quinta-feira, junho 04, 2026

Coisas que podes fazer com o tempo.

A 'democracia liberal', segundo Friedrich Merz.

Já estes podem reduzir Bruxelas a cinzas que a polícia de choque limita-se a observar.

As prioridades do palhaço.

O assassino foi tratado como vítima, mas

 os que protestam contra o facto são tratados como assassinos.


Quando os bifes se passarem de vez e a guerra civil rebentar, vai haver sangue nas ruas. Abundante.

Ex-executivo da Google: “IA é responsável pela maior parte das mortes nas guerras do Golfo e da Ucrânia.”

Um ex-funcionário da Google, perito em tecnologias de inteligência artificial, acaba de revelar para que é que a IA está a ser utilizada nos bastidores. E não tem nada que ver com chatbots, como era expectável.


 

O mais grave neste caso de homicídio, não é o homicídio. É "demonização" dos Sikhs.

Porque alguém ser acusado (acusado só) de racismo é pior pecado do que esfaquear um jovem estudante até à morte, na distopia do Reino Unido.


O que é que pode correr mal? Ocidente planeia usar ex-militantes do Estado Islâmico contra o Irão.

As agências de espionagem ocidentais pretendem utilizar militantes radicais sírios como força por procuração contra o Irão, segundo afirmou o chefe do Serviço Federal de Segurança russo, Aleksandr Bortnikov.


 

Cegueira. Ou infâmia?

Os polícias em causa até deviam ser condecorados.

quarta-feira, junho 03, 2026

“Não consigo respirar!” Manifestantes cercam esquadra de Southhampton em protesto pela cumplicidade da polícia na morte de Henry Nowak.

As ondas de choque depois das imagens vídeo das circunstâncias que rodearam a morte de Henry Nowak terem caído no domínio público rebentam por todos os lados, no Reino Unido. O Contra sintetiza os acontecimentos mais significativos das últimas horas.


 


ContraConversa: Satanás com a agenda à mostra.

Num cancioneiro de explícitas ameaças, as elites da classe Epstein e da oligarquia WEF já nem escondem os seus mais que sinistros objectivos. Mas as massas continuam impávidas e serenas, como se não estivessem a ser condenadas ao inferno na Terra. Um desabafo e um aviso, textualmente sustentado no que dizem os vilões.

Percebe-se agora porque é que abandonou o circo logo que foi campeão do mundo.

Esta entrevista de longo formato a Nico Rosberg é, para quem é fã do grande circo da Fórmula 1, deveras elucidativa. Nico é um millenial típico, carregadinho de fragilidades, e entrou para a panela de pressão da primeira categoria do automobilismo muito novinho. Foi um pesadelo do princípio ao fim. E as histórias que conta, que não são comuns de ouvir, falam gritantemente sobre o ambiente feroz e a obsessão competitiva, de ordem claramente patológica, que se vive nos bastidores e nas boxes, entre pilotos, engenheiros e patrões, e que transforma a modalidade automóvel num inferninho sem nome.

A Destruição Planeada da Família: Um Alerta

A destruição da família não é um acidente - é uma estratégia para alcançar um Estado omnipotente. Como cristãos, devemos reconstruir o que o mundo tenta demolir, para a glória de Deus e o bem da próxima geração. Um apelo de Maria Helena Costa.


 

Sionismo triunfante: Legisladores do Congresso norte-americano procuram “fundir” as forças armadas israelitas e americanas.

Os legisladores em Washington estão a mobilizar-se discretamente para integrar as forças armadas dos EUA e de Israel de formas sem precedentes, de acordo com uma cláusula da Lei de Autorização de Defesa Nacional, divulgada no início da semana passada.


 

terça-feira, junho 02, 2026


Dizer a verdade é um crime, na Bélgica: Dries Van Langenhove condenado a um ano de prisão por apontar consequências nefastas da imigração massiva.

O nacionalista belga Dries Van Langenhove acaba de ser condenado a um ano de prisão pelo crime de enunciar factos, que o próprio tribunal reconheceu verdadeiros, sobre as consequências civilizacionais da substituição demográfica na Europa. 


 

Platão, agora.


Liberal-sionismo, em todo o seu esplendor.

Que muitos conservadores ocidentais não vêem ou não querem ver.


 

Distopia do Reino Unido: Imagens vídeo mostram polícias a arrastar pelo chão vítima mortal de esfaqueamento acusada de racismo e a ignorar os seus pedidos de socorro.

A Polícia de Hampshire divulgou imagens que mostram os seus agentes a arrastar Henry Nowak pelo chão e a recusarem-se a ouvir os seus pedidos de assistência médica, enquanto o prendiam injustamente com base numa falsa acusação de racismo feita pelo seu assassino sikh.


Invocando as constantes violações ao cessar-fogo de Telavive, Irão suspende negociações de paz com os EUA.

Teerão fechou a porta do processo negocial na cara de Trump e vai voltar a bloquear o Estreito de Ormuz, em resposta aos constantes bombardeamentos e ataques terrestres que as forças israelitas têm desenvolvido no Líbano.


A União Europeia à margem da paz que negociou.

A UE encontra-se perante uma contradição diplomática de difícil resolução: após o início do conflito em 2022, rompeu laços com Moscovo e adoptou uma estratégia de isolamento. Agora, as negociações de paz ocorrem sem a sua presença. A análise de António Justo.



Numa frase económica, toda a tragédia da ciência.

"Whatever it is, reality infinitely transcends anything that we could come up with in science."

Donald Hoffman . MIT Scientist

Um marco.

Em Maio, no crossover das suas várias plataformas (site, blog, X, Instagram e Facebook), o ContraCultura alcançou 103.833 contactos, ultrapassando pela primeira vez a barreira da centena de milhar de impressões por mês.

O Blogville comanda as estatísticas com mais de 40.000 visitas mensais.


O Contra tem estado a ganhar audiências lenta mas consistentemente e em Maio recebeu mais de 14.000 visitas.


Nas redes sociais, o X somou 39.000 contactos, o Instagram 5.600 e o Facebook pouco mais de dois mil.



As audiências nas redes sociais continuam muito baixas, mas eu não tenho tempo nem paciência para trabalhar melhor esta área. O X podia ter  números muito superiores se eu investisse para além de colocar apenas os feeds dos artigos do Contra, mas não me sobram horas do dia para isso.

Nem conto aqui com as vizualizações do Youtube, porque são ridículas. Nem com intervenções que faço em canais alheios, que não têm a ver com o meu estrito âmbito operacional.

No que respeita a subscrições e seguidores, o Contra tem 340 subscritores da e-letter activos e o Blogville cerca de 900; o X tem mais de 6.900 seguidores, o Youtube cento e poucos e o Facebook e o Instagram cerca de 250 cada, num total aproximado de 9.000. Também aqui, com excepção do X, os números das redes sociais são muitíssimo baixos, mas é como é.

Seja como for, parece-me o número de contactos mensais, no seu total, aceitáveis, sinceramente, considerando o perfil desalinhado e disruptivo da publicação (que se destina a um nicho de pessoas que não se confundem facilmente com gado bovino) e que trabalho a solo, apenas com a ajuda dos colunistas de opinião que desinteressadamente continuam a contribuir para enriquecer os conteúdos do Contra e a quem sou grato mil vezes.

Também é verdade que a última vez que pesquisei as estatísticas os números eram metade destes e não foi por isso que desisti. Pela simples razão que não é este o motor do meu trabalho. Gosto de fazer estas contas uma vez por ano ou assim, só para ter uma ideia de a quantos anda o Contra. Mas trabalho nisto para viver bem comigo, e o resto pode ou não surgir por arrasto. Acho até que essa parte depende pouco de mim porque em não posso nem sei fazer muito mais que isto.

segunda-feira, junho 01, 2026

Engenharia de foguetes: Trambolho de Jeff Bezos explode em Terra, num simples teste de ignição.

A engenhoca da Blue Origin explodiu numa espectacular bola de fogo antes sequer de se erguer um centímetro da superfície da Terra, causando grandes danos na plataforma de lançamento e acordando para a realidade os delirantes sonhos da NASA para uma base lunar em 2035.


 

Depois não me venham dizer que não são os sionistas que mandam na Casa Branca.



Elogio da ‘diversidade’, em França: Mais de 750 detidos e 219 feridos, após ‘festejos’ do título da Liga dos Campeões do PSG.

Mais de 750 pessoas foram detidas, 219 ficaram feridas e 57 polícias foram também feridos após a vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal na final da Liga dos Campeões, que provocou distúrbios generalizados em toda a França.


Para fazer exactamente o quê?


E, já agora, onde é que andam os ambientalistas, que ninguém os ouve sobre este assunto?

Presidente do Parlamento iraniano: “Não obtemos concessões através do diálogo, mas sim através de mísseis.”

O presidente do Parlamento iraniano e principal negociador nas conversações de paz com a Casa Branca, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que Teerão considera a dissuasão militar essencial para qualquer negociação com Washington, rejeitando as “garantias" teóricas dos EUA.


 

Indy britânico de fim de século: Suede, Pulp, Radiohead e Shed Seven.

A Discoteca da Minha Vida #20: Entre 1995 e 1996, quatro discos de quatro bandas alternativas britânicas rebentaram para a posteridade, como explosivos e eufóricos manifestos na missa de finados do século XX.


 

Afonso Eulálio: nasceu uma estrela.

Esta edição do Giro parecia condenada ao império do tédio. Com a ausência de João Almeida na UAE, que não alinhou à partida por doença, era mais que nítido que ninguém iria ser capaz de dar grande luta a Vingegaard, que se iria passear pelas 21 etapas da prova. E na verdade, foi o que aconteceu.

Só que o Giro deste ano estava bem desenhado, e acabou por ter várias etapas super disputadas e emocionantes, que fizeram esquecer a ausência de competição para o primeiro lugar na classificação geral.

Uma dessas etapas épicas foi a quinta, em que o português Afonso Eulálio, depois de um duelo incrível com Igor Arrieta, em que ambos foram ao chão, e um final absolutamente excruciante, subiu à primeira posição da geral, apesar de ter cedido nos últimos centímetros a vitória na etapa perante uma espantosa recuperação do espanhol, que entretanto se tinha enganado no caminho (!). 

Eulálio era um ilustre desconhecido do mundo do ciclismo. Toda a gente pensou que ia vestir a Camisola Rosa por um ou dois dias e que depois ia afundar-se na classificação geral. Toda a gente pensou que não ia resistir na primeira etapa de montanha a sério. Ora, a primeira montanha a sério foi o Blockhaus. E o Eulálio resistiu. Que não ia resistir no contra-relógio de 40 quilómetros. Resistiu. Que não ia resistir na subida ao Corno alle Scale. Resistiu. Que não ia resistir à dureza e à inclinação acumulada da Etapa 11 (Porcari - Chiavari), já na segunda semana da corrida. Resistiu. O cilcista da Bharain esteve nove dias com a Camisola Rosa vestida e, quando a perdeu, nos Alpes, na 14ª etapa, para Vingegaard apenas, ainda era líder da juventude e segundo na geral.

Na terceira semana perdeu posições e desceu para sexto, mas não só manteve a Camisola Branca como, naquela que foi a mais dura das etapas do Giro, a vigésima, com duas subidas ao Piancavallo, uma ascensão de 14,5 ksm a 7,8% de inclinação, garantiu essa posição ao cortar a meta em 7º lugar, destruindo não só o rival directo para a classificação da juventude, Davide Piganzoli, como toda a concorrência que tinha atrás de si para a classificação geral, incluindo ciclistas mais que consagrados como Michael Storer, Egan Bernal, Jan Hirt, Sepp Kuss, David de la Cruz, Igor Arrieta, Giulio Ciccone, Valentin Paret-Peintre e o seu chefe de fila e mentor, Damiano Caruso.



Eulálio, de 24 anos, fez um Giro absolutamente incrível, saltando para o primeiro palco do circuito mundial de ciclismo com uma pinta desgraçada, mostrando ser um guerreiro impressionante, com enorme capacidade de sofrimento e medo nenhum de atacar quando sentiu que estava no seu terreno (é um escalador de curtas distâncias, por excelência). Mas a sua performance não se limitou à vertente atlética: o ciclista da Figueira da Foz, muito elegante em cima da bicicleta, tem um sorriso lindíssimo, que faz questão de partilhar com as câmaras de televisão mesmo nos momentos de maior pressão e esforço, é um rapaz muito simpático e encantador com os jornalistas, é humilde, sem ser parvo nenhum, e carregou a camisola rosa como se nada fosse, com bom humor, valentia e nenhum nervosismo aparente. 


A aventura do ciclista português contribuiu em grande parte para o bom curso de toda a prova, porque gerou de facto simpatia por parte das audiências globais, que se mantiveram suspensas sobre a sua capacidade de superação até ao final da última subida ao Piancavallo. E não é de todo descabido pensar que o firmamento do ciclismo profissional de elites ganhou uma nova estrela. Até porque ficou a nítida sensação de que tem ainda uma curva de progressão ascendente, à frente da sua carreira. O potencial está lá. Vamos ver o que a Barhain faz com essa margem de manobra.


Mas outros houve que também deram o espectáculo de que a prova parecia carecida, à partida:  Giulio Ciccone, que triunfou na categoria da Montanha, é um atleta indomável, persistente e feroz, que tudo fez para merecer a Camisola Azul. Jhonatan Narváez, que, ao ganhar 3 etapas, evitou o desastre à melhor equipa do mundo, a UAE, depois de perder os líderes Jay Vine e Adam Yates e o pau para toda a obra que é Marc Soler. O equatoriano, que pedalou como um herói grego durante toda a santa corrida, lutou até ao fim pela classificação dos pontos, que viria a perder para outra figura em destaque nesta edição da prova italiana, Paul Magnier, o sprinter que venceu também por 3 vezes.

Uma última palavra para um dos mais icónicos operários do ciclismo contemporâneo: Nelson Oliveira, o português da Movistar que completou nesta edição do Giro de Itália 23 grandes voltas sucessivas (as de 3 semanas: Giro, Tour e Vuelta). São 473 etapas, sem uma desistência que seja. É obra, poça...

No fim das contas, foi um Giro muito entretido, mesmo com o passeio de Vingegaard, que é de facto um extraterrestre e que só vai encontrar um adversário à altura daqui a um mês, no Tour de France, quando defrontar o alienígena-mor: Tadej Pogačar.

domingo, maio 31, 2026

O milagre económico do Regime Epstein.


A Explosão Trans Pós-Pandemia em Portugal que o Movimento Bora Ignora

A pandemia amplificou a disforia de género nas redes sociais e jovens vulneráveis e isolados foram cooptados por activistas. Agora, o Bora vai às escolas falar de "vulnerabilidade online". É uma ironia mortal. A crónica de Maria Helena Costa.


 

Até a Nissan goza o prato.


Vazio Faz Eco

Mas o que era sina virou gosto / falar sozinho é rotina / beber sozinho também / virei meu melhor amigo / hoje vou almoçar comigo . A poesia de Walter Biancardine.


 


Nocturnos #12: Valerá a pena "salvar" o Ocidente?

A direita conservadora e populista dos tempos que correm trava um combate para “salvar” a civilização ocidental. Mas será o Ocidente que temos hoje, dominado pela classe Epstein de um lado do Atlântico e pela oligarquia WEF do outro, digno de ser salvo?

Senado de Berlim decide que slogan “queimem os velhos homens brancos” não constitui crime de ódio.

O líder da Juventude dos Verdes publicou um vídeo que apelava para que se “queimem os velhos homens brancos”. O Senado alemão considerou, risivelmente, que a mensagem não constituía discurso de ódio por "não se dirigir a nenhum segmento específico da população".