quinta-feira, julho 16, 2026

A inversão moral da epopeia homérica ou toda a verdade sobre a psyop de Christopher Nolan.

No épico ensaio vídeo que deixo em baixo, Disparu diz tudo, mas mesmo tudo o que é preciso saber sobre a infame manobra a que Christopher Nolan sujeitou a obra de Homero. 

Para além da iniquidade do casting e das aberrantes incorrecções históricas que implodem na cenografia (o guarda roupa é pobre ou implausível e um dos barcos usados no filme é uma reconstituição de um Drakkar, usado pelos vikings dois mil anos depois da era em que se desenvolve a acção da Odisseia); para além da cinematografia desleixada e do processo de banalização e desvalorização da linguagem (aparentemente, as "audiências modernas" são excessivamente estúpidas para suportarem uma tradução séria do grego homérico); para além de ser mais que evidente que existe no projecto de Nolan a clara intenção de destituir a obra dos seus mais elevados valores (e por acréscimo ou consequência, destituir a civilização ocidental das suas mais gloriosas referências); para além da eloquência de Disparu, que vale a pena apreciar (não é fácil fazer o que ele faz, assim espontaneamente, em vídeo), há que enfatizar o que o youtuber afirma no fim da sua assertiva dissertação, porque é mesmo necessário que toda a gente tenha consciência do que está aqui em causa.

Um dos eixos fundamentais na narrativa da Odisseia assenta na circunstância de que um grupo de aristocratas de Ítaca e de outras ilhas vizinhas ocupa literalmente a casa real de Ulisses, usando e abusando da mesa e da adega e dos criados, durante a sua prolongada ausência (20 anos - 10 de guerra, 10 de regresso),  na expectativa de que um deles seja escolhido para usurpar o seu trono e desposar a sua mulher, Penélope, que tenta por todos os meios recusar avanços e protelar a decisão de declarar rei morto, rei posto. A pressão e a humilhação a que a rainha é submetida é imensa e insustentável, mas ela persiste na sua fidelidade ao marido, acreditando que ele está vivo e regressará a casa. 

Quando enfim Ulisses regressa, apercebe-se da intrusão, do abuso, da arrogância e da deslealdade dos seus súbditos mais proeminentes e mata-os a todos. 

Moral da história: sê fiel ao teu marido. Sê fiel ao teu legado. Sê fiel ao teu Rei. Modera a tua ambição. Modera a tua arrogância. Modera a tentação de desafiar os deuses e o destino e a ordem natural das coisas. Caso contrário, pagarás essa ousadia com a vida.

Ora, há aqui um paralelo arrepiante com o episódio Nolan. 

Como um intruso, o cineasta, que também é um aristocrata (da oligarquia liberal), apodera-se indevidamente da obra de Homero (que vive ainda na cultura ocidental) para abusar dela, para se aproveitar dela, para distorcer e vilipendiar o seu legado, para fazer da epopeia o que bem entende na falsa consideração de que o texto original é letra morta, manifestando no processo toda a hubris de Hollywwod, e total deslealdade para com o imortal poeta. A traidora expectativa do súbdito é, também neste caso, substituir o amo, ao colocar-se como um revisor oficial da história, interpretando-a e recontando-a de tal forma que a faz irreconhecível, tomando assim os louros da autoria e massificando esse cunho corruptor.

Nos tempos que correm, há mais gente no mundo que conhece a obra de Christopher Nolan do que a obra de Homero. Pior ainda: As massas contemporâneas vão conhecer a literatura do bardo eterno pela versão infame e conspurcada de um realizador que se consagrou ao filmar uma trilogia do Batman.

Mas neste caso, a moral da história é simetricamente inversa e muito pouco, ou nada, edificante: O traidor, o vilão, aquele que não modera a sua ambição nem a sua arrogância, aquele que é infiel à História, à Cultura, ao legado clássico da Civilização Helénica, é recompensado com fama e fortuna, glorificado pelas máquinas de propaganda, elevado ao patamar homérico, que usurpou.

Um claro e infernal sinal dos tempos.

Remigração: compreender o conceito que está a polarizar o debate europeu.

O debate sobre a remigração obriga as sociedades europeias a confrontarem uma questão decisiva: como conciliar controlo migratório, coesão social, Estado de direito e respeito pela dignidade humana? A análise de Francisco Henriques da Silva.


 


Steve Baker, o 6 de Janeiro e o modus operandi do Estado profundo.

Tucker Carlson conversa com o jornalista independente Steve Baker, que tentou escarafunchar na narrativa do 6 de Janeiro de 2021, tendo sido por essa ousadia preso pelo FBI do regime Biden e perseguido activamente pelo FBI do regime Trump.


 

Este aqui está claramente a tentar sobreviver ao desastre.

Duvido que consiga chegar vivo (no sentido eleitoral do termo) a 2028 , mas que sei eu?


Projecto-lei do governo britânico ameaça com prisão pais e médicos que resistam a tratamentos de transição de género para crianças.

Intensificando a tendência para a radicalização da ideologia de género, o governo britânico está a ameaçar pais, professores e médicos com pena de prisão caso tentem dissuadir as crianças de se submeterem a tratamentos irreversíveis de transição de género.


 

Não por acaso: Cidade governada pelo próximo primeiro-ministro britânico regista a maior queda do nível de vida em Inglaterra.

O rendimento dos residentes de Manchester caiu drasticamente enquanto Andy Burnham, o próximo primeiro-ministro britânico, liderou o município, facto que levanta preocupações sobre a sua capacidade para resgatar a Grã-Bretanha da péssima situação económica em que se encontra.


 

quarta-feira, julho 15, 2026

Porque é que as multidões têm "paixão" por isto?

Estou a ver, pela primeira vez neste Mundial, um jogo do princípio e em directo. Meia-final Argentina-Inglaterra. Acabou agora a primeira parte. Devo ter visto para aí uns cinco minutos de jogo jogado. E porrada que ferve. E mais nada.

terça-feira, julho 14, 2026


O ‘Chat Control’ chegou (mesmo) para ficar? O que a votação de Estrasburgo muda na sua vida.

Enquanto grande parte dos portugueses se preparava para as férias, no Parlamento Europeu aprovava-se, a coberto de uma manobra de bastidores, a maior ameaça à privacidade digital dos últimos anos. A crónica de António Justo.


 

E a China. A China também.


Números de uma falência anunciada.

EUA: Esperança média de vida decresce para quem nasceu depois dos anos 50.

Um novo estudo revelou que os americanos nascidos após a década de 50, e principalmente depois de 1970, estão a apresentar taxas de mortalidade mais elevadas devido a doenças cardíacas, cancro e overdoses, sinalizando uma tendência preocupante na esperança média de vida.


Passou-se de vez: Trump quer agora cobrar taxas aos navios que passem pelo estreito de Ormuz.

O presidente norte-americano sugeriu, de forma estapafúrdia, que os EUA começassem a cobrar uma taxa de 20% sobre toda a carga transportada pela navegação mercantil no Estreito de Ormuz. Ou seja: depois de o ter fechado, Trump quer que lhe paguem para o abrir.


 

Se o homem morreu de causas naturais,

de acordo com a narrativa oficial, expliquem-me isto, por gentileza:

A Netflixação da Fórmula 1.

Quem segue, mesmo que distraída e casualmente, a primeira competição automóvel da FIA já percebeu a controvérsia, mais que justificada, sobre as regras, a tecnologia e a lógica de corrida da época de 2026.

O primeiro facto que tem causado alguma perturbação nos fãs é que os carros mal precisam de ser conduzidos e ultrapassam-se loucamente em função do carregamento das baterias, mais do que como resultado de qualquer outra variável.

Para se ter uma ideia de como os pilotos são desvalorizados na F1 actual, este gráfico é precioso: Lewis Hamilton não trava uma vez durante todo o segmento mais rápido de Silverstone, que ainda assim tem 9 curvas e constitui 55% da extensão do circuito: são 3,2 quilómetros sem tocar no travão, num circuito com 5,9 quilómetros.


Actualmente, de cada vez que um F1 ultrapassa outro F1, várias coisas disparatadas podem acontecer. O ultrapassado volta a ultrapassar quem o ultrapassou, imediatamente, como se nada fosse; ou fica dramaticamente para trás como um carro de outra classe, numa corrida de resistência. O ultrapassante que agora vai rápido, será lento depois, quando a carga eléctrica acusar a ousadia do piloto, isto se entretanto a sua própria box não lhe destruir a corrida com uma decisão de categoria subsapiens (a Ferrari tem um manual sobre essa arte).

No meio desta conspiração de estúpidos, o espectador fica sempre sem saber se Leclerc ultrapassou Russel porque o piloto 'tem mais braço' (ou mais coração), porque tinha melhores pneus, um motor superior, melhor aerodinâmica, mais eficientes travões ou muito simplesmente porque o francês conduzia uma bateria feliz. Que daqui a nada será triste, quando o britânico que andou a poupar energia tiver electricidade para gastar à farta.

Como resultado, os carros são bem mais lentos, a orquestra sinfónica que traziam nos cilindros passou a quarteto de cordas e as corridas, um estranho caos de histerismo constante e aborrecimento terminal com 5 ultrapassagens por minuto, que são tudo menos orgânicas, num teatralizado jogo de faz de conta. Dá a sensação que até mesmo os pilotos que estão a ganhar grandes prémios convivem mal com o facto de saberem que é a gestão do artefacto híbrido, mais do que qualquer outra variável, que lhes garante os triunfos.

A diferença contemporânea entre a Fórmula 1 e a Fórmula E é que a fórmula 100% eléctrica sempre faz algum sentido.

Aquela que devia ser a modalidade mais emocionante e competitiva e espectacular da FIA transformou-se num exercício de poupança de energia, como um jogo didático para crianças, produto típico da propaganda regimental. 

E sem necessidade nenhuma, porque as tecnologias de motorização híbrida funcionam lindamente e há muito tempo no WEC (mundial de resistência), por exemplo, e nem são novas na F1. O problema, claro, está nos regulamentos.

Mas para além das normas e da forma como condicionam a tecnologia e manipulam parvamente o espectáculo automobilístico, há algo insidioso e talvez até mais perturbador que está a acontecer com a modalidade, como muito bem nota o simracer e também piloto profissional Jimmy Broadbent, no sensato e pertinente clip que deixo em baixo: Com a entrada da Netflix e a concomitante intrusão da cultura das celebridades no circo da F1, de que deriva também a obsessão pela criação de conteúdos, mediaticamente plastificados ao gosto de Hollywood e Silicon Valley, perdemos muito mais do que ganhamos.

Porque se é verdade, indiscutível, que a F1 ganhou audiências nos últimos dez anos, a qualidade do espectáculo desportivo tem regredido no quadrado desse expoente. E o ganho de audiências não significa necessariamente um ganho de fãs.

Como hoje acontece com o Futebol, boa parte do público que agora adere à F1 nem tem grande conhecimento do legado histórico e técnico da modalidade, ou paixão pelo automobilismo. Os media disseram-lhes para consumir o produto e as massas consomem-no, porque sim, porque é o que fazem para entreter o vazio de significado. E por causa do Brad Pitt.

Se acrescentarmos ao quadro as máscaras e os protocolos Covid e os joelhos no chão e o triunfo woke de 2020/2021, a crescente obsessão com a segurança (ignorando que a redução do risco implica simetricamente um deficit na recompensa) e a total ausência de carisma dos pilotos (com excepções, ainda que raras, como Fernando Alonso, Kimi Räikkönen ou Max Verstappen), percebemos que algo está putrefacto no reino da Liberty Media, a empresa norte-americana que para todos os efeitos é dona da F1 desde 2017, ou seja, precisamente a época de declínio de que estamos a falar.


Na verdade, e concluindo, aconteceu e está a acontecer com a F1 o que na verdade aconteceu e está a acontecer com tudo aquilo que já foi glorioso no Ocidente, no largo espectro que vai de Homero a Enzo Ferrari: as elites da classe Davos e as elites da classe Epstein tomaram conta e estragaram tudo. 

segunda-feira, julho 13, 2026

Proteger as Crianças: Os Perigos Reais da Transição Social e da Medicalização da Disforia de Género.

Maria Helena Costa traz ao debate sobre a transição de género uma questão central e urgente: existe uma categoria de “crianças verdadeiramente trans” que justifique intervenções médicas precoces?


 


Facebook comedy.


 

Não se percebe: Microsoft despede 4.800 funcionários enquanto continua a contratar imigrantes como se não houvesse amanhã.

Aparentemente, os engenheiros americanos, que criaram Silicon Valley, não estão agora à altura das exigências profissionais da Microsoft, que os está a despedir por grosso, enquanto contrata avidamente imigrantes para os substituir.


 

Não há uma porcaria de uma narrativa que bata certo.

Não estou a engolir a história que nos estão a vender sobre a morte de Lindsey Graham. De todo. O que é absolutamente normal, porque sei o suficiente para nunca acreditar em qualquer narrativa que o Regime Pinóquio me tente enfiar pela goela a baixo. 

E lanço já a minha teoria da conspiração baseada em facto nenhum específico, apenas no que sei hoje sobre a realidade política que vivemos: Durante a sua visita à Ucrânia, Lindsey foi envenenado pelos serviços secretos ucranianos ou pela Mossad, numa operação de falsa bandeira para levar a Casa Branca a intensificar o apoio a Kiev e/ou a guerra contra o Irão (fabricando a ideia que Moscovo ou Teerão estarão por trás do assassinato). Se já chegou morto aos EUA ou acabou por morrer em Washington é irrelevante, na verdade.

Esta suposta estratégia não está a resultar porque Donald Trump não parece estar a cair no engodo, por enquanto. E daí a mal amanhada rábula que o FBI está a vender: Lindsey Graham, que 16 horas antes da sua morte se passeava entusiasticamente na Ucrânia, com a energia luciferina do costume, a engendrar novas formas de matar pessoas e a pressionar meio mundo para que mais armas e mais dinheiro fossem entregues ao regime Zelensky, cai morto de repente no seu apartamento de Washington, durante a madrugada, com um ataque de coração. 

Uma pergunta primeira: Graham vivia sozinho. Não tinha filhos nem mulher. Quem é que deu por ele morto e chamou o 115?

Mais: Se o congressista da Carolina do Sul morreu de causas naturais, porque é que o FBI tomou conta da ocorrência? E porque é que o cadáver foi autopsiado?

Mais nada.

Trump deixa instruções para total destruição do Irão, caso seja assassinado, abrindo óbvio caminho para falsa bandeira sionista.

Num recordista exercício de estupidez, que só aumenta o risco sobre a sua própria vida, Donald Trump revelou ter deixado instruções para que os EUA ataquem o Irão caso seja entretanto assassinado, oferecendo a Telavive uma solução óbvia para exterminar o seu inimigo no Golfo.


 

domingo, julho 12, 2026


Distopia do Reino Unido: rapazes brancos da classe trabalhadora são o grupo mais desfavorecido da sociedade britânica.

Novos dados revelaram que os rapazes brancos da classe trabalhadora estão a ficar para trás no sistema educativo britânico, tornando-os o grupo mais desfavorecido do país. E isto surpreende alguém?


 

Está toda a gente a celebrar a morte de Lindsey Graham.

Como do outro lado da trincheira celebraram a morte de Charlie Kirk.

Quem segue este blog e/ou o ContraCultura com alguma regularidade sabe o que eu penso sobre o congressista republicano de Carolina do Sul (e quem não sabe: pensava o pior possível), mas não me parece moralmente aceitável celebrar o óbito seja de quem for. E enerva-me um bocadinho que aqueles que se mostram indignados quando niilistas e radicais do leninismo-globalismo contemporâneo festejam, despudoradamente, homicídios e falecimentos de adversários políticos, estejam agora a fazer exactamente a mesma coisa (até porque não sabemos ainda a causa da morte de Graham, que pode muito bem ter sido assassinado). 

Até Alexander Dugin, que tem obrigação, como cristão ortodoxo, de saber melhor, entrou numa lógica de relativização moral.


O facto deixa-me um bocadinho triste, por acaso. Convinha que o meu lado da barricada percebesse que a sua força reside no plano moral, com sede no Ministério de Cristo. 

Mas a barricada está na minha cabeça, claro. Na verdade, não há barricada nenhuma. Estamos todos cada vez mais isolados. Temos todos cada vez menos em comum. 

Seja como for, Deus amava Lindsey Graham, por muito luciferino que ele fosse. É estranho que os cristãos não percebam isto.

Investigadores de IA temem um “Momento Chernobyl” que faça com que o mundo se vire contra estas tecnologias.

Investigadores de inteligência artificial dos EUA e da China apelaram à cooperação global neste sector tecnológico, temendo que o seu desenvolvimento descontrolado possa levar a uma catástrofe inimaginável.


 

Acusado de corrupção, Nigel Farage demite-se do cargo de deputado para forçar uma eleição intercalar no seu círculo eleitoral.

Acusado de receber apoios financeiros não declarados, o líder do Reform UK afirmou que as investigações sobre os casos estavam a ser instrumentalizadas politicamente e demitiu-se do cargo de deputado, activando novas eleições no seu círculo eleitoral.


 

À beira do abismo, o homem vai dar um passo em frente.

Brandon Weichert está correcto. Trump irá provavelmente invadir o Irão (primeiro a ilha Kharg, que é uma armadilha maluca). Será um desastre histórico que vai arruinar definitivamente e se preciso fosse a sua presidência e a credibilidade política e militar dos EUA. O princípio do fim do império americano.

Paróquias Vivas

Ousem transformar a sacristia numa sala de ensaios. Ousem abençoar os campos de desporto como se abençoam os altares. Ousem misturar o sagrado e o profano, porque, para Jesus, o que era "profano" tornou-se o lugar privilegiado da Revelação. A crónica de António Justo.


 

É muito simples, na verdade.

Linha de Sintra - Portugal - 2046 d.C.

sábado, julho 11, 2026

Índice da Saúde Psicossocial do Ocidente: Menos que zero #187


O Corpo Não se Apaga: O Grito de Scott Newgent contra o Negócio da Mutilação de Menores.

A verdade é desconfortável, mas simples: não se muda de sexo. E Scott Newgent não pede ódio; pede protecção. Pede que a verdade — homem e mulher são categorias biológicas — volte a guiar a medicina e a educação. A crónica de Maria Helena Costa.


Tribunal abre caminho a Marine Le Pen para se candidatar à presidência de França, mas há um senão.

A decisão de um tribunal francês de reduzir a pena e o período de inelegibilidade de Marine Le Pen pode permitir-lhe candidatar-se à presidência em 2027, desde que o recurso que entretanto interpôs lhe permita fazer campanha sem pulseira electrónica e com liberdade de movimentos.


 

Vamos ao que interessa:

A Sabotagem do Nord Stream 1 e 2: Responsabilidades, Impactos e a Erosão da Ordem Europeia.

A destruição dos gasodutos Nord Stream em 2022 não foi um mero incidente de percurso num conflito regional; foi a demolição controlada do modelo industrial alemão e, por extensão, da estabilidade económica europeia. A análise de Francisco Henriques da Silva.


 

Sondagem revela que opinião pública global acredita que a China ultrapassou os Estados Unidos em tecnologias de inteligência artificial.

Apesar do esforço transhumanista do Regime Epstein, um novo inquérito global realizado pela empresa britânica Public First revela que os inquiridos em 11 dos 15 países da amostra acreditam agora que a China ultrapassou os EUA em performance e inovação no sector da IA. 


 

Alemanha: Activistas de esquerda sob investigação criminal após mostrarem pornografia gay a adolescentes numa sala de aula.

A polícia de Görlitz, na Saxónia, está a investigar duas activistas por terem mostrado imagens pornográficas homossexuais a alunos de 14 e 15 anos, durante uma semana de "actividades curriculares". Mas até as creches públicas são ambientes sexualizados, na Alemanha.


 

sexta-feira, julho 10, 2026

É até um excelente sinal que a malta esteja a ignorar a psyop do Regime Epstein.

Olha que dois.

Neil Oliver e Tucker Carlson. Nem é preciso dizer mais nada. É só deixá-los falar. Chamo só a atenção para um ponto deveras pertinente que os dois discutem no início da conversa: é possível que Estados e Nações vivam sem um contrato social (como acontece hoje, claramente, no Ocidente)?

Ou seja: podem as elites políticas governar os respectivos países sem representarem minimamente os interesses e aspirações das massas? 

Trata-se de uma questão importante para os tempos que vivemos hoje, mas que tem profundidade histórica, e que hei-de desenvolver em breve.

Tucídides e a Realpolitik.

A Universidade de Michael Sugrue #02: uma prelecção sobre o iniciático realismo de Tucídides, na "História da Guerra do Peloponeso".