segunda-feira, abril 20, 2026

Porque é que há tantos americanos a torcerem contra a América?


WTF?!?!?!?

Na Europa, não merecemos sequer tiranos competentes.


Ainda há alguém que lhe dê crédito? Trump declara reabertura do Estreito de Ormuz e “proíbe” Israel de bombardear o Líbano.

Em mais um exercício transformista sobre a realidade, o presidente norte-americano Donald J. Trump afirmou na sexta-feira que o Estreito de Ormuz teria sido reaberto e que Israel estava "proibido" de bombardear o Líbano, onde foi declarado um cessar-fogo pelos EUA.


 


 

Google está a alterar as manchetes de notícias, à revelia dos órgãos de comunicação social.

A Google está a gerar nova controvérsia depois de ter começado a testar uma funcionalidade que reescreve os títulos dos artigos da imprensa sem pedir permissão ou sequer notificar os editores.


 

Sai Orbán, entra Radev.

Na Bulgária, Rumen Radev, um populista/nacionalista, ganhou as legislativas com maioria absoluta. 

- Bruxelas, tens alguma coisa nas costas?
- Não.
- Então toma lá esta marreca.


Steven Garcia é o décimo funcionário do governo americano ligado a tecnologias secretas que desaparece em circunstâncias misteriosas.

Mais um funcionário de alto nível do governo federal norte-americano, com conhecimento profundo do programa de armas nucleares dos EUA, desapareceu sem deixar rasto. É o décimo indivíduo ligado a segredos tecnológicos a desaparecer ou morrer recentemente.


 

Yes, he is indeed.

Aos Sessenta, a Mentira se Aposenta

A velhice é a guerra civil da existência, mas chegar aos sessenta anos não é o começo da decadência. É o fim do teatro. Uma ode de Walter Biancardine.


 


Giorgia Meloni suspende pacto de defesa com Israel. Acto contínuo: Donald Trump diz que está “desiludido” com ela.

Logo depois de Giorgia Meloni anunciar a suspensão da renovação automática de um antigo acordo de defesa com Israel, Donald Trump manifestou desapontamento com a primeira-ministra italiana. Uma coincidência. Não há nada para ver aqui.


 

Regime Trump lança plataforma global de liberdade de expressão para combater a censura.

O Departamento de Estado norte-americano está a lançar o Freedom.gov, uma aplicação que pretende fornecer aos utilizadores de todo o mundo o acesso a conteúdos censurados por regimes totalitários como os que vigoram no Reino Unido e na União Europeia.


 

Cuba: o próximo desastre.

Parece que Cuba, fragilizada pela rendição da Venezuela e pressionada pelo Regime Epstein, escolheu a dissidência e está a contar com o apoio russo para ultrapassar o bloqueio americano. Ou seja: depois de resolvida, mesmo que mal resolvida seja, a crise do Golfo, vamos ter uma versão 2.0 da crise dos mísseis de 1962.

E considerando o estado mental de Donald Trump e os poderes luciferinos que reinam agora em Washington, há muito para recear em relação a este cenário.

Os dois alexandres do The Duran comentam a opção do governo cubano e as suas consequências a curto e médio prazo.

Ex-toxicologista da Pfizer afirma que vacina mRNA pode ter assassinado 60.000 pessoas só na Alemanha, Elon Musk diz que terapia genética quase o matou.

A propósito de recentes e bombásticas declarações que o Dr. Helmut Sterz fez no Bundestag, Elon Musk revelou que sofreu uma reacção grave após a segunda dose da vacina contra a COVID-19, descrevendo-a como uma sensação de “estar perto da morte”.


 

Nós, os que fomos enganados, já estamos por tudo.

E, às tantas...

 
É difícil de acreditar que esta foi uma falsa bandeira (que até acabou por matar um apoiante de Trump que estava no comício), mas não há outra explicação plausível para o encobrimento.

Quero dizer, haver, há. Mas ainda é pior que a tese de um atentado teatralizado: a de que Israel está por trás da tentativa de assassinato de Trump e que Trump, ainda assim, a encobriu. E que Trump, ainda assim, pactuou com Israel, como tem pactuado.

As duas hipóteses (não há outras), são absolutamente infernais. 

Milagre económico do Regime Epstein: Crescimento do PIB americano no último trimestre de 2025 foi 2,3% abaixo do esperado.

O Departamento de Análise Económica do governo federal americano reviu a sua projecção de crescimento do PIB dos EUA para o último trimestre de 2025 de uns iniciais 2,8% para 0,5%. A economia americana cresceu no ano passado menos de metade do que a economia chinesa.


 

Depois de derrota de Orbán, von der Leyen age rapidamente para abolir o poder de veto das nações e instituir votação por “maioria qualificada”.

Logo após a vitória de Péter Magyar na Hungria, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a UE precisa de trabalhar para eliminar o poder de veto dos Estados-membros. Há que sujeitar tudo e todos à tirania de Bruxelas.


 

sexta-feira, abril 17, 2026

O Evangelho de Tarantino.

A sério que o Presidente dos Estados Unidos da América não tem

 nada melhor que fazer?
 

O primeiro passo para a tirania digital:

 Vem mascarado, claro, como uma forma de "proteger as crianças das ameaças online."


Nem sei o que pensar de Péter Magyar.


Neste vídeo, o futuro primeiro-ministro húngaro Péter Magyar está a ser entrevistado pela estação de televisão pública húngara, M1, que funcionava em favor do aparelho governamental de Viktor Orbán, quando aproveita para informar a entrevistadora que, quando chegar ao poder, vai suspender imediatamente os serviços noticiosos até que a estação volte a ser “objectiva, imparcial e de serviço público”, comparando o trabalho dos actuais jornalistas à propaganda de Goebbels ou da Coreia do Norte.
 

 
Como já tantas vezes afirmei, não nutro simpatia por políticos que aspiram a césares, sejam eles globalistas ou populistas, e fechar a imprensa de que não se gosta é sempre um acto eticamente complicado, em democracia, mesmo considerando a imprensa bandida que temos hoje no Ocidente.

Por outro lado, percebe-se que Magyar procure substituir o aparelho de propaganda de Orbán, pelo seu próprio aparelho de propaganda, dado que se trata de um organismo público e considerando as regras do jogo na Hungria. Afinal, ele próprio tinha sido banido por esta estação de televisão. 

E não deixa de ser interessante que o homem não tenha problema nenhum em assumir publicamente essa cirurgia.

O que deveras me preocupa aqui, é que Magyar decaia rapidamente para o centrismo totalitário que reina na Europa e - com a enorme votação que teve e que lhe permite até alterações à constituição do país -  instaure uma ditadura globalista cuja praxis seja depois seguida pelos seus congéneres europeus (que de qualquer forma já têm por diversas vezes ensaiado métodos despóticos com a imprensa de que não gostam, principalmente na Alemanha). 

Até agora, as suas declarações não vão bem nesse sentido. Parece ser um feroz defensor das fronteiras da Hungria, um firme adversário da imigração descontrolada e, de todo em todo, um nativista. Parece também não estar muito interessado em hostilizar a Rússia nem em amar cegamente o regime Zelensky e eu diria que, à primeira impressão, não me convence como um político com queda para ideologias woke ou um entusiasta da doutrinação LGBT.


Mas partilha com Bruxelas o histerismo climático e, pelos vistos, a tendência para o autoritarismo elitista. Às vezes dá-me a sensação que é mais um progressista do que um conservador e assusta-me o facto de Macron gostar tanto dele (como também Merz, e Starmer). Mais a mais, precisa dos 30 biliões de euros que a Comissão Europeia congelou como medida de repressão sobre a dissidência de Viktor Orbán.

E isso preocupa-me. Porque admiro os húngaros e porque a Hungria é um país chave para o futuro da Europa, em termos ideológicos e civilizacionais.

Muito se joga agora, no caminho que Magyar seguir.


quinta-feira, abril 16, 2026

O Arco do Triunfo Nenhum.

Considerando que os Estados Unidos da América não ganham uma guerra desde 1945, apesar de se terem enfiado em inúmeras entretanto, este Arco do Triunfo é um bocadinho enigmático, apesar da justificação, desadequada, dos 250 anos de existência da federação.

Talvez se refira ao triunfo da classe Epstein?  Ou ao Triunfo das Trevas (que vai dar no mesmo)?

A vitória de Péter Magyar na Hungria: Será preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma?

A derrota de Viktor Orbán pode ser interpretada como o fim de um ciclo político e a abertura de um novo, marcado pela recomposição do campo conservador húngaro, mais próximo da UE. Mas será que estamos perante mudanças de fundo? A análise de Francisco Henriques da Silva.


 

O Péter Magyar está de facto a dar bons sinais...

Como o embaixador Francisco Henriques da Silva refere no seu artigo de hoje no Contra, Bruxelas é capaz de ter uma desilusão com o próximo primeiro-ministro húngaro. Reparem bem nestas declarações:


A ver vamos se a suspeita se confirma.


Espanha de pesadelo: Jovem vítima de violação colectiva por imigrantes é submetida a eutanásia, contra a vontade do seu pai.

Noelia Castillo Ramos, de 25 anos, foi sujeita a eutanásia depois de uma tentativa de suicídio em consequência de ter sido violada por imigrantes ilegais. Santiago Abascal, líder do VOX, está carregado de razão: "A Espanha de Sánchez é um filme de terror".


 

Trump publica imagem em que se faz representar como Jesus Cristo curando os doentes. A seguir arrepende-se e mente com quantos dentes tem.

Somando mais um desvario que deixa meio mundo a pensar que enlouqueceu de vez, Donald J. Trump publicou no Truth Social uma ilustração que o representava como Jesus Cristo. Depois arrependeu-se, apagou o post e decidiu mentir sobre o assunto, com flagrante desfaçatez.


 

terça-feira, abril 14, 2026

Melania Vs. Donald ou como o suicidado Epstein ainda é capaz de destruir casamentos.

Mesmo depois de ter sido suicidado, Jeffrey Epstein ainda mantém a sua actividade de cinzas e está a contribuir activamente para a destruição de um casamento com importante dimensão institucional e que, até aqui, parecia relativamente sólido.


 

O jardim está a compaginar completamente com a Primavera.

Uns estrados de pinho, algum cuidado e a chegada da Primavera transformaram o nosso pequeno jardim num sítio simpático, apesar de ainda se tratar de um work in progress. Para já, o Álvaro e a Ofélia parecem ter aprovado a coisa.



Uma hipótese plausível: Negociações no Paquistão podem ter sido uma artimanha do Regime Epstein para ganhar tempo antes de ataque massivo contra o Irão.

Há boas razões para suspeitar que Washington usou o cessar-fogo e as negociações em Islamabad para ganhar tempo e posicionar grandes contingentes de fuzileiros e unidades aerotransportadas no Golfo Pérsico.


 

De certeza absoluta.


China apresenta ao mundo “matilha” de robôs armados com metralhadoras e “cérebro colectivo”.

China divulgou as primeiras imagens dos seus “lobos robôs” em combate urbano simulado, armados com metralhadoras e afinados para causar carnificina em campos de batalha reais.


 

Um Ocidente irredimível.

Aconteça o que acontecer, com o Estreito de Ormuz aberto ou fechado, com a gasolina mais barata ou mais cara, com mais ou menos colégios de raparigas a serem rebentados no Irão, com mais ou menos horrores inomináveis perpetrados em Gaza e no Líbano, não nos livramos do inferno.



"Quando chegarmos às eleições intercalares os preços do petróleo

podem ser mais baixos ou mais altos, não sei, as eleições são quando, em Novembro? Mas isto vai ser rápido ou se calhar não, se calhar vai levar uns anos, sei lá, e será que quero saber?" 

 
Queres saber sim, imbecil, porque corres o risco de te espetares de tal forma nas intercalares que serás - em boa hora - destituído pelo Congresso, pá.

O bloqueio para desbloquear o bloqueio foi bloqueado.

Há quem diga que a estapafúrdia ordem de Trump para bloquear o Estreito de Ormuz pode conduzir a um conflito directo com a China, mas a minha convicão é que a marinha norte-americana vai desobedecer pontual e estrategicamente ao mandato tresloucado do seu comandante em chefe, ou seja: vai deixar passar os navios chineses (como os russos, os indianos e os paquistaneses também), porque não há almirante do Pentágono com tomates para arranjar agora grandes confusões no Golfo Pérsico e no Mar Arábico e assumir a responsabilidade por escaramuças ou combates sérios com a frota de uma potência militar como a de Beijing. 


E é como diz Scott Ritter, num dos tweets que coloco em baixo: se os jurássicos navios americanos nem conseguem combater com efectividade a frota de lanchas rápidas iranianas, como é que vão fazer frente àquela que é, em número de embarcações, a maior marinha de guerra do mundo?

A decisão do presidente americano vai acabar por ter o mesmo resultado que todas as suas outras decisões relativas à guerra com o Irão: a total humilhação das forças militares americanas no teatro das operações e o vexame circense da Casa Branca perante a plateia global.

Tarda nada vais ficar fechadinho em casa com 4 horas de luz eléctrica por dia.

A resposta de Bruxelas para a crise energética é... Usem menos energia. E a seguir será: estão proibidos de usar energia. É mais que certo.

Mais ensinamentos de Don Tzu.

segunda-feira, abril 13, 2026

Já agora, aproveitamos para fechar a tirania num ciclo vicioso de poder e corrupção.

Chefe do Estado Maior britânico quer preparar as forças armadas, a polícia, os hospitais e a indústria para a guerra.Mas contra quem?

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas britânicas, Sir Richard Knighton, afirmou na sexta-feira passada que o Reino Unido tem que se preparar para "a transição para a guerra". Mas será mesmo a Rússia o inimigo que Knighton tem em mente nestas declarações?