Adivinhem quem é que vai pagar os custos astronómicos dos gigantescos Centros de Dados e centrais eléctricas que têm que ser construídos para alimentar a indústria luciferina da inteligência artificial e do Estado de vigilância que o Regime Epstein está a construir?
A ralé, como sempre.
É o próprio demónio da BlackRock, Larry Fink, que admite que os triliões de dólares utilizados para construir estas infraestruturas virão das contas de poupança e dos fundos de pensões das pessoas comuns, e afirma que isso não só é necessário, como mandatório (aparentemente, é ele, que nunca foi eleito por ninguém, que manda no dinheiro dos americanos).
Fink diz neste clip absolutamente chocante que os Estados Unidos precisam de triliões em investimentos em infraestruturas de IA e que as pessoas serão forçadas a "investir" nisso. Não os bilionários, não os tecnocratas, não os banqueiros, não os gestores de fundos de Wall Street, não os senhores do universo de Silicon Valley, não a BlackRock, que vale 166 biliões de dólares e que gere fundos no valor de 14 triliões de dólares, mas as massas, os contribuintes, os aforradores da classe média, os consumidores em geral.
O que ele não explica é porque é que tudo isto e assim tão "necessário". Como já tive a oportunidade de documentar, a China tem apenas 500 centros de dados (os EUA têm mais de 5.000) e a sua indústria de IA não fica atrás de ninguém.
The CEO of BlackRock, Larry Fink, admits that the trillions of dollars being used to build data centers and power grids will come from ordinary people’s savings accounts and pension funds, and says it is mandatory.
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) May 25, 2026
He says America needs trillions in AI infrastructure spending,… pic.twitter.com/YFlKK8tVHw