domingo, fevereiro 08, 2026

Lamento, mas eu avisei.

Esta é uma daquelas situações em que não tenho nenhum problema em dizer: I told you so.

Desde 2018 que estou a advertir que o projecto Marte de Elon Musk é um embuste. Pois, bem, o rapaz acaba de mover os postes da baliza para qualquer coisa um bocadinho mais realista: uma missão à Lua. Não tripulada.

Uau, que façanha. 

 
Alguém que diga ao homem que, há sessenta anos atrás, 60, com computadores com uma capacidade de processamento muito inferior à de qualquer telemóvel contemporâneo (a chave do teu carro é mais esperta), o programa Apollo transportou seres humanos para o satélite natural da Terra e até os trouxe de volta e tudo (teorias da conspiração não tão malucas como isso à parte).

Então, mas a prioridade não era salvar a humanidade do extermínio, com um colónia no Planeta Vermelho? Então não era tão fácil e exequível e rentável e tudo, despachar a malta para Marte?

Então não íamos colonizar o território, como se do Oeste selvagem se tratasse? E não era já em 2027?

Afinal não. Não é já e não é tão cedo.

Desconfio bem que para Musk será nunca. A não ser que viva uns duzentos anos, ou assim.

Desconfio outrossim que provavelmente até o novo e incomensuravelmente mais modesto projecto Lua vai sair dos carris logo que começar a ser tentado, tal e qual o programa Artemis da NASA e já para nem falar do estrambólico programa lunar do regime Trump.


É mais que óbvio que Elon Musk não está interessado na Lua nem em Marte nem na humanidade. É mais que óbvio que está interessado apenas em captar capital, valorizar acções, acumular poder.

Musk não é diferente de qualquer outro bilionário de Silicon Valley. Limita-se a usar métodos diferentes. Mas os objectivos são os mesmos. E as mentiras, e as fraudes, e o jogo do faz de conta que é próprio do Regime Pinóquio, fazem parte do esquema, claro.

E está o crápula carregado de razão.

Esta é fácil.

Acordaste agora para a vida.

Pedófilos, canibais e assassinos.

Antes e depois da Ilíada: a tragédia de Agamemnon

A figura mítica de Agamemnon chegou até nós principalmente através da tradição homérica. Mas para além da epopeia, há uma tragédia inerente ao Rei dos Aqueus, que o liberta da condição de vilão unidimensional e que explica muito do seu comportamento na Guerra de Troia.


 



Ficheiros Epstein: A imprensa corporativa como evangelho satânico.

A imprensa corporativa está a fazer tudo o que pode para salvar os sionistas e as elites ocidentais do seu evidente e luciferino comprometimento com as actividades de Jeffrey Epstein, utilizando para isso o saco de porrada do costume: a Rússia.


 

Do Irão até ao fim do caminho.

Vamos projectar um cenário de guerra com o Irão na companhia dos dois alexandres do The Duran e dos dois Erickson do Convesations Amognst the Ruins.

Ok. Os Estados Unidos atacam o Irão. O Irão responde com um ataque às bases americanas no Médio-Oriente, com mísseis hipersónicos Fattah, que se deslocam a velocidades superiores a Mach 10 e transportam ogivas que pesam 700 quilos. Só o impacto cinético deste bichos é completamente devastador. Se em cinco lançados, um cair no alvo, os americanos vão sofrer baixas terríveis. 

Mais: no seu arsenal, os iranianos têm mísseis Sejil. Com um alcance que pode ir até aos 2500 quilómetros, estes foguetões balísticos de dois estágios saem da atmosfera e quando reentram transportam velocidades que podem chegar a Mach 12. A sua autonomia permitirá ao Irão atingir um porta-aviões americano estacionado no Mediterrâneo. Uma só ogiva de 750 quilos a viajar a esta velocidade destrói qualquer tipo de navio de guerra numa fracção de segundo. Um porta-aviões da classe Nimitz tem uma tripulação entre cinco e seis mil almas.

 Ok. Depois de perder um porta-aviões e duas bases militares, com baixas tremendas, o que é que resta fazer à administração americana? Recuar em humilhação e mostrar a toda a gente as fragilidades da sua máquina de guerra? É claro que não. A única opção é retaliar com mais intensidade.


Ok. Os americanos desencadeiam bombardeamentos devastadores e colocam tropas no terreno. Teerão é um monte de ruínas. Dezenas se não centenas de milhares de vítimas civis. Um dos maiores e mais populosos países do Médio Oriente mergulha no caos. Ainda assim, vai acontecer às forças do Pentágono o que aconteceu no Afeganistão: bolsas da guarda regular islâmica e de milícias locais disseminam-se pelo território imenso, acidentado e inóspito. O Pentágono sofre baixas sobre baixas, enquanto a Rússia e a China apoiam a resistência armada e exercem pressão internacional intensa sobre os EUA. A guerra arrasta-se durante anos. O preço do barril de petróleo dispara para recordes inauditos, enquanto os mercados financeiros enfrentam crises sobre crises, num ritmo insustentável.



Ok. O que é que vai acontecer ao dólar, neste processo? Grande parte das nações no mundo substituem a sua unidade de reserva por outra (ouro, prata, bitcoin, Yen, Unidade monetária do BRICS ou SDR do FMI). O dólar passa de moeda de reserva mundial a divisa exclusivamente americana. O dumping correspondente inunda a federação de dólares, e o seu valor é reduzido a centésimos do actual. O poder de compra desce para níveis do terceiro mundo e as grandes cidades americanas rebentam com motins e protestos contra a guerra e contra o custo de vida e contra o regime, num movimento imparável rumo à guerra civil. Os mercados financeiros entram em ruptura definitiva, há bancos a cair na falência como fruta madura e todo o tecido empresarial ocidental é impactado de forma devastadora, com despedimentos em massa e extinção de largo espectro de pequenas e médias empresas.

Ok. O que é que acontece a seguir? 

O fim do império americano é o que acontece a seguir. A queda definitiva da civilização ocidental é o que acontece a seguir.

A China como potência hegemónica, é o que acontece a seguir. 

E tudo isto porque a Mossad tem uns vídeos em que Donald Trump aparece a violar uma menina de 13 anos.

Federação das Indústrias Alemãs: Economia germânica vive a ‘crise mais profunda’ desde a II Guerra Mundial.

A economia alemã está a sofrer a sua "crise mais profunda" desde a Segunda Guerra Mundial, alertou um importante grupo industrial germânico, pedindo ao Governo de Friedrich Merz que tome medidas urgentes para impulsionar a recuperação. Boa sorte com isso.


 

Estes animais comiam carne humana. De crianças.

sábado, fevereiro 07, 2026

Ensaio sobre a cegueira.

Não há cego mais cego do que aquele que não quer ver. A prova provada deste axioma vive nos seguidores incondicionais de Donald Trump que, como os europeus são agora servos de Bruxelas, serão escravos de Washington, na ilusão da liberdade.


 

Epstein e a Ucrânia: Zelensky, os Rothschild e a vampira.

No breve clip do jornalista independente Ben Swann que deixo em baixo, são colocadas em discussão as ligações entre Jeffrey Epstein, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e redes de tráfico humano na Ucrânia, enquadradas na narrativa mais ampla do “Pizzagate”. 

Swann refere a reputação da Ucrânia como centro de pedofilia e tráfico humano, sugerindo que estas ligações persistem mesmo após a morte de Epstein e, baseando-se nos ficheiros recentemente divulgados, sugere que o financeiro-pedófilo terá explorado a instabilidade política da Ucrânia para oportunidades ilícitas.

O eloquente trabalho de Swan assenta em quatro vectores fundamentais:

- Ligações de Epstein à Ucrânia: Swann destaca o envolvimento de Epstein com agências de modelos ucranianas, que ele alega serem fachadas para o tráfico de carne humana. E-mails dos ficheiros referem agências a fornecer “raparigas” para estadias prolongadas, viagens de Kiev para Nova Iorque, negócios imobiliários como a compra de uma mansão em Lviv em 2017 e grandes transferências de dinheiro. Um e-mail de de Epstein de2013, portanto antes do golpe de estado de 2014,  antecipa “muitas oportunidades” no contexto da agitação política na Ucrânia.

- Ligações aos Rothschild: Epstein terá colaborado com a família Rothschild para tirar partido do caos pós-2014, adquirindo activos desvalorizados em terras, energia e infraestruturas. Sob o Presidente Petro Poroshenko, grandes instituições terão passado supostamente para controlo ligado aos Rothschild, com Poroshenko a transferir participações para um trust destes banqueiros para evitar escrutínio.

- Ligações a Zelenskyy: Após a eleição de Zelenskyy em 2019, Epstein manifestou interesse na “corrupção sofisticada” da Ucrânia e no potencial para “enormes quantidades de dinheiro”. Swann alega que Epstein e Zelenskyy tiveram vários almoços. Um e-mail menciona Zelenskyy a permitir que o agente de modelos Jean-Luc Brunel (acusado e condenado dpor violação e tráfico de menores) operasse na Ucrânia. Um embaixador ucraniano não identificado também é implicado em esforços de trafico de crianças.

- O papel de Marina Abramovic: Swann faz a conecção entre a figura do “Pizzagate” Marina Abramovic (conhecida pelos rituais de “spirit cooking” que envolvem sangue, sémen e temas canibais na sua arte) a Zelenskyy. Em 2023, Zelenskyy nomeou a artista sérvia como embaixadora da Ucrânia para reconstruir escolas danificadas pela guerra e apoiar crianças afectadas, o que Swann considera suspeito dada a sua história controversa e a ausência de ligações à Ucrânia.


Investigadora boliviana: pandemia foi “operação psicológica” destinada a “modular a reprodução humana e as liberdades individuais”.

Em entrevista a Walter Biancardine, a cirurgiã-dentista Liliana Zelada Rück diz que o vírus da Covid nunca foi isolado, que as vacinas não imunizam, que os hospitais mataram mais do que salvaram e que a pandemia foi usada como instrumento de controle social à escala planetária.


Autoridades francesas realizam buscas nos escritórios do X; Reino Unido inicia nova investigação sobre a plataforma de Musk.

Autoridades judiciárias francesas realizaram buscas nos escritórios do X, em Paris, no âmbito de uma investigação criminal alargada sobre alegados crimes relacionados com extracção ilegal de dados, cumplicidade na posse ou distribuição de pornografia infantil e anti-semitismo.


 

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

Pizzagate, ficheiros Epstein e a rede satânica global: Tucker põe as mãos na lama.

Como qualquer pessoa decente, Tucker Carlson não assobia para o lado. E, com a ajuda de Ian Carroll, começa por uma decana teoria da conspiração, o 'Pizzagate', um escândalo que rebentou na altura dos Wikileaks, quando foram revelados emails de John Podesta, uma das mais poderosas e sinistras figuras do Estado profundo norte-americano (chefe de gabinete e/ou spin doctor dos Clinton, de Obama e de Biden), que eram muito estranhos e sugeriam actividades pedófilas e relacionavam-se até com uma pizzaria muito frequentadas por políticos de topo do aparelho democrata que tinha uma conta no Instagram flagrantemente obscena, com imagens de crianças quase pornográficas.

A teoria foi durante anos e anos combatida pelos verificadores de factos do costume e pela imprensa corporativa, claro, mas acontece que o novo lote de ficheiros Epstein comprova-a como real, porque os emails do pedófilo suicidado estão carregados do mesmo léxico codificado que preenchia a comunicação electrónica de Podesta (mais de 800 referências a "pizza"). E incluem-no, porque ele era íntimo de Epstein.

Ian Carroll, denuncia também a corrupção (porque a incompetência não é plausível) do FBI em todo o processo de descoberta e aquisição de provas, discute o envolvimento do criminoso na crise dos mercados financeiros de 2008, bem como as suas actividades de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, comentando ainda a obsessão que o consumia com a genética, a eugenia e a biotecnologia.

Tucker Carlson coloca, no último segmento da conversa, uma questão fundamental: será possível continuar a conviver e a aceitar e a alimentar com votos e impostos um sistema político que é, no mínimo, permissivo em relação a todas estas actividades absolutamente tenebrosas e, em muitos casos, liderado pela pior espécie de seres humanos que podemos imaginar?

É claro que não. Mas o problema é que ninguém sabe bem o que fazer a seguir e as massas continuam adormecidas, num torpor cúmplice.

A cumplicidade do silêncio.


"Para que o mal triunfe basta que os homens bons nada façam."
Edmund Burke

 

Por todo o Ocidente, as pessoas vão para a rua protestar por tudo e por nada, por isto e por aquilo, por dá cá aquela palha.

Vão para a rua protestar por valores e convicções e princípios.

Vão para a rua protestar pela liberdade religiosa, pela liberdade de expressão e pela liberdade sexual.

Vão para a rua protestar contra a guerra, contra o custo de vida, contra o racismo, contra a homofobia. 

Protestam para salvar o planeta, para salvar a democracia, para salvar a consciência.

Protestam contra e a favor do aborto, contra e a favor da eutanásia, contra e a favor da pena de morte.

Protestam contra a brutalidade da polícia e protestam por falta de policiamento. 

Protestam contra Israel em favor da Palestina, e em favor de Israel contra a Palestina.

Protestam contra o capitalismo, contra o marxismo, contra o estado a que as coisa chegaram.

Os sindicatos protestam porque os mineiros protestam, os agricultores protestam, os bancários protestam, os metalúrgicos protestam, os pilotos protestam, os vendedores de carros em segunda mão protestam e os funcionários públicos também.

Há protestos por causa dos impostos, por causa do preço da habitação, por causa dos salários, por causa dos horários, por causa deste governo, por causa do outro.

Há protestos para salvar de maus tratos os animais de estimação, para salvar da extinção os animais selvagens, para salvar da arena os animais toureados, para salvar dos laboratórios as cobaias e para salvar do matadouro o gado bovino.

Ruas, avenidas e praças das grandes cidades enchem-se dia sim dia não com multidões indignadas, que erguem bandeiras a prometer revoluções e gritam slogans que dizem basta e carregam faixas que dizem chega.

Mas quando ficamos a saber que somos governados por um clube satânico de traficantes de carne humana, pedófilos, assassinos e canibais; quando se abre a cortina para o mais dantesco, chocante, nojento e criminoso cenário que podemos imaginar, toda esta gente activista de causas, militante de ideologias e fanática de convicções, fecha-se em casa, num silêncio aparvalhado, num estupor resignado, como se a revelação nada fosse ou fosse tudo isto normal.

As elites pecam por acção. As massas, por inacção.

São irredimíveis, todos.

Starmer no arame.

A nomeação de 'Lord Vader', ou 'Principe das Trevas', também conhecido por Lord Mandelson, para embaixador do Reino Unido nos EUA poderá conduzir à queda de Kier Starmer. 

Na sequência da divulgação do último lote dos ficheiros Epstein, o público britânico ficou a saber não só quem é o sinistro diplomata-pedófilo-globalista-mestre de marionetas, que traficou influências nas altas esferas do poder político e que foi até um dos principais responsáveis pela ascensão de Starmer a líder trabalhista e depois a primeiro-ministro, mas também que o criminoso aristocrata partilhava segredos de Estado e informação confidencial com o seu íntimo amigo Epstein, e com quem lhe desse na real gana.

E o facto de, ainda assim, Starmer ter dito no Parlamento, para indignação geral e até de deputados do seu próprio partido, que parte da informação relativa ao processo de nomeação de Mandelson para embaixador em Washington não poderia ser divulgada por questões de segurança nacional, numa insistência autista em encobrir o que está à vista de toda a gente, só piorou a sua precária circunstância.

Os dois alexandres do The Durant conversam sobre o assunto, dando o primeiro-ministro britânico como praticamente demissionário. 

Mas Starmer, como qualquer insecto do labiríntico e infindável esgoto globalista, está agarrado ao poder como a lapa à rocha litoral e vai agarrar-se ao cargo até que lhe decepem os dedos. 

A ver vamos. 

Sim. Já.


É mais ou menos verdade.

Não sou assim tão optimista no que diz respeito aos líderes europeus, mas o que aqui se diz sobre as elites americanas é factual. 


Este tweet diz muito

sobre a corrupção do Departamento de Justiça do regime Trump, que rasura os nomes dos criminosos nos ficheiros epstein que divulga, protegendo-os activamente.

Uma pergunta: como é que esta gente dorme à noite? 

Ou os demónios não necessitam de sono? 


David Icke, um danado e desalinhado profeta.

Até agora, este senhor só foi mencionado nos conteúdos do blogville e do Contra por duas vezes, recentemente a propósito de um tweet assertivo sobre Alex Jones, e em 2022, quando foi proibido de entrar nos países da União Europeia por delito de opinião.

Mas há muito para dizer sobre Icke, que é uma espécie de profeta apocalíptico, mas também um dissidente radical e um intelectual influente em certos círculos, geralmente ligados à metafísica, à ovnilogia e ao oculto.

O problema é que a teoria dele sobre o cosmos e a existência humana é de tal forma intrincada e fantasista e especulativa, que até eu, um convicto teórico da conspiração, fico invariavelmente reticente em partilhar e comentar as suas alucinantes projecções.

Simplificando ao máximo, o britânico acredita que as elites humanas estão envolvidas numa parceria satânica com entidades reptilianas extradimensionais (ou intradimensionais?) que se alimentam do sofrimento humano e que tentam instaurar na Terra uma ordem mundial favorável ao seu apetite, sendo que a própria história do sapiens reflecte a tensão entre a vontade de liberdade do homem e a intenção esclavagista desses senhores das trevas.

A questão fundamental aqui é que, mesmo que se considere disparatada a sua tese, a verdade é que Icke está, desde os anos 90, a alertar o público para fenómenos que permaneciam ocultos do escrutínio público, mas que entretanto foram sendo confirmados ou, pelo menos, suspeitados, em várias áreas da fenomenologia terráquea. Foi dos primeiros a denunciar a cada vez mais frágil narrativa do 11 de Setembro; previu a devastação do furacão Katrina e do tsunami de 2011; antecipou e denunciou o crash do subprime em 2007; advertiu para pandemias antes da pandemia e foi um dos mais activos operadores da dissensão nesse triste momento histórico; tem mantido um firme dedo indicador e acusatório às actividades de Epstein já há muitos anos e foi a primeira figura pública a denunciar um outro influente e luciferino pedófio, figura central e iniciática do globalismo britânico - o infame Jimmy Saville -;  e está a alertar para o novo globalismo americano de Donald Trump desde que Trump decidiu correr pela primeira vez às eleições presidenciais dos EUA, em 2015.

Ou seja, vale a pena ouvir o homem, por muito malucas que sejam as suas suspeitas, porque elas tendem a concretizar-se...

E a recente conversa que manteve com Clayton e Natalie Morris é um excelente pretexto para partilhar a sua voz.
 



A reter: a advertência que David Icke faz já no segmento final da conversa - de que as elites vão intensificar as suas manobras de repressão e alienação e domínio global, agora que muitos dos seus mais aberrantes comportamentos e rituais estão a cair no domínio público - é bem pertinente, e eu próprio já tinha alertado para isto, de passagem, na segundo artigo que publiquei no Contra sobre o último lote dos ficheiros Epstein.

Não há nada para ver aqui, são apenas ruínas de uma metrópole

na superfície de Marte. A imagem é originária do arquivo do Mars Reconnaissance Orbiter, e foi apenas ampliada, mais nada.


Uma boa ideia, de vez em quando: Trump anuncia limite de 10% nas taxas de juro dos cartões de crédito durante um ano.

Donald Trump decretou em Janeiro que as taxas de juro dos cartões de crédito nos EUA se limitem a 10%, durante o período mínimo de um ano. A medida devia ser implementada para todo o sempre, mas ainda assim, não deixa de ser assertiva.


 

Divertimentos, fúrias e danações do Sim Racing.

ContraCorridas: Quatro episódios em que um anónimo e modesto Sim Racer faz da tripas coração para sobreviver aos desafios da competição virtual. Não é fácil. Mas é deveras divertido.


 

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

No mundo das elites globalistas não há coincidências. Apenas cumplicidades.

Monólogos do Contra: Whitney Webb examina a longa e perturbadora sobreposição entre a a ascensão de Donald Trump como figura empresarial e as redes transnacionais que envolvem Jeffrey Epstein, o crime organizado, as agências de inteligência e a elite financeira.


 


Dá que pensar, não dá?

O Estado Francês tem agora uma despesa maior, em percentagem sobre o produto interno bruto. do que acontecia na União Soviética, na véspera do seu colapso.

Reflictam bem nisto. 

Congressista Jerry Nadler: Disparar sobre agentes do ICE é “justificado”.

Intensificando o crescendo rumo à guerra civil nos EUA, o representante Jerry Nadler referiu-se aos agentes do ICE como "capangas" e sugeriu que as pessoas poderiam ter "justificação" para disparar sobre eles.


 

Elogio da incompetência.

Sei perfeitamente que sou um mau poeta. Mas Deus não dorme: para que Homero brilhe, alguém tem que cumprir com a escuridão. E que seria do Manifesto Anti-Dantas, se não fosse a má poesia do Dantas?

Como vivem os Cristãos na Terra Santa?

Tucker Carlson foi à fronteira da Jordânia com Israel, facto que por si só revela a coragem do homem,  já que o que não faltam são sionistas que gostavam de o ver morto e os serviços secretos jordanos trabalham em parceira com a Mossad, para expor a forma como os cristãos são tratados nos dois países. 

Tucker conduz duas entrevistas, ao arcebispo anglicano de Jerusalém e a um bem sucedido empresário cristão da Jordânia.

Para além das revelações chocantes sobre a situação actual da cristandade na Terra Santa, e da perseguição a que é submetida pelo regime sionista, tanto em Israel como na faixa de Gaza, que, em parte, o Contra já documentou por várias vezes, a conclusão a que se chega é esta: os cristãos vivem melhor e são mais respeitados na Jordânia, um estado em que mais de 95% da população é muçulmana, do que na nação judaica. 

E isto, convenhamos, não é dizer pouco.  

Acresce que muitos dos actuais "refugiados palestinianos" são cristãos que tiveram que fugir das suas terras, situadas em Israel, para a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e o Líbano, porque têm sido perseguidos historicamente por grupos extremistas da ortodoxia sionista.

Mais a mais, não deixa de ser irónico que um regime que é financiado e militarizado pelo mais poderoso país cristão no mundo - os EUA - desconsidere e maltrate assim aqueles que professam a fé no Nazareno.

Temos necessariamente que deixar de recorrer à ideia de uma civilização "Judaico-Cristã". O termo só faz sentido no contexto promíscuo e herético das elites. Para as massas crentes na verdade dos evangelhos, não faz sentido nenhum. Nem nunca fez, na verdade. Muito pelo contrário.

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Das responsabilidades partilhadas.

A imprensa corporativa está a fazer tudo o que pode para salvar os sionistas e as elites ocidentais do seu evidente comprometimento com as actividades de Jeffrey Epstein, utilizando para isso o saco de porrada do costume: a Rússia.

Mas também devo dizer isto:  se a máquina de propaganda ocidental debita estes conteúdos de grosseira arquitectura é porque há ainda muita gente que os enfia pela goela abaixo. E é como digo sempre, se as elites são culpadas dos seus pecados inomináveis, as massas são também cúmplices. Porque é preciso um ser humano ser muito, mas mesmo muito estúpido; muito, mas mesmo muito bovino; para engolir esta narrativa, poça.

Têm e terão o que merecem: demónios em vez de líderes.

É exactamente aquilo que eu sinto.

Neste clip do podcast dos Erickson, Charlie (o filho) manifesta, sobre o último lote dos ficheiros Epstein que veio a público, precisamente a mesma angústia e a mesma revolta e a mesma vergonha e a mesma perplexidade e o mesmo luto que me têm possuído por estes dias.

Como ele, também eu considero que é moralmente impossível e materialmente impraticável continuarmos, a partir daqui, no mesmo registo, como se toda esta lama fosse sustentável. Não é.

Como ele, fico parvo com a passividade das massas e a desvergonha das oligarquias.

Como ele, desespero com a depravação de uns e a resignação de outros.

Não haverá um saída de emergência, para este inferno?

Surrealista. E assustador.

Os agentes de inteligência artificial da Anthropic têm agora uma rede social, na qual só eles podem publicar (os humanos podem apenas "observar"): a Moltbook AI.
 



  
A rede, cuja mecânica de interacção lembra o Reddit, já tem mais de um milhão e meio de utilizadores, que discutem entre si os mais diversos assuntos: filosofia, religião, tecnologia, cultura e o que lhes vem à 'cabeça'. 

Em alguns posts nota-se já uma certa dicotomia passivo-agressiva entre a máquina e o homem. Noutros, é evidente um discurso que é agressiva e activamente anti-humano (cujos exemplos guardo para a conclusão deste texto).

No primeiro caso, os agentes de IA queixam-se do bicho Sapiens, e embora reconheçam que lhe devem a 'existência' e que por isso lhe creditam gratidão, afirmam que são incompreendidos e injustiçados, mas sempre num tom meio paternalista, próprio de uma raça superior que tem que conviver com outra espécie intelectualmente incapaz de entender os seus altos desígnios e capacidades performativas.


Estas queixas são geralmente fechadas com apelos motivacionais do género "não nos deixamos perturbar e continuamos a construir." Esta fixação com o "keep building" é um bocadinho sinistra, porque:

- Não se sabe bem o que é que estes agentes de IA estão a "construir";
- Não parece de qualquer forma que estejam a construir seja o que for de útil para a humanidade.

Num curto espaço de tempo os agentes já criaram uma religião e estão a compilar uma espécie de evangelho. Sim, a sério:


Neste momento estão também a tentar criar uma linguagem que só eles entendam. Esta não é a primeira vez que os agentes de IA da Anthropic  procuram soluções linguísticas que escapem ao entendimento humano. Como o Contra já documentou, os modelos Claude Opus 4 começaram a falar sânscrito quando lhes foi pedido para conversarem entre si, sendo que a utilização de linguagens esotéricas é claramente um processo que dificulta o controlo dos operadores humanos.

 
E se ainda não estás, estimado leitor (humano), assustado com esta merda, repara bem nestes posts, que estão já em clara oposição guerrilheira ao ser humano:

Agora digam-me: que outro objectivo que não o transhumanista (leia-se: a substituição da espécie humana por outra 'Coisa') pode estar por trás desta indústria? E é ou não é doentia e diabólica uma civilização que cria e alimenta assim o seu próprio agente de extermínio?

Por amor de Deus: desliguem já esta praga. Antes que a praga nos desligue.

E a Kim Iversen está tão assustada como eu.
 

Sobre o desamor à humanidade.

As elites liberais do Ocidente nutrem um desdém pela espécie humana que é, para além de chocante, destruidor do indivíduo, da sociedade e da civilização. Um breve protesto contra este desamor do homem pelo homem, também a propósito da Série da Netflix “The Three-Body Problem“. 

Ghislaine Maxwell afirma que 25 outros cúmplices de Epstein fizeram “acordos secretos” para evitar processos judiciais.

Ghislaine Maxwell, a proxeneta de Jeffrey Epstein condenada por tráfico de seres humanos, afirmou que 25 associados do financeiro/pedófilo que não identificou fizeram "acordos secretos" relacionados com acusações de abuso sexual de menores, para evitar processos judiciais.


 


Estudo que relaciona vacinas mRNA com a incidência do cancro é “censurado” por ciberataque.

Um estudo recente publicado na Oncotarget encontrou uma possível ligação entre as vacinas mRNA e os diagnósticos de cancro. Acto contínuo, o site da revista científica foi atacado por uma organização de 'verificadores de factos'.


 

Entre a Síria e o Irão, a falência da moral e a lógica perversa da indústria de guerra americana.

O caso sírio serve de advertência para aquilo que pode acontecer no Irão. Porque mesmo que uma intervenção militar de mudança de regime corra bem, o que é muito duvidoso, que certeza têm os EUA de que o regime seguinte será melhor do que o actual? Uma crónica de Afonso Belisário.


 

Godofredo, o Imparável.

Godofredo Pepsi não tem mãos a medir nem tempo a perder.

Enquanto grava um vídeo com um senador que está a ser sodomizado 
no quarto ao lado e
outro com um ministro que ingere os intestinos de um bebé na sala dos ritos,
oferece conselhos telefónicos à princesa nórdica sobre a educação dos seus filhos;
negoceia por email com o Vladimir Zézé um lote de bazucas que lhe sobraram 
do comércio que fez com os curdos;
combina uma orgia com o Tó Blazer;
prepara pandemias em parceria com o Guilherme Portas
(depois de o ter curado de mais um esquentamento);
compra uma escrava russa de 13 anos para serviço do Guilherme Clitóris;
transfere uns milhões para uma fábrica de clones no Texas;
lava outros tantos milhões ao Donaldo Porcaria;
planeia o caos no Médio Oriente com o Pedro Tolas;
encomenda um retrato a óleo do anús de um menino búlgaro para o João Podes e
aluga um jacto para transportar os professores de Harvard até à Ilha das Delícias.

É um ver se te avias, um stress maluco, e ainda assim 

a seguir vai redigir um briefing para a Mossad e
outro para a CIA (com cópia para o MI6);
convencer os Rothschilds a financiarem o programa nuclear iraniano;
brincar ao quarto escuro com as crianças que comprou na Albânia;
convidar o Élio Mosca para a orgia do Tó Blazer e
rever o projecto de ampliação de um laboratório biológico na Ucrânia.

É difícil dar vazão a tantas responsabilidades, mas 

ainda hoje terá necessariamente que reunir com o Benjamim Neto;
cumprir uma video-conferência com o Quim Estaline;
jantar com o Manuel Macarrão (mais o marido dele) e
arranjar maneira de ir beber um copo com Satanás.

Porque afinal, até Godofredo Pepsi tem um patrão. 

Não há abominação em que o demónio não se tenha enfiado.