terça-feira, novembro 30, 2021

O mistério das descobertas científicas que desaparecem de um dia para o outro.

O nível de aldrabice que infesta as "descobertas científicas" no área da Mecânica Quântica é absolutamente recordista, nos tempos que correm. Falsificação de dados, análise criativa de resultados, erro nos cálculos, flutuações quânticas que não são tidas em conta, enfim, vale tudo por uns minutos de glória. São mesmo só uns minutos. Porque tanto a glória como as "descobertas" desaparecem muito rapidamente, quando os cientistas fantasistam caem na realidade ou sempre que um o processo de peer review cumpre a sua missão higiénica. O problema é que ninguém paga o preço da fraude. A não ser o contribuinte, claro.


O Omicron é assintomático. A estupidez, não.

Apesar da histeria mediática, a variante sul africana do Covid 19 não só ainda não matou ninguém como apresenta sintomas muito ligeiros ou mesmo nenhuns sintomas... Os jornalistas, tão felizes que estavam com a mortandade louca que aí vinha, vão chorar lágrimas abundantes de frustração. Mas não vai ser tão fácil assim reduzir o entusiasmo dos intérpretes dos poderes instituídos. Mesmo uma variante assintomática vai ser pretexto por certo para novas restrições e uma intensificação dos mandatos. E a culpa de quem é, de quem é? Tu sabes bem que a culpa é tua, boi mascarado, boi vacinado, boi obediente.


Vacinados Anónimos


Coronavirus Unvaccinated Austrians Face Prison Time, Huge Fines For Non-Compliance

Austrians who refuse to take a mandatory COVID-19 vaccine before a government imposed deadline face prison sentences and huge compounding fines for non-compliance.
After initially placing the unvaccinated under lockdown, a policy that completely failed, Chancellor Alexander Schallenberg announced that the jab would become compulsory from February 1.
Questions as to what would happen to those who still refused to take it have now been answered in the form of a draft that was leaked to the media.
“Under the bill, anyone who refused to attend a scheduled vaccination appointment would receive an official summons from local authorities. If an individual failed to show up, they would then be summoned one more time within the next four weeks,” reports RT.
“Should the second official request be ignored as well, the person would face a fine of €3,600 ($4,061) or four weeks in prison. The fine would increase to €7,200 ($8,000) for those who had already been fined twice for violating the vaccination requirement.”
No one will be “forcibly brought” to a vaccination center to get jabbed against their will, although rest assured, they will be “forcibly” placed behind bars if they continue to refuse.
If it passes, the legislation will stay in place for three years, with the government deciding if having recovered from COVID is a reasonable exemption.
Only pregnant women and children under the age of 12, in addition to those who face “a danger to life or health” by getting the vaccine, will be exempt.
The bill will also make regular booster shots compulsory.
With tens of thousands of protesters taking to the streets of Vienna in recent weeks, expect unrest to grow.

(...) Summit News

As soon as nazi soy boy comes to power,

these are most probably the next guys to be banned from twitter:


Notre-Dame ou Disney Land?

Depois de ter sido reduzida, em substancial parte, a escombros e cinzas por um incêndio que ainda hoje está por explicar, a Catedral de Notre-Dame, talvez o apogeu arquitectónico da fé católica, vai ser transformada numa espécie de parque temático pagão, que enaltece os novos deuses das elites politicamente correctas: a deusa da diversidade, a deusa da inclusão, a deusa da equidade, o deus do ambientalismo, o deus de todas-as-religiões-são-excelentes-religiões, o deus Black Lives Matter, o deus do globalismo e o deus do capitalismo marxista, entre outros deuses do universo Disney.

Mais: os planos para tal obscenidade são da autoria da Igreja Católica e não do Estado Francês, que até é, para todos os efeitos legais, o proprietário do monumento.

Acho a ideia excelente, mas pergunto-me (e o Paul Joseph Watson também se pergunta): porque é que não abrem concomitantemente um parque temático deste género numa mesquita? Isso sim seria equitativo e inclusivo e ecuménico e digno da divindade globalista que tanto veneram. Isso sim seria honrar os deuses woke nas várias dimensões espirituais da coisa. Há muitas mesquitas em França. Há-de haver alguma que precise também de obras de remodelação física e conceptual. Vá lá, experimentem. Porque esperam?


De mal a pior.


‘Why should I distinguish between white people and racists?’
Parag Agrawal

O CEO do Twitter, Jack Dorsey, anunciou ontem a demissão do cargo de CEO da plataforma que fundou. Embora a forma como Dorsey lidou com a liberdade de expressão e a censura fosse bastante horrível, parece que o atrasado mental que o vai substituir, Parag Agrawal, traz uma agenda substancialmente pior. Ainda no ano passado, Agrawal disse que o "papel do Twitter não deve ser vinculado à primeira emenda... concentrando-se menos em pensar na liberdade de expressão, mas pensando em como os tempos mudaram." Hã? Com base nesta assustadora e convenientemente vaga afirmação, e na arrepiante questão que coloca a ele próprio na citação que introduz este texto, tudo indica que uma sobredose de censura e niilismo está no horizonte do Twitter.

Talvez quando nada de interessante puder ser dito nesta horrível plataforma, quando as contas dominantes forem apenas as constituídas pelos burocratas do regime, os acólitos incondicionais de Silicon Valley e os charlatães da imprensa, a rede social do passarinho tonto decaia na irrelevância que merece. Talvez.

CDC Funded Study Shows No Significant Difference in COVID-19 Transmission Between Vaccinated and Unvaccinated

The Centers for Disease Control and Prevention (CDC) COVID response team published a study on medRxiv – a collaborative project jointly run by Cold Spring Harbor Laboratory, Yale University, and BMJ, a global healthcare knowledge provider – concluded that there is no significant difference in transmission potential of vaccinated and unvaccinated persons infected with the COVID-19 “Delta variant” in federal prison during an outbreak between July to August 2021.
The study showed that there is “no significant differences were detected in duration of RT-PCR positivity among fully vaccinated participants (median: 13 days) versus those not fully vaccinated (median: 13 days; p=0.50), or in duration of culture positivity (medians: 5 days and 5 days; p=0.29)” among the 95 eligible participants out of 190, of whom 78 were fully vaccinated and 17 were not fully vaccinated.
The findings showed that “prevention and mitigation measures should be applied without regard to vaccination status for persons in high-risk settings or those with significant exposures.”
The study confirmed that vaccinated individuals are still at risk of widespread outbreaks when the virus is introduced into congregate settings, even when vaccination coverage is high.

(...) Gateway Pundit

Conversão em contra ciclo.

Não sei se as razões que Denish D'Souza aponta para a conversão de milhões de muçulmanos à fé cristã, que se tem registado nos últimos anos, são válidas. Mas uma coisa é certa: pela primeira vez na história dos dois credos, o Islão está a perder acólitos para as igrejas ocidentais, em números massivos. E isso é uma boa notícia. A má notícia é que a Igreja Católica, liderada por um papa ateu com obsessões ecuménicas, não deve estar muito entusiasmada com o facto estatístico. Depois de séculos sobre séculos em que o Vaticano tentou de tudo, da guerra à caridade, para tentar evangelizar, sem qualquer sucesso, o terço do planeta que é muçulmano, a actual indiferença da burocracia católica perante a conversão dos infiéis é de uma ironia brutal.


segunda-feira, novembro 29, 2021

UK Bureaucrats Abandon Term “Christmas” Over Fears it May Offend Minorities

Bureaucrats in the UK were forced to abandon using the word “Christmas” as part of a campaign over fears it would offend minorities.
Civil servants wanted to use the word as part of a COVID-19 test drive aimed at students that was originally called “Don’t take COVID home for Christmas.”
However, the phrasing was vetoed after bosses worried it would upset non-Christians.
“We have been advised by Cabinet Office that we should not use the word Christmas – as the Government campaign needs to be inclusive and some religions don’t celebrate Christmas,” an email seen by The Mail on Sunday read. “The other option was ‘festive season’ which keeps the emotional motivation.”
“We have gone with ‘Don’t take COVID-19 home for the holidays,” they subsequently decided, despite another official pointing out that calling Christmas “holidays” was an “Americanism.”
Conservative MP Saqib Bhatti rubbished the idea that the government should be pandering to people who are so easily offended.
“As a Muslim, I find it ridiculous we can’t enjoy this special time of year. I look forward to showing my new son his first Christmas tree. The idea you can’t mention Christmas is completely ridiculous,” Bhatti said.
“I’m proud of that and proud to celebrate Christmas. The Blob needs to stop waging war on Christmas and get on with delivering for the British people,” he added.
Leftists have long declared claims about a politically correct “war on Christmas” to be a right-wing myth, although innumerable examples crop up every single year.

(...) Summit News

Pura propaganda. Mas a troco de quê?


De acordo com o Observador, quem deve verificar que a vacina da Pfizer é segura para as crianças é a... Pfizer. Se a Pfizer diz que nos seus "ensaios clínicos" com infantes (que género de pais permitem que os seus filhos participem neste ensaios?) não encontrou casos de miocardites, pronto, é porque está tudo ok. Até porque a Pfizer não diz que as miocardites não podem acontecer. Só diz que não aconteceram nos "ensaios". A Pfizer é tão honesta que descarta responsabilidades sobre qualquer eventualidade. A Pfizer é tão integra que obrigou os seus clientes (leia-se: os estados) a assinar contratos em que os encargos jurídicos decorrentes de eventuais males que a sua vacina possa causar não lhe sejam imputados, caso inédito na infernal história das indústrias farmacêuticas. Mas nada disso importa: o que urge é vacinar as crianças, para as quais o Covid, em todas as suas variantes de pânico, constitui um risco de zero vírgula zero zero zero qualquer coisa insignificante.

O que me pergunto, sempre que leio estes óbvios e muito pouco subtis exercícios de propaganda, é sobre a motivação de quem os escreve. Tem a Marta Leite Ferreira, autora desta peça vil e servil e millenial típica do deprimente ecossistema do Observador, uma avença com a Pfizer? Duvido muito. É ela ou são os seus mais directos familiares accionistas da gigante farmacêutica? É estatisticamente possível, mas improvável. Haverá alguma razão objectiva, palpável e - em certo sentido - racional para que a Marta passe por cima de todos as normas básicas do seu ofício para vender uma vacina extremamente ineficaz e que toda a gente sabe (inclusivamente ela) que tem efeitos secundários não dispiciendos? Não, não há. E isso é que é verdadeiramente arrepiante.

Esta criatura faz o que faz, não por brio profissional (pelo contrário), não para tirar vantagens materiais imediatas (se bem que, concedo, talvez alimente vãs expectativas de retirar a longo prazo benefícios na carreira por ser uma agente do regime), mas sobretudo por convicção moral. A Marta está de certeza completamente convencida que o sexo oral com que serve uma multinacional conhecida por perder biliões de dólares nos tribunais, dada a sua proverbial negligência, e em multas, decorrentes do seu constante desrespeito pelas normas das instituições que regulam os mercados onde opera, merece o serviço. A Marta está de certeza completamente convencida que está a salvar vidas e que está a salvar o serviço nacional de saúde e que está a contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária e isso tudo. A Marta até deve achar que injectar crianças com vacinas experimentais vai salvar o planeta das alterações climáticas.

O Covid 19 não é o problema. A Marta é que é o problema. Os pais da Marta, que a educaram para isto, é que são o problema. As escolas que a Marta frequentou e que a treinaram para isto, é que são o problema. O pasquim que empregou a Marta e que publica a propaganda de quarta classe que a Marta produz é que é o problema. E os bois, que acreditam no que a Marta escreve, são, claro, o mais intrincado problema de todos.

New Study: Fully Vaccinated People Just as Likely to Spread Delta Variant Within Households as Unvaccinated

Fully vaccinated people are just as likely to spread the Delta variant of Covid within households as unvaccinated, according to a new Lancet study.
Researchers in the United Kingdom examined 621 symptomatic people over one year.
“Households are the site of most SARS-CoV-2 transmission globally.19 In our cohort of densely sampled household contacts exposed to the delta variant, SAR was 38% in unvaccinated contacts and 25% in fully vaccinated contacts. This finding is consistent with the known protective effect of COVID-19 vaccination against infection.8, 9 Notwithstanding, these findings indicate continued risk of infection in household contacts despite vaccination.” the study said.
People who have received COVID-19 vaccinations are able to spread the delta variant within their household despite their vaccination status just as easily as unvaccinated individuals, a new study published on Friday shows.
According to the study published in The Lancet Infectious Diseases journal, people who contracted COVID-19 had a similar viral load regardless of whether they had been vaccinated. The study further found that 25 percent of vaccinated household contacts contracted COVID-19. while 38 percent of unvaccinated individuals were diagnosed with the disease.

(...) Gateway Pundit

A Matéria Negra já não é o que era.

Durante algumas décadas, o conceito de Matéria Negra serviu bem para explicar alguns fenómenos observáveis no universo que eram dificilmente compreensíveis sem ela. Se nos limitarmos à matéria observável e cuja constituição dominamos, rapidamente percebemos que o universo é mais pesado do que seria expectável, os clusters galácticos movimentam-se demasiado depressa em relação ao seu centro, a luz das galáxias é mais distorcida do que seria de supor, o espectro energético da radiação cósmica de fundo é mais intenso do que devia ser e a matéria cósmica é mais densa do que seria plausível. Se incluirmos porém a Matéria Negra na grande equação de tudo, essas excentricidades tornam-se afinal triviais, isto embora ninguém saiba na verdade o que ela é e de que é constituída. Os físicos contentaram-se porém com a incerta certeza de que a matéria negra existe, e está lá para tornar o cosmos um pouco mais domesticado.

O problema é que nos últimos anos os astrónomos detectaram novos comportamentos siderais que contrariam as previsões implícitas na Matéria Negra: ausência de picos de densidade nos núcleos de pequenas galáxias, escasso número de galáxias satélites (sendo que as que existem respeitam alinhamentos que a Matéria Negra também não explica), colisões a altas velocidades entre clusters de galáxias, e outras dissonâncias deste género que têm descredibilizado a Matéria Negra como uma solução simples, embora enigmática, para o muito que não sabemos sobre o cosmos.

Curiosamente, a Gravidade Modificada, uma teoria que parte do princípio que a Lei de Newton está mal formulada, resolve muitas das anomalias que a Matéria Negra não soluciona. Isto embora seja imprestável para justificar os fenómenos a que a Matéria Negra dá boa resposta.

Acontece porém, e chegámos finalmente à parte gira desta conversa, que enquanto a Matéria Negra indexa, talvez, à física das partículas, a Gravidade Modificada refere-se à física ondulatória. E como é sabido, em Mecânica Quântica aquilo que agora é uma partícula pode rapidamente ser uma onda e vice-versa. Neste contexto, é apenas natural desconfiar que, se calhar, a Matéria Negra e a Gravidade Modificada são duas faces da mesma moeda. Em certas situações ou em certas localidades do universo, a matéria comporta-se como se fosse constituída por partículas. Noutras geografias e noutros contextos, comporta-se como uma onda. Poderá assim existir a possibilidade desse comportamento dual funcionar sob uma mesma equação ou obedecer a uma lei apenas.

Tudo isto em teoria, claro. Na verdade, tanto a Matéria Negra como a Gravidade Modificada são axiomas altamente especulativos, que se adaptam a algumas observações e a outras não. Que servem a alguns cálculos e a outros não. Sabine Hossenfelder, que não é conhecida por dar livre rédea à especulação, considera porém que a questão merece investimento. E propõe uma abordagem multidisciplinar, de forma a explorar o seu potencial. Boa sorte.

 



Tirania Insular da Irlanda #02

Não queres ser injectado com uma vacina experimental com risíveis índices de eficácia e sérios efeitos secundários? Muito bem. És um gajo livre, que mandas no teu corpo, e tens o direito de escolher os tratamentos e as drogas que nele inseres. Acontece é o seguinte: não podes andar de transportes públicos. Não podes ir ao supermercado. Nem ao barbeiro. Nem ao ginásio. Não podes frequentar restaurantes. Nem bares. Nem casa de putas. Acabaram-se as idas ao centro comercial. E aos estádios. E às salas de espectáculos. Pensando bem, o melhor é que nem saias de casa. Tens a Amazon. Tens a Netflix. Tens o Porn Hub. O que é que queres mais? Devias é dar graças a Deus, por não te enfiarmos já num belo, acolhedor e confortável campo de concentração, como fazem - e bem - os australianos. Mas aqui, na Irlanda, somos mais tolerantes. Pelo menos por enquanto.


Fabulástica orquestra de um só instrumento insano.

Uma nova variante do medo #03

A variante sul africana, pelos vistos relativamente inofensiva, levanta pretextos para mais confinamentos. Para maior destruição do tecido sócio-económico. Para mais mentiras da imprensa. Para mais autoritarismo dos estados. Para mais do mesmo numa repetição nauseante do poder iníquo das oligarquias e da obediência obscena dos cidadãos. Uma espécie de imperialismo do medo grassa sobre as sociedades ocidentais e parece imparável no seu movimento totalitário. Até quando?


domingo, novembro 28, 2021

South African doctor says omicron variant symptoms ‘unusual but mild’

The South African doctor who first alerted authorities to the presence of the COVID-19 omicron variant reported that it presents "unusual but mild" symptoms.
Dr. Angelique Coetzee, a board member of the South African Medical Association, first noticed otherwise healthy patients demonstrating unusual symptoms on Nov. 18.
"Their symptoms were so different and so mild from those I had treated before," Coetzee told The Telegraph.
"It presents mild disease with symptoms being sore muscles and tiredness for a day or two not feeling well," Coetzee explained. "So far, we have detected that those infected do not suffer the loss of taste or smell. They might have a slight cough. There are no prominent symptoms. Of those infected some are currently being treated at home."
Coetzee reported around two dozen of her patients that tested positive for the coronavirus and displayed these new symptoms. She alerted officials to the possibility of a new variant, which the World Health Organization (WHO) on Friday designated the omicron variant.
Most of the patients were men who reported "feeling so tired," and half of them were unvaccinated. The patients comprised a range of ages and ethnicities.

(...) Fox News


Um piloto de aviação que também se desenrascava no mundial de ralis,

 de certeza absoluta:


De não vacinado a homofóbico em 60 segundos.

Que agenda apocalíptica comanda os destinos da América?

Num clip de consumo obrigatório para aqueles que gostam de pensar com a sua própria cabeça, Carl Benjamin pergunta-se pela intenção dos media americanos e da esquerda radical instalada no Congresso e na Casa Branca, quando, através da falsificação dos factos e da distorção da realidade, protegem sistematicamente os criminosos e perseguem declaradamente os inocentes, em função de uma agenda que só pode ter como fundamento a destruição do tecido social dos Estados Unidos.

Transcrevo o último segmento do monólogo, que é mais incisivo, mas não posso deixar de recomendar vivamente que oiçam tudo o que Carl tem para dizer. É de suma importância que as pessoas ganhem consciência da pavorosa manipulação ideológica que está a acontecer com maior intensidade a cada dia que passa.

"The naked double standards are on full display. We can see the bias, we can see the lies and we can see the refusal to accept their own mistakes. We know this and they know we know this and yet they continue doing it anyway. Why are they doing this? The left seems committed to this course come what may. It seems there's no lie too brazen, no offense to gross, no criminal too evil they will not accept as their own. Look at the caliber of their martyrs: in every case every single one of them is total and utter scum. Why are they defending racists, rapists and murderers while they commit injustices? Why are they attacking law abiding citizens when they defend themselves against these criminals?It's hard to believe, at this point, that the left wing, as a hole, is not committed to the absolute destruction of the civil society of the United States. (...) The question that follows and one that must be on the lips of every American at this point is this: what do they think they will gain?"

sábado, novembro 27, 2021

Os media como ameaça à liberdade individual e à sanidade social.


Primeira página da edição de 1644 da Areopagitica, de John Milton


“Give me the liberty to know, to utter, and to argue freely according to conscience, above all liberties.”
John Milton . Areopagitica


“Power is in tearing human minds to pieces and putting them together again in new shapes of your own choosing.”

George Orwell . 1984


Chegados à terceira década do século XXI, concluímos que os indivíduos da espécie Sapiens fazem basicamente tudo o que lhes dizem para fazer, não importa o quão absurdo ou imoral, desde que o comando provenha de um político, de um burocrata, de um jornalista ou de um cientista. Em troca de proteção contra ameaças relativamente triviais, sacrificamos com surpreendente facilidade e descontração a nossa liberdade e permitimos o surgimento do totalitarismo.

Uma das causas primeiras desta obediência cega reside na operação draconiana dos meios de comunicação social, que manipulam e distorcem a informação, e das corporações tecnológicas, que controlam e censuram o seu fluxo na web. Estes dois motores de conformidade tornaram possível um uníssono inédito na história do discurso humano, constituindo um sólido paradigma para a prossecução de ideologias que favoreceram o controlo centralizado, de cima para baixo. Apesar da Web ser acessível a biliões de pessoas, a informação que nela circula é controlada por uma percentagem ínfima de indivíduos, fenómeno de natureza oligárquica cuja disparidade estatística é, historicamente, inédita.

Este fluxo limitado, filtrado e unidirecional da informação, servido às massas crédulas como verdade absoluta, cria uma situação análoga à alegoria da caverna de Platão. Nesta alegoria, os prisioneiros são acorrentados numa caverna e forçados a ver a dança das sombras nas paredes. Sem saber melhor, os prisioneiros confundem as sombras com a realidade.

E aqui residirá, talvez, a redenção da Internet. De cada vez que um indivíduo mais acordado, de cada vez que um dissidente determinado, de cada vez que uma mente curiosa identifica, recorrendo a critérios mais exigentes de navegação electrónica, a corrupção das "autoridades" institucionais e vê para além do muro de mentiras; de cada vez que alguém num dado momento conclui que o que pensa ser verdade é apenas a um reflexo manipulado e distorcido da realidade, abre-se uma brecha no muro totalitário. Tanto mais que essa descoberta individual pode ser partilhada com vastas audiências. Neste sentido, e apesar do esforço titânico e tirânico das Big Tech, a Web está a acabar com o monopólio que os meios de comunicação social convencionais detinham sobre o fluxo de informação.

Porém, como essa dissidente e quase clandestina circulação informacional ameaça a visão parasita e controleira dos que ocupam as posições de poder, devemos esperar um aumento na intensidade da censura, na tentativa de nos forçar a voltar à caverna de Platão. Esta reacção será justificada como necessária para limitar o "hate speech", mesmo quando praticamente inexistente, e corrigir a "desinformação", embora estes rótulos plastificados sejam não mais que isso mesmo: a embalagem usada para esconder o acto socialmente destrutivo de restringir a liberdade de expressão com o objectivo de proteger os interesses da oligarquia.

Esta não é a primeira vez que se tentam limitar os fluxos informacionais emergentes de novas tecnologias de comunicação. Após a invenção da imprensa, as classes dominantes da Europa implementaram duras leis de censura. Um exemplo entre muitos é a da Ordem de Licenciamento Inglesa de 1643, que ordenou a prisão de quem imprimia livros críticos do governo. Mas o poder da imprensa provou ser demasiado forte e os seus efeitos não puderam ser contidos por mandatos das classes dominantes. Logo em 1644 John Milton publicou "Areopagitica, Um discurso do Sr. John Milton pela liberdade de impressão não licenciada, para o Parlamento da Inglaterra", um texto que se opunha eloquentemente ao licenciamento e à censura e que está entre as defesas filosóficas do direito à liberdade de expressão mais influentes e apaixonadas da História.

É no entanto bem possível que, se formos demasiado passivos e não tomarmos uma posição dura contra as tentativas de sufocar a liberdade de expressão, esta revolução tecnológica seja diferente daquelas passadas. Até porque a oligarquia que tomou o poder contemporâneo é tecnologicamente sábia e usa com mestria os novos instrumentos de propaganda ao seu dispor. Os detentores do poder usam e continuarão a usar com agressividade e eficácia crescente este novo paradigma tecnológico a seu favor e, em vez de nos libertarem, as tecnologias digitais serão a ferramenta que nos levará ao terror público e ao inferno privado de um totalitarismo global tecnocrático.

A questão central permanecerá, portanto, na esfera do indivíduo, e do que ele for capaz de fazer para defender os seus direitos naturais e a consequente possibilidade de uma existência digna e próspera, assente no mais sagrado dos princípios fundamentais: o livre arbítrio.

De não vacinado a racista em 41 segundos.

No Dia de Acção de Graças, os americanos agradecem exactamente o quê?

A inflação galopante? O colapso das redes de distribuição de bens e combustíveis? A queda do nível de qualidade de vida? O crime sem rédea nos centros urbanos? Uma nação ideologicamente dividida? Uma administração mal amada, radical e desastrada, cuja prepotência nunca vista na democracia americana ultrapassa todos os constrangimentos constitucionais e cuja incompetência parece, a cada dia que passa, deveras intencional? A transformação das instituições legislativas e judiciais em instrumentos de perseguição política de metade da população? A humilhação inaudita no Afeganistão? A total falência da credibilidade internacional? A entrega da liderança militar, económica e diplomática à China?

Tucker Carlson, no monólogo de ontem, parece perguntar-se precisamente estas perguntas. E o tom meio deprimido, meio fatalista com que analisa a realidade actual do seu país serve bem como resposta.


Memeville #63


O que diz Jordan Peterson e o que a imprensa diz dele.

Jordan Peterson: Arruma o teu quarto.
Imprensa: o Peterson quer transformar os adolescentes em escravos do lar.

Jordan Peterson: As lagostas têm um comportamento sexual interessante.
Imprensa: o Peterson gosta de comer marisco enquanto viola feministas.

Jordan Peterson: Há monstros debaixo da cama.
Imprensa: o Peterson é um mitómano que tem prazer em assustar as crianças.

Jordan Peterson: se os seres humanos são iguais, não são livres e se são livres, não são iguais.
Imprensa: o Peterson acredita numa sociedade dividida em castas.

E assim sucessivamente, porque tudo o que lês, vês ou ouves nos media sobre o professor canadiano é mentira, omissão, adulteração, fraude, manipulação, desvio, malícia. E  Tyler Fischer faz dessa má fé, bom humor:


Como funciona a censura: o episódio Lawrence.

Eis o modos operandis da máquina censória contemporânea, em 3 simples passos:

1 - Arregimentas a turba das redes sociais para intimidar e humilhar o dissidente;

2 - Denuncias o dissidente às Big Tech para que o silenciem imediatamente;

3 - Se, por resiliência do dissidente, incompetência da turba ou desleixo das Big Tech, os dois passos anteriores não resultarem, moves montanhas para arruiná-lo. Difamas o carácter do dissidente, pressionas o patrão dele, ameaças o agente, retiras-lhe qualquer hipótese de ganhar a vida, convences a escola onde ele tem os filhos a expulsá-los, a vizinhança dele a odiá-lo, a família dele a ostracizá-lo, os amigos a esquecê-lo. Em última análise, descobres onde ele vive e vais lá, devidamente acompanhado de uma dúzia de macacos barra activistas, infernizar-lhe a existência e prometer-lhe violências.

O caso de Andrew Lawrence, é paradigmático. Por causa de dois muito breves e bastante satíricos tweets, que demoliam completamente o aproveitamento político que a esquerda woke inglesa tinha feito da selecção de futebol no Euro deste ano, o genial e corajoso comediante inglês ficou sem agente e sem a mínima hipótese de actuar ao vivo, fosse onde fosse. Oiçam a história contada por ele mesmo:



Ainda alguém acredita que somos cidadãos livres, no Ocidente?

Uma nova variante do medo #02

Angelique Coetzee, a directora da South Africa Medical Association, que tem um conhecimento naturalmente mais profundo das características da mutação e do comportamento do vírus, retrata a onda de pânico sobre a nova variante africana do Covid 19 como uma "tempestade num copo de água", fazendo notar que o seu país registou apenas "casos muito ligeiros" da nova estirpe.

Mas esta boa notícia não cabe no telejornal, nem nas primeiras páginas da imprensa, certo? Este facto não interessa realmente, não é? O que interessa realmente é fomentar novas vagas de medo, que proporcionem condições para um reforço da tirania em vigor.

Só não vê quem não quer.


Há 42 anos atrás,

os proféticos Monty Python já faziam sátira com a ridícula realidade da segunda década do século XXI.


sexta-feira, novembro 26, 2021

Uma nova variante do medo.



Uma variante sul africana do vírus Covid-19 está a agraciar as redações da imprensa ocidental com novos motivos para a disseminação do pânico, uma das actividades favoritas dos "jornalistas" de agora. Não porque existam evidências de que mate mais gente. Não porque apresente sintomas mais graves. Mas porque se transmite mais depressa. Vamos já a seguir enfiar toda a gente em prisão domiciliária, vamos já a seguir destruir o tecido económico e social das nações, vamos já a seguir aniquilar o que resta da civilização porque esta variante tem um grau de transmissibilidade superior às variantes Beta e Delta e Ómega e o raio que os parta.

Nunca mais saímos deste buraco sem fundo. E a culpa é tua, boi. Quando acabares desempregado e divorciado e alienado e por completo dependente do que o estado decidir oferecer-te por esmola; quando tiveres o cérebro tão bem lavado que precisas da Netflix para perceberes que estás vivo; quando os teus filhos desenvolverem todo o tipo de doeças psico-emocionais (por serem privados de uma vida normal), todo o tipo de doenças respiratórias (por estarem constantemente amordaçados a uma máscara que ao fim de umas horas reuniu no seu tecido uma vasta quantidade de imundices) e todo o tipo de doenças cardíacas (porque tu vais correr a vaciná-los quantas vezes foram necessárias para sossegar a tua cobardia); quando os serviços públicos de saúde, que tu tanto veneras, estiverem a tal ponto degradados e a tal ponto forem condicionados e reduzidos ao pânico da miríade de novas variantes da gripe chinesa que nem para acamar os engripados mais vulneráveis servirem; quando a sociedade colapsar por fim ao jugo a que te submeteste de cara alegre; quando não fores mais que um escravo receoso do chicote, espoliado de tudo o que podia fazer de ti um ser humano, não te podes queixar, boi.

Porque a única variante genética deste anunciado e previsível e aparentemente inescapável apocalipse és tu, boi.

As Cinco Vias de S. Tomás de Aquino #02: O argumento do Motor Imóvel.

O Bispo Barron desenvolve neste clip os fundamentos racionais da primeira Via de S. Tomás de Aquino, argumentando que a supressão dessa causa primordial (actus purus) invalida a termo-dinâmica e o que conhecemos como matéria e energia, demonstrando assim a validade filosófica e teológica do Primeiro Motor Imóvel.


COVID Death Toll Under Biden Set to Surpass Trump, In Less Time

The U.S. death toll from coronavirus under President Joe Biden is set to surpass the number of fatalities recorded under Trump in less time, despite the fact that the vaccine wasn’t available during Trump’s time in office.
Figures from Johns Hopkins University show that 378,955 people died from COVID-19 in the United States during Biden’s first ten months in office.
That compares to an pre-existing death toll of 396,442 before Biden took office.
The death toll will have more than doubled after Biden’s first year in office despite him running on a campaign platform during which he directly blamed Trump for COVID deaths.
During his final debate with Trump, Biden asserted that “anyone who’s responsible for that many deaths” – 220,000 at the time – “should not remain as President of the United States of America.”
Suffice to say, Biden has indicated he will run for president again in 2024.
Despite the widespread availability of vaccines, more people have died from COVID-19 in 2021 than in 2020.

(...) Summit News

Um arrepiante testemunho sobre os efeitos secundários das vacinas mRNA.

Em chocantes declarações à GBNews o cardiologista Aseem Malhotra revela, entre outros factos estatísticos assustadores, que um recente estudo clínico observou um aumento de 14% em doenças de inflamação cardíaca desde que as vacinas mRNA estão a ser distribuídas pela população inglesa. Mais preocupante e escandaloso ainda: outros estudos existem que confirmam esta preocupante tendência mas que não são publicados porque os cientistas responsáveis pelos trabalhos receiam que as gigantes indústrias farmacêuticas lhes retirem os apoios financeiros de que necessitam para exercerem as suas actividades.

É este o estado da ciência que as "autoridades" pretendem desesperadamente vender aos cidadãos como absolutamente credível. Como se de um dogma religioso se tratasse. Porque só ao nível do credo místico é que podemos acreditar que as vacinas Covid são perfeitamente seguras.




Estado geral dos mandatos, em Dezembro de 2022.

Elogio do Inferno.

O Paul Joseph Watson é a principal fonte de conteúdos do Blogville, nos tempos que correm. E não é por acaso. O senhor tem uma ética profissional tremenda - primeiro. Segundo - expõe a podridão contemporânea como ninguém mais consegue fazer. Este caso específico é lindo. Lindo como um elogio do inferno. É que, por razões puramente ideológicas, há gente que aprecia, ou finge apreciar, a vida sob as mais infernais condições que se possam imaginar. Não tenho pena deles, claro. Fazem-me rir, até. Um riso amargo, que anuncia o fim da civilização

“It Would Be Crazy” To Kill Myself: Newly Released Prison Records Reveal That Jeffery Epstein was “Future-Oriented and Psychologically Stable” Before He Allegedly Committed Suicide In His Cell

Newly released Federal Bureau of Prisons (BOP) records that were obtained by the New York Times revealed how child sex trafficker Jeffery Epstein had repeatedly denied suicidality and had been deemed “cooperative,” “future-oriented,” “goal-directed,” and “psychologically stable” by medical staff in the days leading up to his timely demise alleged suicide.
According to the over 2,000 BOP documents, which included extensive and detailed psychological examination records, Epstein “adamantly” told prison psychologists that he had “no interest in killing himself,” even adding that he “would not do that” to himself anyway because he is a “coward” who is afraid of pain.
Epstein even told one psychologist that he has “lots to do for [his] legal case” and how “being alive is fun,” adding that “it would be crazy” to take his own life because he “has a wonderful life.”

(...) Gateway Pundit

quinta-feira, novembro 25, 2021

O Washington Post também acha que o terrorista de Waukesha é um automóvel.

Por incrível que pareça, e como o Observador também já tinha sugerido à sua pasmada audiência, parece que foi um carro que matou 6 pessoas e feriu mais de quarenta, em Waukesha. O homem por trás do volante é irrelevante para a os rapazes do Washington Post, que nem sequer o referem na "notícia" que publicaram e que configura uma explosão de vilania difícil de enquadrar num espectro moral, por muito amplo que seja.



Depois não me venham com a história que eu sou injusto com a prostituta profissão do jornalismo. Que nem todos os jornalistas são assim enfermos de ética e decência. Que exagero e radicalizo o discurso. Não, meus amigos, não há excepções. Não há desculpas. Não há redenção para estes filhos da cadela de Satanás.

Guerra ao Meme: o episódio Corbyn.

Jeremy Corbyn, o comunista que já foi líder do partido trabalhista inglês até ser esmagado eleitoralmente por Boris Johnson, foi, aqui hás uns anos e seguindo o seu famoso (ou infame?) instinto anti-semita, apanhado a depositar uma coroa de flores num memorial aos terroristas palestinianos responsáveis pelo massacre do Jogos Olímpicos de Munique de 1972, na embaixada da Palestina na Tunísia. Apesar de Jeremy negar disparatada e desavergonhadamente o seu envolvimento nessa cerimónia, trata-se de um facto que está documentado pelo The Guardian, pasquim insuspeito nesta matéria porque a sua redacção está repleta de activistas que veneravam - e veneram - o sujeito em causa:

Este acto impensado e impensável de Corbyn gerou polémica na altura e acabou por ser premiado com, entre muitos outros, este magnífico meme:

Acontece que os tempos que correm são o que são e a verdade passa a mentira e a mentira a verdade com uma facilidade incrível e Corbyn, confrontado com este assertivo exercício de humor negro decidiu processar o seu autor por difamação. Não há difamação nenhuma porque o meme refere-se a um facto inegável. E mais: se o humor passar a ser escrutinado desta forma, mesmo quando estica a verdade dos factos (o que nem por isso acontece neste caso específico), vamos ficar rapidamente sem motivos para sorrir. Vamos ficar rapidamente privados da comédia.

É claro que os memes que estão a ser cancelados e que são hoje declaradamente perseguidos pelos poderes instituídos são apenas os que são gerados pela direita do espectro político, como já documentei aqui e aqui e aqui, e é outrossim evidente que os memes gerados pela esquerda não têm, na sua maioria, piada nenhuma porque a esquerda não pode ofender ou sensibilizar ninguém e o humor não convive bem com a ultra-civilidade e o pudor esquizofrénico que são exigidos pela tirania woke.

Por isso mesmo, não deixa de ser grave que os actores políticos e as estruturas burocráticas estejam tão preocupadas em censurar a sátira. Para além da atitude persecutória, inédita nas sociedades ocidentais, ser um sinal óbvio do impulso totalitário a que estamos a ser sujeitos num crescendo imparável (só os tiranos são intolerantes à paródia), se nos retirarem o humor de direita vão acabar por nos retirar o humor de todo.

É verdade que as hipóteses de que Corbyn ganhe na justiça o que perdeu em credibilidade com o seu acto irreflectido são bastante remotas. Mas o precedente de levar a tribunal o autor de um meme, está agora aberto no Reino Unido. E esse precedente é lamentável. E deveras preocupante.


Os teus familiares têm opiniões políticas diferentes da tua? Faz queixa deles ao FBI!

Num artigo que, inadvertidamente, demonstra que o FBI é hoje nada mais nada menos que uma polícia política, Molly Jong-Fast, uma retardada colunista do The Atlantic, convida os partidários da nova ordem totalitária a denunciarem ao FBI os familiares que manifestarem, durante o Thanks Giving, opiniões divergentes daquelas consagradas pelo Regime Biden e pelo fascismo woke que vigora agora nos Estados Unidos da América.

Ao exausto Paul Joseph Watson, não falta trabalho.


Waukesha Christmas Parade Killer Drove in Zig Zag Pattern to “Hit as Many” People as Possible

The affidavit against the Christmas parade killer states that Darrell Edward Brooks Jr drove in a zig zag pattern in order to “hit as many” people as possible, confirming yet again that the massacre was a deliberate attack.
Ever since the incident, the media has tried to play down any possibility that the attack was motivated by Brooks’ extremist political views, his support for BLM or violent hatred for white people.
This was exemplified in the hours after the tragedy, when numerous outlets falsely reported that Brooks was merely trying to flee the scene of an earlier crime, a narrative that served to diminish the explanation that the massacre was a deliberate attack.
After police confirmed that they were not chasing Brooks as he ploughed through the Christmas parade in Waukesha, the affidavit against the killer reveals more crucial details about the deliberate nature of what happened.
According to eyewitness Officer Butryn, the vehicle “appeared to rapidly accelerate” and “took an abrupt left turn into the crowd of parade participants.”
This made it clear to the officer that he was seeing “an intentional act to strike and hurt as many people” as possible.
Officer Butryn then observed the vehicle “to be intentionally moving side to side, striking multiple people.”
Another eyewitness who spoke to police at the scene said the SUV was driving in a zig zag pattern with “a direct intent to hit as many parade participants.”

(...) Summit News

As Cinco Vias de S. Tomás de Aquino.

"Terá que haver um primeiro motor que exista sobre todos – e a esse motor chamamos Deus."
S. Tomás de Aquino . Suma Teológica


Os escritos dos antigos filósofos pagãos confirmam os ensinamentos bíblicos de que é possível aos seres humanos conhecerem a existência de Deus sem nunca terem lido a Bíblia, testemunhado um milagre ou experimentado um momento de revelação metafísica. Não observamos Deus diretamente, mas pelo que vemos e experimentamos do mundo natural, podemos inferir que algo deve estar por trás da realidade cósmica. Algo que é responsável pela grandeza, pela beleza e pela ordem do mundo. É a essa entidade que descortinamos instintivamente na realidade que chamamos Deus.

No clip em baixo, o Frei James Bent coloca neste contexto os argumentos que S. Tomás de Aquino postulou em favor da existência de Deus (as célebres "Cinco Vias" do Suma Teológica) e que são:

1° argumento: o Motor Imóvel

O movimento existe: isso é evidente aos nossos sentidos. Ora, se aquilo que se move é movido por alguma força, por algum motor, não é intelectualmente satisfatório pensar que cada motor seja movido por outro motor, sendo este, por sua vez, movido por outro motor, e assim sucessivamente até ao infinito: é razoável que exista uma origem primeira do fenómeno do movimento, ou um motor que move sem ser movido. Esse primeiro motor imóvel teria que ser Deus, o Criador de todo movimento.

2° argumento: a Causa Primordial
Se todo o efeito tem uma causa e cada causa é o efeito de outra causa, caímos no mesmo ciclo indefinido e infinito do problema anterior, o que não é satisfatório para uma honesta busca intelectual de respostas claras ao problema da existência de Deus. Qual seria a causa primeira das outras causas, uma causa que não seja provocada por nenhuma outra?

3° argumento: o Ser Não Contingente
Se todos os seres são finitos e contingentes, a sua razão ontológica depende necessariamente de um axioma não contingente, de um poder infinito, caso contrário nunca seriam dados ao mundo ou cessariam por completo de existir, o que é tão absurdo quanto afirmar que aquilo que existe foi gerado a partir do nada, sem qualquer causa primeira e sem qualquer motor imóvel. Acontece que a própria existência dos seres contingentes implica a imanência de um Ser Necessário, não contingente, que simplesmente “é”: Deus.

4° argumento: o Ser Perfeito
Podemos claramente perceber que uma coisa é maior ou menor que outra, menos ou mais verdadeira que outra, o que significa que somos capazes de compreender que os seres finitos têm algum grau de perfeição, mas nenhum representa a perfeição absoluta. Esta, no entanto, existe necessariamente, dado que há seres que a possuem em algum grau. Assim, o grau primeiro da perfeição do ser terá que ser Deus.

5° argumento: a Inteligência Ordenadora
Todos os seres tendem a uma finalidade que não é obra do acaso, mas de uma inteligência transcendente que os dirige. Logo, é preciso que exista um ser trancendentemente inteligente que ordene a natureza e a encaminhe para a sua finalidade: esse ser inteligente terá que ser Deus.


quarta-feira, novembro 24, 2021

'Should we call it undocumented shopping then?' Woke criminal experts tell public NOT to call California crime-wave 'looting' because 'it's racist'

- Those interviewed, including a professor of criminal justice and ex-cop, say the spate of robberies should be referred to as 'organized smash and grabs'
- The distinction originates from the California penal code, which defines looting as 'theft or burglary...during a 'state of emergency'
- 'Looting is a term that we typically use when people of color or urban dwellers are doing something,' said one expert
- There has been no claim made regarding the identities or races of the thieves involved in the current crime wave
- The experts claim that these crimes are not looting because looting tends to be done out of desperation
- This seems like it's an organized smash and grab robbery,' said Martin Reynolds
- On social media, critics from both the worlds of politics and media seethed at what they so as an attempt by woke media to obfuscate the recent crime wave

(...) Daily Mail

Porque raio é que o cinema contemporâneo é tão mau? Um mestrado.

Em dois ensaios de análise pertinaz e comentário lapidar, The Critical Drinker explica porque é que tens saído das salas de cinema, nos últimos anos, com aquela sensação de que sétima arte já não é uma arte. Com aquela sensação de que os personagens não têm profundidade, as histórias não tem substância, os actores não têm carisma. Com aquela sensação de que já não há heróis, já não há valores transcendentes que justifiquem as jornadas épicas, já não há qualidade literária nos diálogos, já não há racionalidade nas motivações nem lógica nos comportamentos.

O ensaísta, entre uns valentes shots de whisky, explica-te bem explicado porque é que ficas invariavelmente desconfiado de que a fita que viste não foi criada para te entreter, mas para te doutrinar; não foi filmada para te esclarecer, mas para te confundir; não foi realizada para te elevar, mas para te insultar; não foi produzida para tua fruição, mas para tua condenação.



As indústrias cinemáticas sempre foram na verdade máquinas políticas, aparelhos propagandísticos programados para a convergência da opinião, espécie de incubadoras do pós-modernismo responsável pelo sacrifício da arte no altar niilista do relativismo moral e estético de tudo. Mas hoje, mais do que nunca, deixaram de se preocupar com a subtileza, a criatividade, o cuidado técnico, a qualidade artística, o padrão performativo, a credibilidade narrativa. São oficinas de baixa indústria que trabalham com o único propósito de debitar a ideologia woke das elites, a agenda globalista das grandes corporações, o novo comunismo capitalista das super estruturas burocráticas.

Já nem a boa e velha ganância, motor histórico de prosperidade, serve aos radicais que passam hoje por cineastas. Não importa o prejuízo dos filmes que ninguém quer ver, desde que a mensagem seja a correcta, desde que o conteúdo seja devidamente sovietizado. Não importa o fosso cada vez mais abismal entre os críticos arregimentados para aplaudir a desgraça e os públicos que rejeitam a charlatanice. O rei vai nu, mas vai convicto de que a sua nudez, de que o seu ridículo, triunfará sobre a barbárie das massas, reaccionárias e ignorantes. O rei vai nu, mas vai convicto de que o seu impudor triunfará, dada a ausência de alternativas, a falência da iniciativa independente e a extinção mediática da divergência.


George Carlin (1937-2008)

Ou a coragem de fazer humor com a verdade dos factos.

O terrorista de Waukesha é mesmo terrorista. Os jornalistas é que não são jornalistas:

são desavergonhados activistas. São falsários de serviço. São ideólogos radicais.
São a escumalha da terra.


O génio de esferovite.

Estava a jantar com um amigo num restaurante onde desgraçadamente decidiram transmitir o encontro da Liga dos Campeões (ainda é assim que se chama esta entediante competição?) entre o Barcelona e o Benfica. Tinha mais que fazer do que olhar para o obsceno espectáculo de mediocridade que estava a ser emitido e já há muito que não ligo grande coisa ao Sport Lisboa e Benfica em particular, e ao futebol em geral. Aliás, devo dizer que o futebol, como desporto profissional, aborrece-me de morte. E que as personagens ligadas ao futebol não merecem mais que o meu absoluto desdém, para não dizer outra coisa, não vá aparecer aqui no blog, meio perdido, um menor de idade.

Ainda assim, tenho que reconhecer que estava a olhar para a televisão quando aconteceu este inominável fenómeno da classe poltergeist, protagonizada pelo genial jogador de bola que dá pela alcunha de Esferovite:

Fez de propósito, certo? Só de propósito é que uma pessoa que não seja atrasada mental é assim tão incompetente na sua profissão, certo? E o Benfica vai tirar-lhe, dos milhões que lhe paga anualmente, os milhões que perdeu hoje por causa deste intencional desastre, certo?

Por. Amor. De Deus.

Sixth Victim Dies - An 8-Yr-Old Boy - after Black Lives Matter Supporter Barrels His SUV through Waukesha Christmas Parade

A sixth victim died on Tuesday following the horrific attack by an anti-Trump Black Lives Matter supporter at the annual Waukesha Christmas Parade.
Witnesses said on Tuesday that as the vehicle barrelled through the parade it picked up speed.
Children were injured and sent to hospitals in the demonic attack.
62 individuals were injured in total6 have died including a child on Tuesday.
8-year-old Jackson Sparks died in the hospital on Tuesday after the BLM driver’s assault on the Waukesha Parade.

(...) Gateway Pundit

Jesus nunca cancelou ninguém.

Esta senhora no clip em baixo, entrevistada pela Megyn Kelly, Kathie Lee Gifford de seu nome, é guionista de Hollywood e portanto um produto da mentalidade elitista que hoje em dia representa em boa medida aquilo que considero o inimigo. Mas, para minha própria surpresa - e salvação moral - escreveu recentemente um livro, "The Jesus I Know: Honest Conversations and Diverse Opinions About Who He Is", que, apesar de integrar entrevistas com horrorosos personagens que infectam totalmente as classes altas da Califórnia, que apesar de manifestar ideias acríticas e até ignorantes sobre Cristo e a sua mensagem, não deixa de ser um caminho de pacificação da sociedade.

Porque só através dos valores cristãos, e do seu vencimento, é possível a paz.

E eu estou de acordo com ela. A única maneira plausível de resolver sem sangue o conflito civilizacional que está em curso, é através de Cristo. Dos ensinamentos de Cristo. Nem que seja porque: Cristo nunca cancelou ninguém (poça, esta frase é um verso).

Na corrente etapa da minha existência, considero-me filosoficamente cristão e racionalmente convicto da existência do Deus de Abraão. Mas não sigo na verdade, aqui no blog, e também na vida de todos os dias, os ensinamentos do seu filho. Não é que não tente. Mas são difíceis de cumprir, caramba. Os ensinamentos de Cristo são na verdade excessivamente exigentes com a condição humana. O que faz todo o sentido, porque o que ele exige não é complacência ou comiseração. O que ele exige não é nada que te transporte para os teus sonhos de prosperidade maluca, afirmação egotista, realização profissional, completude passional. O que ele exige é transcendência. O que ele exige é que tu faças o possível e o impossível para superares a tua condição.

Como Platão, Jesus não está interessado na tua humanidade mas na remota hipótese de seres digno para além dela. De seres corajoso para além dos teus instintos. De seres generoso para além dos teus interesses. De seres verdadeiro para além das tuas conveniências. De seres justo para além da tua pobre e enviesada noção empírica do que é a justiça.

Ouvir esta senhora, mesmo que por breves minutos, fez de mim um cristão melhor. Mais tolerante. Mais justo. Menos humano, no sentido em que Cristo é desumano nas suas demandas.

Sete minutos de redenção.


terça-feira, novembro 23, 2021

Os não vacinados como bode expiatório #02

Neil Oliver subscreve o meu post anterior sobre o mesmo assunto, ou sou eu que subscrevo o monólogo dele?  Não interessa. O que interessa é que há por aí, ainda, muita gente que pensa com a sua própria cabeça. Que levanta a voz contra o processo totalitário em curso.
Vale a pena ouvir este lúcido e ponderado e articulado pundit escocês da GB News. O que ele tem para dizer constitui um poderoso e eloquente aviso aos incautos.

Media Lied: Wisconsin Massacre Driver Was Not Being Pursued by Police

Media assertions in the immediate aftermath of the massacre in Waukesha that the killer did not deliberately drive into his victims because he was being ‘pursued by police’ have been proven completely untrue.
In the early hours after the horror unfolded, the corporate press settled on the narrative that culprit Darrell Edward Brooks Jr was ‘fleeing the scene of a crime’ after being involved in a ‘knife fight’.
This served to diminish Brooks’ responsibility for carrying out the massacre and eliminate any possibility that it was motivated by his now proven hatred for white people and support for Black Lives Matter.
How convenient, except that as predicted, it turned out to be false.
As the Associated Press later reported, based on statements by law enforcement, the killer “was not being chased by police at the time of the crash.”
This means that Brooks deliberately rammed into dozens of victims, having decided to take the parade route when he could have turned down a number of less busy roads instead.
That’s why he was subsequently hit with five charges of intentional homicide, with more charges possible.

(...) Summit News

Os não vacinados como bode expiatório.

É claro que a pressão social, política e mediática sobre aqueles que recusam a vacina, por causa de problemas de saúde que a desaconselham, porque têm imunidade natural, porque pertencem a faixas etárias de risco zero ou simplesmente porque se recusam a obedecer a mandatos inconstitucionais, está a aumentar exponencialmente.

Contra todas as evidências
, a pandemia chinesa é agora representada pela imprensa e pelos governos de todo o lado, inclusivamente em Portugal, como uma praga dos não vacinados. É absolutamente falso que assim seja, claro, mas alguém tem que pagar pelo desastre das políticas e pela ineficácia das vacinas.

Como consequência da propaganda, na Alemanha, na Austrália, na Áustria, na Eslováquia, em Singapura (só para enumerar alguns exemplos) e sim, também na ilha da Madeira, foram já implementadas restrições às liberdades e direitos dos cidadãos não vacinados.

Com a chegada do Inverno e o pânico que se adivinha, real nos corredores do poder e amplificado nas manchetes da imprensa, as coisas vão piorar. Os factos vão continuar a ser suprimidos com crescente e draconiana intensidade e os dissidentes serão perseguidos e castigados com escrúpulo a cada dia mais fanático, eleitos que foram como o perfeito bode expiatório que historicamente tem sempre que ser encontrado no sentido de escamotear a responsabilidade dos verdadeiros agentes do caos: a China, as burocracias ocidentais, a imprensa, as academias e, claro, os bois que em função do medo que lhes é injectado, em função da cegueira de que sofrem cronicamente, não conseguem discernir a verdade da mentira.

Mas à medida que as elites esticam a corda totalitária, observam-se também sinais de que certos sectores da sociedade estão a atingir um grau de insatisfação que se pode tornar insustentável. O feitiço pode rapidamente virar-se contra o feiticeiro. A ver vamos.


Memeville #62


Campos de concentração para "suspeitos Covid". Na Tirania Continental da Austrália.

Não me lembro de o fazer, sinceramente, mas se tivesse escrito aqui no blog, há seis meses atrás, que a hipótese de governos ocidentais começarem a enfiar infectados e não vacinados em campos de concentração estava no campo das possibilidade a curto prazo, tu ias logo pensar, especulativo leitor, que eu estava a difundir teorias da conspiração sem qualquer referência na realidade, certo?

Acontece que as teorias da conspiração são, nos tempos que correm, uma espécie de método científico para chegar à verdade e o que está a acontecer neste momento na Tirania Continental da Austrália, onde os militares estão de facto a transportar cidadãos para "campos de confinamento" construídos especialmente para essa missão segregadora e escandalosamente totalitária, constitui um facto que fala por si.

Inacreditável, não é? Mas esse é o mundo em que vivemos: todos os dias a superar a imaginação distópica dos mais célebres pessimistas da desgraçada história da humanidade.


segunda-feira, novembro 22, 2021

Fauci says the definition of fully vaccinated should change to include having had a third shot

- Dr Anthony Fauci said he believes that the definition of 'fully vaccinated' against COVID-19 may be updated in the future
- Currently, anyone who has received two shots of the Pfizer or Moderna vaccines, or one shot of the Johnson & Johnson vaccine is 'fully vaccinated'
- Booster shots are not included in the definition, but Fauci says he believes this will change due to waning immunity of vaccines    
- As of Tuesday, 30.7 million Americans - 15.7% of the population - have received a booster shot
- The FDA is expected to authorize Pfizer's booster shots for all adults aged 18 and older as early as Thursday

(...) Daily Mail

Que estranho: a selecção nacional de Râguebi da Irlanda está repleta de irlandeses...

Mas não devia. Esta equipa devia ser constituída por senegaleses e paquistaneses e paraguaios e vietnamitas. Devia ser diversa. Não interessa nada escolher os melhores jogadores da nação. Os resultados desportivos que se lixem. A mais simples lógica de recrutamento para alta competição que se dane. O critério deve ser o cromático e não o performativo. O étnico e não o objectivo. O rácico e não o atlético. Tudo o resto é privilégio e supremacia do homem branco.


A discoteca da minha vida #106: "Reservoir", Fanfarlo

Entre o folk e o rock, numa caminho alternativo que circula através das avenidas abertas por engenheiros tão díspares como os The Pogues e os Arcade Fire, os Fanfarlo são uma banda bastante subvalorizada e praticamente ignorada fora de um certo ambiente subterrâneo londrino, constituído essencialmente por pubs e pequenas e clandestinas salas de espectáculos.

Ainda assim, Reservoir, o primeiro dos três longos formatos que a banda editou entre 209 e 2014, é um disco fenomenal, exuberantemente orquestrado e produzido com uma maturidade impressionante, carregado de temas inspirados e grandiloquentes.



Enquanto a voz de Justin Finch vibra com  lamentos e maldições, a sonoridade da banda eleva-nos com alegrias harmónicas e complexidades tonais, numa colorida cenografia acústica que cativa o ouvido e abençoa os sentidos. E assim, mesmo contemplando o suicídio, há sempre uma saída de emergência quando a música funciona como anti-depressivo:



Polifacetados e preparados para tudo, os Fanfarlo usam gaitas e harmónicas, clarinetes e saxofones, concertinas e violinos - são mais acústicos que eléctricos - mas sem perderem nada na grandiosidade do seu palco sonoro: são tão capazes de melodias depuradas para fecho de bar como de composições épicas que iniciem com bravura e poder um concerto de estádio:



Contrastando com a amplitude estrondosa do tema anterior, reparem bem nesta representação acústica, de simplicidade arrepiante, de "Drowning Men".



Porque são talentosos e aventureiros, porque são técnica e criativamente dotados, porque se nota perfeitamente que sabem tirar prazer daquilo que fazem, estes rapazes, de insignificante presença na consciência coletiva da música independente contemporânea, ocupam um espaço nobre na galeria áudio da minha vida. E se mais razões não houvesse, estes dois geniais e poderosíssimos temas com que fecho o post justificam completamente o meu juízo.




Mais um terrorista que não é um terrorista.

Se fosse um branco a atropelar e matar uma quantidade de negros que se reunissem nas ruas de Portland para um motim "pacífico" organizado pelo Black Lives Matter, a questão da intencionalidade do acto nem era posta em causa: haveria com certeza uma motivação racista. Tratar-se-ia com certeza de um crime de ódio, perpetrado por um supremacista radical que seria imediatamente acusado no âmbito das leis anti-terroristas. Mas como foi um negro que atropelou e matou uma quantidade de brancos que se reuniram nas ruas de Waukesha para iniciar as festividades do Natal, a imprensa, como sempre, está a lavar o crime muito bem lavado, com pretextos idiotas e truques retóricos de toda a vergonhosa ordem. Mesmo contra os indícios que apontam nitidamente para o carácter profundamente racista e violento do suspeito, que tem amplo cadastro criminal e tinha sido liberto há pouco tempo, antes de cumprir a totalidade da pena a que foi condenado, por um procurador progressista.

No Observador, por exemplo, a notícia é escrita como se o automóvel fosse o criminoso. Não o condutor. O automóvel é que matou os cinco inocentes e feriu dezenas de pessoas, inclusivamente crianças. Sim, o automóvel.

Fico sem palavras para qualificar a vilania destes "jornalistas". É que na verdade nem sequer consigo entendê-la. Mas basta ler os comentários à infame notícia de que falo para percebermos que isto qualquer dia vai começar a correr mesmo muito mal para o lado deles.