quarta-feira, novembro 04, 2026

As intercalares de soma zero.

Agora é certo: O Partido Republicano perdeu as três corridas destas intercalares: Senado e Câmara dos Representantes passaram para o controlo dos democratas e a disputa pelos governos estatais parece também estar a cair para esse mesmo lado, com pesadas baixas já praticamente apuradas, nos Estados da Geórgia e do Texas (!).

O GOP experimentou, dissabores grandes, como no caso do Mississipi e do Iowa, na corrida para o Senado e vai levar uma banhada enorme na Câmara dos Representantes.

Resultados das eleições para o Senado às 04:18 . Clique para actualizar. 

Projecção de resultados para a Câmara dos Representates . NBC
 

Para além do que já foi escrito no post anterior sobre este assunto, há alguns pontos que devemos ter em consideração face à"onda azul" desta noite.

Há muita gente da esquerda radical americana que foi eleita hoje e que exercerá o cargo nos próximos quatro anos, ou seja, mesmo que depois de Trump alguém sobreviva à direita do espectro político americano para ser eleito presidente em 2028, os primeiros dois anos desse mandato, pelo menos, serão ensandecidos e bloqueados e contrariados por duas câmaras infestadas com gente que não sabe diferenciar um homem de uma mulher, que objectiva uma federação de fronteiras escancaradas, que vai lutar contra tudo o que fez dos Estados Unidos uma nação próspera, poderosa e relativamente coesa.

E não tenho grandes dúvidas que as principais figuras da actual administração vão ser judicialmente molestadas ao máximo por esta gente que traz sede de sangue. Mas o assédio será até perfeitamente merecido, considerando os dois primeiros e tenebrosos anos do executivo liderado por Donald Trump.

Por outro lado, os resultados destas eleições vão com certeza ter implicações na composição e comportamento futuro do Supremo Tribunal, tanto como no corpo de juízes federais e locais por todo o país. Os tribunais, daqui a 4 anos, serão ainda mais neoliberais do que são hoje, nos EUA, o que não é dizer pouco. 

Neste contexto, é de esperar que alguns Estados possam criar complicações ao programa energético da Casa Branca, mas iremos sobretudo observar alguma perturbação no programa de construção de centrais de dados para alimentar os esquemas tecnológicos de Silicon Valley. Ou seja: nem tudo são más notícias.

Não por acaso, os futuros das tecnológicas cotadas no índice NASDAQ estão já a acusar estes resultados.

Seja como for, e se pensarmos bem, a rejeição das políticas do estabelecimento republicano revelam algum bom senso do eleitorado norte-americano, mesmo que o que vem a seguir seja igualmente nefasto, ou literalmente insano, como é costume quando os democratas ganham o controlo do Capitólio.

Mas nesta altura do campeonato, ninguém consegue ser louco de forma tão perigosa como Donald Trump.

Até porque, no que diz respeito à influência sionista na política externa norte-americana, nada vai mudar. E em tudo o que se relaciona com a guerra na Ucrânia, o apoio norte-americano a Kiev até pode ter tendência a aumentar. 

E se os resultados devastadores para os republicanos e a actual administração americana são sem dúvida merecidos e da sua inteira responsabilidade, a verdade é que o que vem aí a seguir vai arrepiar a sensibilidade de muita gente. E mergulhar os Estados Unidos ainda mais no caos e na decadência.

Se possível. 

 

Tantas razões para o desastre.

O Senado já ardeu.

A Câmara dos Representantes já foi com os porcos.


Ao menos são honestos, em New Hampshire.

Intercalares nos EUA: Parece que se confirma o desastre anunciado.

Ainda é cedo, mas parece que os republicanos - e Donald Trump - estão em muito maus lençóis, com uma onda azul a parecer dominar o escrutínio e derrotas dolorosas e significativas do GOP, como na Carolina do Sul (território do falecido Lindsey Graham) e no Texas, ambas na corrida para o Senado.  


E os comentários que Trump tem feito no Truth Social, que soam na verdade desesperados (acusa risivelmente a Fox News de trabalhar contra ele), traduzem a ideia de que os primeiros números estão a assustar a Casa Branca. 
 


Tudo indica que uma derrota da dimensão que neste momento se anuncia resulta da rejeição generalizada da guerra no Golfo e das suas consequências políticas e económicas para os EUA. Mas mesmo contrariado (e a ver vamos se humilhado) pelo eleitorado, Donald Trump está claramente a preparar uma nova e devastadora ofensiva sobre o Irão. 

Não são os americanos que mandam na América. 

Além disso, o que estes primeiros números nos dizem é que há muito republicano a votar democrata por reacção à traição de Trump ao seu mandato eleitoral. 

Hoje também será a noite em que os republicanos vão pagar caro o encobrimento Epstein e o alinhamento da Casa Branca com o estabelecimento de Washington.

terça-feira, novembro 03, 2026


Governos ocidentais alertam os cidadãos para se prepararem para uma emergência. Por uma vez, convém levá-los a sério.

Porque é que os regimes ocidentais estão subitamente a incentivar os seus cidadãos a prepararem-se para o pior? Fica a sensação de que algo de catastrófico está para acontecer. Se calhar o melhor é acatarmos os conselhos daqueles que, geralmente, não merecem essa atenção.


 

EUA: Rejeição de Trump e cepticismo sobre a economia sugerem derrota do Partido Republicano nas eleições intercalares.

As baixas taxas de aprovação do presidente Donald Trump, reflectindo o sentimento dos americanos em relação à economia e à guerra no Médio Oriente, pairam sobre as eleições intercalares de hoje, aumentando a probabilidade de uma derrota dos republicanos.


 

A substituição demográfica da tribo Maasai.

O golpe de Estado na Polónia continua em curso.

Como eu tinha previsto aqui, a ofensiva globalista na Polónia não terminou com a acção do Presidente Karol Nawrock e Donald Tusk não está disposto a ceder.


 

Possível paz na Ucrânia? A Europa irrelevante pagando e andando de cara alegre para não destoar.

A Europa pode cometer um dos maiores erros estratégicos da sua história recente. Pode ficar de fora das negociações que vão decidir o futuro da sua própria segurança. A crónica de Francisco Henriques da Silva.


 

Vitalidade democrática na época da electrónica.

A democracia que se proclama universal não pode resignar-se a uma cidadania limitada pela geografia, e o português residente no estrangeiro não é um cidadão de segunda categoria: a distância não pode diminuir a dignidade dos seus direitos. A crónica de António Justo.


 

Há alguma coisa que não aconteça à Europa?

Estão sempre a bater no ceguinho. Mas o ceguinho, convenhamos, também se põe muito a jeito da porrada que leva.

Vai ser um banho de sangue (republicano).

A minha previsão para as eleições de hoje e o ciclo político posterior é que os republicanos descontentes com a administração Trump e a corrupção e inacção dos republicanos no Congresso não vão comparecer às urnas (como boa parte dos libertários e dos liberais moderados), e que os democratas vão conseguir conquistar o controlo nas duas câmaras, apesar das suas posições ideologicamente extremadas.


Os dois anos restantes do mandato de Trump serão condicionados por esta contrariedade, que a Casa Branca tentará atenuar com ordens executivas e vetos aos pacotes legislativos provindos do Capitólio. Trump não será destituído, porque para isso seria necessária uma maioria de dois terços no Senado, muito improvável, e também porque o actual presidente norte-americano está ao serviço da agenda de Telavive, que a cúpula política dos democratas serve também. 

Mas Pete Hegseth, o Secretário de Guerra do regime, será por certo um alvo dos congressistas democratas.

Logo depois destas eleições e seja qual for o seu resultado, os Estados Unidos vão lançar uma nova e ainda mais destruidora ofensiva militar sobre o Irão, sendo que Teerão responderá também com reforçada virulência. 

Esta nova fase do conflito não será breve, ao contrário do que está a prometer a administração americana, e terá consequências devastadoras em vidas humanas e infraestruturas que vão impactar decisivamente a economia global e seu o quadro geo-político. 

O segundo mandato de Donald Trump não terá redenção possível. O Magnata de Queens ficará para a história como um traidor ao seu mandato eleitoral, um servo dos interesses sionistas, um exemplo gritante da corrupção e da decadência que grassam em Washington. O homem que perdeu a oportunidade histórica de impedir a queda do império americano (e da civilização ocidental) e que, pelo contrário, expôs ao mundo as suas fragilidades materiais e imateriais.

Ofensiva globalista, na Polónia: Tusk falha golpe de Estado e responsabiliza… Vladimir Putin.

A tentativa de golpe de Estado cometida pelo governo de Tusk, com a cumplicidade de Bruxelas, foi abortada pela acção decisiva do Presidente Karol Nawrock. Mas o aparelho globalista não parece disponível para aceitar o fiasco. Nem a responsabilidade.


 


O dinheiro dos teus impostos também tem culpa disto.

As falanges nazis do exército ucraniano aprisionam ilegalmente e torturam desertores e mobilizados que consideram imprestáveis, incluindo adolescentes. Com o teu dinheiro.

Eusébio, o Moderno.

O espólio de documentação vídeo relativamente a Eusébio no YT é de qualidade discutível e resolução miserável, mas creio que este clip aqui serve para ilustrar uma característica do histórico craque que muitas vezes é olvidada (embora neste caso até seja destacada pelos utilizadores nos comentários): o poder físico, a velocidade e o talento técnico do homem serviriam perfeitamente ao futebol contemporâneo. Ao contrário da maior parte das estrelas do século XX, Eusébio jogaria em qualquer equipa actual e disputaria na mesma o título de melhor jogador do mundo.

O homem era um verdadeiro prodígio atlético e criativo.
 

Trump vai usar armas nucleares no Irão?
O alerta de Tucker Carlson.

Como o ContraCultura tem documentado recorrentemente, o Regime Epstein tem equacionado o uso de armas nucleares tácticas para desbloquear a situação impossível que criou no Golfo Pérsico. O Presidente norte-americano formulou até a inconcebível ameaça de utilizar engenhos nucleares convencionais, em Setembro, quando num discurso proferido na Assembleia Geral das Nações Unidas disse que estava a considerar “aniquilar” o Irão.

A ser tomada, as consequências desta luciferina e insana decisão serão incalculáveis, tanto no que diz respeito aos danos causados pelo ataque atómico como pelo apocalíptico precedente que a partir desse momento se abriria.

A este propósito, Tucker Carlson, que tem boas fontes em Washington, deixou na segunda-feira uma extensa mensagem no X que importa sublinhar e traduzir para português, dada a sua pertinência, lucidez e assertividade.

 

 

"Sob pressão do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a administração Trump pode estar a poucos dias de lançar um ataque nuclear contra o Irão. O alvo seria a Montanha Pickax, no centro do Irão, onde os serviços de informação israelitas afirmam que o governo iraniano reiniciou o seu programa de enriquecimento de urânio. Nenhuma arma convencional do arsenal americano consegue penetrar 90 metros de granito sólido para destruir os túneis onde supostamente ocorre o enriquecimento. A única opção militar é um ataque nuclear. Netanyahu tem pressionado fortemente por isso. 'Bibi liga a Trump todos os dias sobre o assunto', disse um observador bem informado.

Netanyahu está encurralado e desesperado. Após os resultados das eleições da semana passada, não consegue formar governo a não ser que Trump intervenha directamente na política israelita e negoceie um acordo com outros partidos que garanta a Netanyahu 61 lugares no Knesset. Caso contrário, perderá o cargo de primeiro-ministro e estará a caminho da ignomínia, de investigações e possivelmente da prisão. Netanyahu precisa de se manter próximo de Trump. Ele precisa desta guerra.

Para atingir este objectivo, tem exercido a máxima pressão sobre os seus aliados mais próximos no governo, incluindo o Secretário da Defesa, Pete Hegseth, e o Comandante do CENTCOM, Brad Cooper. Ambos se opõem a um acordo negociado para a guerra que geriram de forma tão desastrosa; ambos pressionam para o retomar de grandes operações de combate. O Secretário de Estado Marco Rubio e o diretor da CIA, John Ratcliffe, também seguem a liderança de Netanyahu, assim como os líderes do Partido Democrata. Numa reunião recente sobre o assunto, o ex-Presidente Barack Obama disse que se opõe ao actual acordo de paz com o Irão que está a ser preparado em Doha.

O resto dos aliados de longa data dos Estados Unidos no Médio Oriente está aterrorizado com a perspectiva de mais guerra. A 27 de Setembro, Netanyahu voou secretamente para Abu Dhabi para tentar convencer os Emirados Árabes Unidos a juntarem-se à sua campanha por um ataque final ao Irão. Os Emirados recusaram. Após oito meses de conflito, as economias do Golfo estão a cambalear. O mesmo acontece com os mercados globais de energia e de fertilizantes. Não se recuperarão tão cedo. Globalmente, existem cerca de 850 superpetroleiros utilizados para transportar petróleo dos produtores para o resto do mundo. Só em Outubro, 11 deles foram gravemente danificados em Ormuz. A este ritmo, uma depressão global está iminente. Um ataque nuclear aceleraria radicalmente a destruição. A precipitação radioactiva de uma explosão em solo no Monte Pickax contaminaria o Golfo Pérsico, envenenando o abastecimento de água de 100 milhões de pessoas.

E estas são apenas algumas das consequências imediatas para a região. O resto do mundo está igualmente exposto. Nenhum país, para além dos Estados Unidos, utilizou alguma vez uma arma nuclear em guerra. Alguns gostariam de usar. Um ataque nuclear americano ao Irão criaria um novo precedente. Os russos já disseram a pelo menos dois outros governos que um ataque nuclear norte-americano ao Irão os libertaria para usar armas nucleares contra a Ucrânia. O Paquistão e a Índia seriam tentados a fazer o mesmo um contra o outro, tal como a Coreia do Norte contra Seul. Após o primeiro ataque nuclear, a Terceira Guerra Mundial é inevitável. Esta guerra seria curta e definitiva.

Há meses que caminhamos sonâmbulos para este momento. Desde Fevereiro que o governo tem vindo a reescrever discretamente a doutrina nuclear americana para facilitar e, portanto, tornar mais provável a primeira utilização das chamadas 'armas nucleares de campo de batalha' Ninguém em Washington, de nenhum dos partidos, parece incomodado com isso. Agora, estamos à beira do precipício.

Observadores atentos dizem que Trump provavelmente decidirá até ao próximo fim de semana se usa ou não armas nucleares. Isso seria a 7 de Novembro, daqui a seis dias. Para seu crédito, ele está a hesitar. Neste momento, Trump está a ouvir o seu vice-presidente, JD Vance, e o seu enviado e amigo Steve Witkoff, ambos a defender que um acordo com o Irão pode ser feito.

Têm razão, embora não seja simples. Os iranianos são notoriamente difíceis de negociar em qualquer circunstância, e elementos do seu governo radicalizaram-se desde o assassinato do ayatollah Ali Khamenei e da sua família, em Fevereiro. Após décadas de isolamento, até os líderes iranianos relativamente moderados parecem confusos com a forma como as decisões são tomadas no Ocidente. (Há uma crença generalizada em Teerão, por exemplo, de que o governo dos Estados Unidos controla Israel.) Mas, no geral, as pessoas que falaram com as autoridades iranianas afirmam que existe um consenso de que mais guerras são más para todos e que um acordo vale a pena.

Um grupo que ainda não foi consultado é a população mundial — as centenas de milhões de pessoas que serão mortas, juntamente com os seus filhos, se Trump for pressionado por Netanyahu para lançar um ataque nuclear na próxima semana. Agora seria o momento de se manifestarem."

 

Sendo certo que ninguém se vai manifestar (as forças que financiam e motorizam os protestos de rua no Ocidente estão do lado da destruição civilizacional, e não da paz e da prosperidade), há neste texto de Carlson muito para dissecar. O simples facto de os EUA estarem à beira de utilizar armas nucleares para defender os interesses e as ambições de um político de um país estrangeiro é por si só bizarro, tanto como o recurso a esta solução extrema não estar sequer relacionada com qualquer ameaça à segurança dos próprios Estados Unidos.

E o comentador norte-americano está carregado de razão quando diz que a volição niilista em Washington é bipartidária. A Casa Branca é tão refém de Telavive como o Capitólio e nem as eleições intercalares vão mudar seja o que for: o Regime Epstein não se deixa dividir entre republicanos e democratas, neoconservadores e neoliberais. Trata-se de um aparelho totalitário de natureza escatológica e não ideológica.

Ninguém também percebe bem a posição dos reinos do Golfo, neste momento. Se o Pentágono deixar cair sobre o Irão um engenho nuclear, é mais que certo que estes países serão seriamente afectados não só pela radiação libertada, mas também pela retaliação de Teerão, que será sem qualquer dúvida terrível. As infraestruras energéticas e de tratamento da água potável de toda a península arábica serão certamente atingidas, deixando as populações locais, que vivem literalmente num deserto, numa situação desesperada e a economia global na direcção, que na verdade já parece inevitável, do colapso sistémico.

Acresce que essa retaliação iraniana, que atingirá também Israel, servirá ao regime sionista, aberto o precedente, como justificação para a utilização das suas próprias armas nucleares. E depois disso acontecer, tudo o que nos resta é rezar para que a humanidade sobreviva ao mais dantesco dos cenários.

O casal Morris, do Redacted, comenta também, com visível preocupação, o texto de Tucker Carlson e a eventualidade da Casa Branca tomar a pior das decisões, desde que Truman autorizou a missão do Enola Gay, a 6 de Agosto de 1945.
 

Precisamos disto? Líder chinesa em robótica apresenta a sua versão do ‘Exterminador Implacável’.

A Unitree, revelou o seu H2-X num vídeo promocional, destacando as capacidades aterradoras dos robôs humanoides e levantando questões sobre as suas possíveis aplicações militares de dupla utilização: contra um inimigo externo e contra o inimigo interno - os cidadãos.


 

Importamos máscaras, esquecemos raízes.

Há uma pergunta que me acompanha nesta altura do ano: como conseguimos mobilizar tanta criatividade para celebrar o Halloween e tão pouca para transmitir as tradições que herdámos. O inquérito de Sérgio Carvalho.


 

Freakin' hell.

domingo, novembro 01, 2026


Ingérence Russe 😎

Adivinhem quem é que tem a culpa do golpe de Estado falhado...


 

O vazio que grita nas ruas: o que acontece quando uma geração nasce sem Deus.

O que vemos nos protestos que percorrem as cidades da Europa, mais que a revolta contra o custo de vida e a corrupção das elites, é uma geração que nasceu, cresceu e vive numa sociedade que virou as costas a Deus. A crónica de Maria Helena Costa.


 

Relatório da Indústria energética britânica expõe catástrofe Net Zero no Reino Unido.

Um novo relatório da indústria energética britânica revela que o Net Zero está a tornar a electricidade proibitivamente cara, levantando novas questões sobre as graves consequências económicas da agenda verde e o papel dos governos conservador e trabalhista que a implementaram.


 

A moral ao serviço do poder.

Quando os valores se transformam em instrumentos de legitimação e as instituições se afastam dos cidadãos, a democracia conserva as suas formas, mas perde a sua substância. A análise crítica de António Justo.


 

Índice da saude psicossocial do Ocidente: Menos que zero #200

SOBRE O CONTRATO SOCIAL - Parte 2: Demonstração da sua falência contemporânea.

Depois da revisão histórica e filosófica, publicada na semana passada, estamos equipados com referências para perceber que o contrato social é o cimento imaterial das sociedades ocidentais, que foi respeitado por séculos. Porque é que já não é?


 

sábado, outubro 31, 2026

Governo de Merz quer obrigar plataformas de redes sociais a preencher 20% das recomendações com conteúdo “aprovado pelo Estado.”

Confrontado com um crescente sentimento anti-sistema, o governo federal de Berlim quer inundar os feeds de redes sociais dos cidadãos alemães com conteúdo de fontes mediáticas "pré-aprovadas", que insistem na propaganda regimental.


 

A tentativa de golpe de Estado globalista na Polónia parece ter falhado.

Depois do criadito de Bruxelas Donald Tusk ter lançado uma ofensiva de carácter totalitário sobre o Tribunal Constitucional polaco, o Presidente nacionalista Karol Nawrocki abortou rapidamente uma viagem oficial ao Senegal (nem chegou ao destino, invertendo o voo) e rompeu o cerco policial para repor o Estado de Direito no país.

Distopia do Reino Unido: Adolescente de 15 anos detido e interrogado pela polícia por ter troçado de um vereador.

Um adolescente britânico publicou no Facebook uma foto alterada por IA do vereador conservador Simon Bennett com orelhas e dentes de coelho. Acto contínuo, a polícia (política) bateu-lhe à porta de madrugada e deteve-o para interrogatório e recolha de ADN.


 

Não, não devia ser supresa para ninguém.

sexta-feira, outubro 30, 2026

Impressionante.


Ciclo eleitoral europeu em 2027 poderá criar rupturas no estabelecimento globalista.

Os eleitores da União Europeia vão ter a oportunidade de rejeitar o programa leninista-globalista dominante, numa série de eleições nacionais e regionais nos próximos doze meses que podem alterar a orientação política da Europa e ter um impacto global. 


É um facto: A BBC odeia pessoas brancas.

A estação que dá lições à Grã-Bretanha sobre salários “justos” publicou os seus próprios números, que mostram que os empregados brancos ganham menos em seis das sete faixas salariais.


Ser Português

Ninguém escolhe ser Português; é um acaso do Cosmos ou um acto da Providência Divina. Mas, como mandatava Pessoa, “sendo nós portugueses, convém saber o que é que somos”. Um retrato de João José Brandão Ferreira.


 

O youtuber do momento é este maluco aqui (e o seu carneiro Rambo).

Happy Acres. Há dois meses atrás tinha 50.000 subscritores e agora está quase com 500.000. Deve ser por alguma razão e a razão primeira é um carneiro chamado Rambo, espécie adorável de sacaninha que mantém com o dono uma relação de amor e porrada que é simultaneamente hilariante e enternecedora.

Mas no quintal de Happy Acres há montes de outros bichos - cavalos e avestruzes, galinhas e ovelhas, cães e bodes - que circulam entre uma improvisada pista de motocross, camas elásticas, sacos de boxe, lamborghinis e outras desadequações cenográficas, no ecossistema mais descontraído e bem disposto que se possa imaginar.

Definição de 'boa onda', mesmo.

quinta-feira, outubro 29, 2026

Bem... O Tucker está zangado.

Mais a mais, a ira dele segue carregada de razão:

Não engana ninguém.

Independentemente de concordarmos ou não com o pensamento político de André Ventura (eu não sou eleitor do Chega e discordo em parte do que ele diz aqui), é importante sublinhar estas declarações. Para que ninguém possa dizer mais tarde que, sobre o assunto da emigração, ele traiu as expectativas dos seus eleitores. Ao contrário de Trump e até de Meloni, o líder do Chega não tem problema nenhum em manifestar que está do lado corporativo do regime. 

E não é de agora. Ventura recebeu o telefonema já há anos largos.

  
Também é verdadeiro o comentário de Afonso Gonçalves: quem vota neste homem a pensar que deixa cair na urna uma intenção de ruptura não pode estar mais equivocado. 

André Ventura, como Le Pen e como Farage, serão, em última análise e se tudo correr bem, reformadores. Estarão, até um certo ponto, predispostos a acalmar as massas com políticas anti-woke, revisões fiscais, retoques nas leis de imigração (os que Bruxelas permitir) e outras medidas paliativas e sem consequência, para eleitor ver. Que é aliás o que já está a acontecer com o actual governo PSD. 

Tanto mais que estas afirmações do líder dito populista pouco diferem das que Montenegro diria sobre o mesmo assunto.

Arrisco até escrever que Ventura está a preparar um namoro com Montenegro, para uma aliança futura. Uma geringonça à direita, para impedir o PS de formar governo nas legislativas de 2029 (se o actual executivo sobreviver até lá).

Mas a política à portuguesa não é o meu forte, pelo que posso estar completamente errado, claro. Sobre este último ponto, porque sobre os anteriores, não tenho grandes dúvidas.