O governo do Reino Unido conseguiu atingir um cúmulo do ridículo e do desperdício ao fretar um avião de passageiros para cumprir uma única deportação de um imigrante ilegal para França. Por ser de tal forma excessiva, a incompetência é implausível.
blogville
Extensão livre do ContraCultura
domingo, setembro 27, 2026
As primeiras cobiças dos EUA sobre os Açores e outras coisas (a propósito da Gronelândia).
Um roteiro histórico sobre o imperialismo americano, desde as suas origens no século XIX à cobiça dos Açores no século XX e à actual tentativa de colonização da Gronelândia, por João José Brandão Ferreira.
Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #196
Episcopal priestess says Mary assigned Jesus male at birth, but he was trans. And when he was resurrected, he came back as His true, transgender self. pic.twitter.com/ox1yIfAT9e
— The Dissenter (@disntr) September 23, 2026
sábado, setembro 26, 2026
"O circo deixou a cidade, mas os palhaços ficaram."
🇷🇺🇪🇪 Estonian Defense Minister Martin Herem claims Estonia would beat Russia single-handedly in a direct war
— The Other Side Media (@TheOtherSideRu) September 24, 2026
Estonia's population is 10 times smaller than Moscow's alone — with zero tanks and just 5 military aircraft pic.twitter.com/u5hJonWmI0
“The circus has left town, but the clowns have stayed behind. This is political clownery,” Putin reaction to the Estonian defence minister
— ☦️Jacob🇷🇺Charite☦️ Иаков (@jaccocharite) September 25, 2026
“Estonia’s population is, I believe, 1.3 million people. The Russian army, just the Russian army, numbers 1.535 million."
1/ pic.twitter.com/oyTKS9Qi5Z
Sombria ironia: Mortes por eutanásia no Canadá superam homicídios com armas de fogo nos EUA.
O Contra no ‘Isto é o Povo a Falar’: Guerra, crise energética e a ofensiva totalitária do eixo Epstein-Davos
O assunto oscilou entre as duas frentes da guerra que o Ocidente está empenhado em travar, a crise energética decorrente, e uma previsível ofensiva da ambição totalitária das elites globalistas dos dois lados do Atlântico, fundada num colapso da economia mundial - ou no apocalipse termo-nuclear.
Cinquenta minutos de liberdade de expressão, e alguma informalidade, para os parâmetros do serviço televisivo por cabo em Portugal.
Alemanha: o crepúsculo do centro. A reconfiguração política e o fim do modelo ocidental tradicional.
A actual instabilidade política europeia, visível claramente na Alemanha, na transição de Frau Merkel para Herr Merz, não é apenas um soluço cíclico. É o sinal final da falência do sistema. A análise de Francisco Henriques da Silva.
Diversidade ou barbaridade? Crianças com menos de cinco anos são sujeitas a casamentos forçados na Grã-Bretanha.
Uma previsão mais ou menos arriscada.
CNN: "President Trump has the highest strongly disapprove rating going into a midterm election on record. 50% of Americans now say that they strongly disapprove of the job he's doing. The previous record was Trump going into 2018 ... just 18% strongly approve of the job Trump is…
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) September 25, 2026
Based. pic.twitter.com/TVAbUkkeAs
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) September 26, 2026
A minha previsão fora da caixa é que os democratas, mesmo dominando as duas câmaras do Congresso, não vão impugnar Donald Trump.
Afinal, o magnata de Queens está a fazer, e vai fazer com maior intensidade ainda depois das eleições, exactamente aquilo que o Estado profundo pretende - e muito melhor do que qualquer democrata poderia cumprir: guerra apocalíptica, empobrecimento das massas à escala global, reforço das ambições escatológicas sionistas, aniquilação do modelo económico baseado em combustíveis fósseis e no dólar como referência fiduciária, queda da civilização ocidental, que resultará no caos que permita a instalação de uma nova ordem mundial, de inspiração totalitária, fundada no monopólio da violência por um Estado centralizado e distópico e no tranformismo tecnológico de Silicon Valley.
A agenda do Regime Epstein está a replicar o globalismo de Davos, mas sob esteroides, à grande e à americana. Retirar Trump da Casa Branca seria completamente contraproducente. Quem manda em Washington e no seu unipartido não podia estar mais satisfeito com o rumo que as coisas estão a tomar.
Donald Trump vai terminar o seu mandato, custe o que custar e haja o que houver. Nesta altura, até acho que a probabilidade de cumprir um terceiro mandato, inconstitucional por natureza, é maior do que a de ser destituído por um congresso dominado pelo Partido Democrata, sinceramente.
Sejam bem vindos.
Truly Horrific pic.twitter.com/8pjmWfDai3
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) September 25, 2026
Mais munições para o genocídio: Regime Trump vai entregar a Israel 60.000 bombas e 20.000 mísseis.
Enclave terrorista de Telavive.
Absent countries will face waves of mass immigration and devastating wildfires. Mark my words. https://t.co/qlCXLT9EkA
— Dr. Simon (@goddek) September 25, 2026
Satanyahu just threatened the entire world with terrorism. Because that's who he is. https://t.co/6FOhAOGQCg
— HealthRanger (@HealthRanger) September 25, 2026
Desfaçatez total: Marco Rubio queixa-se que ataques ucranianos planeados pela CIA atingiram navios e instalações petrolíferas ligadas aos EUA.
Ficheiros 9/11: a investigação de Tucker Carlson.
O choque tardio de Isabel Moreira e o silêncio sobre as crianças que a lei 38/2018 deixou desprotegidas.
quinta-feira, setembro 24, 2026
Amazon, a empresa que mais factura em todo o mundo, emprega 12.600 trabalhadores que sobrevivem graças a cupões de alimentação do Estado.
Que comam plástico: “Cientistas” cozinham biscoitos a partir de resíduos de garrafas.
Andy Burnham quer “suavizar” novas restrições à imigração no Reino Unido, tornando permanente a “onda Boris”.
Queres fazer o favor de atacar o meu país?
Não haverá por certo registo histórico de um momento, como o que vivemos agora, em que tantos dirigentes políticos se tenham mostrado tão desejosos de serem bombardeados pelo inimigo.
Os líderes ocidentais têm feito tudo o que podem e não podem para provocar Moscovo, com uma profusão maluca de falsas bandeiras, sabotagens inventadas, retórica incendiária, sanções draconianas e apoio financeiro, militar e de inteligência à Ucrânia, que tem resultado em ataques devastadores no interior do território russo. A ideia é clara: levar os poderes instituídos em Moscovo a atacar um país europeu para depois invocar o artigo 5º do Tratado do Atlântico Norte, que em teoria colocaria os Estados Unidos e todos os países membros da Nato, de Portugal à Turquia, em pé de guerra com a Rússia.
Mesmo que isso implique, ou precisamente porque isso implica, necessariamente, um conflito termo-nuclear.
Mas o Kremlin tem mostrado uma contenção quase insuportável de testemunhar. E Putin tem dito e redito que não planeia atacar a Europa. Ainda no fim de semana passado recusou a ideia, mesmo depois da capital russa ter sofrido um ataque massivo com milhares de drones e dezenas de mísseis de fabrico ocidental, conduzido por dados de inteligência e navegação ocidentais.
📍🇷🇺🇪🇺 NEW:
— Jackson Hinkle 🇺🇸 (@jacksonhinkle) September 19, 2026
Putin on Europe: I want to say once again: Russia has no aggressive intentions toward Europe or European countries. We simply have no basis for this whatsoever. pic.twitter.com/GtI7mjEiAR
Confrontados com esta teimosia dos russos, que recusam o engodo, por farto e guloso que seja, os suspeitos do costume sobem a parada, anunciam que estão já em guerra, que a Rússia já atacou, que temos que estar preparados para morrer no conflito, que devemos sacrificar tudo em nome da russofobia.
Nesta entrevista trágico-cómica que concedeu à ABC, Emmanuel Macron diz que não acredita em Putin. Que Putin mente quando diz que não pretende atacar a Europa. Que Putin sonha com uma invasão do velho continente. Mas o que lemos nas entrelinhas do que ele diz, o que vemos na sua pose de Anão Napoleão é uma coisa completamente diferente: um homem que aposta tudo na guerra, que espera ansiosamente pelo ataque que não acontece. Que deve rezar todas as noites no altar satânico que montou nos Palácio do Eliseu por uma bomba russa que caia em Paris.
Macron: I do not believe Putin when he says he wants peace. That was not true before.
— Tymofiy Mylovanov (@Mylovanov) September 23, 2026
I do not believe him when he says Russia has no aggressive intent toward Europe. That is not true either.
1/ pic.twitter.com/Krp8QbzPv6
Para Macron, como para Merz, como para Burnham, como para von der Leyen, esta é a solução derradeira para a permanência no poder, livres que serão, na circunstância de uma guerra mundial e apocalíptica, do incómodo escrutínio das massas.
Só não vê quem não quer ver.
quarta-feira, setembro 23, 2026
Opção nuclear em aberto? Trump ameaça “aniquilar” o Irão em discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas.
Líderes governamentais da Escócia, Gales e Irlanda do Norte assinaram um memorando que objectiva a secessão do Reino Unido.
Uma cerimónia para-militar estrambólica.
A mecânica do medo, a máquina de controlo.
Estes dois tweets são paradigmáticos sobre o projecto de poder que está a ser actualmente adoptado pelos líderes europeus: disseminar a ameaça da guerra para implementar estruturas totalitárias de controlo sobre as massas.
Reparem: como o Contra documentou em Fevereiro deste ano, o Reino Unido tem apenas um submarino nuclear no activo (e tantas fragatas - 5 - como a marinha portuguesa). Mas o facto não impede as autoridades britânicas de propagarem, em bicos de pés, ataques histéricos sobre ameaças imaginadas:
You have ONE nuclear submarine in active duty. Get a grip. Nobody cares about your "fleet".
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) September 23, 2026
Até porque estes fabricados alarmismos servem esplendidamente para, na vertente interna, intensificar o fascismo sobre a liberdade de expressão. Acto contínuo, Andy Burnham acaba de anunciar perante a Assembleia Geral das Nações Unidas que vai criar uma espécie de Ministério da Verdade, para que os cidadãos que governa não possam nunca duvidar ou questionar a narrativa da guerra com a Rússia que o regime britânico está a construir meticulosamente desde 2022, com o claro objectivo de se cristalizar no poder.
— RobDaMug (@RobDaMugg) September 23, 2026
Militarmente, o Reino Unido é um rato que teima em oferecer porrada ao urso russo. Politicamente, é uma raposa que, se necessário for, irá devorar as suas crias.
Atenção:
Estas declarações de Donald Trump na Assembleia geral das Nacções Unidas implicam necessariamente o uso de armas nucleares (tácticas, provavelmente).
Sai um texto sobre o assunto, de gravidade monumental, hoje, no Contra.President Donald Trump threatens to nuke Iran and kill tens of millions of innocent Iranian civilians during a speech at the United Nations this morning after doing so on Sunday morning. If the US were to nuke Iran, it is possible Iran could nuke a couple of major US cities… https://t.co/QTml1iocWp
— David Pyne 🇺🇸 (@AmericaFirstCon) September 22, 2026
Sim, muito provavelmente.
Mais os filhos e os que adquiriram nacionalidade, o genocídio por substituição estará já em 30% pic.twitter.com/0DeM1MF08Z
— Líder da União (@lideruniao) September 22, 2026
O Regime Epstein, no seu esplendor: Kash Patel defende a remoção da bestialidade como factor de desqualificação para candidatos ao FBI.
Houthis avançam no Iémen após Trump cancelar no último minuto ataques solicitados pela Arábia Saudita.
Trump anuncia acordo “infinito” que concede aos EUA um permanente controlo de segurança sobre a Gronelândia.
Se alguém tem dúvidas sobre
o domínio que Telavive exerce sobre a actual administração norte-americana (e as anteriores, também), aconselho vivamente o consumo desta conversa entre Tucker Carlson e Max Blumenthal, que deve ser o judeu mais dissidente deste lado da galáxia, e que é um dos poucos jornalistas independentes que ainda restam nos EUA.
Ao ouvi-lo, até eu fiquei impressionado com a quantidade imensa de factos e evidências que apontam claramente para o pulso sionista na condução das políticas externa e interna dos Estados Unidos.
O homem já nem pode sair e entrar do seu país sem ser submetido a uma espécie de polícia política no aeroporto.
O Regime Epstein não brinca e a Primeira Emenda só vale para quem tem as opiniões correctas sobre Israel.
É isto, completamente.
The globalists want total destruction because their ideology is failing spectacularly and their crimes are being exposed. Rather than admit defeat and give up power they are going to take us all down with them.
— The Architect. (@TheMarcitect) September 22, 2026
terça-feira, setembro 22, 2026
Ficheiros 9/11: Dois relatórios em direcções opostas.
Desesperadamente à procura de soldados.
No caso deste artigo da BBC, dá vontade de perguntar: quando se coloca em dúvida se "nós" estamos psicologicamente preparados para a guerra, que "nós" é este?
O pronome da primeira pessoa do plural não pode certamente incluir os cidadãos de "extrema-direita", negacionistas-racistas e inimigos do Estado, que o regime britânico prende à ordem de 34 infelizes por dia. Não se pode esperar destas pessoas desprezíveis que estejam psicologicamente preparadas para uma guerra inventada pelas elites que as desprezam, ou que vão combater em nome de quem as encarcera a torto e a direito por delito de opinião, certo? Ainda assim, trata-se de uma boa fatia da população (na verdade todos os que têm objecções às políticas de imigração e asilo do Reino Unido). Vamos estimar, de forma muito conservadora, considerando por exemplo as sondagens que colocam o Reform UK no topo das preferências eleitorais no país, em 25% dos britânicos.
Depois, temos os cidadãos de extrema-esquerda, uma boa parte daqueles que votam trabalhista, que votam no YouParty de Jeremy Corbyn e noutros pequenos partidos comunistas e socialistas que existem na Grã-Bretanha. Não serão estes com certeza que o regime pretende engajar para a união cívica e o voluntarismo militar: ou têm viva simpatia pelos russos (muitas vezes decorrente de uma equivoca nostalgia soviética) ou puro nojo do país em que nasceram. Num ou noutro caso, não são propriamente os recrutas ideais para carne de canhão. Constituem seguramente uns bons 20% da população total e aqui já temos quase metade da base de recrutamento completamente anulada.
O segmento demográfico seguinte será o dos imigrantes. Indianos, paquistaneses, bangladésios; srilankeses; vietnamitas, magrebinos, palestinianos, libaneses, centro-africanos, sul-africanos, caribes, sul-americanos, polacos, albaneses e etc. Vai talvez ser complicado convencer esta gente, cuja pátria fica do outro lado do mundo, da boa ideia que é morrer pelo Rei Carlos, por causa do Rei Carlos antipatizar com Vladimir Putin. Afinal, trata-se de um arrufo entre cristãos e quantos mais desses arrufos melhor para grande parte desta multidão que de cristã não tem nada. Como a maior parte dos albaneses são muçulmanos, será somente possível recrutar alguns polacos e uns tantos libaneses, dificilmente uma patrulha de jamaicanos, e inutilmente os sul americanos, que não vieram de certeza para o Reino Unido para morrerem parvamente na Ucrânia. Na verdade, o recrutamento obrigatório que se adivinha para vários países da esfera WEF funcionará, inadvertidamente, como um método de autodeportação: a partir do momento que a malta estrangeira perceber que pode dar com as costas num buraco do Donbas, voltará toda contente para a geografia de onde é proveniente. Neste contexto, calculo que teremos que projectar aqui uns bons 15% da população britânica que é impossível mobilizar seja para o que for, quanto mais para ser consistentemente rebentada pela máquina de guerra russa.
A seguir temos os liberais (que votam no Partido Liberal, no Partido Trabalhista e no Partido Conservador, dependendo do estado de espírito). Estes não têm dúvidas de que vivem no melhor dos mundos, nem hesitam quanto à malignidade insustentável de Moscovo e da ameaça que representa para as suas prósperas e simpáticas vidinhas, porque lêem o The Independent como uma espécie de evangelho e são incapazes de pensar pela sua própria cabeça. O problema aqui é que os liberais estão de tal forma confortavelmente instalados na sociedade que dificilmente alguém os convence ao desconforto da guerra. A noção de sacrifício de um liberal é a de que alguém, que não ele, o terá que fazer. Aos 60% de inviáveis soldados que já contámos, vamos colocar aqui mais 10%.
Por fim, temos os indefectíveis do regime, votem eles trabalhista ou conservador, porque estão a votar sempre na mesmíssima coisa. São os 30% da base de recrutamento que sobra. Uma boa fatia destes seres corporativos estão de facto preparados psicologicamente para a guerra com a Rússia, porque os seus cérebros foram eficientemente lavados pelas máquinas de hipnose globalista-leninista do Etton College, de Oxford e de Cambridge, mas não serão eles, em definitivo, que vão morrer nas trincheiras do extremo leste da Europa. São funcionários públicos, jornalistas, lobistas, médicos, arquitectos, políticos, economistas, banqueiros, dirigentes empresariais, aristocratas, enfim, a fauna que infesta as classes altas britânicas: têm mais que fazer. Ninguém lhes vai pedir para pegarem numa metralhadora, apesar de serem experientes atiradores de domingo, no ritual do tiro ao pato e ao prato que cumprem por dever cívico na companhia de duques e lordes, nos majestáticos cenários 'Downton Abbey' da coisa. Esta é a gente que manda os outros para as guerras que fabrica, ponto final parágrafo.
Assim sendo, e respondendo à pergunta passivo-agressiva do colunista da BBC, não, os bifes não estão preparados de forma alguma para a guerra com a segunda maior potência militar do mundo. Nem psicologicamente, porque não têm consciência do que é a guerra e dos seus horrores; nem animicamente, porque foram despojados dos valores da nação ou valorizam uma nação alheia; nem politicamente, porque foram hostilizados pelo regime e são agora seus ressentidos adversários; nem militarmente, porque o Reino Unido desistiu há muito tempo de ter forças armadas que sejam levadas a sério.





























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