terça-feira, outubro 27, 2026

Pentágono faz horas extraordinárias: EUA lançam, pela 88ª vez em 2026, ataques aéreos na Somália.

Os EUA e os Emirados Árabes Unidos lançaram na semana passada uma nova ofensiva de ataques aéreos contra o al-Shabaab, no norte da Somália, no contexto de confrontos na região entre a milícia jihadista e as forças locais de Puntland.


 

 


Caos no Brasil: Lula vence eleições contra todas as espectativas, depois de suspensão da contagem durante duas horas.

Uma polémica decisão do Supremo Tribunal, tomada por um juiz nomeado por Lula, e a reviravolta na contagem de votos que se seguiu, está a levar o Brasil a um ponto crítico de tensão política e social. 


 


A ameaça “Maranza” em Itália: Gangues juvenis de origem imigrante aterrorizam Milão.

Gangues juvenis violentos, associados às comunidades de imigrantes de segunda geração em Itália, transformaram as ruas de Milão em cenários de caos, pilhagem e destruição, levando Giorgia Meloni a convocar o exército para pacificar a cidade.


 

Substituição, qual substituição? 80% dos novos empregos no Reino Unido desde 2014 foram ocupados por estrangeiros.

Apenas um em cada cinco dos cerca de 3,7 milhões de empregos adicionados à folha de pagamentos do Reino Unido entre 2014 e o final de 2025 foi ocupado por cidadãos britânicos. Tudo normal. Nada para ver aqui. 


 

Percebo este senhor perfeitamente.


Sobre os motins e outras coisas.

Os acontecimentos em França e em Portugal, para além de sintomáticos da queda da Civilização Ocidental, revelam também a falência da autoridade dos Estados. A análise de João José Brandão Ferreira.


 

Frankenstein, volta, estás perdoado.


Sobre este assunto, no Contra: 

Projecto Frankenstein-Epstein: Empresa norte-americana está a manter activos e funcionais cérebros humanos retirados de cadáveres.

Num desenvolvimento digno de um filme de terror, uma startup de Connecticut está a manter cérebros humanos funcionais, fora do corpo, durante longos períodos de tempo, alegadamente para fins de investigação farmacêutica. Mas estarão estes cérebros conscientes?



 


Porquê e para quê? “Cientistas” de Stanford criam ratos com cérebros parcialmente humanos.

Sem se perceber que raio é que esta abominação contribui para o progresso da ciência ou o bem estar da humanidade, uma equipa de discípulos do Dr. Victor Frankenstein criou ratos cujos cérebros são em grande parte construídos a partir de células humanas.
 

 

 

segunda-feira, outubro 26, 2026

A tragicomédia da Matemática na era da Inteligência Artificial.

Curt Jaimungal entrevista neste episódio do seu podcast um senhor que é supostamente um notável matemático (cientista de teoria computacional) e que conta que a sua mulher, que tem a mesma esotérica profissão, dedicou toda a sua carreira a tentar provar, sem sucesso, a Conjectura de Jogos Únicos. Acontece que a OpenAI, aqui há uns dias atrás, descarregou sobre a comunidade científica a prova desta Conjectura, prova essa que vinha discretamente incluída num lote de quatro centenas de resoluções de antigos e modernos problemas matemáticos que estavam por resolver. 



Duas coisas que são trágico-cómicas nesta pequena historieta e em todo o testemunho de Scott Aaronson:

 - A primeira é que as resoluções por inteligência artificial são ininteligíveis até para matemáticos de calibre como este senhor, ou seja: a Open AI diz que resolveu a Conjectura de Jogos Únicos, enuncia a resolução, mas ninguém percebe patavina daquilo, até porque os modelos nem se preocupam assim tanto como isso em explicar aos humanos o curso do seu génio. Assim sendo, o que a OpenAI diz que fez não pode ser verificado por seres humanos. Ou melhor: a senhora que é esposa de Aaronson e que passou metade da vida dela a tentar provar a Conjectura, vai passar o resto da vida a tentar compreender a prova que a máquina entretanto pariu. E se, por crueldade divina, ela descobrir, aos sessenta e cinco anos, que a Open AI a esteve a aldrabar este tempo todo? Mas a comédia não acaba aqui: como o próprio marido afirma, todo contente e quase orgulhoso dela, a senhora está a utilizar um sistema de AI para descodificar o linguarajar produzido por outro sistema de AI. É como um condutor de Uber, que comandado pelo algoritmo para virar aqui ou ali nas ruas de uma cidade que não conhece, precisa de outro algoritmo para saber distinguir a direita da esquerda.

- A segunda coisa trágico-cómica é que Aaronson parece feliz e deslumbrado com o facto da inteligência artificial estar, aparentemente, a resolver problemas matemáticos que partem a cabeça aos académicos há vários séculos, o que me parece no mínimo esquizofrénico, porque ele:

a) Não consegue ler as equações que saem da máquina, pelo que na verdade está tão certo como eu sobre a sua validade;

b) Parece não perceber que, caso os enunciados da OpenAI estejam correctos, a sua profissão está agora definitivamente condenada. O senhor doutor e os seus filhos vão passar a vida a fazer coisa nenhuma de significativo, a não ser, talvez, a verificar a validade e a explicar a complexidade dos teoremas enunciados pela máquina, o que, convenhamos é capaz de ser uma despromoção para o intelecto humano em geral e para este cientista computacional em particular (como ele próprio até reconhece durante a conversa, por acaso).

Dir-me-ão que a alegria do homem, sendo sincera ou fingida, se deve ao facto de que a inteligência artificial está a conquistar novas fronteiras para o conhecimento humano (não discutindo sequer a dúbia importância que tem para a humanidade provar certa a Conjectura de Jogos Únicos, para não adensar este texto). Mas, caramba, se a prova foi realizada pelo algoritmo será, por definição, uma conquista da máquina e que vai alimentar o espólio cognitivo da máquina, e não do Homem, até porque estes modelos trabalham na verdade - e como já alertei várias vezes em textos sobre esta matéria - para além do entendimento dos seus engenheiros. 

Ou seja: A OpenAI está a debitar uma prova que não pode ser validada pelos seres humanos, porque está para além do seu entendimento. Fazendo para isso recurso a princípio operacionais que os humanos desconhecem. Com a finalidade de última de destituir os seres humanos da capacidade de se exercitarem como matemáticos.

Qual é a glória disto?   

Entre outras formas malucas de lidar com o motor de humilhação a que os académicos estão a ser sujeitos por Silicon Valley, Jaimungal e o seu entrevistado sugerem que a resolução de problemas e a prova de conjecturas nunca foi a verdadeira missão dos matemáticos, que é talvez a mais imbecil forma de alinhamento narrativo que eu já ouvi na vida. O que estes dois nos estão a enfiar pela goela abaixo é que a verdadeira missão de um matemático é a de inventar problemas e conjecturas para o algoritmo provar ou desprovar. Portanto: todos os matemáticos da história da humanidade estavam a trabalhar para que no Século XXI Sam Altman lançasse finalmente o Chat GPT.

É espantoso. 

domingo, outubro 25, 2026

SOBRE O CONTRATO SOCIAL - Parte I: Síntese Filosófica e Roteiro Histórico.

É possível ou sustentável que as Nações vivam sem um contrato social, como acontece hoje, claramente, no Ocidente? Na primeira parte deste exercício especulativo revisitamos as ideias e os eventos que cristalizaram a ideia de um pacto entre o Estado e o cidadão, na Europa.


 

 

Zuckerberg ganha biliões com actividades fraudulentas nas plataformas da META.

O episódio #2567 do podcast de Joe Rogan emitido a 16 de Outubro de 2026 contou com a presença da jornalista luso-americana Mariana Van Zeller, uma profissional premiada diversas vezes pelo seu trabalho de investigação. 

No clip em baixo, ela fala sobre documentos internos da Meta (reportados pela Reuters) que projectavam cerca de 16 mil milhões de dólares de receita anual proveniente de anúncios fraudulentos e comércio de bens proibidos ou inexistentes, e sobre o sistema de “penalty bids” em que suspeitos de fraude pagam multas em vez de serem banidos, aumentando a receita da tecnológica de Silicon Valley, à custa de utilizadores mais crédulos. 

Joe Rogan ficou visivelmente horrorizado ao saber que a Meta lucra valores astronómicos graças à fraude.

É que são 1.825.000 dólares por hora, a cada hora. 

A vilania de Silicon Valley nunca desilude.  

A Europa está com sede de sangue.

Roma: Bolonha: Turim: Florença: Barcelona: Paris: Montpellier: Albânia:

sábado, outubro 24, 2026


A Rússia é a nova pandemia.

A Covid-19 serviu para testar a obediência das massas a confinamentos e mandatos totalitários, implementar, através das vacinas mRNA, um novo e extremamente eficaz método de extinção populacional, transferir riqueza e poder para as elites em escala recordista, introduzir no imaginário colectivo conceitos distópicos como a das 'cidades de 15 minutos', o da identidade digital, o do dinheiro digital e o da substituição da propriedade pela subscrição, dando também início operacional ao processo de censura, controlo e vigilância de largo espectro que agora observamos já em velocidade de cruzeiro.

Ora, em certo sentido, a russofobia serve propósitos semelhantes. Fazendo recurso a esse fantasma, é justificada a fúria das turbas migrantes e a estratégia de redução a cinzas da extrema-esquerda. É justificado o declínio económico e políticos da Europa e a queda do império americano. É justificada a censura e a perseguição dos cidadãos pelos seus governos. É justificada a guerra nuclear, se preciso for. É justificado até, como no caso paradigmático deste livro, da autoria de um tal David Reaboi, o Regime Epstein e todos os seus horrores:


 
Sim, sim, apesar de todas as evidências em contrário, foi afinal Moscovo que nos fez acreditar que as elites ocidentais têm o passatempo de traficar seres humanos, violar menores e torturar e devorar crianças. 

Trata-se apenas de um fruto da imaginação de Vladimir Putin, mais nada.

Espantoso, não é?
 

Transformers da vida real: Tecnológica chinesa constrói robô gigante para a indústria pesada.

Aparentemente, a NeodraDynamics construiu um gigantone que parece tirado de um filme de ficção científica, destinado a servir múltiplos fins na indústria pesada. Mas um veredicto final sobre este monstro mecânico aguarda uma demonstração prática da sua operacionalidade.


O chanceler, o desdém dos tiranos e o destino das massas.

Apesar das sondagens, das humilhantes derrotas nas últimas eleições estaduais e do estado deplorável da indústria alemã, o chanceler, alienado e autista (ou intencionalmente luciferino) insiste: a prioridade não é a economia nem são os alemães. A prioridade é a guerra à Rússia.


Qual é o "impacto" de que fala Friedrich Merz? A crise energética, criada pelas sanções europeias ao gás e ao petróleo abundantes e baratos da Rússia? As restrições ao livre discurso, impostas a propósito da imaginária ameaça proveniente de Moscovo? 

Que "impacto" sofreram os alemães quando Vladimir Putin, muito justificadamente, se decidiu em 2022 por espoletar uma operação militar na Ucrânia? Não terá esse "impacto" derivado mais da reacção histérica e niilista dos países europeus que se lhe seguiu?

É por estas e por outras que eu tenho dito e redito que é difícil explicar o comportamento das elites ocidentais com argumentos racionais e não metafísicos. Um político normal, seja de esquerda seja de direita, que opere no contexto de uma democracia minimamente saudável, mesmo que pensasse que fazer a guerra a uma potência nuclear, pela qual não foi agredido, seria mais importante do que cuidar da economia local, não o diria publicamente. 

Não me entendam mal: as elites políticas das democracias ocidentais sempre odiaram as massas, e o conceito de cidadania, e o contrato social a que são obrigadas, e o escrutínio público a que são sujeitas, mas souberam invariavelmente disfarçar esse desdém; e aqueles que não eram competentes no grande teatro eleitoral nunca tiveram grande futuro nos próprios partidos, por muito poder que neles, internamente, detivessem.

Acontece que nos desvairados tempos que vivemos, nem esses protagonistas têm o mesmo pudor, empoderados por um sistema que os torna na verdade impunes a qualquer pecado ou desvergonha pública que cometam (por mais sórdidos e criminosos que sejam esses cometimentos), como as massas, transformadas em gado pela propaganda, pela tecnologia e por algum conforto material, desistiram elas próprias de exigirem representação. E decência.

Ainda assim, o abusivo e tirânico e imoral comportamento do aparelho Epstein-WEF tem encontrado alguma resistência, em nichos de mercado primeiro, e agora em substantivas faixas do eleitorado (dos dois lados do oceano) cuja volição disruptiva tem sido contornada com geringonças e esquemas de baixa política, e Merz enche a suja boca com este género de afirmações porque tem consciência da sua impunidade, mas sobretudo de que o seu poder, de raiz totalitária, só poderá aumentar e cristalizar-se através de uma guerra termonuclear com a Rússia. Ou seja: a destruição é o objectivo.

Como aliás acontece neste momento em França. Aqueles inocentes que acham que Macron está realmente preocupado com a queda no caos tribal do país que dirige precisam urgentemente de uma terapia de choque com a realidade. O caos tribal é o objectivo. A destruição civilizacional é o objectivo. A guerra definitiva, que tudo reduza a cinzas, é o objectivo.  

Tanto o presidente francês como o chanceler alemão, ou o primeiro ministro britânico, ou o infeliz e tresloucado inquilino da Casa Branca, trabalham contra os cidadão dos seus desgraçados países, não em favor deles. E enquanto as massas não perceberem isto, os seus destinos - e os destinos dos seus filhos - estão irremediavelmente condenados.

Casa Branca emite alerta: governo britânico está a tentar espiar Trump e Farage.

Um oficial de segurança da Casa Branca alertou que a nova tentativa do governo britânico de obter acesso a dados encriptados da Apple pode ser usada para espiar funcionários da administração Trump e o líder do Reform UK, Nigel Farage.


Uma casa, uma sociedade por reconstruir

Uma casa começa muito antes das paredes. Começa no direito de pertencer, de guardar a intimidade, de criar filhos sem o medo permanente de perder o chão. A crónica de Sérgio Carvalho.


 

 

A Comuna continua.

sexta-feira, outubro 23, 2026


A sério? Ninguém diria...


A narrativa muda, a vilania não.

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: Menos que zero #199

A derradeira prova de que a história do assassinato de Charlie Kirk está muito mal contada reside

neste post de Donald Trump, em que pressiona o juiz que preside ao julgamento do suposto assassino no sentido da celeridade do processo (e não no sentido de que a justiça siga o seu regular curso). Se a atitude de Trump fosse mais suspeita, rebentava.

Depois de verem recusados os seus pedidos de asilo por razões económicas, 70% dos migrantes que invadiram Ceuta dizem agora que são homossexuais.

Fontes da polícia espanhola afirmam que cerca de 70% dos pedidos de asilo apresentados recentemente por migrantes marroquinos no enclave de Ceuta alegam perseguição por causa da sua homossexualidade, uma mudança drástica em relação aos motivos económicos citados anteriormente.


Sondagem: Quase metade dos muçulmanos e dos judeus consideram sair de França se Le Pen vencer as presidenciais de 2027.

Quase metade dos inquiridos muçulmanos e judeus equacionam abandonar a França se Marine Le Pen vencer as eleições presidenciais de 2027, segundo uma sondagem realizada para uma revista francesa.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: Menos que zero #198

Elon Musk admite estar a sofrer de psicose relacionada com IA.

Elon Musk está aparentemente a sofrer de psicose induzida por IA. E não é especulação. A afirmação vem dele próprio. E a tal ponto é aguda a sua doença mental, que até acha que a música feita por inteligência artificial é "realmente boa".


 

A desgraça do ensino, em Portugal.

O ensino não pode servir ideologias, e deve ser exigente, não só em termos de avaliação física e cultural, mas também ética, sem pôr em causa a equidade ao seu acesso. A crónica de João José Brandão Ferreira.


 

É só boas notícias.

Para os accionistas das grandes corporações. Porque para a ralé, as coisas complicam-se e complicam-se e complicam-se até que a malta comece a passar fome. E a fome é o grande motor histórico das revoluções. Mas talvez nessa altura já seja demasiado tarde para dar a volta ao regime Epstein-WEF.
 



Alto quadro militar do Pentágono: A guerra com o Irão vai intensificar-se após as eleições intercalares.

O Pentágono está actualmente a reforçar o número de efectivos e de navios na região do Golfo, na perspectiva que a guerra com o Irão poderá ganhar intensidade depois das eleições para o Congresso norte-americano, no princípio de Novembro.


 

Lembram-se?

Ouh là là

Estou sempre a marrar com as tecnologias de inteligência artificial, mas também devo dizer que se produzem através delas - e graças a elas - algumas obras primas da arte popular contemporânea. Como esta aqui:

White flag . The Dor Brothers . Música: Run The Jewels - "Ooh LA LA" - feat. Greg Nice; DJ Premier

Israel matou mais de 1.500 palestinianos em Gaza desde que assinou acordo de cessar-fogo.

O exército israelita já matou mais de 1.500 palestinianos em Gaza desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, em Outubro de 2025, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.


 



Poço sem fundo

Satanás tomou conta - e diverte-se deveras no velório do Homem, mas estou a ver que a farra ainda agora começou, e que este funeral vai arrastar-se por subterrâneos com que Dante não sonhou.


Médicos, cientistas e líderes conservadores alertam Trump e RFK Jr.: acabem com as vacinas mRNA ou perderão o nosso apoio.

Médicos, cientistas e activistas conservadores, com um total de mais de 66 milhões de seguidores nas redes sociais, assinaram uma carta aberta exigindo a retirada das vacinas mRNA, cuja propagação tem sido apoiada pelo regime Trump, contra as suas promessas eleitorais.