quarta-feira, junho 03, 2026

Percebe-se agora porque é que abandonou o circo logo que foi campeão do mundo.

Esta entrevista de longo formato a Nico Rosberg é, para quem é fã do grande circo da Fórmula 1, deveras elucidativa. Nico é um millenial típico, carregadinho de fragilidades, e entrou para a panela de pressão da primeira categoria do automobilismo muito novinho. Foi um pesadelo do princípio ao fim. E as histórias que conta, que não são comuns de ouvir, falam gritantemente sobre o ambiente feroz e a obsessão competitiva, de ordem claramente patológica, que se vive nos bastidores e nas boxes, entre pilotos, engenheiros e patrões, e que transforma a modalidade automóvel num inferninho sem nome.