sábado, agosto 29, 2026

As Cinco Vias de S. Tomás de Aquino

Os cinco célebres argumentos em favor da existência de Deus, equacionados pelo teólogo mais influente na história da Igreja Católica.


 

Exactofax.

Ceita, ocupada.

Digam-me por favor a quem é que isto beneficia? Estão agora melhor na vida, estes marroquinos? Se a ideia é entregar Ceuta a Marrocos, entreguem Ceuta a Marrocos, mas isto, assim, é uma abominação.

Humano Elon conversa com semi-humano Elon.


As tuas poupanças não são tuas. São da Ursula.

E ela quer aplicá-las como bem entender, se possível na guerra contra a Rússia. Tal e qual como O CEO da BlackRock, Larry Fink, que, apesar de ter sido eleito por ninguém (à semelhança da bruxa de Bruxelas) decidiu que os custos astronómicos dos centros de dados vão ser pagos pelos fundos de reforma das massas e as massas vão acatar a ordem, porque já nem donas do seu dinheiro são.

Imaginem o que não vai acontecer quando o dinheiro for completamente digital.

E depois ainda há quem pense que vive no Ocidente numa democracia espectacular, em vez da tirania total e feroz e gritante que esta gente nem sequer tem o cuidado de disfarçar. 

Por amor de Deus, acordem.
 

sexta-feira, agosto 28, 2026

Jay Dyer e as origens, mitologia e natureza do globalismo.

Os dois alexandres conversam, neste incontornável episódio do The Duran, com Jay Dyer, que disserta sobre o movimento globalista com profundidade epistemológica, dissecando os seus sistemas de crença e as suas várias influências históricas, que antecedem deveras o âmbito de Davos, tanto como a sua manifestação actual, porventura a mais poderosa, na forma da oligarquia tecnocrática a que gosto de chamar Regime Epstein.

Um podcast como deve ser, mesmo.

Sobre a assimetria cognitiva dos populistas.

Para o bom entendimento deste texto vamos partir do princípio que a dicotomia ideológica esquerda/direita ainda é válida como instrumento taxonómico nesta terceira década do Século XXI, e que o populismo se enquadra à direita desse espectro. Eu não acredito em nada disso, claro, mas dá jeito neste contexto.

Ora, acontece um fenómeno por estes dias, à direita do espectro ideológico e mesmo ente populistas, que me tem deixado um bocado irritado, ou confuso, ou pasmado, nem sei bem.

Esse fenómeno consiste numa certa assimetria cognitiva em relação às narrativas regimentais. Os populistas, de uma maneira geral, rejeitam essas narrativas, mas abrem excepções constantes em função de simpatias e antipatias antigas. Por exemplo, há os populistas MAGA que, por incrível que pareça, ainda não perceberam que estão a ser traídos completamente e que a Casa Branca desenvolve neste momento a agenda da Classe Epstein, que é uma versão americanizada e, logo, sob esteroides, do programa de Davos, na verdade. Há os populistas que acham que Vladimir Putin é a encarnação do Conde Drácula e a NATO uma espécie de Santa Aliança. Há os populistas que se entusiasmam com o genocídio que o governo sionista está a promover em Gaza e no sul do Líbano e com os bombardeamentos que o Pentágono se entretém a realizar por todo o lado, até ao limite do seu stock de munições. Há também aqueles que não conseguem desligar a costela liberal e ainda não perceberam que o capitalismo corporativo é um obstáculo fundamental ao seu próprio ideário.

Enfim, há populistas que pensam de maneira diferente sobre montes de assuntos e, num outro contexto político, económico, social e histórico, isso seria até mais que normal.

O que é que me deixa então assim irritado e confuso e pasmado?

É muito simples: é que estes populistas todos, que percebem os efeitos nefastos com que impactam a Civilização Ocidental as oligarquias globalistas e respectivos aparelhos totalitários de poder, que não confiam na imprensa corporativa e sabem que são mentidos, enganados, manipulados e fascizados por ferozes máquinas de propaganda, conseguem ainda assim comer por verdadeiras certas narrativas que lhe são impingidas, como se aqueles que lhes mentem sobre a maior parte dos assuntos lhes pudessem dizer a verdade, de vez em quando, sobre temas que lhes são mais gratos. 

As narrativas regimentais são falsas em relação à Covid. Mas verdadeiras em relação à guerra na Ucrânia. São fraudulentas em relação à imigração e às virtudes da diversidade, mas correctas em relação à legitimidade que Benjamin Nethanyhau tem para promover o genocídio em Gaza. A imprensa mainstream é perversa no que diz respeito à ideologia de género, mas é íntegra quanto à ameaça nuclear representada pelo Irão; e deturpa os factos quando fala de Trump, mas é eticamente exemplar quando cumpre a propaganda da NATO, e assim sucessivamente.

Estão preparados para que os seus filhos morram nas trincheiras da Ucrânia enquanto clamam pelo "drenar do pântano". Querem enforcar Anthony Fauci em praça pública enquanto conseguem, miraculosamente, esquecer todo o horror dos ficheiros Epstein.

Fico banzado com esta gente, sinceramente. São espertos nos dias pares e retardados nos ímpares.

O último manifesto de Johnny Cash.

Um momento que vai ficar para a história da música popular é o da versão de "Hurt", um original dos Nine Inch Nails, que Johny Cash gravou nos últimos meses da sua vida e que Mark Romanek eternizou em vídeo. Esta é a história dessa obra prima do áudio-visual.


 


O rato Ratcliffe e as razões para o pessimismo.

Neste clip, os dois alexandres explicam porque é que a bizarra visita do director da CIA a Moscovo dá um sinal que a situação internacional, já de si tensa como o diabo, vai só piorar nos próximos tempos.

Com uma desfaçatez que não tem medidas, John Ratcliffe foi ao Kremlin ameaçar os russos com a terceira guerra mundial, caso continuem a fazer por ganhar a guerra na Ucrânia. E é claro que os russos tudo vão fazer por ganhar essa guerra.

Enquanto isso, todo o aparelho dos poderes instituídos no Ocidente continua a insistir na narrativa de que a Europa será atacada pela Rússia, para criar condições na opinião pública para um conflito directo com Moscovo.

Isto está tudo a ir na mesma direcção, amigos. Que é a pior possível.

Líder do Partido Verde britânico partilha no Instagram ameaça de morte contra Nigel Farage.

Zack Polanski, líder do Partido Verde do Reino Unido, sugeriu a decapitação de Nigel Farage junto dos seus 700 mil seguidores no Instagram. E se fosse Farage a associar a guilhotina ao pescoço de Starmer, por exemplo, quanto tempo demorava a ser encarcerado?


 



E receberam-no? Director da CIA foi pessoalmente a Moscovo para ameaçar Putin.

Tudo indica que John Ratcliffe, o director da agência que mais hostiliza a Rússia em todo o governo federal americano, deslocou-se ao Kremlin para ameaçar as autoridades locais, alertando que os EUA irão reagir se Moscovo atacar algum país da NATO ou intensificar os esforços de guerra na Ucrânia.


 

Virar à esquerda: Um terço dos democratas norte-americanos identifica-se agora como socialista.

Uma nova sondagem da CNN conduzida pela SSRS revelou que uma parte significativa dos eleitores democratas e simpatizantes do Partido Democrata se identificam como socialistas, sendo que 59% deles têm menos de 45 anos.


 

Briefing.

quinta-feira, agosto 27, 2026

Não são precisos três Salazares. São precisos três especialistas — e menos activismo disfarçado de jornalismo.

O jornalista-activista Miguel Carvalho decidiu contribuir para o debate sobre a autodeterminação de género com um exercício de mal dizer. Mas os alvos da sua retórica têm currículos clínicos e académicos que são imunes à caricatura. A crónica de Maria Helena Costa.


 


Ensaio sobre a cegueira.

Saltando de 'Dandelion' para 'Still Hungover', um disco de 2024, rebenta uma malha que funde a vocação country com o balanço rock, um esquema de composição de que Ella tanto gosta (e eu também). E com aparato lírico, ainda por cima (este refrão soa mesmo bem).

20-20 . Still Hungover . Ella Langley

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #193


Chefe de Estratégia do Novo Primeiro-Ministro britânico trabalhou com pedófilo condenado para minimizar o escândalo dos gangues de violadores muçulmanos.

Matthew McGregor, actual Chefe de Estratégia Política do novo Primeiro-Ministro britânico, Andy Burnham, foi coautor, com um activista condenado por pedofilia num tribunal britânico, de um relatório que minimiza o escândalo dos gangues de violadores muçulmanos.


 


Implante ocular digital que restaura a visão a cegos vai estar à venda na Europa.

Um implante ocular que pode ajudar as pessoas cegas a voltar a ver está prestes a chegar ao mercado europeu. Mas a tecnologia ainda está por aperfeiçoar e, dado o preço, é acessível apenas a alguns privilegiados.


 

Alemanha: Populistas alcançam liderança recorde nas sondagens, mas estão longe de poder formar governo em 2029.

O AFD está agora a apenas 4 pontos de poder somar mais votos do que os dois partidos do arco globalista alemão. Mas os populistas serão certamente afastados do poder executivo em 2029 por uma coligação de regime alargada aos verdes.


 

O devastador poder da natureza.

Uma mega-avalanche que se precipitou sobre os rios Bhote Koshi e Trishuli provocou enchentes de carácter bíblico em Kolputar, Nepal. Estas sequências são aterrorizantes.

quarta-feira, agosto 26, 2026


Apple anuncia aumentos significativos de preços, citando custos exorbitantes dos chips.

A Apple anunciou aumentos de preços em diversos produtos, citando o aumento dos custos dos componentes e os desafios na cadeia de abastecimento, provocados pelo boom da IA. Os especialistas do sector preveem movimentos semelhantes por parte de outras marcas.


 

Estava-se mesmo a ver: China rejeita as sanções “mais duras de sempre” de Washington contra o Irão.

Washington ameaçou usar toda a força do Tesouro dos EUA contra qualquer Estado que sirva de "tábua de salvação" ao Irão. Mas Pequim não parece dar grade credibilidade à ameaça.


 

É o único líder político no mundo capaz de chamar os bois pelos nomes.

Sim, ele disse mesmo isto:

terça-feira, agosto 25, 2026

E avaliações clínicas de saúde mental.

4 doses da Pfizer.



Gestores de topo na Alemanha e nos EUA e os milhões que separam o ‘Olimpo’ da Terra.

O êxito económico é necessário e o lucro faz parte da vida empresarial. Mas uma sociedade em que o lucro deixa de ser um instrumento e se transforma no objecivo supremo corre o risco de converter também as pessoas em instrumentos. A crónica de António Justo.


 

Entre ditaduras.

Neste podcast de quatro horas de duração (!) de Danny Jones, que, como quase sempre, não está preparado intelectual e tecnicamente para conversar com o seu convidado, Jiang Xueqin dá a prova de que a China é uma ditadura bem mais tolerante que as ditas 'democracias' europeias.



O professor, que por ironia até tem que suportar as acusações de trabalhar para os serviços de inteligência de Pequim, fala do país em que nasceu e onde vive actualmente com o mesmo e certeiro sentido crítico que usa para partir a loiça toda do Ocidente. 

Será mais demolidor dos países deste lado do hemisfério porque, convenhamos, os Estados Unidos e as nações Europeias colocam-se muito mais a jeito da recensão crítica. 

Deixem-me explicar. 

A China, que vive em ditadura (facto), permite a liberdade de expressão a dissidentes, como Xueqin, sendo que é difícil ser tão dissidente como o professor-profeta: entre muitas e incisivas farpas (a acusação de que Pequim é uma máquina de lavar dinheiro para os traficantes de droga mexicanos, por exemplo, é simplesmente brutal) ele lança neste podcast a ideia de que o regime de Pequim vive de tal forma sem um conceito geo-estratégico que condena até o país à irrelevância no contexto internacional (o que será, para além de uma afirmação controversa, altamente ofensivo para a nomenclatura nativa, se pensarmos bem).

E é costume o homem afirmar, outro exemplo, que o único objectivo do secretariado geral é o de fazer dinheiro e permitir que os cidadãos da República Popular arrecadem também o seu justo quinhão, revitalizando dessa forma a auto-estima nacional.

Em contraste, a Alemanha, que vive em democracia (mito), encarcera os cidadãos que chamam idiota a um ministro nas redes sociais. E parece que a chancelaria em Berlim está sobretudo empenhada em empobrecer e humilhar os cidadãos da Federação.

Muito para além da hipocrisia, isto é espantoso. 

Dir-me-ão os ocidentalistas: ah, mas na China o publisher do ContraCultura já tinha sido condicionado à narrativa regimental pelo 'sistema de crédito social' e tal e coisa. Se calhar. Mas parece-me sinceramente que esse publisher vai ter problemas do mesmíssimo género, aqui em Portugal, mais cedo do que tarde, já que o sistema de 'identidade digital' que aí vem é uma infraestrutura tecnológica que permitirá a implementação de um outrossim draconiano motor de conformismo sobre o livre arbítrio, tanto mais que está claramente pensada para esse fim.

E onde é que eu quero chegar com esta conversa? Aqui: prefiro uma ditadura tolerante, que pelo menos aparenta preocupar-se com a prosperidade das massas e o bom destino da nação, e que está mais interessada com a política interna do que com o 'grande xadrez' da política externa, do que uma 'democracia' intolerante, que detesta o conceito de nação e hostiliza declaradamente as massas, enquanto se tenta equilibrar, precariamente, em bicos de pés, para se afirmar no palco global, com narrativas de superioridade moral, ainda por cima.

Desculpem lá, mas é mesmo assim que vejo as coisas, agora: entre Jinping e von der Leyen, não quero que seja o diabo a escolher. Eu opto sem pestanejar pelo nacional-comunismo de Pequim em detrimento do insuportável liberal-leninismo de Bruxelas ou do luciferino liberal-sionismo de Washington.

Mais a mais, Xi Jinping não consta dos ficheiros Epstein, pois não? 

segunda-feira, agosto 24, 2026

Devia ser exactamente ao contrário.

Em vez de responderem com cepticismo, como deveriam, ao facto da imprensa corporativa ser agora um megafone histérico de conteúdos relacionados com OVNIS e alienígenas, os inocentes e crédulos alvos da propaganda regimental comem o esterco que lhes enfiam pela goela a baixo com a alegria bovina do costume.

Às tantas, se o New York Times lhes disser que o Pai Natal existe de facto, vão deixar na madrugada de 25 de Dezembro um bocadinho de peru para o Nicolau, perto da chaminé. 

São notícias como esta que me deixam mesmo desesperançado com o gado. 

domingo, agosto 23, 2026


A escala e a viagem, ou como a Rússia redescobriu a geografia dos impérios.

Enquanto as chancelarias ocidentais se entretêm contando soldados russos espalhados pelo Sahel, o Kremlin tem levantado portos e bases aéreas, bem como acordos de acesso que vão da Líbia ao Atlântico. Um ensaio de Marcos Paulo Candeloro


Migrantes que invadiram Ceuta estão a raptar raparigas e a violá-las colectivamente nas montanhas.

Perante a passividade criminosa do regime Sánchez, a polícia e os residentes de Ceuta relatam violência sexual generalizada por parte de imigrantes ilegais no enclave espanhol, enquanto as autoridades locais lutam para lidar com as preocupações humanitárias e de segurança.


Na directa inversão da semântica.

Outro caso que prova a minha tese de que temos que ler as palavras dos líderes políticos completamente ao contrário daquilo que dizem:  


O que Ursula von der Leyen está de facto a dizer aqui é isto:

A Ucrânia está a perder a guerra que a NATO começou e estamos aqui em Bruxelas a entrar em pânico.

É por isso que, em desespero de causa, incentivamos Kiev para que atinjam infraestruturas civis na Rússia.

Estamos a trabalhar com os estados membros para entregar aos ucranianos mais mísseis e drones para que morram mais russos e ainda mais ucranianos.

É a nossa mais urgente prioridade: que morram mais russos e ucranianos.

O que é dramático é que há muita gente, a maior parte dos europeus, por certo, que ainda não conseguiu perceber  como descodificar o discurso político no Ocidente e - pior - acreditam até no que diz Ursula, no que diz Macron, no que diz Merz, no que diz Burnham.

É aflitivo. 

 

Ella Borboleta.

Esta música é dedicada a toda a gente que não esteja especialmente bem disposta, neste domingo em que o Verão parece estar a apresentar precoces despedidas.

It's butterfly season, I'm finding my wings
A good time for leaving behind the old me
Headed for blue skies and lavender fields
Don't know where I'm landing, just know how it feels
When it's time to fly 

Butterfly Season . Dandelion . Ella Langley

"Vândalos"? Ou constitucionalistas?

Só mesmo a CNN para qualificar como vândalos aqueles que procuram perturbar o vandalismo do governo federal norte-americano e dos poderes instituídos em Bruxelas, que começa por destruir os princípios constitucionais mais básicos do Ocidente, como o direito à privacidade dos cidadãos. 

Não sei se posso ter problemas legais por dizer isto, mas acho sinceramente que todos devíamos declarar guerra  aos dispositivos de vigilância electrónica, ainda para mais potenciados por inteligência artificial,  que nos estão a impor, sem o nosso consentimento. Não seremos por certo vândalos por causa disso. Seremos, sim e apenasmente responsáveis pelo legado civilizacional que herdámos, tanto como pelas gerações futuras, salvaguardando-as do impulso totalitário que ameaça a humanidade.

Fuck Flock. Completamente. 


 

O dilema insolúvel do Estado de Direito perante o extremismo islâmico.

O caso do pagamento de 6.000 euros a islamistas perigosos para que abandonem a Alemanha e regressem à Síria é controverso sobretudo pela incapacidade em explicar ao cidadão honesto que este dinheiro é uma aposta desesperada na sua própria segurança. A crónica de António Justo.


 

O Donald é de tal forma medíocre

que começo a ganhar respeito por leninistas-globalistas como Mike Carney. E a ter por verdadeiras fontes tão manhosas como a NBC News: é que é difícil mentir tanto como o inquilino da Casa Branca, pelo que a imprensa corporativa passa por fidedigna, até, mentindo apenas um pouco menos. E o primeiro-ministro canadiano, que tem por missão última acabar com aquilo que ainda resta do Canadá, é um menino de sacristia, comparado com o que o Regime Epstein está a fazer nos Estados Unidos de Telavive.

Este episódio em baixo, para além de confirmar a inabilidade diplomática da actual administração americana (elefantina em loja de porcelanas) e o zero absoluto da célebre "arte do negócio" de que o magnata de Queens tanto de gabou, tem ainda por cima uma agravante: há coisa de 24 a 36 horas atrás, Trump tinha dito que o acordo comercial com o Canadá estava praticamente fechado (da mesma maneira que já afirmou fechados dezenas de acordos com o Irão). 

Ou seja: de cada vez que o homem abre a boca, temos que entender o que ele diz ao contrário. O que nem seria complicado, se não fosse deveras deprimente, considerando que se trata da criatura que ocupa o cargo político mais proeminente da hierarquia ocidental, não é?