para ficarmos certos de que se trata de uma psyop. O orquestral e orquestrado uníssono de Trump, Obama, e Spielberg, o coro afinado do Congresso e do Pentágono e da imprensa corporativa; o regime Epstein em peso a condicionar a opinião pública no sentido dos "extraterrestres"....
Não há extraterrestres nenhuns.
A única verdade é a de Jesus Cristo.
E é essa verdade que eles querem exterminar.
Obama visited the set of Spielberg’s Disclosure Day.
Trump just called the UFO file drops “extraterrestrial” information.
Spielberg is releasing a movie literally about disclosure.
Num desassombrado podcast, Baron Coleman faz a necessária análise
critica sobre a manobra espiritual a que estamos a ser sujeitos pelas
elites demoníacas que regem o Ocidente e aponta um caminho para a
dissidência cristã.
O quadro internacional regista actualmente uma transição cinética,
abandonando a ordem unipolar outrora garantida pela hegemonia dos EUA
para ingressar num cenário de agressiva fragmentação sistémica. A
análise de Francisco Henriques da Silva.
Parece coisa de novela de Dan Brown, mas o cofundador da Anthropic foi
ao Vaticano, sentou-se diante do Papa e de uma sala cheia de cardeais e
contou-lhes que a sua equipa continua a registar fenómenos "misteriosos,
até mesmo perturbadores" nos seus modelos de IA.
Nas últimas décadas, o debate em torno do aborto tendeu a fechar-se em
posições extremas e simplificações mediáticas. É precisamente para
romper com essa superficialidade que Maria Helena Costa publicou
"Genocídio Silencioso".
Sam Altman vê "um futuro em que a inteligência é um serviço, como a eletricidade ou a água", e as pessoas vão comprar esse serviço à Open AI, claro.
O que ele está a dizer, na verdade, é que um indivíduo que não compre unidades de IA às grandes corporações tecnológicas não será "inteligente". Não será funcional no mercado de trabalho. Não será cool entre os amigos. Não será reconhecido socialmente. Não será bem sucedido materialmente. A inteligência, e tudo o que dela advém, passa a mercadoria. E a mercadoria será sempre um bem escasso, pelo que oneroso, pelo que uma boa parte da humanidade não será "inteligente".
Uma definição de inferno, sob o alto patrocínio de Silicon Valley.
SAM ALTMAN: “WE SEE A FUTURE WHERE INTELLIGENCE IS A UTILITY, LIKE ELECTRICITY OR WATER, AND PEOPLE BUY IT FROM US ON A METER.” pic.twitter.com/AXnZ9zh0Ro
O automóvel, que já foi um símbolo da liberdade e independência, está a
transformar-se rapidamente numa jaula de alta tecnologia que observa
todos os movimentos do condutor e pode anular as suas decisões arbitrariamente.
O seu carro vai deixar de ser seu.
Noam Chomsky passou mais de meio século como o grande activo simbólico
da esquerda pós-moderna global. Um professor convertido em marca, um
nome convertido em selo de pureza. Até que o seu nome apareceu em 3.800
emails dos ficheiros Epstein. A crónica de Marcos Paulo Candeloro.
Dries has just been convicted again: This time for speaking the truth about the disastrous consequences of mass migration.
The most insane part is that the Belgian court even admitted Dries spoke the truth, as what he said was factual, but deems it a crime because it could… https://t.co/GkBEKlhtRb
A Ferrari decidiu seguir o exemplo suicida da Jaguar, e construiu um eléctrico gay, desenhado por uns rapazinhos da Apple, que é tudo menos um Ferrari. Não mostro o resultado, que é obsceno. Mostro um dos muitos memes, que é delicioso (principalmente para a malta como eu que trabalha com um rato Apple wireless que foi tão bem pensado e desenhado que tem que ficar inactivo, de pernas para o ar, enquanto é carregado).
O assunto merecerá um texto mais substantivo, a curto prazo. Por enquanto, e para se aperceberem da reacção da malta a esta abominação, aconselho-vos a visitarem os comentários ao post de lançamento do modelo, aqui. Não vão dar o tempo por perdido.
O post em causa tem, no momento em que escrevo estas linhas, 575 gostos (!) e milhares de memes.
Persistindo no seu percurso errático, Donald Trump anunciou progressos
nas negociações com o Irão, para logo depois interromper o cessar-fogo
que ele próprio decretou e bombardear alvos das forças militares
islâmicas.
Não tem como florear: todo mundo já levou. Seja em sumiços disfarçados
ou nos definitivos “suma daqui”, o fato é que nenhuma bunda morre
virgem. E a dor é igual. Pra todos, democraticamente. Ou nunca houve
amor. A crónica de Walter Biancardine.
O Ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, reagiu com a característica pesporrência do aparelho sionista quando questionado sobre o potencial acordo de paz entre Washington e Teerão, deixando bem claro que Telavive, e não a Casa Branca, decidirá os próximos passos e declarando que nenhum acordo com o Irão avançará a menos que Israel o aprove pessoalmente.
"Não permitiremos que isso aconteça (...) Um mau acordo para o Estado de Israel pode prejudicar vidas humanas".
Sim, prejudicará as vidas humanas que constituem o executivo de Banjamin Netanyahu e rigorosamente mais ninguém.
Israeli National Security Minister Itamar Ben-Gvir went ballistic when pressed about President Trump’s potential peace deal with Iran.
He made it crystal clear that Israel, not Washington, will decide what happens next, declaring that no deal with Iran will move forward unless… pic.twitter.com/jMl1gKHB3K
E ainda há gente que duvida da servidão de Donald Trump em relação aos interesses israelitas (seja por chantagem, seja por outra razão qualquer). Que outro chefe de estado norte-americano assistiria passivamente à constante desautorização por parte do governo de um pequeno país no Médio-Oriente?
O Instituto Nacional de Estudos Demográficos francês constatou que um
terço da população francesa tem uma ligação directa com a imigração e
que os imigrantes não europeus mantêm fortes identidades étnicas e
religiosas ao longo das gerações, que dificultam a assimilação.
🇺🇲 US Secretary of State Marco Rubio arrived in Delhi and asked, "Where is everyone?" At the airport, he was only greeted by the commander of his own plane, and not a single Indian government official came to meet him. pic.twitter.com/SbziHUXlWE
— Sprinter Press Agency (@SprinterPress) May 26, 2026
Em retaliação ao bombardeamento de um dormitório universitário em
Starobilsk, que matou 18 estudantes, a Rússia utilizou mísseis
hipersónicos Oreshnik naquele que está a ser classificado com o maior
ataque balístico na região de Kiev desde o início da guerra.
Acusações de abusos sexuais e violações ocorridos em locais onde os pais
modernos depositam os filhos para que as mães possam “ser livres” são
frequentes nas sociedades seculares do Ocidente. Um protesto de Maria
Helena Costa.
Adivinhem quem é que vai pagar os custos astronómicos dos gigantescos Centros de Dados e centrais eléctricas que têm que ser construídos para alimentar a indústria luciferina da inteligência artificial e do Estado de vigilância que o Regime Epstein está a construir?
A ralé, como sempre.
É o próprio demónio da BlackRock, Larry Fink, que admite que os triliões de dólares utilizados para construir estas infraestruturas virão das contas de poupança e dos fundos de pensões das pessoas comuns, e afirma que isso não só é necessário, como mandatório (aparentemente, é ele, que nunca foi eleito por ninguém, que manda no dinheiro dos americanos).
Fink diz neste clip absolutamente chocante que os Estados Unidos precisam de triliões em investimentos em infraestruturas de IA e que as pessoas serão forçadas a "investir" nisso. Não os bilionários, não os tecnocratas, não os banqueiros, não os gestores de fundos de Wall Street, não os senhores do universo de Silicon Valley, não a BlackRock, que vale 166 biliões de dólares e que gere fundos no valor de 14 triliões de dólares, mas as massas, os contribuintes, os aforradores da classe média, os consumidores em geral.
The CEO of BlackRock, Larry Fink, admits that the trillions of dollars being used to build data centers and power grids will come from ordinary people’s savings accounts and pension funds, and says it is mandatory.
O que ele não explica é porque é que tudo isto será assim tão "necessário". Como já tive a oportunidade de documentar, a China tem apenas 500 centros de dados (os EUA têm mais de 5.000) e a sua indústria de IA não fica atrás de ninguém.
Tulsi Gabbard, a única oficial de topo do governo federal americano não
completamente alinhada com o Regime Epstein, demitiu-se para,
alegadamente, apoiar o marido, diagnosticado com cancro. Mas é preciso
ser uma espécie rara de palerma para acreditar nisso.
Se a UE for bem-sucedida no seu regime de censura, a democracia
rapidamente se tornará uma ditadura sombria escondida por detrás de uma
fachada de aparente diversidade e tolerância. Uma crónica de Afonso Belisário.
Um novo relatório de simulador de voo sobre o 11 de Setembro está a levantar questões explosivas sobre a narrativa oficial. As manobras das aeronaves foram realmente realizadas manualmente por sequestradores inexperientes — ou as trajectórias de voo apontam para algo diferente?
Nesta entrevista, Clayton Morris conversa com o Dr. Piers Robinson, diretor de investigação do Center for 9/11 Justice, sobre o novo relatório "Manual ou Automatizado?".
O estudo utilizou dados de trajectórias de voo, modelação 3D e testes em simulador de voo com movimento completo para examinar se as manobras reportadas contra as torres do World Trade Center e o Pentágono foram provavelmente realizadas manualmente.
As conclusões da investigação indicam que a narrativa oficial é altamente implausível, que os pilotos não teriam habilidade, experiência e até meios técnicos para executar as manobras manualmente e que as trajectórias utilizadas são de tal forma heterodoxas que nenhum piloto as escolheria, principalmente se fosse inexperiente como alegadamente nos disseram que os terroristas eram.
Os dados disponíveis e os resultados da simulação de voo indicam que a hipótese mais provável (muito mais provável) é que os aviões foram conduzidos de forma remota para os seus alvos.
Com mais de 2.000 muçulmanos a morrer por ano na capital alemã e o Islão
a exigir que sejam enterrados rapidamente, sem caixão e virados para
Meca, a cidade está a ter dificuldades em satisfazer a procura. Um drama
tipicamente berlinense.
“Parem de contratar humanos.” Estas palavras estão agora estampadas em
outdoors de São Francisco a Nova Iorque, cortesia de uma startup
californiana que promove a substituição de comerciais humanos por
unidades de inteligência artificial.
Uma comissão parlamentar acusou o governo britânico de censurar e reter
documentos cruciais relacionados com a polémica nomeação de Lord Peter
Mandelson, amigo intimo de Jeffrey Epstein, como embaixador nos EUA.
Um relatório da CIA revelou que o Irão preservou aproximadamente 70% do
seu arsenal de mísseis balísticos, contradizendo as alegações de
"destruição total" do Pentágono e da Casa Branca.
"When Peter Thiel talks about building a great company, what he tells you is this: if you build a great company to compete against other companies, you are an idiot. Competition is for loosers. Capitalism is for loosers. What you want is monopoly. What you want is communism. What you want is to dominate. And that means you need a secret to monetize.
Os sionistas enfiaram 150 milhões de dólares numa muito pequenina eleição primária de um círculo eleitoral muito pequenino de Kentucky, de onde vinha Thomas Massie, e conseguiram correr com oúnicocongressista americano não financiado pelo Regime Epstein (e não por coincidência, o primeiro responsável por termos tido acesso aos ficheiros Epstein), ou seja:
A democracia nos EUA, que já não era de saúde, morreu na quarta-feira passada.
O dinheiro compra. O sionismo manda. O Regime Epstein reina. A dissidência foi completamente arredada de qualquer fonte de poder nos Estados Unidos da Merda da América.
Mais que a dissidência, a decência, porque o político que lutou mais para denunciar a pedofilia, o canibalismo, e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive foi destituído precisamente por denunciar a pedofilia, o canibalismo e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive.
É espantoso, se pensarmos bem neste absoluto triunfo da mais que flagrante vilania.
E Donald Trump, tem que ser sublinhado o facto, é o testa de ferro da abominação moral.
Reparem só na festa de vitória do neocom sionista Ed Gallrein, candidato que Trump apoiou e que venceu estas eleições (com 10.000 votos por correio que surgiram do nada e de repente):
Ed Gallrein, his extended family, & the 6 people who know him, celebrate his win. pic.twitter.com/IkBqZRX9lY
Ok. Agora reparem na festa de derrota de Thomas Massie:
I lost the election but we started a revolution. Keep the flame of LIBERTY burning my friends! I will continue to put People and Principles before Party. America First! 🇺🇸 pic.twitter.com/Qr0F0eEse2
— Thomas Massie for Congress (@MassieforKY) May 20, 2026
As elites, mais uma vez, festejam, em salas vazias de gente e de entusiasmo e de fé no futuro. As massas, como tem acontecido repetidamente nestas primeiras décadas do século XXI, engolem em seco. Somos mais. Muitos mais. Perdemos. Como gente grande. E continuamos a perder porque isto não é democracia nem nada que se pareça. Isto é uma coisa repelente, que mete nojo à brava.
Há uma onda de revolta e sim, precisamente, de nojo pelo corrompido sistema norte-americano que hoje corre pela web porque aqueles que ainda têm alguma faculdade cerebral estão por aqui (o sítio nos testículos, no estômago ou na garganta onde se localiza a vontade de revolução). Basta ouvir Tucker Carlson para perceber a indisposição:
Mas é claríssimo que não vai haver revolução nenhuma, por muito que Clayton Morris sonhe com ela (ele também à beira de vomitar).
Merecemos o que toleramos e os americanos merecem completamente o Congresso que vão ter agora, todo virado contra eles próprios e os seus interesses e valores e aspirações.
E ainda há muita malta que está a pensar que Massie pode, em 2028, correr ao bilhete presidencial, o mesmo homem que não conseguiu ganhar as eleições do 4º distrito eleitoral de Kentucky.
E não por culpa dele, claro. O jogo, em todo o Ocidente, está viciado de tal forma que não há maneira de jogar limpo.
O problema é que a malta não tem tomates para jogar sujo.
O representante dissidente, agora derrotado, tem ainda sete meses de mandato. Espero sinceramente que faça a vida dos seus coleguinhas num inferno sem nome, durante o tempo que lhe resta.
Elon Musk aceitou ajudar o governo britânico a reprimir o chamado
'discurso de ódio' online, sob pressão da Ofcom, o regulador dos media e
das comunicações do Reino Unido. Não é a primeira vez que o magnata da
Tesla se verga perante os poderes totalitários instituídos.
O atrasado mental que usurpou a Casa Branca publicou (mesmo) na sua conta do Truth Social esta coisa que, supostamente, pretende ser um meme. Mas alguém que me explique por gentileza qual é a razão, o sentido, a mensagem implícita no facto do extraterrestre aparecer acorrentado?
As execuções hipotecárias nos EUA aumentaram drasticamente,
sinalizando uma crescente pressão financeira sobre os proprietários de
imóveis, no contexto dos elevados custos de crédito e outros problemas
económicos.