segunda-feira, julho 13, 2026

Não há uma porcaria de uma narrativa que bata certo.

Não estou a engolir a história que nos estão a vender sobre a morte de Lindsey Graham. De todo. O que é absolutamente normal, porque sei o suficiente para nunca acreditar em qualquer narrativa que o Regime Pinóquio me tente enfiar pela goela a baixo. 

E lanço já a minha teoria da conspiração baseada em facto nenhum específico, apenas no que sei hoje sobre a realidade política que vivemos: Durante a sua visita à Ucrânia, Lindsey foi envenenado pelos serviços secretos ucranianos ou pela Mossad, numa operação de falsa bandeira para levar a Casa Branca a intensificar o apoio a Kiev e/ou a guerra contra o Irão (fabricando a ideia que Moscovo ou Teerão estarão por trás do assassinato). Se já chegou morto aos EUA ou acabou por morrer em Washington é irrelevante, na verdade.

Esta suposta estratégia não está a resultar porque Donald Trump não parece estar a cair no engodo, por enquanto. E daí a mal amanhada rábula que o FBI está a vender: Lindsey Graham, que 16 horas antes da sua morte se passeava entusiasticamente na Ucrânia, com a energia luciferina do costume, a engendrar novas formas de matar pessoas e a pressionar meio mundo para que mais armas e mais dinheiro fossem entregues ao regime Zelensky, cai morto de repente no seu apartamento de Washington, durante a madrugada, com um ataque de coração. 

Uma pergunta primeira: Graham vivia sozinho. Não tinha filhos nem mulher. Quem é que deu por ele morto e chamou o 115?

Mais: Se o congressista da Carolina do Sul morreu de causas naturais, porque é que o FBI tomou conta da ocorrência? E porque é que o cadáver foi autopsiado?