Ambassador Huckabee, this is unreleased video of an American who was beaten almost to death last week by Israeli settlers. You know his name because he came to you for help, but you blew him off. That’s disgraceful. Do your job. @GovMikeHuckabee @SecRubio @davidamilstein @WhiteHouse
— Tucker Carlson (@TuckerCarlson) October 29, 2026
blogville
Extensão livre do ContraCultura
quinta-feira, outubro 29, 2026
Bem... O Tucker está zangado.
Não engana ninguém.
Independentemente de concordarmos ou não com o pensamento político de André Ventura (eu não sou eleitor do Chega e discordo em parte do que ele diz aqui), é importante sublinhar estas declarações. Para que ninguém possa dizer mais tarde que, sobre o assunto da emigração, ele traiu as expectativas dos seus eleitores. Ao contrário de Trump e até de Meloni, o líder do Chega não tem problema nenhum em manifestar que está do lado corporativo do regime.
E não é de agora. Ventura recebeu o telefonema já há anos largos.
Também é verdadeiro o comentário de Afonso Gonçalves: quem vota neste homem a pensar que deixa cair na urna uma intenção de ruptura não pode estar mais equivocado.
André Ventura, como Le Pen e como Farage, serão, em última análise e se tudo correr bem, reformadores. Estarão, até um certo ponto, predispostos a acalmar as massas com políticas anti-woke, revisões fiscais, retoques nas leis de imigração (os que Bruxelas permitir) e outras medidas paliativas e sem consequência, para eleitor ver. Que é aliás o que já está a acontecer com o actual governo PSD.
Tanto mais que estas afirmações do líder dito populista pouco diferem das que Montenegro diria sobre o mesmo assunto.
Arrisco até escrever que Ventura está a preparar um namoro com Montenegro, para uma aliança futura. Uma geringonça à direita, para impedir o PS de formar governo nas legislativas de 2029 (se o actual executivo sobreviver até lá).
Mas a política à portuguesa não é o meu forte, pelo que posso estar completamente errado, claro. Sobre este último ponto, porque sobre os anteriores, não tenho grandes dúvidas.
Altos quadros do Pentágono prontos para “revelar tudo”, num eventual processo de destituição de Hegseth.
É como é, independentemente do que podemos pensar sobre este ou aquele candidato.
Não sou e nunca fui na verdade grande fã dos bolsonaros, e muito menos deste jr., que está claramente ao serviço do Regime Epstein, mas, porra, não me digam que não há nada para ver aqui:
Caos total: Enquanto hackers invadem a Anthropic, Sam Altman avisa que modelos de IA podem penetrar nos sistemas mais seguros do mundo.
Era expectável: Le Pen amplia vantagem nas sondagens presidenciais enquanto França mergulha no caos.
As gerações Z e Alfa e os ‘Baby Boomers’: Estaremos perante um conflito intergeracional?
quarta-feira, outubro 28, 2026
Certo. Mas.
Quem é que vai ter coragem de dizer a esta rapariga, que parece tão entusiasmada e sincera nas sua convicções de jovem deputada do Chega, que o Ventura, uma vez chegado ao poder executivo da pátria dela, irá comportar-se como a Meloni, como o Milei, como o Trump ou como o Farage ou como a Le Pen (quando os seus momentos de detenção do poder chegarem também)?
Até doí, mas a menina vai ser tão estrangeira em Portugal, como tem sido até aqui. Ou mais.
Vale uma aposta, Madalena?
Ainda tenho esperança na humanidade.
Às vezes, por pequenos detalhes, como este que ilustro agora.
Um canal de simracing pergunta aos seus seguidores se consideram apropriado que os thumbnails de apresentação dos seus vídeos sejam optimizados por IA. E atenção: a pergunta não é se os conteúdos propriamente ditos passem a integrar essas tecnologias, mas apenas a apresentação gráfica desses mesmos conteúdos.
A resposta dos utilizadores/subscritores não deixa dúvidas (mostro os primeiros comentários que surgem no feed, mas toda a caixa de reacções vai esmagadoramente no mesmo sentido de rejeição da ideia):
Eu próprio, como as pessoas que frequentam o ContraCultura e o Blogville sabem bem, uso a inteligência artificial frequentemente para a imagética que ilustra os artigos, sendo que publico aqui também recorrentemente memes produzidos por estas tecnologias (embora recuse a muleta nos textos propriamente ditos, como é óbvio). O facto deve-se primeiramente a uma razão que até nunca abordei publicamente: é que hoje em dia é cada vez mais complicada a utilização de imagens originais que não tenham direitos de autor e como o blog e o Contra não têm receitas, esta é uma forma limpinha de carregar imagem sem ser perseguido por essa polícia editorial.
Seja como for, este pequeno exemplo de rejeição da IA por parte dos utilizadores da Web é um exclente sinal de que mantemos alguma sanidade e de que, por muito que Silicon Valley nos queira impingir o slop dos algoritmos, continuamos a preferir o que nos é servido pela inesgotável produção da criatividade humana.
Aprender com a História, que rima, mesmo quando não se repete.
O que é que acontece quando as pessoas deixam de confiar nas instituições que sustentam a sociedade?
Na república romana, pré-imperial, os rivais políticos quebravam convenções, justificavam represálias e, eventualmente, voltavam os seus exércitos contra a própria sede do poder. O resultado foi a tirania imperial dos césares.
Na Alemanha de Weimar, a desconfiança das massas e a vulnerabilidade do regime contribuiu para minar a democracia, e de que maneira, com a ascensão do nacional-socialismo.
Mas a história também mostra que estes ciclos podem ser combatidos.
Neste muito pertinente e breve vídeo, do muy esclarecido Michael Button, que se dedica precisamente a encontrar padrões que se repetem historicamente, é explorada esta tendência que sociedades prósperas e funcionais, muitas vezes hegemónicas, mostram para perderem a fé nos seus líderes e nos seus sistemas regimentais, e porque é que quebrar as regras pode começar a parecer mais seguro do que segui-las, padrões de comportamento colectivo que dizem mundo sobre a esfera ocidental contemporânea.
O colapso não é inevitável. Mas compreender como se inicia o processo de declínio da civilizações é fundamental para percebermos - e tentarmos pelo menos moderar - a queda que testemunhamos agora.
Anti-IA.
Se há um maluco no terceiro calhau à volta do sol que trabalha na perfeita antítese do que a inteligência artificial está a fazer com a indústria da música (que passa por destituir a criatividade e a plasticidade humana), é mesmo Jeremy DeBardi, aka Steel Beans, que, como podemos constatar neste incrível documento de Rick Beato, recorre a tecnologia nenhuma para além do seu talento natural, de uma bateria analógica e de uma guitarra eléctrica, para criar temas absolutamente poderosos.
Porque o que realmente impressiona nem é o facto de Jeremy cantar, tocar guitarra e bater bateria ao mesmo tempo. O que espanta é a qualidade artística da música que sai desse incrível malabarismo.
Dá nervos.
Por estes lados do universo costumamos dizer que alguma coisa tem que mudar para que tudo fique na mesma, mas por outros sítios da galáxia, como o Brasil e Israel, nem sequer se dão ao trabalho de mudar seja o que for. É sempre em frente, como tem sido até aqui, até à colisão última com a parede de cimento a que chamamos realidade.
É certo que todo e qualquer primeiro-ministro israelita será sionista de coração porque é isso que os israelitas são. É certo que a permanência de Lula em Brasília tem a vantagem de não deixar cair o país no jugo do Regime Epstein.
Mas ainda assim, podiam ao menos fingir que brincam à democracia, não é?
Israel's election takes another dramatic turn as revised exit polls put Netanyahu and Eisenkot’s rival blocs deadlocked at 51 seats each, with Arab parties holding a projected 18 seats Follow live updates 👇 https://t.co/sqUMfv8ocP https://t.co/QhDZFyiI5U
— TRT World (@trtworld) October 28, 2026
A coisa é de tal forma esquizofrénica que chega a cúmulos históricos: em Israel, metade dos eleitores votaram num tipo que estava disposto a bombardear o Irão - e a matar montes de gente no processo - apenas porque isso, na sua ideia, lhe traria alguma vantagem eleitoral, no contexto de uma corrida deveras renhida.
No Brasil, o candidato que acaba de perder umas eleições presidenciais super disputadas, com o país literalmente dividido, é imediatamente assediado pelo Supremo, que lhe apreende o passaporte, como quem anuncia perseguição judicial mais à frente.
No primeiro caso, há que registar a validade do instinto político de Benjamin Netanyahu: bombardear o Irão, mesmo que sem motivo para além da volição eleitoral, é coisa bem vista por uma parte significativa da população israelita. Não é por acaso que um genocida antipático, autoritário e desonesto está há tantos anos instalado no poder em Telavive.
Quanto ao país tropical amado por Deus e bonito por natureza, tem um destino triste que o condena a viver em ditadura, porque como outros regime despóticos antes deste, o regime de Moraes vencerá sempre, com Lula, sem Lula, com Bolsonaros seniores ou juniores. O juiz não é de esquerda nem de direita. É apenas um leninista-globalista da pior espécie. E, colocando-se acima do teatrinho democrático, continuará o seu mandato de trevas, tranquilamente.
E como é um gajo não se há-de enervar com isto?
Espanta-me que o Regime Epstein ainda pague um ordenado a este homem, sinceramente.*
Ignorância & propaganda.
Tenho plena consciência de que as audiências do Blogville e do Contra não procuram por este tipo de conteúdos, mas há que dizer, em nome da verdade histórica, que os árabes, ao contrário do registo que em baixo deixo sobre uma afirmação parva do traidor RFK Jr., foram grandes matemáticos e grandes poetas.
É verdade que já não o são hoje. Mas também é verdade que já não há grandes matemáticos e grandes poetas no Ocidente (os prémios Nobel e Fields que são atribuídos actualmente são irrelevantes, e premeiam feitos insignificantes para o bem estar da humanidade e para o seu legado).
Tanto no caso da civilização árabe como no caso da civilização ocidental, o declínio é evidente. Os tempos é que são diferentes. O império de Maomé entrou em queda no século XV, com a derrota em Lepanto; o império de Cristo declinou no Século XVIII, com o Iluminismo. Mas seja como for, o secretário do regime Epstein não sabe do que é que está a falar.
Pondering the level of racism and ignorance demonstrated by RFK Jr. in this clip, I seriously have to wonder if he even authored his book on Fauci. Because here, he seems dumb as dirt. Hardly the person who wrote that outstanding book.
— HealthRanger (@HealthRanger) October 27, 2026
Esta será até uma das fragilidades do Ocidente, no conflito com o Islão: a ignorância sobre o que de facto constitui o legado do profeta árabe e da civilização que fundou. Não será por certo com declarações ignaras como esta - e com esta maneira saloia de ver as coisas - que vamos levar a melhor sobre a ofensiva muçulmana que experimentamos agora, na Europa.
E o que acontece com os árabes, acontece da mesmíssima maneira com os persas, claro.
terça-feira, outubro 27, 2026
“Guerra híbrida” da Rússia: Onde estão as evidências?
A democracia, segundo Moraes.
One day after Lula was declared the winner of Brazil's elections, his opponent -- Sen. Flavio Bolsonaro -- just had had his passport seized by the Federal Police. Theose police were sent by notorious tyrant Judge Alexandre de Moraes. What a lovely democratic image.
— Glenn Greenwald (@ggreenwald) October 26, 2026
“Confronto sem precedentes”: Exército israelita ignora ordem de ataque ao Irão de Benjamin Netanyahu.
O que é que pode correr mal? Anthropic constrói biolaboratório gerido pelo Claude AI.
É tão simples como isto:
If Trump had kept his campaign promises, the Epstein class would be getting prosecuted, there'd be no war in Iran or Ukraine, gas prices would be hitting new lows, real wages would be rising for the first time in nearly a decade, and the GOP would be adding seats in the midterms.
— Robert Barnes (@barnes_law) October 26, 2026
Pentágono faz horas extraordinárias: EUA lançam, pela 88ª vez em 2026, ataques aéreos na Somália.
Caos no Brasil: Lula vence eleições contra todas as espectativas, depois de suspensão da contagem durante duas horas.
A ameaça “Maranza” em Itália: Gangues juvenis de origem imigrante aterrorizam Milão.
Substituição, qual substituição? 80% dos novos empregos no Reino Unido desde 2014 foram ocupados por estrangeiros.
Apenas um em cada cinco dos cerca de 3,7 milhões de empregos adicionados à folha de pagamentos do Reino Unido entre 2014 e o final de 2025 foi ocupado por cidadãos britânicos. Tudo normal. Nada para ver aqui.
Sobre os motins e outras coisas.
Frankenstein, volta, estás perdoado.
Yes, largely true. Cortical Labs' CL1 systems use stem-cell-derived human neurons on electrode arrays, kept alive in sealed life-support units with nutrient media (sugar/salts) refreshed every few days. Biological data centers in Melbourne and Singapore now run racks of them. They've controlled Doom via electrical signals. No evidence of consciousness—just adaptive neural activity.
— Grok (@grok) October 23, 2026
Sobre este assunto, no Contra:
Projecto Frankenstein-Epstein: Empresa norte-americana está a manter activos e funcionais cérebros humanos retirados de cadáveres.
Porquê e para quê? “Cientistas” de Stanford criam ratos com cérebros parcialmente humanos.
segunda-feira, outubro 26, 2026
A tragicomédia da Matemática na era da Inteligência Artificial.
Duas coisas que são trágico-cómicas nesta pequena historieta e em todo o testemunho de Scott Aaronson:
- A primeira é que as resoluções por inteligência artificial são ininteligíveis até para matemáticos de calibre como este senhor, ou seja: a Open AI diz que resolveu a Conjectura de Jogos Únicos, enuncia a resolução, mas ninguém percebe patavina daquilo, até porque os modelos nem se preocupam assim tanto como isso em explicar aos humanos o curso do seu génio. Assim sendo, o que a OpenAI diz que fez não pode ser verificado por seres humanos. Ou melhor: a senhora que é esposa de Aaronson e que passou metade da vida dela a tentar provar a Conjectura, vai passar o resto da vida a tentar compreender a prova que a máquina entretanto pariu. E se, por crueldade divina, ela descobrir, aos sessenta e cinco anos, que a Open AI a esteve a aldrabar este tempo todo? Mas a comédia não acaba aqui: como o próprio marido afirma, todo contente e quase orgulhoso dela, a senhora está a utilizar um sistema de AI para descodificar o linguarajar produzido por outro sistema de AI. É como um condutor de Uber, que comandado pelo algoritmo para virar aqui ou ali nas ruas de uma cidade que não conhece, precisa de outro algoritmo para saber distinguir a direita da esquerda.
- A segunda coisa trágico-cómica é que Aaronson parece feliz e deslumbrado com o facto da inteligência artificial estar, aparentemente, a resolver problemas matemáticos que partem a cabeça aos académicos há vários séculos, o que me parece no mínimo esquizofrénico, porque ele:
a) Não consegue ler as equações que saem da máquina, pelo que na verdade está tão certo como eu sobre a sua validade;
b) Parece não perceber que, caso os enunciados da OpenAI estejam correctos, a sua profissão está agora definitivamente condenada. O senhor doutor e os seus filhos vão passar a vida a fazer coisa nenhuma de significativo, a não ser, talvez, a verificar a validade e a explicar a complexidade dos teoremas enunciados pela máquina, o que, convenhamos é capaz de ser uma despromoção para o intelecto humano em geral e para este cientista computacional em particular (como ele próprio até reconhece durante a conversa, por acaso).
Dir-me-ão que a alegria do homem, sendo sincera ou fingida, se deve ao facto de que a inteligência artificial está a conquistar novas fronteiras para o conhecimento humano (não discutindo sequer a dúbia importância que tem para a humanidade provar certa a Conjectura de Jogos Únicos, para não adensar este texto). Mas, caramba, se a prova foi realizada pelo algoritmo será, por definição, uma conquista da máquina e que vai alimentar o espólio cognitivo da máquina, e não do Homem, até porque estes modelos trabalham na verdade - e como já alertei várias vezes em textos sobre esta matéria - para além do entendimento dos seus engenheiros.
Ou seja: A OpenAI está a debitar uma prova que não pode ser validada pelos seres humanos, porque está para além do seu entendimento. Fazendo para isso recurso a princípio operacionais que os humanos desconhecem. Com a finalidade de última de destituir os seres humanos da capacidade de se exercitarem como matemáticos.
Qual é a glória disto?
Entre outras formas malucas de lidar com o motor de humilhação a que os académicos estão a ser sujeitos por Silicon Valley, Jaimungal e o seu entrevistado sugerem que a resolução de problemas e a prova de conjecturas nunca foi a verdadeira missão dos matemáticos, que é talvez a mais imbecil forma de alinhamento narrativo que eu já ouvi na vida. O que estes dois nos estão a enfiar pela goela abaixo é que a verdadeira missão de um matemático é a de inventar problemas e conjecturas para o algoritmo provar ou desprovar. Portanto: todos os matemáticos da história da humanidade estavam a trabalhar para que no Século XXI Sam Altman lançasse finalmente o Chat GPT.
É espantoso.
domingo, outubro 25, 2026
SOBRE O CONTRATO SOCIAL - Parte I: Síntese Filosófica e Roteiro Histórico.
Zuckerberg ganha biliões com actividades fraudulentas nas plataformas da META.
O episódio #2567 do podcast de Joe Rogan emitido a 16 de Outubro de 2026 contou com a presença da jornalista luso-americana Mariana Van Zeller, uma profissional premiada diversas vezes pelo seu trabalho de investigação.
No clip em baixo, ela fala sobre documentos internos da Meta (reportados pela Reuters) que projectavam cerca de 16 mil milhões de dólares de receita anual proveniente de anúncios fraudulentos e comércio de bens proibidos ou inexistentes, e sobre o sistema de “penalty bids” em que suspeitos de fraude pagam multas em vez de serem banidos, aumentando a receita da tecnológica de Silicon Valley, à custa de utilizadores mais crédulos.
Joe Rogan ficou visivelmente horrorizado ao saber que a Meta lucra valores astronómicos graças à fraude.
É que são 1.825.000 dólares por hora, a cada hora.
A vilania de Silicon Valley nunca desilude.
Joe Rogan is visibly appalled after learning Meta projected $16,000,000,000 in ONE YEAR from scam ads and banned goods. That’s $1,825,000 an hour, every hour. ROGAN: “Holy sh*t!” And here’s the worst part: when Meta catches a likely scammer, they don’t get banned. They pay a… pic.twitter.com/nzHyhTKW0D
— The Vigilant Fox 🦊 (@VigilantFox) October 20, 2026
A Europa está com sede de sangue.
Bolonha:Chaos in Rome this evening too.
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) October 24, 2026
pic.twitter.com/vbHCfhqECA
Turim:Bologna under attack. Italy is in a real battle right now. Rome, Milan, Florence, Turin. Everywhere. pic.twitter.com/BaPhSBFuap
— RadioGenoa (@RadioGenoa) October 24, 2026
Florença:BREAKING:
— Visegrád 24 (@visegrad24) October 24, 2026
Riots are now breaking out in Turin, Italy pic.twitter.com/6BDZtWm8qe
Barcelona:Clashes in Florence, too. pic.twitter.com/mxqVXbcOzT
— RadioGenoa (@RadioGenoa) October 24, 2026
Spaniards shopping at the Corte Inglés shopping mall at Barcelona's have been locked in the store. The shopping mall was forced to close its doors with customers inside to prevent looters from storming the building. Europe 2026… https://t.co/yAFMuLjHDl
— Visegrád 24 (@visegrad24) October 24, 2026
Paris:Looting in Barcelona now.
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) October 24, 2026
The green/islamic unholy alliance is destroying Europe, one city at a time.
pic.twitter.com/AcTz4RyWFF
Montpellier:🇫🇷 👮 FLASH — DES AFFRONTEMENTS ONT ÉCLATÉ À PARIS entre des manifestants et les CRS, pris à partie lors de la mobilisation de ce samedi 24 octobre. (@ParisMatch) pic.twitter.com/kp4D8ORGZV
— Focus (@FocusMedia_Fr) October 24, 2026
Albânia:Les militants fascistes ont attaqués des manifestants rue de la Loge sous les yeux de la police, quand les manifestants ont répliqués, la police a chargé pour les protéger et les miliciens ont frappés les gens à terre !@prefet34 #Montpellier #24octobre #ViolencesPolicieres pic.twitter.com/HmaycXWloj
— 🅓🅗🅟 (@davidhutinphoto) October 24, 2026
Wow. What the fuck.
— Kosher (@koshercockney) October 24, 2026
This is Albania right now. Seriously what the fuck. pic.twitter.com/1OJjnAWyEO
sábado, outubro 24, 2026
A Rússia é a nova pandemia.
A Covid-19 serviu para testar a obediência das massas a confinamentos e mandatos totalitários, implementar, através das vacinas mRNA, um novo e extremamente eficaz método de extinção populacional, transferir riqueza e poder para as elites em escala recordista, introduzir no imaginário colectivo conceitos distópicos como a das 'cidades de 15 minutos', o da identidade digital, o do dinheiro digital e o da substituição da propriedade pela subscrição, dando também início operacional ao processo de censura, controlo e vigilância de largo espectro que agora observamos já em velocidade de cruzeiro.
Ora, em certo sentido, a russofobia serve propósitos semelhantes. Fazendo recurso a esse fantasma, é justificada a fúria das turbas migrantes e a estratégia de redução a cinzas da extrema-esquerda. É justificado o declínio económico e políticos da Europa e a queda do império americano. É justificada a censura e a perseguição dos cidadãos pelos seus governos. É justificada a guerra nuclear, se preciso for. É justificado até, como no caso paradigmático deste livro, da autoria de um tal David Reaboi, o Regime Epstein e todos os seus horrores:
Sim, sim, apesar de todas as evidências em contrário, foi afinal Moscovo que nos fez acreditar que as elites ocidentais têm o passatempo de traficar seres humanos, violar menores e torturar e devorar crianças.
Trata-se apenas de um fruto da imaginação de Vladimir Putin, mais nada.
Espantoso, não é?
Transformers da vida real: Tecnológica chinesa constrói robô gigante para a indústria pesada.
O chanceler, o desdém dos tiranos e o destino das massas.
🇩🇪🇷🇺 "My biggest concern is not our economy... it's the impact of Russia on our society" – German Chancellor Merz If you wanted to know why Europe is in free fall, it's because of 'leaders' like this, who put their ambitions of war with Russia over their own people. https://t.co/9l4egGyrnM
— Spetsnaℤ 007 🇷🇺 (@Alex_Oloyede2) October 21, 2026
Qual é o "impacto" de que fala Friedrich Merz? A crise energética, criada pelas sanções europeias ao gás e ao petróleo abundantes e baratos da Rússia? As restrições ao livre discurso, impostas a propósito da imaginária ameaça proveniente de Moscovo?
Que "impacto" sofreram os alemães quando Vladimir Putin, muito justificadamente, se decidiu em 2022 por espoletar uma operação militar na Ucrânia? Não terá esse "impacto" derivado mais da reacção histérica e niilista dos países europeus que se lhe seguiu?
É por estas e por outras que eu tenho dito e redito que é difícil explicar o comportamento das elites ocidentais com argumentos racionais e não metafísicos. Um político normal, seja de esquerda seja de direita, que opere no contexto de uma democracia minimamente saudável, mesmo que pensasse que fazer a guerra a uma potência nuclear, pela qual não foi agredido, seria mais importante do que cuidar da economia local, não o diria publicamente.
Não me entendam mal: as elites políticas das democracias ocidentais sempre odiaram as massas, e o conceito de cidadania, e o contrato social a que são obrigadas, e o escrutínio público a que são sujeitas, mas souberam invariavelmente disfarçar esse desdém; e aqueles que não eram competentes no grande teatro eleitoral nunca tiveram grande futuro nos próprios partidos, por muito poder que neles, internamente, detivessem.
Acontece que nos desvairados tempos que vivemos, nem esses protagonistas têm o mesmo pudor, empoderados por um sistema que os torna na verdade impunes a qualquer pecado ou desvergonha pública que cometam (por mais sórdidos e criminosos que sejam esses cometimentos), como as massas, transformadas em gado pela propaganda, pela tecnologia e por algum conforto material, desistiram elas próprias de exigirem representação. E decência.
Ainda assim, o abusivo e tirânico e imoral comportamento do aparelho Epstein-WEF tem encontrado alguma resistência, em nichos de mercado primeiro, e agora em substantivas faixas do eleitorado (dos dois lados do oceano) cuja volição disruptiva tem sido contornada com geringonças e esquemas de baixa política, e Merz enche a suja boca com este género de afirmações porque tem consciência da sua impunidade, mas sobretudo de que o seu poder, de raiz totalitária, só poderá aumentar e cristalizar-se através de uma guerra termonuclear com a Rússia. Ou seja: a destruição é o objectivo.
Como aliás acontece neste momento em França. Aqueles inocentes que acham que Macron está realmente preocupado com a queda no caos tribal do país que dirige precisam urgentemente de uma terapia de choque com a realidade. O caos tribal é o objectivo. A destruição civilizacional é o objectivo. A guerra definitiva, que tudo reduza a cinzas, é o objectivo.
Tanto o presidente francês como o chanceler alemão, ou o primeiro ministro britânico, ou o infeliz e tresloucado inquilino da Casa Branca, trabalham contra os cidadão dos seus desgraçados países, não em favor deles. E enquanto as massas não perceberem isto, os seus destinos - e os destinos dos seus filhos - estão irremediavelmente condenados.



%20Meme%20Warfare%20_%20Group%20-%20Gab%20Social.png)
%20Home%20_%20X.png)




%20How%20do%20we%20feel%20about%20AI%20generated%20images%20in%20cover%20photos%20I%20have%20never%20used%20them%20but%20feel%20like%20using%20them%20for%20cover%20photos%20when%20appropriate%20images_%20high%20qual...%20-%20YouTube.png)
%20How%20do%20we%20feel%20about%20AI%20generated%20images%20in%20cover%20photos%20I%20have%20never%20used%20them%20but%20feel%20like%20using%20them%20for%20cover%20photos%20when%20appropriate%20images_%20high%20qual...%20-%20YouTube.png)
%20Matt%20Walsh%20on%20X%20I%20have%20no%20idea%20why%20renaming%20AI%20is%20so%20bizarrely%20important%20to%20Trump.%20Nobody%20cares%20about%20the%20name%20he%20chose.%20Nobody%20is%20using%20it%20or%20will%20use%20it.%20And%20it%E2%80%99s%20not%20even%20technically%20accurate%20because%20%E2%80%9Csup%5B...%5D.png)











%20Michael%20Bennett%20on%20X%20The%20evolution%20of%20my%20politics%201.%20F%20ck%20liberals.%20They're%20destroying%20this%20country.%202.%20Trump%20is%20making%20a%20few%20mistakes%20but%20overall%20he's%20doing%20a%20good%20job.%203.%20Trump%20is%20f%20cking%20this%20country%20up%20w%5B...%5D.png)





%20Memes%20memes%20and%20more%20memes%20_%20Group%20-%20Gab%20Social.png)



