quarta-feira, março 04, 2026

Enquanto as peças do dominó começam a cair, presidente do World Economic Forum demite-se por ligações a Jeffrey Epstein.

Børge Brende, presidente e director executivo do WEF, anunciou a sua demissão na quinta-feira, que resulta do escrutínio a que está a ser submetido pelas suas ligações a Jeffrey Epstein. E há outras figuras que começam a cair, como peças de dominó.


 

Missão impossível:

Tentem explicar este facto, sem recorrer a qualquer teoria da conspiração.

Não pode ser surpresa para ninguém.

É o que eu observo e sinto, também.

Nick Fuentes reage ao comportamento e ao discurso cada vez mais estranhos e sinistros de Trump: 

"Basta olhar para Trump para sentir repulsa. É uma figura totalmente diminuída". 

"Não sei quem és. Não sei o que és. És demoníaco. És uma força demoníaca."

 "O que é realmente assustador é que agora ele está sempre a falar em ir para o Céu - 'Eu não vou para o Céu'. Pois, acho que podes ter razão nisso. Porque és uma força demoníaca. És um mentiroso. És diabólico. És um traidor."

terça-feira, março 03, 2026

Tarde piaste.

O Secretário de Estado norte-americano acordou agora para a vida, reconhecendo, algo surpreendentemente, que o Irão tem capacidade industrial para superar os Estados Unidos numa guerra de atrição balística. E o Regime Epstein está a dar sinais por todo o lado que subitamente percebeu que se meteu num sarilho do qual vai ser muito difícil sair airosamente.

Será demasiado tarde para chegar cedo.

Rezar é o melhor remédio.


Não sei se os israelitas estão preparados para isto, mas desconfio que não #02


Trump recusa descartar envio de tropas para o Irão: “Não tenho receio nenhum disso.”

Donald Trump não põe de lado a invasão militar do Irão. Mas basta olhar para um mapa para perceber a enormidade do desastre que se seguiria. O problema é que o presidente norte-americano não pensa, porque há quem pense por ele, em Telavive.


 

Dívida pública da Alemanha fora de controlo, com buraco de 220 mil milhões de euros previsto para 2035.

Segundo um relatório recente do FMI, a Alemanha necessita de cerca de 220 mil milhões de euros em receitas adicionais até 2035 para estabilizar a sua dívida pública. O problema ficaria porém resolvido se os custos com a imigração e a Ucrânia fossem substancialmente reduzidos.


 

Populistas americanos criticam ataque ao Irão: “Não é isto que o MAGA deveria ser.”

Alguns dos defensores declarados do movimento populista America First criticaram duramente o presidente Donald Trump pela sua decisão de atacar o Irão. E a dez meses das eleições intercalares, a opinião pública americana mostra-se esmagadoramente desfavorável à guerra.


 

O professor-profeta, sem papas na língua.

Vale mesmo a pena ouvir estes 15 minutos de claridade do Professor Jiang Xueqin. Em 2024, este profeta dos tempos modernos previu a eleição de Trump, previu que o magnata de Queens iria fazer a guerra ao Irão e previu que a América a ia perder. Neste clip, Xueqin fala das causas e origens da guerra, da estratégia do Irão, que é a de envolver os países da Península Arábica, procurando destruir a sua economia petrolífera e o seu acesso a água potável e alimentos, e daqueles que estão por trás do impulso bélico da Casa Branca, nomeando mesmo os Illuminati, num rasgo conspirativo desassombrado, característico do seu pensamento e discurso. 
 

The wisdom of a random guy on the Internet.

Não sei se os israelitas estão preparados para isto, mas desconfio que não.

Tenho hesitado e tentado ser criterioso ao colocar aqui imagens dos bombardeamentos que estão a ocorrer por todo o Médio Oriente neste momento, porque há muita porcaria feita por IA, e montes de vídeos que nem sequer são de agora, a circular na web, e nem sempre é fácil distinguir o que é real do que é artefacto. 

Mas este clip parece-me mais credível e até o Grok não o considera falso (embora não confirme a sua veracidade no que diz respeito ao local e ao momento). Seja como for, e mesmo considerando que se trata de uma fabricação, as imagens parecem-me reflectir a realidade do impacto de um míssil hipersónico Fattah-2, de última geração. Estes projécteis combinam explosivos convencionais de alta potência (entre 200 e 500 quilos de uma composição RDX + TNT) com o potencial cinético que resulta da velocidade maluca com que atingem os alvos (Mach 15). O resultado é devastador.

 
Já estas imagens aqui, que ilustram a intensidade do fogo iraniano sobre o território israelita, são bem reais, foram captadas na noite de ontem, 2 de Março, e confirmadas por múltiplas fontes.

 
A pergunta que faço a mim mesmo é esta: estão os israelitas psicológica e militarmente preparados para semanas deste inferno, considerando que o sistema de defesa anti-míssil 'Iron Dome' não está a mostrar-se efectivo em relação à barragem de fogo incessante do inimigo? É que o Irão tem mísseis para isso, no seu arsenal. E produz 100 novos ICBMs por mês. 

O Coronel Douglas Macgregor parece partilhar das minhas dúvidas.

segunda-feira, março 02, 2026

O dedo ainda não está a escarafunchar completamente na devida ferida.

Neste monólogo com uma hora e quarenta e cinco minutos, dedicado à injustificada e injustificável guerra ao Irão, Tucker Carlson insiste numa narrativa que, sendo parcialmente verdadeira (e nessa parte, deveras verdadeira), tem um problema grande e berrante como um elefante cor de laranja num loja de cristais negros: tenta invariavelmente atribuir quase toda a responsabilidade do desastre em que os Estados Unidos agora se enfiaram ao regime Netanyahu e ao sionismo internacional, supra-influente em Washington.

Mas quem está sentado na Sala Oval não é Netanyahu e, que se saiba, nem sequer é judeu. E espoletou este desastre homicida, de enorme potencial suicida, sem qualquer plano de escape, sem qualquer estratégia (como Tucker reconhece), cegamente, obedientemente, como quem é refém de interesses mais altos, ou de baixos pecados. E é essa obediência de servo, e é essa condição de refém, que o jornalista não está, pelo menos por agora, disposto a dissecar.

O que é uma pena. Para ele e para o povo americano, sob o qual Tucker tem grande influência mediática. 

Não deixa porém de ser pertinente e importante e corajosa e dissidente a sua análise. Que merece atenção e reflexão. Por exemplo, Tucker fala da intenção de Israel não só de destruir o Irão (Telavive nem precisa de um plano para a mudança de regime porque vê o vácuo de poder na Pérsia como um cenário ideal), mas também de desestabilizar os países árabes, sabendo o regime sionista, como sabia, que os iranianos responderiam ao ataque alvejando também estas nações, que considera cúmplices do processo que conduziu à presente circunstância e com as quais mantém rivalidades e ódios antigos.

Para Israel, o cenário de caos no Médio Oriente é positivo. Mas para mais ninguém, começando com a Europa, que vai sofrer novas vagas migratórias já a seguir e ser castigada com a crise energética que é consequente a esta guerra, como, se calhar, mais nenhuma região do planeta.

Basta imaginar que acontece no Irão o que aconteceu na Síria. Milhões de iranianos, sem qualquer ligação cultural, religiosa, linguística com os países de destino, na sua esmagadora maioria sem qualquer preparação para competir nos mercados de trabalho ocidentais, vão entrar pelo velho continente como refugiados, portanto, fácil e rapidamente. 

E no contexto de uma Europa empobrecida e desindustrializada, energeticamente deficitária, etnicamente fragmentada e politicamente polarizada por efeito de anteriores vagas massivas de imigração e das políticas globalistas, autofágicas por natureza, este novo exôdo poderá muito bem ser o derradeiro golpe sobre uma civilização que vive já em agonia existencial.

Um outro ponto interessante que Tucker refere é este: se os EUA saírem desta guerra com o rabo entre as pernas e baixas difíceis de justificar politicamente, e depois dos desastres sucessivos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, é possível projectar que nas próximas décadas a federação desista de todo de interferir militar e politicamente no Médio Oriente, deixando Israel livre para cometer todo o tipo de barbaridades e crimes de guerra e limpezas étnicas na Palestina, no Líbano e onde melhor lhe aprouver.

A gravidade desta guerra é que não possibilita vislumbrar cenários que nos permitam encarar o futuro da região, e do mundo, com optimismo. Para além de satisfazer os objectivos determinados pelos poderes instituídos em Telavive, e a sede de sangue do regime Epstein, por definição insaciável, o ataque ao Irão prejudica e castiga toda a gente, de Beijing a Lisboa, de Abu Dabi a Tóquio. Ninguém tem nada a ganhar com esta merda. Muito pelo contrário.


Apple compra obscura startup israelita, que criou software para detectar “micromovimentos” faciais e antecipar comportamentos humanos.

A gigante tecnológica anunciou a compra da Q.ai, uma startup israelita pouco conhecida, por quase 2 biliões de dólares. Um valor impressionante para uma pequena e meio obscura empresa. Mas o seu software parece poderoso. E sobretudo, distópico.


 



JD Vance: “Não há hipótese” de uma longa guerra com o Irão.

O vice-presidente norte-americano afirmou que “não há qualquer hipótese” de os EUA se envolverem numa guerra de longa duração com o Irão, embora os objectivos da Casa Branca, de uma mudança de regime em Teerão, dificilmente poderão ser atingidos de outra forma.


 

Casalinho Clinton presta depoimento sobre relação com Epstein: sexo, mentiras e memes.

O ex-presidente norte-americano Bill Clinton e a sua mulher, a Bruxa Má do Ocidente, compareceram perante a Comissão de Supervisão da Câmara na semana passada para um exercício de ficção sobre a sua relação com Epstein do qual vão sair impunes, como sempre.


 

O Irão não é a Venezuela.

E esta guerra pode, como tenho vindo a advertir, pode transformar-se numa catástrofe para os Estados Unidos e o regime Trump, que estão neste momento quase 100% dependentes da população iraniana para saírem airosamente do buraco em que se enfiaram. Mas como mataram entretanto os líderes mais moderados (mataram até aquele que pensavam ser o clérigo indicado para subir ao poder num cenário de mudança de regime), quem manda agora no Irão é um conselho de extremistas religiosos e militares que vão esmagar qualquer levantamento popular no seu primeiro minuto de rebeldia. Os dois alexandres projectam o curto prazo desta guerra muitíssimo arriscada para Washington, com a lucidez que lhes é característica.

O regime Epstein contra-ataca: para além da fumaça e da propaganda, os factos sobre o ataque ao Irão.

O ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel já está a transformar o Médio Oriente numa orgia de destruição e morte, e o Irão, que está a sofrer uma decapitação das suas lideranças, respondeu atingindo alvos em oito países diferentes.


 

A assustadora descentralização do saber

Talvez o maior choque da nossa época não seja tecnológico, mas cognitivo. Pela primeira vez, o conhecimento começa a escapar ao centro, e ainda não sabemos bem o que fazer com essa descentralização do saber. Uma crónica de Silvana Lagoas.


 

Parece que o 'Iron Dome' não está a dar conta do recado e

o território de Israel está a ser atingido forte e feio pelos mísseis iranianos.

A guerra, em tempo real.

Com o Coronel Daniel Davis. 

domingo, março 01, 2026

Sobre o império efémero.

Keir Starmer acusado de deixar impunes suspeitos de abuso sexual de crianças enquanto chefiava o Ministério Público.

Keir Starmer está a ser acusado de ter deixado impunes milhares de suspeitos de abuso sexual de crianças, penalizando-os apenas com advertências, enquanto liderava o Ministério Público britânico. Mais uma mancha relacionada com pedofilia, no seu lamentável currículo.


E assim percebes porque raio é que mataram o rapaz.

Um triste, derradeiro e incontornável facto.

Quando o New York Times começa a defender as políticas e a justificar os pecados da actual Casa Branca, parece liquido que qualquer coisa está putrefacta no reino MAGA, certo? 


 

Devo estar a fazer qualquer coisa bem feita, aqui.

Não preciso de recuar muito tempo - corria Abril de 2024 - quando gravei um episódio do ContraConversa em que recomendava a saída, urgente e a toda a gente, das grandes cidades.

Nessa altura, eu próprio vivia ainda dividido entre Sesimbra  e Lisboa.

No mesmo vídeo, aconselhava também a criação de pequenas comunidades, baseadas em valores fundamentais partilhados (não entendidos como valores políticos ou ideológicos, porque estou e estava nessa altura a falar de valores éticos e morais).



Vivo agora completamente em Sesimbra, já não em tempo dividido com Lisboa, num ecossistema humano que não podia ser mais diverso, mas que é ética e moralmente convergente: somos 9 vizinhos que se estimam, que se entreajudam, que se divertem, que prestam uns aos outros confortável companhia, se não aprazível vizinhança.

Vivo agora em Sesimbra, feliz da vida, numa casa que adoro, mas que qualquer pessoa de classe média-baixa que resida em Lisboa, vendendo a sua casa, pode comprar e ficar ainda com dinheiro de sobra. Mesmo quando a tua sala tem uma parede que foi substituída pelo Oceano Atlântico e o parque natural da Arrábida faz paredes meias com o escritório.


  
Serve toda esta conversa mais ou menos materialista para dizer que ninguém precisa de muito dinheiro para viver um sonho. 

Mas toda a gente precisa de o projectar  primeiro, e depois, tentar cumprir o projecto. 

Sonhar só,  tentar apenas.

Se sonharmos e tentarmos e formos persistentes e coerentes no sonho e no projecto, a coisa acaba por acontecer, na verdade, desde que isso não represente prejuízo para ninguém. 

Sinceramente: nunca pensei que a minha vida chegasse a este ponto de realização comigo próprio. E de harmonia com o mundo. E de paz com Deus.

E não foi preciso mais que sonhar e tentar (e casar duas vezes com a mesma mulher) para fazer este sólido e resiliente parentesis sobre a merda do mundo. 

sábado, fevereiro 28, 2026

Guerra no Médio Oriente: primeiras impressões.

O ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao Irão já está a transformar o Médio Oriente numa orgia de destruição e morte por todo o lado. Os iranianos responderam às hostilidades iniciadas por Washington e Telavive com bombardeamentos que atingiram, para além de território israelita, seis outros países da região: Bahrain, Qatar, Emiratos Árabes Unidos, Kuwait, Jordânia e Arábia Saudita. 

Não é neste momento possível tirar grandes conclusões do que está a acontecer, pelo que estas linhas poderão até mostrar-se equivocas já a seguir, mas apesar dos bombardeamentos iranianos terem como alvo, na sua maior parte, bases e infra-estruturas militares americanas nestes países, a estratégia de Teerão parece ser a de alastrar o conflito para além do âmbito trilateral, de forma a que, especulo eu, os americanos comecem a sentir a pressão dos seus aliados árabes, no sentido de desenvolverem uma ofensiva breve, que permita ao regime iraniano sobreviver mais ou menos incólume, como aconteceu no ano passado.

Por outro lado, parece também confirmar-se a ideia de que o Irão não está inclinado, pelo menos para já, a usar os seus misseis hipersónicos contra a frota americana, iniciativa que poderia levar o conflito para um patamar máximo de intensidade. Como já escrevi a este propósito, a questão não é se Teerão tem capacidade balística para inflingir baixas descomunais no inimigo. A questão é se a isso está disposto, considerando as consequências previsíveis dessa decisão.

Tudo dependerá também da estratégia americana. Se este segundo capítulo das hostilidades contra o país dos aiatolás for parecido com o primeiro, os iranianos vão por certo conter-se na sua resposta. Mas se o Pentágono persistir numa guerra de mudança de regime, com bombardeamentos que se prolonguem no tempo, Teerão, encurralado e sem nada a perder, poderá muito bem reagir em desespero de causa. E mesmo que um só missil hipersónico atinja um porta-aviões ou um contratorpedeiro americano, o facto será já devastador para os Estados Unidos, tanto internamente (há sondagens que mostram que a opinião pública americana não apoia esta guerra, em números esmagadores) como para a imagem que mostra ao mundo. Até porque as baixas serão, neste caso, sempre significativas.

Teerão tem, além dos argumentos balísticos, armas outras: pode fechar o Estreito de Ormuz, por exemplo, empurrando toda a Ásia para o conflito, já que as rotas de abastecimento petrolífero da Índia e da China e do Japão dependem em grande medida da navegabilidade do Golfo Pérsico.

O Irão pode, além disso, criar disrupções nos países vizinhos e na Europa, com perturbações fronteiriças e de rotas comerciais terrestres, ou ataques terroristas. 

As próximas 24 a 48 horas serão decisivas para percebermos melhor que rumo vai tomar a guerra, sendo certo que se trata de um conflito desnecessário, sem qualquer justificação para ser desencadeado, para além da cega ambição sionista e da ganância imperialista, mas decadente, do complexo militar e industrial americano. 

Tucker Carlson sugere a existência de um “Supragoverno” que protege elites ligadas a Epstein.

Numa entrevista a Hadley Gamble, Tucker Carlson afirmou que a história de Epstein é maior do que a chantagem, o sexo com menores ou os rituais satânicos. É sobre um governo sombra que está acima dos órgãos eleitos e que rege os desígnios dos povos sem o seu consentimento.


 

Ninguém diria: Departamento de Justiça ocultou documentos relacionados com Trump da divulgação dos ficheiros de Epstein.

O Departamento de Justiça norte-americano reteve ou removeu certos documentos da base de dados pública dos ficheiros Epstein, segundo uma factualmente sólida reportagem da NPR.


Já começou.

O casalinho Clinton a fazer o que faz melhor: mentir com os dentes todos.


Governo de Keir Starmer elabora planos para impor a ‘diversidade’ no countryside britânico.

O governo trabalhista está a formular planos para remodelar o countryside britânico, de forma a torná-lo mais “diverso”, no contexto de políticas que visam humilhar e substituir a população nativa e branca no Reino Unido. 


LMAO

União Europeia aproveita decisão do Supremo Tribunal contra tarifas de Trump para suspender acordo comercial com os EUA.

A União Europeia decidiu suspender o vergonhoso acordo comercial que assinou com o regime Trump em 2025, que em tudo era favorável aos Estados Unidos, após uma recente decisão do Supremo Tribunal americano que invalidou muitas das tarifas impostas pela Casa Branca.


 

É, sobretudo, isto:


sexta-feira, fevereiro 27, 2026

Que argumentos, contra este facto?

Well, it's something, alright. Just not what they want you to think.

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

O escândalo Starliner: NASA e Boeing esconderam colapso técnico e industrial.

Numa brutalmente honesta conferência de imprensa, o director da NASA, Jared Isaacman, revelou os inúmeros problemas que afectaram o programa Starliner, pondo a nu as fragilidades da parceria com a Boeing e o respectivo encobrimento por parte da agência espacial americana.


 


Que comecem a cair, como peças de dominó.

O custo de ser família.

Na Alemanha, um país conhecido pelo seu forte sistema de apoio social, a maioria dos alemães acredita que formar uma família se tornou um luxo inacessível, levantando questões urgentes sobre o futuro do país e as prioridades do Estado. Uma crónica de António Justo.