Transgender Neo-Nazi Accused of Plotting Mass Shooting at Hindu Temple in Chicago Suburb Will Receive Gender-Transition Hormone Injections in Jail, Judge Rules https://t.co/FzleWcVoal
A neo-Nazi who claims to be transgender has been sent to a women’s prison in Germany despite being suspected of mocking gender self-identification laws.
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Depois da revisão histórica e filosófica, publicada na semana passada, estamos equipados com referências para perceber que o contrato social é o cimento imaterial das sociedades ocidentais, que foi respeitado por séculos. Porque é que já não é?
ALGUÉM SURPREENDIDO?
"O post de @ACTBrigitte relata uma operação policial em Polk County, Flórida, que resultou em 281 prisões de predadores sexuais de crianças e tráfico humano, incluindo 13 funcionários da Disney e 4 da Universal.
As informações são confirmadas por fontes oficiais, como o xerife Grady Judd e o procurador-geral da Flórida: 31-32 suspeitos viajaram para encontros com menores, gerando 488 novas acusações.
Os detidos acumulavam 798 acusações anteriores, destacando a acção coordenada contra exploração infantil em áreas turísticas e o foco na protecção de crianças on-line."
- Grok.
Rebentou a discórdia entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, depois deste último se recusar a acatar uma ordem governamental para atacar o Irão horas antes das eleições legislativas de hoje.
Os EUA e os Emirados Árabes Unidos lançaram na semana passada uma nova ofensiva de ataques aéreos contra o al-Shabaab, no norte da Somália, no contexto de confrontos na região entre a milícia jihadista e as forças locais de Puntland.
Yes, largely true. Cortical Labs' CL1 systems use stem-cell-derived human neurons on electrode arrays, kept alive in sealed life-support units with nutrient media (sugar/salts) refreshed every few days. Biological data centers in Melbourne and Singapore now run racks of them. They've controlled Doom via electrical signals. No evidence of consciousness—just adaptive neural activity.
Projecto Frankenstein-Epstein: Empresa norte-americana está a manter activos e funcionais cérebros humanos retirados de cadáveres.
Num desenvolvimento digno de um filme de terror, uma startup de Connecticut está a manter cérebros humanos funcionais, fora do corpo, durante longos períodos de tempo, alegadamente para fins de investigação farmacêutica. Mas estarão estes cérebros conscientes?
Porquê e para quê? “Cientistas” de Stanford criam ratos com cérebros parcialmente humanos.
Sem se perceber que raio é que esta abominação contribui para o progresso da ciência ou o bem estar da humanidade, uma equipa de discípulos do Dr. Victor Frankenstein criou ratos cujos cérebros são em grande parte construídos a partir de células humanas.
Curt Jaimungal entrevista neste episódio do seu podcast um senhor que é supostamente um notável matemático (cientista de teoria computacional) e que conta que a sua mulher, que tem a mesma esotérica profissão, dedicou toda a sua carreira a tentar provar, sem sucesso, a Conjectura de Jogos Únicos. Acontece que a OpenAI, aqui há uns dias atrás, descarregou sobre a comunidade científica a prova desta Conjectura, prova essa que vinha discretamente incluída num lote de quatro centenas de resoluções de antigos e modernos problemas matemáticos que estavam por resolver.
Duas coisas que são trágico-cómicas nesta pequena historieta e em todo o testemunho de Scott Aaronson:
- A primeira é que as resoluções por inteligência artificial são ininteligíveis até para matemáticos de calibre como este senhor, ou seja: a Open AI diz que resolveu a Conjectura de Jogos Únicos, enuncia a resolução, mas ninguém percebe patavina daquilo, até porque os modelos nem se preocupam assim tanto como isso em explicar aos humanos o curso do seu génio. Assim sendo, o que a OpenAI diz que fez não pode ser verificado por seres humanos. Ou melhor: a senhora que é esposa de Aaronson e que passou metade da vida dela a tentar provar a Conjectura, vai passar o resto da vida a tentar compreender a prova que a máquina entretanto pariu. E se, por crueldade divina, ela descobrir, aos sessenta e cinco anos, que a Open AI a esteve a aldrabar este tempo todo? Mas a comédia não acaba aqui: como o próprio marido afirma, todo contente e quase orgulhoso dela, a senhora está a utilizar um sistema de AI para descodificar o linguarajar produzido por outro sistema de AI. É como um condutor de Uber, que comandado pelo algoritmo para virar aqui ou ali nas ruas de uma cidade que não conhece, precisa de outro algoritmo para saber distinguir a direita da esquerda.
- A segunda coisa trágico-cómica é que Aaronson parece feliz e deslumbrado com o facto da inteligência artificial estar, aparentemente, a resolver problemas matemáticos que partem a cabeça aos académicos há vários séculos, o que me parece no mínimo esquizofrénico, porque ele:
a) Não consegue ler as equações que saem da máquina, pelo que na verdade está tão certo como eu sobre a sua validade;
b) Parece não perceber que, caso os enunciados da OpenAI estejam correctos, a sua profissão está agora definitivamente condenada. O senhor doutor e os seus filhos vão passar a vida a fazer coisa nenhuma de significativo, a não ser, talvez, a verificar a validade e a explicar a complexidade dos teoremas enunciados pela máquina, o que, convenhamos é capaz de ser uma despromoção para o intelecto humano em geral e para este cientista computacional em particular (como ele próprio até reconhece durante a conversa, por acaso).
Dir-me-ão que a alegria do homem, sendo sincera ou fingida, se deve ao facto de que a inteligência artificial está a conquistar novas fronteiras para o conhecimento humano (não discutindo sequer a dúbia importância que tem para a humanidade provar certa a Conjectura de Jogos Únicos, para não adensar este texto). Mas, caramba, se a prova foi realizada pelo algoritmo será, por definição, uma conquista da máquina e que vai alimentar o espólio cognitivo da máquina, e não do Homem, até porque estes modelos trabalham na verdade - e como já alertei várias vezes em textos sobre esta matéria - para além do entendimento dos seus engenheiros.
Ou seja: A OpenAI está a debitar uma prova que não pode ser validada pelos seres humanos, porque está para além do seu entendimento. Fazendo para isso recurso a princípio operacionais que os humanos desconhecem. Com a finalidade de última de destituir os seres humanos da capacidade de se exercitarem como matemáticos.
Qual é a glória disto?
Entre outras formas malucas de lidar com o motor de humilhação a que os académicos estão a ser sujeitos por Silicon Valley, Jaimungal e o seu entrevistado sugerem que a resolução de problemas e a prova de conjecturas nunca foi a verdadeira missão dos matemáticos, que é talvez a mais imbecil forma de alinhamento narrativo que eu já ouvi na vida. O que estes dois nos estão a enfiar pela goela abaixo é que a verdadeira missão de um matemático é a de inventar problemas e conjecturas para o algoritmo provar ou desprovar. Portanto: todos os matemáticos da história da humanidade estavam a trabalhar para que no Século XXI Sam Altman lançasse finalmente o Chat GPT.
O episódio #2567 do podcast de Joe Rogan emitido a 16 de Outubro de 2026 contou com a presença da jornalista luso-americana Mariana Van Zeller, uma profissional premiada diversas vezes pelo seu trabalho de investigação.
No clip em baixo, ela fala sobre documentos internos da Meta (reportados pela Reuters) que projectavam cerca de 16 mil milhões de dólares de receita anual proveniente de anúncios fraudulentos e comércio de bens proibidos ou inexistentes, e sobre o sistema de “penalty bids” em que suspeitos de fraude pagam multas em vez de serem banidos, aumentando a receita da tecnológica de Silicon Valley, à custa de utilizadores mais crédulos.
Joe Rogan ficou visivelmente horrorizado ao saber que a Meta lucra valores astronómicos graças à fraude.
É que são 1.825.000 dólares por hora, a cada hora.
A vilania de Silicon Valley nunca desilude.
Joe Rogan is visibly appalled after learning Meta projected $16,000,000,000 in ONE YEAR from scam ads and banned goods.
That’s $1,825,000 an hour, every hour.
ROGAN: “Holy sh*t!”
And here’s the worst part: when Meta catches a likely scammer, they don’t get banned. They pay a… pic.twitter.com/nzHyhTKW0D
Spaniards shopping at the Corte Inglés shopping mall at Barcelona's have been locked in the store.
The shopping mall was forced to close its doors with customers inside to prevent looters from storming the building.
Europe 2026… https://t.co/yAFMuLjHDl
🇫🇷 👮 FLASH — DES AFFRONTEMENTS ONT ÉCLATÉ À PARIS entre des manifestants et les CRS, pris à partie lors de la mobilisation de ce samedi 24 octobre. (@ParisMatch) pic.twitter.com/kp4D8ORGZV
A Covid-19 serviu para testar a obediência das massas a confinamentos e mandatos totalitários, implementar, através das vacinas mRNA, um novo e extremamente eficaz método de extinção populacional, transferir riqueza e poder para as elites em escala recordista, introduzir no imaginário colectivo conceitos distópicos como a das 'cidades de 15 minutos', o da identidade digital, o do dinheiro digital e o da substituição da propriedade pela subscrição, dando também início operacional ao processo de censura, controlo e vigilância de largo espectro que agora observamos já em velocidade de cruzeiro.
Ora, em certo sentido, a russofobia serve propósitos semelhantes. Fazendo recurso a esse fantasma, é justificada a fúria das turbas migrantes e a estratégia de redução a cinzas da extrema-esquerda. É justificado o declínio económico e políticos da Europa e a queda do império americano. É justificada a censura e a perseguição dos cidadãos pelos seus governos. É justificada a guerra nuclear, se preciso for. É justificado até, como no caso paradigmático deste livro, da autoria de um tal David Reaboi, o Regime Epstein e todos os seus horrores:
Sim, sim, apesar de todas as evidências em contrário, foi afinal Moscovo que nos fez acreditar que as elites ocidentais têm o passatempo de traficar seres humanos, violar menores e torturar e devorar crianças.
Trata-se apenas de um fruto da imaginação de Vladimir Putin, mais nada.
Apesar das sondagens, das humilhantes derrotas nas últimas eleições estaduais e do estado deplorável da indústria alemã, o chanceler, alienado e autista (ou intencionalmente luciferino) insiste: a prioridade não é a economia nem são os alemães. A prioridade é a guerra à Rússia.
🇩🇪🇷🇺 "My biggest concern is not our economy... it's the impact of Russia on our society"
– German Chancellor Merz
If you wanted to know why Europe is in free fall, it's because of 'leaders' like this, who put their ambitions of war with Russia over their own people. https://t.co/9l4egGyrnM
Qual é o "impacto" de que fala Friedrich Merz? A crise energética, criada pelas sanções europeias ao gás e ao petróleo abundantes e baratos da Rússia? As restrições ao livre discurso, impostas a propósito da imaginária ameaça proveniente de Moscovo?
Que "impacto" sofreram os alemães quando Vladimir Putin, muito justificadamente, se decidiu em 2022 por espoletar uma operação militar na Ucrânia? Não terá esse "impacto" derivado mais da reacção histérica e niilista dos países europeus que se lhe seguiu?
É por estas e por outras que eu tenho dito e redito que é difícil explicar o comportamento das elites ocidentais com argumentos racionais e não metafísicos. Um político normal, seja de esquerda seja de direita, que opere no contexto de uma democracia minimamente saudável, mesmo que pensasse que fazer a guerra a uma potência nuclear, pela qual não foi agredido, seria mais importante do que cuidar da economia local, não o diria publicamente.
Não me entendam mal: as elites políticas das democracias ocidentais sempre odiaram as massas, e o conceito de cidadania, e o contrato social a que são obrigadas, e o escrutínio público a que são sujeitas, mas souberam invariavelmente disfarçar esse desdém; e aqueles que não eram competentes no grande teatro eleitoral nunca tiveram grande futuro nos próprios partidos, por muito poder que neles, internamente, detivessem.
Acontece que nos desvairados tempos que vivemos, nem esses protagonistas têm o mesmo pudor, empoderados por um sistema que os torna na verdade impunes a qualquer pecado ou desvergonha pública que cometam (por mais sórdidos e criminosos que sejam esses cometimentos), como as massas, transformadas em gado pela propaganda, pela tecnologia e por algum conforto material, desistiram elas próprias de exigirem representação. E decência.
Ainda assim, o abusivo e tirânico e imoral comportamento do aparelho Epstein-WEF tem encontrado alguma resistência, em nichos de mercado primeiro, e agora em substantivas faixas do eleitorado (dos dois lados do oceano) cuja volição disruptiva tem sido contornada com geringonças e esquemas de baixa política, e Merz enche a suja boca com este género de afirmações porque tem consciência da sua impunidade, mas sobretudo de que o seu poder, de raiz totalitária, só poderá aumentar e cristalizar-se através de uma guerra termonuclear com a Rússia. Ou seja: a destruição é o objectivo.
Como aliás acontece neste momento em França. Aqueles inocentes que acham que Macron está realmente preocupado com a queda no caos tribal do país que dirige precisam urgentemente de uma terapia de choque com a realidade. O caos tribal é o objectivo. A destruição civilizacional é o objectivo. A guerra definitiva, que tudo reduza a cinzas, é o objectivo.
Tanto o presidente francês como o chanceler alemão, ou o primeiro ministro britânico, ou o infeliz e tresloucado inquilino da Casa Branca, trabalham contra os cidadão dos seus desgraçados países, não em favor deles. E enquanto as massas não perceberem isto, os seus destinos - e os destinos dos seus filhos - estão irremediavelmente condenados.
JUST IN: UK police arrest 15 y/o boy, seize his devices, & collect his DNA after he posted photo of a local politician edited to look like a rabbit. https://t.co/jjDzMtbJ3y
neste post de Donald Trump, em que pressiona o juiz que preside ao julgamento do suposto assassino no sentido da celeridade do processo (e não no sentido de que a justiça siga o seu regular curso). Se a atitude de Trump fosse mais suspeita, rebentava.
This is positively insane and there is no way that this should be legal.
O Pentágono está actualmente a reforçar o número de efectivos e de navios na região do Golfo, na perspectiva que a guerra com o Irão poderá ganhar intensidade depois das eleições para o Congresso norte-americano, no princípio de Novembro.
O exército israelita já matou mais de 1.500 palestinianos em Gaza desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, em Outubro de 2025, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.
Médicos, cientistas e activistas conservadores, com um total de mais de 66 milhões de seguidores nas redes sociais, assinaram uma carta aberta exigindo a retirada das vacinas mRNA, cuja propagação tem sido apoiada pelo regime Trump, contra as suas promessas eleitorais.