sábado, junho 27, 2026


Contribuintes alemães espremidos até ao tutano: Imigrantes custaram mais de 40 mil milhões de euros em 2025.

Os migrantes custaram aos contribuintes alemães — só a nível federal — 24,8 mil milhões de euros em 2025, de acordo com novos dados do “relatório de custos dos refugiados” do Ministério Federal das Finanças alemão. No entanto, o valor real é muito mais elevado.


 

A tirania do “discurso de ódio”: quando o Manual é o novo chicote do Estado paternalista

A verdadeira defesa contra o ódio real – violência, discriminação injusta, incitamento ao crime – já existe no Código Penal. O resto é censura disfarçada de virtude. A crónica de Maria Helena Costa.


 

O jogo como processo de destituição material das massas.


Em Portugal, a indústria do jogo online tem um volume de facturação bruta anual de 1,2 mil milhões de euros. Ou seja, cada português perde em média por ano 115 euros. 

Mas a verdade é que a indústria tem neste momento cerca de 1,2 milhões de contas activas, pelo que temos 12% da população portuguesa a perder cerca de 1.200 euros por ano no jogo online.

A indústria investiu 43 milhões de euros em publicidade, em 2025, sendo o sector com maior crescimento nas despesas em marketing e aproximando-se dos sectores que mais gastam em publicidade em Portugal (grande distribuição e telecomunicações).

As empresas do jogo online pagaram, em 2025, 353 milhões de euros ao Estado, e encheram também os cofres dos media, dos clubes de futebol e de outras modalidades que são populares entre os apostadores.

Ou seja: trata-se de uma actividade económica que transfere riqueza das massas para o sistema corporativo. A um ritmo alucinante que vale a pena sublinhar de novo: 1,2 mil milhões de euros são retirados aos rendimento dos portugueses todos os anos, para lucro das empresas do sector, do Estado, dos media e de clubes desportivos.

É claro que uma boa parte da responsabilidade pela roubalheira é de quem é roubado. Não há dúvidas sobre isso. Mas pensem comigo: os condutores não usavam cinto de segurança e o Estado obrigou-os a usar cinto de segurança porque era melhor para eles. Os fumadores são obrigados a comprar maços de tabaco com fotos de crianças a morrer de cancro porque é melhor para eles. Os consumidores são penalizados fiscalmente por causa do açúcar e do álcool que consomem porque é melhor para eles. Os portugueses foram submetidos a um regime de confinamento de inspiração leninista e submetidos a terapias genéticas de alto risco, cuja engenharia ainda hoje está por conhecer na sua completude, porque era melhor para eles. Os drogaditos têm que comprar droga às escondidas porque é melhor para eles. Os contribuintes são esmagados por uma carga fiscal de carácter absolutamente esclavagista porque é melhor para a sociedade, os europeus vão, mais cedo do que tarde, ser recrutados para morrer numa guerra contra a Rússia porque é melhor para a Europa e assim sucessivamente: o Estado decide frequentemente o que é melhor para o cidadão, mesmo que seja contra a vontade do cidadão. 

Mas neste caso, não.

Neste caso o Estado permite que o cidadão estoire alegremente e sem qualquer restrição as suas poupanças e rendimentos numa indústria que é mafiosa por definição (existe precisamente para roubar dinheiro às pessoas e não presta qualquer serviço de utilidade social) e aditiva por natureza (o vício do jogo também é uma droga dura). Pudera: o Estado é o primeiro beneficiário do banditismo e o banditismo compagina completamente com o ideário corporativo-globalista, que tem entre os seus principais vectores estratégicos o empobrecimento das massas.

Precisamente por isso, seria expectável que o partido político que em Portugal opera sob a bandeira populista tentasse dificultar esta actividade de crime organizado. Nada. E não admiraria ninguém que o Partido Comunista, por todas as razões e mais algumas, se mostrasse também activamente predisposto a contrariar os interesses desta máquina de sugar dinheiro às massas. Nadinha. Curiosamente, é o Livre, que em tudo combate por um Estado mais rico e por cidadãos mais pobres, que com alguma energia tem tentado dar luta à indústria, embora sem qualquer sucesso, claro.

O regime, a cada dia mais gordo, adora o jogo online. O cidadão, a cada dia mais magro, adora o jogo online. 

Faz tudo parte do mesmo processo distópico, da mesma mecânica de destruição civilizacional, a que estamos submetidos, no Ocidente contemporâneo. As pessoas são substituídas, por outras gentes ou por algoritmos, sob o alto patrocínio das elites corporativas, mas também porque permitem ser substituídas (muitas apoiam activamente a substituição). Os cidadãos são fascizados pelas "autoridades" em Bruxelas porque gostam de ser fascizados e concordam com o fascismo. Os contribuintes são espoliados pelas máquinas tributárias regimentais porque toleram o furto, de cara alegre e espírito solidário. Os pais permitem que as suas filhas sejam violadas por imigrantes, para que não lhes caia em cima o opróbrio do racismo. Os povos deixam cair a sua história, a sua cultura, a sua língua, a sua identidade, porque foram convencidos que não merecem sequer um legado. Os jogadores são empobrecidos porque acham que podem ganhar num programa que foi construído para que percam.

O jogo online é, na verdade, só mais um vector da distopia WEF.

sexta-feira, junho 26, 2026

Para ‘salvar’ a democracia? Maioria globalista do parlamento húngaro altera Constituição para impedir regresso político de Orbán.

Como qualquer globalista, Peter Magyar está a fazer tudo o que pode para suprimir a oposição política e o parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que impede o ex-primeiro-ministro Viktor Orbán de se recandidatar ao cargo.


 

A frança sem franceses.


A brincar com o fogo: Reino Unido testa mísseis de longo alcance para ajudar a Ucrânia a bombardear Moscovo.

Os sistemas experimentais, cada um transportando uma ogiva de 250 kg, poderão alegadamente atingir a capital russa a partir de Kiev. E se isto não é uma declaração de guerra à Rússia, que mais precisa de ser feito para que Moscovo perca a paciência?


 

No seu último dia como directora de inteligência, Tulsi Gabbard divulga documentos que ligam Fauci e fundos dos EUA ao laboratório de Wuhan.

Tulsi Gabbard divulgou documentos que sugerem que Anthony Fauci financiou investigação de ganho de função no laboratório de Wuhan e trabalhou activamente para suprimir a teoria, entretanto confirmada, de que uma fuga desse laboratório esteve na origem da pandemia COVID-19.


 

Distópico e ingovernável Reino Unido: Starmer sai, segue-se Burnham, que será o sétimo primeiro-ministro numa década apenas

Keir Starmer vai deixar o cargo de Primeiro-Ministro e de líder do Partido Trabalhista, alegando uma revolta interna contra a sua liderança. O servo do sistema que se segue será muito provavelmente Andy Burnham, o sétimo palhaço no cargo desde 2016.


 

Ganges de violadores na distopia do Reino Unido: 250 mil jovens foram violadas. 95% dos suspeitos são homens muçulmanos.

Entre a apatia e a náusea, os britânicos estão a descobrir que permitiram que as suas filhas fossem impunemente humilhadas, violadas e torturadas numa escala inconcebível, que poderá transcender um quarto de milhão de vítimas. É urgente que se faça justiça sobre este holocausto.


 

A Palantir como ameaça existencial.

Nos EUA foi interposta uma acção judicial federal inovadora contra a Palantir Technologies, o seu fundador Peter Thiel e o CEO Alex Karp, alegando que a empresa ultrapassou os limites constitucionais. A queixa acusa a Palantir de utilizar as suas poderosas ferramentas de vigilância baseadas em inteligência artificial contra o público norte-americano para monitorizar cidadãos, recolher dados biométricos, censurar o discurso público e controlar até os sistemas de crença das massas. Os autores da acção alegam que a empresa está a desenvolver "inteligência sintética" para prever o comportamento humano, um sistema preditivo que viola a "liberdade cognitiva" ao invadir a mente humana.

Clayton Morris trava uma conversa esclarecedora com James Martinez, um denunciante do programa MK-Ultra, sobre a ameeaça existencial que a empresa fundada por Peter Thiel representa para a humanidade.

terça-feira, junho 23, 2026

Carta Aberta ao Presidente da República, ao Parlamento e a todas as Instituições ainda empenhadas na sustentabilidade da cultura milenar portuguesa.

O Presidente deve ao país uma explicação sobre a submissão à agenda "woke". Colocar as bandeiras ideológicas ao mesmo nível da bandeira nacional não é um gesto de pluralismo; é um acto de desrespeito pela colectividade e pela cultura portuguesa. A crónica de António Justo.


 

Se decides insultar alguém, faz a coisa como deve ser.



Lindo: russos constroem BMW’s na fábrica de Kaliningrado que a marca alemã abandonou – e vendem-nos mais baratos.

Depois da BMW ter abandonado a fábrica de Kaliningrado em retaliação contra a operação militar na Ucrânia, os russos tomaram conta da infraestrutura e estão a produzir SUV's da marca alemã a preços módicos.


 

Ministro da Segurança Nacional de Israel afirma que “todo o Líbano deve arder” em obsceno apelo ao genocídio.

Itamar Ben-Gvir está a apelar a ataques contínuos e intensos contra o Líbano, contrariando o memorando de acordo entre os EUA e o Irão, mostrando o dedo médio a Donald Trump e declarando que “mil mães libanesas devem chorar” por cada morte israelita.


É tudo fabricado.

segunda-feira, junho 22, 2026

O Memorando EUA-Irão e a Reconfiguração do Equilíbrio de Poder.

Washington e Tel Aviv saíram desta crise claramente diminuídos. O Irão sobreviveu à pressão militar, diplomática e económica, preservou a coesão e legitimidade do regime e consolidou a sua posição geopolítica. A análise de Francisco Henriques da Silva.

 

As federações de futebol da Europa Ocidental decidiram que os brancos não sabem jogar à bola.

O Mundial de Futebol de 2026 conta com 9 selecções nacionais oriundas da Europa Ocidental (o critério exclui os países nórdicos). Com excepção de Portugal, Espanha e Escócia, nenhuma delas chega a ter mais de 50% de jogadores nativos de cara pálida no 11 inicial dos jogos da fase de grupos (sendo que os respectivos 11 podem ter pequenas variações, que não alteram a média). Ou seja, 67% destas equipas apresenta no seu alinhamento mais jogadores estrangeiros naturalizados ou descendentes de imigrantes do que nativos.

 

França: 3 jogadores nativos/brancos. 27% do 11 inicial. 

 

Suíça: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial. 


Bélgica: 4 jogadores nativos/brancos. 36% do 11 inicial.

 

Alemanha: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.

  

Inglaterra: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.

 

Países Baixos: 5 jogadores nativos/brancos. 45% do 11 inicial.


Ora, isto parece-me deveras abstruso por várias ordens de razão. A primeira das quais é esta: em todos estes países, a maioria da população é branca. Seria suposto que as selecções recrutassem, mais craque menos craque, segundo a realidade demográfica das nações que representam. Se assim não é, isso quer dizer que as federações nacionais, tanto como a UEFA e a FIFA, consideram que há etnias alienígenas que sabem jogar à bola muito melhor que as etnias nativas, certo? 

Costa Marfinenses e congoleses, magrebinos e caribenhos, sul-americanos e sul-africanos, enfim, toda a espécie de malta cujos genes foram criados noutras partes do mundo representam agora, maioritariamente, o talento futebolístico da Europa.

Ninguém abre a boca para dizer o óbvio, mas os primeiros prejudicados são as selecções dos seus países de origem, que seriam por certo mais fortes se os seus melhores atletas não se naturalizassem como europeus, aos rodos.

Depois, parece-me difícil que as equipas nacionais europeias possam ter qualquer coisa parecida com uma identidade, quando são constituídas principalmente por jogadores cultural e geneticamente alienígenas. E virando o problema do avesso, pergunto-me até quando os adeptos suíços e franceses, belgas e alemães se continuarão a identificar com equipas que parecem representar a Costa do Marfim ou a Nigéria.

Dir-me-ão os pragmáticos que o que importa é ter a melhor equipa e o resto é romantismo. Direi eu, e referindo-me apenas ao século XXI, para não esticar muito a corda temporal, excessivamente vantajosa para o meu ponto de vista, que a Alemanha foi campeã mundial em 2014 com 8 nativos brancos (mais dois turcos e um negro), ou seja, 72% do 11 inicial. A Espanha foi campeã em 2010 com  um onze inicial constituído inteiramente por espanhóis brancos. A Itália foi campeã do mundo em 2006 com um onze inicial constituído inteiramente por italianos brancos. 

Além disso parece-me que a filosofia de uma selecção nacional de futebol não pode ser exclusivamente orientada para os resultados. Terá até como primeiro objectivo ser representativa do seu país, da sua demografia e dos talentos que dela consegue obter. A selecção não é um clube. Integrar estrangeiros para ganhar competitividade será sempre um género de batota, para além de uma clara traição à população indígena.

Por último, e dentro da premissa, que me parece pacífica, que os europeus brancos sempre foram os melhores intérpretes da modalidade, só ultrapassados ocasionalmente por brasileiros, argentinos e, por uma vez, uruguaios, o que é que terá acontecido entretanto? Os futobolistas ocidentais, nativos e brancos já não são talentosos? Perderam o jeito no espaço de dez anos, foi?

É claro que não. É claro que o que aconteceu com os brancos no futebol foi o que aconteceu com os brancos no mercado de trabalho em particular e na sociedade em geral. Foram desvalorizados, humilhados, esquecidos e substituídos. Foram sujeitos, como toda a gente, à distopia WEF. 

 

domingo, junho 21, 2026

A Ditadura dos Símbolos e o Verdadeiro Papel do Estado Laico

Se o Estado hasteia o arco-íris para “combater o preconceito”, então deve hastear também a bandeira pró-vida, os símbolos da deficiência e as insígnias de uma inclusão real contra todas as discriminações. A crónica de Maria Helena Costa.


 

Criança é atirada aos crocodilos num jardim zoológico britânico. Polícia encobre identidade do criminoso e toda a gente percebe porquê.

Um menino de três anos foi levado de urgência para o hospital, depois de ter sido atirado para um recinto de crocodilos num jardim zoológico em Cambridge. Como a polícia está a esconder a identidade do criminoso, será provavelmente um imigrante muçulmano.


Presidente dos Estados Unidos da América demite primeiro-ministro inglês.

Donald Trump, J.D. Vance e o soro da verdade: Casa Branca acusa Israel de matar civis e de não perceber que só tem um aliado no mundo.

Da noite para o dia, Donald Trump e J.D. Vance decidiram falar verdade e, algo surpreendentemente, estão agora a acusar Israel de acções irreflectidas, assassinato de civis, ingratidão para com o seu único aliado e insolência diplomática.


 

A propaganda, para lá dos limites do admissível.

Os propagandistas da revista Der Spiegel decidiram que a capa da edição da semana passada devia ser esta:

Acompanhando uma foto de tropas nazis envolvidas na Operação Barbarossa (invasão da URSS) durante a II Guerra Mundial, e celebrando o 85º aniversário dessa ofensiva militar, o headline universaliza e prolonga a ancestral hostilidade entre germânicos e russos, afirmando literalmente:

"A nossa guerra contra a Rússia."

Nesta capa é assim estampada a agenda globalista das elites europeias em geral e dos líderes do arco do poder alemães, em particular: atacar militarmente a Rússia, como fez Hitler em 1941.

E antes de explorar esta afirmação, talvez seja pertinente revisitar a história dos conflitos entre alemães e russos.

Em 1242, ordens militares católicas germânicas (Cavaleiros Teutónicos e a Ordem dos Portadores da Espada) tentaram conquistar os territórios das repúblicas russas de Pskov e Novgorod durante a chamada "Cruzada da Livónia". O avanço germânico foi travado de forma decisiva pelo príncipe russo Alexandre Nevsky na famosa 'Batalha do Gelo'.

Durante a Guerra dos Sete Anos (1756–1763) a Prússia de Frederico, o Grande, enfrentou uma coligação que incluía o Império Russo. Não se tratou de uma invasão prussiana ao coração da Rússia, mas sim de combates violentos nas fronteiras e em territórios disputados (como a Prússia Oriental). Apesar dos russos enfrentarem na altura aquela que era a primeira máquina de guerra da Europa, uma espécie de Esparta do Báltico, o exército russo chegou a invadir a potência germânica e a ocupar Berlim temporariamente. A Prússia foi salva da derrota total pelo "Milagre da Casa de Brandeburgo", quando o novo Czar russo, Pedro III (que admirava Frederico, nasceu na Alemanha e foi educado sob forte influência germânica), retirou a Rússia da guerra.

Em 1812, a Prússia participou directamente na invasão do território russo como um aliado forçado de Napoleão Bonaparte. Um corpo de exército prussiano de 20.000 soldados operou no flanco esquerdo da invasão francesa, atacando a Rússia na direcção de Riga. Os resultados catastróficos desta invasão são bem conhecidos, embora, comparativamente com as baixas francesas, o exército germânico tenha sido poupado à extinção. tendo perdido 'apenas' um quarto dos seus soldados.

Logo após o início da Primeira Guerra Mundial, o Império Alemão atacou a Rússia czarista. Os alemães avançaram profundamente pelo território do Império Russo e, posteriormente, da Rússia Soviética.A ofensiva alemã resultou no colapso militar russo, culminando na Ofensiva de Gorlice-Tarnów (1915). Em 1918, a Operação Golpe de Punho avançou ainda mais pelo interior da Rússia, forçando o governo bolchevique a assinar o Tratado de Brest-Litovsk. A Rússia viu-se obrigada a ceder um milhão de quilómetros quadrados de território, um terço da sua população e a maior parte das suas indústrias essenciais. Mas em Novembro desse ano, com a rendição dos alemães, o tratado foi anulado pelos aliados, com uma boa parte dos territórios perdidos devolvidos à Rússia (Ucrânia e Bielorrússia).

Em 22 de Junho de 1941, a Alemanha Nazi lançou a Operação Barbarossa, no contexto da II Guerra Mundial. Foi a maior invasão terrestre da história militar, com mais de 3 milhões de soldados do Eixo a avançar pela fronteira da União Soviética, incluindo o coração da Rússia. A invasão tinha como objectivo a destruição do Estado soviético e a conquista de "espaço vital" (Lebensraum) para colonização alemã. A campanha estendeu-se até 1945, terminando com a derrota total da Alemanha pelas forças soviéticas que avançaram até Berlim, tomando a capital e fechando para todos os efeitos o conflito na Europa. 

Assim sendo, e como é fácil de constatar, milícias teutónicas, exércitos prussos, tropas do Kaiser e toda a formidável máquina de guerra nazi não foram capazes de grandes sucessos, muito pelo contrário. Isto apesar das forças germânicas, regra geral, terem sido responsáveis pelo início dos conflitos. No caso da II Guerra Mundial, a invasão nazi aconteceu até e para enorme surpresa de Estaline, quando os dois países cumpriam um importante tratado de não agressão e cooperação industrial - o Tratado Molotov-Ribbentrop.

Dado o contexto histórico, a capa do Spiegel é obscena, por vários motivos.

A revista alemã está a celebrar um dos maiores descalabros militares da histórica, que levou directamente à aniquilação do regime nazi e à destruição da Alemanha, sendo que se estima que entre 3 a 4 milhões de soldados alemães perderam a vida na frente leste. Só para termo de comparação, as tropas napoleónicas sofreram não mais que meio milhão de baixas na invasão francesa da Rússia, também ela um monumental desastre militar, no princípio do Século XIX.

A revista alemã está a celebrar uma guerra mundial que foi provocada pelos alemães, para sua desgraça. E a invasão de um país que acabou por ser o primeiro responsável por essa mesma desgraça.

A revista alemã está a celebrar uma agressão militar perpetrada por um dos mais draconianos e genocidas regimes da história. Os horrores cometidos pelos nazis são do conhecimento geral, mas valerá a pena sublinhar que durante a operação Barbarossa a Wehrmacht e as SS mataram mais de três milhões de civis russos. Só no Cerco de Leninegrado morreram mais de 500.000.

A revista alemã está a forçar loucamente a ideia alucinada de que os cidadãos da Alemanha Nazi têm o mesmo tipo de valores que os alemães contemporâneos, e que as motivações do regime de Hitler são as motivações dos povos germânicos ao longo da história e dos cidadãos contemporâneos da federação. 

A revista alemã está a revelar a agenda, querida dos globalistas, de que a guerra contra a Rússia é agora necessária e inevitável, e que ao contrário do que nos têm dito (mentindo com quantos dentes têm) é a Europa que pretende invadir a Rússia e não a Rússia que pretende invadir a Europa.

Por último (para fechar este extenso texto mais do que para exaurir as conclusões que se podem tirar desta sinistra decisão editorial), a revista alemã está a sugerir, contra todas as evidências históricas, contra todos os factos estatísticos, demográficos e logísticos, que a Alemanha é capaz de derrotar militarmente a Rússia.

A Alemanha, cujo exército não incorpora mais de 190.000 activos, neste momento.

A Alemanha, que vive numa crise industrial e energética sem precedentes e é unanimemente considerada como uma potência económica em acentuado declínio.

A Alemanha, cuja marinha de guerra incorpora na sua frota apenas 11 fragatas, 5 corvetas e 6 submarinos. Em vários momentos recentes, devido à falta de peças de reposição e atrasos na manutenção, esta meia dúzia de submarinos ficaram parados ao mesmo tempo, deixando o país temporariamente sem capacidade subaquática.

A Alemanha, que não tem armas nucleares e que nos últimos quatro anos tem entregado, de borla, boa parte do seu arsenal à Ucrânia. 

A Alemanha que, para constituir uma ameaça militar séria a qualquer outro país, precisa da NATO, num momento em que a NATO está fragilizada por claras alterações na filosofia geoestratégica dos EUA, que são o seu principal motor e contribuinte, de longe.

A Alemanha, que tem tais dificuldades de recrutamento de soldados, que aumentou recentemente a idade do serviço activo para 45 anos e nem as modestas metas da NATO consegue cumprir, sendo que as suas forças armadas apresentam um défice de 60.000 homens em relação às exigências da aliança atlântica. 

A Alemanha, cujos poderes instituídos vivem em guerra aberta com um terço da sua população, perseguindo activamente a liberdade de expressão e a dissidência política. 

Esta Alemanha quer tentar, pela enésima vez, invadir a Rússia. 

Se não suspeitássemos que o objectivo dos líderes globalistas europeus é a destruição material e espiritual de um modelo civilizacional, e se não compreendêssemos que uma guerra perdida é a melhor forma de o conseguir, não haveria maneira de entender isto.

Mas os meus leitores sabem melhor. E percebem perfeitamente o que está em questão.  

Cientistas descobrem que há algo que vive dentro do nevoeiro.

O nevoeiro não esconde monstros, mas alberga vida. Algumas das suas gotículas integram colónias de milhões de bactérias, que prosperam neste ecossistema, enquanto consomem poluentes suspensos no ar.


 

Ningém liga nenhuma ao que diz Trump. Nem o seu "maior aliado".

Apesar do seu maior aliado precisar dos EUA como pão para a boca.

Distopia do Reino Unido: atrasos nas urgências do Serviço Nacional de Saúde britânico matam 300 doentes por semana.

Um novo relatório do Royal College of Emergency Medicine revelou a sobrelotação alarmante nos serviços de urgência britânicos, com atrasos fatais no processamento de doentes a contribuírem para mais de 15.000 mortes ​​no ano passado.


 

Milagre económico do Regime Epstein: enquanto aumento de preços nos EUA atinge o nível mais elevado em três anos, Trump diz que “adora a inflação”.

A inflação nos Estados Unidos atingiu 4,5%, o seu nível mais elevado em três anos, impulsionada pelo aumento dos custos energéticos provocado pela guerra com o Irão. Mas Donald Trump diz que "adora" esse empobrecimento dos americanos.


 

A verdadeira história de Henry Nowak


Informação aprovada pelo Estado: Governo de Merz quer controlar as notícias nas redes sociais.

Os organismos reguladores dos media do Estado alemão estão a preparar regras que vão obrigar as plataformas de rede social a dar ainda maior visibilidade à imprensa corporativa e às suas máquinas de propaganda, em detrimento da liberdade de expressão e da pluralidade informação.


Cem anos de pedofilia.

Troca-se o nome do monstro e ele permanece intocado. Muda-se a embalagem, como se o problema estivesse na palavra, não no acto. No século XXI, não basta a brutalidade. Exige-se o consentimento. Uma crónica de Marcos Paulo Candeloro.