sábado, outubro 31, 2026

Distopia do Reino Unido: Adolescente de 15 anos detido e interrogado pela polícia por ter troçado de um vereador.

Um adolescente britânico publicou no Facebook uma foto alterada por IA do vereador conservador Simon Bennett com orelhas e dentes de coelho. Acto contínuo, a polícia (política) bateu-lhe à porta de madrugada e deteve-o para interrogatório e recolha de ADN.


 

Não, não devia ser supresa para ninguém.

sexta-feira, outubro 30, 2026

Impressionante.


Ciclo eleitoral europeu em 2027 poderá criar rupturas no estabelecimento globalista.

Os eleitores da União Europeia vão ter a oportunidade de rejeitar o programa leninista-globalista dominante, numa série de eleições nacionais e regionais nos próximos doze meses que podem alterar a orientação política da Europa e ter um impacto global. 


É um facto: A BBC odeia pessoas brancas.

A estação que dá lições à Grã-Bretanha sobre salários “justos” publicou os seus próprios números, que mostram que os empregados brancos ganham menos em seis das sete faixas salariais.


Ser Português

Ninguém escolhe ser Português; é um acaso do Cosmos ou um acto da Providência Divina. Mas, como mandatava Pessoa, “sendo nós portugueses, convém saber o que é que somos”. Um retrato de João José Brandão Ferreira.


 

O youtuber do momento é este maluco aqui (e o seu carneiro Rambo).

Happy Acres. Há dois meses atrás tinha 50.000 subscritores e agora está quase com 500.000. Deve ser por alguma razão e a razão primeira é um carneiro chamado Rambo, espécie adorável de sacaninha que mantém com o dono uma relação de amor e porrada que é simultaneamente hilariante e enternecedora.

Mas no quintal de Happy Acres há montes de outros bichos - cavalos e avestruzes, galinhas e ovelhas, cães e bodes - que circulam entre uma improvisada pista de motocross, camas elásticas, sacos de boxe, lamborghinis e outras desadequações cenográficas, no ecossistema mais descontraído e bem disposto que se possa imaginar.

Definição de 'boa onda', mesmo.

quinta-feira, outubro 29, 2026

Bem... O Tucker está zangado.

Mais a mais, a ira dele segue carregada de razão:

Não engana ninguém.

Independentemente de concordarmos ou não com o pensamento político de André Ventura (eu não sou eleitor do Chega e discordo em parte do que ele diz aqui), é importante sublinhar estas declarações. Para que ninguém possa dizer mais tarde que, sobre o assunto da emigração, ele traiu as expectativas dos seus eleitores. Ao contrário de Trump e até de Meloni, o líder do Chega não tem problema nenhum em manifestar que está do lado corporativo do regime. 

E não é de agora. Ventura recebeu o telefonema já há anos largos.

  
Também é verdadeiro o comentário de Afonso Gonçalves: quem vota neste homem a pensar que deixa cair na urna uma intenção de ruptura não pode estar mais equivocado. 

André Ventura, como Le Pen e como Farage, serão, em última análise e se tudo correr bem, reformadores. Estarão, até um certo ponto, predispostos a acalmar as massas com políticas anti-woke, revisões fiscais, retoques nas leis de imigração (os que Bruxelas permitir) e outras medidas paliativas e sem consequência, para eleitor ver. Que é aliás o que já está a acontecer com o actual governo PSD. 

Tanto mais que estas afirmações do líder dito populista pouco diferem das que Montenegro diria sobre o mesmo assunto.

Arrisco até escrever que Ventura está a preparar um namoro com Montenegro, para uma aliança futura. Uma geringonça à direita, para impedir o PS de formar governo nas legislativas de 2029 (se o actual executivo sobreviver até lá).

Mas a política à portuguesa não é o meu forte, pelo que posso estar completamente errado, claro. Sobre este último ponto, porque sobre os anteriores, não tenho grandes dúvidas.


Altos quadros do Pentágono prontos para “revelar tudo”, num eventual processo de destituição de Hegseth.

Os democratas preparam-se para investigar o Secretário da Guerra dos EUA, caso recuperem o controlo da Câmara dos Representantes após as eleições intercalares, e já contactaram com altos quadros do Pentágono que estão disponíveis para testemunhar em desfavor de Hegseth.


 


É como é, independentemente do que podemos pensar sobre este ou aquele candidato.

Não sou e nunca fui na verdade grande fã dos bolsonaros, e muito menos deste jr., que está claramente ao serviço do Regime Epstein, mas, porra, não me digam que não há nada para ver aqui:


Caos total: Enquanto hackers invadem a Anthropic, Sam Altman avisa que modelos de IA podem penetrar nos sistemas mais seguros do mundo.

Uma startup fundada por ex-funcionários da DOGE conseguiu hackear os sistemas internos da Anthropic em apenas 12 horas. No entretanto, Sam Altman sugeriu que os modelos de IA descobriram uma vulnerabilidade na estrutura digital global, que permite a intrusão em qualquer sistema.


 

Era expectável: Le Pen amplia vantagem nas sondagens presidenciais enquanto França mergulha no caos.

As sondagens mostram que Marine Le Pen consolidou a sua liderança na acesa corrida presidencial francesa do próximo ano, no contexto de protestos cada vez mais violentos e generalizados no país.


 

As gerações Z e Alfa e os ‘Baby Boomers’: Estaremos perante um conflito intergeracional?

A "geração mais bem preparada de sempre" sabe julgar, mas nem sempre entende o que está em causa; condena, mas nem sempre distingue; destrói símbolos, mas nem sempre percebe o seu verdadeiro significado. A crónica de Francisco Henriques da Silva.


 

quarta-feira, outubro 28, 2026

Certo. Mas.

Quem é que vai ter coragem de dizer a esta rapariga, que parece tão entusiasmada e sincera nas sua convicções de jovem deputada do Chega, que o Ventura, uma vez chegado ao poder executivo da pátria dela, irá comportar-se como a Meloni, como o Milei, como o Trump ou como o Farage ou como a Le Pen (quando os seus momentos de detenção do poder chegarem também)?

Até doí, mas a menina vai ser tão estrangeira em Portugal, como tem sido até aqui.  Ou mais. 

Vale uma aposta, Madalena? 

Ainda tenho esperança na humanidade.

Às vezes, por pequenos detalhes, como este que ilustro agora.

Um canal de simracing pergunta aos seus seguidores se consideram apropriado que os thumbnails de apresentação dos seus vídeos sejam optimizados por IA. E atenção: a pergunta não é se os conteúdos propriamente ditos passem a integrar essas tecnologias, mas apenas a apresentação gráfica desses mesmos conteúdos. 


  
A resposta dos utilizadores/subscritores não deixa dúvidas (mostro os primeiros comentários que surgem no feed, mas toda a caixa de reacções vai esmagadoramente no mesmo sentido de rejeição da ideia):


 
Eu próprio, como as pessoas que frequentam o ContraCultura e o Blogville sabem bem, uso a inteligência artificial frequentemente para a imagética que ilustra os artigos, sendo que publico aqui também recorrentemente memes produzidos por estas tecnologias (embora recuse a muleta nos textos propriamente ditos, como é óbvio). O facto deve-se primeiramente a uma razão que até nunca abordei publicamente: é que hoje em dia é cada vez mais complicada a utilização de imagens originais que não tenham direitos de autor e como o blog e o Contra não têm receitas, esta é uma forma limpinha de carregar imagem sem ser perseguido por essa polícia editorial.

Seja como for, este pequeno exemplo de rejeição da IA por parte dos utilizadores da Web é um exclente sinal de que mantemos alguma sanidade e de que, por muito que Silicon Valley nos queira impingir o slop dos algoritmos, continuamos a preferir o que nos é servido pela inesgotável produção da criatividade humana.

Aprender com a História, que rima, mesmo quando não se repete.

O que é que acontece quando as pessoas deixam de confiar nas instituições que sustentam a sociedade?

Na república romana, pré-imperial, os rivais políticos quebravam convenções, justificavam represálias e, eventualmente, voltavam os seus exércitos contra a própria sede do poder. O resultado foi a tirania imperial dos césares. 

Na Alemanha de Weimar, a desconfiança das massas e a vulnerabilidade do regime contribuiu para minar a democracia, e de que maneira, com a ascensão do nacional-socialismo.

Mas a história também mostra que estes ciclos podem ser combatidos.

Neste muito pertinente e breve vídeo, do muy esclarecido Michael Button, que se dedica precisamente a encontrar padrões que se repetem historicamente, é explorada esta tendência que sociedades prósperas e funcionais, muitas vezes hegemónicas, mostram para perderem a fé nos seus líderes e nos seus sistemas regimentais, e porque é que quebrar as regras pode começar a parecer mais seguro do que segui-las, padrões de comportamento colectivo que dizem mundo sobre a esfera ocidental contemporânea.

O colapso não é inevitável. Mas compreender como se inicia o processo de declínio da civilizações é fundamental para percebermos - e tentarmos pelo menos moderar - a queda que testemunhamos agora.

Anti-IA.

Se há um maluco no terceiro calhau à volta do sol que trabalha na perfeita antítese do que a inteligência artificial está a fazer com a indústria da música (que passa por destituir a criatividade e a plasticidade humana), é mesmo Jeremy DeBardi, aka Steel Beans, que, como podemos constatar neste incrível documento de Rick Beato, recorre a tecnologia nenhuma para além do seu talento natural, de uma bateria analógica e de uma guitarra eléctrica, para criar temas absolutamente poderosos. 

Porque o que realmente impressiona nem é o facto de Jeremy cantar, tocar guitarra e bater bateria ao mesmo tempo. O que espanta é a qualidade artística da música que sai desse incrível malabarismo. 
 

Dá nervos.

Por estes lados do universo costumamos dizer que alguma coisa tem que mudar para que tudo fique na mesma, mas por outros sítios da galáxia, como o Brasil e Israel, nem sequer se dão ao trabalho de mudar seja o que for. É sempre em frente, como tem sido até aqui, até à colisão última com a parede de cimento a que chamamos realidade.

É certo que todo e qualquer primeiro-ministro israelita será sionista de coração porque é isso que os israelitas são. É certo que a permanência de Lula em Brasília tem a vantagem de não deixar cair o país no jugo do Regime Epstein.

Mas ainda assim, podiam ao menos fingir que brincam à democracia, não é? 


A coisa é de tal forma esquizofrénica que chega a cúmulos históricos: em Israel, metade dos eleitores votaram num tipo que estava disposto a bombardear o Irão - e a matar montes de gente no processo - apenas porque isso, na sua ideia, lhe traria alguma vantagem eleitoral, no contexto de uma corrida deveras renhida. 

No Brasil, o candidato que acaba de perder umas eleições presidenciais super disputadas, com o país literalmente dividido, é imediatamente assediado pelo Supremo, que lhe apreende o passaporte, como quem anuncia perseguição judicial mais à frente.

No primeiro caso, há que registar a validade do instinto político de Benjamin Netanyahu: bombardear o Irão, mesmo que sem motivo para além da volição eleitoral, é coisa bem vista por uma parte significativa da população israelita. Não é por acaso que um genocida antipático, autoritário e desonesto está há tantos anos instalado no poder em Telavive.

Quanto ao país tropical amado por Deus e bonito por natureza, tem um destino triste que o condena a viver em ditadura, porque como outros regime despóticos antes deste, o regime de Moraes vencerá sempre, com Lula, sem Lula, com Bolsonaros seniores ou juniores. O juiz não é de esquerda nem de direita. É apenas um leninista-globalista da pior espécie. E, colocando-se acima do teatrinho democrático, continuará o seu mandato de trevas, tranquilamente.

E como é um gajo não se há-de enervar com isto? 

Espanta-me que o Regime Epstein ainda pague um ordenado a este homem, sinceramente.*

* Matt Walsh é um empregado do Daily Wire, co-propriedade de Ben Shapiro. 

Ignorância & propaganda.

Tenho plena consciência de que as audiências do Blogville e do Contra não procuram por este tipo de conteúdos, mas há que dizer, em nome da verdade histórica, que os árabes, ao contrário do registo que em baixo deixo sobre uma afirmação parva do traidor RFK Jr., foram grandes matemáticos e grandes poetas.

É verdade que já não o são hoje. Mas também é verdade que já não há grandes matemáticos e grandes poetas no Ocidente (os prémios Nobel e Fields que são atribuídos actualmente são irrelevantes, e premeiam feitos insignificantes para o bem estar da humanidade e para o seu legado). 

Tanto no caso da civilização árabe como no caso da civilização ocidental, o declínio é evidente. Os tempos é que são diferentes. O império de Maomé entrou em queda no século XV, com a derrota em Lepanto; o império de Cristo declinou no Século XVIII, com o Iluminismo. Mas seja como for, o secretário do regime Epstein não sabe do que é que está a falar.


Esta será até uma das fragilidades do Ocidente, no conflito com o Islão: a ignorância sobre o que de facto constitui o legado do profeta árabe e da civilização que fundou. Não será por certo com declarações ignaras como esta - e com esta maneira saloia de ver as coisas - que vamos levar a melhor sobre a ofensiva muçulmana que experimentamos agora, na Europa.

E o que acontece com os árabes, acontece da mesmíssima maneira com os persas, claro. 


terça-feira, outubro 27, 2026

“Guerra híbrida” da Rússia: Onde estão as evidências?

Se há uma 'guerra híbrida' na Europa, é a que está a ser travada pelo establishment UE-NATO contra as suas próprias populações, sob a forma de uma prolongada campanha de propaganda destinada a inflacionar a ameaça russa. A crónica de Afonso Belisário.


 

A democracia, segundo Moraes.

“Confronto sem precedentes”: Exército israelita ignora ordem de ataque ao Irão de Benjamin Netanyahu.

Rebentou a discórdia entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, depois deste último se recusar a acatar uma ordem governamental para atacar o Irão horas antes das eleições legislativas de hoje.


 


O que é que pode correr mal? Anthropic constrói biolaboratório gerido pelo Claude AI.

A Anthropic construiu discretamente um laboratório de biologia na região da Baía de São Francisco, expandindo as suas ambições para a farmacologia e a investigação em biotecnologia. E aumentando também as preocupações de foro ético com as tecnologias de IA.


 


 

É tão simples como isto:

Pentágono faz horas extraordinárias: EUA lançam, pela 88ª vez em 2026, ataques aéreos na Somália.

Os EUA e os Emirados Árabes Unidos lançaram na semana passada uma nova ofensiva de ataques aéreos contra o al-Shabaab, no norte da Somália, no contexto de confrontos na região entre a milícia jihadista e as forças locais de Puntland.


 

 


Caos no Brasil: Lula vence eleições contra todas as espectativas, depois de suspensão da contagem durante duas horas.

Uma polémica decisão do Supremo Tribunal, tomada por um juiz nomeado por Lula, e a reviravolta na contagem de votos que se seguiu, está a levar o Brasil a um ponto crítico de tensão política e social. 


 


A ameaça “Maranza” em Itália: Gangues juvenis de origem imigrante aterrorizam Milão.

Gangues juvenis violentos, associados às comunidades de imigrantes de segunda geração em Itália, transformaram as ruas de Milão em cenários de caos, pilhagem e destruição, levando Giorgia Meloni a convocar o exército para pacificar a cidade.


 

Substituição, qual substituição? 80% dos novos empregos no Reino Unido desde 2014 foram ocupados por estrangeiros.

Apenas um em cada cinco dos cerca de 3,7 milhões de empregos adicionados à folha de pagamentos do Reino Unido entre 2014 e o final de 2025 foi ocupado por cidadãos britânicos. Tudo normal. Nada para ver aqui. 


 

Percebo este senhor perfeitamente.


Sobre os motins e outras coisas.

Os acontecimentos em França e em Portugal, para além de sintomáticos da queda da Civilização Ocidental, revelam também a falência da autoridade dos Estados. A análise de João José Brandão Ferreira.


 

Frankenstein, volta, estás perdoado.


Sobre este assunto, no Contra: 

Projecto Frankenstein-Epstein: Empresa norte-americana está a manter activos e funcionais cérebros humanos retirados de cadáveres.

Num desenvolvimento digno de um filme de terror, uma startup de Connecticut está a manter cérebros humanos funcionais, fora do corpo, durante longos períodos de tempo, alegadamente para fins de investigação farmacêutica. Mas estarão estes cérebros conscientes?



 


Porquê e para quê? “Cientistas” de Stanford criam ratos com cérebros parcialmente humanos.

Sem se perceber que raio é que esta abominação contribui para o progresso da ciência ou o bem estar da humanidade, uma equipa de discípulos do Dr. Victor Frankenstein criou ratos cujos cérebros são em grande parte construídos a partir de células humanas.