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Extensão livre do ContraCultura
sábado, março 28, 2026
Encobrimento das circunstâncias da morte de Jeffrey Epstein é ainda mais escandaloso do que se pensava.
Goldman Sachs diz que impacto da inteligência artificial na produtividade e no crescimento económico dos EUA é… ZERO.
As virtudes do populismo: conferência com João Pereira Coutinho.
Reino Unido: Câmara dos Lordes aprova aborto até momento do parto, que é apoiado por apenas 1% dos britânicos.
Estudo revela que 88% dos estudantes universitários americanos fingem ser de esquerda para obterem melhores notas.
Epidemiologista classifica as vacinas mRNA Covid como “uma das maiores contaminações cancerígenas da história”.
quinta-feira, março 26, 2026
Cessar-fogo, qual cessar-fogo? EUA enviam 3.000 paraquedistas para o Golfo.
So much winning.
BREAKING:
— Megatron (@Megatron_ron) March 26, 2026
🇮🇷🇺🇸 The New York Times has confirmed that most of the 13 US bases in the Middle East have been destroyed and empty.
Many of the 13 military bases in the region used by American troops are all but uninhabitable, with the ones in Kuwait, which is next door to Iran,… pic.twitter.com/xdsGP465Rp
A tempestade perfeita no Golfo: uma crise global iminente.
Tantas vezes dizes que ganhaste a guerra que acabas por acreditar na tua própria aldrabice.
Mas mais ninguém se não tu, palhaço.
BREAKING: 🚨 🇺🇸 🤡 Hegseth declares victory, again
— ADAM (@AdameMedia) March 25, 2026
“Never in history has a country been defeated as Iran has… we wiped it off the face of the earth.”
Then who is still being pummelling Israel? Who is blocking the strait of Hormuz?
What a fkn clown.pic.twitter.com/gF1daYsrsn
‘Furtivo’ até certo ponto: Forças militares iranianas atingem pela primeira vez um caça F-35.
Davidsen vs. Golias: Dinamarca faz preparativos militares para resistir à tomada da Gronelândia pelos EUA.
quarta-feira, março 25, 2026
É aqui que estamos.
O email do Contra recebe com alguma recorrência insultos, elogios, reparos, observações, confissões, enfim, uma série maluca de recados, que merecem mais ou menos atenção, embora eu procure responder àqueles que investem de boa fé o seu tempo a elogiar ou a criticar, porque não é a crítica ou o elogio, mas a seriedade e o tempo investido que merecem resposta.
Tem porém acontecido ultimamente um fenómeno que considero absolutamente surrealista e que consiste em pessoas que me enviam emails redigidos por inteligência artificial. Ou seja: dão-se ao trabalho de enviar o email, mas confiam num bot qualquer para manifestarem a sua "opinião".
Reparem neste exemplo recordista:
A propósito do aborto em Inglaterra:
The claim in the image suggests that only 1% of the public agree with a law allowing abortions up until birth, and that peers in the House of Lords backed this law.
In the UK, abortion laws are governed by the Abortion Act 1967 (as amended), which generally permits abortions up to 24 weeks of pregnancy under certain conditions, with exceptions beyond that for specific medical reasons. There is no recent law allowing abortions "up until birth" that has passed with minimal public support as described.
The statement appears to be misleading or misrepresenting UK abortion legislation and public opinion. For accurate information on UK abortion laws, consult official government sources or reputable news outlets.
O segmento "A propósito do aborto em Inglaterra" é da autoria do José Farinha, que me enviou o email, mas tudo o resto, não. Trata-se apenas um preguiçoso e equívoco reflexo daquilo que ele acha que pensa e daquilo que ele acha que é factual.
O José Farinha refere-se neste email a um artigo do Contra que tem pontes para as fontes todas daquilo que no texto se afirma e ninguém aqui está a inventar nada. A conversa em assunto é até viral, neste momento, no Reino Unido, e já tinha sido anteriormente reportada pela publicação.
Mas o José Farinha acha que o bot é que sabe. O bot é omnisciente e tem mais razão que as fontes humanas citadas no artigo, mais razão que sondagens sobre a opinião das pessoas, mais razão do que aquela que ele próprio pode expressar (!), mais razão do que aquilo que está à frente dos olhos dele, mas que ele não quer ver. O José Farinha acha que os aristocratas da Câmara dos Lordes têm imensa consideração por aquilo que a plebe pensa sobre o aborto, contra todas as evidências, porque o bot de inteligência artificial lhe diz umas coisas que lhe confortam a opinião política, que ele próprio não tem tempo, pachorra ou capacidade para articular.
É espantoso.
Para além do simples desastre intelectual que é argumentarmos através de um algoritmo; para além do desvio cognitivo de confiarmos num algoritmo para discernir o que é certo ou errado; para além da pretensão de tentar destruir um texto criado por um ser humano com uns parágrafos criados artificialmente; para além do José Farinha se dedicar a contrariar, recorrendo ao facilitismo tecnológico, notícias do ContraCultura, quando a a imprensa corporativa, de que ele será talvez ávido consumidor, não faz mais nada se não propaganda; a imensa preguiça e a total ausência de sentido dialéctico que é manifesta nesta mensagem, faz-me espécie.
E é eloquente sobre o bocadinho de espaço-tempo em que nos encontramos. Este tenebroso momento em que as pessoas desistiram de pensar.
terça-feira, março 24, 2026
Numa única operação bolsista, toda a lógica bandida do Regime Epstein.
Numa única operação, foram comprados 1,5 biliões de dólares em futuros do S&P 500 (ES), enquanto foram vendidos 192 milhões de dólares em futuros da indústria petrolífera (CL).
Estas ordens foram 4 a 6 vezes superiores a qualquer outra negociação naquele momento.
O investidor obteve lucros astronómicos.
BREAKING: Just five minutes before Trump's announcement to halt the attacks on Iran, massive trades reportedly hit the market.
— unusual_whales (@unusual_whales) March 23, 2026
In one move, $1.5 billion in S&P 500 (ES) futures was bought while $192 million in oil (CL) futures was sold.
These orders were 4–6x larger than…
Quem fez isto não estava a brincar com factores de risco. Ninguém arrisca 1,5 biliões de dólares baseado num palpite.
Não havia qualquer indício público de que este anúncio seria feito. Nenhuma fuga de informação. Nenhum artigo na imprensa. Nada. As únicas pessoas que sabiam estavam na Sala Oval quando a decisão foi tomada.
Alguém naquela sala pegou num telefone e, em poucos minutos, ganhou mais dinheiro do que a maioria das pessoas ganhará em mil vidas. Numa única transação. Numa guerra que está a empobrecer toda a gente (no custo de vida e na carga fiscal). E enquanto os cidadãos americanos estão a financiar esta guerra, os seus dirigentes políticos estão a lucrar com ela.
Esta não é a primeira vez que isto acontece. Nem na história recente dos EUA (o que se passou no mercado financeiro nos dias anteriores ao ataque de 11 de Setembro é talvez o mais berrante e aberrante exemplo da corrupção intestina das elites americanas), nem no que se refere às transações financeiras relacionadas com decisões da actual administração. Todos os grandes anúncios do regime Trump envolveram transações suspeitas em grande escala pouco antes de serem divulgados. Revogações de tarifas. Alterações de políticas. Decisões sobre guerras. Foi tudo capitalizado na bolsa.
Mas esta será a operação de utilização de informação privilegiada mais descarada da história da política norte-americana. Nem se compara. E está a acontecer à luz do dia, demonstrando que a Casa Branca está neste momento ocupada por bandidos sem qualquer escrúpulo, que instrumentalizam impune e despudoradamente decisões políticas de forma a criarem condições para o enriquecimento pessoal.
Há razões até para crer que o anúncio de Donald Trump se baseou em negociações nenhumas com os iranianos, mas apenas na criação de uma oportunidade de negócio.
Um cidadão comum acabará na prisão por negociar com base numa dica do seu primo. Mas esta gente está a tomar decisões de guerra que implicam a morte de milhares de pessoas, a inventar factos diplomáticos e a deturpar a realidade do conflito para fazer apostas bilionárias e nunca ninguém lhes fará sequer uma pergunta sobre o assunto. Ninguém será investigado. Ninguém será acusado. Amanhã, isto estará enterrado sob a próxima manchete. Tal como da última vez. E antes da última vez...
O jogo é manipulado, o povo é espoliado, a agenda Epstein triunfa, invariavelmente. E já nem sequer tentam esconder a sinistra batota.
Absoluto inferno.
Vale o que vale: Donald Trump adia o bombardeamento das centrais eléctricas iranianas e propõe cessar-fogo de cinco dias.
Tucker Carlson e Jiang Xueqin: uma mistura explosiva.
segunda-feira, março 23, 2026
Morreu Jürgen Habermas, o filósofo que quis tornar o mundo um pouco melhor.
E violar crianças aos feriados.
Monday - War is winding down!
— Douglas A. Boneparth (@dougboneparth) March 22, 2026
Tuesday - Unconditional surrender!
Wednesday - War is ending soon!
Thursday - Sending in troops!
Friday - War is almost over!
Saturday - Total obliteration!
Sunday - Golf.
"This is the making of a disaster!"
Neste execlente episódio do 'The Duran', com o convidado Jim Jatras, um experimentado diplomata norte-americano, conservador e cristão ortodoxo, traça-se um perfeito retrato da situação impossível em que se encontram os EUA no conflito do Golfo e desmonta-se o último truque de Donald Trump, que propôs ontem à noite uma redução nas hostilidade por cinco dias, a propósito de alegadas negociações que estão a decorrer com o Irão e que Teerão até já negou que sequer existam.
Jatras considera, e bem, na minha opinião, que a proposta da Casa Branca não passa de mais uma artimanha para ganhar tempo, enquanto as forças norte-americanas que foram entretanto destacadas para o Golfo se posicionam para ocupar a estratégica ilha de Kharg.
Mas a substância fundamental que podemos tirar desta conversa é que esta guerra não tem saída se não a escalada de hostilidades até ao ponto em que alguém decida recuar ou... activar a opção nuclear.
E é claro que é singnificativa a probabilidade de serem os sionista a optar pela solução apocalíptica.
Não se percebe: Enquanto envia mais tropas para o Golfo e ameaça bombardear as centrais eléctricas do Irão, Trump diz que quer terminar a guerra.
O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: Uma guerra de soma zero.
O João Nuno Pinto voltou a convidar o ContraCultura para mais um momento
de liberdade de expressão, no 'Isto É o Povo a Falar'. E o assunto só
podia ser um. Uma conversa sem restrições, sobre um desastre anunciado.





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