Um patamar mais abaixo, na direcção do inferno: a polícia de Hampshire
tentou retratar Henry Nowak como o agressor no incidente em que foi
assassinado, e interferir no julgamento do seu assassino, apesar de já
ter conhecimento factual de que a vítima era completamente inocente.
Depois de ter anunciado que um acordo de paz estava prestes a ser concluído com o Irão 38 vezes (sim, 38 desde o fim de Março), Donald Trump decidiu-se pela continuação da guerra. É claro que esses sucessivos e espúrios anúncios tinham um objectivo único: não a paz, mas a manutenção dos preços do petróleo a um nível aquém do catastrófico (para além de dar oportunidade a uns quantos privilegiados do círculo próximo de Donald Trump de fazerem fortunas a apostar nos mercados financeiros). Agora porém, vamos mesmo seguir no caminho da catástrofe, com mais vidas perdidas, mais destruição sem sentido e mais empobrecimento das massas.
Tucker Carlson e John Mearsheimer comentam o descalabro.
A HelloFresh foi alvo de críticas cerradas, após lançar uma promoção
para o 'Mês do Orgulho', informando os clientes que, embora “comer nem
sempre seja uma prioridade este mês”, a empresa tem “uma selecção de
receitas ricas em fibra disponíveis” para "quem se está a “preparar".
Há uma patologia oculta no coração do globalismo contemporâneo: a
inversão da direcção natural do crescimento humano. Toda a civilização
floresceu organicamente, mas o que hoje nos é proposto é engenharia,
desconstrução e desnaturação. A análise de António Justo.
Este meme é giro, sim, mas não, o mundo em que nasceste não pode ser reconstruido sobre os ossos dos teus inimigos.
Na verdade, o mundo em que vives agora foi precisamente construído sobre os tolerantes ossos dos teus avós. Sobre os liberais rins dos teus pais e sobre a tua periclitante coluna vertebral, que de qualquer forma perdeste algures, no espaço-tempo deste apocalipse.
Uma coisa leva a outra. O nudismo no Meco, que a tua mãe cumpriu, a amante que o teu pai acarinhou, os livres costumes em que foste ensinado, a ganza que fumaste, a música que ouviste, os filmes que viste, os livros que leste, a cultura a que foste submetido, conduziram-te aqui, a este último buraco distópico, que nem a brava imaginação de Orwell conseguiu congeminar.
Não há volta a dar. Nem caminho de regresso.
Não podes simplesmente entrar numa cápsula de má ficção científica e voltar aos anos 80 porque decides gritar uns slogans, publicar umas opiniões atrevidas nas redes sociais, participar numa manifestação do Tommy Robinson ou votar Chega (sem dizer nada a ninguém).
Votares Chega, mesmo que digas a alguém que votaste Chega, não chega. Nem pouco mais ou menos.
E subindo vários patamares de intensidade: não é por ganhares raiva e tomates para separar umas certas cabeças dos seus respectivos corpos que mudas o mundo. Pelo contrário: é precisamente a cortar pescoços que o mundo não muda (estamos há cinco mil anos a insistir nisso, sem resultados), e de qualquer forma, ao primeiro pescoço que cortasses, ias ficar na casa de banho a tarde toda, a borrares-te daqui até ao freixo da espada à cinta que nunca soubeste carregar.
Convenhamos: não és propriamente um soldado. Na verdade, és parte do problema que os verdadeiros soldados da história universal têm morrido para combater.
És fraco, submisso, obediente, condicionado pelas rendas que escolheste dever, pelas burguesias a que decidiste aspirar, pelos compromissos a que te sacrificaste. Não te sabes defender nem sabes defender a tua família de coisa alguma (qualquer magrinho senegalês te fura os olhos num instante). E assim sendo, não, não vais "salvar o Ocidente" a atirares caixotes do lixo à polícia de choque, depois de teres bebido um copo a mais.
Não vais recuperar o que perdeste com nostalgia ou violência. A nostalgia não tem razão de ser e a violência não é o teu forte.
Nem mudas nada enquanto continuares a frequentar o YouPorn. Enquanto continuares a pagar impostos. Enquanto fores patriota, mas apenas quando Portugal joga futebol.
Entraste numa locomotiva sem marcha a trás quando te disseram que as pessoas tinham 56 géneros e tu, para não te chateares ou - pior - para não chateares ninguém, anuíste. Seguiste por um caminho irredimível quando foste a correr para que te manipulassem geneticamente o organismo por causa de uma constipação. Mergulhaste de chapão na lama definitiva quando usaste máscara ao volante do automóvel que conduzias a solo. Perdeste a dignidade do teu legado quando te ajoelhaste por causa de um drogadito cadastrado ter tido um ataque de coração quando foi apanhado pela polícia, num sítio perdido da América que não sabes identificar num mapa. Entraste naquela galeria do Hades de que ninguém volta a sair quando votaste no Marcelo Rebelo de Sousa; quando continuaste a comprar o Expresso, apesar de sentires já o nó no estômago que o Expresso atava; quando continuaste a assinar a Netflix, mesmo sabendo que a Netflix te estava a envenenar a alma; quando foste convencido que o teu bem estar e o bem estar dos teus filhos resultava da escravatura a que os teus antepassados alegadamente submeteram povos inúmeros; quando acreditaste que esses heróis enormes, esses navegadores da coragem que não tens, esses construtores de escolas e hospitais e estradas e caminhos de ferro e nações, eram afinal bandidos esclavagistas e que por isso toda a restante gente que vive ou já viveu neste mundo devia ser santificada e canonizada e sustentada por ti; quando aceitaste que a diversidade era uma virtude; quando foste na conversa de que o Estado defendia os teus interesses; quando compraste a narrativa de que a civilização era inimiga do planeta e - mais grave ainda - que irias com certeza salvá-lo ao substituir o teu automóvel por uma aplicação sobre rodas; quando permitiste que a tua prole mandasse em tua casa, que a tua mulher mandasse na tua cama, que burocratas mandassem na tua mesa e que ministros roubassem os frutos do teu trabalho.
É tarde demais para chegar cedo quando convives pacificamente com líderes políticos que comem, literalmente, crianças ao pequeno almoço.
Sim, é tarde demais, até para a vingança. Nada no mundo em que vives é digno de ser recuperado ou vingado sequer. Esquece lá isso. Parte para outra.
O único caminho para a redenção não passa pelo passado. Tens que olhar em frente. Ganhar coragem e fazer de novo. Partir do zero. Inventar. Arriscar. Abolir todo e qualquer paradigma e passar para o outro lado.
Só há nesse trajecto um guia, que é Cristo. Só tens nesse percurso um roteiro, que são os evangelhos.
Tudo o resto foi o que te trouxe a este inferno, pá.
O Expresso considerou apropriado publicar, no Dia Mundial da Criança, um
podcast com dois menores de 13 e 15 anos a falar abertamente sobre
sexualidade, pornografia, consentimento e masturbação. Uma ideia
inaceitável que merece o protesto de Maria Helena Costa.
Os ataques aéreos israelitas em Tiro, no Líbano, provocaram a morte a
pelo menos três pessoas, aumentando as tensões com o Irão, apesar das
exigências da administração Trump para que Israel cesse os ataques no
país vizinho.
Foi o vídeo que alimentou a "noite de violência"? Ou foi o crime? E o Público, que noticia a "violência dirigida contra migrantes", noticiou a violência do imigrante sudanês contra o nativo britânico, que tentou decapitar?
A arte do haiku: o erro de Darwin, o despesismo da Marinha e o
telescópio transformista, ou porque é que os sinos da minha aldeia batem
mais alto do que o Fernando Pessoa imaginou.
A propósito do assassinato de Henry Nowak, o Regime Epstein criticou o
estabelecimento WEF britânico, que reagiu prontamente, com Starmer a
falar de "interferência estrangeira" e a líder "conservadora" Kemi
Badenock a afirmar que não precisa de receber lições dos EUA.
🚨WATCH: GRAPHIC FOOTAGE shows An African migrant attempting to BEHEAD somebody in North Belfast 🇮🇪
The attack was carried out with a Stanley blade and happened at around 10:30pm last night (Monday 8th June) on Kinnaird Avenue.
Every single one must leave, ALL OF THEM 🚫…
— BRITAIN IS BROKEN 🇬🇧 (@BROKENBRITAIN0) June 9, 2026
Um britânico nativo (fala-se de um jovem de 14 anos ou de um homem de 40) foi atacado por um imigrante africano (sudanês? Somali?) que o quis decapitar. Os detalhes são, na altura que escrevo estas linhas, inverificáveis. Há quem diga que o jovem acabou por morrer. Há quem diga que o homem sobreviveu, mas com múltiplos e graves ferimentos. As autoridades nada revelaram sobre as circunstâncias do crime, nem sequer a identidade e nacionalidade do assassino, que foi detido.
Depois do caso Nowak, não era preciso muito mais para as coisas tomarem um rumo incendiário.
🚨BREAKING: Belfast is already on fire as masked groups take to the streets
🇮🇪🇬🇧 | 🔴 ATENCIÓN: Corren rumores (repetimos, rumores) de que grupos irlandeses paramilitares podrían salir esta madrugada a Belfast en protesta por el intento de decapitación de un nativo por parte de un somalí. Lo cierto es que civiles encapuchados están controlando accesos en… pic.twitter.com/VZ60v6GZAU
— RTI OSINT (real time intelligence) (@RTI_imtel) June 9, 2026
BREAKING:
Rioters are breaking into migrant HMOs (Houses in Multiple Occupation, a form of taxpayer-funded housing for asylum seekers) in Belfast and setting them ablaze.
It’s a difficult night for firefighters in Belfast with fires reported in several parts of the city. pic.twitter.com/lOlgBXzOH7
Belfast não é Londres nem Southampton. Qualquer pessoa com mais de 30 anos sabe que católicos e protestantes têm aqui uma longa história de pegarem em armas para defenderem a sua religião, território, legado e convicções. E a resposta do estabelecimento à tentativa de decapitação de um nativo foi, como seria de esperar, absolutamente revoltante, com a costumeira manobra de inverter os papéis, transformando os carrascos em vítimas de racismo e as verdadeiras vítimas em racistas.
O clima neste momento nas ilhas britânicas é de cortar à faca, literalmente. De tal forma que, quando Rupert Lowe, o líder do Restore Britain que é até o dirigente político com quem neste momento os britânicos radicalizados se identificam mais, apelou no X à calma, para que as pessoas na sua justa indignação não cometam actos susceptíveis de repressão policial e judicial, 90% dos comentários a esse post vão num sentido só: desculpa lá ò Rupert, mas já protestámos pacificamente quanto baste, agora é a hora da violência.
O post é este e quem tem conta no X que visite os comentários para que perceba com clareza o sentimento que reina entre as massas nativas, no Reino Unido.
Patriots - if you are protesting tonight, in Belfast or elsewhere, do NOT give Starmer what he wants.
Stay calm. Keep your heads. Do NOT attack the police.
The state will show you no mercy.
The dangerous ‘far-right’ will be blamed, and your life will be ruined forever.
É claro que esporádicos protestos de rua, mesmo que violentos, e desespero de causa nas redes sociais não constituem grande ameaça para o estabelecimento britânico, que tem do seu lado os braços armados da polícia e dos tribunais. Mas parece-me neste momento evidente que as coisas chegaram a um ponto insustentável.
Nenhum país consegue sobreviver muito tempo a este nível de revolta por parte dos cidadãos.
Mas vamos partir do princípio que nada vai acontecer de apocalíptico até 2028 ou 29, quando o Reino Unido vai ter eleições legislativas. Projectando resultados com base no que sabemos agora, não há grandes dúvidas de que o Reform UK de Nigel Farage sairá vencedor desse escrutínio (mas provavelmente sem maioria absoluta). O que só vai piorar o ambiente que se vive nas ilhas britânicas, porque Farage é outro Trump, chapado, e vai trair completamente as expectativas do seu eleitorado, mais a mais porque terá que fazer alianças com os conservadores. Mais a mais porque muitos conservadores já integram neste momento os quadros de topo do Reform UK.
Nessa altura, quando as pessoas perceberem que foram enganadas, a raiva, a frustração, a indignação que já hoje se vive para lá do Canal da Mancha será muitíssimo difícil de conter.
O Reino Unido é uma guerra civil à espera de acontecer. Já há muito tempo à espera de acontecer.
E uma nota histórica: a última vez que os ingleses se deram ao sangue da guerra intestina, a revolução demorou 48 anos a ser bem sucedida (1640-1688).
Vá-se lá saber porquê, cientistas chineses criaram vírus mutantes da
gripe H5N1 e infectaram experimentalmente mamíferos para identificar
combinações genéticas que aumentaram drasticamente a letalidade e
melhoraram a compatibilidade do vírus com a estrutura celular humana.
Em 2030, a oligarquia WEF vai fazer a guerra à Rússia. Ou pelo menos vai tentar. Na verdade, já está a tentar de há uns anos para cá.
🔴KEIR STARMER: «La Russie va attaquer l'OTAN d'ici 2030. Nous devons être préparés à la guerre»
Je ne comprends pas bien, on nous dit que la Russie perd la guerre en Ukraine, et en même temps qu'elle prévoit d'attaquer l'OTAN ? pic.twitter.com/ab6Gr40TSP
— 🇺🇸Trump Times 🇺🇸 (@VirginiePerez15) June 8, 2026
O fogo de artifício é aquele momento em que todos param, olham para cima
e se sentem, por um segundo, num videoclip dos anos 80. Mas há um
pequeno problema, vizinhos. Na verdade, há vários e todos eles fazem
Fch... pum. Um contributo para a paz, de António Justo.
Spielberg says "Christians will question their faith." He doesn't say Muslims, Jews, Hindus, Buddhists, Sikhs, or Satanists.. just Christians. This Alien psyops couldn't be more transparent.
O líder do Restore Britain expôs em Westminster todo o horror dos abusos
perpetrados por gangues de violadores muçulmanos no Reino Unido,
enquanto o estabelecimento britânico continua a negar as evidências e a
negligenciar as vítimas.
É de loucos, mas dois académicos da universidade de Michigan publicaram
um paper que defende ser moralmente justificável o uso de carraças
geneticamente modificadas para disseminar uma alergia à carne nos seres
humanos que é até potencialmente fatal.
O Pentágono está cada vez mais preocupado com os esforços dos serviços
de informação israelitas para espiar altos funcionários dos EUA e elevou
o nível de ameaça de contra-espionagem em relação ao seu "aliado"
estrangeiro para o alerta máximo.
As teorias da conspiração são tão fáceis de comprovar nos tempos que correm, que até assusta. Sim, desculpem-me a imodéstia mas às vezes até tenho medo de estar tão certo. Nas últimas duas ou três semanas tenho avisado por várias vezes que o fenómeno OVNI, como está a ser representado pela máquina de propaganda do Regime Epstein, destina-se, entre outros sinistros objectivos, a atacar directamente a fé cristã e, assim, reduzir a cinzas a vida espiritual das massas. E nem de propósito, aqui temos o liberalzinho-mor de Hollywwod a dar por certeira a minha suspeita:
O governo do Partido Trabalhista britânico está a divulgar novas
estatísticas que mostram que a imigração bruta continua extremamente
elevada, acima dos 800 mil imigrantes por ano, enquanto os nativos
britânicos estão a sair a uma média de quase 300.000 por ano.
No podcast que publicou quarta-feira à noite, Tucker Carlson profere um
monólogo de trinta minutos que, partindo dos assassinatos de Henry Nowak
e Charlie Kirk para fazer um diagnóstico reservado da civilização
ocidental, vale bem a pena dissecar.
Não precisamos de nos transformar em lobos para dar sentido à nossa
vida. Precisamos, talvez, de olhar para cima, como Nabucodonosor, e
reconhecer os nossos limites com humildade. A cura começa aí. Uma
crónica de Maria Helena Costa.
ContraClips: Quando todo o aparelho propagandístico do Regime Epstein nos tenta convencer seja do que for, temos o dever moral de desconfiar e mais desconfiados ainda devemos permanecer sobre o que nos estão a dizer sobre o fenómeno OVNI.
ContraClips: Quando todo o aparelho propagandístico do Regime Epstein nos tenta convencer seja do que for, temos o dever moral de desconfiar e mais desconfiados ainda devemos permanecer sobre o que nos estão a dizer sobre o fenómeno OVNI. pic.twitter.com/6ZdzBLKSYg
Uma análise de dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho revela
que os trabalhadores estrangeiros ocuparam a esmagadora maioria dos
novos empregos nos EUA desde o início da pandemia COVID-19. E o trend
não desacelerou com Donald Trump.
Uma das vozes mais influentes da política externa francesa advertiu que a
União Europeia está a decair três vezes mais depressa do que a China
Imperial durante o colapso da dinastia Qing, no fim do século XIX. E a
responsabilidade cabe às suas elites.
A questão da autoria da obra de William Shakespeare tem intrigado
estudiosos durante os últimos três séculos. E a tese de que terá sido
Sir Francis Bacon o autor do legado primeiro da literatura de língua
inglesa tem sólidos argumentos a seu favor. Um ensaio que os sistematiza.
Há casos dramáticos que funcionam como um abrir da cortina sobre o
espctáculo de corrupção e vilania dos regimes ocidentais e daqueles que
os sustentam. O assassinato de Henry Nowak é um exemplo paradigmático
desse momento de vislumbre.
Uma nova sondagem revela que mais de metade dos americanos sente que a
sua situação financeira está em deterioração, citando a inflação, o
aumento dos preços dos combustíveis e dos bens essenciais, que estão a
criar preocupações financeiras tanto a curto como a longo prazo.
A colunista Leaf Arbuthnot acha que nenhuma jovem atraente, que se
preocupe com a sua apresentação, poderia alguma vez perceber aquilo que
se passa com o seu país, discordar disso, e agir em conformidade. Porque
só as mulheres feias são esclarecidas.