quinta-feira, março 19, 2026

Joe Kent, a guerra e a volatibilidade de um mundo dantesco.

O ex-director do serviço de Contra-Terrorismo do regime Trump, que se demitiu na terça-feira em protesto contra a Guerra no Irão, explica a sua decisão nesta entrevista a Tucjker Carlson. 

O que vemos aqui é um veterano de guerra que não há muito tempo atrás até podia ser considerado um neoconservador (Nick Fuentes chegou a atacá-lo, no ano passado, por ser declaradamente pró-sionista), mas a velocidade a que as coisas estão a descambar para o niilismo nos EUA reposiciona-o no campo populista.

Seja como for, percebe-se que Kent , que para além das suas cinco missões de combate e de várias condecorações, perdeu a mulher, que também era militar, nas guerras eternas do Médio Oriente, sabe do que fala e é acima de tudo um patriota, no sentido clássico do termo, e em certo sentido - o político, um moderado.

Mas está a ser atacado pelo lobby judaico norte-americano como se fosse um terrorista doméstico, apenas por dizer o óbvio: a guerra com o Irão é um desastre sem justificação, que não defende os interesses americanos.

Nem os de ninguém, na verdade. 

É espantoso.