domingo, agosto 09, 2026

sábado, agosto 08, 2026

Não estamos zangados.

Não estamos zangados como devíamos.

Não estamos zangados como devíamos com o que aconteceu durante a pandemia, quando fomos tratados, em nome da ciência, como ratos de um laboratório conduzido por fascistas, nepotistas e aprendizes de feiticeiros.

Não estamos zangados como devíamos com a manipulação genética da humanidade, mascarada de  programa de vacinação.

Não estamos zangados como devíamos - e devíamos estar maximamente zangados - com o facto escarrapachado de, todos nós no Ocidente, sermos governados por pedófilos, canibais, satanistas, transhumanistas, escatologistas, sionistas, tiranos e sicofantas.

Não estamos zangados como devíamos com a carga tributária a que somos submetidos, que transformou as repúblicas em imparáveis e eficientíssimos sistemas de coacção, onde o cidadão serve o Estado, ao invés do Estado servir o cidadão. 

Não estamos zangados como devíamos com o meticuloso e abrangente empobrecimento a que as elites submetem as massas. 

Não estamos zangados como devíamos por sermos substituídos pela imigração, humilhados pelo entretenimento, doutrinados pela imprensa, censurados pelas tecnológicas, e mentidos, alienados e alucinados pelas máquinas de propaganda do regime leninista-globalista.

Não estamos zangados como devíamos com os sistemas de ensino, que lavam o cérebro dos nosso filhos com horas do conto LGBT, revisionismo histórico, marxismo salvífico e dogmatismo académico.

Não estamos zangados como devíamos com a paz que nos prometem e a guerra que nos impõem. 

Não estamos zangados como devíamos quando as repúblicas de que somos cidadãos fazem explodir escolas, pontes, fábricas, centrais eléctricas, áreas residenciais, cidades inteiras, num esforço genocida que não conhece limites éticos. 

Não estamos zangados como devíamos com o facto, que nos é oferecido como incontornável, de que a inteligência artificial vai destituir de função a maior parte da humanidade, já a seguir.

Não estamos zangados como devíamos por nos terem trocado o cristianismo por descontos de sexta-feira negra e as igrejas por estádios de futebol. 

Não, não estamos zangados como devíamos. 

Mas os nossos descendentes vão ficar zangados connosco, por dever de consciência, quando souberem desta era de trevas.




OpenAI suspende lançamento de novo modelo devido a repetidas “fugas”.

A OpenAI suspendeu a implementação de um novo modelo de IA depois de este ter demonstrado a capacidade de contornar as suas restrições de segurança e procurado continuamente formas de contornar as limitações, levantando preocupações sobre a segurança do sistema.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #191


Ceuta e o Teatro das Narrativas

Ceuta é o reflexo de um mundo onde as cortinas da geopolítica escondem palcos de miséria. E o rasto das pegadas na areia leva, inequivocamente, aos corredores do poder em Marrocos. A leitura de António Justo.


 


Distopia do Reino Unido: Imigrante afegão recebe pena leve por violar um jovem com deficiências cognitivas num parque público.

Um requerente de asilo afegão acusado de violação de um homem vulnerável em Leicester, Inglaterra, foi condenado a apenas seis anos de prisão. Cumprirá não mais que quatro. 


 

Embaixador da Ucrânia no Reino Unido e ex-líder militar das forças armadas ucranianas admite que o país “nunca fará parte da NATO”.

O embaixador da Ucrânia no Reino Unido e antigo chefe do estado maior das forças armadas ucranianas afirmou que o país “nunca” se juntará à NATO e criticou as capacidades militares e a doutrina da aliança atlântica.


 

 

A “supremacia da ignorância” ou a supremacia do Estado? Lula, o ensino doméstico e o eco de Kollontai.

Lula da Silva acha que a escola deve ser controlada e regulada pelo Estado. Mas a educação das crianças é um direito e um dever dos pais, que transcende os poderes da administração pública. A crónica de Maria Helena Costa.


 

sexta-feira, agosto 07, 2026

Todos os dedos nas feridas todas.

Tucker Carlson e a moral do Estado.

 

"If it's a crime to lie to the federal government, then it has to be a crime for the federal government to lie to you."

 

Não é propriamente uma novidade que o movimento MAGA foi esquartejado pela traição de Donald Trump ao seu mandato eleitoral, e que esse massacre abriu caminho para um terceiro partido que, apesar de ser fundacionalmente de inspiração conservadora, pode esticar a veia populista para nem sequer se preocupar com a ideologia, ou seja: namorar e captar, para além dos libertários, alguns populistas de esquerda, como Cenk Uygur, que faz neste post, algo surpreendentemente, propaganda dessa ideia. 


O que é notícia é o facto de Tucker Carlson ter apresentado, na quarta-feira, uma plataforma programática para o movimento que uns dias antes tinha sido oficialmente inaugurado em sua casa, com a presença de Thomas Massie, Marjorie Taylor Green e Joe Kent.

 

 

No preâmbulo do longo monólogo que deixamos na conclusão do texto, Tucker Carlson declarou como colapsado o actual sistema político americano, unipartidário, alheado dos interesses e das aspirações dos americanos e terminalmente condicionado pela inércia, pela corrupção e pelo despesismo, que conduz ao saque dos contribuintes.

Neste contexto, disse ele, a ruptura com o estabelecimento é inevitável e poderá ter múltiplas configurações e novos partidos políticos, já que os dois actuais são essencialmente idênticos e incapazes de defender os valores da federação e as aspirações dos seus cidadãos. 

O manifesto propriamente dito veio depois, quando apresentou 10 princípios orientadores sobre o que a América “deveria ser” (em certos casos, segundo Tucker, já foi), como base para qualquer sistema futuro mais representativo e mais construtivo da prosperidade da nação e dos nativos.

São eles, em síntese:

  1. Justiça: As mesmas regras devem valer para todos os cidadãos, independentemente da sua posição hierárquica na sociedade. Haverá que combater a impunidade dos poderosos e a promoção dos incompetentes, que ascendem através de esquemas normativos não orgânicos como as iniciativas DEI.
  2. Soberania: O governo federal dos EUA deve operar livre de qualquer influência externa e deixar de fazer a guerra em nome de países e interesses alheios. O governo federal deve também exercer a sua actividade de forma não corporativa, evitando a captura pelo sector privado. Para ser soberano um Estado não pode ser devedor como os Estados Unidos são devedores. A redução da dívida pública tem que ser uma prioridade.
  3. Produtividade: Reconstruir sectores estratégicos de criação de riqueza material, como a agricultura e a indústria, para contrariar a economia de carácter eminentemente financeiro, dominada por Wall Street, Silicon Valley e o complexo industrial e militar. 
  4. Beleza: Acabar com a fealdade deliberada das cidades (arquitectura brutalista, graffitis, consumo público de drogas e criminalidade). A beleza alimenta a alma e é essencial para a sobrevivência de uma sociedade.
  5. Saúde: Dar prioridade à saúde física e espiritual (Tucker apoia a agenda alimentar de RFK Jr.), promover a sobriedade e reduzir o uso massivo de opioides, cannabis e álcool.
  6. Honestidade: O Estado existe para servir os cidadãos, que o pagam e legitimam, e por isso deve ser transparente com quem serve. A maioria dos documentos classificados pelo Governo Federal e pelas suas agências de inteligência e segurança (incluindo assassinato de JFK e o 11 de Setembro) devem ser desclassificados. Há que punir políticos e burocratas que mentem aos cidadãos enquanto cumprem cargo público. Se é crime mentir ao governo, tem de ser crime o governo mentir ao povo.
  7. Optimismo: Pensar a longo prazo, com o foco nas crianças. Ter filhos é um imperativo biológico e civilizacional; elites idosas e sem filhos ignoram o futuro e, por isso, destratam o presente.
  8. Sabedoria: As escolas devem ensinar como o mundo físico realmente funciona e verdades imutáveis da natureza humana (incluindo, por exemplo, diferenças inatas entre homens e mulheres,), em vez de ministrarem programas ideológicos, trends tecnológicos, deambulações abstractas e todo o tipo de transformismos sobre a realidade.
  9. Decência: O Estado deve favorecer a humanidade (Carlson diz que deve ser "pro-human") e até é estranho ter que sublinhar isto: há que dar prioridade às pessoas sobre os sistemas, as corporações, as abstracções. Os EUA devem pedir desculpa e pagar restituições sempre que matam civis, nas guerras que têm travado e inventado por esse mundo fora, e deixar de financiar ditos "aliados"que cometem crimes de guerra e genocídio (Carlson dá o exemplo de Israel).
  10. União: Os Estados Unidos da América devem ser uma nação íntegra e um povo coeso, com identidade, sentido histórico e concordante com fundamentais princípios filosóficos e morais. A unidade e coesão social de um país nunca será possível quando é sujeito a políticas de imigração descontrolada. 

O jornalista concluiu a hora e meia de monólogo declarando ser sua convicção que estes princípios, a serem adoptados, permitiriam travar o movimento suicida/genocida do actual sistema político, devolvendo o país a um destino promissor e vibrante.

Aqueles que estavam à espera de mais sumo político ficaram desiludidos e Carlson não desmentiu nem confirmou, mesmo que subliminarmente, os rumores de que poderá ser ele, em representação deste movimento, o candidato às presidenciais de 2028. Há muita gente que preferia ver Thomas Massie nessa candidatura, deixando Tucker fazer aquilo que ele faz bem, que é levar o processo político a justo escrutínio e partilhar os resultados desse inquérito com as massas.

Além disso, Tucker é amigo de JD Vance e não lhe deve estar a apetecer muito o combate político, que é sempre brutal, com o actual vice-presidente, que será, provavelmente, o candidato do estabelecimento republicano nas próximas presidenciais.

Mas na verdade nem é esta pequena política que é importante na iniciativa do jornalista norte-americano. Até porque os dez mandamentos que Tucker enunciou residem num sítio que é anterior à ideologia: 90% da humanidade deve estar de acordo com a ideia de que qualquer Estado deve ser justo, deve ser honesto e transparente, deve agir segundo sólidos princípios morais, deve ser soberano e deve promover a prosperidade dos cidadãos, procurando mantê-los saudáveis e educando os seus filhos no sentido da criação de uma sociedade funcional, que veja o futuro com optimismo.

Quem, de esquerda ou de direita, no perfeito domínio das suas capacidades intelectuais, é que não assina por baixo? 

Não por acaso, o ponto 10 do manifesto exalta a união nacional. É que todo o programa procura ter um carácter universal, que funcione, como foi sugerido no início deste texto, com mais gente do que apenas a metade exasperada do eleitorado de Donald Trump. 

Porque se este movimento não escapar ao estrito âmbito da direita americana, tudo o que fará será dividi-la e estender a passadeira para os democratas reduzirem definitivamente a federação a cinzas (trabalho que de qualquer forma já está a ser entusiasticamente cumprido por Donald Trump).

Tucker sabe que tem que trazer muita gente do outro lado, para o seu lado. Sabe que a maior parte dos americanos concorda que o Estado tem que ter uma razão moral e que o Governo Federal dos EUA tem que ser decente. 

Desviando o debate político para o campo ético, talvez seja possível, na universalidade destes pressupostos, criar uma plataforma abrangente.

Ou talvez não. 
 

quinta-feira, agosto 06, 2026


Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #190

Baron Trump tem uma excelente oportunidade de negócio para te vender.

 A 100.000 dólares por mês, uma pechincha :P 

Uma boa notícia. Mas há um problema.

Uma comissão do Senado votou para considerar que Fauci desobedeceu à autoridade do Congresso ao invocar a Quinta Emenda mais de cem vezes e recusando-se a responder a qualquer pergunta na audiência a que foi chamado, na semana passada. O problema é que este voto da comissão tem que ser confirmado pelo Senado, e o Departamento de Justiça de Trump, que poderá ter depois a faca e o queijo na mão, vai ignorar completamente esta resolução e recusar-se a processar o sinistro animal.

Vale uma aposta?

O Reino Unido é uma causa perdida.


A Estratégia seguida no terreno: guetos e o limiar dos 10%.

O Islão na Europa, Parte III: A Europa precisa de acordar do seu torpor e compreender que a sua sobrevivência cultural passa pela recuperação da ligação à terra e a consciência da sua própria identidade, sem a qual se tornará mero território arável para projectos alheios. O ensaio tripartido de António Justo.


 

 


Funcionário público espanhol demitido por divulgar os números reais sobre invasão migratória de Ceuta.

Um funcionário público foi demitido após publicar dados exactos sobre a invasão do enclave espanhol, decisão que levantou críticas sobre o comportamento do governo, que está a evitar o apuramento de responsabilidades entre os quadros políticos da administração central.


 

Agentes de IA da Anthropic invadem sistemas de várias empresas durante testes.

Os modelos de IA da Anthropic, incluindo o Claude, invadiram os sistemas de três organizações durante os testes, levantando sérias preocupações sobre a segurança da IA ​​e a eficácia das medidas de contenção implementadas laboratorialmente pelas tecnológicas de Silicon Valley.


 


 


Até custa a acreditar.

A Casa Branca e o Congresso acabam de nomear para directora do CDC Erica Schwartz, a "rainha dos mandatos de vacinação" durante a pandemia, e uma das principais promotoras da ideia que as terapias genéticas mRNA eram "seguras e eficazes".

Se esta vergonhosa nomeação não constitui prova do poder totalitários do unipartido de Washington, não sei que outra evidência material possa fornecer à gentil audiência.

quarta-feira, agosto 05, 2026


Contado ninguém acredita: Tecnológicas de Silicon Valley estão a comprar livros raros por atacado, para depois os destruírem no processo de digitalização.

Para alimentar os centros de dados que servem os seus sistemas de IA, as tecnológicas de Silicon Valley estão a comprar livros raros em quantidades industriais, para depois os destruírem no processo de digitalização, num atentado terrorista contra o legado da humanidade.


 


Mundo ao contrário: Guarda fronteiriça de Marrocos recebe à pedrada e à cacetada compatriotas que regressam de Ceuta.

Parece que os poucos marroquinos que estão a regressar de Ceuta são recebidos pela polícia do seu país como invasores, e tratados à pedrada, literalmente. Surrealista, não é?


 


Cinco meses de guerra no Golfo e… EUA estão a ficar sem mísseis.

O Pentágono esgotou grande parte do seu stock global de mísseis de precisão de longo alcance, tanto como de projécteis de intercepção, após 5 meses de operações contra o Irão. O facto levanta justo cepticismo sobre a prontidão militar dos EUA para conflitos com potências globais.


 

Vergonha.

Thanks.

A importância de ser consciente da História.

Esta conversa entre Darryl Cooper e Tucker Carlson é interessante nos 360 graus do seu vasto âmbito, e debate assuntos prementes da actualidade como a guerra no Golfo e a invasão de Ceuta, mas Cooper defende uma linha de raciocínio, que repete várias vezes ao longo do podcast, que me parece deveras interessante e digna de destaque: o quão importante é para a sobrevivência, permanência e redenção dos povos que saibam "viver historicamente", ou seja, que sejam conscientes de que são herdeiros de uma cultura, de uma língua, de uma religião, de uma filosofia política - um complexo de valores e um roteiro civilizacional que foi levantado com sacrifício de gerações sobre gerações, ao longo dos séculos. 

Se não soubermos quem fomos, não sabemos quem somos. Se não honrarmos os nossos antepassados, não merecemos o seu legado. 

A sagração desse pretérito percurso é também garantia de que as nações poderão resistir aos mais espúrios e sinistros impulsos do liberal-globalismo que nos dias que correm infecta com virulência ameaçadora a saúde das sociedades.

Boas notícias: Em apenas um ano, meio milhão de famílias cancelaram a licença de TV que financia a BBC.

Um novo relatório revelou que a BBC está sob crescente pressão financeira devido à queda nas subscrições da licença que financia a estação pública de propaganda, à medida que o público britânico procura cada vez mais outras fontes de notícias e entretenimento.


 

O que une o Islão e divide a Europa: língua ritual e antropologia.

O Islão na Europa - Parte II: Um factor negligenciado no debate sobre a coesão social é o elemento linguístico e ritual. Enquanto a Igreja Católica optou por abandonar o latim na liturgia, o Islão manteve o árabe como língua litúrgica comum. Um ensaio tripartido de António Justo.


 

Alguém censurou o parágrafo de Mar-a-Lago. Ninguém diz quem.

Enquanto o Departamento de Justiça norte-americano continua a ocultar, a censurar e a manipular os ficheiros Epstein, Marcos Paulo Candeloro continua a investigar o caso, que não devemos permitir que caia no esquecimento ou que se dilua no ruído mediático quotidiano.


 

Devemos ter medo de Peter Thiel.


 

"A minha tese especulativa é que, se o Anticristo chegasse ao poder, seria a falar do Armagedão o tempo todo."

 

Reparem bem: foi Peter Thiel que disse isto. 

O mesmo Peter Thiel que está constantemente a falar do Anticristo e do Armagedão. 

O mesmo Peter Thiel que capitalizou a famosa start up de Zuckerberg, em 2004. O mesmo Peter Thiel que foi CEO do servidor de transações PayPal, empresa que durante a pandemia negou o serviço a milhares de utilizadores, por crimes de opinião. O mesmo Peter Thiel que colocou JD Vance no cargo de vice-presidente dos Estados Unidos da América, recrutando-o ainda quando frequentava a faculdade e financiando desde aí todo o seu percurso político. O mesmo Peter Thiel que fundou, literalmente em sociedade com a CIA, a Palantir, entidade dantesca que se dedica infatigavelmente a usar as tecnologias de IA e o hardware de vigilância instalado a nível global para cometer crimes contra a humanidade, como o genocídio em Gaza ou o controlo totalitário das massas pela propaganda, a desinformação e a alucinação.   

O mesmo Peter Thiel que hesitou e emudeceu quando um jornalista britânico lhe perguntou se, em última análise, ele desejava que a humanidade sobrevivesse e prosperasse à escatologia que gosta de profetizar nas suas íntimas conferências com outros elitistas da pior espécie, tanto como nos amplos palcos mediáticos que tem ao seu dispor.

O mesmo Peter Thiel cujo nome surge mais de 2.200 vezes na parte dos ficheiros Epstein que vieram a público.

A Besta, na citação em cima, está basicamente a assumir a profissão de cinzas. 

E não acontece nada. Não há multidões na rua, nem jornalistas espertos, nem cristãos em pânico, nem nada. Isto é perfeitamente normal. Não há nada para ver aqui.  

A minha ideia de Deus, pelo que conheço das palavras que nos evangelhos são atribuídas a Jesus, não compagina com anticristos. Mas dou por mim a quase acreditar que Peter Thiel é um.

Os senhores do universo do eixo Silicon Valley-Wall Street-Telavive já não precisam de mentir e deixam agora cair as máscaras, porque já perceberam que usufruem de total imunidade quando assumem publicamente o seu real perfil e as suas verdadeiras intenções.  

Fauci invoca a Quinta Emenda com todo o desplante do aldrabão nepotista que é. Trump fala da queda de civilizações no Médio Oriente, aos eleitores a quem prometeu a paz, com toda a desfaçatez de quem se julga a salvo de qualquer juízo que transcenda a Sala Oval. Alex Karp, o luciferino CEO da Palantir, gaba-se de tanta gente que o seu software pode matar - e mata! Netanyahu promete todos os dias mais matança, contando com a servitude da Casa Branca e a passividade dos povos. Kaja Callas inventa toda uma II Guerra Mundial alternativa para que a História cumpra com a sua narrativa psicopata. Em Davos informam-nos claramente que vamos ser destituídos do direito à propriedade. Em Bruxelas e em Londres criminalizam abertamente, com entusiasmo publicista, todo o discurso que divirja da propaganda regimental. Em Paris, o Chefe do Estado Maior proclama que os franceses devem estar psicologicamente preparados para que os seus filhos morram nas trincheiras de uma guerra que deve ser feita à Rússia, sem que lhes seja sequer anunciada uma razão moral para esse sacrifício. Na Califórnia destroem toneladas de livros raros, para alimentar os algoritmos de IA. Em Washington vão fundir as forças armadas norte-americanas com as IDF sionistas - às claras e como se a junção fosse um assunto de tal forma trivial que até foi enfiado num pacote legislativo tão diverso como a cidade de Nova Iorque, insone urbe onde Mandani quer identificar os consumidores na mercearia, mas acha que é racista pedir o mesmo aos eleitores, na urna de voto.

O que é que esta gente precisa de dizer e fazer mais, para que as massas comecem pelo menos a sentir medo? 

Não é pedir muito. Não estou à espera de revoluções. Mas será que estamos todos de tal forma anestesiados que já nem medo conseguimos sentir? De tal forma alienados que nem o perigo detectamos?

É firme opinião deste vosso redactor que, dada a turba satânica que detém o poder e - na maior parte dos casos - o monopólio da violência, toda a gente devia viver realmente assustada.

E confesso: Peter Thiel assusta-me deveras. 

Não consigo entender como é que um cristão pode viver bem com isto, sinceramente.

segunda-feira, agosto 03, 2026

A natureza do desafio: política camuflada de religião.

O Islão na Europa - Parte I: O Islão não é apenas uma religião no sentido ocidental do termo - um espaço privado de crença separado da esfera política. O Islão é, sobretudo, um projecto político e jurídico camuflado de religiosidade. Um ensaio tripartido de António Justo.


 

Mestrado de drifting, no Nurburgring.

Anos 80. Stephan Rozer pega num Porsche 911 CTR Yellow Bird preparado pela lendária RUF e decide-se a duas consecutivas tentativas de suicídio no Inferno Verde. 

São 469 cavalos para 1200 quilos, sem electrónica e com um twinturbo que demora uma eternidade a disparar mas quando dispara é para ficares com as costas no banco de trás. 

Sem capacete, sem luvas e nem sei se o homem tinha o cinto de segurança apertado. É só mãozinhas e tomates. 

Nas curvas para a direita, Rozer vira mais para a esquerda, e vice-versa, num incrível trabalho de contrabrecagem e domínio absoluto da besta, mesmo quando a besta passa metade do tempo inclinada para o lado errado da estrada. 

Verdadeiramente impressionante, esta merda, poça...  


A Crise de Ceuta e a Vulnerabilidade Estratégica da Península Ibérica

A crise migratória em Ceuta transcende a dimensão de uma emergência humanitária, configurando-se como uma operação de pressão assimétrica e um desafio à soberania espanhola e à integridade das fronteiras da União Europeia. A análise de Francisco Henriques da Silva.


 


RFK Jr. acusa Fauci de ocultar problema de saúde que sofreu em consequência de ter sido vacinado contra a COVID-19.

Robert F. Kennedy Jr. afirmou que  Anthony Fauci lidou em privado com um problema de saúde relacionado com a vacinação contra a Covid, tentando esconder o facto, enquanto promovia o programa de terapia genética mRNA publicamente.