sexta-feira, abril 17, 2026

O Evangelho de Tarantino.

A sério que o Presidente dos Estados Unidos da América não tem

 nada melhor que fazer?
 

O primeiro passo para a tirania digital:

 Vem mascarado, claro, como uma forma de "proteger as crianças das ameaças online."


Nem sei o que pensar de Péter Magyar.


Neste vídeo, o futuro primeiro-ministro húngaro Péter Magyar está a ser entrevistado pela estação de televisão pública húngara, M1, que funcionava em favor do aparelho governamental de Viktor Orbán, quando aproveita para informar a entrevistadora que, quando chegar ao poder, vai suspender imediatamente os serviços noticiosos até que a estação volte a ser “objectiva, imparcial e de serviço público”, comparando o trabalho dos actuais jornalistas à propaganda de Goebbels ou da Coreia do Norte.
 

 
Como já tantas vezes afirmei, não nutro simpatia por políticos que aspiram a césares, sejam eles globalistas ou populistas, e fechar a imprensa de que não se gosta é sempre um acto eticamente complicado, em democracia, mesmo considerando a imprensa bandida que temos hoje no Ocidente.

Por outro lado, percebe-se que Magyar procure substituir o aparelho de propaganda de Orbán, pelo seu próprio aparelho de propaganda, dado que se trata de um organismo público e considerando as regras do jogo na Hungria. Afinal, ele próprio tinha sido banido por esta estação de televisão. 

E não deixa de ser interessante que o homem não tenha problema nenhum em assumir publicamente essa cirurgia.

O que deveras me preocupa aqui, é que Magyar decaia rapidamente para o centrismo totalitário que reina na Europa e - com a enorme votação que teve e que lhe permite até alterações à constituição do país -  instaure uma ditadura globalista cuja praxis seja depois seguida pelos seus congéneres europeus (que de qualquer forma já têm por diversas vezes ensaiado métodos despóticos com a imprensa de que não gostam, principalmente na Alemanha). 

Até agora, as suas declarações não vão bem nesse sentido. Parece ser um feroz defensor das fronteiras da Hungria, um firme adversário da imigração descontrolada e, de todo em todo, um nativista. Parece também não estar muito interessado em hostilizar a Rússia nem em amar cegamente o regime Zelensky e eu diria que, à primeira impressão, não me convence como um político com queda para ideologias woke ou um entusiasta da doutrinação LGBT.


Mas partilha com Bruxelas o histerismo climático e, pelos vistos, a tendência para o autoritarismo elitista. Às vezes dá-me a sensação que é mais um progressista do que um conservador e assusta-me o facto de Macron gostar tanto dele (como também Merz, e Starmer). Mais a mais, precisa dos 30 biliões de euros que a Comissão Europeia congelou como medida de repressão sobre a dissidência de Viktor Orbán.

E isso preocupa-me. Porque admiro os húngaros e porque a Hungria é um país chave para o futuro da Europa, em termos ideológicos e civilizacionais.

Muito se joga agora, no caminho que Magyar seguir.


quinta-feira, abril 16, 2026

O Arco do Triunfo Nenhum.

Considerando que os Estados Unidos da América não ganham uma guerra desde 1945, apesar de se terem enfiado em inúmeras entretanto, este Arco do Triunfo é um bocadinho enigmático, apesar da justificação, desadequada, dos 250 anos de existência da federação.

Talvez se refira ao triunfo da classe Epstein?  Ou ao Triunfo das Trevas (que vai dar no mesmo)?

A vitória de Péter Magyar na Hungria: Será preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma?

A derrota de Viktor Orbán pode ser interpretada como o fim de um ciclo político e a abertura de um novo, marcado pela recomposição do campo conservador húngaro, mais próximo da UE. Mas será que estamos perante mudanças de fundo? A análise de Francisco Henriques da Silva.


 

O Péter Magyar está de facto a dar bons sinais...

Como o embaixador Francisco Henriques da Silva refere no seu artigo de hoje no Contra, Bruxelas é capaz de ter uma desilusão com o próximo primeiro-ministro húngaro. Reparem bem nestas declarações:


A ver vamos se a suspeita se confirma.


Espanha de pesadelo: Jovem vítima de violação colectiva por imigrantes é submetida a eutanásia, contra a vontade do seu pai.

Noelia Castillo Ramos, de 25 anos, foi sujeita a eutanásia depois de uma tentativa de suicídio em consequência de ter sido violada por imigrantes ilegais. Santiago Abascal, líder do VOX, está carregado de razão: "A Espanha de Sánchez é um filme de terror".


 

Trump publica imagem em que se faz representar como Jesus Cristo curando os doentes. A seguir arrepende-se e mente com quantos dentes tem.

Somando mais um desvario que deixa meio mundo a pensar que enlouqueceu de vez, Donald J. Trump publicou no Truth Social uma ilustração que o representava como Jesus Cristo. Depois arrependeu-se, apagou o post e decidiu mentir sobre o assunto, com flagrante desfaçatez.


 

terça-feira, abril 14, 2026

Melania Vs. Donald ou como o suicidado Epstein ainda é capaz de destruir casamentos.

Mesmo depois de ter sido suicidado, Jeffrey Epstein ainda mantém a sua actividade de cinzas e está a contribuir activamente para a destruição de um casamento com importante dimensão institucional e que, até aqui, parecia relativamente sólido.


 

O jardim está a compaginar completamente com a Primavera.

Uns estrados de pinho, algum cuidado e a chegada da Primavera transformaram o nosso pequeno jardim num sítio simpático, apesar de ainda se tratar de um work in progress. Para já, o Álvaro e a Ofélia parecem ter aprovado a coisa.



Uma hipótese plausível: Negociações no Paquistão podem ter sido uma artimanha do Regime Epstein para ganhar tempo antes de ataque massivo contra o Irão.

Há boas razões para suspeitar que Washington usou o cessar-fogo e as negociações em Islamabad para ganhar tempo e posicionar grandes contingentes de fuzileiros e unidades aerotransportadas no Golfo Pérsico.


 

De certeza absoluta.


China apresenta ao mundo “matilha” de robôs armados com metralhadoras e “cérebro colectivo”.

China divulgou as primeiras imagens dos seus “lobos robôs” em combate urbano simulado, armados com metralhadoras e afinados para causar carnificina em campos de batalha reais.


 

Um Ocidente irredimível.

Aconteça o que acontecer, com o Estreito de Ormuz aberto ou fechado, com a gasolina mais barata ou mais cara, com mais ou menos colégios de raparigas a serem rebentados no Irão, com mais ou menos horrores inomináveis perpetrados em Gaza e no Líbano, não nos livramos do inferno.



"Quando chegarmos às eleições intercalares os preços do petróleo

podem ser mais baixos ou mais altos, não sei, as eleições são quando, em Novembro? Mas isto vai ser rápido ou se calhar não, se calhar vai levar uns anos, sei lá, e será que quero saber?" 

 
Queres saber sim, imbecil, porque corres o risco de te espetares de tal forma nas intercalares que serás - em boa hora - destituído pelo Congresso, pá.

O bloqueio para desbloquear o bloqueio foi bloqueado.

Há quem diga que a estapafúrdia ordem de Trump para bloquear o Estreito de Ormuz pode conduzir a um conflito directo com a China, mas a minha convicão é que a marinha norte-americana vai desobedecer pontual e estrategicamente ao mandato tresloucado do seu comandante em chefe, ou seja: vai deixar passar os navios chineses (como os russos, os indianos e os paquistaneses também), porque não há almirante do Pentágono com tomates para arranjar agora grandes confusões no Golfo Pérsico e no Mar Arábico e assumir a responsabilidade por escaramuças ou combates sérios com a frota de uma potência militar como a de Beijing. 


E é como diz Scott Ritter, num dos tweets que coloco em baixo: se os jurássicos navios americanos nem conseguem combater com efectividade a frota de lanchas rápidas iranianas, como é que vão fazer frente àquela que é, em número de embarcações, a maior marinha de guerra do mundo?

A decisão do presidente americano vai acabar por ter o mesmo resultado que todas as suas outras decisões relativas à guerra com o Irão: a total humilhação das forças militares americanas no teatro das operações e o vexame circense da Casa Branca perante a plateia global.

Tarda nada vais ficar fechadinho em casa com 4 horas de luz eléctrica por dia.

A resposta de Bruxelas para a crise energética é... Usem menos energia. E a seguir será: estão proibidos de usar energia. É mais que certo.

Mais ensinamentos de Don Tzu.

segunda-feira, abril 13, 2026

Já agora, aproveitamos para fechar a tirania num ciclo vicioso de poder e corrupção.

Chefe do Estado Maior britânico quer preparar as forças armadas, a polícia, os hospitais e a indústria para a guerra.Mas contra quem?

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas britânicas, Sir Richard Knighton, afirmou na sexta-feira passada que o Reino Unido tem que se preparar para "a transição para a guerra". Mas será mesmo a Rússia o inimigo que Knighton tem em mente nestas declarações? 



O FDP publicou mesmo isto...


E depois, deve-se ter arrependido, retirou o post e mentiu à imprensa.

Hungria: Viktor Orbán sofre derrota clara, globalistas sobem ao poder.

Viktor Orbán saiu ontem derrotado das legisltivas na Hungria, e por larga margem. A Europa perdeu assim o seu principal bastião de liberdade e soberania e o leninismo-globalismo de Bruxelas teve a sua vitória mais significativa dos últimos anos.


 

Artemis. Uma viagem rumo ao esquecimento.


Como tudo o que a NASA faz, a missão tripulada da Artemis até à órbita da Lua foi uma coisa meio desinteressante, meio aborrecida, excessivamente politizada e vazia de conteúdo científico relevante.


Interpretada por uma tripulação com o carisma de um clube de fãs dos Coldplay, que retiram à profissão de astronauta toda a aura que já teve, lançada a despropósito num momento tão infeliz que pareceu mais uma manobra de diversão ou uma psyop do que outra coisa qualquer, a Artemis II é um foguetão sem glória nem potencial de posteridade.

Tanto mais que a tecnologia utilizada pouco difere do programa Apolo, lançado há 60 anos atrás.


E assim sendo, para ser compeltamente sincero, o único facto relacionado com a missão que me impressionou foi a reacção do público. Milhões de pessoas, inclusivamente cidadãos americanos (ou principalmente cidadãos americanos) trataram a coisa como uma fraude ou com um desdém que é característico dos tempos que vivemos. As instituições governamentais estão de tal forma desacreditadas que não há nada que façam, nem uma viagem à Lua, que recolha a confiança ou o entusiasmo de uma grande parte das população mundial.

É claro que houve entusiastas que tentaram desesperadamente glorificar a missão, por entre o ruído céptico ou a total indiferença. É claro que a imprensa corporativa fez o seu papel propagandista e é claro que a NASA fez tudo o que podia para preencher os meios de comunicação social e as redes sociais com conteúdos e directos e vídeos e imagens, muitas delas pobres, muitas delas inócuas e repetitivas, muitas delas tecnicamente predispostas a todo o tipo de teorias da conspiração.

 
E mesmo aqueles, como eu, que até admitem a possibilidade da missão ter realmente acontecido, manifestaram-se críticos, cínicos, incomodados com a prosápia e a imagética da NASA, como se ir até à órbita da Lua e voltar fosse muito menos interessante que uma acrobacia aérea em BTT ou um golo de fora da área do Cristiano Ronaldo, ou tão irritante como uma sessão compulsiva de doutrinação em Diversidade, Equidade e Inclusão.
 

 
Chegámos a um ponto de esquizofrenia social que nada é credível ou relevante. Da mesma forma que conseguimos viver com pedófilos e genocidas como líderes políticos, sem grandes problemas de consciência, somos também imunes às nossas mais elevadas realizações, ou simplesmente nem acreditamos que essas realizações foram afinal concretizadas.

As elites globalistas entreteram-se nas últimas décadas com um trabalho transformista sobre o legado histórico da civilização ocidental. Mas nesse labor revisionista de falsários, não anteciparam que as massas, confrontadas com a relativização espúria e politizada do passado, começassem a duvidar de tudo aquilo que lhes foi ensinado pelas academias e doutrinado pela imprensa. Afinal, se certas narrativas históricas perdem a sua factualidade, por razões ideológicas, outras narrativas também podem ser desconstruídas, por pura dissidência ou desilusão de tudo.

Mais a mais, a informação, quando debitada por fontes que deixaram de ser âncoras de verdade, passa a ruído e esse barulho ensurdece a sensibilidade, por excesso ou por defeito. 

No paleolítico inferior do princípio dos anos 90, Douglas Coupland inventou e colocou no glossário do seu "Geração X", os conceitos de 'Sobredose Histórica' e 'Subdose Histórica' que neste contexto parecem-me pertinentes, a saber:

Sobredose histórica: Viver numa época em convivemos com um excesso de factos e acontecimentos.
Sintomas principais: dependência de informação, sensação de sobrecarga informativa e histórica. 

Subdose histórica: Viver numa época em que nada parece acontecer.
Sintomas principais: os mesmos - dependência de informação, sensação de sobrecarga informativa e histórica. 

A verdade é que podíamos de repente ser invadidos por uma civilização alienígena de gafanhotos tecnologicamente avançados que ninguém ia ligar nenhuma aos bichos. Metade da malta ia simplesmente pensar que tinha mais com que se preocupar, como o fecho do Estreito de Ormuz, ou o Grande Prémio de Formula 1 do Mónaco ou a conta da electricidade; e a outra metade ia simplesmente pensar que uma invasão de gafanhotos era apenasmente previsível e que não valia a pena fazer grande alarde disso.

O mesmo aconteceu com a Artemis. Uns ignoraram-na por se tratar de uma missão sem história, outros desdenharam-na por ser uma história entre tantas outras. Acrescem aqueles que a renegaram por ser uma história mal contada. 

Mas para além das doenças desta época, a NASA tem muita responsabilidade pelo estigma a que tem sido sujeita. Politicamente correcta até ao vómito, campeã mundial das siglas woke, falsificadora recorrente da realidade e desinformadora industrial, gastadora voraz de dinheiros públicos, modesta contribuinte da ciência do século XXI, esotérica e luciferina máquina de encobrimentos e manipulações e membro activo do Estado profundo, a agência espacial norte-americana é uma organização nada recomendável e, sobretudo, com índices de fiabilidade muito baixos. 

Neste contexto, terá sempre um público dividido entre indiferentes, adversários e entusiastas (liberais que se vacinaram oito vezes contra a Covid e neocons do eixo Epstein).

Não é com este público assim dividido que se ganha a posteridade.

Uma grandiloquente, poderosa e épica ópera rock.

Sempre pensei que era um herético por achar que a versão de Stairway to Heaven dos Far Corporation, de 1985, batia o original dos Led Zeppelin, de 1971. Mas a ajuizar pelos comentários deste clip do Youtube, há muita gente que pensa exactamente como eu.

Os primeiros 3 minutos não diferem assim tanto do original como isso, mas caramba, a partir daí partimos para um festival de rock com fogo de artifício que nunca mais acaba, que dá direito a coro épico, percussão bombástica, guitarrada feérica, sintetizadores marciais, enfim, um cardápio sinfónico brutal que progride de apogeu em apogeu até ao patamar máximo da coisa, considerando que o tema da canção é o da subida aos céus. 

Encontrei agora esta pérola, que já não ouvia há décadas, e a primeira memória que me ocorreu foi a época de ouro do 2001, a discoteca do Autódromo do Estoril que tinha um magnífico palco sonoro (acho que ainda tem), no qual este tema bombava que era uma loucura. 

Um conselho para quem decida que vale a pena ouvir isto. O tema não é para ouvir baixinho. É para puxar pelo volume à séria. 

domingo, abril 12, 2026

Vou combater o teu bloqueio com o meu bloqueio para desbloquear o estreito que eu bloqueei.

Well, if you want brutal honesty, I'm happy to oblige.

Breves e leves leituras do Alcorão.

As escrituras sagradas cristãs e islâmicas têm mais em comum do que se pode pensar. Um breve roteiro de episódios partilhados e de detalhes esclarecedores.


 

 

Hey Donald, are you gay?


Relatório de eurodeputados conservadores alerta para a disseminação de ‘no go zones’ na União Europeia.

Um novo relatório, apresentado pelos eurodeputados conservadores, está a fazer soar o alarme sobre o crescente número de 'zonas interditas' ou 'no go zones' na União Europeia.


 

Fake & gay & retarded like all things NASA.


Chefe do Estado-Maior israelita alerta que o seu exército está à beira do colapso devido à escassez de tropas.

O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, alertou a 25 de Março que as Forças Armadas "vão entrar em colapso" após a tentativa falhada de aprovar uma lei para recrutar soldados entre os ultra-ortodoxos e alargar o serviço militar obrigatório para 36 meses.


 

World Happiness Report 2026: Redes sociais causam danos “massivos” aos adolescentes.

Uma recente publicação do World Happiness Report destacou os riscos substanciais que as redes sociais representam para os adolescentes, descrevendo o impacto como sendo de "escala massiva".


 

Estava-se mesmo a ver #03

O cessar-fogo foi apenas uma manobra para ganhar tempo e colocar mais tropas e equipamento no Golfo. A ideia nunca foi a de conseguir a paz, mas a de prolongar e intensificar a guera. Amanhã sai um artigo no Contra sobre este assunto.

Provavelmente, o texto mais estúpido alguma vez publicado nas redes sociais.

A 9 de Abril, caiu na rede social Truth Social o post mais parvalhão, pesporrente, ignóbil, retardado, mentiroso, espúrio e, sobretudo, ingrato alguma vez publicado por um ser humano na Internet.

Foi redigido por Donald J. Trump, actual presidente dos Estados Unidos da América, e reza assim (parágrafos e numeração criados pelo redactor deste texto): 

(1) Sei porque é que o Tucker Carlson, a Megyn Kelly, a Candace Owens e o Alex Jones andam a combater-me há anos, especialmente pelo facto de acharem que é maravilhoso o Irão, o Principal Estado Patrocinador do Terror, ter uma Arma Nuclear — Porque têm uma coisa em comum: Quocientes de Inteligência baixos. São pessoas estúpidas, eles sabem-no, as famílias deles sabem-no e toda a gente também sabe! 

(2) Olhem para o passado deles, olhem para o registo deles. Não têm o que é preciso e nunca tiveram! Todos foram expulsos da televisão, perderam os seus programas e nem sequer são convidados para a TV porque ninguém se importa com eles, são uns DOIDOS, CRIADORES DE PROBLEMAS, e dizem qualquer coisa só para terem alguma publicidade “grátis” e barata. Agora acham que conseguem alguns “cliques” porque têm Podcasts de Terceira Categoria, mas ninguém fala deles, e as opiniões deles são o oposto do MAGA — Caso contrário, eu não teria ganho as Eleições Presidenciais por uma ENORME VITÓRIA. O MAGA concorda comigo e acaba de dar à CNN uma Avaliação de Aprovação de 100% de “TRUMP”, e não a Idiotas a Agitar as Mãos como o Tucker Carlson, que nem sequer conseguiu acabar a faculdade, era um homem destruído quando foi despedido da Fox e nunca mais foi o mesmo — Talvez devesse consultar um bom psiquiatra! 

(3) Ou a Megyn Kelly, que me fez de forma maldosa a agora famosa pergunta “Só a Rosie O’Donnell”, ou a “Maluca” da Candace Owens, que acusa a Muito Respeitada Primeira-Dama de França de ser um homem, quando não é, e que espero que ganhe muito dinheiro no processo em curso. Na verdade, para mim, a Primeira-Dama de França é uma mulher muito mais bonita do que a Candace, aliás, nem se compara! 

(4) Ou o Alex Jones falido, que diz algumas das coisas mais estúpidas, e perdeu toda a sua fortuna, como devia ter acontecido, pelo seu ataque horrível às famílias das vítimas do tiroteio de Sandy Hook, alegando ridiculamente que foi uma farsa. Estes supostos “comentadores” são PERDEDORES e sempre o serão!

(5) Agora a CNN das notícias falsas, o falhado New York Times e todas as outras Organizações de “Notícias” da Esquerda Radical estão a “elogiá-los” e a dar-lhes “imprensa positiva” pela primeira vez nas suas vidas. Eles não são “MAGA”, são perdedores que só estão a tentar agarrar-se ao MAGA. Como Presidente, podia tê-los do meu lado sempre que quisesse, mas quando eles ligam, não retorno as chamadas porque estou demasiado ocupado com os Assuntos Mundiais e do País e, após algumas vezes, ficam “maldosos”, tal como a Marjorie “Traidora” Brown, mas já não me importo com essas coisas, só me importo em fazer o que é certo pelo nosso País. 

(6) O MAGA é sobre GANHAR e FORÇA ao não permitir que o Irão tenha Armas Nucleares. O MAGA é sobre TORNAR A AMÉRICA GRANDE NOVAMENTE, e estas pessoas não fazem ideia de como o fazer, MAS EU FAÇO, porque OS ESTADOS UNIDOS SÃO AGORA O PAÍS MAIS “QUENTE” EM QUALQUER PARTE DO MUNDO! Presidente DONALD J. TRUMP


 

Bom, talvez valha a pena dissecar esta abominação, nem que seja para fazer justiça às pessoas que aqui foram barbaramente atacadas e a quem Donald Trump deve, em parte significativa, a sua reeleição em 2024. 

(1) A primeira frase deste texto é completa e escandalosamente falsa.  Ao contrário do que afirma o magnata de Queens, Tucker Carlson, Megyn Kelly, Candace Owens e Alex Jones lutaram em nome de Donald Trump durante anos. Muitos anos. Tucker e Jones combateram pela causa MAGA antes de se chamar MAGA, desde 2015. Owens apoiou Donald Trump desde 2018, tendo empenhadamente subscrito as sua candidaturas presidenciais de 2020 e 2024. Megyn Kelly Apoiou em privado o actual presidente norte-americano desde 2020 e publicamente desde 2023.

Nenhum dos visados acha "especialmente maravilhoso" que o Irão tenha armas nucleares, como é óbvio e especialmente porque o Irão não tem armas nucleares (se tivesse, ninguém atacaria o Irão). Sendo certo que Teerão apoia organizações que podemos considerar terroristas, como o Hamas e o Hezbollah e os houthis do Iémen, Washington também o faz, em larga escala, financiando a mais mortífera, cruel e draconiana organização terrorista do mundo: o Estado sionista de Israel. Podemos e devemos até considerar como terroristas certos actos cometidos recentemente pelo Pentágono em território iraniano, como por exemplo o rebentamento de uma escola de raparigas em Minab, que matou 170 adolescentes. Ou seja, ninguém em Washington, e muito menos Donald Trump, tem legitimidade moral para acusar qualquer país de patrocinar o terror.

Acresce que Donald J. Trump, que nunca foi e nunca será reconhecido pelo seu intelecto (é um homem sobretudo motorizado pelos seus instintos e emoções), não devia, por pudor e decência, recorrer à sua desqualificada prosa para acusar estes quatro protagonistas geracionais da vida política e mediática americana de um baixo nível de inteligência. É apenas ridículo e claramente contraproducente.

(2) Como já referi, o passado e o registo de Carlson, Jones, Owens e Kelly confundem-se ou convergem com o movimento populista norte-americano que Donald Trump liderou e jurou representar. Todos eles são figuras mediáticas de primeira grandeza, com podcasts e companhias de comunicação social independentes extremamente bem sucedidas e, o que é mais, audiências muito superiores àquelas que hoje somam os canais de televisão de que Trump fala. Em 2025, Candace Owens tinha o podcast mais visto no mundo, com uma média de 3,5 milhões de visualizações por episódio (!). Tucker Carlson terá, no crossover da sua actividade, para cima de 15 milhões de seguidores (!). Só no seu canal do Youtube, Megyn Kelly tem 4,2 milhões de subscritores e muitos dos seus vídeos atingem meio milhão de visualizações (tanto Kelly como Carlson têm hoje audiências muito superiores às que tinham quando preenchiam as slots de primetime na Fox News). A popularidade histórica e consistentemente transversal sobre gerações de Alex Jones não precisa sequer de ser aqui demonstrada. 

Talvez ressalvando este último, que, dolorosa ironia, se arruinou precisamente por ser um feroz apoiante de Donald Trump (já lá vamos), as figuras mediáticas de alto perfil e grande protagonismo no discurso político americano e global que Trump destrata são mais que milionárias (Tucker já nasceu rico) e ninguém aqui precisa de dizer "qualquer coisa" para ter "alguma publicidade 'grátis' e barata". E de tal forma não são irrelevantes, contrariamente ao que proclama o infeliz demente, que foram até determinantes para os resultados das eleições presidenciais de 2024, como toda a gente sabe ou devia saber.

Só mesmo um homem que vive completamente alienado da realidade poderia pensar que a imprensa independente, que estas quatro personalidades representam com raro rigor, é de "terceira categoria" ou mediaticamente irrelevante, em comparação com a imprensa corporativa. É precisamente o oposto que se passa hoje e não só nos Estados Unidos. 

Outra prova gritante que o inquilino da Casa Branca já não vive consciente da realidade dos factos é a afirmação de que 100% dos seus eleitores ainda o apoiam, depois de toda a merda, de toda a traição, de toda a corrupção, de todo o descalabro luciferino de um ano e três meses de mandato. Ao contrário, as sondagens mostram que está a bater recordes históricos de desagrado junto dos eleitores americanos.


(3)
Neste parágrafo entramos no campo da (má) comédia, porque ou Donald Trump é cego de olhos e cérebro, ou está apenas a tentar - e a falhar - o humor. A apresentação física de Candace Owens e de Brigitte Macron é de facto incomparável, porque não devemos estabelecer paralelos de beleza entre homens e mulheres. E a insistirmos parvamente em fazê-lo, a conclusão óbvia para toda a gente neste mundo, com excepção de Emmanuel Macron e de membros do Ku Klux Klan, é que Candace é uma rapariga bastante atraente e que Brigitte tem o sex appeal de um gafanhoto em decomposição post mortem.

(4) Este será o mais infame dos segmentos deste infame texto. É verdade que Alex Jones, na sua longa e atribulada e intensa carreira, cometeu um erro grosseiro que o levou a tribunal por acusações graves de difamação. Mas a pesadíssima pena a que foi sujeito (basicamente, foi condenado à total destituição financeira e até a empresa perdeu) deveu-se a questões políticas mais que processuais. Nesse julgamento, Jones foi réu por um erro de análise que cometeu mas, principalmente, foi réu por ter sido um fervoroso apoiante de Donald Trump. E o facto do presidente norte-americano ter o desplante, a desvergonha, a desfaçatez de trazer este assunto à conversa, e de se congratular pelo vil desfecho desse julgamento, é doloroso até para mim, que não tenho nada a ver com nada, quanto mais será para Alex Jones. Se alguém alguma vez mostrou toda a vilania do seu carácter em quatro linhas de prosa, essas quatro linhas de prosa são estas.

(5) Inadvertidamente, Donald Trump contradiz-se aqui, porque na verdade quem está a ter neste momento o apoio da imprensa corporativa é o próprio presidente norte-americano. Trump cita a CNN como fonte credível quando fala da sondagem ridícula que lhe dá 100% de aprovação do movimento MAGA, mas a estação de Atlanta passa a fonte desacreditada quando o presidente afirma, falsamente, que é favorável às pessoas que são alvo da sua triste cantiga de mal dizer. Acresce que neste preciso momento, um aliado sionista de Donald Trump, David Ellison, está, através da sua corporação Paramount Skydance, envolvido no processo de aquisição da CNN. Seria assim suicidário que qualquer cabecinha falante da estação dissesse alguma coisa de positivo sobre Tucker Carlson, Alex Jones, Candace Owens ou Megyn Kelly, que se manifestam actualmente como ferozes adversários de Telavive.

Por outro lado, o New York Times, onde a verdade vai para morrer em nome da escatologia sionista, não podia estar mais contente com a política externa da Casa Branca, tanto como com o encobrimento das actividades da classe Epstein que esta adminsitração tem desenvolvido com escrupuloso afinco. Conforme figura em anexo:


Quanto aos telefonemas que Trump não atende, que se saiba, serão alguns que Tucker Carlson admitiu ter feito, em desespero de causa, com o objectivo de tentar influenciar o presidente americano a não se enfiar no pesadelo que tem sido a guerra do Golfo. Como agora todos sabemos, Tucker tinha boas razões para fazer as chamadas que Trump recusou. E se não as tivesse recusado; e se tivesse ouvido o que Tucker tinha para dizer; e se tivesse tido juízo depois de ouvir o que Tucker tinha para dizer, não estava agora a braços com o maior desastre militar da história do Pentágono.

(6) Este capitular e (in)conclusivo parágrafo de fecho é estrondoso pela hubris e pela aldrabice, que só sublinham o actual estado emocional do homem que comanda os destinos da primeira potência mundial (alegadamente), desvendando a putrefacção do seu orgulho ferido. Ao invés do que afirma, o que Donald Trump tem feito desde que regressou à Casa Branca é perder e mostrar fraqueza. Perdeu a energia positiva da sua campanha e o movimento até de raíz cultural da onda populista que se formou em seu favor; perdeu eleitorado, ao trair consistentemente o seu mandato; perdeu a oportunidade histórica de salvar a América; perdeu a guerra contra o Irão; perdeu a possibilidade de uma renascença económica e social dos Estados Unidos, perdeu a vergonha, a integridade, a razão e a lucidez. Mostrou-se refém do Estado profundo e dos interesses sionistas. Mostrou-se desorientado e fragilizado e corrupto e luciferino até à ponta dos cabelos, a propósito do escândalo Epstein. Mostrou-se patético e fraco perante o desastre do Golfo, ao ponto de pedir ajuda militar aos europeus (e até à China) para resolver o problema do Estreito de Ormuz, que ele próprio criou. O infeliz inquilino da Casa Branca falhou em tudo, errou completamente, desceu ao inferno, desde Janeiro de 2025. E está agora isolado, no seu trono de Rei Lear.


Ou pior ainda, muitíssimo mal acompanhado:


E os Estados Unidos não são agora o país "mais quente" do mundo. São, a par de Israel, o país mais odiado no mundo. E com boas razões.

Este post de Donald Trump ficará para sempre gravado na História Universal da Infâmia, e a web está a rebentar de repulsa, a propósito das iníquas palavras do presidente norte-americano. Mas a reacção talvez mais eloquente de todas foi a que Tucker Carlson proferiu ontem, em declarações à Newsmax:

"Sempre gostei de Trump e ainda tenho pena dele, como tenho pena de todos os escravos." 

sexta-feira, abril 10, 2026

Especulação. Mas é capaz de não ser completamente disparatada.

Desde que Melania Trump decidiu, sem conhecimento do marido e certamente à revelia da sua vontade, convocar uma conferência de imprensa para trazer o assunto Epstein à baila, a Internet pegou fogo, basicamente. Há muitas teorias sobre as razões que motivaram a primeira dama americana a fazer as declarações que fez, grande parte das quais é mais ou menos pacífico considerar falsas, mas esta hipótese aqui parece-me razoavelmente assertiva, mesmo vindo de uma conta com bandeirinha ucraniana, o que é sempre um mau sinal.

 
Não é de todo destituído pensar que a intenção de Melania seja a de se antecipar ao impacto devastador de mais uma bomba Epstein que esteja prestes a rebentar e que se relacione directamente com ela, e parece-me que esta rapariga, Amanda Ungaro, está de facto muito perto de dar ignição a uma quantidade maluca de explosivos.


E se assim for, já se sabe: a guerra no Golfo Pérsico vai recomeçar com nova intensidade. Ou então, vamos ser de repente invadidos por extra-terrestres.