Tucker Carlson foi à fronteira da Jordânia com Israel, facto que por si só revela a coragem do homem, já que o que não faltam são sionistas que gostavam de o ver morto e os serviços secretos jordanos trabalham em parceira com a Mossad, para expor a forma como os cristãos são tratados nos dois países.
Tucker conduz duas entrevistas, ao arcebispo anglicano de Jerusalém e a um bem sucedido empresário cristão da Jordânia.
Para além das revelações chocantes sobre a situação actual da cristandade na Terra Santa, e da perseguição a que é submetida pelo regime sionista, tanto em Israel como na faixa de Gaza, que, em parte, o Contra já documentou por várias vezes, a conclusão a que se chega é esta: os cristãos vivem melhor e são mais respeitados na Jordânia, um estado em que mais de 95% da população é muçulmana, do que na nação judaica.
E isto, convenhamos, não é dizer pouco.
Acresce que muitos dos actuais "refugiados palestinianos" são cristãos que tiveram que fugir das suas terras, situadas em Israel, para a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e o Líbano, porque têm sido perseguidos historicamente por grupos extremistas da ortodoxia sionista.
Mais a mais, não deixa de ser irónico que um regime que é financiado e militarizado pelo mais poderoso país cristão no mundo - os EUA - desconsidere e maltrate assim aqueles que professam a fé no Nazareno.
Temos necessariamente que deixar de recorrer à ideia de uma civilização "Judaico-Cristã". O termo só faz sentido no contexto promíscuo e herético das elites. Para as massas crentes na verdade dos evangelhos, não faz sentido nenhum. Nem nunca fez, na verdade. Muito pelo contrário.