terça-feira, setembro 01, 2026
As tuas poupanças não são tuas, afinal.
Vivos e mortos.
Um ano depois da ordem executiva da Casa Branca que mandatava a divulgação pública da totalidade dos ficheiros Epstein, que foi apenas parcialmente cumprida pelo governo federal americano, Thomas Massie decidiu nomear uma quantidade assinalável de pedófilos e cúmplices de pedofilía (entre outros crimes tenebrosos) na Câmara dos Representantes.
I have been proven wrong. Last night @RepThomasMassie dropped names. pic.twitter.com/GWgYT3bGQL
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) September 1, 2026
São eles:
Jes Staley, Leon Black, Les Wexner, David Copperfield, Lapo Elkann, Tom Pritzker, Glenn Dubin, Frédéric Fekkai, Eduardo Teodorani, Jean-Luc Brunel (suicidado), Daniel Siad (suicidado)
Ramsey Elkhol,y
Princípe André (Andrew Mountbatten-Windsor) e Lesley Groff.
Muitos deste canalhas já eram conhecidos pedófilos, com relações documentadas com Epstein. Dois deles já foram entretanto suicidados. Nesse sentido, o discurso de Massie não traz grandes novidades. Mas, seja como for, convém não deixar de carregar nesta tecla, e continuar a associar os criminosos aos seus hediondos crimes.
EUA e Irão voltam a trocar ataques, Trump ameaça destruir ilha petrolífera iraniana.
Distopia do Reino Unido: Polícia detém residentes de Thetford por protestarem contra a decisão do governo de alojar na vila milhares de imigrantes.
Palhaço de merda.
Pega nessa falsa bandeira e vai morrer para as trincheiras do Donbass.
— ContraCultura (@Conta_do_Contra) September 1, 2026
Quatro anos não é muito tempo. Mas é o suficiente para ver uma civilização cair.
Esta é uma nota pessoal, de quem edita o ContraCultura há quatro anos, diariamente.
Se a estimada leitora, se o gentil leitor, não estiverem inclinados a sofrer as confissões do publisher, não hesitem, por favor: saiam já daqui p'ra fora.
Quando comecei a trabalhar este projecto, em Janeiro de 2022, entreguei-me de corpo e alma à coisa porque achava de tal forma torto este mundo que, por dever moral, algo tinha que fazer para dormir tranquilo, mesmo que na minha muito ínfima escala. Afinal, devo quem sou a um modelo ocidental de entender a existência humana e pensei, na altura, que devia retribuir com a queima das pestanas.
Não tinha a pretensão, sinceramente, de "fazer a diferença". Mas também não me passou pela cabeça que, quatro anos depois, estaríamos num muito pior lugar do que nessa altura nos encontrávamos. Nem pouco mais ou menos. Afinal, tínhamos acabado de sair do pesadelo da pandemia.
Acontece que agora estamos prestes a entrar no pesadelo da terceira guerra mundial.
Acontece que agora a guerra na Ucrânia já não é um conflito regional, mas um excelente pretexto para nos matarem a todos.
Acontece que agora o Estreito de Ormuz, pacífico e funcional no fim do Verão de 2022, nunca mais vai ser pacífico e funcional, para prejuízo de quem sempre o paga: o marisco da rocha.
Acontece que agora estamos prestes a ser substituídos, não já por paquistaneses, problema pequenino - até porque os paquistaneses também são filhos de Deus -, mas por um algoritmo de tal forma danado que pretende, para além de substituir o Homem, a substituição do seu Criador.
Acontece que agora fomos já traídos por aqueles protagonistas do poder em que ainda depositávamos, ingénuos como virgens num bordel, a derradeira esperança de um regresso aos princípios iniciáticos das democracias ocidentais.
Acontece que agora, até Fauci parece patético, quando é Peter Thiel o vilão, e Davos não passa de uma ameaça de algibeira, considerando Telavive.
Acontece que agora tenho saudades de Joe Biden (!), o senil palerma que deitava tudo a perder sem saber o que estava a fazer, sendo que os transhumanistas do regime Epstein sabem muitíssimo bem o que estão a fazer.
Quatro anos depois de adivinhar a queda de uma civilização, vejo-a a cair, em tempo real, e observo, ainda espantado, a passividade do gado.
Quatro anos depois de dar ignição ao meu irrelevante, se bem que combativo, programa editorial, sou mais irrelevante ainda, e o meu combate é uma causa perdida.
Sim, o ContraCultura é uma causa perdida. Porém, como sempre acontece com as ideias vencidas, é deveras livre porque não tem literalmente nada a perder. Sempre foi livre, sempre foi dissidente, sempre foi independente. Mas com o passar dos anos, transformou-se numa coisa ainda mais liberta, ainda mais desinteressada (se possível), ainda mais desalinhada e, confesso, mais radical.
Porque o bom senso é, agora, um extremismo. Porque a liberdade é, agora, um anátema. Porque a defesa da humanidade é, agora, uma heresia. Porque ser cristão já não é apenas, como em 2022, uma convicção contracultural. É puro terrorismo, para os senhores do universo.
Seja como for, cá estarei, a editar esta publicação, com o mesmo zelo diário, para ser condenado por isso.
Talvez assim, seja salvo no fim.
Tim Dillon: ninguém cala a sátira.
Isto 👇
E mais isto 👇👇If you need proof America is doomed, just consider how quickly it moved on from discovering members of its own government was raping and eating children.
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) August 31, 2026
— ThePatrioticBlonde™🇺🇸 (@ImBreckWorsham) August 30, 2026
Tribunal do Novo México multa Meta em mais de 560 milhões de dólares por impacto na saúde mental das crianças.
Eleitores norte-americanos opõem-se ao plano de integração militar entre os EUA e Israel.
Fuck around & find out, the Epstein version.
BREAKING: Democrats are now projected to sweep the 2026 midterms, taking both the Senate & House.
— Polymarket (@Polymarket) August 31, 2026
51% chance. pic.twitter.com/BLi4Z7lH3d
Este cenário, a confirmar-se, pode muito bem levar à destituição de Donald Trump.









