quarta-feira, setembro 23, 2026

Uma cerimónia para-militar estrambólica.

As chefias militares não percebem o princípio básico de que não se devem imiscuir na luta política que decorra no país, e a única legitimidade que têm para o fazer é quando está em causa a unidade do Estado e a coesão da Nação. A crónica de José João Brandão Ferreira.