resgatar a Grã-Bretanha da péssima situação económica em que se
encontra.
Estou a ver, pela primeira vez neste Mundial, um jogo do princípio e em directo. Meia-final Argentina-Inglaterra. Acabou agora a primeira parte. Devo ter visto para aí uns cinco minutos de jogo jogado. E porrada que ferve. E mais nada.
Enquanto grande parte dos portugueses se preparava para as férias, no
Parlamento Europeu aprovava-se, a coberto de uma manobra de bastidores, a
maior ameaça à privacidade digital dos últimos anos. A crónica de
António Justo.
Um novo estudo revelou que os americanos nascidos após a década de 50, e
principalmente depois de 1970, estão a apresentar taxas de mortalidade
mais elevadas devido a doenças cardíacas, cancro e overdoses,
sinalizando uma tendência preocupante na esperança média de vida.
O presidente norte-americano sugeriu, de forma estapafúrdia, que os EUA
começassem a cobrar uma taxa de 20% sobre toda a carga transportada pela
navegação mercantil no Estreito de Ormuz. Ou seja: depois de o ter
fechado, Trump quer que lhe paguem para o abrir.
Quem segue, mesmo que distraída e casualmente, a primeira competição automóvel da FIA já percebeu a controvérsia, mais que justificada, sobre as regras, a tecnologia e a lógica de corrida da época de 2026.
O primeiro facto que tem causado alguma perturbação nos fãs é que os carros mal precisam de ser conduzidos e ultrapassam-se loucamente em função do carregamento das baterias, mais do que como resultado de qualquer outra variável.
Para se ter uma ideia de como os pilotos são desvalorizados na F1 actual, este gráfico é precioso: Lewis Hamilton não trava uma vez durante todo o segmento mais rápido de Silverstone, que ainda assim tem 9 curvas e constitui 55% da extensão do circuito: são 3,2 quilómetros sem tocar no travão, num circuito com 5,9 quilómetros.
Actualmente, de cada vez que um F1 ultrapassa outro F1, várias coisas disparatadas podem acontecer. O ultrapassado volta a ultrapassar quem o ultrapassou, imediatamente, como se nada fosse; ou fica dramaticamente para trás como um carro de outra classe, numa corrida de resistência. O ultrapassante que agora vai rápido, será lento depois, quando a carga eléctrica acusar a ousadia do piloto, isto se entretanto a sua própria box não lhe destruir a corrida com uma decisão de categoria subsapiens (a Ferrari tem um manual sobre essa arte).
No meio desta conspiração de estúpidos, o espectador fica sempre sem saber se Leclerc ultrapassou Russel porque o piloto 'tem mais braço' (ou mais coração), porque tinha melhores pneus, um motor superior, melhor aerodinâmica, mais eficientes travões ou muito simplesmente porque o francês conduzia uma bateria feliz. Que daqui a nada será triste, quando o britânico que andou a poupar energia tiver electricidade para gastar à farta.
Como resultado, os carros são bem mais lentos, a orquestra sinfónica que traziam nos cilindros passou a quarteto de cordas e as corridas, um estranho caos de histerismo constante e aborrecimento terminal com 5 ultrapassagens por minuto, que são tudo menos orgânicas, num teatralizado jogo de faz de conta. Dá a sensação que até mesmo os pilotos que estão a ganhar grandes prémios convivem mal com o facto de saberem que é a gestão do artefacto híbrido, mais do que qualquer outra variável, que lhes garante os triunfos.
A diferença contemporânea entre a Fórmula 1 e a Fórmula E é que a fórmula 100% eléctrica sempre faz algum sentido.
Aquela que devia ser a modalidade mais emocionante e competitiva e espectacular da FIA transformou-se num exercício de poupança de energia, como um jogo didático para crianças, produto típico da propaganda regimental.
E sem necessidade nenhuma, porque as tecnologias de motorização híbrida funcionam lindamente e há muito tempo no WEC (mundial de resistência), por exemplo, e nem são novas na F1. O problema, claro, está nos regulamentos.
Mas para além das normas e da forma como condicionam a tecnologia e manipulam parvamente o espectáculo automobilístico, há algo insidioso e talvez até mais perturbador que está a acontecer com a modalidade, como muito bem nota o simracere também piloto profissional Jimmy Broadbent, no sensato e pertinente clip que deixo em baixo: Com a entrada da Netflix e a concomitante intrusão da cultura das celebridades no circo da F1, de que deriva também a obsessão pela criação de conteúdos, mediaticamente plastificados ao gosto de Hollywood e Silicon Valley, perdemos muito mais do que ganhamos.
Porque se é verdade, indiscutível, que a F1 ganhou audiências nos últimos dez anos, a qualidade do espectáculo desportivo tem regredido no quadrado desse expoente. E o ganho de audiências não significa necessariamente um ganho de fãs.
Como hoje acontece com o Futebol, boa parte do público que agora adere à F1 nem tem grande conhecimento do legado histórico e técnico da modalidade, ou paixão pelo automobilismo. Os media disseram-lhes para consumir o produto e as massas consomem-no, porque sim, porque é o que fazem para entreter o vazio de significado. E por causa do Brad Pitt.
Se acrescentarmos ao quadro as máscaras e os protocolos Covid e os joelhos no chão e o triunfo woke de 2020/2021, a crescente obsessão com a segurança (ignorando que a redução do risco implica simetricamente um deficit na recompensa) e a total ausência de carisma dos pilotos (com excepções, ainda que raras, como Fernando Alonso, Kimi Räikkönen ou Max Verstappen), percebemos que algo está putrefacto no reino da Liberty Media, a empresa norte-americana que para todos os efeitos é dona da F1 desde 2017, ou seja, precisamente a época de declínio de que estamos a falar.
À gauche : James Hunt, pilote de Formule 1 en 1976.
À droite : Lewis Hamilton, pilote de Formule 1 en 2026.
— Le Contemplateur (@LeContempIateur) June 8, 2026
Na verdade, e concluindo, aconteceu e está a acontecer com a F1 o que na verdade aconteceu e está a acontecer com tudo aquilo que já foi glorioso no Ocidente, no largo espectro que vai de Homero a Enzo Ferrari: as elites da classe Davos e as elites da classe Epstein tomaram conta e estragaram tudo.
Maria Helena Costa traz ao debate sobre a transição de género uma
questão central e urgente: existe uma categoria de “crianças
verdadeiramente trans” que justifique intervenções médicas precoces?
Aparentemente, os engenheiros americanos, que criaram Silicon Valley,
não estão agora à altura das exigências profissionais da Microsoft, que
os está a despedir por grosso, enquanto contrata avidamente imigrantes
para os substituir.
Não estou a engolir a história que nos estão a vender sobre a morte de Lindsey Graham. De todo. O que é absolutamente normal, porque sei o suficiente para nunca acreditar em qualquer narrativa que o Regime Pinóquio me tente enfiar pela goela a baixo.
E lanço já a minha teoria da conspiração baseada em facto nenhum específico, apenas no que sei hoje sobre a realidade política que vivemos: Durante a sua visita à Ucrânia, Lindsey foi envenenado pelos serviços secretos ucranianos ou pela Mossad, numa operação de falsa bandeira para levar a Casa Branca a intensificar o apoio a Kiev e/ou a guerra contra o Irão (fabricando a ideia que Moscovo ou Teerão estarão por trás do assassinato). Se já chegou morto aos EUA ou acabou por morrer em Washington é irrelevante, na verdade.
Esta suposta estratégia não está a resultar porque Donald Trump não parece estar a cair no engodo, por enquanto. E daí a mal amanhada rábula que o FBI está a vender: Lindsey Graham, que 16 horas antes da sua morte se passeava entusiasticamente na Ucrânia, com a energia luciferina do costume, a engendrar novas formas de matar pessoas e a pressionar meio mundo para que mais armas e mais dinheiro fossem entregues ao regime Zelensky, cai morto de repente no seu apartamento de Washington, durante a madrugada, com um ataque de coração.
Uma pergunta primeira: Graham vivia sozinho. Não tinha filhos nem mulher. Quem é que deu por ele morto e chamou o 115?
Mais: Se o congressista da Carolina do Sul morreu de causas naturais, porque é que o FBI tomou conta da ocorrência? E porque é que o cadáver foi autopsiado?
I’m sorry, but Lindsey Graham dying out of the blue like this doesn’t make any sense at all.
We have him on camera yesterday looking perfectly healthy.
🇺🇸🇺🇦 Rumors are flooding the web about the sudden death of Senator Lindsey Graham
According to some, the number one Senate supporter of Ukraine may have died on Ukrainian soil, and admitting it would shatter the entire war narrative.
🚨VIDEO: Pentagon Generals Believe Senator Lindsey Graham Was Killed In Kiev, Ukraine After Visiting A Drone Factory, According To Former CIA Counterterrorism Head Larry Johnson!
Alex Jones Breaks Down The Growing Possibility That The Official Story About Graham's Heart Attack… pic.twitter.com/YxXmjv8899
I’m now convinced @LindseyGrahamSC was killed in Ukraine by a Russian airstrike on a drone factory. Trump is covering it up so as to prevent himself from being in a position where he’d need to escalate...but cannot because he’s blown through all of our critical stockpiles in his…
Vladimir Putin: "I want the ordinary citizens of Western countries to hear me. The truth is that the problems you are facing today are the result of years of actions taken by the ruling elites in your own countries."pic.twitter.com/Vts2HpZ88V
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) July 13, 2026
Num recordista exercício de estupidez, que só aumenta o risco sobre a
sua própria vida, Donald Trump revelou ter deixado instruções para que
os EUA ataquem o Irão caso seja entretanto assassinado, oferecendo a
Telavive uma solução óbvia para exterminar o seu inimigo no Golfo.
Novos dados revelaram que os rapazes brancos da classe trabalhadora
estão a ficar para trás no sistema educativo britânico, tornando-os o
grupo mais desfavorecido do país. E isto surpreende alguém?
Como do outro lado da trincheira celebraram a morte de Charlie Kirk.
Quem segue este blog e/ou o ContraCultura com alguma regularidade sabe o que eu penso sobre o congressista republicano de Carolina do Sul (e quem não sabe: pensava o pior possível), mas não me parece moralmente aceitável celebrar o óbito seja de quem for. E enerva-me um bocadinho que aqueles que se mostram indignados quando niilistas e radicais do leninismo-globalismo contemporâneo festejam, despudoradamente, homicídios e falecimentos de adversários políticos, estejam agora a fazer exactamente a mesma coisa (até porque não sabemos ainda a causa da morte de Graham, que pode muito bem ter sido assassinado).
Até Alexander Dugin, que tem obrigação, como cristão ortodoxo, de saber melhor, entrou numa lógica de relativização moral.
O facto deixa-me um bocadinho triste, por acaso. Convinha que o meu lado da barricada percebesse que a sua força reside no plano moral, com sede no Ministério de Cristo.
Mas a barricada está na minha cabeça, claro. Na verdade, não há barricada nenhuma. Estamos todos cada vez mais isolados. Temos todos cada vez menos em comum.
Seja como for, Deus amava Lindsey Graham, por muito luciferino que ele fosse. É estranho que os cristãos não percebam isto.
Investigadores de inteligência artificial dos EUA e da China apelaram à
cooperação global neste sector tecnológico, temendo que o seu
desenvolvimento descontrolado possa levar a uma catástrofe inimaginável.
Acusado de receber apoios financeiros não declarados, o líder do Reform
UK afirmou que as investigações sobre os casos estavam a ser
instrumentalizadas politicamente e demitiu-se do cargo de deputado,
activando novas eleições no seu círculo eleitoral.