segunda-feira, fevereiro 28, 2022

“Truth is the first casualty of war.”
Ethel Annakin . 1915

Como transformar um conflito regional numa guerra mundial #03

Ou como oferecer a Putin a justificação completa para transformar toda a Ucrânia num protectorado.

Agora digam-me se esta gente regula bem. Se esta gente não está a fazer tudo o que sabe e pode para provocar um cataclismo de dimensão bíblica.

Para assustar as pessoas já bastam os crápulas da imprensa, bem sei, mas se isto continua assim vamos outra vez esgotar o papel higiénico nos supermercados...

Uma conversa elevada, para variar.

O brilhante e lendário historiador britânico David Starkey conversa com Mark Steyn sobre a guerra na Ucrânia, a visão de Putin, as ilusões pacifistas do Ocidente, a fragilidade aberrante dos seus sistemas de defesa e o provável regresso do nacionalismo como resposta dos povos contra o cartelismo globalista e suicidário das elites.

Uma conversa séria, para fugir à regra do mais que medíocre uníssono que está a ser propagado pelas máquinas de distorção da realidade que cercam e obliteram a razão e o bom senso.


New Zealand High Court ENDS Jacinda Ardern’s Vaccine Mandate: “It’s a Gross Violation of Human Rights”

New Zealand Prime Minister Jacinda Ardern was left reeling on Friday after a High Court ruled that her vaccine mandate represented a “gross violation of human rights” for New Zealanders.

The landmark case means that the police and NZDF cannot be fired for refusing to take the experimental vaccine. This case will be used to overthrow all of Ardern’s illegal mandates in New Zealand.

Justice Francis Cooke ruled that ordering frontline police officers and Defence staff to be vaccinated or face losing their job was not a “reasonably justified” breach of the Bill of Rights.

The lawyer for the police and Defence staff at the centre of the claim is now calling for the suspended workers to return to their jobs immediately, saying many have given decades of service to their community and are still committed to their jobs.

The challenge, put forward by a group of Defence force and police employees, questioned the legality of making an order under the Covid-19 Public Health Response Act to require vaccination for frontline employees.

The challenge was supported by a group of 37 employees affected by the mandate, who submitted written affidavits to the court.

Minister of Workplace Relations and Safety Michael Wood, Deputy Police Commissioner Tania Kura and NZDF Chief People Officer Brigadier Matthew Weston filed affidavits defending the mandate.

As it stands, 164 of the overall police workforce of nearly 15,700 were affected by the mandate after choosing not to be vaccinated. For NZDF, the mandate affected 115 of its 15,500 staff.

The group relied on two aspects of the Bill of Rights – the right to decline a medical procedure and the right to religious freedom.

On the religious freedom argument, a number of those who made submissions referred to their fundamental objection to taking the Pfizer vaccine, given that it was tested on the cells that were derived from a human foetus.

Justice Cooke agreed with the claim, saying that “an obligation to receive the vaccine which a person objects to because it has been tested on cells derived from a human foetus, potentially an aborted foetus, does involve a limitation on the manifestation of a religious belief.”

Justice Cooke also agreed with the claim that the mandate impinged on the right to decline a medical procedure.

The judge said that while it’s clear the government isn’t forcing Police and NZDF employees to get vaccinated against their will and they still have the right to refuse vaccination, the mandate presents an element of pressure.

“The associated pressure to surrender employment involves a limit on the right to retain that employment, which the above principles suggest can be thought of as an important right or interest recognised not only in domestic law, but in the international instruments,” Justice Cooke stated.

(...) News Punch

Quando a mentira é munição, serve a verdade de escudo.

A Rússia tem sido alvo de uma barragem de mentiras que envergonhariam qualquer ditador. Da fraude que representava Trump como agente do Kremlin passámos à propagação do conceito patético de que um demente senil como Biden poderia intimidar Putin. Seguiu-se a garantia de que sanções mais ou menos rotineiras iriam ser dissuasoras de uma intervenção militar na Ucrânia, para chegarmos ao tempo real em que ninguém com um cerebelo minimamente operacional está a acreditar no que é reportado sobre o teatro de operações.



O descalabro da confiança nos jornalistas, nos líderes de opinião, nos políticos, nos cientistas e em toda a panóplia de peritos que os media tentam impingir como credíveis chegou a um ponto recordista nestes terríveis dias de guerra.

Na cabeça de muita gente no Ocidente trava-se também um aceso conflito, que é determinante para o futuro da humanidade e que tem por entidades beligerantes o caos e a ordem, o que é errado e o que é certo, a ilusão e a realidade.

Essa batalha pelo esclarecimento tem uma solução óbvia, embora difícil de conquistar, no inferno deste mundo: a verdade está em Cristo. De tudo o resto, desconfia.

Mark Zuckerberg is not a robot.

I rest my case #02

What. The. Fuck.

Memeville #92


Em caso de apocalipse nuclear, cuidado com as constipações.

Partilho desta apreensão.

The Fight Back Club #20: People's Convoy

Ainda não peguei no assunto da réplica americana ao Comboio da Liberdade canadiano por razões óbvias: a Ucrânia tem preenchido o tempo que posso dedicar ao blog. O People's Convoy, que partiu há uns dias da Califórnia e que pretende estacionar em Washington por altura do Discurso à Nação que Joe Biden é tradicionalmente obrigado a fazer uma vez por ano nas instalações do Congresso, é aliás uma das primeiras baixas da guerra na Europa oriental: o timing para este protesto contra os mandatos Covid e a favor das liberdades civis não podia ser pior no sentido do seu impacto mediático, quando todas as atenções estão viradas para um outro e antípoda lugar geográfico.

Por outro lado e por muito legítimos que sejam os seus objectivos, este comboio nunca terá o efeito de surpresa da iniciativa canadiana e em Washington já toda a gente tomou as decisões que tinha que tomar, inclusivamente a mobilização da National Guard, para controlar e incapacitar rapidamente a operacionalidade activista que o protesto possa ter.

Ou muito me engano, o que é completamente possível, ou o People's Convoy será de qualquer forma uma demonstração de base populista bem mais domesticada e normalizada - logo, com inferior alcance onírico - do que o protesto original vindo do frio.



Paradoxalmente, o movimento poderá ter mais resultados palpáveis para apresentar do que o canadiano, porque até nos estados democráticos da federação americana já há mandatos a serem revogados e o DNC (sede do Partido Democrata, em Washington) está a pressionar os seus correligionários em posições de poder federal e local para começarem a aliviar o jugo sanitário, muito porque as eleições intercalares são este ano e as sondagens neste momento configuram um desastre assustador para a esquerda apparatchik, que a continuar pelo escatológico caminho que tem desastradamente cumprido, vai perder as maiorias no Senado e na Câmara dos Representantes.

Aproveitando a distração da guerra para não ser obrigada a confessar os erros (e os crimes) cometidos a propósito da gestão da pandemia, é mais que previsível que, em breve, a administração recue significativamente na lógica autoritária, e que esse anúncio oficial vá provavelmente coincidir com a chegada do comboio a Washington e o Discurso à Nação por parte do actual inquilino da Casa Branca.

Suspeito até que Biden vai apresentar o fim dos mandatos como uma vitória da sua administração sobre a pandemia, o que, como é regra com as frases titubeadas pelo "líder do mundo livre", não pode estar mais longe da verdade.

Se estivesse mais longe da verdade, estaria para além do universo observável.

Elogio da Casa de Repouso.

I rest my case.

Mais do mesmo.

Como aconteceu com a pandemia, o uníssono chega ao desporto. Temos todos que pensar da mesma maneira. Caso contrário somos párias que nem dignos são de torcer por uma merda de um clube de futebol qualquer.


Tenho porém a impressão que esta rudimentar mas brutal técnica de propaganda e controlo do pensamento está a começar a mostrar os seus limites. E que quanto mais insistem no método, menos cérebros são lavados. Mas posso estar a ser vítima de um parvo ataque de optimismo, claro. A história de 18 anos deste blog é prova de que estou mais vezes certo quando dou livre curso ao meu pessimismo natural.

domingo, fevereiro 27, 2022

O momento icónico em que uma teoria da conspiração passa a facto consumado.

Nos tempos que correm, ser rotulado como conspiracionista é uma espécie de elogio. Ninguém deve ter qualquer problema em ser acusado disso. Como vimos nos últimos dois anos, as teorias da conspiração mais ensandecidas acabaram por ser revelar verdadeiras e tão assertivas como a previsão de um dia de chuva em Abril.

E esta notícia aqui, é mais um daqueles pequenos bocadinhos de informação que servem às mil maravilhas para demonstrar o acerto da minha teoria da conspiração favorita - a de que a administração Biden (bem acompanhada por outras administrações públicas e privadas) lidera os esforços de destruição económica e social do tecido civilizacional do Ocidente, de forma a facilitar a imposição de uma nova ordem totalitária:



Em plena crise energética e inflaccionária - espoletada pela tresloucada política monetária da Reserva Federal Americana, pelas medidas insanas de combate à pandemia e pela esquizofrenia ambientalista, e agora agravada pela guerra na Ucrânia - que sentido faz, a não ser o de uma agenda intencionalmente apocalíptica, congelar concessões de exploração petrolífera e extracção de gás nos Estados Unidos?

Não me lixem. Mesmo num mundo ao contrário, esta notícia só faz sentido se a minha teoria estiver certa.

E está.

Como transformar um conflito regional numa guerra mundial #02


Truth is nowhere to be found.

À escuta do inimigo.

Em vez de formarmos opinião apenas pelo que dizem as elites, os aparelhos de propaganda e as tribos das redes sociais, que da direita à esquerda e de alto abaixo do espectro ocidental, parecem estar todos de acordo (o que já é bastante suspeito e de qualquer forma redundante), talvez não seja má ideia ouvirmos o que dizem os russos.

No podcast que partilho e recomendo, lemos o outro lado da História. E percebemos como estamos a ser enganados ao minuto. Um exemplo: os tais heróis de Snake Island não morreram. Estão vivos. Renderam-se às forças russas. A homérica versão dos acontecimentos, como foi contada na web e por alguns órgãos de comunicação social, é falsa.

Outro exemplo: porque as forças invasoras não conquistaram Kiev em 24 ou 48 horas - a capital de um país com 42 milhões de habitantes e cerca de 200.000 militares no activo, fortemente armados pelos Estados Unidos - a operação é já um fracasso, anunciado triunfalmente e com coros gregos ao fundo pelos media ocidentais. Mas a reflexão independente é sempre boa conselheira: se Moscovo pretendesse ganhar esta guerra em 24 horas nem precisava de enviar um soldado para o terreno. Bombardeava barbara e massivamente (tem tecnologia instalada para isso) as cidades, as estruturas industriais e o centros militares estratégicos ucranianos. Como gostam de fazer os americanos e se possível com drones, que é um processo mais limpinho de matar grandes quantidades de pessoas.

Não foi isso que aconteceu nem é isso que está a acontecer (por enquanto), porque Putin quer ficar para a história do seu país, mas não como um carrasco. Quanto mais rápida é uma guerra, mais brutal será. E a "lentidão"(passo o termo) do avanço russo pode significar apenas contenção e não necessariamente incompetência militar ou incapacidade operacional no terreno.



Sendo o actual Czar um especialista em técnicas de guerra informacional, a malta deste lado não lhe fica muito atrás e este conflito está a ser mediaticamente conduzido no Ocidente como conduzida foi a pandemia: crias o pânico, desvirtuas a realidade e estabeleces o monopólio da opinião, censurando ou punindo a dissidência. Sobre a virtude das fronteiras da Ucrânia, como sobre os benefícios de vacinar crianças de oito anos, temos todos que pensar da mesma maneira.

Não, não temos.


The Fight Back Club #19

Entretanto em Toronto.

Os mesmos palhaços

que te mentiram sobre os índices de mortalidade do Covid-19; os mesmos falsários que te enganaram sobre a eficácia das máscaras e do distanciamento social e dos confinamentos e das vacinas; os mesmos chefes da redacção do inferno que te venderam as virtudes das guerras no Médio Oriente; os mesmos fazedores corruptos da opinião pública que defenderam os benefícios da globalização; os mesmos doutores da academia do caos que te convenceram que a imigração massiva de povos com referências culturais e religiosas diametralmente diferentes das tuas é uma ideia redentora para a civilização em que foste criado; os mesmos activistas radicais que te tentam convencer que Trudeau é um herói da democracia, que Biden ganhou nas urnas as eleições de 2020, que Macron defende os interesses dos franceses, que Mario Draghi é mais que apenas um burocrata com tiques autoritários e que a União Europeia é uma instituição recomendável, em vez de uma organização mafiosa; os mesmos canalhas que conseguem argumentar que no futuro serás privado do direito à propriedade e do direito à privacidade e que ainda assim vais ser feliz; os mesmos caciques que desvalorizam a liberdade em nome da segurança; os mesmos filhos de um deus menor que te recomendaram os centros comerciais em desfavor das igrejas; os mesmos arcanjos de Satanás que te anunciaram a morte de Deus para logo a seguir encostarem a ciência à parede da fé religiosa; estes mesmos agentes da destruição do teu mundo, estão agora empenhados em formar o teu juízo sobre o conflito na Ucrânia.

Não achas que já é tempo de desligares a televisão, evitares a imprensa cartelista, contrariares a manada das redes sociais e começares a pensar por ti próprio?

Não foi por isso que Deus te deu mais neurónios que ao firmamento corpos celestes? Não foi por isso que nasceste com a natural capacidade do livre arbítrio?

Dá uso aos teus dons de Sapiens, pá. É por aí que vais encontrar aquilo que desde sempre procuras: um significado para a vida.

It's meant to hurt YOU.


Bom Deus, tira-me deste filme.

sábado, fevereiro 26, 2022

It´s the Muppet Show!


You are exactly right, Matt.

A queda de uma civilização nunca acontece por acaso.

"Freedom is never more than one generation away from extinction. We didn't pass it to our children in the bloodstream. It must be fought for, protected, and handed on for them to do the same."
Ronald Reagan


Até Tucker Carlson continua a pensar que a administração Biden cria desastre sobre desastre por incompetência técnica ou estupidez ideológica. Era preferível que assim fosse, na verdade. Mas não. O cataclismo civilizacional a que assistimos nos últimos 15 a 20 anos, que se anunciou com a queda das Torres Gémeas e que agora se revela brutalmente em todo o seu decadente esplendor, decorre de uma agenda de destruição cuja sofisticação técnica e cerebral planeamento não é sensato ignorar ou desvalorizar.



E para o efeito, esta guerra serve exactamente os mesmos interesses que a pandemia serviu. Beneficia exactamente os mesmos agentes. Cumpre exactamente o mesmo assalto imparável aos fundamentos económicos, constitucionais, políticos e geo-estratégicos do Ocidente.

O Great Reset vai ser construído sobre as cinzas de uma época de ouro na história da espécie humana, que não durou mais do que os dois ou três séculos em que foi possível sonhar e, a espaços, realizar, uma sociedade literada de indivíduos livres e prósperos, regida por um quadro liberal de valores evidentes e naturais.

E que caiu num instantinho.

Reagan avisou. E não podia estar mais certo.

É preciso ter lata #03

Se os imbecis fossem tributados por cada disparate que escrevem nos jornais, as Finanças já tinham congelado as contas bancárias da Ruth.

Miracle Worker.

And just like that, Doctor Vladimir cured Covid.

É mais que óbvio.

O preço da estupidez paga-se caro.

Hegel num meme.


Um facto histórico pertinente.

Kiev, a actual capital da Ucrânia, é a primeira cidade-estado eslava da história da Europa Oriental, fundada pelo povo Rus', na Idade Média. É este povo e este estado que depois dão origem à Rússia.

sexta-feira, fevereiro 25, 2022

Estou fartinho destes elitistas de merda.

Douglas Murray. Já gostei mais dele, quando era um obscuro ensaísta que escrevia com algum acerto sobre o colapso da Civilização Ocidental. Mas com a fama, transformou-se num elitista insuportável, retrato puro do conservadorismo mainstream, snob falhado e colaboracionista do regime, carregado de pudores e escrúpulos que faziam sentido no século passado. Que hoje só servem para facilitar a vida aos senhores do World Economic Forum (de que mais tarde ou mais cedo, vai querer ser sócio).


Não deixes que os media pensem por ti.

O uníssono anti-Putin na imprensa devia por si só fazer com que a malta desconfiasse da narrativa. Mas pensar com a própria cabeça dá muito trabalho.

Como transformar um conflito regional numa guerra mundial.

É assim que se faz:

Tenho grande consideração pelos polacos e compreendo perfeitamente que mantenham uma relação tensa com a Rússia e que tentem combater invariavelmente as suas ambições imperialistas, dado o contexto histórico. Mas neste caso, acho sinceramente que não estão a analisar bem a situação. Acho que estão a fazer o jogo do inimigo (porque o verdadeiro inimigo da cultura cristã não é Putin).

Enviar um comboio de pesados carregado de armas e munições para a Ucrânia é uma péssima ideia. E se a guerra ganhar escala, os polacos serão os primeiros a sofrer com isso.

Completamente preparados para a guerra #04

Putin só está preocupado com a Ucrânia. Mas se quisesse invadir toda a Europa oriental, não seria certamente por causa do governo britânico que ia pensar duas vezes. Boris Johnson só mostra força na vertente retórica, ou quando é preciso fascizar os seus próprios cidadãos. Em relação a tudo o resto, é fraco como um caracol sem casca. E o seu ministério da defesa é uma paródia woke que leva a irresponsabilidade ao extremo máximo do arco-íris.

É constrangedor, e deprimente à brava, constatar o ponto miserável e efeminado e rendido às políticas de identidade a que chegaram as instituições do Reino Unido e, superlativamente, o Partido Conservador. A Dama de Ferro deve estar às voltas na campa.

Clown press.

1997 - 2022

Vehicles from the first Gran Turismo were made up of 300 polygons, while vehicles from Gran Turismo 7 are made up of 500,000 polygons.

Da guerra na Ucrânia: súmula e esclarecimento.

"The secret of politics? Make a good treaty with Russia."
Otto von Bismarck


Para que não existam dúvidas, a posição do Blogville sobre a guerra da Ucrânia é a seguinte:

1. Este conflito é de ordem regional. A Ucrânia, como estado moderno, tem menos de um século e as suas actuais fronteiras, cerca de 3 décadas. A sua independência foi sempre questionada pela Rússia. Um terço da população ucraniana é Russa. Sendo uma república semi-presidencialista e funcionando para a etnia nativa como uma democracia, a Ucrânia é hoje um estado bastante repressivo sobre a minoria russa.

2. A Rússia não é uma democracia; Putin é, para todos os efeitos, um ditador e, como qualquer outro Czar - Ruríquidio, Romanov ou Soviético - um ditador imperialista. O passado deste homem fala por si. Operacional da KGB, perito em métodos draconianos de fazer política, especialista em operações de manipulação da consciência colectiva e alegre assassino de quem atrapalha os seus desígnios e os desígnios do seu regime, Vladimir Putin é uma raposa velha, enrijecida por uma vida de brutalidades, que lidera um povo de carácter forte, tendencialmente nacionalista, consciente da sua história e da sua posição no mundo, e um exército disciplinado e muito bem equipado.

3. Os líderes ocidentais não têm, porém e neste momento da história, qualquer legitimidade moral para acusar Putin de expansionismo ou de despotismo. Cometendo sucessivos actos fascistas sobre as suas populações e trazendo consigo o cadastro de sucessivas guerras que espoletaram desastradamente em variadíssimas localidades da geografia planetária, por razões falsas ou difusas ou apenasmente derivadas de um economicismo globalista cujos resultados catastróficos estão agora à vista de toda a gente, são, eles sim, os verdadeiros intérpretes do mais pernicioso imperialismo: aquele que projecta toda a dissensão, interna ou externa, como um imperdoável acto de terrorismo.

4. Não há qualquer razão de ordem racional ou material para provocar uma guerra global a partir de uma disputa de carácter específico, tanto em termos históricos como geográficos, que pode escalar rapidamente para um cataclismo civilizacional ou mesmo para um evento de extinção termonuclear. A invasão da Ucrânia pela Rússia não representa ameaça nenhuma para os interesses estratégicos, económicos ou energéticos do Ocidente. Ao contrário, uma guerra, mesmo que fria, com a Rússia terá implicações que não creio que estejam a ser bem calculadas pelos líderes europeus e americanos.

5. Putin tomou a decisão que tomou agora porque sabe que o Ocidente está fragilizado como nunca. Que as suas lideranças são fracas e impopulares. Que as suas forças militares, depois do exemplo miserável que deram ao mundo no Afeganistão; estão desmoralizadas e são quotidianamente efeminadas pela ideologia woke que as infectou ao máximo ponto do ridículo. Biden precisa urgentemente de ser internado num lar, Boris Johnson é um bluff com pernas à beira de ser corrido pelo seu próprio partido, Macron está mais interessado em ganhar as próximas eleições do que nas crianças que vão vão morrer em Kiev e os alemães neste momento só pensam numa coisa: haverá gás para aquecer as casas amanhã?

6. O Presidente russo precisou apenas da autorização dos chineses, que têm tudo a ganhar com um conflito na Europa e que constituem a única ameaça real às suas ambições. Até porque a próxima invasão será a de Taiwan. Serão os media tão defensores das fronteiras desta ilha, como parecem protectores das fronteiras da Ucrânia? E a reacção dos líderes ocidentais, será assim tão inchada pela indignação, será assim tão carregada de ameaças?
Duvido muito.

7. As sanções decretadas pelo Ocidente serão sempre temporárias, e nesse sentido, ineficazes, porque o Ocidente precisa dos bens energéticos e industrias russos como de pão para a boca. A única sanção séria seria a de retirar a Rússia do sistema financeiro internacional, tornando-a numa nação pária. Só que isso constituiria, para todos os efeitos, uma declaração de guerra.

8. A ironia suprema dos tempos que correm é que, em certo sentido e apesar de tudo, Vladimir Putin é o último defensor dos valores da Civilização Ocidental. Cristão, conservador no que diz respeito aos valores culturais do seu país e da velha Europa, protector da família como unidade essencial da coesão social, inimigo histriónico da ideologia woke, das ambições distópicas do World Economic Forum e do projecto globalista, o inquilino do Kremlin trava uma luta desigual com forças bem mais poderosas que aquelas que consegue reunir à sua volta. Mas conta, paradoxalmente, com o apoio calado e na verdade inútil de milhões de europeus e americanos, que se revêm mais nele do que nos seus próprios líderes.

9. Se os regimes instituídos no Ocidente quisessem evitar este conflito, tê-lo-iam evitado. Mas por razões de agenda política ou desvario globalista, não o quiseram fazer. É um jogo perigoso e os nossos queridos líderes podem sair dele com um jackpot de poder absoluto. Mas também podem sair dele sem o pescoço. Quem vai à guerra dá e leva.

10. Uma coisa é certa: o mexilhão que sempre se lixa, o mexilhão que vai morrer no teatro das operações, o mexilhão que vai ter que suportar os custos materiais e imateriais desta merda; esse mexilhão que és tu, que sou eu, que é 99% da população mundial, não tem nada a ganhar com este guerra. Nada. Zero. Nicles. É mais um fardo que as elites despejaram sobre a populaça. E mais despejos vão acontecer até que a populaça esteja de tal forma empobrecida, de tal forma subjugada, que não seja já capaz de contrariar a nova ordem totalitária.

Vem mesmo a calhar.


Aqui entre nós: resolvo isto com polícia montada, polícia de choque ou carros de assalto?

Completamente preparados para a guerra #03

Aqui quem manda é a Greta.

quinta-feira, fevereiro 24, 2022

A dissidência como traição à pátria.

Se és de nacionalidade inglesa e achas que o ditador Boris não se devia meter com o ditador Putin por causa de um país onde o Reino Unido não detém qualquer interesse estratégico de substância, o que é que és, o que é que és? Um traidor, claro.

The creepy leader of the free world:


Uma tirada eleitoralista que não envelheceu lá muito bem.


O génio de Boris Johnson.

Os russos são maus. Os russos gostam de futebol. Logo, não podem organizar finais da Liga dos Campeões. Eis uma sanção que vai deixar o Vladimir a pensar duas vezes.

Adivinha que país lidera neste momento o Conselho de Segurança das Nações Unidas?

Sendo esta organização a conspiração de estúpidos que é, a cadeira da presidência do Conselho de Segurança é ocupada neste momento pela Rússia. Claro.

Completamente preparados para a guerra #02

Completamente preparados para a guerra.

Não há nada que uma boa guerra na Europa não resolva.


"Último argumento dos reis."

Inscrição gravada nos canhões dos exércitos de
Luís XIV


A lista das guerras na Europa é interminável e o continente entre todos mais massacrado pela ira dos homens soma hoje mais uma. Os Europeus não conseguem passar muito tempo sem o seu desporto favorito, que é andar à porrada, e na maior parte das vezes, uns com os outros.

Se é certo que foram servir de violências gentes distantes, a verdade é que preferem agredir-se entre si e fazem-no muito mais frequentemente.

Esta guerra, como tantas outras na virulenta história do Velho Continente, era perfeitamente evitável. Bastava que se garantisse à raposa Vladimir que a Ucrânia nunca vai fazer parte da NATO. Era só isso e qual era o problema disso? Os americanos também não queriam o Pacto de Varsóvia nas Caraíbas, certo? Até estivemos à beira do extermínio termonuclear por causa da eventual instalação de uns certos mísseis em Cuba, se bem me lembro; já para não falar do triste episódio passado numa célebre baía de mau nome.

A questão é que a guerra é desejada, pelo que a verdade histórica, a razão pura e o senso comum não são para aqui chamados. Se a agenda, como todas as evidências indicam, é a da destruição da Civilização Ocidental, o evento de sonho agendado é a catástrofe de um conflito militar na Europa.

O trovão da canhoaria já não é um argumento derradeiro e pelos vistos Luís XIV, um monarca absolutista do Século XVII, era mais prudente que Joe Biden ou Boris Johnson no que diz respeito à promoção e produção massiva de violência organizada.

Os líderes ocidentais pensam até que uma subida de um ou dois pontos percentuais nas sondagens, ou uma diversão que permita a permanência no poder, são motivos mais que suficientes para obliterar o argumentário da paz.

Porque não passam fome, nem frio, nem sofrimentos épicos; porque estão apaixonadas por telefones programados para as enfeitiçar; porque são constantemente iludidas pelos foguetões reutilizáveis de Elon Musk; as pessoas tendem a confundir progresso material com melhoramento moral.

Estão redondamente enganadas, claro. Não há qualquer evidência do progresso da virtude na História Universal.


E no imediato, a tomada pela Rússia de parte da Ucrânia vai servir às mil maravilhas como precedente para que os Chineses façam o que já disseram que mais cedo do que tarde vão fazer: não são só os Ucranianos que não dormiram esta noite. Em Taiwan também deve reinar a insónia.


A Nova Ordem Mundial está a começar a tomar forma. E não vejo maneira de isto acabar bem, sinceramente.

Ou és fã da guerra ou és um ser deplorável.

Se não queres ser injectado com uma dose experimental de informação genética por causa de um vírus com um índice de mortalidade marginal, és um ignorante que não acredita na ciência.
Se desconfias que o planeta não vai colapsar daqui a 10 anos por causa do dióxido de carbono que o teu automóvel e o teu bife libertaram, és um negacionista.
Se achas que cada vida humana é sagrada, independentemente da cor da pele de cada um, és um supremacista.
Se consideras que as fronteiras da Ucrânia, historicamente recentes e retrospectivamente voláteis,  não justificam uma guerra devastadora, que te vai empobrecer radicalmente ou matar os teus filhos, és um traidor.
Se te recusas a obedecer a tiranos, és um terrorista.

Guerra é paz. Mentira é verdade. Ódio é amor. Fascismo é liberdade.

É cada vez mais difícil evitar os palavrões.


Concentra-te nos interesses da Florida, que é para isso que és pago, que é para isso que foste eleito.

Se o senador republicano Mark Rubio estivesse mais preocupado com os problemas dos Estados Unidos e menos aflito com os problemas na Ucrânia, os seus eleitores na Florida iam ficar bastante mais gratos.

Digo eu:

The Fight Back Club #18

 Entretanto, em Nápoles.

Mas desconfio que deves ter votado Trudeau.


Um amado inimigo.


A Ucrânia como bode expiatório #02

Portanto, a inflacção não tem nada a ver com os triliões de dólares injectados artificialmente na macro e na micro economia. Não tem nada a ver com o fecho de pipelines e a utilização de energias renováveis caras e ineficientes. Não tem nada a ver com os confinamentos por tudo e por nada que criam massivos problemas de mão de obra e de distribuição de bens. Não tem nada a ver com a incompetência - ou a agenda destruidora - das oligarquias. Não. Não acredites nos teus olhos mentirosos. Não penses pela tua própria cabeça. A culpa é da crise fronteiriça na Ucrânia, ò servo. A culpa é do Putin, ò deplorável. E não discutas, caso contrário congelamos-te a conta bancária.


The freaking state of the U.S. Army:


So, good luck fighting the Russians. You will need it a lot more than lipstick.

É preciso ter lata #02

Brutalizas os camionistas com polícia de choque, polícia montada e carros de assalto, como se fossem terroristas. Prendes centenas deles, congelas-lhes as contas bancárias e apreendes-lhes os veículos, que vais vender em leilão para que o roubo seja total e de forma a arruiná-los completamente. Estabeleces o estado de emergência, que colocas no terreno antes sequer de ser promulgado nas duas câmaras legislativas, como a lei do teu país obriga, e ameaças toda a gente, dos camionistas a quem os apoiou logística, financeira ou presencialmente, com perseguições draconianas, num excesso delirante de autoritarismo nepotista que envergonharia muitos ditadores.
E depois consegues, sem te escangalhares a rir, vestir a pele do cordeiro.

Por amor de Deus: encontra um limite para a tua infâmia e ganha vergonha, tirano.


More evidence Covid was tinkered with in a lab? Now scientists find virus contains tiny chunk of DNA that matches sequence patented by Moderna THREE YEARS before pandemic began

. Genetic match discovered in Covid's unique furin cleavage site on spike protein
. Matched genetic sequence patented by Moderna for cancer research
. Researchers say one in 3 trillion chance Covid developed the code naturally

Fresh suspicion that Covid may have been tinkered with in a lab emerged today after scientists found genetic material owned by Moderna in the virus's spike protein.

They identified a tiny snippet of code that is identical to part of a gene patented by the vaccine maker three years before the pandemic.  


It was discovered in SARS-CoV-2's unique furin cleavage site, the part that makes it so good at infecting people and separates it from other coronaviruses.

The structure has been one of the focal points of debate about the virus's origin, with some scientists claiming it could not have been acquired naturally. 

The international team of researchers suggest the virus may have mutated to have a furin cleavage site during experiments on human cells in a lab.

They claim there is a one-in-three-trillion chance Moderna's sequence randomly appeared through natural evolution.

But there is some debate about whether the match is as rare as the study claims, with other experts describing it as a 'quirky' coincidence rather than a 'smoking gun'.

SARS-CoV-2, which causes Covid, carries all the information needed for it to spread in around 30,000 letters of genetic code, known as RNA. The virus shares a sequence of 19 specific letters with a genetic section owned by Moderna. Twelve of the shared letters make up the structure of Covid's furin cleavage site, with the rest being a match with nucleotides on a nearby part of the genome.

Moderna filed the patent in February 2016 as part of its cancer research division, records show. The patented sequence is part of a gene called MSH3 that is known to affect how damaged cells repair themselves in the body. It was approved on March 7 the following year.

In the latest study, published in Frontiers in Virology, researchers compared Covid's makeup to millions of sequenced proteins on an online database.

The virus is made up of 30,000 letters of genetic code that carry the information it needs to spread, known as nucleotides.

t is the only coronavirus of its type to carry 12 unique letters that allow its spike protein to be activated by a common enzyme called furin, allowing it to spread between human cells with ease.

Analysis of the original Covid genome found the virus shares a sequence of 19 specific letters with a genetic section owned by Moderna, which has a total of 3,300 nucleotides.

he US-based pharmaceutical firm filed the patent in February 2016 as part of its cancer research division, records show.

The patented sequence is part of a gene called MSH3 that is known to affect how damaged cells repair themselves in the body.

Scientists have highlighted this pathway as a potential target for new cancer treatments.

Twelve of the shared letters make up the structure of Covid's furin cleavage site, with the rest being a match with nucleotides on a nearby part of the genome.

Writing in the paper, led by Dr Balamurali Ambati, from the University of Oregon, the researchers said the matching code may have originally been introduced to the Covid genome through infected human cells expressing the MSH3 gene.  

(...) Daily Mail

A Ucrânia como bode expiatório.

Everything will go wrong. But they will do it anyway because wrong is the new right.

quarta-feira, fevereiro 23, 2022

Podia muito bem estar a passear com os cães.

Às vezes pergunto-me sobre a utilidade de andar para aqui a queimar a pestana com o blog quando o Paul Joseph Watson, deste lado do Atlântico, e o Tucker Carlson, do outro, dizem àqueles que ainda não ensurdeceram, tudo o que é preciso dizer sobre o calamitoso estado do Ocidente. Devia limitar-me a partilhar os clips deles e passar o tempo livre a fazer outras cenas.

Um bom exemplo da eloquência e capacidade de síntese que torna os meus parágrafos irrelevantes é este clip do pundit britânico sobre a situação na Ucrânia.



Muito, muito bom. E está tudo dito.

É mais difícil do que parece.

Aparentemente, o processo de adaptação de um piloto profissional da vida real ao Sim Racing é mais complicado do que o inverso. O célebre Stig dos gloriosos tempos do Top Gear, também conhecido por Ben Collins, é um azelha na pista virtual e pediu ajuda a Jimmy Broadbent, que não sendo propriamente o mais rápido, é um dos sim racers mais versáteis e populares do planeta, para além de não se ter dado nada mal ao volante de um Praga real no campeonato inglês de turismos do ano passado.

Não se percebe bem se esta sessão de coaching correu bem, porque Ben Collins farta-se de sair da estrada e não parece nada confortável ao volante do simulador, acabando enfim por fazer uma volta limpa razoavelmente rápida, ao fim de incontáveis tentativas.

Se calhar não nasceu para isto. LOL.


terça-feira, fevereiro 22, 2022

Mais tarde ou mais cedo, as duas américas têm que ser divididas.


Graças a Deus por Tucker Carlson.

O colapso da democracia constitucional, explicado em 13 minutos, ou um monólogo para os anais.

Atenção, detalhe importante:

O Youtube está a remover conteúdos vídeo que denunciam a violência policial exercida sobre os manifestantes do comboio da Liberdade em Ottawa. Na legenda dos clips que tenho colocado no blog e que têm sido censurados, lê-se que são os autores que retiraram os clips, mas essa retirada aconteceu por pressão fascistóide do Youtube e não por iniciativa dos youtubers. Ou seja: o servidor ameaça os autores com a obliteração do canal caso certos vídeos não sejam apagados, para depois afirmar que a responsabilidade censória é dos autores e não do servidor.

É uma nova estratégia. Mas não deixa de ser censura. Na verdade é até muito pior que a censura porque faz dos agentes da liberdade, cúmplices da tirania.

Genial. Como o Diabo.

Se me perguntassem, há seis meses atrás,

se o primeiro grito libertário seria originário do Canadá, eu diria:
não vem mais vinho para esta mesa.

Quando é que sabes que já podias ter morrido.

Quando a maior parte das pessoas que sempre amaste,
já não te ama, ou já não te é querida.
Quando deixas de alimentar relações afectivas,
para além daquelas que manténs pela ordem do sangue ou do matrimónio.
Quando o relacionamento que tens com a vida se fundamenta numa revolta
que não tens coragem para levar às últimas consequências.
Quando achas que por muito que tentes travar o movimento terminal,
o mundo caminha irreparavelmente para o abismo.
Quando o teu corpo apresenta queixas, justificadas, porque não foi construído
para quarenta anos de posição sentada à frente de um computador.
Quando tudo o que tu acreditas ser verdadeiro é apresentado como falso,
Quando tudo o que os teus olhos vêm é apresentado como ilusório;
Quando tudo o que sentes como virtuoso é apresentado como iníquo,
Quando tudo o que tu és, tudo o que acreditas ser, é leiloado ao mais baixo preço
no mercado das redes socias;
Quando a imagem que tens de ti não escapa à tua fantasmática ira;
quando o banco que te presta serviço chama a polícia
por causa do teu temperamento;
Quando sabes perfeitamente que estás sozinho na tua razão
e que a tua razão será sempre, para ti, indefectível;
Quando a maior parte das pessoas tuas contemporâneas escrevem indefectível
sem o c só porque um conjunto de imbecis traidores da tua cultura
lhes disseram que era melhor escrever indifectível sem o c;
é chegado o momento da tua morte.

Quando tens quatro olheiras, já não fazes falta ao mundo.

segunda-feira, fevereiro 21, 2022

Esperar que os polícias defendam a liberdade

 é o mesmo que contar com os tribunais para fazer justiça.

Canadian MP says single mom on minimum wage has had her bank account frozen for donating $50 to Freedom Convoy: Trudeau is blasted for draconian law that 'would never have been imposed on BLM'

A Canadian MP says the bank account of a single mom with a minimum wage job has been frozen after she donated $50 to Freedom Convoy.

Canadian banks have been freezing the accounts and canceling credit cards of people linked to the trucker protests in accordance with the Emergencies Act, which Prime Minister Justin Trudeau invoked last week in an attempt to clear the demonstrators from Ottawa.  

Trudeau said Monday emergency powers are still needed despite the progress police have made in stamping out weeks long paralyzing protests by truckers and others angry over Canada´s COVID-19 restrictions.

'The situation is still fragile, the state of emergency is still there,' Trudeau said Monday.

Trudeau noted there are some truckers that are just outside Ottawa that may be planning further blockades and his public safety minister noted there was an effort to block a border crossing in British Columbia on the weekend.

'Even though the blockades are lifted across border openings right now, even though things seem to be resolving very well in Ottawa, this state of emergency is not over,' Trudeau said. 'There continues to be real concerns about the coming days.'

Lawmakers in Parliament will vote Monday night whether to allow police to continue to use emergency powers. The opposition New Democrat party has said it will support Trudeau's Liberals, ensuring Trudeau has enough votes.

Trudeau has been blasted for the move, seen as draconian and an affront to the right to protest, but said he's confident lawmakers will vote to continue to allow police to use emergencies act, which allows authorities to declare certain areas as no go zones.

It also allows police to freeze truckers' personal and corporate bank accounts and compels tow truck companies to tow away vehicles.

A single mother named only as Briane is one of those people, according to Canadian MP Mark Strahl, as concerns grow that scores of ordinary people will no longer be able to pay for food and basics if their accounts have been frozen just for making a donation.

He tweeted her story Sunday, shining a light on how her livelihood is being affected by Trudeau's orders.  

'Briane is a single mom from Chilliwack working a minimum wage job. She gave $50 to the convoy when it was 100% legal. She hasn't participated in any other way. Her bank account has now been frozen. This is who Justin Trudeau is actually targeting with his Emergencies Act orders.'

Response on social media varied from those angry at the situation, stating this would have never happened to Black Lives Matter protesters, and offered to help Briane, to those who claimed Briane was fake, a sob story made up by conservatives spread fear across Canada. 

'Thank you to those who have read this and offered to help someone you've never met,' Strahl tweeted. 'Shame on those who have read it and attacked someone you've never met. I will keep working with Briane to resolve this matter with her bank and will provide updates as they are made available.'

'To those of you, especially the media, demanding more details on Briane, having seen what has been said about her online today and what has been done to other convoy donors in the last weeks I am not going to help you dox her,' Strahl continued. 'I know who she is and I won't stop fighting for her.'

(...) Daily Mail

Tudo é possível. Tudo.

A pergunta que não podes fazer.

Até que ponto está o governo do Canadá infiltrado por agentes do World Economic Forum e infectado pelos seus interesses? A pergunta é proibida. Mas não se percebe bem porquê. O líder do WEF, Klaus Schwab, já admitiu publicamente que sim, que o governo do Canadá, entre outros, é de facto controlado pela sua organização.

Mesmo quando a verdade é pública, continua interdita. Bem vindo à distopia WEF.

‘Second Pandemic’ – 10 Million Britons Need Mental Health Care After Lockdowns

Health officials in England have warned there is an impending “second pandemic” of millions of children and adults suffering from mental health issues exacerbated by the imposition of lockdowns during the Chinese coronavirus crisis.

Nearly ten million people in England, including 1.5 million children, are projected to need care for mental health issues such as psychosis, depression, anxiety, and eating disorders are experiencing long waiting times in the nation’s socialised healthcare system, the National Health Service (NHS).

The leaders of the Royal College of Psychiatrists and the NHS Confederation told The Guardian that there are currently 1.6 million people waiting to be seen for specialised treatment for mental health, and a further 8 million people cannot even get on a waiting list, despite being considered as in need of support.

On top of this, some English regions are stretched so thin that mental health specialists are “bouncing back” patients at risk of self-harm, starvation, and even suicide back to their local General Practitioner (GP) instead of treating them, raising concerns that some will lose their lives for lack of care.

The chief executive of the NHS Confederation, Matthew Taylor, said: “We are moving towards a new phase of needing to ‘live with’ coronavirus but for a worrying number of people, the virus is leaving a growing legacy of poor mental health that services are not equipped to deal with adequately at present.

With projections showing that 10 million people in England, including 1.5 million children and teenagers, will need new or additional support for their mental health over the next three to five years it is no wonder that health leaders have dubbed this the second pandemic. A national crisis of this scale deserves targeted and sustained attention from the government in the same way we have seen with the elective care backlog.”

(...) Breitbart

Os novos terroristas.


The Fight Back Club #17

Obedece porque sim, obedece porque não.

No espaço de poucas semanas, passámos de "acredita na ciência, obedece, usa a máscara", para "a máscara não tem nada a ver com a ciência. E então? Obedece na mesma."


Tenho seriamente muitas dúvidas de que Goebbels aprovasse esta campanha de propaganda alucinante e ultra radical. Até para ele, seria excessiva. Os millenials do The Atlantic são criaturas recordistas nas olimpíadas da transmutação da realidade em favor de uma narrativa ideológica.

Até faz impressão.

E se alguém tem dúvidas ainda (choro por esse alguém) que os mandatos nunca tiveram nada a ver com a salvação da vida humana, que nem sequer tiveram nada a ver com a salvação dos serviços públicos de saúde; que na verdade foram uma muito bem orquestrada manobra de tomada ilegítima de poder político e económico; este mirabolante texto de Rachael Gutman cumprirá evidência porventura definitiva.

Estou a brincar. Aqueles que ainda não conseguiram topar para além das sombras da proverbial caverna socrática já estão perdidos para a claridade.

Consistentemente inconsistentes.


Memeville #91


Líderes que odeiam de morte os povos que lideram #09

Estão a dividir as sociedades entre cidadãos obedientes e párias dissidentes. Declaradamente. Agressivamente.
Como é que isto pode acabar bem?

domingo, fevereiro 20, 2022

Não gostam.

Enquanto defendem a permanência da mordaça asfixiante nas crianças, os professores, na sua vida social de todos os dias, já deixaram cair a máscara, nos dois sentidos da expressão: o alegórico e o literal. Mas não gostam de ser confrontados com a sua muito duvidosa (é dizer pouco) posição moral.

Quando um falso escrúpulo dos professores, assente em ciência nenhuma, é favorecido sobre a saúde de crianças e adolescentes, estás definitivamente sobre o domínio de forças inimigas. Estás definitivamente sobre o domínio do mal absoluto.

Não é fácil ser assim tão vil.

Ainda aqui há umas horas protestava a propósito de um tweet de Justin Trudeau (AKA Black Face Hitler) que justificava a sua atitude despótica pelo recurso ao argumento desavergonhado da protecção dos negócios da baixa de Ottawa. Para além de falso e cínico, o argumento de Trudeau exibe pornograficamente a sua perversidade assim:

O meu sogro é um génio:

"Tempos houve em que se dizia que a guerra é um assunto excessivamente sério para ser entregue aos militares. Eu acrescento agora que a guerra é um assunto excessivamente sério para ser entregue à comunicação social."

Levy Baptista . Em entrevista à RDP

The Fight Back Club #16

 Entretanto em Calgary, Estado de Alberta, Canadá.


A razão tirânica que vem a seguir.

Aberto o precedente que informou as elites sobre a alta incidência de servilismo obediente por parte das populações aos mandatos mais draconianos e autoritários que possam ser decretados, eu arrisco que o terror mediático que vai rapidamente substituir o Covid 19, e justificar a continuidade da agenda oligárquica e do controlo totalitário sobre as populações, será fundamentado numa destas cinco circunstâncias:


Permanente Estado de Guerra
Nem é preciso travá-la no terreno. Basta criar uma ambiente mediático que dramatize o potencial da sua ocorrência. Seis meses de consistente e massivo alarmismo sobre a possibilidade de um conflito armado entre as potências mundiais cumprirá com o objectivo de voltar a hipnotizar as massas e raptar os seus direitos e liberdades.

Alterações Climáticas e Crise Energética
Os confinamentos por razões ambientais não são nada de novo e têm habitado episodicamente a história da humanidade, desde o século XIX. O que será novo é a volição totalitária que está por trás da religião ambientalista. Quantos quilómetros fazes de carro por dia, quantos duches tomas por semana, quantos centímetros cúbicos de gás utilizas para cozinhar cada refeição: o estado pode começar a controlar e a racionar a energia que consomes de um dia para o outro, por decreto fundamentado num qualquer estado de emergência climático. Esta ameaça escatológica e pretensamente científica permitirá paralelamente uma ainda mais acelerada e irresponsável substituição das infraestruturas instaladas por redes de energias renováveis que são deficitárias em relação à procura e bastante mais dispendiosas. E encarecer as energias ao ponto de que o seu acesso sirva instrumentalmente para estabelecer um controlo despótico sobre os povos deve ser uma das ideias mais estimadas pela rapaziada do World Economic Forum.

A Dissensão Política como Ameaça Terrorista
No Canadá, nos Estados Unidos, em França, na Alemanha, na Áustria, na Escócia, na Irlanda, na Austrália e na Nova Zelândia, ganha terreno uma tendência para diabolizar a dissidência regimental, política e cultural como um comportamento terrorista. Nunca como hoje se falou tanto em ameaças internas à segurança dos estados ocidentais, perpetradas não por aqueles que realmente representam um perigo para as sociedades, como os radicais islâmicos de primeira geração na Europa ou os gangues cartelizados dos centros urbanos nos Estados Unidos, mas por aqueles cidadãos que cometem o horror de manifestar opiniões discordantes daquelas que são regimentalmente consagradas pelas elites políticas e burocráticas, pelos media e pelas grandes corporações dos senhores do universo.
A mordaça que fica mais apertada a cada dia que passa vai necessariamente, mais tarde ou mais cedo, resultar na reacção violenta do amordaçado. Quantas mais cenas como as que foram reportadas na últimas 24 horas em Ottawa podem acontecer antes que a multidão pacífica e receosa se transforme num monstro irado? A carga da polícia montada passou hoje a centímetros de crianças que se encontravam no Parliement Hill (muitos dos camionistas estão acompanhados da família). Se os cascos de um cavalo tivessem por acaso atingido uma dessas crianças, como reagiriam os manifestantes?
O problema é que quando a multidão acaba por ceder à frustração e à raiva e aos seus piores instintos, as oligarquias, que são monopolistas da violência na maior parte dos casos e que em todos dominam por completo os instrumentos institucionais e mediáticos do poder, terão enfim a oportunidade que esperavam para esmagar física e financeiramente os dissidentes e instalar um regime totalitário em confortável permanência. E é por isso mesmo que não se importam nada de ir esticando a corda da repressão, da censura, da violência. A pior das hipóteses, dá no melhor dos resultados.

A Recessão das Recessões

Seja por pura incompetência, ideologia radical, corrupção partidária ou astúcia criminosa, a verdade é que o Ocidente está a ser levado à ruína económica há várias décadas. As dívidas soberanas batem recordes sobre recordes, os bancos centrais imprimem moeda como se não houvesse amanhã, as nações dependem de fontes energéticas localizadas em territórios civilizacionalmente alienígenas, enquanto a indústria foi deslocalizada também para essas geografias.
A inflacção, o desemprego (muitas vezes patrocinado pelo estado social), os constrangimentos ambientalistas, as restrições legais resultantes de décadas de fúria legislativa, a guerra declarada à iniciativa privada e aos pequenos negócios e a sobredosagem tributária imposta aos indivíduos e às empresas tem vindo paulatinamente a congelar o crescimento económico na Europa e na América do Norte.
Entretanto, o modelo capitalista liberal foi substituído por uma espécie de cartelismo corporativo, de raiz socialista, que funde o público e o privado num conglomerado oligárquico em que as empresas são orientadas para os interesses dos regimes e não pelas leis da oferta e da procura ou pelas preferências de clientes e consumidores. Este modelo é histórica e operacionalmente fadado à falência técnica, mas sempre que essa falência acontece, na banca como nas redes de retalho, na imprensa como na produção e comercialização de máquinas de barbear, o estado intervém, com o dinheiro dos contribuintes ou com moeda impressa às pressas, e injecta capitais nestas instituições arruinadas, em jeito de compensação pelos serviços que lhe são prestados, num jogo viciado que cria riqueza nenhuma, com excepção da oligarquia accionista, que vai multiplicando fortunas obscenas.
Sustentada por sucessivas bolhas que vão rebentando episodicamente, mas cujas razões de existência nunca são contrariadas e que se repetem num ciclo ensandecido de ganância e destruição, a economia global é frágil como um castelo de cartas e paira no ar a ameaça de uma recessão apocalítica, por isso mesmo diferente de todas as outras na história do capitalismo. Esta recessão foi fabricada laboriosamente, desde os anos 90 do século passado. Porque esta é talvez a mais efectiva forma de acabar com a civilização de forma a poder criar novas estruturas de poder totalitário: reduzir 99% da população mundial à miséria total.

Outra Pandemia Fabricada

As elites que temos não primam pela imaginação e assim sendo, não está de todo posta de parte a hipótese de eclosão de uma nova pestezinha, fabricada num outro laboratório ou no mesmo e motorizada com igual ou mais intenso fervor propagandista pelos media e pelas academias.

Isto a não ser que a mãe natureza ou o Comité Central do Partido Comunista Chinês, as duas entidades mais poderosas ao cimo da Terra, decidam espoletar uma qualquer catástrofe global. Mas nesse caso, não estou certo que as elites oligárquicas ocidentais venham daí a tirar grande proveito.

A ver vamos.