Neil Oliver está como eu: o melhor é prepararmo-nos muito bem preparados para a guerra, que parece agora inevitável, sem perder a esperança de que algo aconteça que não só impeça aquele que pode ser o último conflito da história universal, mas que nos conduza para um estágio civilizacional bem diferente deste inferno em que fomos mergulhados pelas elites que desgraçadamente permitimos que conduzam os nossos destinos.