sexta-feira, maio 22, 2026

A democracia morreu, nos Estados Unidos da Merda da América.

Os sionistas enfiaram 150 milhões de dólares numa muito pequenina eleição de um círculo eleitoral muito pequenino de Kentucky, de onde vinha Thomas Massie, e conseguiram correr com o único congressista americano não financiado pelo Regime Epstein (e não por coincidência, o primeiro responsável por termos tido acesso aos ficheiros Epstein), ou seja:

 A democracia nos EUA, que já não era de saúde, morreu na quarta-feira passada. 

O dinheiro compra. O sionismo manda. O Regime Epstein reina. A dissidência foi completamente arredada de qualquer fonte de poder nos Estados Unidos da Merda da América.

Mais que a dissidência, a decência, porque o político que lutou mais para denunciar a pedofilia, o canibalismo, e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive foi destituído precisamente por denunciar a pedofilia, o canibalismo e o satanismo das elites de Washington e dos comissários de Telavive.

É espantoso, se pensarmos bem neste absoluto triunfo da mais que flagrante vilania. 

E Donald Trump, tem que ser sublinhado o facto, é o testa de ferro da abominação moral.

Reparem só na festa de vitória do neocom sionista Ed Gallrein, candidato que Trump apoiou e que venceu estas eleições (com 10.000 votos por correio que surgiram do nada e de repente):


Ok. Agora reparem na festa de derrota de Thomas Massie:


As elites, mais uma vez, festejam, em salas vazias de gente e de entusiasmo e de fé no futuro. As massas, como tem acontecido repetidamente nestas primeiras décadas do século XXI, engolem em seco. Somos mais. Muitos mais. Perdemos. Como gente grande. E continuamos a perder porque isto não é democracia nem nada que se pareça. Isto é uma coisa repelente, que mete nojo à brava.

Há uma onda de revolta e sim, precisamente, de nojo pelo corrompido sistema norte-americano que hoje corre pela web porque aqueles que ainda têm alguma faculdade cerebral estão por aqui (o sítio nos testículos, no estômago ou na garganta onde se localiza a vontade de revolução). Basta ouvir Tucker Carlson para perceber a indisposição:



Mas é claríssimo que não vai haver revolução nenhuma, por muito que Clayton Morris sonhe com ela (ele também à beira de vomitar).



Merecemos o que toleramos e os americanos merecem completamente o Congresso que vão ter agora, todo virado contra eles próprios e os seus interesses e valores e aspirações.

E ainda há muita malta que está a pensar que Massie pode, em 2028, correr ao bilhete presidencial, o mesmo homem que não conseguiu ganhar as eleições do 4º distrito eleitoral de Kentucky. 

E não por culpa dele, claro. O jogo, em todo o Ocidente, está viciado de tal forma que não há maneira de jogar limpo. 

O problema é que a malta não tem tomates para jogar sujo. 

O representante dissidente, agora derrotado, tem ainda sete meses de mandato. Espero sinceramente que faça a vida dos seus coleguinhas num inferno sem nome, durante o tempo que lhe resta.