O FBI prepara-se para fechar a investigação sobre o assassinato de Charlie Kirk, segundo relataram fontes bem colocadas a Clayton Morris, apenas nove dias depois do atentado e com dezenas de questões em aberto: o atirador agiu sozinho, por razões ideológicas, ponto final, parágrafo.
Não interessa que seja praticamente impossível, segundo a generalidade dos peritos, montar a desmontar e voltar a montar, em minutos e em constante movimento, a carabina Mauser que alegadamente serviu para cometer o crime e cujo processo de desarticulação é extremamente moroso. Não interessa saber como é que Robinson teve acesso à arma e aprendeu a dispará-la e a ajustar a mira óptica (uma processo que implica dias de treino). Não interessa sequer identificar a célula da Antifa que pode ou não estar ligada ao atirador, se é que é a ideologia 'trans' que está por trás da intenção assassina. Não interessa saber porque raio é que as imagens do momento do tiro não foram divulgadas quando pelo menos uma câmara tinha acesso a essa perspectiva. Não interessa saber porque raio é que o atirador deixou a arma a centenas de metros do local do crime, montada depois de a ter desmontado, para que o FBI pudesse recolher calmamente provas materiais do crime e identificar o suspeito. Não interessa esclarecer as dúvidas que existem sobre um segundo atirador e se Charlie Kirk foi atingido no pescoço por um tiro vindo da sua direita ou da sua esquerda. Não interessa sequer que o público tenha acesso ao relatório da autópsia a que o corpo da vítima foi sujeito. Não interessa identificar que drones e que aviões cirrcularam no espaço aéreo do Utah no momento do atentado e porque é que um jacto privado descolou, sem deixar rasto de transponder, 45 minutos depois do tiro fatal, de um aeroporto nas imediações do campo universitário onde Kirk foi morto. Não interessa investigar as "informações de inteligência estrangeira" relacionadas com o caso, que John Solomon reportou na Fox News, nem descortinar porque é que, apenas cinco minutos após Charlie ter sido baleado, um homem é claramente visto a remover a câmara de vídeo suspensa por trás da vítima, e que imagens foram por essa câmara captadas.
O FBI não quer saber nem quer que se saiba. E é irrelevante se a direcção da agência é nomeada por Donald Trump, Joe Biden ou o diabo que os carregue: cumprirá sempre a sua missão subversiva sobre a realidade. Impedirá sempre que a verdade seja do conhecimento do público.
É pura e simplesmente ultrajante.