Estes dois sacaninhas fazem neste clip de meia hora aquilo que eu ainda não consegui fazer em três anos e seis meses de ContraCultura: sintetizar toda podridão do Ocidente.
E assim, sendo, o melhor é ouvi-los.
Extensão livre do ContraCultura
Estes dois sacaninhas fazem neste clip de meia hora aquilo que eu ainda não consegui fazer em três anos e seis meses de ContraCultura: sintetizar toda podridão do Ocidente.
E assim, sendo, o melhor é ouvi-los.
O gajo é meu vizinho.
LOL
Hoje , no LightHouse, dancei e pulei como há anos não acontecia.
E rodeado de palhaços, porque hoje era o dia dos palhaços do Carnaval de Sesimbra. Eu detesto o Carnaval e tenho medo de palhaços.
Mas diverti-me loucamente. Hoje.
Hoje percebi que não há que ter medo de palhaços. Que não há como detestar o Carnaval. Que tudo apenas depende da civilização com que concordas.
E eu concordo com esta civilização, a de Sesimbra. Onde um multidão de palhaços da boa boa vontade dão bom nome aos palhaços. Dão civilização ao Carnaval.
Esta vila-milagre onde o compositor de dEUS é meu vizinho de bar e comensal de apartamentos.
Onde a minha mulher regressa anos na idade e eu me deixo cair, outra vez, na paixão que por ela sempre me consumiu.
Onde vou pela primeira vez a um restaurante para ser tratado como se fosse um cliente de sempre.
Hoje, pulei punk no LightHouse, dancei gentil no LightHouse; hoje, fui buscar bifanas a um outro bar, que só a minha doce Dulce, amiga como não tenho outra, sabe discernir, no barulho da noite.
Hoje perdi a carteira, hoje voltei a encontrá-la, sem me ralar muito por causa disso.
Hoje mergulhei numa multidão de mascarados só para perceber que não há mal na multidão, que não há mal nos mascarados.
Só para perceber que sou humano. Que os outros são humanos como eu. Que somos todos palhaços de dEUS.
Constatando, correctamente, que o Reform UK de Nigel Farage mais não é que uma versão 2.0 do Partido Conservador, Rupert Lowe decidiu-se a criar um partido que realmente restitua aos britânicos a sua soberania. E basta ouvir o homem para perceber que este é um projecto com pernas para andar e vontade genuína de combater as oligarquias no Reino Unido.
I am today launching Restore Britain as a national political party.
— Rupert Lowe MP (@RupertLowe10) February 13, 2026
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🚨 BREAKING: Dalai Lama is mentioned 169 times in the Epstein files, including personal meetings. pic.twitter.com/ADbjHIyAf2
— Jackson Hinkle 🇺🇸 (@jacksonhinklle) February 4, 2026
🚨 BREAKING:
— Jvnior (@Jvnior) February 15, 2026
🇺🇸 US Government is now collecting DONATIONS to help pay off its $38 TRILLION debt.
Who the f*ck is actually donating to them? pic.twitter.com/jt3Uo9CFZV
Como não vivemos em democracia já há uns anos largos e "imprensa livre" é na verdade algo que nunca existiu... A conclusão óbvia é que a NATO é uma aliança do género soviético.🚨🇪🇺🇷🇺 BREAKING: NATO's Rutte says "Biggest difference between NATO and the Warsaw Pact" is that "NATO is a coalition of democracies with free media."
— Jackson Hinkle 🇺🇸 (@jacksonhinklle) February 15, 2026
🤡🤡🤡🤡🤡 pic.twitter.com/Qj3CdlLT8b
Essas mesmas pessoas, numa outra conversa, num outro dia, desvelam queixas sem fim sobre as quantidades malucas de publicidade que têm que aturar no Youtube, e as quantidades malucas de botões em que têm de carregar para entrar no Observador, e as quantidades malucas de advertências e lixo comercial a que são sujeitas para obterem informação ou entretenimento mais que sofrível.
Sem perceberem a ironia.
Por um lado, a convicção altruísta faz-lhes confusão (e, se calhar, incomoda-lhes a consciência). Por outro, condenam as lógicas de intensificação do capitalismo contemporâneo, não a propósito dos seus males profundos, mas porque não têm paciência para a (má) propaganda que corre no meio dos seus conteúdos de eleição: pornografia, gatos, comentários políticos dos palhaços de Hollywood, cenas de porrada da vida real, fintas de futebol salão e o Mr. Beast a fingir que é filantropo.
Mais a mais, se repararem, quando entram no ContraCultura, pela homepage ou seja por que conteúdo for, não carregam num único botão, não têm que evitar pop ups, cookies malucos, janelas que saltam, banners que pulam. Nadinha de nada para além do conteúdo propriamente dito.
Dir-me-ão que haverá um meio termo, quando não há meio termo nenhum. De um lado está a máquina de alienação das massas, do outro, uns quantos baris, nos quais me incluo, sem quaisquer preocupações materiais, mas com uma ideia de dever, e uma firme ligação à realidade e ao bom senso, que é imperativa.
Dentro deste estrito grupo, há aqueles que ganham dinheiro com isso, também e legitimamente. O caso dos dois gregos alexandres de que tanto falo aqui no blog (apesar de um dos gregos ser inglês e outro cipriota), é um caso limpinho de quem sai limpo deste imbróglio: a única cena que eles fazem para ganhar dinheiro é publicitar, com moderada acuidade, o seu próprio merchandising.
Outros, que precisam de dinheiro como uma sanita de merda, vendem produto como se amanhã o comércio lhes fosse interdito, o que é para mim incompreensível, mesmo quando nutro por eles alguma admiração, como é o caso de Tucker Carlson. O homem já nasceu muitíssimo rico, e por causa do seu percurso profissional ficou mais rico ainda. E quando deixou a Fox News para iniciar o seu trajecto de free lancer ainda mais rico ficou, se possível. Continua porém a inundar de publicidades os seus seguidores. Mais: mesmo aqueles, como eu fiz até ao fim do ano passado, que pagavam a subscrição dos conteúdos TCN, eram bombardeados constantemente com mercantilismos de toda a ordem.
Porra... O que é que um gajo faz com tanto dinheiro assim?
Eu, na minha mísera condição de classe média baixa portuguesa, que trabalho oito a doze horas por dia no Contra sem ganhar um chavo que seja, e vivo daquilo que até aqui a custo amealhei, fico parvo com os parvos que não me entendem, tanto como fico estúpido com os espertos que não conseguem saciar a fome de lucros.
Dir-me-ão que o excesso mercantilista deriva de um velho e consagrado conceito: se não tens patrocinadores é porque não és relevante. Se o que fazes não gera dinheiro é porque o que fazes de nada vale.
Pois eu direi: não me importo nada de não ganhar dinheiro com aquilo que faço porque sei bem o que é preciso fazer para ganhar dinheiro, neste mundo sujo.
Um exemplo: se o Contra dependesse das audiências e das respectivas receitas para viver, teria que esconder a podridão do regime Trump, cuja exposição desagrada a grande parte dos seus leitores (bem sei). Mas esse imoral escrúpulo trairia a razão de ser da publicação, completamente.
Ainda assim, no crossover das plataformas, o ContraCultura está agora a comunicar com uma média de 50.000 contactos por mês (post sobre este assunto a publicar mais à frente, quando o blog somar um milhão de visitas e o Contra meio milhão, lá para o Verão deste ano), o que é, para mim, muitíssimo gratificante. Gratificante o bastante para nem pensar em dinheiro. Para sentir apenas que estou a cumprir o meu dever.
Dir-me-ão que se não valorizo as receitas também não devia valorizar as audiências. Dir-me-ão que os números de que falo nem são assim nada de especial (é verdade que nem são, no abstracto mediático contemporâneo).
Eu digo que valorizo quem me lê e me ouve mesmo que as audiências fossem de 20 amigos por mês, como já foram, aliás. Eu digo que esses números são uma conquista grande para um gajo absolutamente independente e dissidente e com espírito de contradição, que trabalha a solo (se bem que conte com uma já respeitável legião de contribuintes da coluna de opinião, a quem sou imensamente grato), e que escreve em português sobre assuntos que transcendem largamente a realidade portuguesa.
Acresce que o meu público é absolutamente espectacular, porque eu escrevo, a mais das vezes, contra as expectativas e as convicções do meu público. Mas a missão é essa: ficar o mais possível próximo da verdade. E como não aufiro rendimentos desta actividade, sou completamente livre para arriscar esse compromisso.
E disso, meus caros, sou vaidoso.
E dessa vaidade não fico refém, porque não é tributável pelo estado nem pilhável pelos bancos nem censurável pelos poderes instituídos.
Outros inocentes, outrossim motivados por lógicas espúrias, perguntam-me porque não uso as ferramentas de edição de artigos do X para publicar os conteúdos que publico, em vez de ter os encargos de uma plataforma própria, sem poder capitalizar a massa crítica de uma gigantesca rede social.
Eu respondo, com um sorriso enorme rasgado na minha trombeta castigada por quase seis décadas de invernos: mesmo que hoje possas publicar o que bem entendes no X (o que de qualquer forma não é verdade), quem te garante que o possas fazer amanhã? No contra-cultura.com mando eu. No x.com manda o Elon e amanhã mandará outro filho da puta qualquer e eu não quero que a minha missão panfletária seja dependente de filhos da puta.
E tudo isto para dizer: eu, Paulo Hasse Paixão, não sou um valor de mercado. O ContraCultura não é um valor de mercado. Mas isso não quer dizer que aquilo que faço e aquilo que o Contra faz não tenha valor.
Pelo contrário: é por ser pobre que é livre, é por ser oneroso que é gratuito, é por ser materialmente descomprometido que é sinceramente comprometido com ideais, é por ser modesto que é ambicioso.
E é assim.
Tucker Carlson foi à fronteira da Jordânia com Israel para entrevistar, no local onde Jesus foi baptizado, um clérigo anglicano de Jerusalém e um empresário cristão jordano. Para concluir que os cristãos vivem melhor na nação muçulmana do que no país judaico.
Inspirados pelas acções de pirataria americana no Caribe, os líderes europeus ponderam agora utilizar as suas marinhas para apreender navios que transportam carga russa. A infeliz ideia pode conduzir rapidamente a um confronto termonuclear. Uma crónica de Afonso Belisário.
O Why Files de AJ Gentile tem agora um spin off: "The Basement" - um podcast com convidados que enriquecem a linha editorial do canal.
O convidado do terceiro episódio, Timothy Hogan, autor, orador e investigador esotérico, é especializado nos Cavaleiros Templários, em alquimia, no gnosticismo e nas tradições herméticas. Foi apresentado às ideias templárias na infância, avançando posteriormente através de estudos rosacruzes e maçónicos, obtendo altos graus em vários ritos. Hogan actua como Grão-Mestre da Ordem do Templo dos Iniciados Secretos e fundou o Templar Collegia para ensinar filosofia e simbolismo templários.
A saborosa e elevada conversa explora as ligações entre os Cavaleiros Templários, a civilização perdida de Atlântida e a Arca da Aliança bíblica, aborda a história dos Templários (a sua ascensão, supressão, conhecimentos secretos), interpretações esotéricas de artefactos como a Arca (vista como uma rede global de dispositivos tecnológicos de geraçãod e energia em grande escala), possíveis ligações dos Templários com a sabedoria oculta da Atlântida e significados simbólicos/alquímicos por detrás de mitos como o Santo Graal. Hogan utiliza a sua experiência para combinar factos históricos com interpretações ocultas, discutindo simbolismos mais profundos na alquimia, influências gnósticas e como estes elementos se ligam às ordens esotéricas modernas.
Hogan não tem medo das palavras nem das suas próprias convicções e faz várias afirmações absolutamente disruptivas sobre a natureza de Cristo, o papel de Maria Madalena, os mistérios do Egipto pré-faraónico, e a verdadeira, se bem que secreta, confissão religiosa dos Templários, que, segundo ele, eram gnósticos e que estavam na verdade mais interessados em desenterrar e desvendar artefactos e conhecimentos de uma evoluída civilização anterior à antiguidade clássica do que em proteger os peregrinos cristãos que se deslocavam a Jerusalém.
O parvo do Dan Brown é um menino de escola primária, ao pé deste monstro conspirativo.
No que me diz respeito como cristão, e mesmo considerando que muitas destas afirmações são mais especulativas que substantivas, mesmo discordando mais do que concordando com Hogan, devo dizer que este deve ter sido o podcast mais interessante e intrigante e inspirador que consumi nos últimos anos, porque o meu cristianismo não é dogmático. Ou melhor: o único dogma que aceito está encerrados nas palavras do nazareno conforme elas nos chegaram nos evangelhos (incluindo os apócrifos) e essas, para além de serem já de si crípticas e carregadas de intrincados simbolismos, podem e devem ser exploradas filosoficamente e interpretadas dialecticamente e cruzadas com outros conhecimentos e outras abordagens religiosas e outras visões da história e da condição humana e levadas por outros caminhos, para além daqueles muito estreitos que são determinados rigidamente pelas igrejas cristãs.
Não sou mais ou menos fiel aos evangelhos por querer saber mais. Eu quero sempre saber mais porque: João 8:32.
They managed to stage a fake pandemic in order to get two thirds of humanity injected with a sophisticated toxin they had designed, but they were too dumb to realise it might not be a good idea to keep emailing each other about their child abuse holidays.
— Bob Moran (@bobscartoons) February 9, 2026
Makes sense.
🚨🇺🇸🇳🇴 BREAKING: Norwegian Crown Princess Mette-Marit to Jeffrey Epstein in 2012 said "Soon, people won’t be able to make new humans anymore."
— Jackson Hinkle 🇺🇸 (@jacksonhinklle) February 14, 2026
"We can just design them in a lab." pic.twitter.com/BAkzi315mt
A dimensão do escândalo Epstein é tal que reduz as teorias da conspiração mais audazes a meros eufemismos. As suspeitas são a fumarada inegável de um incêndio moral de proporções civilizacionais. A crónica de António Justo.
The President of the United States has flown in from Tel Aviv to inform Donald Trump how many Christians will be required to die overseas in Iran.
— Candace Owens (@RealCandaceO) February 11, 2026
Stay tuned. https://t.co/Q3vJQU3oqo
Chinese propaganda openly making fun of the U.S. Israel dynamic now pic.twitter.com/1G72Fiq2xB
— Curt Mills (@CurtMills) February 11, 2026
🚨Netanyahu has arrived in DC for his meeting with Trump, shutting down an entire road and traveling in a motorcade of more than 25 vehicles.
— 𝐀𝐍𝐓𝐔𝐍𝐄𝐒 (@Antunes1) February 11, 2026
Israel owns America. pic.twitter.com/lSvsJfcRt0
à total desagregação da realidade.
This photo of Epstein dead on a stretcher was published by the New York Post, and was confirmed to be authentic.
— RoB (@RoB_sol_) May 23, 2025
That is 100% not Epstein’s nose or his ear.
That cunt is still alive!!!! pic.twitter.com/1c6q3BYgFz
🧵1) This is significant because Kash Patel testified to Congress that FBI had no evidence of other sex traffickers. This is FBI’s own 2019 document listing Wexner as coconspirator in child sex trafficking. It wasn’t unredacted until tonight. https://t.co/l6gEDwFun5
— Thomas Massie (@RepThomasMassie) February 10, 2026
🧵3) until tonight no one knew who sent the torture video to Epstein. I went to DOJ, unredacted the email, and reverse searched the email to discover it was a Sultans. Our law requires VICTIM’s information to be redacted, not information of men who sent Epstein torture porn! https://t.co/HwQUW2QZIQ
— Thomas Massie (@RepThomasMassie) February 10, 2026
Pam Bondi LOSES HER MIND when asked why she has not indicted any of Jeffrey Epstein’s clients.
— 𝐀𝐍𝐓𝐔𝐍𝐄𝐒 (@Antunes1) February 11, 2026
“The Dow is over 50k right now, the Nasdaq smashing records, that’s what we should be talking about!!”
pic.twitter.com/88SpUdGbpK
Pam Bondi’s face after every Epstein sexual abuse victim in the room raised their hand, saying they felt ignored by the Trump administration. pic.twitter.com/KaHoCYQcwS
— 𝐀𝐍𝐓𝐔𝐍𝐄𝐒 (@Antunes1) February 11, 2026
daqui a cinco anos estamos reduzidos à irrelevância, na melhor das hipóteses.
David Kipping says something fundamental has shifted in science.
— vitrupo (@vitrupo) February 4, 2026
At a closed meeting at the Institute for Advanced Study (IAS), top physicists agreed AI can now do up to “90%” of their work and may soon push discovery beyond human understanding.
“I don’t know that I want to… pic.twitter.com/qMXbdUouNF
O Reino Unido registou o seu maior número de abortos em 2023, com cerca de 299.614 procedimentos realizados em todo o país, segundo dados oficiais. As organizações pró-vida suspeitam que os números de 2024 e 2025 serão ainda mais assustadores.
que o Departamento de Justiça (DOJ) do Regime Trump tentou esconder no último lote de ficheiros Epstein.
Os representantes Thomas Massie (R) e Ro Khanna (D) estão já a dar a conhecer alguns desses nomes e a ameaçar o DOJ que se o departamento não os revelar, eles próprios o farão.
Se a revelação desses nomes terá consequências legais ou outras já será outra conversa, claro, mas estamos no bom caminho.
Yesterday @RepRoKhanna and I found a list of names and photos in the Epstein files that DOJ had improperly redacted.
— Thomas Massie (@RepThomasMassie) February 10, 2026
DOJ promptly unredacted the men’s names as well as several women in the list that we didn’t flag. The two redacted names are victims. https://t.co/fLLzGW9rR7 pic.twitter.com/DTfK30Kppk
🚨JUST IN: Epstein Files Bombshell
— J Stewart (@triffic_stuff_) February 9, 2026
At least 6 men's names were redacted in the Epstein files, according to Reps. Thomas Massie and Ro Khanna after viewing the unredacted documents.
Massie (smiling): One is "pretty high up" in a foreign government.
They spent two hours… pic.twitter.com/5KmonhxzsI
🚨JUST IN: Thomas Massie says he’s prepared to invoke the “nuclear option” if the DOJ won’t unredact Epstein client names.
— Derrick Evans (@DerrickEvans4WV) February 8, 2026
He warns that if Pam Bondi’s Justice Department refuses to release them, he’ll read the names publicly himself.pic.twitter.com/lQdpSpJRkW