quinta-feira, abril 23, 2026

Esta história está a ficar mesmo muito complicada.

O Contra está a seguir atentamente o desaparecimento de cientistas e militares ligados à NASA e ao Pentágono e a segredos tecnológicos do Estado profundo americano. Já são 11 que morreram ou desapareceram em circunstâncias enigmáticas ou suspeitas.

Hoje caiu acrescidamente esta notícia: o "suicídio" de um investigador do fenómeno OVNI, David Wilcock, que anteriormente tinha publicado este tweet:


 
Circulam neste momento nas redes sociais montes de testemunhos de gente que o conhecia pessoalmente ou que o seguia online que não está a comprar a narrativa do suicídio.


O que é que uma coisa tem a ver com a outra? É que alguns dos cientistas e militares que estão a desaparecer estão também e alegadamente relacionados com OVNIS ou com bases aéreas que historicamente são mencionadas como pontos de recolha de tecnologia não humana, ou ainda com projectos científicos suspeitos de terem origem em engenharia reversa a partir de tecnologia não humana.

Tanto mais que tudo isto acontece num momento conjuntural em que Donald Trump prometeu revelar os ficheiros OVNI do governo federal e num espectro estrutural, que começou em 2017, com a célebre reportagem do NYT sobre os dinheiros que o Estado americano gasta a investigar o fenómeno, e a consequente entrada do assunto no mainstream mediático, à medida que denunciantes e informadores vêm a público fazer afirmações cada vez mais bombásticas (e implausíveis) sobre civilizações alienígenas que visitam a Terra e manipulam a espécie humana em função de indeterminados fins e alucinantes agendas.

Como já por várias vezes afirmei, tudo isto tresanda a psyop e tenho sérias dúvidas de que o fenómeno tenha alguma coisa a ver com seres de outros planetas em turismo interestelar, e cada vez estou mais convicto de que se trata de uma manifestação sobrenatural (ou de carácter espiritual, se quiserem) que está a ser utilizada pela elite das elites (aqueles que têm acesso aos segredos mais profundos do Estado profundo) como instrumento operacional sobre as massas.

E o tweet de Wilcock que coloquei em cima vai mais no sentido do divino do que na direcção hollywodesca, certo?