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quarta-feira, fevereiro 11, 2026

Com jeitinho e muita coragem, ainda vamos saber os nomes de muitos dos criminosos

que o Departamento de Justiça (DOJ) do Regime Trump tentou esconder no último lote de ficheiros Epstein.

Os representantes Thomas Massie (R) e Ro Khanna (D) estão já a dar a conhecer alguns desses nomes e a ameaçar o DOJ que se o departamento não os revelar, eles próprios o farão.

Se a revelação desses nomes terá consequências legais ou outras já será outra conversa, claro, mas estamos no bom caminho.

Teoria da conspiração sobre teoria da conspiração, encobrimento sobre encobrimento, até

 à total desagregação da realidade.

quarta-feira, setembro 25, 2024

Ficheiros 9/11: Enigmas do edifício 7

Um dos mais problemáticos episódios do 11 de Setembro é o desabamento da Torre 7, que não foi atingida por qualquer atentdo terrorista e colapsou, segundo a versão oficial pelos incêndios causados por destroços das Torres Gémeas.

Neste entrevista dada ao Redacted, Ted Walter, o director executivo do International Center for 9/11 Justice e publisher do Journal for 9/11 Studies, fala das suas suspeitas sobre o colapso do edifício, que parece nitidamente uma demolição controlada, o facto de as agências noticiosas e até os bombeiros terem conhecimento prévio de que o edifício ia cair pouco mais de uma hora depois das Torres Gémeas terem sido atingidas e os relatos de testemunhas que ouviram explosões antes do colapso, entre outros detalhes intrigantes.

Ted Walter fala também da forma como as Torres Gémeas são desintegradas de cima para baixo, sem que os segmentos superiores, não atingidos pelos aviões nem pelos incêndios, desaparecem completamente numa explosão de pó.

sábado, março 15, 2025

Um americano em Portugal.

Sempre que apanho podcasts que juntam personagens de culto para mim, tenho o cuidado sistemático de deixar aqui registo disso. E este momento que reúne dois amigos, Clayton Morris e Tucker Carlson, que são também duas referências do jornalismo contemporâneo, não podia fugir à regra.

Ainda por cima, Clayton fala aqui extensamente da sua experiência de vida em Portugal, entre outros assuntos que costuma polemizar no seu canal, o Redacted.

Duas horas de conversa saborosa, entre dois dissidentes máximos do hemisfério ocidental.

quarta-feira, março 18, 2026

Estão possuídos, sim senhor.

Tucker Carlson, neste breve clip editado de uma conversa com o casal Morris, do canal Redacted, diz preto no branco aquilo em que eu acredito com convicção cada vez mais firme. A guerra no golfo resulta de um fenómeno espiritual e os principais intérpretes do Regime Epstein - líderes políticos, magnatas da imprensa, militares de topo, transhumanistas de Silicon Valley e senhores do universo de Wall Street - são pessoas possuídas pelas forças demoníacas que dominam, triunfantes, este momento da História.

Lamento, mas não há outra explicação, plausível, para a desgraça que testemunhamos agora. 

sábado, janeiro 31, 2026

Mais bombas satânicas. Que explodem na minha consciência.


Este interminável catálogo de horrores só permite uma conclusão: uma sociedade que permite ser liderada pela pior espécie de escumalha humana tem necessariamente que colapsar. Nós, no Ocidente, é que somos afinal 'os maus da fita'. E merecemos completamente o destino triste que vamos ter, como civilização: o declínio, a queda e a condenação da História. Porque o apogeu, feitas as contas, foi este luciferino e aberrante bordel.

E, para nossa vergonha colectiva, isto:

 

Não sei, meus caros, que pesos e contrapesos pesam agora na vossa consciência, mas eu posso confessar-vos que sinto profundamente a culpa. Partilho dos pecados destes animais todos. Sou também responsável, cúmplice, parceiro desta imundície e dos filhos da puta que legitimei, defendi e promovi. Fui também por esta lama contaminado. Sou também deste legado operário. Serei também por este opróbrio condenado. 

É até incrível como é que conseguimos viver assim, com estes líderes, sabendo o que agora sabemos deles. 

É até sinal tenebroso destes terríveis tempos, que esta gente permaneça confortavelmente rerfastelada nos cadeirões do poder, impune e fazendo a guerra, tranquila e vendendo aplicações, incólume enquanto concede empréstimos, impassível e largando postas de pescada moralizantes nas redes sociais e no telejornal.

Tenho eu mais vergonha deles, que eles.

Mas sou, como eles, irredimível. 

Stanley Kubrick sabia. Nós não quisemos saber.

quarta-feira, julho 13, 2022

The Associated Press Just ‘Fact Checked’ Another Meme

The Associated Press has ‘fact checked’ a meme that suggested Shinzo Abe, the former Japanese president who was shot dead last week, had said he was going to leak information that could lead to the arrest of Hillary Clinton.

The meme spread quickly on social media following the horrific assassination of Abe during a speech at a campaign rally in the western city of Nara.

The point of the meme is to highlight that a startling number of people who have formerly worked under the Clintons have been killed in mysterious circumstances or committed ‘suicide’.

Yes, it may be considered somewhat insensitive to post this on the same day as Abe’s assassination, but no one was seriously suggesting it was real.

No matter, the AP’s ‘fact checkers’ ran an investigation anyway.

The AP further noted that “Archived images of his legitimate Twitter account spanning several days this week, including as recently as Tuesday, show that these account details have not changed. Further, no such tweet about Clinton currently appears on his profile.”

The in depth probe continued,“A translation of the Japanese text in the fabricated tweet shows that it is a truncated phrase that does not mention Clinton. It says, ‘to repeat, I,’”.

And on it went…

“There are other signs the image has been manipulated. The fabricated screenshot is blurry, and there is slight discoloration behind some of the words.”

And there was more…

“The Japanese characters by the incorrect username appear pixelated and stretched. It also uses a different typeface for some words than the one that is typically displayed on Twitter.”

Well, thank god that is cleared up.

This is not the first time memes have been subject to such ‘fact checks’ by the truth overlords.

It isn’t even the first time a meme purporting that Hillary Clinton committed a crime has been fact checked.

These so called fact checkers aren’t impartial, independent outlets, they are merely hyper-partisan information attack dogs working on behalf of the regime. 

 

(...) Summit News

sábado, junho 14, 2025

Donald Trump enganou os iranianos, enganou os americanos e enganou todos os populistas do Ocidente.

Como o coronel Douglas Macgregor afirmou recentemente numa entrevista ao Redacted, os EUA são neste momento um país co-beligerante no conflito com o Irão.

As declarações de Trump feitas ontem, sexta-feira, em que qualifica a operação sionista como "excelente" e promete mais para o futuro, deixam cair por completo a farsa do não envolvimento dos Estados Unidos.

 

 

Como bem destaca o utilizador AlteredEgo, esta cumplicidade será sem dúvida a maior traição alguma praticada sobre o eleitorado americano da história recente, já que ninguém na massa de populistas que votaram no magnata de Queens sufragou uma abominação destas. Pelo contrário, considerando que até aqui e durante a campanha eleitoral Trump sempre se apresentou como o 'Presidente da paz', que iria até acabar com a guerra na Ucrânia nas primeiras 24 horas na Sala Oval.

E como Douglas Macgregor refere, a Casa Branca será agora vista com absoluta desconfiança pela generalidade das nações não ocidentais do mundo. 

Ao iludir os iranianos com um falso ciclo de negociações, demonstrando um nível de má fé absolutamente recordista, Donald Trump preparou terreno para o bom sucesso do ataque de Benjamin Netanyahu, que as autoridades em Teerão não esperavam de todo, na medida em que não lhes passou pela cabeça que Israel fosse interromper, com uma ofensiva militar, estas conversações com os americanos.

Os iranianos calculavam bem o enquadramento geral. O problema é que estavam a ser desavergonhadamente enganados. Donald Trump nunca levou a sério as negociações com o Irão. Estava apenas a criar condições para um ataque surpresa de Israel, objectivando a guerra sem nela directamente sujar as mãos.

Isto é excessivamente vil para ser sequer conjecturável, mas aconteceu de facto.

 

  

Tudo agora indica que até as notícias, saídas em Abril, que a Casa Branca teria anulado o plano israelita para atacar as instalações nucleares do Irão, foram disseminadas como parte deste plano, bem como o afastamento para as nações Unidas do neocom Mike Waltz, por alegadamente ser um agente sionista na administração Trump.

O mesmo podemos dizer do que agora podemos qualificar como maximamente hipócrita discurso que o Presidente norte-americano fez em Riad, em que afirmou:

“Estou aqui hoje não apenas para condenar o caos passado dos líderes iranianos, mas para lhes oferecer um novo caminho para um futuro muito melhor e mais esperançoso. 
Nunca acreditei em ter inimigos permanentes. Sou diferente do que muita gente pensa. Não gosto de inimigos permanentes. Como tenho demonstrado repetidamente, votei a favor do fim dos conflitos passados e da formação de novas parcerias para um mundo mais estável, mesmo que as nossas diferenças possam ser muito profundas, como é o caso do Irão.
Quero fazer um acordo com o Irão.”

Não. Nunca quis.

 

O que é que aconteceu ao programa 'America First'?

E já que estou a citar o falacioso inquilino da Casa Branca, vem a propósito esta tirada: 

"A partir de hoje, será apenas a América em primeiro lugar. A América em primeiro lugar."
Esta é uma citação directa do discurso de tomada de posse do primeiro mandato de Donald Trump, sendo que reflecte integralmente o mesmo sentimento que o levou de volta à Casa Branca em Janeiro deste ano. Agora, o mundo está a descobrir que ele não falava a sério.

Independentemente do que o "aliado especial" possa argumentar, uma guerra com os iranianos não tem nada de vantajoso a oferecer aos Estados Unidos. Não é do interesse nacional. 

A continuação da participação da América neste conflito irá fomentar ainda mais o ódio do mundo islâmico, radical ou não, pelo Ocidente e alimentar a próxima vaga de atentados terroristas. Um cenário possível? Milhares de mortes imediatas de americanos, tudo em nome de uma agenda que nada tem a ver com o primado 'America First'.

Mais um vez, chamo Douglas Macgregor à conversa, porque este post que publicou no X é ilustrativo dos riscos inumeráveis que os americanos vão agora correr:

 

 

O envolvimento da Casa Branca neste conflito, para além de ser um gesto de desprezo para com os milhões de eleitores que votaram na esperança de ter um governo que finalmente colocasse os Estados Unidos em primeiro lugar e que desistisse enfim de provocar catastróficas mudanças de regime no mundo, será sobretudo um acto que vai colocar a vida de milhões de americanos em risco, tanto civis, no seu próprio território, como militares, principalmente os que estão estacionados no Médio Oriente.

Isto já para não propor o pior dos cenários que pode muito bem ser detonado por este conflito, e que é o de uma guerra global entre as principais potências mundiais. Ironicamente, seria por causa de um alegado e muito provavelmente fictício programa atómico iraniano que entraríamos num factual apocalipse nuclear.

Não é por acaso que Tucker Carlson, que há apenas uns dias atrás já tinha publicado um recado claramente endereçado à Casa Branca sobre este mesmo assunto, tenha entretanto deixado cair mais um aviso:

 

Tucker continua na verdade a tentar proteger o seu favorito, que admira sinceramente e a quem é leal desde 2016, apontando outros infractores do Estado profundo e do aparelho mediático norte-americano. Mas é claramente demasiado tarde para essa tentativa de redenção.

Donald Trump será o primeiro responsável pelos americanos que vão morrer a partir de agora. E isto se o conflito não alastrar. Porque como já afirmei num outro artigo dedicado a esta temática, o auto-proclamado 'Presidente da paz' pode muito bem vir a ficar para a história como o 'Presidente da guerra'. Da Terceira Grande Guerra. 

Que Deus nos ajude. 

quinta-feira, julho 24, 2025

Sobre a ingenuidade de americanos e o fado de portugueses.

Os americanos Natali e Clayton Morris, do dissidente canal Redacted, viveram em Portugal durante cinco anos e de vez em quando trazem o nosso país à baila da sua prosápia, porque são entusiastas de André Ventura e porque são mais ingénuos do que seria de esperar.


 

sexta-feira, setembro 19, 2025

Pior do que podemos imaginar: o FBI e a falência técnica e moral da federação americana.

Tudo o que está a acontecer à volta do assassinato de Charlie Kirk é revelador sobre o estado de saúde da federação americana: guerra aberta entre populistas e populistas, entre neocons e populistas, entre conservadores e liberais, entre liberais e populistas, entre liberais e liberais. Há quem festeje a morte, há quem apele à vingança, há quem minta descaradamente, há quem capitalize a desgraça, há quem aproveite a oportunidade para criar manobras de diversão completamente destituídas de valor factual - e legal (adivinhem quem), enfim, um bordel sem nome.

Mas a cereja em cima deste bolo de merda é o comportamento do FBI, que chega a ser doloroso de testemunhar. A agência onde a credibilidade vai para morrer tinha aqui uma possibilidade crítica para tentar limpar a sua imagem e agir, por uma vez, com honestidade, transparência e competência. O que é que faz? Mete os pés pelas mãos de tal forma que corre o risco até de perder o caso contra Tyler Robinson em tribunal, de tal forma são contraditórias, escassas e questionáveis as evidências; de tal forma é frágil todo o processo de investigação e identificação do atirador.

Um exemplo deste descalabro é a sequência vídeo que a agência divulgou 24 horas depois do atentado e que mostra o suspeito a correr pelo telhado de onde tinha alegadamente atingido a vítima e a saltar desse telhado para o solo. Apesar do ângulo de captação da imagem permitir perfeitamente que nos fosse mostrado o momento em que Tyler monta a arma que, alegadamente, trazia desmontada, bem como o momento em que faz o disparo, a sequência mostra apenas a fuga do suspeito, depois de ter cometido o crime. Não vemos a arma, nem vemos o acto criminoso. Só a correria.

Porquê? 

No clip em baixo, Blake Bednarz, um jovem jornalista independente que decidiu analisar as "evidências" em vídeo apresentadas pelo FBI, faz um resumo das suas descobertas num segmento do Redacted de ontem, incluindo a omissão de imagens decisivas, drones que passam sobre o local do crime a velocidades supersónicas e até a presença de um avião espião do Pentágono, que sobrevoa a área no momento do atentado.

É impossível inventar esta porcaria. 

  

E ainda por cima: Arctic Frost.

Para ajudar à palhaçada e ao caos e à suspeição (se necessário fosse), ficámos ontem a saber que o FBI tinha colocado a organização de Charlie Kirk na mira de uma investigação relacionada com o 6 de Janeiro.

O Comité Judiciário do Senado revelou na terça-feira que um denunciante tinha exposto que a fundação conservadora Turnpoint USA ou TPUSA foi alvo do programa 'Arctic Frost', liderado pelo FBI, durante o mandato do ex-presidente Joe Biden.

Alguns exemplos dos grupos que o FBI colocou sob investigação pidesca incluem o Comité Nacional Republicano, a Associação dos Procuradores-Gerais Republicanos os grupos políticos ligados a Trump. No total, 92 alvos republicanos, incluindo grupos republicanos e indivíduos ligados ao Partido Republicano, foram colocados sob o âmbito de investigação do Arctic Frost, segundo afirmou o senador do Iowa, Chuck Grassley.

Nessa lista política estava um dos grupos de Charlie Kirk, o Turning Point USA.

sábado, agosto 02, 2025

Mais mentiras, mais infâmia.

quarta-feira, julho 22, 2026

Thomas Massie no Redacted: 50 minutos de verosimilhança.

Sendo apenas conheço um fonte de Verdade neste mundo, que é a de Cristo, esta conversa entre o único representante realmente dissidente em todo o Congresso americano e Clayton Morris será um dos registos mais verosimilhantes sobre a vida política americana, vista por dentro, que podemos ter por estes dias. 

Massie explica a perigosa disposição (Secção 219) que está escondida na Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA), e que obriga legalmente a uma integração permanente das cadeias de abastecimento, de inteligência e da tecnologia militar dos Estados Unidos e de Israel, uma medida sem precedentes, já documentada e denunciada pelo Contra, a que o congresssista chama "aliança intrincada" (é dizer pouco).

Massie detalha como a sua emenda para remover esta secção foi impedida de ser debatida ou votada, ocultando efetcivamente a verdadeira intenção do público, e argumenta, assertivamente, que o objectivo a longo prazo de Israel é "infiltrar-se como uma carraça" e tornar-se parte integrante dos EUA, enfiando a federação em guerras eternas no Médio Oriente, no mínimo (Telavive está aflito por levar a guerra à Turquia).

Na outra metade da conversa, Massie e Morris discutem o bloqueio que o Estado profundo e o regime Trump têm levantado contra a divulgação da totalidade dos ficheiros Epstein.

Para quem tem interesse pela actualidade política dos EUA, estes 50 minutos são incontornáveis.

quarta-feira, outubro 09, 2024

Furacões no Golfo do México: Mais documentos e testemunhos em favor da conspiração.

Considerando que o post de ontem sobre a situação climatérica no Golfo do México pode ter deixado os amigos deste blog entre a curiosidade e o cepticismo - e para que todos percebam que a hipótese das tempestades Helena e Milton estarem a ser manipuladas e guiadas por desígnio humano em função de interesses ocultos não é de todo uma teoria engendrada por lunáticos - vou deixar aqui mais alguns testemunhos e dados sobre o assunto.

Primeiro, o Coronel Douglas Macgregor, que os seguidores do Contra e do Blogville já conhecem por certo e que é tudo menos um alucinado conspiracionista, entrevista Dane Wigington, o CEO do Geoengineering Watch, sobre o assunto. Vejam o que ele tem para dizer, que é arrepiante.

 

Volto aqui a colocar um testemunho de Kristen Meghanque, perita ambiental da Força Aérea Americana, que se pode ter perdido no vídeo do Redacted que postei ontem e que é eloquente sobre as tecnologias de modificação do clima de que o Pentágono dispõe.


Tradução do testemunho de Meghanque

"Estive na Força Aérea dos EUA durante 9 anos. Já tinha ouvido falar do que muitos conhecem como o termo chemtrails. Trabalhei num projecto chamado engenharia bio-ambiental e achei que era uma loucura. E porque é que faríamos uma coisa dessas, modificar o clima utilizando materiais perigosos na nossa atmosfera? No processo de tentar desmascarar ou refutar a ideia, apercebi-me que estava a partir directamente do meu gabinete, pois eu era uma das pessoas que aprovava os químicos. Isto abalou o cerne do meu juramento e eu fiz muitas amostragens, muita investigação, denunciei o caso e saí. E agora utilizo as minhas credenciais, o meu juramento e os meus poderes para ajudar as pessoas a compreenderem que isto é muito real. É agora abertamente admitido. Existem múltiplas formas de modificação do clima”.

Sobre aquele que será o dado mais polémico que apresentei ontem - a utilização de feixes de energia para conduzir ou intensificar tempestades, que são detectáveis nos radares de satélite - eis um  segmento da CBS, emitido em 2015, em que o conhecido e reputado físico e divulgador de ciência Michio Kaku confirma a pertinência e eficácia de tecnologias laser no contexto da manipulação climatérica.


E agora um vídeo de imagens de radar do furacão Helena em que estes feixes de energia são claramente visíveis (e claramente artificiais):


Sobre este assunto, importa referir que a HAARP tem estações estrategicamente colocadas nas Caraíbas e na Costa Leste dos Estados Unidos, assumidamente destinadas a manipular o clima, como podemos constatar nesta página e no correspondente mapa do seu próprio site.










 

O furacão Milton está neste momento a chegar à Florida, arrastando consigo o poder destrutivo de uma das mais intensas tempestades alguma vez registadas nesta zona do globo. A Florida está a assistir a uma das maiores evacuações da história dos Estados Unidos, com milhões de pessoas a fugirem do fenómeno apocalíptico. 

O timing da eclosão dos dois furacões, a sua intensidade monumental, a velocidade intrigante em que passam de categoria 3 a categoria 5, as suas trajectórias inusitadas, os registos de anomalias aparentemente artificiais detectados por radar  e o factual domínio de tecnologias de alteração e manipulação climatérica por organizações mafiosas como o Pentágono, o HAARP e os serviços de inteligência norte-americanos, são variáveis a ter em consideração por qualquer pessoa que esteja atenta ao contexto político norte-americano e mundial.

Temos sido constantemente avisados, como maior ou menor subtileza, de que um evento "cisne negro" poderia acontecer antes das presidenciais de 5 de Novembro. O Furacão Milton, que vai, tudo indica, devastar um dos estados conservadores mais importantes no mapa eleitoral dos EUA, pode muito bem ser isso mesmo.