As tecnologias de IA vão substituir os artistas, os músicos, os romancistas, os poetas, os ilustradores, os pintores, os cineastas, os jornalistas, os fotógrafos, os publicitários, os criadores de conteúdos, os programadores, os engenheiros, os arquitectos, os médicos e assim sucessivamente, até que as profissões que restem para os humanos serão aquelas que sempre gostámos de pensar que os robots poderiam fazer um dia, se o futuro corresse bem (sem ofensa para os heróis que as cumprem agora): recolha e separação do lixo, desinfestação e desbaratização, desentupimento de esgotos, mudanças e transporte de monos, trabalho de minas e estaleiros, estiva, segurança de discotecas, limpeza de casas de banho públicas e etc.
É precisamente para abolir a criatividade humana e para a destituir de missão e função relevantes, que os transhumanistas de Silicon Valley estão a trabalhar. E a forçar loucamente os conteúdos de IA, fazendo-os até passar por produtos do labor humano, como está a acontecer com no Youtube e no Spotify.