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terça-feira, setembro 01, 2026

Quatro anos não é muito tempo. Mas é o suficiente para ver uma civilização cair.


Esta é uma nota pessoal, de quem edita o ContraCultura há quatro anos, diariamente.

Se a estimada leitora, se o gentil leitor, não estiverem inclinados a sofrer as confissões do publisher, não hesitem, por favor: saiam já daqui p'ra fora.

Quando comecei a trabalhar este projecto, em Janeiro de 2022, entreguei-me de corpo e alma à coisa porque achava de tal forma torto este mundo que, por dever moral, algo tinha que fazer para dormir tranquilo, mesmo que na minha muito ínfima escala. Afinal, devo quem sou a um modelo ocidental de entender a existência humana e pensei, na altura, que devia retribuir com a queima das pestanas.

Não tinha a pretensão, sinceramente, de "fazer a diferença". Mas também não me passou pela cabeça que, quatro anos depois, estaríamos num muito pior lugar do que nessa altura nos encontrávamos. Nem pouco mais ou menos. Afinal, tínhamos acabado de sair do pesadelo da pandemia.

Acontece que agora estamos prestes a entrar no pesadelo da terceira guerra mundial.

Acontece que agora a guerra na Ucrânia já não é um conflito regional, mas um excelente pretexto para nos matarem a todos.

Acontece que agora o Estreito de Ormuz, pacífico e funcional no fim do Verão de 2022, nunca mais vai ser pacífico e funcional, para prejuízo de quem sempre o paga: o marisco da rocha.

Acontece que agora estamos prestes a ser substituídos, não já por paquistaneses, problema pequenino - até porque os paquistaneses também são filhos de Deus -, mas por um algoritmo de tal forma danado que pretende, para além de substituir o Homem, a substituição do seu Criador.

Acontece que agora fomos já traídos por aqueles protagonistas do poder em que ainda depositávamos, ingénuos como virgens num bordel, a derradeira esperança de um regresso aos princípios iniciáticos das democracias ocidentais.

Acontece que agora, até Fauci parece patético, quando é Peter Thiel o vilão, e Davos não passa de uma ameaça de algibeira, considerando Telavive.

Acontece que agora tenho saudades de Joe Biden (!), o senil palerma que deitava tudo a perder sem saber o que estava a fazer, sendo que os transhumanistas do regime Epstein sabem muitíssimo bem o que estão a fazer.

Quatro anos depois de adivinhar a queda de uma civilização, vejo-a a cair, em tempo real, e observo, ainda espantado, a passividade do gado.

Quatro anos depois de dar ignição ao meu irrelevante, se bem que combativo, programa editorial, sou mais irrelevante ainda, e o meu combate é uma causa perdida.

Sim, o ContraCultura é uma causa perdida. Porém, como sempre acontece com as ideias vencidas, é deveras livre porque não tem literalmente nada a perder. Sempre foi livre, sempre foi dissidente, sempre foi independente. Mas com o passar dos anos, transformou-se numa coisa ainda mais liberta, ainda mais desinteressada (se possível), ainda mais desalinhada e, confesso, mais radical.

Porque o bom senso é, agora, um extremismo. Porque a liberdade é, agora, um anátema. Porque a defesa da humanidade é, agora, uma heresia. Porque ser cristão já não é apenas, como em 2022, uma convicção contracultural. É puro terrorismo, para os senhores do universo.

Seja como for, cá estarei, a editar esta publicação, com o mesmo zelo diário, para ser condenado por isso.

Talvez assim, seja salvo no fim.

segunda-feira, agosto 31, 2026


 

Autoridade farmacêutica norte-americana manipulou resultados de autópsias para minimizar mortes de crianças por vacinação contra a COVID.

A FDA identificou 10 mortes em crianças após a vacina contra a COVID no Outono de 2025, mas reduziu o número em poucos dias. E se isto aconteceu com números de um trimestre de 2025, imaginem o que não aconteceu em 2021, 22 e 23.


 


O eixo Epstein-Davos transformou toda a gente em NPCs.

sábado, agosto 29, 2026

Ceita, ocupada.

Digam-me por favor a quem é que isto beneficia? Estão agora melhor na vida, estes marroquinos? Se a ideia é entregar Ceuta a Marrocos, entreguem Ceuta a Marrocos, mas isto, assim, é uma abominação.

As tuas poupanças não são tuas. São da Ursula.

E ela quer aplicá-las como bem entender, se possível na guerra contra a Rússia. Tal e qual como O CEO da BlackRock, Larry Fink, que, apesar de ter sido eleito por ninguém (à semelhança da bruxa de Bruxelas) decidiu que os custos astronómicos dos centros de dados vão ser pagos pelos fundos de reforma das massas e as massas vão acatar a ordem, porque já nem donas do seu dinheiro são.

Imaginem o que não vai acontecer quando o dinheiro for completamente digital.

E depois ainda há quem pense que vive no Ocidente numa democracia espectacular, em vez da tirania total e feroz e gritante que esta gente nem sequer tem o cuidado de disfarçar. 

Por amor de Deus, acordem.
 

sexta-feira, agosto 28, 2026

Jay Dyer e as origens, mitologia e natureza do globalismo.

Os dois alexandres conversam, neste incontornável episódio do The Duran, com Jay Dyer, que disserta sobre o movimento globalista com profundidade epistemológica, dissecando os seus sistemas de crença e as suas várias influências históricas, que antecedem deveras o âmbito de Davos, tanto como a sua manifestação actual, porventura a mais poderosa, na forma da oligarquia tecnocrática a que gosto de chamar Regime Epstein.

Um podcast como deve ser, mesmo.

O rato Ratcliffe e as razões para o pessimismo.

Neste clip, os dois alexandres explicam porque é que a bizarra visita do director da CIA a Moscovo dá um sinal que a situação internacional, já de si tensa como o diabo, vai só piorar nos próximos tempos.

Com uma desfaçatez que não tem medidas, John Ratcliffe foi ao Kremlin ameaçar os russos com a terceira guerra mundial, caso continuem a fazer por ganhar a guerra na Ucrânia. E é claro que os russos tudo vão fazer por ganhar essa guerra.

Enquanto isso, todo o aparelho dos poderes instituídos no Ocidente continua a insistir na narrativa de que a Europa será atacada pela Rússia, para criar condições na opinião pública para um conflito directo com Moscovo.

Isto está tudo a ir na mesma direcção, amigos. Que é a pior possível.

E receberam-no? Director da CIA foi pessoalmente a Moscovo para ameaçar Putin.

Tudo indica que John Ratcliffe, o director da agência que mais hostiliza a Rússia em todo o governo federal americano, deslocou-se ao Kremlin para ameaçar as autoridades locais, alertando que os EUA irão reagir se Moscovo atacar algum país da NATO ou intensificar os esforços de guerra na Ucrânia.


 

Briefing.

domingo, agosto 23, 2026


Migrantes que invadiram Ceuta estão a raptar raparigas e a violá-las colectivamente nas montanhas.

Perante a passividade criminosa do regime Sánchez, a polícia e os residentes de Ceuta relatam violência sexual generalizada por parte de imigrantes ilegais no enclave espanhol, enquanto as autoridades locais lutam para lidar com as preocupações humanitárias e de segurança.


Na directa inversão da semântica.

Outro caso que prova a minha tese de que temos que ler as palavras dos líderes políticos completamente ao contrário daquilo que dizem:  


O que Ursula von der Leyen está de facto a dizer aqui é isto:

A Ucrânia está a perder a guerra que a NATO começou e estamos aqui em Bruxelas a entrar em pânico.

É por isso que, em desespero de causa, incentivamos Kiev para que atinjam infraestruturas civis na Rússia.

Estamos a trabalhar com os estados membros para entregar aos ucranianos mais mísseis e drones para que morram mais russos e ainda mais ucranianos.

É a nossa mais urgente prioridade: que morram mais russos e ucranianos.

O que é dramático é que há muita gente, a maior parte dos europeus, por certo, que ainda não conseguiu perceber  como descodificar o discurso político no Ocidente e - pior - acreditam até no que diz Ursula, no que diz Macron, no que diz Merz, no que diz Burnham.

É aflitivo. 

 

"Vândalos"? Ou constitucionalistas?

Só mesmo a CNN para qualificar como vândalos aqueles que procuram perturbar o vandalismo do governo federal norte-americano e dos poderes instituídos em Bruxelas, que começa por destruir os princípios constitucionais mais básicos do Ocidente, como o direito à privacidade dos cidadãos. 

Não sei se posso ter problemas legais por dizer isto, mas acho sinceramente que todos devíamos declarar guerra  aos dispositivos de vigilância electrónica, ainda para mais potenciados por inteligência artificial,  que nos estão a impor, sem o nosso consentimento. Não seremos por certo vândalos por causa disso. Seremos, sim e apenasmente responsáveis pelo legado civilizacional que herdámos, tanto como pelas gerações futuras, salvaguardando-as do impulso totalitário que ameaça a humanidade.

Fuck Flock. Completamente.