sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Novo relatório forense comprova antiga teoria da conspiração: Kurt Cobain foi suicidado.

O prematuro e trágico epílogo do vocalista dos Nirvana, Kurt Cobain, volta a ser notícia. Quase 30 anos após o seu falecimento, um novo relatório forense sugere que a morte do lendário génio do Grunge Rock terá sido muito provavelmente um homicídio disfarçado de suicídio.


 

Memes que se escrevem sozinhos


Com um Oreshnik só, bem apontado ao Hotel Bayerischer Hof em Munique,

Vladimir Putin podia resolver uma quantidade grande de problemas ao Ocidente.


O Diabo Anda à Solta

A dimensão do escândalo Epstein é tal que reduz as teorias da conspiração mais audazes a meros eufemismos. As suspeitas são a fumarada inegável de um incêndio moral de proporções civilizacionais. A crónica de António Justo.


 

Horror, repulsa e revolta (Parte 3): os mil tentáculos de Jeffrey Epstein.

Jeffrey Epstein exercia o seu magistério satânico de forma multidimensional, comprometendo-se com os mais sinistros conluios e traficando créditos nos mais labirínticos centros de poder. Uma amostra, necessariamente deficitária, da sua tentacular influência.


 



Com o dinheiro dos contribuintes americanos:


A indústria do escândalo

A divulgação dos ficheiros Epstein parece mais uma experiência sociológica do que um acto de justiça. Não há detenções nem consequências. Tudo permanece rigorosamente igual, com uma diferença essencial: o público vai-se habituando à barbárie. A crónica de Silvana Lagoas.


 

O patrão é quem manda e o resto é conversa.


A demagogia que regressa pela porta da frente.

Há uma ironia difícil de ignorar no actual debate político português: os mesmos que construíram o sistema discursivo dominante parecem agora escandalizados por estarem a ser confrontados com os seus próprios métodos. Uma crónica de Francisco Henriques da Silva.



quarta-feira, fevereiro 11, 2026

Il diavolo governa tutto.

Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Invermo. No país de Meloni.


Teoria da conspiração sobre teoria da conspiração, encobrimento sobre encobrimento, até

 à total desagregação da realidade.

Se não pusermos um travão nesta merda rapidamente,

daqui a cinco anos estamos reduzidos à irrelevância, na melhor das hipóteses.


Cultura da Morte: Grã-Bretanha atinge os 300.000 abortos anuais.

O Reino Unido registou o seu maior número de abortos em 2023, com cerca de 299.614 procedimentos realizados em todo o país, segundo dados oficiais. As organizações pró-vida suspeitam que os números de 2024 e 2025 serão ainda mais assustadores.


 

Com jeitinho e muita coragem, ainda vamos saber os nomes de muitos dos criminosos

que o Departamento de Justiça (DOJ) do Regime Trump tentou esconder no último lote de ficheiros Epstein.

Os representantes Thomas Massie (R) e Ro Khanna (D) estão já a dar a conhecer alguns desses nomes e a ameaçar o DOJ que se o departamento não os revelar, eles próprios o farão.

Se a revelação desses nomes terá consequências legais ou outras já será outra conversa, claro, mas estamos no bom caminho.

Nada para ver aqui, nada para ver aqui.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #180


Surrealista: Regime Zelensky tenta assassinar general russo com o qual “negociava” a paz.

Um general de alta patente dos serviços de informação militar russos, e principal adjunto do negociador-chefe de Moscovo nas negociações trilaterais com a Ucrânia e os Estados Unidos, foi baleado por um atirador contratado pelos serviços secretos do regime Zelensky.


 

Descendo mais fundo no infindável abismo da desumanidade:

(clicar nas imagens para melhor leitura)





 

Vai ser divertido: Bill e Hillary Clinton cedem e vão afinal testemunhar perante o Congresso sobre as suas ligações a Epstein.

Depois de desrespeitarem uma intimação do Congresso, Bill Clinton e a sua mulher, a Bruxa Má do Ocidente, parecem ter mudado de ideias e concordaram na semana passada em testemunhar perante a Câmara dos Representantes sobre o seu envolvimento nas actividades de Jeffrey Epstein.


Adeus à vida através do suicídio.

Confirmando a escuridão que se dissemina nas sociedades europeias, os dados sobre suicídio na Alemanha e em Portugal não são apenas ipreocupantes quanto à saúde pública; são um espelho inquietante de um mal-estar social profundo. Uma breve análise de António Justo.


domingo, fevereiro 08, 2026

Lamento, mas eu avisei.

Esta é uma daquelas situações em que não tenho nenhum problema em dizer: I told you so.

Desde 2018 que estou a advertir que o projecto Marte de Elon Musk é um embuste. Pois, bem, o rapaz acaba de mover os postes da baliza para qualquer coisa um bocadinho mais realista: uma missão à Lua. Não tripulada.

Uau, que façanha. 

 
Alguém que diga ao homem que, há sessenta anos atrás, 60, com computadores com uma capacidade de processamento muito inferior à de qualquer telemóvel contemporâneo (a chave do teu carro é mais esperta), o programa Apollo transportou seres humanos para o satélite natural da Terra e até os trouxe de volta e tudo (teorias da conspiração não tão malucas como isso à parte).

Então, mas a prioridade não era salvar a humanidade do extermínio, com um colónia no Planeta Vermelho? Então não era tão fácil e exequível e rentável e tudo, despachar a malta para Marte?

Então não íamos colonizar o território, como se do Oeste selvagem se tratasse? E não era já em 2027?

Afinal não. Não é já e não é tão cedo.

Desconfio bem que para Musk será nunca. A não ser que viva uns duzentos anos, ou assim.

Desconfio outrossim que provavelmente até o novo e incomensuravelmente mais modesto projecto Lua vai sair dos carris logo que começar a ser tentado, tal e qual o programa Artemis da NASA e já para nem falar do estrambólico programa lunar do regime Trump.


É mais que óbvio que Elon Musk não está interessado na Lua nem em Marte nem na humanidade. É mais que óbvio que está interessado apenas em captar capital, valorizar acções, acumular poder.

Musk não é diferente de qualquer outro bilionário de Silicon Valley. Limita-se a usar métodos diferentes. Mas os objectivos são os mesmos. E as mentiras, e as fraudes, e o jogo do faz de conta que é próprio do Regime Pinóquio, fazem parte do esquema, claro.

E está o crápula carregado de razão.

Esta é fácil.

Acordaste agora para a vida.

Pedófilos, canibais e assassinos.

Antes e depois da Ilíada: a tragédia de Agamemnon

A figura mítica de Agamemnon chegou até nós principalmente através da tradição homérica. Mas para além da epopeia, há uma tragédia inerente ao Rei dos Aqueus, que o liberta da condição de vilão unidimensional e que explica muito do seu comportamento na Guerra de Troia.


 



Ficheiros Epstein: A imprensa corporativa como evangelho satânico.

A imprensa corporativa está a fazer tudo o que pode para salvar os sionistas e as elites ocidentais do seu evidente e luciferino comprometimento com as actividades de Jeffrey Epstein, utilizando para isso o saco de porrada do costume: a Rússia.


 

Do Irão até ao fim do caminho.

Vamos projectar um cenário de guerra com o Irão na companhia dos dois alexandres do The Duran e dos dois Erickson do Convesations Amognst the Ruins.

Ok. Os Estados Unidos atacam o Irão. O Irão responde com um ataque às bases americanas no Médio-Oriente, com mísseis hipersónicos Fattah, que se deslocam a velocidades superiores a Mach 10 e transportam ogivas que pesam 700 quilos. Só o impacto cinético deste bichos é completamente devastador. Se em cinco lançados, um cair no alvo, os americanos vão sofrer baixas terríveis. 

Mais: no seu arsenal, os iranianos têm mísseis Sejil. Com um alcance que pode ir até aos 2500 quilómetros, estes foguetões balísticos de dois estágios saem da atmosfera e quando reentram transportam velocidades que podem chegar a Mach 12. A sua autonomia permitirá ao Irão atingir um porta-aviões americano estacionado no Mediterrâneo. Uma só ogiva de 750 quilos a viajar a esta velocidade destrói qualquer tipo de navio de guerra numa fracção de segundo. Um porta-aviões da classe Nimitz tem uma tripulação entre cinco e seis mil almas.

 Ok. Depois de perder um porta-aviões e duas bases militares, com baixas tremendas, o que é que resta fazer à administração americana? Recuar em humilhação e mostrar a toda a gente as fragilidades da sua máquina de guerra? É claro que não. A única opção é retaliar com mais intensidade.


Ok. Os americanos desencadeiam bombardeamentos devastadores e colocam tropas no terreno. Teerão é um monte de ruínas. Dezenas se não centenas de milhares de vítimas civis. Um dos maiores e mais populosos países do Médio Oriente mergulha no caos. Ainda assim, vai acontecer às forças do Pentágono o que aconteceu no Afeganistão: bolsas da guarda regular islâmica e de milícias locais disseminam-se pelo território imenso, acidentado e inóspito. O Pentágono sofre baixas sobre baixas, enquanto a Rússia e a China apoiam a resistência armada e exercem pressão internacional intensa sobre os EUA. A guerra arrasta-se durante anos. O preço do barril de petróleo dispara para recordes inauditos, enquanto os mercados financeiros enfrentam crises sobre crises, num ritmo insustentável.



Ok. O que é que vai acontecer ao dólar, neste processo? Grande parte das nações no mundo substituem a sua unidade de reserva por outra (ouro, prata, bitcoin, Yen, Unidade monetária do BRICS ou SDR do FMI). O dólar passa de moeda de reserva mundial a divisa exclusivamente americana. O dumping correspondente inunda a federação de dólares, e o seu valor é reduzido a centésimos do actual. O poder de compra desce para níveis do terceiro mundo e as grandes cidades americanas rebentam com motins e protestos contra a guerra e contra o custo de vida e contra o regime, num movimento imparável rumo à guerra civil. Os mercados financeiros entram em ruptura definitiva, há bancos a cair na falência como fruta madura e todo o tecido empresarial ocidental é impactado de forma devastadora, com despedimentos em massa e extinção de largo espectro de pequenas e médias empresas.

Ok. O que é que acontece a seguir? 

O fim do império americano é o que acontece a seguir. A queda definitiva da civilização ocidental é o que acontece a seguir.

A China como potência hegemónica, é o que acontece a seguir. 

E tudo isto porque a Mossad tem uns vídeos em que Donald Trump aparece a violar uma menina de 13 anos.

Federação das Indústrias Alemãs: Economia germânica vive a ‘crise mais profunda’ desde a II Guerra Mundial.

A economia alemã está a sofrer a sua "crise mais profunda" desde a Segunda Guerra Mundial, alertou um importante grupo industrial germânico, pedindo ao Governo de Friedrich Merz que tome medidas urgentes para impulsionar a recuperação. Boa sorte com isso.


 

Estes animais comiam carne humana. De crianças.

sábado, fevereiro 07, 2026

Ensaio sobre a cegueira.

Não há cego mais cego do que aquele que não quer ver. A prova provada deste axioma vive nos seguidores incondicionais de Donald Trump que, como os europeus são agora servos de Bruxelas, serão escravos de Washington, na ilusão da liberdade.


 

Epstein e a Ucrânia: Zelensky, os Rothschild e a vampira.

No breve clip do jornalista independente Ben Swann que deixo em baixo, são colocadas em discussão as ligações entre Jeffrey Epstein, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e redes de tráfico humano na Ucrânia, enquadradas na narrativa mais ampla do “Pizzagate”. 

Swann refere a reputação da Ucrânia como centro de pedofilia e tráfico humano, sugerindo que estas ligações persistem mesmo após a morte de Epstein e, baseando-se nos ficheiros recentemente divulgados, sugere que o financeiro-pedófilo terá explorado a instabilidade política da Ucrânia para oportunidades ilícitas.

O eloquente trabalho de Swan assenta em quatro vectores fundamentais:

- Ligações de Epstein à Ucrânia: Swann destaca o envolvimento de Epstein com agências de modelos ucranianas, que ele alega serem fachadas para o tráfico de carne humana. E-mails dos ficheiros referem agências a fornecer “raparigas” para estadias prolongadas, viagens de Kiev para Nova Iorque, negócios imobiliários como a compra de uma mansão em Lviv em 2017 e grandes transferências de dinheiro. Um e-mail de de Epstein de2013, portanto antes do golpe de estado de 2014,  antecipa “muitas oportunidades” no contexto da agitação política na Ucrânia.

- Ligações aos Rothschild: Epstein terá colaborado com a família Rothschild para tirar partido do caos pós-2014, adquirindo activos desvalorizados em terras, energia e infraestruturas. Sob o Presidente Petro Poroshenko, grandes instituições terão passado supostamente para controlo ligado aos Rothschild, com Poroshenko a transferir participações para um trust destes banqueiros para evitar escrutínio.

- Ligações a Zelenskyy: Após a eleição de Zelenskyy em 2019, Epstein manifestou interesse na “corrupção sofisticada” da Ucrânia e no potencial para “enormes quantidades de dinheiro”. Swann alega que Epstein e Zelenskyy tiveram vários almoços. Um e-mail menciona Zelenskyy a permitir que o agente de modelos Jean-Luc Brunel (acusado e condenado dpor violação e tráfico de menores) operasse na Ucrânia. Um embaixador ucraniano não identificado também é implicado em esforços de trafico de crianças.

- O papel de Marina Abramovic: Swann faz a conecção entre a figura do “Pizzagate” Marina Abramovic (conhecida pelos rituais de “spirit cooking” que envolvem sangue, sémen e temas canibais na sua arte) a Zelenskyy. Em 2023, Zelenskyy nomeou a artista sérvia como embaixadora da Ucrânia para reconstruir escolas danificadas pela guerra e apoiar crianças afectadas, o que Swann considera suspeito dada a sua história controversa e a ausência de ligações à Ucrânia.


Investigadora boliviana: pandemia foi “operação psicológica” destinada a “modular a reprodução humana e as liberdades individuais”.

Em entrevista a Walter Biancardine, a cirurgiã-dentista Liliana Zelada Rück diz que o vírus da Covid nunca foi isolado, que as vacinas não imunizam, que os hospitais mataram mais do que salvaram e que a pandemia foi usada como instrumento de controle social à escala planetária.


Autoridades francesas realizam buscas nos escritórios do X; Reino Unido inicia nova investigação sobre a plataforma de Musk.

Autoridades judiciárias francesas realizaram buscas nos escritórios do X, em Paris, no âmbito de uma investigação criminal alargada sobre alegados crimes relacionados com extracção ilegal de dados, cumplicidade na posse ou distribuição de pornografia infantil e anti-semitismo.


 

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

Pizzagate, ficheiros Epstein e a rede satânica global: Tucker põe as mãos na lama.

Como qualquer pessoa decente, Tucker Carlson não assobia para o lado. E, com a ajuda de Ian Carroll, começa por uma decana teoria da conspiração, o 'Pizzagate', um escândalo que rebentou na altura dos Wikileaks, quando foram revelados emails de John Podesta, uma das mais poderosas e sinistras figuras do Estado profundo norte-americano (chefe de gabinete e/ou spin doctor dos Clinton, de Obama e de Biden), que eram muito estranhos e sugeriam actividades pedófilas e relacionavam-se até com uma pizzaria muito frequentadas por políticos de topo do aparelho democrata que tinha uma conta no Instagram flagrantemente obscena, com imagens de crianças quase pornográficas.

A teoria foi durante anos e anos combatida pelos verificadores de factos do costume e pela imprensa corporativa, claro, mas acontece que o novo lote de ficheiros Epstein comprova-a como real, porque os emails do pedófilo suicidado estão carregados do mesmo léxico codificado que preenchia a comunicação electrónica de Podesta (mais de 800 referências a "pizza"). E incluem-no, porque ele era íntimo de Epstein.

Ian Carroll, denuncia também a corrupção (porque a incompetência não é plausível) do FBI em todo o processo de descoberta e aquisição de provas, discute o envolvimento do criminoso na crise dos mercados financeiros de 2008, bem como as suas actividades de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, comentando ainda a obsessão que o consumia com a genética, a eugenia e a biotecnologia.

Tucker Carlson coloca, no último segmento da conversa, uma questão fundamental: será possível continuar a conviver e a aceitar e a alimentar com votos e impostos um sistema político que é, no mínimo, permissivo em relação a todas estas actividades absolutamente tenebrosas e, em muitos casos, liderado pela pior espécie de seres humanos que podemos imaginar?

É claro que não. Mas o problema é que ninguém sabe bem o que fazer a seguir e as massas continuam adormecidas, num torpor cúmplice.

A cumplicidade do silêncio.


"Para que o mal triunfe basta que os homens bons nada façam."
Edmund Burke

 

Por todo o Ocidente, as pessoas vão para a rua protestar por tudo e por nada, por isto e por aquilo, por dá cá aquela palha.

Vão para a rua protestar por valores e convicções e princípios.

Vão para a rua protestar pela liberdade religiosa, pela liberdade de expressão e pela liberdade sexual.

Vão para a rua protestar contra a guerra, contra o custo de vida, contra o racismo, contra a homofobia. 

Protestam para salvar o planeta, para salvar a democracia, para salvar a consciência.

Protestam contra e a favor do aborto, contra e a favor da eutanásia, contra e a favor da pena de morte.

Protestam contra a brutalidade da polícia e protestam por falta de policiamento. 

Protestam contra Israel em favor da Palestina, e em favor de Israel contra a Palestina.

Protestam contra o capitalismo, contra o marxismo, contra o estado a que as coisa chegaram.

Os sindicatos protestam porque os mineiros protestam, os agricultores protestam, os bancários protestam, os metalúrgicos protestam, os pilotos protestam, os vendedores de carros em segunda mão protestam e os funcionários públicos também.

Há protestos por causa dos impostos, por causa do preço da habitação, por causa dos salários, por causa dos horários, por causa deste governo, por causa do outro.

Há protestos para salvar de maus tratos os animais de estimação, para salvar da extinção os animais selvagens, para salvar da arena os animais toureados, para salvar dos laboratórios as cobaias e para salvar do matadouro o gado bovino.

Ruas, avenidas e praças das grandes cidades enchem-se dia sim dia não com multidões indignadas, que erguem bandeiras a prometer revoluções e gritam slogans que dizem basta e carregam faixas que dizem chega.

Mas quando ficamos a saber que somos governados por um clube satânico de traficantes de carne humana, pedófilos, assassinos e canibais; quando se abre a cortina para o mais dantesco, chocante, nojento e criminoso cenário que podemos imaginar, toda esta gente activista de causas, militante de ideologias e fanática de convicções, fecha-se em casa, num silêncio aparvalhado, num estupor resignado, como se a revelação nada fosse ou fosse tudo isto normal.

As elites pecam por acção. As massas, por inacção.

São irredimíveis, todos.