sexta-feira, maio 15, 2026

Reparem bem: Trump levou com ele para a China

toda a plataforma de financiamento e propaganda do Regime Epstein.


Não há aqui ninguém que não seja um globalista-transhumanista. Não há aqui ninguém que não seja um agente do capitalismo corporativo que tem somado biliões à custa do empobrecimento das massas no Ocidente. Não há aqui ninguém que de boa fé possa representar o mandato populista que fez regressar à Casa Branca o magnata de Queens.

Entre agiotas dos cartões de crédito, senhores do universo de WallStreet (com Larry Fink, da BlackRock, à cabeça, que também é co-director do WEF), e tecno-leninistas de Silicon Valley, venha o diabo e escolha. 

Elon Musk (Tesla), Tim Cook (Apple),  Stephen Schwarzman (Blackstone/WEF/Bilderberg) e David Solomon (Goldman Sachs) são directa ou indirectamente (Solomon) mencionados nos ficheiros Epstein, inúmeras vezes.

Kelly Ortberg (Boeing) é o homem do complexo militar-industrial, participante do grupo Bilderberg e ex-presidente da Aerospace Industries Association, uma entidade profundamente envolvida nos chorudos contratos firmados entre o estado e as empresas da indústria de defesa, aeronáutica e espacial norte-americanas. 

Dina Powell McCormick (Meta) está ligada ao World Economic Forum e já participou em reuniões do grupo Bilderberg. Desde que assumiu o cargo de vice-presidente da Meta em Janeiro de 2026, ela é uma das principais executivas responsáveis pela expansão da infraestrutura de IA, incluindo a construção e financiamento de datacenters em grande escala.

Jensen Huang, o CEO da NVIDIA que está constantemente a anunciar, sem dar disso evidência, que a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade e a enganar o público sobre as consequências das tecnologias de IA na sociedade, no emprego e na economia, tem também ligações ao WEF. 

Na comitiva política, Trump integrou, entre outros agentes do Estado profundo como Stephen Miller, o conselheiro científico Michael Kratsios, que é o infiltrado da Palantir na actual administração, o representante para o comércio da Casa Branca, Jamieson Greer, que participou na última reunião do clube Bilderberg, e o secretário do tesouro Scott Bessent (antigo gestor de fundos de Soros), que se tem recusado a divulgar os relatórios bancários em posse do departamento do governo federal que lidera e que detalham a rota financeira, transferências e movimentos bancários suspeitos da rede Epstein. 

É com esta gente que Trump gosta de se rodear e que considera digna de uma visita de estado ao império do meio. Esta gente que o seu eleitorado votou para que combatesse. 

E já agora, o que é que o retardado secretário da guerra, Pete Hegseth, foi fazer a Beijing? Implorar para que a marinha de guerra chinesa o ajude a abrir o Estreito de Ormuz?