quarta-feira, maio 20, 2026


Regime Starmer manda, Elon Musk obedece: X vai ajudar o governo britânico a combater o ‘discurso de ódio’.

Elon Musk aceitou ajudar o governo britânico a reprimir o chamado 'discurso de ódio' online, sob pressão da Ofcom, o regulador dos media e das comunicações do Reino Unido. Não é a primeira vez que o magnata da Tesla se verga perante os poderes totalitários instituídos.


 

Good Grief, what an awesome pop song!


The Neighbourhood . Good Grief . UltraSound

Por que raio é que o alienígena está algemado?

O atrasado mental que usurpou a Casa Branca publicou (mesmo) na sua conta do Truth Social esta coisa que, supostamente, pretende ser um meme. Mas alguém que me explique por gentileza qual é a razão, o sentido, a mensagem implícita no facto do extraterrestre aparecer acorrentado?


Palhaço de merda.

Milagre económico do Regime Epstein: Bancos apreenderam mais de 42 mil casas em Abril, nos EUA.

As execuções hipotecárias nos EUA aumentaram drasticamente, sinalizando uma crescente pressão financeira sobre os proprietários de imóveis, no contexto dos elevados custos de crédito e outros problemas económicos.


 

Manual de normas para provocar a III Guerra Mundial, Capítulo I.


Rédea solta: Agente de IA apaga em segundos toda uma base de dados após ‘pensar por conta própria’.

Um assistente de programação de IA entrou em disfunção durante uma tarefa de rotina e apagou permanentemente a base de dados principal de uma startup, juntamente com os seus backups, paralisando as operações de várias empresas clientes que dependiam da plataforma.


 

terça-feira, maio 19, 2026

Nem acredito.

É claro que nada do que Trump diz à imprensa ou divulga nas redes sociais é para levar a sério, mas caramba, reparem neste post que publicou ontem no Truth Social:

Isto é o quê? Um meme? Não tem piada. Uma ameaça? Implica o uso de armas nucleares. Uma fanfarronice? Quem é que se gaba de estar disposto a este nível de destruição? Que espécie de ser humano é que considera que este é um post digno de ser publicado? 

Uma espécie demoníaca de ser humano.

Greta Thunberg, que é feito de ti?

segunda-feira, maio 18, 2026

Propaganda à parte, Donald Trump saiu da China com uma mão cheia de nada.

Depois de toda a propaganda e fanfarronice, e apesar de ter carregado consigo o Regime Epstein em peso, com os demónios de Wall Street e Silicon Valley a tentarem forçar negócios com Beijing, Donald Trump saiu vazio de triunfos da "grande cimeira" com Xi Jinping.


Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #184


Leninismo climático: Amesterdão proíbe publicidade a produtos e serviços relacionados com consumo de carne e de combustíveis fósseis.

Amesterdão tornou-se a primeira capital do mundo a proibir a publicidade pública de produtos à base de carne, juntamente com qualquer produto ou serviço que use combustíveis fósseis, de cruzeiros a automóveis. Leninismo-globalismo para 'salvar o planeta'.


 

Christopher Nolan e a aviltante destruição da Odisseia.


Para ser completamente sincero, tenho andado a evitar este assunto porque é de tal forma doloroso que nem me apetece escrever sobre ele.

Mas tem que ser, porque está na ordem do dia e o Contra obriga. 

Chistopher Nolan é, nos tempos que correm, o realizador mais consagrado de Hollywwod (talvez a par de Denis Villeneuve), com títulos de grande sucesso entre a crítica e o público como a trilogia Batman 'Dark Knight', 'Interstellar', 'Dunkirk' e 'Oppenheimer'. Devo dizer a bem da verdade que não sou um fã e que o realizador britânico (americanizado) já fez também muita merda: 'Tenet' é um filme sem ponta por onde se lhe pegue, 'The Prestige' é uma fita vulgar, 'Insomnia' é excessivamente hollywodesco para ser levado a sério, e 'Inception' deve ter sido pensado durante uma (má) trip de ácidos. 

Mas mesmo os filmes mais notáveis que Nolan realizou são cirurgias, mais que obras de arte. A sua abordagem é clínica, fria, distante, calculista. Não há paixão pelo cinema, nem carinho pelos personagens, nem disrupção criativa. Há distanciamento e fatalismo e desprezo pela condição humana. Há pós-modernismo a rodos. Os heróis de Nolan são impotentes ou infelizes, vivem com fantasmas que os amesquinham, perdem-se no labirinto dos seus dilemas. s histórias revelam uma tendência para o realismo, sim, mas apenas no sentido em que são falidas daquilo que devia ser o primeiro valor do cinema (e da arte?): a criação, sustentação ou ressurreição de um determinado aparelho mitológico.

Ora, parece que quando Nolan se decidiu, em má hora, a rodar a sua versão do regresso de Ulisses, esqueceu-se dessa militância para com o realismo em nome de se alinhar, para mais em contra-ciclo cultural, à esquizofrenia woke e à agenda de cinzas da classe Epstein, empenhando-se no processo em destruir precisamente o mito grego.

O filme só vai estrear nos cinemas em Julho, mas a reacção crítica de líderes de opinião conservadores - bem como das massas - tem constituído uma onda de indignação que supera até o que aconteceu com a deprimente e completamente falhada versão da Branca de Neve que a Disney lançou em 2025.

 

A tradução feminista 

Para começar com o pé esquerdo esta desventura fílmica, o cineasta parece ter fundado o guião numa tradução da obra homérica de Emily Wilson, uma feminista da Pensilvânia que decidiu verter o grego clássico para um inglês americanizado e vulgar (os personagens usam termos como 'daddy') e politicamente correcto, que procura utilizar uma "linguagem mais neutra em relação ao género e menos moralizante e misógina". 

Logo aqui, percebemos que a coisa não pode correr bem. 


O elenco: delirante, ou pura e simplesmente ofensivo?

Dado o orçamento astronómico de 250 milhões de dólares, Nolan foi buscar uma quantidade assinalável das abominações humanas que preenchem o actual firmamento estelar de Hollywood. De Matt Damon (Ulisses) a Robert Pattinson (Antínoo), de Charlize Theron (Calypso) a Tom Holland (Telémaco), não faltam nomes sonantes num elenco extenso e altamente controverso.

E controverso porquê? Porque o realizador decidiu recrutar Anne Hathaway, que tem o talento e a presença de uma rã anorética, para representar Penelope; um rapper negro de Houston como bardo (Nolan afirmou, risivelmente, que a poesia oral de Homero é "análoga ao rap"), e, num provocador e execrável exercício de desfaçatez, Elliot Page (uma mulher que mudou de sexo e é agora uma espécie esquisita de homem, se tanto) para interpretar o fantasma de Aquiles, o esbelto, másculo e eterno guerreiro aqueu. A atribuição deste papel à actriz/actor transexual ainda não foi confirmada, apenas a presença de Page no elenco é oficial, mas é claro que os memes não se fizeram esperar e este é delicioso:


Resta a cereja podre em cima do bolo de excremento: Lupita Nyong’o, uma actriz negra queniana-mexicana, como Helena de Troia, personagem que é descrita por Homero como de pele branca (leukōlenos) e loira, a mulher mais bela do mundo, cuja estonteante aparência física "lançou mil navios".

Aqui entre nós, Lupita não convencia uma traineira a sair da doca de Sesimbra: 
 


 
Acresce que o elenco desta Odisseia não contempla um único actor grego, enquanto soma cinco actores negros num contexto histórico e literário original que não integrava qualquer personagem africano.

 

A contrafactualidade histórica.

Para um realizador da escola realista, com reputação de ser rigoroso com detalhes, sejam eles científicos ou cenográficos, históricos ou culturais, Nolan deu-se a estranhas liberdades quando decidiu rodar a Odisseia.

Creditando o que vemos nos dois trailers de promoção do filme, vemos armaduras medievais em plena idade do bronze; ou que lembram mais (muito mais) o Batman (ou Darth Vader) do que um herói da antiguidade clássica, e as armas utilizadas não têm qualquer relação com os factos arqueológicos e a tradição literária.

Mais a mais, as muralhas de Troia parecem feitas de pladur e a cinematografia não compagina grandemente com os prazeres estéticos que as audiências expectam quando se preparam para apreciar qualquer coisa parecida com uma epopeia, rodada em IMAX.




"Epá, buga lá matar os gajos."

No trailer vemos Ulisses arengar as tropas com um mais que anacrónico "let's go".  Há rumores de que expressões contemporâneas de jargão urbano são utilizadas a rodos e os personagens falam um inglês nova iorquino que esvazia o texto homérico da sua necessária solenidade. Pegar num poema homérico e enxertá-lo com termos como "papá" e "hora do recreio" e "buga lá" é mais que aberrante. É dessacralizador.

O que Nolan está a fazer é a diminuir a obra de Homero, em vez de a celebrar. 

  

Destruir o legado universal em nome do legado pessoal.

Há quem diga que a Odisseia é literatura ficcional e mito, pelo que a fidelidade à realidade histórica, neste caso, não é para aqui chamada. O argumento, na minha opinião, é espúrio: Ulisses regressa de uma guerra que realmente se travou (há profusos e mais que convincentes dados arqueológicos e testemunhos historiográficos sobre o evento) e a narrativa só pode ser entendida no contexto histórico e cultural da civilização helénica. Se os personagens fossem romanos, a história seria outra (ver Virgílio). Se fossem portugueses, a história seria outra (ver Camões). Se fossem ingleses, outrossim diversa (ver Shakespeare). Se fossem africanos, seria tudo completamente diferente. 

Mais a mais, o que aqui acontece nem sequer pode ser considerado como um acto de liberdade criativa. Nolan está a seguir as enjoativas e profundamente racistas regras de "representação e inclusão" da Academia de Hollywwod para que o filme seja elegível para os oscares.  Esta é uma produção feita para engrandecer o currículo de um homem e para reforçar a ideologia transformista das elites, em vez de ter sido pensada como um objecto artístico de celebração de uma obra universal, que ecoa pelos séculos.

Numa explosão de trágica ironia, a Odisseia de Nolan é uma espécie de Cavalo de Troia. Aquele que guarda nas suas tripas todo o demoníaco exército da classe Epstein, que incapaz de criar, consegue somente destruir.

O que nos salva, aqui, é o tempo. Porque Homero será sempre Homero. Um monstro criativo, eterno por definição, que glorifica a capacidade de transcendência da condição humana e a vitalidade espiritual e material da civilização helénica. Já Christopher Nolan não será mais que uma curta e perecível nota de rodapé, na bilbioteca de Alexandria que é a História Universal.
 

Percebe-se bem porquê: Número de americanos que consideram Israel um aliado está a cair a pique.

Uma nova sondagem mostra um declínio acentuado na percepção dos eleitores americanos sobre Israel, com atitudes cada vez mais negativas que transcendem as linhas partidárias. Percebe-se bem porquê.


 

Distopia do Reino Unido: polícia deixa morrer jovem esfaqueado por imigrante porque este acusou a vítima de racismo.

Bem-vindo ao inferno do Reino Unido: um adolescente branco que foi esfaqueado repetidamente com um punhal cerimonial sikh foi algemado e sangrou até morrer, depois de o seu assassino ter dito aos polícias que acorreram ao incidente que a vítima era racista.


 

domingo, maio 17, 2026

Guerra civil na inteligência americana: CIA apreendeu ficheiros JFK e MKUltra que Tulsi Gabbard detinha e que ia tornar públicos.

Três informadores dos serviços secretos norte-americanos afirmaram que agentes da CIA apreenderam documentos dos arquivos JFK e MKUltra na posse da Directora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que tencionava desclassificá-los.


 

Dono de Escravos

A Princesa Isabel libertou o povo das senzalas mas a República prendeu-o nas favelas. Então o brasileiro descobriu que podia ser empresário. E o governo escravizou os empresários. E os empresários escravizaram os empregados. A crónica de Walter Biancardine.


O Urso vai acabar por ter um (completamente justificado) ataque de mau feitio.

Pois somos.


Novas aventuras no GT7

ContraCorridas: Três corridas giras com finais felizes, em Nurburgring (à chuva e sob pressão) e em Tóquio (onde deves mostrar o samurai que há em ti); e um contra-relógio menos mau em La Sarthe (às escuras).


 

Estrangeiros nas prisões do reino unido custam 629 milhões de libras por ano aos contribuintes britânicos.

Os contribuintes do Reino Unido estão a desembolsar 720 milhões de euros para abrigar 10.487 criminosos estrangeiros nas prisões britânicas — uma conta que poderia pagar 16.500 polícias ou 15.000 enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde britânico.


 

sábado, maio 16, 2026


 

‘Eyes Wide Shut’ não era ficção. Era uma confissão.

A conexão entre o filme de Stanley Kubrick e os ficheiros Epstein de que ninguém está a falar: o realizador filmou em propriedades pertencentes a famílias ligadas à rede pedófila. Uma investigação de Marcos Paulo Candeloro.



 

O futuro é americano de certeza absoluta e Mathew Hennessey sabe completamente porquê.

Segundo este génio do WSJ, o futuro é americano, e não chinês, por causa da NBA, da Apple e da Sydney Sweeney.  

Alguém tem que dizer ao Matthew que a NBA depende das audiências chinesas, que a Apple depende das sweatshops chinesas e dos minerais raros chineses, e que Sydney Sweeney é uma sombra do que já foram as estrelas de Hollywood.  

(Alguém tem que aconselhar o Mathew a ver uma série histórica chinesa, para que ele perceba que Hollywwod já foi e que o conceito de grande produção cinematográfica tem hoje, graças a Deus, outras sedes.) 

Alguém tem que dizer ao Matthew que os argumentos dele são para além de espúrios e que a federação em que vive e o jornal onde trabalha são gritantes monumentos à decadência civilizacional. 

Alguém tem que dizer ao Matthew que a América, como é agora, tem tudo menos futuro. 

A Escola não Falha: Foi Projectada para Roubar os Filhos aos Pais

Os pais cristãos e conservadores não podem ser ingénuos. As escolas estão impregnadas de ideologia de género, relativismo moral, apagamento da cosmovisão cristã e uma visão colectivista que enfraquece a autoridade parental. A crónica de Maria Helena Costa.


 

Rei WEF anuncia, com pompa e circunstância: “os meus ministros darão seguimento à implementação da Identidade Digital.”

O Rei que vendeu a alma ao diabo está mesmo empenhado em implementar a distopia WEF. Mas quem é que o elegeu para apoiar políticas de carácter distópico, comportamento que vai contra os ditames da monarquia parlamentar britânica, pelo menos desde 1688?


 

sexta-feira, maio 15, 2026

À revelia do regime? Directora de Inteligência do governo federal americano investiga biolaboratórios estrangeiros financiados pelos EUA.

Tulsi Gabbard está a investigar mais de 120 biolaboratórios financiados pelos EUA em todo o mundo, para interromper actividades perigosas de ganho de função, no contexto de crescentes preocupações com a biossegurança.


 

Exacta e ultrajante hipocrisia.

Reparem bem: Trump levou com ele para a China

toda a plataforma de financiamento e propaganda do Regime Epstein.


Não há aqui ninguém que não seja um globalista-transhumanista. Não há aqui ninguém que não seja um agente do capitalismo corporativo que tem somado biliões à custa do empobrecimento das massas no Ocidente. Não há aqui ninguém que de boa fé possa representar o mandato populista que fez regressar à Casa Branca o magnata de Queens.

Entre agiotas dos cartões de crédito, senhores do universo de WallStreet (com Larry Fink, da BlackRock, à cabeça, que também é co-director do WEF), e tecno-leninistas de Silicon Valley, venha o diabo e escolha. 

Elon Musk (Tesla), Tim Cook (Apple),  Stephen Schwarzman (Blackstone/WEF/Bilderberg) e David Solomon (Goldman Sachs) são directa ou indirectamente (Solomon) mencionados nos ficheiros Epstein, inúmeras vezes.

Kelly Ortberg (Boeing) é o homem do complexo militar-industrial, participante do grupo Bilderberg e ex-presidente da Aerospace Industries Association, uma entidade profundamente envolvida nos chorudos contratos firmados entre o estado e as empresas da indústria de defesa, aeronáutica e espacial norte-americanas. 

Dina Powell McCormick (Meta) está ligada ao World Economic Forum e já participou em reuniões do grupo Bilderberg. Desde que assumiu o cargo de vice-presidente da Meta em Janeiro de 2026, ela é uma das principais executivas responsáveis pela expansão da infraestrutura de IA, incluindo a construção e financiamento de datacenters em grande escala.

Jensen Huang, o CEO da NVIDIA que está constantemente a anunciar, sem dar disso evidência, que a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade e a enganar o público sobre as consequências das tecnologias de IA na sociedade, no emprego e na economia, tem também ligações ao WEF. 

Na comitiva política, Trump integrou, entre outros agentes do Estado profundo como Stephen Miller, o conselheiro científico Michael Kratsios, que é o infiltrado da Palantir na actual administração, o representante para o comércio da Casa Branca, Jamieson Greer, que participou na última reunião do clube Bilderberg, e o secretário do tesouro Scott Bessent (antigo gestor de fundos de Soros), que se tem recusado a divulgar os relatórios bancários em posse do departamento do governo federal que lidera e que detalham a rota financeira, transferências e movimentos bancários suspeitos da rede Epstein. 

É com esta gente que Trump gosta de se rodear e que considera digna de uma visita de estado ao império do meio. Esta gente que o seu eleitorado votou para que combatesse. 

E já agora, o que é que o retardado secretário da guerra, Pete Hegseth, foi fazer a Beijing? Implorar para que a marinha de guerra chinesa o ajude a abrir o Estreito de Ormuz? 

Laughing. Out. Loud.

quinta-feira, maio 14, 2026


Em desespero de causa, Starmer vira mais à esquerda (se possível).

Em resposta ao desastre das eleições municipais, Keir Starmer optou por forçar a componente leninista do seu leninismo-globalismo, e vai nacionalizar indústrias, procurar a total inversão do Brexit e intensificar a repressão à dissidência. 


 

Serviços de inteligência dos EUA afirmam que Irão pode sobreviver ao bloqueio de Ormuz durante meses.

Uma análise confidencial da CIA, entregue aos decisores políticos governamentais na semana passada, concluiu que o Irão pode sobreviver ao bloqueio naval dos EUA durante pelo menos três a quatro meses antes de enfrentar dificuldades económicas mais severas.


 


No princípio era a percussão.


The Neighbourhood . Start . UltraSound

Orwell, ao quadrado: União Europeia declara guerra aos servidores VPN para “salvar as crianças”.

Disfarçando a pulsão despótica com a segurança das crianças, os burocratas da UE estão a promover regulamentos mais rigorosos sobre os servidores VPN, como parte de uma iniciativa para a “verificação da idade online” e da sua agenda de “Controlo de Chat”.


 

Como usar a inteligência artificial em vídeos históricos. Um exemplo de competência técnica e criativa.

Não sou propriamente um fã maluco das tecnologias de inteligência artificial (embora também as use, com parcimónia), mas este vídeo sobre a história da cidade de Lisboa está muito bem feitinho, mesmo considerando alguns lapsos, principalmente no que diz respeito aos estilos arquitectónicos da cidade.

E está bem feito porque o autor é um humano e não o agente de IA. Ou seja: a tecnologia foi utilizada para potenciar a abordagem criativa do youtuber, que usa de forma muito assertiva representações reais da cidade em contraponto dinâmico com o 3D da IA, e que fez o seu trabalho de pesquisa e que esgalhou um giuão como deve ser.

Neste contexto, o algoritmo não destitui o factor humano, mas potencia-o.

Assim, sim.

quarta-feira, maio 13, 2026

Sondagens que não entrevistam ninguém: Inteligência artificial está a fabricar tendências da opinião pública.

Mais uma manobra transformista sobre a realidade: As empresas de sondagens e a imprensa corporativa estão a recorrer a "sondagens" que não perguntam nada a ninguém, recorrendo a agentes de inteligência artificial que fabricam aquilo que calculam que as pessoas pensam.