domingo, setembro 27, 2026

O ridículo ganha asas: Governo do Reino Unido fretou UM AirBus para deportar UM imigrante.

O governo do Reino Unido conseguiu atingir um cúmulo do ridículo e do desperdício ao fretar um avião de passageiros para cumprir uma única deportação de um imigrante ilegal para França. Por ser de tal forma excessiva, a incompetência é implausível.


 


As primeiras cobiças dos EUA sobre os Açores e outras coisas (a propósito da Gronelândia).

Um roteiro histórico sobre o imperialismo americano, desde as suas origens no século XIX à cobiça dos Açores no século XX e à actual tentativa de colonização da Gronelândia, por João José Brandão Ferreira.


 

Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #196

sábado, setembro 26, 2026

"O circo deixou a cidade, mas os palhaços ficaram."


Sombria ironia: Mortes por eutanásia no Canadá superam homicídios com armas de fogo nos EUA.

A eutanásia matou mais gente no Canadá em 2024 do que armas de fogo mataram nos EUA, dados que dão que pensar sobre a ideologia liberal, que combatendo a posse de armas por cidadãos, está disposta a matá-los los em grande número, desde que seja o estado a fazê-lo.


 

E quantos baptizados?


O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: Guerra, crise energética e a ofensiva totalitária do eixo Epstein-Davos

O ContraCultura voltou a ser convidado para uma conversa com o João Nuno Pinto, no 'Isto é o Povo a Falar', o programa de debate político da Kuriakos TV.

O assunto oscilou entre as duas frentes da guerra que o Ocidente está empenhado em travar, a crise energética decorrente, e uma previsível ofensiva da ambição totalitária das elites globalistas dos dois lados do Atlântico, fundada num colapso da economia mundial - ou no apocalipse termo-nuclear.

Cinquenta minutos de liberdade de expressão, e alguma informalidade, para os parâmetros do serviço televisivo por cabo em Portugal.

Alemanha: o crepúsculo do centro. A reconfiguração política e o fim do modelo ocidental tradicional.

A actual instabilidade política europeia, visível claramente na Alemanha, na transição de Frau Merkel para Herr Merz, não é apenas um soluço cíclico. É o sinal final da falência do sistema. A análise de Francisco Henriques da Silva.


 


Diversidade ou barbaridade? Crianças com menos de cinco anos são sujeitas a casamentos forçados na Grã-Bretanha.

A Grã-Bretanha tem agora crianças com cinco anos ou menos nos registos da Unidade de Casamento Forçado. Dados do Ministério do Interior mostram que pelo menos 27 destas crianças foram encaminhadas para um matrimónio previamente determinado entre 2021 e 2025.


 

Uma previsão mais ou menos arriscada.

Não, não é a de que os republicanos vão perder, largo, as intercalares de Novembro. Essa previsão não é nada arriscada porque toda a gente já percebeu o desastre que vai acontecer.


A minha previsão fora da caixa é que os democratas, mesmo dominando as duas câmaras do Congresso, não vão impugnar Donald Trump.

Afinal, o magnata de Queens está a fazer, e vai fazer com maior intensidade ainda depois das eleições, exactamente aquilo que o Estado profundo pretende - e muito melhor do que qualquer democrata poderia cumprir: guerra apocalíptica, empobrecimento das massas à escala global, reforço das ambições escatológicas sionistas, aniquilação do modelo económico baseado em combustíveis fósseis e no dólar como referência fiduciária, queda da civilização ocidental, que resultará no caos que permita a instalação de uma nova ordem mundial, de inspiração totalitária, fundada no monopólio da violência por um Estado centralizado e distópico e no tranformismo tecnológico de Silicon Valley.

A agenda do Regime Epstein está a replicar o globalismo de Davos, mas sob esteroides, à grande e à americana. Retirar Trump da Casa Branca seria completamente contraproducente. Quem manda em Washington e no seu unipartido não podia estar mais satisfeito com o rumo que as coisas estão a tomar.

Donald Trump vai terminar o seu mandato, custe o que custar e haja o que houver. Nesta altura, até acho que a probabilidade de cumprir um terceiro mandato, inconstitucional por natureza, é maior do que a de ser destituído por um congresso dominado pelo Partido Democrata, sinceramente.

Sejam bem vindos.

Mais munições para o genocídio: Regime Trump vai entregar a Israel 60.000 bombas e 20.000 mísseis.

A administração Trump está a preparar um pacote de armas de 2,8 biliões de dólares para Israel. O financiamento das munições será feito através de um mecanismo que permite a Telavive utilizar fundos dos contribuintes americanos para comprar armas fabricadas nos EUA.


 


Enclave terrorista de Telavive.

Desfaçatez total: Marco Rubio queixa-se que ataques ucranianos planeados pela CIA atingiram navios e instalações petrolíferas ligadas aos EUA.

O Secretário de Estado americano revelou que infraestruturas petrolíferas ligadas aos EUA estão a ser atingidas por ataques ucranianos. Esqueceu-se de dizer que muitos destes ataques são realizados com armas e inteligência americanas.


 

Ficheiros 9/11: a investigação de Tucker Carlson.

Tucker Carlson desenvolveu em 2025 uma extensa investigação sobre os acontecimentos do 11 de Setembro, em que defende o ponto de vista que os atentados ocorreram com o conhecimento prévio por parte dos serviços de informação e inteligência americanos.


 

O choque tardio de Isabel Moreira e o silêncio sobre as crianças que a lei 38/2018 deixou desprotegidas.

O espanto de Isabel Moreira com relatos de crianças afirmadas como trans em consultas de dez minutos seria credível se a deputada tivesse respeitado o direito dos pais a proteger os filhos de decisões precipitadas. A denúncia de Maria Helena Costa.


 

A caminho dos confinamentos energéticos IV


quinta-feira, setembro 24, 2026

Amazon, a empresa que mais factura em todo o mundo, emprega 12.600 trabalhadores que sobrevivem graças a cupões de alimentação do Estado.

Uma reportagem bombástica da Fortune revelou que o número de funcionários da Amazon que recebem assistência governamental através do Programa de Assistência Nutricional quase triplicou entre 2020 e 2025. No mesmo período, os lucros da empresa de Jeff Bezos septuplicaram.


 


Que comam plástico: “Cientistas” cozinham biscoitos a partir de resíduos de garrafas.

Uma equipa de tresloucados da Universidade de Carbondale que trabalham a soldo da NASA decidiu que era uma boa ideia fazer biscoitos a partir de garrafas de plástico. Bom apetite.


 

 

Andy Burnham quer “suavizar” novas restrições à imigração no Reino Unido, tornando permanente a “onda Boris”.

O primeiro-ministro britânico irá suavizar as reformas da imigração propostas anteriormente pela ministra do Interior, Shabana Mahmood, para evitar reacções negativas por parte da bancada trabalhista no Parlamento.


 

Queres fazer o favor de atacar o meu país?

Não haverá por certo registo histórico de um momento, como o que vivemos agora, em que tantos dirigentes políticos se tenham mostrado tão desejosos de serem bombardeados pelo inimigo.

Os líderes ocidentais têm feito tudo o que podem e não podem para provocar Moscovo, com uma profusão maluca de falsas bandeiras, sabotagens inventadas, retórica incendiária, sanções draconianas e apoio financeiro, militar e de inteligência à Ucrânia, que tem resultado em ataques devastadores no interior do território russo. A ideia é clara: levar os poderes instituídos em Moscovo a atacar um país europeu para depois invocar o artigo 5º do Tratado do Atlântico Norte, que em teoria colocaria os Estados Unidos e todos os países membros da Nato, de Portugal à Turquia, em pé de guerra com a Rússia.

Mesmo que isso implique, ou precisamente porque isso implica, necessariamente, um conflito termo-nuclear. 

Mas o Kremlin tem mostrado uma contenção quase insuportável de testemunhar. E Putin tem dito e redito que não planeia atacar a Europa. Ainda no fim de semana passado recusou a ideia, mesmo depois da capital russa ter sofrido um ataque massivo com milhares de drones e dezenas de mísseis de fabrico ocidental, conduzido por dados de inteligência e navegação ocidentais.


Confrontados com esta teimosia dos russos, que recusam o engodo, por farto e guloso que seja, os suspeitos do costume sobem a parada, anunciam que estão já em guerra, que a Rússia já atacou, que temos que estar preparados para morrer no conflito, que devemos sacrificar tudo em nome da russofobia.

Nesta entrevista trágico-cómica que concedeu à ABC, Emmanuel Macron diz que não acredita em Putin. Que Putin mente quando diz que não pretende atacar a Europa. Que Putin sonha com uma invasão do velho continente. Mas o que lemos nas entrelinhas do que ele diz, o que vemos na sua pose de Anão Napoleão é uma coisa completamente diferente: um homem que aposta tudo na guerra, que espera ansiosamente pelo ataque que não acontece. Que deve rezar todas as noites no altar satânico que montou nos Palácio do Eliseu por uma bomba russa que caia em Paris.


Para Macron, como para Merz, como para Burnham, como para von der Leyen, esta é a solução derradeira para a permanência no poder, livres que serão, na circunstância de uma guerra mundial e apocalíptica, do incómodo escrutínio das massas.

Só não vê quem não quer ver. 

quarta-feira, setembro 23, 2026

Opção nuclear em aberto? Trump ameaça “aniquilar” o Irão em discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas.

O Presidente dos EUA disse na terça-feira à Assembleia Geral das Nações Unidas que está a considerar “aniquilar” o Irão, levantando suspeitas de que a Casa Branca equaciona a utilização de armas nucleares tácticas no Golfo Pérsico.


 



Líderes governamentais da Escócia, Gales e Irlanda do Norte assinaram um memorando que objectiva a secessão do Reino Unido.

Os responsáveis pelos governos da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte apelaram ao governo britânico que "facilite" uma mudança constitucional que possa levar à separação do Reino Unido. A ideia, porém, é a de trocarem o jugo de Londres pelo de Bruxelas.


 

Uma cerimónia para-militar estrambólica.

As chefias militares não percebem o princípio básico de que não se devem imiscuir na luta política que decorra no país, e a única legitimidade que têm para o fazer é quando está em causa a unidade do Estado e a coesão da Nação. A crónica de José João Brandão Ferreira.


 

A mecânica do medo, a máquina de controlo.

Estes dois tweets são paradigmáticos sobre o projecto de poder que está a ser actualmente adoptado pelos líderes europeus: disseminar a ameaça da guerra para implementar estruturas totalitárias de controlo sobre as massas. 

Reparem: como o Contra documentou em Fevereiro deste ano, o Reino Unido tem apenas um submarino nuclear no activo (e tantas fragatas - 5 - como a marinha portuguesa). Mas o facto não impede as autoridades britânicas de propagarem, em bicos de pés, ataques histéricos sobre ameaças imaginadas:


Até porque estes fabricados alarmismos servem esplendidamente para, na vertente interna, intensificar o fascismo sobre a liberdade de expressão. Acto contínuo, Andy Burnham acaba de anunciar perante a Assembleia Geral das Nações Unidas que vai criar uma espécie de Ministério da Verdade, para que os cidadãos que governa não possam nunca duvidar ou questionar a narrativa da guerra com a Rússia que o regime britânico está a construir meticulosamente desde 2022, com o claro objectivo de se cristalizar no poder.


Militarmente, o Reino Unido é um rato que teima em oferecer porrada ao urso russo. Politicamente, é uma raposa que, se necessário for, irá devorar as suas crias.

Atenção:

Estas declarações de Donald Trump na Assembleia geral das Nacções Unidas implicam necessariamente o uso de armas nucleares (tácticas, provavelmente).

Sai um texto sobre o assunto, de gravidade monumental, hoje, no Contra.

Sim, muito provavelmente.

O Regime Epstein, no seu esplendor: Kash Patel defende a remoção da bestialidade como factor de desqualificação para candidatos ao FBI.

A decisão do director do FBI, Kash Patel, de remover a bestialidade (actividade sexual entre um ser humano e um animal) como factor de desqualificação automática para candidatos a vagas no FBI é o derradeiro indício de que quem manda na agência federal é a classe Epstein.


 



Houthis avançam no Iémen após Trump cancelar no último minuto ataques solicitados pela Arábia Saudita.

As forças Houthi estão a avançar no Iémen, ameaçando as autoridades locais apoiadas pela Arábia Saudita e as rotas globais de fornecimento de energia, enquanto o envolvimento dos EUA permanece incerto.


 

Trump anuncia acordo “infinito” que concede aos EUA um permanente controlo de segurança sobre a Gronelândia.

O Presidente norte-americano Donald J. Trump anunciou que os Estados Unidos assinaram um acordo com a Dinamarca e a Gronelândia, concedendo aos EUA um controlo permanente sobre a segurança e "outras necessidades" do território gelado.


 

Se alguém tem dúvidas sobre

o domínio que Telavive exerce sobre a actual administração norte-americana (e as anteriores, também), aconselho vivamente o consumo desta conversa entre Tucker Carlson e Max Blumenthal, que deve ser o judeu mais dissidente deste lado da galáxia, e que é um dos poucos jornalistas independentes que ainda restam nos EUA.  

Ao ouvi-lo, até eu fiquei impressionado com a quantidade imensa de factos e evidências que apontam claramente para o pulso sionista na condução das políticas externa e interna dos Estados Unidos. 

O homem já nem pode sair e entrar do seu país sem ser submetido a uma espécie de polícia política no aeroporto. 

O Regime Epstein não brinca e a Primeira Emenda só vale para quem tem as opiniões correctas sobre Israel. 

É isto, completamente.

terça-feira, setembro 22, 2026

Ficheiros 9/11: Dois relatórios em direcções opostas.

As mentiras e as fragilidades do relatório de 2002 da Comissão do 11 de Setembro contrastam aqui com um relatório independente que demonstra que os pilotos não teriam habilidade, experiência e até meios técnicos para executar as manobras necessárias aos atentados de 9/11.


Desesperadamente à procura de soldados.

Há um amplo conjunto de imbróglios políticos e sociais relacionado com a propaganda regimental no Ocidente, sempre que tenta mobilizar as massas para a guerra com a Rússia.

No caso deste artigo da BBC, dá vontade de perguntar: quando se coloca em dúvida se "nós" estamos psicologicamente preparados para a guerra, que "nós" é este?

O pronome da primeira pessoa do plural não pode certamente incluir os cidadãos de "extrema-direita", negacionistas-racistas e inimigos do Estado, que o regime britânico prende à ordem de 34 infelizes por dia. Não se pode esperar destas pessoas desprezíveis que estejam psicologicamente preparadas para uma guerra inventada pelas elites que as desprezam, ou que vão combater em nome de quem as encarcera a torto e a direito por delito de opinião, certo? Ainda assim, trata-se de uma boa fatia da população (na verdade todos os que têm objecções às políticas de imigração e asilo do Reino Unido). Vamos estimar, de forma muito conservadora, considerando por exemplo as sondagens que colocam o Reform UK no topo das preferências eleitorais no país, em 25% dos britânicos.

Depois, temos os cidadãos de extrema-esquerda, uma boa parte daqueles que votam trabalhista, que votam no YouParty de Jeremy Corbyn e noutros pequenos partidos comunistas e socialistas que existem na Grã-Bretanha. Não serão estes com certeza que o regime pretende engajar para a união cívica e o voluntarismo militar: ou têm viva simpatia pelos russos (muitas vezes decorrente de uma equivoca nostalgia soviética) ou puro nojo do país em que nasceram. Num ou noutro caso, não são propriamente os recrutas ideais para carne de canhão. Constituem seguramente uns bons 20% da população total e aqui já temos quase metade da base de recrutamento completamente anulada.

O segmento demográfico seguinte será o dos imigrantes. Indianos, paquistaneses, bangladésios; srilankeses; vietnamitas, magrebinos, palestinianos, libaneses, centro-africanos, sul-africanos, caribes, sul-americanos, polacos, albaneses e etc.  Vai talvez ser complicado convencer esta gente, cuja pátria fica do outro lado do mundo, da boa ideia que é morrer pelo Rei Carlos, por causa do Rei Carlos antipatizar com Vladimir Putin. Afinal, trata-se de um arrufo entre cristãos e quantos mais desses arrufos melhor para grande parte desta multidão que de cristã não tem nada. Como a maior parte dos albaneses são muçulmanos, será somente possível recrutar alguns polacos e uns tantos libaneses, dificilmente uma patrulha de jamaicanos, e inutilmente os sul americanos, que não vieram de certeza para o Reino Unido para morrerem parvamente na Ucrânia. Na verdade, o recrutamento obrigatório que se adivinha para vários países da esfera WEF funcionará, inadvertidamente, como um método de autodeportação: a partir do momento que a malta estrangeira perceber que pode dar com as costas num buraco do Donbas, voltará toda contente para a geografia de onde é proveniente. Neste contexto, calculo que teremos que projectar aqui uns bons 15% da população britânica que é impossível mobilizar seja para o que for, quanto mais para ser consistentemente rebentada pela máquina de guerra russa.

A seguir temos os liberais (que votam no Partido Liberal, no Partido Trabalhista e no Partido Conservador, dependendo do estado de espírito). Estes não têm dúvidas de que vivem no melhor dos mundos, nem hesitam quanto à malignidade insustentável de Moscovo e da ameaça que representa para as suas prósperas e simpáticas vidinhas, porque lêem o The Independent como uma espécie de evangelho e são incapazes de pensar pela sua própria cabeça. O problema aqui é que os liberais estão de tal forma confortavelmente instalados na sociedade que dificilmente alguém os convence ao desconforto da guerra. A noção de sacrifício de um liberal é a de que alguém, que não ele, o terá que fazer. Aos 60% de inviáveis soldados que já contámos, vamos colocar aqui mais 10%.

Por fim, temos os indefectíveis do regime, votem eles trabalhista ou conservador, porque estão a votar sempre na mesmíssima coisa. São os 30% da base de recrutamento que sobra. Uma boa fatia destes seres corporativos estão de facto preparados psicologicamente para a guerra com a Rússia, porque os seus cérebros foram eficientemente lavados pelas máquinas de hipnose globalista-leninista do Etton College, de Oxford e de Cambridge, mas não serão eles, em definitivo, que vão morrer nas trincheiras do extremo leste da Europa. São funcionários públicos, jornalistas, lobistas, médicos, arquitectos, políticos, economistas, banqueiros, dirigentes empresariais, aristocratas, enfim, a fauna que infesta as classes altas britânicas: têm mais que fazer. Ninguém lhes vai pedir para pegarem numa metralhadora, apesar de serem experientes atiradores de domingo, no ritual do tiro ao pato e ao prato que cumprem por dever cívico na companhia de duques e lordes, nos majestáticos cenários 'Downton Abbey' da coisa. Esta é a gente que manda os outros para as guerras que fabrica, ponto final parágrafo.

Assim sendo, e respondendo à pergunta passivo-agressiva do colunista da BBC, não, os bifes não estão preparados de forma alguma para a guerra com a segunda maior potência militar do mundo. Nem psicologicamente, porque não têm consciência do que é a guerra e dos seus horrores; nem animicamente, porque foram despojados dos valores da nação ou valorizam uma nação alheia; nem politicamente, porque foram hostilizados pelo regime e são agora seus ressentidos adversários; nem militarmente, porque o Reino Unido desistiu há muito tempo de ter forças armadas que sejam levadas a sério.

segunda-feira, setembro 21, 2026

O verdadeiro pontapé na cara das mulheres.

Os mesmos círculos que descobrem de repente que “monetizar o corpo” é uma ofensa civilizacional são, com frequência, os que defendem a legalização da prostituição como “trabalho sexual”. A crónica de Maria Helena Costa.