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sábado, junho 14, 2025

Donald Trump enganou os iranianos, enganou os americanos e enganou todos os populistas do Ocidente.

Como o coronel Douglas Macgregor afirmou recentemente numa entrevista ao Redacted, os EUA são neste momento um país co-beligerante no conflito com o Irão.

As declarações de Trump feitas ontem, sexta-feira, em que qualifica a operação sionista como "excelente" e promete mais para o futuro, deixam cair por completo a farsa do não envolvimento dos Estados Unidos.

 

 

Como bem destaca o utilizador AlteredEgo, esta cumplicidade será sem dúvida a maior traição alguma praticada sobre o eleitorado americano da história recente, já que ninguém na massa de populistas que votaram no magnata de Queens sufragou uma abominação destas. Pelo contrário, considerando que até aqui e durante a campanha eleitoral Trump sempre se apresentou como o 'Presidente da paz', que iria até acabar com a guerra na Ucrânia nas primeiras 24 horas na Sala Oval.

E como Douglas Macgregor refere, a Casa Branca será agora vista com absoluta desconfiança pela generalidade das nações não ocidentais do mundo. 

Ao iludir os iranianos com um falso ciclo de negociações, demonstrando um nível de má fé absolutamente recordista, Donald Trump preparou terreno para o bom sucesso do ataque de Benjamin Netanyahu, que as autoridades em Teerão não esperavam de todo, na medida em que não lhes passou pela cabeça que Israel fosse interromper, com uma ofensiva militar, estas conversações com os americanos.

Os iranianos calculavam bem o enquadramento geral. O problema é que estavam a ser desavergonhadamente enganados. Donald Trump nunca levou a sério as negociações com o Irão. Estava apenas a criar condições para um ataque surpresa de Israel, objectivando a guerra sem nela directamente sujar as mãos.

Isto é excessivamente vil para ser sequer conjecturável, mas aconteceu de facto.

 

  

Tudo agora indica que até as notícias, saídas em Abril, que a Casa Branca teria anulado o plano israelita para atacar as instalações nucleares do Irão, foram disseminadas como parte deste plano, bem como o afastamento para as nações Unidas do neocom Mike Waltz, por alegadamente ser um agente sionista na administração Trump.

O mesmo podemos dizer do que agora podemos qualificar como maximamente hipócrita discurso que o Presidente norte-americano fez em Riad, em que afirmou:

“Estou aqui hoje não apenas para condenar o caos passado dos líderes iranianos, mas para lhes oferecer um novo caminho para um futuro muito melhor e mais esperançoso. 
Nunca acreditei em ter inimigos permanentes. Sou diferente do que muita gente pensa. Não gosto de inimigos permanentes. Como tenho demonstrado repetidamente, votei a favor do fim dos conflitos passados e da formação de novas parcerias para um mundo mais estável, mesmo que as nossas diferenças possam ser muito profundas, como é o caso do Irão.
Quero fazer um acordo com o Irão.”

Não. Nunca quis.

 

O que é que aconteceu ao programa 'America First'?

E já que estou a citar o falacioso inquilino da Casa Branca, vem a propósito esta tirada: 

"A partir de hoje, será apenas a América em primeiro lugar. A América em primeiro lugar."
Esta é uma citação directa do discurso de tomada de posse do primeiro mandato de Donald Trump, sendo que reflecte integralmente o mesmo sentimento que o levou de volta à Casa Branca em Janeiro deste ano. Agora, o mundo está a descobrir que ele não falava a sério.

Independentemente do que o "aliado especial" possa argumentar, uma guerra com os iranianos não tem nada de vantajoso a oferecer aos Estados Unidos. Não é do interesse nacional. 

A continuação da participação da América neste conflito irá fomentar ainda mais o ódio do mundo islâmico, radical ou não, pelo Ocidente e alimentar a próxima vaga de atentados terroristas. Um cenário possível? Milhares de mortes imediatas de americanos, tudo em nome de uma agenda que nada tem a ver com o primado 'America First'.

Mais um vez, chamo Douglas Macgregor à conversa, porque este post que publicou no X é ilustrativo dos riscos inumeráveis que os americanos vão agora correr:

 

 

O envolvimento da Casa Branca neste conflito, para além de ser um gesto de desprezo para com os milhões de eleitores que votaram na esperança de ter um governo que finalmente colocasse os Estados Unidos em primeiro lugar e que desistisse enfim de provocar catastróficas mudanças de regime no mundo, será sobretudo um acto que vai colocar a vida de milhões de americanos em risco, tanto civis, no seu próprio território, como militares, principalmente os que estão estacionados no Médio Oriente.

Isto já para não propor o pior dos cenários que pode muito bem ser detonado por este conflito, e que é o de uma guerra global entre as principais potências mundiais. Ironicamente, seria por causa de um alegado e muito provavelmente fictício programa atómico iraniano que entraríamos num factual apocalipse nuclear.

Não é por acaso que Tucker Carlson, que há apenas uns dias atrás já tinha publicado um recado claramente endereçado à Casa Branca sobre este mesmo assunto, tenha entretanto deixado cair mais um aviso:

 

Tucker continua na verdade a tentar proteger o seu favorito, que admira sinceramente e a quem é leal desde 2016, apontando outros infractores do Estado profundo e do aparelho mediático norte-americano. Mas é claramente demasiado tarde para essa tentativa de redenção.

Donald Trump será o primeiro responsável pelos americanos que vão morrer a partir de agora. E isto se o conflito não alastrar. Porque como já afirmei num outro artigo dedicado a esta temática, o auto-proclamado 'Presidente da paz' pode muito bem vir a ficar para a história como o 'Presidente da guerra'. Da Terceira Grande Guerra. 

Que Deus nos ajude. 

terça-feira, agosto 22, 2023

Tucker, Macgregor, a guerra e a verdade.

Douglas Macgregor, multi-medalhado Coronel do Exército dos EUA agora reformado, e assessor da administração Trump, além de autor, consultor e comentarista, tem sido uma das minhas principais fontes quotidianas sobre as incidências da guerra na Ucrânia. Tucker Carlson entrevistou-o, para fornecer às massas mais uma horinha de verdade.

Se queres saber o que se passa realmente a norte do Mar Negro, se calhar o melhor é ouvires o que o Coronel tem para dizer.

 

terça-feira, outubro 24, 2023

Sobre a possibilidade do armagedão.

Se ainda não percebeste que há forças intestinas e ocultas (ou nem tão ocultas como isso) que estão decididas a espoletar um armagedão nuclear, é porque não andas lá muito atento.

As razões por trás dessa dantesca volição estão por dissecar na sua integralidade (preciso de tempo para escrever sobre o assunto), mas algumas são óbvias: uma guerra devastadora assim permitiria reduzir e empobrecer brutalmente a população mundial, de forma a facilmente conduzi-la à servidão, criar um estado de emergência que perpetue os poderes instituídos, alargar o espectro dos madatos totalitários, efectivar a definitiva instalação do Great Reset e apertar o controlo dos recursos naturais, energéticos e financeiros mundiais.

Tucker Carlson e o Coronel Douglas Macgregor conversam sobre a possibilidade, que não é remota, do conflito no Médio Oriente nos arrastar a todos para esse inferno.

terça-feira, março 03, 2026

Não sei se os israelitas estão preparados para isto, mas desconfio que não.

Tenho hesitado e tentado ser criterioso ao colocar aqui imagens dos bombardeamentos que estão a ocorrer por todo o Médio Oriente neste momento, porque há muita porcaria feita por IA, e montes de vídeos que nem sequer são de agora, a circular na web, e nem sempre é fácil distinguir o que é real do que é artefacto. 

Mas este clip parece-me mais credível e até o Grok não o considera falso (embora não confirme a sua veracidade no que diz respeito ao local e ao momento). Seja como for, e mesmo considerando que se trata de uma fabricação, as imagens parecem-me reflectir a realidade do impacto de um míssil hipersónico Fattah-2, de última geração. Estes projécteis combinam explosivos convencionais de alta potência (entre 200 e 500 quilos de uma composição RDX + TNT) com o potencial cinético que resulta da velocidade maluca com que atingem os alvos (Mach 15). O resultado é devastador.

 
Já estas imagens aqui, que ilustram a intensidade do fogo iraniano sobre o território israelita, são bem reais, foram captadas na noite de ontem, 2 de Março, e confirmadas por múltiplas fontes.

 
A pergunta que faço a mim mesmo é esta: estão os israelitas psicológica e militarmente preparados para semanas deste inferno, considerando que o sistema de defesa anti-míssil 'Iron Dome' não está a mostrar-se efectivo em relação à barragem de fogo incessante do inimigo? É que o Irão tem mísseis para isso, no seu arsenal. E produz 100 novos ICBMs por mês. 

O Coronel Douglas Macgregor parece partilhar das minhas dúvidas.

quarta-feira, outubro 09, 2024

Furacões no Golfo do México: Mais documentos e testemunhos em favor da conspiração.

Considerando que o post de ontem sobre a situação climatérica no Golfo do México pode ter deixado os amigos deste blog entre a curiosidade e o cepticismo - e para que todos percebam que a hipótese das tempestades Helena e Milton estarem a ser manipuladas e guiadas por desígnio humano em função de interesses ocultos não é de todo uma teoria engendrada por lunáticos - vou deixar aqui mais alguns testemunhos e dados sobre o assunto.

Primeiro, o Coronel Douglas Macgregor, que os seguidores do Contra e do Blogville já conhecem por certo e que é tudo menos um alucinado conspiracionista, entrevista Dane Wigington, o CEO do Geoengineering Watch, sobre o assunto. Vejam o que ele tem para dizer, que é arrepiante.

 

Volto aqui a colocar um testemunho de Kristen Meghanque, perita ambiental da Força Aérea Americana, que se pode ter perdido no vídeo do Redacted que postei ontem e que é eloquente sobre as tecnologias de modificação do clima de que o Pentágono dispõe.


Tradução do testemunho de Meghanque

"Estive na Força Aérea dos EUA durante 9 anos. Já tinha ouvido falar do que muitos conhecem como o termo chemtrails. Trabalhei num projecto chamado engenharia bio-ambiental e achei que era uma loucura. E porque é que faríamos uma coisa dessas, modificar o clima utilizando materiais perigosos na nossa atmosfera? No processo de tentar desmascarar ou refutar a ideia, apercebi-me que estava a partir directamente do meu gabinete, pois eu era uma das pessoas que aprovava os químicos. Isto abalou o cerne do meu juramento e eu fiz muitas amostragens, muita investigação, denunciei o caso e saí. E agora utilizo as minhas credenciais, o meu juramento e os meus poderes para ajudar as pessoas a compreenderem que isto é muito real. É agora abertamente admitido. Existem múltiplas formas de modificação do clima”.

Sobre aquele que será o dado mais polémico que apresentei ontem - a utilização de feixes de energia para conduzir ou intensificar tempestades, que são detectáveis nos radares de satélite - eis um  segmento da CBS, emitido em 2015, em que o conhecido e reputado físico e divulgador de ciência Michio Kaku confirma a pertinência e eficácia de tecnologias laser no contexto da manipulação climatérica.


E agora um vídeo de imagens de radar do furacão Helena em que estes feixes de energia são claramente visíveis (e claramente artificiais):


Sobre este assunto, importa referir que a HAARP tem estações estrategicamente colocadas nas Caraíbas e na Costa Leste dos Estados Unidos, assumidamente destinadas a manipular o clima, como podemos constatar nesta página e no correspondente mapa do seu próprio site.










 

O furacão Milton está neste momento a chegar à Florida, arrastando consigo o poder destrutivo de uma das mais intensas tempestades alguma vez registadas nesta zona do globo. A Florida está a assistir a uma das maiores evacuações da história dos Estados Unidos, com milhões de pessoas a fugirem do fenómeno apocalíptico. 

O timing da eclosão dos dois furacões, a sua intensidade monumental, a velocidade intrigante em que passam de categoria 3 a categoria 5, as suas trajectórias inusitadas, os registos de anomalias aparentemente artificiais detectados por radar  e o factual domínio de tecnologias de alteração e manipulação climatérica por organizações mafiosas como o Pentágono, o HAARP e os serviços de inteligência norte-americanos, são variáveis a ter em consideração por qualquer pessoa que esteja atenta ao contexto político norte-americano e mundial.

Temos sido constantemente avisados, como maior ou menor subtileza, de que um evento "cisne negro" poderia acontecer antes das presidenciais de 5 de Novembro. O Furacão Milton, que vai, tudo indica, devastar um dos estados conservadores mais importantes no mapa eleitoral dos EUA, pode muito bem ser isso mesmo.