segunda-feira, junho 29, 2026

Depois da substituição, a humilhação.

Mais um parecer da Ordem dos Médicos para mutilar crianças: a captura ideológica e o negócio da transição de menores.

A Ordem dos Médicos portuguesa foi capturada ideologicamente pelo transgenerismo, apoiando um modelo de negócio que faz das crianças clientes para toda a vida e atropelando todos os estudos científicos independentes. Um ensaio de Maria Helena Costa.


 



Estruturas semelhantes a microchips, parasitas e nanotecnologia de auto-assemblagem encontradas dentro da vacina Pfizer contra a COVID-19.

Um estudo recentemente publicado no International Journal of Vaccine Theory, Practice, and Research revela enigmáticas estruturas que parecem fazer parte de um avançado sistema de manipulação genética, que usa tecnologias de nano-robótica e engenharia biológica sintética.


 

Apenas 13% dos britânicos querem ver Andy Burnham empossado como primeiro-ministro sem eleições.

O deputado trabalhista Andy Burnham está a caminho de ser empossado como líder do Partido Trabalhista e, por extensão, como primeiro-ministro do Reino Unido, sem eleições legislativas ou internas no partido, apesar da ampla oposição popular a uma coroação sem debate nem sufrágio.


 


A Ilegitimidade do Julgamento Civilizacional.

Se os valores ocidentais são apenas o resultado de uma prática política específica e legitimada no tempo, então por que haveriam de ser superiores aos valores que orientam outras práticas políticas? Uma reflexão de António Justo.


O Funcionamento Interno da Polis Democrática.

O relativismo cultural seguido na governação não tem coerência interna nem externa, provocando em muitos sentimentos de impotência e noutros uma reacção de autodefesa nacionalista. A crónica de António Justo.


 

Vladimir, o desassombrado.


"Os Estados Unidos arrastaram deliberadamente a Rússia e a Europa para este conflito. Nesse sentido, alcançaram os seus objectivos: criaram uma cisão entre nós e entre a Europa e nós. Agora, estão a transferir o ónus financeiro deste conflito para os ombros dos europeus. 

A actual geração de políticos europeus, sem espinha dorsal e sem vontade própria, não consegue resistir a isto devido à sua enorme dependência dos Estados Unidos em relação aos media, à economia e à política.

Se analisar atentamente qualquer grande veículo de comunicação, verá que o seu beneficiário final é, muitas vezes, um fundo americano. As agências de informação americanas do outro lado do oceano recrutam os seus apoiantes ainda na altura da faculdade, treinam-nos e elevam-nos gradualmente aos níveis de liderança política dos países europeus."

 

 
"Eles não podem ignorar o facto de que a Rússia não pode ser derrotada no campo de batalha. Em primeiro lugar, visam as gerações jovens, mentindo a cada passo e distorcendo a verdade histórica. 

Vejam o que estão a fazer com o seu próprio povo… Estão a destruir a instituição da família, a sua identidade cultural e histórica, e várias perversões — no que diz respeito às crianças, até à pedofilia — são aceites como uma nova norma, e os padres são obrigados a reconhecer e a oficiar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. 

Ninguém interfere na vida privada. Mas o que eu quero dizer é que talvez eles devam dar uma olhada nas Escrituras, no Livro Sagrado de qualquer grande religião. Nele diz-se que a família é uma união entre uma mulher e um homem."

Irão ataca navio no Estreito de Ormuz, desafiando acordo com os EUA.

Um ataque a um navio comercial no Estreito de Ormuz por parte da Guarda Revolucionária Islâmica aumentou as tensões e lançou dúvidas sobre a sustentabilidade do recente memorando de entendimento entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão.


 

Se as empresas de Inteligência artificial já não primam pela ética agora, imagine o que vai acontecer quando forem cotadas na bolsa.

Se as preocupações com o quadro ético e as garantias de segurança das empresas de inteligência artificial já são mais que justificadas, quando o capital anónimo, que tem como único objectivo o lucro, entrar neste sector em força, é expectável o descalabro total.


 

A Europa que se quer una e se divide numa geopolítica do Norte contra a diplomacia do Sul

A Europa, que se quer casa comum, não pode tolerar que alguns inquilinos se julguem senhores do lar. A velha diplomacia portuguesa ensina que o poder não se mede pela força do punho, mas pela largura do olhar. A crónica de António Justo.


 

Distopia do Reino Unido: Regulador governamental aprova experiências com bloqueadores da puberdade em crianças até aos 11 anos.

O governo trabalhista britânico permitiu o reinício de um polémico ensaio clínico que administra bloqueadores da puberdade a crianças, apesar das contestações judiciais e das preocupações com a segurança dos infantes.


 

Causa & Efeito #17


sábado, junho 27, 2026


Contribuintes alemães espremidos até ao tutano: Imigrantes custaram mais de 40 mil milhões de euros em 2025.

Os migrantes custaram aos contribuintes alemães — só a nível federal — 24,8 mil milhões de euros em 2025, de acordo com novos dados do “relatório de custos dos refugiados” do Ministério Federal das Finanças alemão. No entanto, o valor real é muito mais elevado.


 

A tirania do “discurso de ódio”: quando o Manual é o novo chicote do Estado paternalista

A verdadeira defesa contra o ódio real – violência, discriminação injusta, incitamento ao crime – já existe no Código Penal. O resto é censura disfarçada de virtude. A crónica de Maria Helena Costa.


 

O jogo como processo de destituição material das massas.


Em Portugal, a indústria do jogo online tem um volume de facturação bruta anual de 1,2 mil milhões de euros. Ou seja, cada português perde em média por ano 115 euros. 

Mas a verdade é que a indústria tem neste momento cerca de 1,2 milhões de contas activas, pelo que temos 12% da população portuguesa a perder cerca de 1.200 euros por ano no jogo online.

A indústria investiu 43 milhões de euros em publicidade, em 2025, sendo o sector com maior crescimento nas despesas em marketing e aproximando-se dos sectores que mais gastam em publicidade em Portugal (grande distribuição e telecomunicações).

As empresas do jogo online pagaram, em 2025, 353 milhões de euros ao Estado, e encheram também os cofres dos media, dos clubes de futebol e de outras modalidades que são populares entre os apostadores.

Ou seja: trata-se de uma actividade económica que transfere riqueza das massas para o sistema corporativo. A um ritmo alucinante que vale a pena sublinhar de novo: 1,2 mil milhões de euros são retirados aos rendimento dos portugueses todos os anos, para lucro das empresas do sector, do Estado, dos media e de clubes desportivos.

É claro que uma boa parte da responsabilidade pela roubalheira é de quem é roubado. Não há dúvidas sobre isso. Mas pensem comigo: os condutores não usavam cinto de segurança e o Estado obrigou-os a usar cinto de segurança porque era melhor para eles. Os fumadores são obrigados a comprar maços de tabaco com fotos de crianças a morrer de cancro porque é melhor para eles. Os consumidores são penalizados fiscalmente por causa do açúcar e do álcool que consomem porque é melhor para eles. Os portugueses foram submetidos a um regime de confinamento de inspiração leninista e submetidos a terapias genéticas de alto risco, cuja engenharia ainda hoje está por conhecer na sua completude, porque era melhor para eles. Os drogaditos têm que comprar droga às escondidas porque é melhor para eles. Os contribuintes são esmagados por uma carga fiscal de carácter absolutamente esclavagista porque é melhor para a sociedade, os europeus vão, mais cedo do que tarde, ser recrutados para morrer numa guerra contra a Rússia porque é melhor para a Europa e assim sucessivamente: o Estado decide frequentemente o que é melhor para o cidadão, mesmo que seja contra a vontade do cidadão. 

Mas neste caso, não.

Neste caso o Estado permite que o cidadão estoire alegremente e sem qualquer restrição as suas poupanças e rendimentos numa indústria que é mafiosa por definição (existe precisamente para roubar dinheiro às pessoas e não presta qualquer serviço de utilidade social) e aditiva por natureza (o vício do jogo também é uma droga dura). Pudera: o Estado é o primeiro beneficiário do banditismo e o banditismo compagina completamente com o ideário corporativo-globalista, que tem entre os seus principais vectores estratégicos o empobrecimento das massas.

Precisamente por isso, seria expectável que o partido político que em Portugal opera sob a bandeira populista tentasse dificultar esta actividade de crime organizado. Nada. E não admiraria ninguém que o Partido Comunista, por todas as razões e mais algumas, se mostrasse também activamente predisposto a contrariar os interesses desta máquina de sugar dinheiro às massas. Nadinha. Curiosamente, é o Livre, que em tudo combate por um Estado mais rico e por cidadãos mais pobres, que com alguma energia tem tentado dar luta à indústria, embora sem qualquer sucesso, claro.

O regime, a cada dia mais gordo, adora o jogo online. O cidadão, a cada dia mais magro, adora o jogo online. 

Faz tudo parte do mesmo processo distópico, da mesma mecânica de destruição civilizacional, a que estamos submetidos, no Ocidente contemporâneo. As pessoas são substituídas, por outras gentes ou por algoritmos, sob o alto patrocínio das elites corporativas, mas também porque permitem ser substituídas (muitas apoiam activamente a substituição). Os cidadãos são fascizados pelas "autoridades" em Bruxelas porque gostam de ser fascizados e concordam com o fascismo. Os contribuintes são espoliados pelas máquinas tributárias regimentais porque toleram o furto, de cara alegre e espírito solidário. Os pais permitem que as suas filhas sejam violadas por imigrantes, para que não lhes caia em cima o opróbrio do racismo. Os povos deixam cair a sua história, a sua cultura, a sua língua, a sua identidade, porque foram convencidos que não merecem sequer um legado. Os jogadores são empobrecidos porque acham que podem ganhar num programa que foi construído para que percam.

O jogo online é, na verdade, só mais um vector da distopia WEF.

sexta-feira, junho 26, 2026

Para ‘salvar’ a democracia? Maioria globalista do parlamento húngaro altera Constituição para impedir regresso político de Orbán.

Como qualquer globalista, Peter Magyar está a fazer tudo o que pode para suprimir a oposição política e o parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que impede o ex-primeiro-ministro Viktor Orbán de se recandidatar ao cargo.


 

A frança sem franceses.


A brincar com o fogo: Reino Unido testa mísseis de longo alcance para ajudar a Ucrânia a bombardear Moscovo.

Os sistemas experimentais, cada um transportando uma ogiva de 250 kg, poderão alegadamente atingir a capital russa a partir de Kiev. E se isto não é uma declaração de guerra à Rússia, que mais precisa de ser feito para que Moscovo perca a paciência?


 

No seu último dia como directora de inteligência, Tulsi Gabbard divulga documentos que ligam Fauci e fundos dos EUA ao laboratório de Wuhan.

Tulsi Gabbard divulgou documentos que sugerem que Anthony Fauci financiou investigação de ganho de função no laboratório de Wuhan e trabalhou activamente para suprimir a teoria, entretanto confirmada, de que uma fuga desse laboratório esteve na origem da pandemia COVID-19.


 

Distópico e ingovernável Reino Unido: Starmer sai, segue-se Burnham, que será o sétimo primeiro-ministro numa década apenas

Keir Starmer vai deixar o cargo de Primeiro-Ministro e de líder do Partido Trabalhista, alegando uma revolta interna contra a sua liderança. O servo do sistema que se segue será muito provavelmente Andy Burnham, o sétimo palhaço no cargo desde 2016.


 

Ganges de violadores na distopia do Reino Unido: 250 mil jovens foram violadas. 95% dos suspeitos são homens muçulmanos.

Entre a apatia e a náusea, os britânicos estão a descobrir que permitiram que as suas filhas fossem impunemente humilhadas, violadas e torturadas numa escala inconcebível, que poderá transcender um quarto de milhão de vítimas. É urgente que se faça justiça sobre este holocausto.


 

A Palantir como ameaça existencial.

Nos EUA foi interposta uma acção judicial federal inovadora contra a Palantir Technologies, o seu fundador Peter Thiel e o CEO Alex Karp, alegando que a empresa ultrapassou os limites constitucionais. A queixa acusa a Palantir de utilizar as suas poderosas ferramentas de vigilância baseadas em inteligência artificial contra o público norte-americano para monitorizar cidadãos, recolher dados biométricos, censurar o discurso público e controlar até os sistemas de crença das massas. Os autores da acção alegam que a empresa está a desenvolver "inteligência sintética" para prever o comportamento humano, um sistema preditivo que viola a "liberdade cognitiva" ao invadir a mente humana.

Clayton Morris trava uma conversa esclarecedora com James Martinez, um denunciante do programa MK-Ultra, sobre a ameeaça existencial que a empresa fundada por Peter Thiel representa para a humanidade.

terça-feira, junho 23, 2026

Carta Aberta ao Presidente da República, ao Parlamento e a todas as Instituições ainda empenhadas na sustentabilidade da cultura milenar portuguesa.

O Presidente deve ao país uma explicação sobre a submissão à agenda "woke". Colocar as bandeiras ideológicas ao mesmo nível da bandeira nacional não é um gesto de pluralismo; é um acto de desrespeito pela colectividade e pela cultura portuguesa. A crónica de António Justo.


 

Se decides insultar alguém, faz a coisa como deve ser.



Lindo: russos constroem BMW’s na fábrica de Kaliningrado que a marca alemã abandonou – e vendem-nos mais baratos.

Depois da BMW ter abandonado a fábrica de Kaliningrado em retaliação contra a operação militar na Ucrânia, os russos tomaram conta da infraestrutura e estão a produzir SUV's da marca alemã a preços módicos.


 

Ministro da Segurança Nacional de Israel afirma que “todo o Líbano deve arder” em obsceno apelo ao genocídio.

Itamar Ben-Gvir está a apelar a ataques contínuos e intensos contra o Líbano, contrariando o memorando de acordo entre os EUA e o Irão, mostrando o dedo médio a Donald Trump e declarando que “mil mães libanesas devem chorar” por cada morte israelita.


É tudo fabricado.

segunda-feira, junho 22, 2026

O Memorando EUA-Irão e a Reconfiguração do Equilíbrio de Poder.

Washington e Tel Aviv saíram desta crise claramente diminuídos. O Irão sobreviveu à pressão militar, diplomática e económica, preservou a coesão e legitimidade do regime e consolidou a sua posição geopolítica. A análise de Francisco Henriques da Silva.

 

As federações de futebol da Europa Ocidental decidiram que os brancos não sabem jogar à bola.

O Mundial de Futebol de 2026 conta com 9 selecções nacionais oriundas da Europa Ocidental (o critério exclui os países nórdicos). Com excepção de Portugal, Espanha e Escócia, nenhuma delas chega a ter mais de 50% de jogadores nativos de cara pálida no 11 inicial dos jogos da fase de grupos (sendo que os respectivos 11 podem ter pequenas variações, que não alteram a média). Ou seja, 67% destas equipas apresenta no seu alinhamento mais jogadores estrangeiros naturalizados ou descendentes de imigrantes do que nativos.

 

França: 3 jogadores nativos/brancos. 27% do 11 inicial. 

 

Suíça: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial. 


Bélgica: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.

 

Alemanha: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.

  

Inglaterra: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.

 

Países Baixos: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.


Ora, isto parece-me deveras abstruso por várias ordens de razão. A primeira das quais é esta: em todos estes países, a maioria da população é branca. Seria suposto que as selecções recrutassem, mais craque menos craque, segundo a realidade demográfica das nações que representam. Se assim não é, isso quer dizer que as federações nacionais, tanto como a UEFA e a FIFA, consideram que há etnias alienígenas que sabem jogar à bola muito melhor que as etnias nativas, certo? 

Costa Marfinenses e congoleses, magrebinos e caribenhos, sul-americanos e sul-africanos, enfim, toda a espécie de malta cujos genes foram criados noutras partes do mundo representam agora, maioritariamente, o talento futebolístico da Europa.

Ninguém abre a boca para dizer o óbvio, mas os primeiros prejudicados são as selecções dos seus países de origem, que seriam por certo mais fortes se os seus melhores atletas não se naturalizassem como europeus, aos rodos.

Depois, parece-me difícil que as equipas nacionais europeias possam ter qualquer coisa parecida com uma identidade, quando são constituídas principalmente por jogadores cultural e geneticamente alienígenas. E virando o problema do avesso, pergunto-me até quando os adeptos suíços e franceses, belgas e alemães se continuarão a identificar com equipas que parecem representar a Costa do Marfim ou a Nigéria.

Dir-me-ão os pragmáticos que o que importa é ter a melhor equipa e o resto é romantismo. Direi eu, e referindo-me apenas ao século XXI, para não esticar muito a corda temporal, excessivamente vantajosa para o meu ponto de vista, que a Alemanha foi campeã mundial em 2014 com 8 nativos brancos (mais dois turcos e um negro), ou seja, 72% do 11 inicial. A Espanha foi campeã em 2010 com  um onze inicial constituído inteiramente por espanhóis brancos. A Itália foi campeã do mundo em 2006 com um onze inicial constituído inteiramente por italianos brancos. 

Além disso parece-me que a filosofia de uma selecção nacional de futebol não pode ser exclusivamente orientada para os resultados. Terá até como primeiro objectivo ser representativa do seu país, da sua demografia e dos talentos que dela consegue obter. A selecção não é um clube. Integrar estrangeiros para ganhar competitividade será sempre um género de batota, para além de uma clara traição à população indígena.

Por último, e dentro da premissa, que me parece pacífica, que os europeus brancos sempre foram os melhores intérpretes da modalidade, só ultrapassados ocasionalmente por brasileiros, argentinos e, por uma vez, uruguaios, o que é que terá acontecido entretanto? Os futobolistas ocidentais, nativos e brancos já não são talentosos? Perderam o jeito no espaço de dez anos, foi?

É claro que não. É claro que o que aconteceu com os brancos no futebol foi o que aconteceu com os brancos no mercado de trabalho em particular e na sociedade em geral. Foram desvalorizados, humilhados, esquecidos e substituídos. Foram sujeitos, como toda a gente, à distopia WEF.