Corpus Hypercubus, o enigmático ensaio visual concluído por Salvador Dalí em 1954, é uma das obras mais ambiciosas da história da arte, que procura representar um objecto matemático da quarta dimensão, enquanto estabelece um elo entre a ciência e a fé cristã.
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Extensão livre do ContraCultura
sexta-feira, julho 10, 2026
Adivinhem qual é o nome polémico.
Se este não é um bom exemplo da propaganda de Bruxelas, não sei se posso encontrar outro mais escarrapachado. O "nome polémico" é UPA, milícia fascista que colaborou com as forças nazis e massacrou milhares de judeus na II Guerra Mundial.
E atenção, o que não faltam nas forças armadas da Ucrânia são unidades herdeiras deste legado histórico e ideológico. Que aqui se tenta, desesperadamente, escamotear.
True.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) July 9, 2026
True.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) July 10, 2026
Mark Rutte como auto-corrector.
Numa das múltiplas vezes que teve a má ideia de abrir a boca, na Cimeira da NATO que hoje se concluiu, Mark Rutte, o chefe civil da mafiosa organização, teve o desplante de dizer isto:
".... Eu acredito firmemente que no século XXI não se deve atacar outro país como os russos fizeram com a Ucrânia. É uma loucura fazer isso. É um guião do século XIX ou do século XX. Não fazemos mais isso nas democracias maduras no século XXI. Isso é um aspecto, mas também porque estão em jogo valores, a democracia. E a democracia não é só o voto livre, a democracia é também vocês, a imprensa livre. Que possam noticiar, que possam tentar descobrir o que se passa nos bastidores."
"Because I strongly believe that in the 21st century, you should not attack another country... it's kind of crazy to do that... There are values at stake. Democracy... Democracy is you. The free media..." —NATO Secretary General Mark Rutte
— American Screed (@american_screed) July 9, 2026
We truly live in an Orwellian universe.… pic.twitter.com/JeoinzOJ5Y
Que um líder político ocidental tenha a desvergonha de dizer uma coisa destas já nem espanta, na verdade, considerando o trabalho transformista sobre a realidade a que se dedicam as elites no século XXI. Mas Rutte, precisamente por ser um burocrata, civil e não eleito, que chefia uma organização militar, devia ter um pouco mais de tino.
O parágrafo é excessivamente grotesco para que não enfureça qualquer pessoa que caminhe acordada na curvatura da Terra. Se Rutte acredita "firmemente que no século XXI não se deve atacar outro país", como é que consegue liderar uma aliança dependente em boa conta dos Estados Unidos da América, que em Abril deste ano, sem pelo Irão serem atacados, atacaram o Irão? Não "é uma loucura fazer isso"? Não são os Estados Unidos uma "democracia madura"?
E a Venezuela, e a Nigéria, e a Síria, e o Iraque, e a Somália, e o Iémen, que a actual administração norte-americana, em apenas um ano e meio, atacou sem ter sido atacada?
E o que têm feito nos últimos 35 anos e o que fazem agora a NATO e as super-estruturas liberais do Ocidente que não tenha sido atacar a Rússia, a sua esfera de influência, os seus interesses estratégicos, a sua cultura e identidade, a sua religião?
Quanto aos "valores" de que fala Rutte, o espalhanço a todo o comprido da sua falaciosa retórica é assombroso. Quais são os valores do Ocidente, exactamente? Armar e financiar o Estado genocida de Israel? Lançar operações de pirataria para roubar petróleo a países não alinhados com o programa? Criar golpes de estado em todo o lado em que não existam marchas do orgulho gay e horas do conto LGBT para infantes de cinco anos de idade? Violar crianças, torturá-las e devorá-las e fazer com que os aparelhos governamentais protejam os violadores, os carrascos e os canibais? Permitir que povos com outras culturas, outras religiões, outras identidades, substituam os povos nativos, apenas para que as grandes corporações tenham mão de obra mais barata e as sociedades percam a sua coesão, de forma a serem mais facilmente controladas e manipuladas? Perseguir politicamente a dissidência interna e sistematicamente a liberdade de expressão? Enriquecer a olímpicos e obscenos patamares as elites e empobrecer por todos os meios possíveis e imagináveis as massas? Criar estruturas tecnológicas que destituam o ser humano ao ponto de colocar a própria espécie em risco?
Quão gloriosos e universais são esses "valores", quando à frente dos olhos vesgos (ou luciferinos) do próprio Mark Rutte cai com estrondo histórico a civilização que bestas como ele tudo fizeram para destruir?
E por último, acrescentando a cereja infecta em cima do bolo putrefacto, o comissário ainda teve o indizível desplante de falar em "democracia" e, no contexto da democracia, sobre a importância da "imprensa livre".
Que desfaçatez. Um "jornalista" que trabalhe para aquilo que ele considera a "imprensa livre" e que revele ao público o que realmente "se passa nos bastidores" será despedido 24 horas depois, se for sobrinho de alguém, porque se for órfão de tio nunca mais voltará a trabalhar na "imprensa livre" na vida dele.
Rutte sabe perfeitamente que já ninguém vive em democracia no Ocidente. Sabe perfeitamente que aqueles que passam por jornalistas não são mais que servos pressurosos da tirania leninista-globalista de que ele é até um cão de fila. Sabe perfeitamente que vivemos num sistema unipartidário, com altos níveis de censura e repressão sobre o discurso, fraude eleitoral, conluio criminoso das elites. Sabe perfeitamente da enormidade falaciosa que segue empacotada nas suas palavras, mas di-las na mesma, impune e serenamente, como se a aldrabice mais suja fosse uma virtude da razão prática.
Em certo sentido, ajuda-nos a encontrar a verdade, porque essa será, inevitável e simetricamente, o inverso daquilo que ele diz.
O Secretário-Geral da NATO é uma espécie de auto-corrector: desmente-se pelo simples facto de existir.
quarta-feira, julho 08, 2026
Caos judicial iminente, nos EUA.
O julgamento de Tyler Robinson, o bode sacrificial que o Regime Epstein inventou para o assassinato de Charlie Kirk, vai correr tão bem como correu a narrativa oficial sobre a ocorrência. Ou pior, se possível.
Ainda estamos naquela que devia ser uma inócua audiência preliminar (e não no julgamento propriamente dito) e os buracos no caso da acusação são já mais que nítidos. Desde a identificação do suspeito até à forma como evidências forenses da balística foram manipuladas, do estranho e intrigante testemunho do agente que chefiou a investigação (que não sabia que apenas quatro dias depois do assassinato a sua cena do crime já tinha sido completamente pavimentada) à identificação de outros três suspeitos no automóvel de Robinson, 24 horas antes do assassinato, e que não foram sequer investigados pelas autoridades, há todo um tecido de anomalias procedimentais e implausibilidades, bem como, pelo menos por enquanto, a absoluta ausência de provas que reduzam a dúvida sobre a autoria do crime e a tese de que o suspeito agiu sozinho.
Ian Carroll faz aqui uma excelente reportagem sobre os primeiros dois dias da audiência preliminar que, em vários ângulos deste caso, confirmam as iniciais suspeitas de Candace Owens.
Seja como for, isto daqui para a frente só vai aquecer, até porque as redes sociais estão focadas e agitadas em função do assunto, e ainda agora começou o longo processo. Suspeito que o caos, no tribunal do Utah e na opinião pública americana, vai ganhar alta intensidade, rapidamente.
sábado, julho 04, 2026
Até o primeiro órgão de propaganda do Regime Epstein dá o alerta: Apenas 23% dos eleitores acham que a economia americana está de saúde.
Juiz da Florida absolve mulher que afogou a filha de 15 meses, porque estava “ensandecida” com Covid-19.
sexta-feira, julho 03, 2026
Em Portugal, só se fazem cirurgias de “mudança de sexo” em maiores de idade?
Uma malha recorrente.
2014. 2021. 2026. Esta é a terceira vez que coloco este clip no blog. Por alguma razão deve ser. E a razão é que se trata de uma malha absolutamente épica, com um crescendo operático e um balanço genial que me levam ciclicamente ao Olimpo do rock alternativo.
Um testemunho da última era das bandas independentes. disruptivas, criativas, poderosas na sua clandestinidade, para ouvir com o volume esticado. Sempre.
We've Got It All . Fight the Bear
Nave espacial chinesa lança secretamente misterioso ‘objecto não identificado’ na órbita terrestre.
Donald Trump critica as petrolíferas por preços abusivos.
Educação sexual só com consentimento dos pais.
quinta-feira, julho 02, 2026
Distopia do Reino Unido: Ar condicionado para as elites, ventoinhas para as massas.
Steve Baker, o 6 de Janeiro e o modus operandi do Estado profundo.
Um dos fenómenos mais corrosivos sobre a o tecido psicosocial dos tempos que correm é a sobredose de informação e desinformação que corre na imprensa, corporativa e independente, e nas plataformas de rede social, que bombardeiam constantemente as massas com notícias bombásticas relacionadas com eventos muitas vezes enigmáticos ou suspeitos, mas que nunca têm uma resolução credível. Atentados terroristas, assassinatos e tentativas de assassinato, pandemias, guerras, falsas bandeiras, conspirações de natureza claramente satânica, instrumentalização da tecnologia para fins sinistros, cumplicidades em crimes hediondos, incluindo pedofilia, tortura, homicídio e violação sistemática de menores em larga escala, enfim, uma quantidade de factos políticos e sociais cuja origem, objecto e responsabilidade acabam invariavelmente por não serem esclarecidos na sua integralidade, deixando os cidadãos confusos e desconfiados, até que uma nova bomba noticiosa os distrai e envolve em novas suspeitas e conspirações, num continuo ciclo de choque e pavor e alienação.
Neste podcast, Tucker Carlson conversa com o jornalista independente Steve Baker, que tentou escarafunchar na narrativa do 6 de Janeiro de 2021 para chegar à verdade do que realmente se passou nesse dia, tendo sido preso pelo FBI do regime Biden e perseguido activamente pelo FBI do regime Trump, precisamente por essa ousadia e sem ter cometido qualquer crime para além do anátema de fazer jornalismo.
Vale bem a pena escutar o que Baker tem para dizer. Para ficarmos um pouco mais perto da verdade, não só sobre os eventos do 6 de Janeiro mas sobre o modus operandi do Estado profundo norte-americano e das suas agências de segurança e inteligência.
E até para que se perceba que entre a actuação da adminsitração Biden e da administração Trump não há grandes diferenças; ao contrário, são ambas expressão de um mesmo modelo de governação, corrupto e repressivo e unipartidário (ou seja, anti-democrático), de uma mesma e nefasta plataforma de poder, que aqui no Blog e no Contra definimos como Regime Epstein.
Milagre económico da oligarquia WEF: Alemanha perdeu mais de 340.000 empregos industriais desde 2019.
quarta-feira, julho 01, 2026
Absoluta insanidade.
Roger Vieira garante a segunda vitória consecutiva no downhill urbano do Red Bull Genova Cerro Abajo. O alteta conquistou a vitória pelo segundo ano consecutivo, superando Johannes Fischbach e Alex Marín numa disputa renhida pelo estreito percurso de BTT urbano em Génova.
O vídeo na primeira pessoa mostra a velocidade incrível alcançada pelos melhores ciclistas em corridas de BTT urbano. Vieira parece estar várias vezes a correr risco de vida, nesta louca e alucinante descida.
terça-feira, junho 30, 2026
Os Espaços Ocultos de José Manuel Ballester
Os Erros do Acordo Ortográfico: Entre Unificação e Empobrecimento.
Não se cansa da palhaçada: Trump anuncia negociações com o Irão, Irão diz que negociações não estão agendadas.
Tucker Carlson: “Não há a mínima hipótese de eu apoiar o Partido Republicano”.
Sobre os testículos de Johny Cash.
Que estrela da música popular contemporânea seria capaz de dar um concerto numa prisão de alta segurança? Johny Cash foi capaz. Em San Quentin, no paleolítico inferior, quando os homens ainda tinham tomates.
O ambiente na plateia era de tal forma pacífico e civilizado que, quando Cash canta o verso "But I shot a man in Reno just to watch him die" do seu hino "Folson Prison Blues" a audiência entra em delírio total.
Teerão nega alegações de Vance e de outros responsáveis norte-americanos sobre o consentimento iraniano para inspecções nucleares.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão negou as afirmações dos Estados Unidos de que a República Islâmica teria concordado em permitir que inspectores internacionais examinassem as suas instalações nucleares, levantando dúvidas sobre o sucesso das conversações de paz.
Distopia do Reino Unido: Biliões de libras em ajuda externa foram desviados para organizações terroristas e mafias ligadas à imigração ilegal.
Rapaziada, consumam avidamente este clip.
Neste curto documento vídeo, o Professor Jiang Xueqin diz tantas verdades ao mesmo tempo, principalmente sobre a China (o que foi e o que é) que até custa a assimilar as verdades tantas que ele diz. Xueqin tem esta vantagem enorme, para além daquelas com que foi agraciado geneticamente, que é a do seu percurso: um sino-canadiano formado na Ivy Leage; ou seja, um astronauta de vários mundos, filósofo híbrido de culturas e ensinamentos, que lhe permite ver tudo de um ponto de vista quase extra-terrestre.
Uma boa parte do clip tem até a ver com assuntos históricos e culturais sobre os quais o Contra já deixou nota concordante com aquilo que é dito por Xueqin, que tem substancialmente a ver com os chineses serem bem mais materialistas e imediatistas do que parecem, menos estrategas do que os consideramos e continuarem comportar-se dentro do modelo cultural confuciano: uma nação que se considera, legitimamente, o centro do mundo (o 'Império do Meio'), e que nesse sentido não tem nada a aprender com os outros e tudo a ganhar com a rigidez hierárquica, o respeito pelo legado histórico e a teimosia de convicções profundamente nacionalistas.
No sécul XIX, a China foi humilhada por, sendo tecnologicamente inferior, teimar no seu estático tradicionalismo, recusando valorizar a inovação científica e tecnológica. No século XXI, apresenta-se orgulhosamente como o motor mundial da inovação, e por isso continua a não ter nada que aprender com os outros, ou até que se preocupar com eles.
É a história de duas arrogâncias, na verdade. Se bem que, num caso como noutro, garantiu e garante supremacias que são difíceis de restringir ao âmbito regional. A China, para todos os efeitos, será agora a primeira potência global. Como se considerava aliás, antes dos ingleses concluírem as Guerras do Ópio ao subirem, impunemente, com a sua frota devastadora de canhões, o Rio Bai até Beijing.
Neste caso paradigmático e paradoxal, a tecnologia serve a queda e o apogeu, pelo que não pode ser factor nem de uma coisa nem de outra.
E sem perceber estes conceitos, não se percebe nada da cosmovisão chinesa e da realidade desta imensa e fascinante nação.
É por isso que convém ouvir o que diz o professor-profeta.
segunda-feira, junho 29, 2026
Depois da substituição, a humilhação.
Estão a ver?
— Sarzuelas (@sarzuelas) June 28, 2026
Na França, a deputada de esquerda radical, Clémence Guetté, admitiu que o plano de substituição se concretizou: "Franceses brancos, vocês já perderam a batalha racial. Um em cada três franceses é de origem imigrante. Não faz sentido que continuem se defendendo". pic.twitter.com/Hnl0lHc9A4


















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