domingo, março 08, 2026

Lobo Antunes morreu, mas vive no espelho da alma do país que deixou.

Com a morte de António Lobo Antunes, Portugal perde mais do que um escritor. Portugal perde o seu mais arguto intérprete. E a sua obra permanece como um aviso: a memória não se apaga e recalcamento não é solução. Uma elegia de António Justo.