quarta-feira, fevereiro 18, 2026

O que é treta para ti, é fundamental para mim, ò anão napoleão.

E mesmo que o meu discurso seja "odioso" ou "racista", terei que ser livre de o manifestar. Por exemplo: terei que ser livre de dizer: acho que os franceses deviam esclarecer se a sua primeira dama é ou não é um homem que bate no marido com alguma regularidade.  

Carl Jung e o elogio do mito.

Um breve ensaio que revisita o pensamento do psiquiatra suíço, no contexto do que escreveu sobre a importância da religião na procura de um significado para o percurso existencial do individuo.


 


Activistas britânicos anti-imigração proibidos de entrar em França para que não impeçam travessias ilegais de imigrantes para o Reino Unido.

As autoridades francesas proibiram a entrada ou permanência em França de dez membros do grupo activista britânico anti-imigração Raise the Colours, alegando o seu envolvimento em acções contra barcos de migrantes ao longo da costa norte francesa.


 


França: Terroristas da Antifa matam jovem segurança que protegia activistas de direita.

Um segurança que acompanhava activistas do grupo feminista de direita Collectif Némésis foi morto em Lyon, após confrontos violentos com um grupo da Antifa, apoiado pelo partido de extrema-esquerda La France Insoumise.


Tribunais alemães podem impor “proibição de discurso” contra líder regional do AfD.

Os tribunais alemães estão actualmente a deliberar se o político Björn Höcke, um líder estadual do partido Alternativa para a Alemanha, poderá ser alvo de uma “proibição de discurso” durante um evento de campanha na cidade de Lindenberg im Allgäu.


 

Doug, Tucker e as divergências no conservadorismo americano.

Mais um podcast com duas figuras centrais do universo do Blogville e do ContraCultura: Doug Wilson e Tucker Carlson. A conversa centra-se no assunto onde a convergência de opinião entre estes dois dissidentes é mais difícil de conseguir: Israel, a sua influência na política externa americana e os crimes de guerra que perpetra impunemente. Doug, como boomer conservador e evangelista, está mais próximo do sionismo. Tucker, como agente renegado de todas as narrativas, é bem mais crítico de Telavive. E daqui resulta um debate de ideias bem interessante. 

Reino Unido: Rupert Lowe lança o Restore Britain como partido político que vai apresentar “centenas de candidatos” nas próximas legislativas.

Constatando, correctamente, que o Reform UK de Nigel Farage mais não é que uma versão 2.0 do Partido Conservador, Rupert Lowe decidiu-se a criar um partido que realmente restitua aos britânicos a sua soberania. 


Os Nus e os Mortos, de Norman Mailer: a desumanidade e a vulnerabilidade do homem-soldado.

Biblioteca do Contra: retrato graficamente contundente e perturbador da situação do homem comum quando submetido aos rigores do combate militar, este é o romance que pôs a América a pensar duas vezes sobre o entusiasmo com que entregava os seus filhos aos horrores da guerra.


 

Nunca visto: Procuradora-Geral do regime Trump ensandece em plena audiência do Comité Judiciário da Câmara dos Representantes.

A prestação tresloucada da Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, na quarta-feira passada, quando foi chamada ao Comité Judiciário da Câmara dos Representantes para falar do caso Epstein, rebentou com a escala da idiotia e da desfaçatez.


É apenas uma coincidência, não há nada para ver aqui.

terça-feira, fevereiro 17, 2026

Terrível e luminosa síntese.

Estes dois sacaninhas fazem neste clip de meia hora aquilo que eu ainda não consegui fazer em três anos e seis meses de ContraCultura: sintetizar toda podridão do Ocidente.

E assim, sendo, o melhor é ouvi-los.

Cisne. Negro.

 E Hollywood que se foda.

Apex . The Dor Brothers 

Hoje.

Hoje conheci o vocalista/guitarrista/compositor de uma das bandas da minha vida: dEUS. 

O gajo é meu vizinho. 

LOL



Hoje , no LightHouse, dancei e pulei como há anos não acontecia.

E rodeado de palhaços, porque hoje era o dia dos palhaços do Carnaval de Sesimbra. Eu detesto o Carnaval e tenho medo de palhaços. 

Mas diverti-me loucamente. Hoje.

Hoje percebi que não há que ter medo de palhaços. Que não há como detestar o Carnaval. Que tudo apenas depende da civilização com que concordas. 

E eu concordo com esta civilização, a de Sesimbra. Onde um multidão de palhaços da boa boa vontade dão bom nome aos palhaços. Dão civilização ao Carnaval.

Esta vila-milagre onde o compositor de dEUS é meu vizinho de bar e comensal de apartamentos.

Onde a minha mulher regressa anos na idade e eu me deixo cair, outra vez, na paixão que por ela sempre me consumiu.

Onde vou pela primeira vez a um restaurante para ser tratado como se fosse um cliente de sempre. 

Hoje, pulei punk no LightHouse, dancei gentil no LightHouse; hoje, fui buscar bifanas a um outro bar, que só a minha doce Dulce, amiga como não tenho outra, sabe discernir, no barulho da noite.

Hoje perdi a carteira, hoje voltei a encontrá-la, sem me ralar muito por causa disso.

Hoje mergulhei numa multidão de mascarados só para perceber que não há mal na multidão, que não há mal nos mascarados.

Só para perceber que sou humano. Que os outros são humanos como eu. Que somos todos palhaços de dEUS. 

domingo, fevereiro 15, 2026

Uma boa notícia para os bifes.

Constatando, correctamente, que o Reform UK de Nigel Farage mais não é que uma versão 2.0 do Partido Conservador, Rupert Lowe decidiu-se a criar um partido que realmente restitua aos britânicos a sua soberania. E basta ouvir o homem para perceber que este é um projecto com pernas para andar e vontade genuína de combater as oligarquias no Reino Unido.

Freaking hell.

Coitadinho do governo federal americano, que até precisa de doações e tudo.

As Cruzadas como resposta à agressão islâmica.

Um dos mitos mais poderosos da nossa era é que as Cruzadas foram pouco mais do que um ataque não provocado de uma Europa bárbara contra um mundo islâmico tranquilo e culto. Os factos históricos desmentem porém a propaganda.


 


Chefe de Gabinete de Keir Starmer demite-se em consequência do escândalo Epstein-Mandelson.

Morgan McSweeney, o chefe de gabinete de Keir Starmer, demitiu-se após a ligação de Jeffrey Epstein e Lord Peter Mandelson, ex-embaixador britânico nos EUA, se ter tornado excessivamente flagrante e chocante para ser ignorada. O próprio primeiro-ministro pode cair em breve.


 

É mais que certo :P


 

Portanto, não há diferença absolutamente nenhuma.

Como não vivemos em democracia já há uns anos largos e "imprensa livre" é na verdade algo que nunca existiu... A conclusão óbvia é que a NATO é uma aliança do género soviético.

Veludo alternativo dos anos 90: Garbage, Catatonia, Cake e Cardigans.

A discoteca da minha vida #18: quatro bandas que se dedicaram a acariciar os tímpanos da audiência, sem perderem criatividade nem irreverência nem personalidade nem balanço por causa desse meigo altruísmo.


sábado, fevereiro 14, 2026

Valores de mercado.

Não é de todo incomum que as pessoas me perguntem que sentido faz trabalhar assim como eu trabalho para o Contra, quando não ganho um centavo com isso.

Essas mesmas pessoas, numa outra conversa, num outro dia, desvelam queixas sem fim sobre as quantidades malucas de publicidade que têm que aturar no Youtube, e as quantidades malucas de botões em que têm de carregar para entrar no Observador, e as quantidades malucas de advertências e lixo comercial a que são sujeitas para obterem informação ou entretenimento mais que sofrível.

Sem perceberem a ironia.

Por um lado, a convicção altruísta faz-lhes confusão (e, se calhar, incomoda-lhes a consciência). Por outro, condenam as lógicas de intensificação do capitalismo contemporâneo, não a propósito dos seus males profundos, mas porque não têm paciência para a (má) propaganda que corre no meio dos seus conteúdos de eleição: pornografia, gatos, comentários políticos dos palhaços de Hollywood, cenas de porrada da vida real, fintas de futebol salão e o Mr. Beast a fingir que é filantropo. 

Mais a mais, se repararem, quando entram no ContraCultura, pela homepage ou seja por que conteúdo for, não carregam num único botão, não têm que evitar pop ups, cookies malucos, janelas que saltam, banners que pulam. Nadinha de nada para além do conteúdo propriamente dito. 

Dir-me-ão que haverá um meio termo, quando não há meio termo nenhum. De um lado está a máquina de alienação das massas, do outro, uns quantos baris, nos quais me incluo, sem quaisquer preocupações materiais, mas com uma ideia de dever, e uma firme ligação à realidade e ao bom senso, que é imperativa.

Dentro deste estrito grupo, há aqueles que ganham dinheiro com isso, também e legitimamente. O caso dos dois gregos alexandres de que tanto falo aqui no blog (apesar de um dos gregos ser inglês e outro cipriota), é um caso limpinho de quem sai limpo deste imbróglio: a única cena que eles fazem para ganhar dinheiro é publicitar, com moderada acuidade, o seu próprio merchandising.

Outros, que precisam de dinheiro como uma sanita de merda, vendem produto como se amanhã o comércio lhes fosse interdito, o que é para mim incompreensível, mesmo quando nutro por eles alguma admiração, como é o caso de Tucker Carlson. O homem já nasceu muitíssimo rico, e por causa do seu percurso profissional ficou mais rico ainda. E quando deixou a Fox News para iniciar o seu trajecto de free lancer ainda mais rico ficou, se possível. Continua porém a inundar de publicidades os seus seguidores. Mais: mesmo aqueles, como eu fiz até ao fim do ano passado, que pagavam a subscrição dos conteúdos TCN, eram bombardeados constantemente com mercantilismos de toda a ordem.

Porra... O que é que um gajo faz com tanto dinheiro assim? 

Eu, na minha mísera condição de classe média baixa portuguesa, que trabalho oito a doze horas por dia no Contra sem ganhar um chavo que seja, e vivo daquilo que até aqui a custo amealhei, fico parvo com os parvos que não me entendem, tanto como fico estúpido com os espertos que não conseguem saciar a fome de lucros.

Dir-me-ão que o excesso mercantilista deriva de um velho e consagrado conceito: se não tens patrocinadores é porque não és relevante. Se o que fazes não gera dinheiro é porque o que fazes de nada vale.

Pois eu direi: não me importo nada de não ganhar dinheiro com aquilo que faço porque sei bem o que é preciso fazer para ganhar dinheiro, neste mundo sujo.  

Um exemplo: se o Contra dependesse das audiências e das respectivas receitas para viver, teria que esconder a podridão do regime Trump, cuja exposição desagrada a grande parte dos seus leitores (bem sei). Mas esse imoral escrúpulo trairia a razão de ser da publicação, completamente.

Ainda assim, no crossover das plataformas, o ContraCultura está agora a comunicar com uma média de 50.000 contactos por mês (post sobre este assunto a publicar mais à frente, quando o blog somar um milhão de visitas e o Contra meio milhão, lá para o Verão deste ano), o que é, para mim, muitíssimo gratificante. Gratificante o bastante para nem pensar em dinheiro. Para sentir apenas que estou a cumprir o meu dever.

Dir-me-ão que se não valorizo as receitas também não devia valorizar as audiências. Dir-me-ão que os números de que falo nem são assim nada de especial (é verdade que nem são, no abstracto mediático contemporâneo). 

Eu digo que valorizo quem me lê e me ouve mesmo que as audiências fossem de 20 amigos por mês, como já foram, aliás. Eu digo que esses números são uma conquista grande para um gajo absolutamente independente e dissidente e com espírito de contradição, que trabalha a solo (se bem que conte com uma já respeitável legião de contribuintes da coluna de opinião, a quem sou imensamente grato), e que escreve em português sobre assuntos que transcendem largamente a realidade portuguesa.

Acresce que o meu público é absolutamente espectacular, porque eu escrevo, a mais das vezes, contra as expectativas e as convicções do meu público. Mas a missão é essa: ficar o mais possível próximo da verdade. E como não aufiro rendimentos desta actividade, sou completamente livre para arriscar esse compromisso.

E disso, meus caros, sou vaidoso.

E dessa vaidade não fico refém, porque não é tributável pelo estado nem pilhável pelos bancos nem censurável pelos poderes instituídos.

Outros inocentes, outrossim motivados por lógicas espúrias, perguntam-me porque não uso as ferramentas de edição de artigos do X para publicar os conteúdos que publico, em vez de ter os encargos de uma plataforma própria, sem poder capitalizar a massa crítica de uma gigantesca rede social.

Eu respondo, com um sorriso enorme rasgado na minha trombeta castigada por quase seis décadas de invernos: mesmo que hoje possas publicar o que bem entendes no X (o que de qualquer forma não é verdade), quem te garante que o possas fazer amanhã? No contra-cultura.com mando eu. No x.com manda o Elon e amanhã mandará outro filho da puta qualquer e eu não quero que a minha missão panfletária seja dependente de filhos da puta.

E tudo isto para dizer: eu, Paulo Hasse Paixão, não sou um valor de mercado. O ContraCultura não é um valor de mercado. Mas isso não quer dizer que aquilo que faço e aquilo que o Contra faz não tenha valor.

Pelo contrário: é por ser pobre que é livre, é por ser oneroso que é gratuito, é por ser materialmente descomprometido que é sinceramente comprometido com ideais, é por ser modesto que é ambicioso. 

E é assim. 

O gato Álvaro de Campos, ilustrado pelo Grok.


Como vivem os Cristãos na Terra Santa? A verdade é difícil de digerir.

Tucker Carlson foi à fronteira da Jordânia com Israel para entrevistar, no local onde Jesus foi baptizado, um clérigo anglicano de Jerusalém e um empresário cristão jordano. Para concluir que os cristãos vivem melhor na nação muçulmana do que no país judaico.


 





Europa pondera atacar a marinha mercante russa. Os riscos são tremendos.

Inspirados pelas acções de pirataria americana no Caribe, os líderes europeus ponderam agora utilizar as suas marinhas para apreender navios que transportam carga russa. A infeliz ideia pode conduzir rapidamente a um confronto termonuclear. Uma crónica de Afonso Belisário.


 


Timothy Hogan e AJ Gentile: Templários, gnósticos, a Atlântida, a Arca da Aliança, o legado pré-faraónico e tudo à volta.

O Why Files de AJ Gentile tem agora um spin off: "The Basement" - um podcast  com convidados que enriquecem a linha editorial do canal.

O convidado do terceiro episódio, Timothy Hogan, autor, orador e investigador esotérico, é especializado nos Cavaleiros Templários, em alquimia, no gnosticismo e nas tradições herméticas. Foi apresentado às ideias templárias na infância, avançando posteriormente através de estudos rosacruzes e maçónicos, obtendo altos graus em vários ritos. Hogan actua como Grão-Mestre da Ordem do Templo dos Iniciados Secretos e fundou o Templar Collegia para ensinar filosofia e simbolismo templários.

A saborosa e elevada conversa explora as ligações entre os Cavaleiros Templários, a civilização perdida de Atlântida e a Arca da Aliança bíblica, aborda a história dos Templários (a sua ascensão, supressão, conhecimentos secretos), interpretações esotéricas de artefactos como a Arca (vista como uma rede global de dispositivos tecnológicos de geraçãod e energia em grande escala), possíveis ligações dos Templários com a sabedoria oculta da Atlântida e significados simbólicos/alquímicos por detrás de mitos como o Santo Graal. Hogan utiliza a sua experiência para combinar factos históricos com interpretações ocultas, discutindo simbolismos mais profundos na alquimia, influências gnósticas e como estes elementos se ligam às ordens esotéricas modernas. 

Hogan não tem medo das palavras nem das suas próprias convicções e faz várias afirmações absolutamente disruptivas sobre a natureza de Cristo, o papel de Maria Madalena, os mistérios do Egipto pré-faraónico, e a verdadeira, se bem que secreta, confissão religiosa dos Templários, que, segundo ele, eram gnósticos e que estavam na verdade mais interessados em desenterrar e desvendar artefactos e conhecimentos de uma evoluída civilização anterior à antiguidade clássica do que em proteger os peregrinos cristãos que se deslocavam a Jerusalém.

O parvo do Dan Brown é um menino de escola primária, ao pé deste monstro conspirativo.

No que me diz respeito como cristão, e mesmo considerando que muitas destas afirmações são mais especulativas que substantivas, mesmo discordando mais do que concordando com Hogan, devo dizer que este deve ter sido o podcast mais interessante e intrigante e inspirador que consumi nos últimos anos, porque o meu cristianismo não é dogmático. Ou melhor: o único dogma que aceito está encerrados nas palavras do nazareno conforme elas nos chegaram nos evangelhos (incluindo os apócrifos) e essas, para além de serem já de si crípticas e carregadas de intrincados simbolismos, podem e devem ser exploradas filosoficamente e interpretadas dialecticamente e cruzadas com outros conhecimentos e outras abordagens religiosas e outras visões da história e da condição humana e levadas por outros caminhos, para além daqueles muito estreitos que são determinados rigidamente pelas igrejas cristãs.

Não sou mais ou menos fiel aos evangelhos por querer saber mais. Eu quero sempre saber mais porque: João 8:32
 

Intelestúpidos

Dados económicos devastadores colocam o produto per capita de França abaixo da média europeia.

Pelo terceiro ano consecutivo, a riqueza per capita de França está abaixo da média da UE e agora também abaixo da do Chipre, de acordo com os dados do Eurostat. E o orçamento de Lecornu para 2026 só vai piorar a situação económica do país.


 

Majestade: ide bardamerda.

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Novo relatório forense comprova antiga teoria da conspiração: Kurt Cobain foi suicidado.

O prematuro e trágico epílogo do vocalista dos Nirvana, Kurt Cobain, volta a ser notícia. Quase 30 anos após o seu falecimento, um novo relatório forense sugere que a morte do lendário génio do Grunge Rock terá sido muito provavelmente um homicídio disfarçado de suicídio.


 

Memes que se escrevem sozinhos


Com um Oreshnik só, bem apontado ao Hotel Bayerischer Hof em Munique,

Vladimir Putin podia resolver uma quantidade grande de problemas ao Ocidente.


O Diabo Anda à Solta

A dimensão do escândalo Epstein é tal que reduz as teorias da conspiração mais audazes a meros eufemismos. As suspeitas são a fumarada inegável de um incêndio moral de proporções civilizacionais. A crónica de António Justo.


 

Horror, repulsa e revolta (Parte 3): os mil tentáculos de Jeffrey Epstein.

Jeffrey Epstein exercia o seu magistério satânico de forma multidimensional, comprometendo-se com os mais sinistros conluios e traficando créditos nos mais labirínticos centros de poder. Uma amostra, necessariamente deficitária, da sua tentacular influência.


 



Com o dinheiro dos contribuintes americanos:


A indústria do escândalo

A divulgação dos ficheiros Epstein parece mais uma experiência sociológica do que um acto de justiça. Não há detenções nem consequências. Tudo permanece rigorosamente igual, com uma diferença essencial: o público vai-se habituando à barbárie. A crónica de Silvana Lagoas.