quinta-feira, agosto 13, 2026

A recusa do debate: quando a ideologia se fecha à ciência e às ideias.

Enquanto continuar a tratar a discordância como heresia e as evidências como ódio, o activismo LGBTQIA+ continuará a afastar-se da ciência que tanto invoca e a aproximar-se de uma forma de fundamentalismo secular. A crónica de Maria Helena Costa.


Sigam a ciência, caraças!


Pior a emenda que o soneto. Literalmente.

No outro dia, reagindo a uma informação de inteligência que relatava uma eventual ameaça iraniana ao Air Force One, Donald Trump e mais 3 ou 4 dos seus principais colaboradores entraram no avião presidencial só para saírem depois, discretamente, por uma porta secreta, e enfiarem-se numa carrinha de catering que os levou a outra aeronave, um C-32A da Força Aérea dos EUA, que os serviços secretos consideraram mais segura. 

Concluída a viagem de Ancara para uma base aérea no Reino Unido, a comitiva presidencial fez o inverso jogo de faz de conta, voltando a entrar subrepticiamente no Air Force One e a sair dele pela porta corrente, para que fosse publicamente registada essa apenas aparente normalidade.


A história vale não só pelo medo que o Irão inspira à actual administração norte-americana, como e principalmente pelo facto de Trump ter deixado os profissionais da imprensa, boa parte da sua equipa (incluindo o Secretário de Estado Marco Rubio e o Secretário do Tesouro Scott Bessent), os elementos da sua segurança e a tripulação do Air Force One descolarem e fazerem a viagem programada, como uma espécie de iscos, apesar da ameaça, de tal forma credível que obrigou o Presidente a meter-se numa carrinha de logística aeroportuária...

Perguntado - e muito bem - por que raio é que a situação era perigosa para ele, mas não era perigosa para toda a gente que viajava no avião presidencial, Trump respondeu assim:

"Não sei. Penso que, na verdade, o avião em que voei corria mais riscos, porque era o avião que eles provavelmente atingiriam." 


Portanto: Donald Trump quer convencer-nos que se obrigou a sair às escondidas de um dos mais sofisticados Boeings do mundo e a fazer-se transportar numa carrinha de catering para um avião militar, onde cumpriu a viagem, porque essa aeronave era não mais segura, mas mais perigosa.

Mudou de avião para salvaguardar não a sua vida, mas a vida dos restantes passageiros do Air Force One.

Ele é que foi o isco, pelos vistos.  

Isto é de doidos. Este homem não está bom da cabeça. O Presidente dos EUA não pode responder a esta mais que legítima pergunta de forma tão clamorosamente desastrada e infantil e mal pensada e infame, de tão estúpida. 

Espero sinceramente que os democratas ganhem nas intercalares a maioria nas duas câmaras do Congresso e destituam rapidamente Donald Trump.

Está a ficar excessivamente patético e perigoso tê-lo como inquilino da Casa Branca. 

No entretanto, a propaganda iraniana já goza o prato.

quarta-feira, agosto 12, 2026

Não pode ser uma coincidência.

Os cinco mais importantes pensadores da História Universal, que sem risco de errar redondamente serão Zaratustra, Buda, Confúcio, Sócrates e Jesus Cristo, não deixaram para a posteridade qualquer testemunho escrito.

Os ensinamentos de Zaratustra circularam oralmente durante mais de um milénio até que foram cristalizados no Avesta, que data já de uma era posterior ao nascimento de Cristo (Século III ou IV d.C.). Fontes antigas afirmam explicitamente que Zaratustra “não escreveu nenhum livro”, e que foram os seus discípulos que, após a sua morte, memorizaram e registaram as suas palavras. Com o legado de Buda acontece mais ou menos a mesma coisa: Ele viveu aproximadamente entre os séculos V e IV a.C. na Índia, e os seus ensinamentos foram transmitidos oralmente por monges durante séculos, por meio de memorização e recitação colectiva. Os textos mais antigos do budismo, como o Cânone Páli, só começaram a ser escritos por volta do século I a.C. no Sri Lanka (durante o Quarto Concílio Budista), mais de 300 ou 400 anos após a morte do Buda. A filosofia de Confúcio chegou-nos principalmente pelos relatos dos seus discípulos, de que os Analectos serão o documento mais relevante, e compilações alheias dos seus comentários a obras mais antigas. A inquirição de Sócrates chegou-nos pela obra de Platão, fundamentalmente, e através de alguns comentários de Aristóteles e comédias de Aristófanes. O Ministério de Cristo foi-nos legado pelos evangelistas, de entre os quais três eram apóstolos (João, Mateus e Paulo).

A coincidência não é plausível. Por alguma razão estes cinco monstros do génio humano recusaram a escrita e preferiram a oralidade, a dialéctica do discurso público, interactivo e dinâmico, inquiridor e incisivo e concreto, mas estranha e paradoxalmente efémero, confiando em apóstolos, discípulos e monges a sobrevivência da sua mensagem à erosão das eras. 

Sei que estou a mentir, sei que ninguém me acredita, mas minto na mesma, descaradamente e com quanto dentes

tenho.

Procurador-Geral da Flórida inicia investigação sobre as acções de Fauci durante a COVID-19.

ma vez que o perdão que recebeu de Joe Biden abrange apenas crimes federais, Fauci pode ser responsabilizado judicialmente pela sua conduta durante a pandemia nos tribunais estaduais. E o procurador-geral da Flórida parece inclinado para essa iniciativa.


 

A brincar com o fogo: Pentágono elabora nova estratégia, que enfatiza a utilização de armas nucleares tácticas.

O estrategista em chefe do Departamento de Defesa dos EUA elaborou um novo programa que enfatiza o potencial uso de armas nucleares tácticas de curto alcance num eventual conflito com a China ou a Rússia. Mas, para já, é o Irão que o Pentágono tem em mente.


 


Aldeia inglesa organiza votação para declarar a independência do Reino Unido em protesto contra enorme campo de migrantes.

Os residentes de Piddington, em Oxfordshire, Inglaterra, planeiam realizar um referendo sobre a secessão do Reino Unido, em protesto contra a decisão do Ministério do Interior de abrigar mais de 1.200 requerentes de asilo num antigo quartel do exército próximo.


 

Eclipse



Que escuridão temem os meus olhos,
que fim da luz, que raio de trevas
se sobrepõe ao sol, que zarolhos
observam a nudez das servas?

Ah, que a Lua passe a planeta,
que a noite se transforme em História,
p'ra sempre como um cometa
rodando na órbita da memória!

O ocaso não é o da estrela que vejo;
é o desta civilização que protejo
do inescapável apocalipse.

Escondido do mundo, o sol
serve ao cosmos como farol 
serve ao crepúsculo como eclipse.

Conflito Eua-Israel Vs. Irão: o ponto da situação.

O Irão mantém-se resiliente; Washington vê-se encurralado num impasse estratégico; Netanyahu parece confortável com a evolução da crise; e as monarquias do Golfo manifestam uma inquietação cada vez mais evidente. A análise de Francisco Henriques da Silva.


 

As Corujas Viram

Dostoiévski e Kafka numa ilha de angústia cercada de mato por todos os lados. Os versos de Walter Biancardine.

Comissão do Senado vota para declarar Fauci em desobediência ao Congresso.

Anthony Fauci enfrenta eventuais e remotas consequências legais, após uma comissão do Senado ter votado por considerá-lo em desobediência à autoridade do Congresso, devido à recusa repetida em responder a perguntas sobre as suas açcões durante a pandemia do vírus de Wuhan.


 

domingo, agosto 09, 2026

sábado, agosto 08, 2026

Não estamos zangados.

Não estamos zangados como devíamos.

Não estamos zangados como devíamos com o que aconteceu durante a pandemia, quando fomos tratados, em nome da ciência, como ratos de um laboratório conduzido por fascistas, nepotistas e aprendizes de feiticeiros.

Não estamos zangados como devíamos com a manipulação genética da humanidade, mascarada de  programa de vacinação.

Não estamos zangados como devíamos - e devíamos estar maximamente zangados - com o facto escarrapachado de, todos nós no Ocidente, sermos governados por pedófilos, canibais, satanistas, transhumanistas, escatologistas, sionistas, tiranos e sicofantas.

Não estamos zangados como devíamos com a carga tributária a que somos submetidos, que transformou as repúblicas em imparáveis e eficientíssimos sistemas de coacção, onde o cidadão serve o Estado, ao invés do Estado servir o cidadão. 

Não estamos zangados como devíamos com o meticuloso e abrangente empobrecimento a que as elites submetem as massas. 

Não estamos zangados como devíamos por sermos substituídos pela imigração, humilhados pelo entretenimento, doutrinados pela imprensa, censurados pelas tecnológicas, e mentidos, alienados e alucinados pelas máquinas de propaganda do regime leninista-globalista.

Não estamos zangados como devíamos com os sistemas de ensino, que lavam o cérebro dos nosso filhos com horas do conto LGBT, revisionismo histórico, marxismo salvífico e dogmatismo académico.

Não estamos zangados como devíamos com a paz que nos prometem e a guerra que nos impõem. 

Não estamos zangados como devíamos quando as repúblicas de que somos cidadãos fazem explodir escolas, pontes, fábricas, centrais eléctricas, áreas residenciais, cidades inteiras, num esforço genocida que não conhece limites éticos. 

Não estamos zangados como devíamos com o facto, que nos é oferecido como incontornável, de que a inteligência artificial vai destituir de função a maior parte da humanidade, já a seguir.

Não estamos zangados como devíamos por nos terem trocado o cristianismo por descontos de sexta-feira negra e as igrejas por estádios de futebol. 

Não, não estamos zangados como devíamos. 

Mas os nossos descendentes vão ficar zangados connosco, por dever de consciência, quando souberem desta era de trevas.




OpenAI suspende lançamento de novo modelo devido a repetidas “fugas”.

A OpenAI suspendeu a implementação de um novo modelo de IA depois de este ter demonstrado a capacidade de contornar as suas restrições de segurança e procurado continuamente formas de contornar as limitações, levantando preocupações sobre a segurança do sistema.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #191


Ceuta e o Teatro das Narrativas

Ceuta é o reflexo de um mundo onde as cortinas da geopolítica escondem palcos de miséria. E o rasto das pegadas na areia leva, inequivocamente, aos corredores do poder em Marrocos. A leitura de António Justo.


 


Distopia do Reino Unido: Imigrante afegão recebe pena leve por violar um jovem com deficiências cognitivas num parque público.

Um requerente de asilo afegão acusado de violação de um homem vulnerável em Leicester, Inglaterra, foi condenado a apenas seis anos de prisão. Cumprirá não mais que quatro. 


 

Embaixador da Ucrânia no Reino Unido e ex-líder militar das forças armadas ucranianas admite que o país “nunca fará parte da NATO”.

O embaixador da Ucrânia no Reino Unido e antigo chefe do estado maior das forças armadas ucranianas afirmou que o país “nunca” se juntará à NATO e criticou as capacidades militares e a doutrina da aliança atlântica.


 

 

A “supremacia da ignorância” ou a supremacia do Estado? Lula, o ensino doméstico e o eco de Kollontai.

Lula da Silva acha que a escola deve ser controlada e regulada pelo Estado. Mas a educação das crianças é um direito e um dever dos pais, que transcende os poderes da administração pública. A crónica de Maria Helena Costa.


 

sexta-feira, agosto 07, 2026

Todos os dedos nas feridas todas.

Tucker Carlson e a moral do Estado.

 

"If it's a crime to lie to the federal government, then it has to be a crime for the federal government to lie to you."

 

Não é propriamente uma novidade que o movimento MAGA foi esquartejado pela traição de Donald Trump ao seu mandato eleitoral, e que esse massacre abriu caminho para um terceiro partido que, apesar de ser fundacionalmente de inspiração conservadora, pode esticar a veia populista para nem sequer se preocupar com a ideologia, ou seja: namorar e captar, para além dos libertários, alguns populistas de esquerda, como Cenk Uygur, que faz neste post, algo surpreendentemente, propaganda dessa ideia. 


O que é notícia é o facto de Tucker Carlson ter apresentado, na quarta-feira, uma plataforma programática para o movimento que uns dias antes tinha sido oficialmente inaugurado em sua casa, com a presença de Thomas Massie, Marjorie Taylor Green e Joe Kent.

 

 

No preâmbulo do longo monólogo que deixamos na conclusão do texto, Tucker Carlson declarou como colapsado o actual sistema político americano, unipartidário, alheado dos interesses e das aspirações dos americanos e terminalmente condicionado pela inércia, pela corrupção e pelo despesismo, que conduz ao saque dos contribuintes.

Neste contexto, disse ele, a ruptura com o estabelecimento é inevitável e poderá ter múltiplas configurações e novos partidos políticos, já que os dois actuais são essencialmente idênticos e incapazes de defender os valores da federação e as aspirações dos seus cidadãos. 

O manifesto propriamente dito veio depois, quando apresentou 10 princípios orientadores sobre o que a América “deveria ser” (em certos casos, segundo Tucker, já foi), como base para qualquer sistema futuro mais representativo e mais construtivo da prosperidade da nação e dos nativos.

São eles, em síntese:

  1. Justiça: As mesmas regras devem valer para todos os cidadãos, independentemente da sua posição hierárquica na sociedade. Haverá que combater a impunidade dos poderosos e a promoção dos incompetentes, que ascendem através de esquemas normativos não orgânicos como as iniciativas DEI.
  2. Soberania: O governo federal dos EUA deve operar livre de qualquer influência externa e deixar de fazer a guerra em nome de países e interesses alheios. O governo federal deve também exercer a sua actividade de forma não corporativa, evitando a captura pelo sector privado. Para ser soberano um Estado não pode ser devedor como os Estados Unidos são devedores. A redução da dívida pública tem que ser uma prioridade.
  3. Produtividade: Reconstruir sectores estratégicos de criação de riqueza material, como a agricultura e a indústria, para contrariar a economia de carácter eminentemente financeiro, dominada por Wall Street, Silicon Valley e o complexo industrial e militar. 
  4. Beleza: Acabar com a fealdade deliberada das cidades (arquitectura brutalista, graffitis, consumo público de drogas e criminalidade). A beleza alimenta a alma e é essencial para a sobrevivência de uma sociedade.
  5. Saúde: Dar prioridade à saúde física e espiritual (Tucker apoia a agenda alimentar de RFK Jr.), promover a sobriedade e reduzir o uso massivo de opioides, cannabis e álcool.
  6. Honestidade: O Estado existe para servir os cidadãos, que o pagam e legitimam, e por isso deve ser transparente com quem serve. A maioria dos documentos classificados pelo Governo Federal e pelas suas agências de inteligência e segurança (incluindo assassinato de JFK e o 11 de Setembro) devem ser desclassificados. Há que punir políticos e burocratas que mentem aos cidadãos enquanto cumprem cargo público. Se é crime mentir ao governo, tem de ser crime o governo mentir ao povo.
  7. Optimismo: Pensar a longo prazo, com o foco nas crianças. Ter filhos é um imperativo biológico e civilizacional; elites idosas e sem filhos ignoram o futuro e, por isso, destratam o presente.
  8. Sabedoria: As escolas devem ensinar como o mundo físico realmente funciona e verdades imutáveis da natureza humana (incluindo, por exemplo, diferenças inatas entre homens e mulheres,), em vez de ministrarem programas ideológicos, trends tecnológicos, deambulações abstractas e todo o tipo de transformismos sobre a realidade.
  9. Decência: O Estado deve favorecer a humanidade (Carlson diz que deve ser "pro-human") e até é estranho ter que sublinhar isto: há que dar prioridade às pessoas sobre os sistemas, as corporações, as abstracções. Os EUA devem pedir desculpa e pagar restituições sempre que matam civis, nas guerras que têm travado e inventado por esse mundo fora, e deixar de financiar ditos "aliados"que cometem crimes de guerra e genocídio (Carlson dá o exemplo de Israel).
  10. União: Os Estados Unidos da América devem ser uma nação íntegra e um povo coeso, com identidade, sentido histórico e concordante com fundamentais princípios filosóficos e morais. A unidade e coesão social de um país nunca será possível quando é sujeito a políticas de imigração descontrolada. 

O jornalista concluiu a hora e meia de monólogo declarando ser sua convicção que estes princípios, a serem adoptados, permitiriam travar o movimento suicida/genocida do actual sistema político, devolvendo o país a um destino promissor e vibrante.

Aqueles que estavam à espera de mais sumo político ficaram desiludidos e Carlson não desmentiu nem confirmou, mesmo que subliminarmente, os rumores de que poderá ser ele, em representação deste movimento, o candidato às presidenciais de 2028. Há muita gente que preferia ver Thomas Massie nessa candidatura, deixando Tucker fazer aquilo que ele faz bem, que é levar o processo político a justo escrutínio e partilhar os resultados desse inquérito com as massas.

Além disso, Tucker é amigo de JD Vance e não lhe deve estar a apetecer muito o combate político, que é sempre brutal, com o actual vice-presidente, que será, provavelmente, o candidato do estabelecimento republicano nas próximas presidenciais.

Mas na verdade nem é esta pequena política que é importante na iniciativa do jornalista norte-americano. Até porque os dez mandamentos que Tucker enunciou residem num sítio que é anterior à ideologia: 90% da humanidade deve estar de acordo com a ideia de que qualquer Estado deve ser justo, deve ser honesto e transparente, deve agir segundo sólidos princípios morais, deve ser soberano e deve promover a prosperidade dos cidadãos, procurando mantê-los saudáveis e educando os seus filhos no sentido da criação de uma sociedade funcional, que veja o futuro com optimismo.

Quem, de esquerda ou de direita, no perfeito domínio das suas capacidades intelectuais, é que não assina por baixo? 

Não por acaso, o ponto 10 do manifesto exalta a união nacional. É que todo o programa procura ter um carácter universal, que funcione, como foi sugerido no início deste texto, com mais gente do que apenas a metade exasperada do eleitorado de Donald Trump. 

Porque se este movimento não escapar ao estrito âmbito da direita americana, tudo o que fará será dividi-la e estender a passadeira para os democratas reduzirem definitivamente a federação a cinzas (trabalho que de qualquer forma já está a ser entusiasticamente cumprido por Donald Trump).

Tucker sabe que tem que trazer muita gente do outro lado, para o seu lado. Sabe que a maior parte dos americanos concorda que o Estado tem que ter uma razão moral e que o Governo Federal dos EUA tem que ser decente. 

Desviando o debate político para o campo ético, talvez seja possível, na universalidade destes pressupostos, criar uma plataforma abrangente.

Ou talvez não. 
 

quinta-feira, agosto 06, 2026


Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #190

Baron Trump tem uma excelente oportunidade de negócio para te vender.

 A 100.000 dólares por mês, uma pechincha :P 

Uma boa notícia. Mas há um problema.

Uma comissão do Senado votou para considerar que Fauci desobedeceu à autoridade do Congresso ao invocar a Quinta Emenda mais de cem vezes e recusando-se a responder a qualquer pergunta na audiência a que foi chamado, na semana passada. O problema é que este voto da comissão tem que ser confirmado pelo Senado, e o Departamento de Justiça de Trump, que poderá ter depois a faca e o queijo na mão, vai ignorar completamente esta resolução e recusar-se a processar o sinistro animal.

Vale uma aposta?

O Reino Unido é uma causa perdida.


A Estratégia seguida no terreno: guetos e o limiar dos 10%.

O Islão na Europa, Parte III: A Europa precisa de acordar do seu torpor e compreender que a sua sobrevivência cultural passa pela recuperação da ligação à terra e a consciência da sua própria identidade, sem a qual se tornará mero território arável para projectos alheios. O ensaio tripartido de António Justo.


 

 


Funcionário público espanhol demitido por divulgar os números reais sobre invasão migratória de Ceuta.

Um funcionário público foi demitido após publicar dados exactos sobre a invasão do enclave espanhol, decisão que levantou críticas sobre o comportamento do governo, que está a evitar o apuramento de responsabilidades entre os quadros políticos da administração central.


 

Agentes de IA da Anthropic invadem sistemas de várias empresas durante testes.

Os modelos de IA da Anthropic, incluindo o Claude, invadiram os sistemas de três organizações durante os testes, levantando sérias preocupações sobre a segurança da IA ​​e a eficácia das medidas de contenção implementadas laboratorialmente pelas tecnológicas de Silicon Valley.


 


 


Até custa a acreditar.

A Casa Branca e o Congresso acabam de nomear para directora do CDC Erica Schwartz, a "rainha dos mandatos de vacinação" durante a pandemia, e uma das principais promotoras da ideia que as terapias genéticas mRNA eram "seguras e eficazes".

Se esta vergonhosa nomeação não constitui prova do poder totalitários do unipartido de Washington, não sei que outra evidência material possa fornecer à gentil audiência.

quarta-feira, agosto 05, 2026


Contado ninguém acredita: Tecnológicas de Silicon Valley estão a comprar livros raros por atacado, para depois os destruírem no processo de digitalização.

Para alimentar os centros de dados que servem os seus sistemas de IA, as tecnológicas de Silicon Valley estão a comprar livros raros em quantidades industriais, para depois os destruírem no processo de digitalização, num atentado terrorista contra o legado da humanidade.


 


Mundo ao contrário: Guarda fronteiriça de Marrocos recebe à pedrada e à cacetada compatriotas que regressam de Ceuta.

Parece que os poucos marroquinos que estão a regressar de Ceuta são recebidos pela polícia do seu país como invasores, e tratados à pedrada, literalmente. Surrealista, não é?