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terça-feira, setembro 08, 2026

O Incidente Ellsworth, corroborado.

Durante décadas, Mario Woods testemunhou publicamente ter sido raptado e sujeito a testes por entidades não humanas, depois de se ter deparado com um OVNI sobre um silo nuclear na base aérea de Ellsworth, onde prestava serviço militar em 1977.  Woods sempre garantiu que o episódio aterrorizante, que durou cerca de cinco horas, tinha sido experimentado com um camarada da polícia aérea - Michael Johnson - de quem foi imediata e permanentemente separado pelas autoridades militares e civis que tomaram conta da ocorrência. 

49 anos depois do sucedido, o youtuber Jesse Michels encontrou Johnson e reuniu as duas testemunhas do incidente de Ellsworth, que se corroboram mutuamente no documento vídeo que deixo em baixo e que resultou desse encontro, publicado ontem para de imediato incendiar a web e deixar em polvorosa a comunidade da ufologia. 

Apesar de creditar o seu incansável esforço investigativo, devo dizer que não confio totalmente em Michels, que antes de ter criado o seu muito bem sucedido e tecnicamente exemplar canal dedicado ao fenómeno OVNI trabalhava em Wall Street para um patrão chamado... Peter Thiel. E o facto de ter sujeitado Woods e Johnson a sessões de regressão hipnótica não ajuda muito à credibilidade do documentário, paradoxalmente, porque ninguém na verdade percebe bem o que acontece à mente humana sob hipnose, e porque a iniciativa faz alguma comichão ética, principalmente considerando o perfil de Michael Johnson, que me parece um homem algo vulnerável, sendo claro, na minha opinião leiga, que não terá sobrevivido incólume ao encontro imediato de terceiro grau que reporta, apesar das décadas que entretanto correram sobre o evento.

Além do mais, e como sempre tenho feito nos últimos anos quando escrevo sobre este assunto, há que digerir toda a narrativa dos "extraterrestres" e da "revelação" com vários e gordos grãos de sal. Continuo convencido que há aqui manipulação de massas e desinformação em quantidades industriais, apesar de reconhecer que o fenómeno não pode ser ignorado, dada a escala de testemunhos e documentos.

Advertências à parte, acho ainda assim que este é um daqueles momentos com peso mediático e até ontológico, e que justifica a partilha, porque as testemunhas parecem-me credíveis e genuínas quanto à experiência traumática que relatam, e que eu classificaria no âmbito do sobrenatural.

E o bárbaro tratamento a que foram submetidos pelas autoridades, depois da experiência já de si deveras complicada, só adensa o mistério e as suspeitas sobre as entidades paralelas que tomam conta deste tipo de ocorrências. Porque de cada vez que estes relatos vêm a público, fica mais e mais claro que há uma indústria, um clube, uma seita, uma corporação - não sei o que lhe chamar - que presta o complexo suporte logístico, científico, militar e de recursos humanos necessário ao encobrimento de eventos desta natureza e consequente processamento das testemunhas, que muitas vezes lembra os métodos de controlo mental desenvolvidos pela CIA, como o infame MK Ultra.

O trabalho de Michels, que é aqui muito bem ilustrado por AI, é também pertinente quando somado aos muitos casos amplamente estudados e verificados de inexplicável fenomenologia que ocorreram em silos de armas nucleares, por todo o mundo, e desde que se iniciou a implementação deste tipo de armamento apocalíptico.

Por muito desconfiado que seja da actual narrativa OVNI, e sejam quais forem as intenções de Jesse Michels, não posso deixar de valorizar este documentário, que para além de tudo o mais está muito bem feitinho.

Uma última nota: os segmentos relacionados com a sessão de hipnose de Michael Johnson são algo perturbadores e talvez desaconselháveis a pessoas mais susceptíveis.

segunda-feira, agosto 24, 2026

Devia ser exactamente ao contrário.

Em vez de responderem com cepticismo, como deveriam, ao facto da imprensa corporativa ser agora um megafone histérico de conteúdos relacionados com OVNIS e alienígenas, os inocentes e crédulos alvos da propaganda regimental comem o esterco que lhes enfiam pela goela a baixo com a alegria bovina do costume.

Às tantas, se o New York Times lhes disser que o Pai Natal existe de facto, vão deixar na madrugada de 25 de Dezembro um bocadinho de peru para o Nicolau, perto da chaminé. 

São notícias como esta que me deixam mesmo desesperançado com o gado. 

sábado, julho 25, 2026

Cinema no Blogville: Signal One, de Jonathan Sobol.

"The universe is infinite, and therefore full of infinite dangers."

Não sei como nem porquê, nem sei quanto tempo vai estar online, mas descobri no Youtube um filme que me parece bastante recente, até considerando o seu conteúdo científico, e que trata o assunto do contacto com inteligências não humanas de uma forma deveras interessante, que se relaciona com a célebre e assustadora Hipótese da Floresta Negrauma explicação para o Paradoxo de Fermi que sugere que civilizações extraterrestres existem em abundância, mas permanecem em silêncio, escondidas, por medo de serem extintas por outras espécies mais avançadas e predadoras, num labiríntico jogo de sombras em que as entidades conscientes no cosmos se temem mutuamente, forçando-se ao isolamento.

A fita é de baixo orçamento e tem alguns momentos de falência técnica de produção e edição, mas a história está muito bem esgalhada, e o elenco conta com actores mais ou menos consagrados, como Dennis Quaid, David Thewlis e Isabelle Fuhrman, enquadrados num guião que, a espaços. nos oferece diálogos penetrantes e perturbadores.

O argumento e a realização cabem a Jonathan Sobol, que consegue criar aquilo que eu considero um sólido e sério ensaio de ficção científica, conceptualmente uns furos acima do que tem saído de Hollywood nos últimos anos, com raras excepções.

segunda-feira, julho 20, 2026

Esta gente tira-me do sério, sinceramente.

Abres uma conta no X. Apresentas-te como informador do Estado Profundo ou como investigador em anti-gravidade ou um título assim fantasista qualquer. Começas a debitar uma quantidade de tweets enigmáticos, com declarações bombásticas sobre invasões de extra-terrestres, tecnologia alienígena, super-poderes do governo federal americano, armas de ficção científica do Pentágono, enfim, todo um guião delirante de sugestões para alucinação das massas. Não apresentas um facto que seja sobre o que afirmas. 

Eu até sou um convicto teórico da conspiração, mas esta filosofia editorial, muito comum no X, que é preguiçosa e manhosa e oportunista e só contribui na verdade para o ruído informacional que neste momento da história já é praticamente insuportável, enerva-me solenemente.

Por muito que a especulação seja um dever da cidadania, nos tempos que correm, não deixa nunca de ser verdadeira a máxima de que afirmações extraordinárias carecem de extraordinárias evidências e qualquer teoria da conspiração deverá ser minimamente baseada em factos, para não constituir pura e dura desinformação.

Este palerma aqui descarrega na web a peremptória afirmação de que os EUA têm tecnologia de tele-transporte, assim a seco, sem um indício que seja que possa ser correlacionado com a "informação" que está a emitir, e pronto, está feito. Sempre são 20.000 likes e 1.5 milhões de visualizações que vai facturar a seguir ao Musk.


Neste caso, o palhacinho serve claramente o imaginário do Regime Epstein, que, como já documentei, tem um gosto particular pela ficção científica. Mas reconheço que há muitas contas que contribuem inadvertidamente com este género de ruído para a luciferina agenda das elites, que é a de confundir e alienar as massas, arrastando-as para fora do limiar da realidade. E nem sei o que é pior. Se o ruído criado intencionalmente para fins de alucinação das audiências, se o ruído criado sem consciência da alienação que promove, fundado apenasmente na ganância ou na idiotia.

domingo, julho 12, 2026

sábado, julho 11, 2026

sexta-feira, junho 19, 2026

O Contra no 'Isto é o Povo a Falar': As Ameaças da Inteligência Artificial e a Psyop Alienígena.

Em mais uma saborosa conversa com o João Nuno Pinto nos Estúdios da Kuriakos TV, discutimos o investimento nas tecnologias de inteligência artificial e a “revelação” sobre o fenómeno OVNI, dois vectores fundamentais da actual agenda do Regime Epstein. Mas tanto num caso como noutro há razões para pensarmos que há muito que não nos está a ser dito, e que há falsidades e encobrimentos de agenda naquilo que é expresso pelo governo federal americano, pela imprensa corporativa e pelas tecnológicas de Silicon Valley, principalmente quando analisamos os factos à luz da ideologia transhumanista das elites ocidentais.

 

sábado, junho 13, 2026

Disappointment Day.

O impagável Critical Drinker faz aqui, mais que uma crítica devastadora à tentativa de lavagem ao cérebro sobre as massas de Steven Spielbeg e ao servicinho pornográfico que está a prestar ao Regime Epstein com o seu "Disclosure Day", que como qualquer objecto de propaganda será necessariamente mau cinema, um manifesto inequívoco sobre aquilo que qualquer pessoa que circule na curvatura da Terra com um só olho meio aberto já percebeu: a narrativa dos extraterrestres não passa disso mesmo: uma narrativa. Mais um esforço de transformismo sobre a realidade, de manipulação mediática. Mais uma psyop.

Até tenho pena das pessoas tão cegas, mas tão cegas, que estão a cair no engodo, sinceramente.

terça-feira, junho 09, 2026

Exacto.

segunda-feira, junho 08, 2026

Ora aí está a evidência que factualiza aquilo que tenho dito e escrito sobre este assunto.

As teorias da conspiração são tão fáceis de comprovar nos tempos que correm, que até assusta. Sim, desculpem-me a imodéstia mas às vezes até tenho medo de estar tão certo. Nas últimas duas ou três semanas tenho avisado por várias vezes que o fenómeno OVNI, como está a ser representado pela máquina de propaganda do Regime Epstein, destina-se, entre outros sinistros objectivos, a atacar directamente a fé cristã e, assim, reduzir a cinzas a vida espiritual das massas. E nem de propósito, aqui temos o liberalzinho-mor de Hollywwod  a dar por certeira a minha suspeita: 

domingo, junho 07, 2026

Um aviso.

ContraClips: Quando todo o aparelho propagandístico do Regime Epstein nos tenta convencer seja do que for, temos o dever moral de desconfiar e mais desconfiados ainda devemos permanecer sobre o que nos estão a dizer sobre o fenómeno OVNI.

sexta-feira, maio 29, 2026

Demónios. São demónios.

Num só tweet, tudo o que precisamos de saber

para ficarmos certos de que se trata de uma psyop. O orquestral e orquestrado uníssono de Trump, Obama e Spielberg; o coro afinado do Congresso, do Pentágono e da imprensa corporativa; o regime Epstein em peso a condicionar a opinião pública no sentido da existência de "extraterrestres"....

Não há extraterrestres nenhuns. 

A única verdade é a de Jesus Cristo.

E é essa verdade que eles querem exterminar. 

Mais a mais, porque é que o governo federal americano, que mente alarvemente sobre todos os outros assuntos, iria agora dizer a verdade sobre este?

Não se deixem cair nesta narrativa armadilhada. É tão falsa como todas as outras.

quarta-feira, maio 20, 2026

Por que raio é que o alienígena está algemado?

O atrasado mental que usurpou a Casa Branca publicou (mesmo) na sua conta do Truth Social esta coisa que, supostamente, pretende ser um meme. Mas alguém que me explique por gentileza qual é a razão, o sentido, a mensagem implícita no facto do extraterrestre aparecer acorrentado?


Palhaço de merda.

domingo, maio 10, 2026

É fodido.

Eu sou um daqueles sofredores crónicos que perde uma convicção grande de cada vez que o estabelecimento toma conta dela.

Há dez anos atrás, queria acreditar em OVNIs e extraterrestres e tal e coisa. Mas depois, em 2017, o New York Times transcreveu um briefing do Pentágono que levava a malta a acreditar em OVNIs e extraterrestres e tal e coisa e eu deixei de querer acreditar, para começar a querer desacreditar. 


  
Acresce que entretanto, no meu percurso de conversão cristã, não li nada nos evangelhos que sugerisse a existência de outros povos no cosmos, o que não é dizer pouco, na medida em que os evangelhos se tornaram rapidamente a minha única fonte de Verdade.

E quanto mais escarafunchei no solo e no subsolo deste assunto, mais inclinado fiquei a pensar que o fenómeno não tem nada que ver com 'extraterrestres' (no sentido de seres inteligentes oriundos de outros planetas), como tento explicar no artigo que saiu ontem no Contra e que já tinha publicado aqui no blog. 

Ao invés, desde há uns anos para cá, tenho concluído que o fenómeno tem mais a ver com o sobrenatural do que com outra explicação racional ou pseudo-racional qualquer, mas entretanto, lamentavelmente para a minha santa estabilidade cognitiva, tenho detectado entre os poderes instituídos em Washington uma tendência para a adopção dessa hipótese como vector de propaganda, facto que me deixa sem saber o que pensar, porque se um congressista fala de anjos caídos, eu devo chegar à conclusão de que não estão a cair anjos nenhuns, porque nada, mas absolutamente coisa nenhuma que seja dito por qualquer um dos intérpretes do estabelecimento americano deve ser levado a sério, talvez com a excepção do que diz Thomas Massie (embora eu pressinta que mais tarde ou mais cedo também este bom rapaz passará a vilão e falsificador da realidade, na proporção do poder que, eventualmente, possa acumular).


 

Este último post de Paulina no X é a definição de bullshit e se ela está a sugerir isto é porque não é disto que se trata com certeza. A rapariga tenta desesperadamente fingir que não é uma gaja do sistema, mas é completamente uma gaja do sistema. 

Ou seja: depois de décadas a estudar o fenómeno (muitas décadas mesmo, porque era criança ainda quando pela primeira vez li "Eram os Deuses Astronautas?" de Erich von Dänike), continuo sem encontrar uma explicação plausível, ou implausível mas que me satisfaça o cerebelo, para as anomalias sobre o tecido da realidade que têm sido aos montes registadas (isso eu não discuto).

O dilema é fodido. 

É fodido porque eu sou um tipo curioso, que gosta de escarafunchar nos enigmas que me atormentam o sono e gosto ainda mais de encontrar respostas para a insónia. Mesmo que sejam respostas do género: não sei porque não é da condição humana saber (esta é aliás uma das respostas mais assertivas que alguma vez encontrei enquanto lutava para adormecer).

Só que, no caso dos OVNI's, não me parece sequer, às tantas, que o conhecimento sobre o fenómeno seja de ordem transcendente. Há aqui qualquer coisa que me está a escapar, nitidamente, e muito para além da operação psicológica que o regime Epstein está a desenvolver a todo o vapor, que é mais que evidente.


 
Seja como for, sei que estou longe de perceber patavina sobre o assunto. 
E, sim, no que me diz respeito, não perceber patavina sobre este assunto... É fodido. 

sábado, maio 09, 2026

Regime Epstein inicia desclassificação de ficheiros OVNI: um hambúrguer de coisa nenhuma.


  
Cumprindo alegadamente a promessa de Donald Trump feita em fevereiro deste ano, o governo federal norte-americano divulgou, através de um site do Departamento de Guerra, uma colecção de arquivos sobre OVNIs que não aquece nem arrefece. Mas há quem prometa que esta é apenas a primeira fase da "revelação" e que documentos mais relevantes serão divulgados no curto prazo. 
 


O lote de fotos, vídeos e dossiers não mostra na verdade nada de novo, sendo apenas significativo o facto do governo federal reconhecer oficialmente a bizarria fenomenológica, como por exemplo que algo de inexplicável foi observado nas missões Apollo 12 e Apollo 17. 

Salvo uma ou duas excepções, as fotos são irrelevantes (pequenos pontos em baixa resolução, na sua maioria), meras representações artísticas de fenómenos reportados por testemunhas ou referem-se a observações que até já foram explicadas como subprodutos técnicos ou artefactos convencionais. Os vídeos são bastante menos impressionantes e até convincentes do que aqueles que hoje em dia podemos encontrar na web depois de uma pesquisa de dez minutos. Os dossiers em formato pdf são, regra geral, ilegíveis, maçadores, vagos e inconclusivos. 


Os materiais incluem casos não resolvidos em que as autoridades não conseguiram determinar a natureza dos fenómenos observados e em nenhum documento se encontra qualquer afirmação definitiva de que os objectos em causa são de origem não humana. 

O Pentágono afirmou que os casos continuam "por resolver" porque os investigadores não tinham dados suficientes para determinar a natureza dos fenómenos, e incentiva os especialistas do sector privado a analisar o material, embora não existam aqui grandes motivos para que esses ditos investigadores percam o seu tempo. 

A divulgação está a ser coordenada através de um novo esforço interdepartamental que envolve a Casa Branca, a NASA, o FBI, o Departamento de Energia e o Gabinete da Directora de Inteligência, com a expectativa de que ficheiros adicionais sejam publicados gradualmente.  


Os responsáveis ​​da administração Trump descreveram a medida como parte de um esforço para alcançar a máxima transparência, após anos de cepticismo público em relação à forma como o governo lidou com os relatos de OVNIs. Alguns legisladores, incluindo o deputado Tim Burchett (republicano do Tennessee), disseram que são esperadas mais divulgações nas próximas semanas. Mas é claro que o simples facto do Regime Epstein falar de transparência é, por sí só, destruidor da narrativa política.  


E se alguém estava à espera de um grande passo em direcção à verdade sobre o fenómeno OVNI, sai defraudado deste hambúrguer feito apenas com o brioche da propaganda. Principalmente depois do hype que rodeou o assunto nas últimas semanas, com relatos de que o governo federal convocou secretamente um grupo de clérigos protestantes para os advertir de que os conteúdos a serem divulgados teriam implicações religiosas.  


A hipótese da psyop é incontornável. Mas sobre esse assunto, já publiquei aqui no blog o que tinha a publicar. 

Considerando porém as teorias da conspiração que envolvem o fenómeno OVNI com o governo federal norte-americano e o estabelecimento industrial e militar, a divulgação destes ficheiros, se não for acompanhada nos próximos tempos por algo mais substancial, é quase ofensiva, principalmente quando é feita em nome da transparência. 

Mas todos os regimes distópicos do Ocidente (e o regime Epstein é o mais distópico deles todos) funcionam assim: pela inversão semântica da linguagem. 

Até Richard Dolan, que tenta neste vídeo encontrar qualquer coisa de interessante para dizer sobre aquela que devia ser, para ele, a notícia do ano, patina imenso com a ingrata tarefa de conseguir espremer deste limão velho qualquer sumo que saiba a novo.