terça-feira, outubro 11, 2022

Uma ilha sem fronteiras.

Enquanto os ingleses sofrem os efeitos devastadores da inflacção e da crise energética, o governo britânico está a albergar imigrantes ilegais em alguns dos mais icónicos e luxuosos hotéis do Reino Unido. Não é verdade? Eis o testemunho, arrepiante, do proprietário do célebre Camelot Castle Hotel:

Esta generosa política de hospitalidade está a custar ao erário público a módica quantia de cinco milhões de libras por dia, mil e oitocentos milhões de libras por ano.

Paul Joseph Watson, que está há que tempos a alertar sobre a catástrofe das políticas conservadoras para a imigração, que são iguaizinhas às políticas trabalhistas e que consistem em fingir que as fronteiras não existem (ironia do pós-brexit), está cada vez mais revoltado e cada vez mais desanimado.

A Inglaterra até dá pena, sinceramente.


No. The obvious awnser is they don't give a shit.

Rússia lança mais de 100 ataques com misseis em resposta à explosão da ponte da Crimea.

Uma série de explosões abalou Kiev e vários locais em toda a Ucrânia na segunda-feira, na sequência do Presidente russo Vladimir Putin ter responsabilizado os serviços especiais ucranianos pela explosão que desactivou parcialmente a ponte da Crimeia.

Tulsi Gabbard has had enough.

Bum.

"Do Báltico ao Mar Negro, estamos a trabalhar - não vamos estar com rodeios - para levar a cabo um conflito armado com a Rússia, uma guerra com a Rússia".

Alexey Arestovich, conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, Junho 2021.

Unfortunately, evil is unremovable.

É isto:

Macron: um sofrível De Gaulle

Uma crítica a duas afirmações do presidente francês que são indicativas da sua ignorância, ou da sua intenção trafulha.

Jordan Peterson Dixit #04

 "Well the reason that discipline is necessary is because you're a mass of competing short-term interests and so the question is then well which short-term interest should win out and the answer to that is well none of them."

“What you want is to have a disciplined routine that's predictable and bloody well stick to it. You're going to be way healthier, happier, and saner if you do that.”

”One of the things that really make your life meaningful is the clear realization that you're heading somewhere better than where you are now.”

A guerra, como ela é: obscena.

Alguns dos vídeos que vou postar de seguida podem chocar a sensibilidade, até de pessoas menos impressionáveis. estão avisados.

Para além da propaganda, que está a ser uma das mais eficazes armas do conflito que se trava na Ucrânia, a guerra no século XXI é aberta, como nunca foi, aos olhos do mundo. E trava-se, ao vivo, nas redes sociais. Ambos os lados usam footage video e outros tipos de "data" disponível online para identificar inimigos, localizar alvos, descobrir fragilidades. Ambos os lados exibem a eficácia das suas armas com indisfarçável orgulho e o dilacerar dos corpos de soldados inimigos como troféus de caça.

Neste clip,  assistimos a uma sequência nocturna em que drones russos fazem literalmente explodir, um a um, soldados ucranianos.


Nesta segunda-feira, a reacção de Putin ao atentado à ponte da Crimeia não se fez esperar e o país foi assolado por inúmeras explosões que fizeram centenas de vítimas. Nestes 2 vídeos, percebemos porque é tão difícil interceptar misseis balísticos contemporâneos. A velocidade a que se deslocam é impressionante. E as trajectórias, assimétricas.



Mas o clip mais chocante desta série de horrores (volto a alertar: é muito duro de ver), é aquele que na verdade demonstra que a guerra, a deste século como a de todos os outros, não muda na sua essência: é um festival de horrores. Um perpétuo elogio da vala comum.


Não vale a pena sequer atribuir responsabilidades a este pavoroso momento. Os russos acusam os ucranianos, os ucranianos acusam os russos, os líderes ocidentais fingem indignação enquanto promovem o genocídio. Estes segundos tenebrosos podiam pertencer ao passado. Vão repetir-se no futuro. Este agora é eterno, como o mal absoluto.

segunda-feira, outubro 10, 2022

Estão aqui estão a comer gafanhotos.

Um incrédulo Mark Steyn pergunta a Eva Vlaardingerbroek se é mesmo verdade que a resposta do governo holandês aos protestos dos agricultores do seu país é mesmo a de lhes adquirir as propriedades agrícolas.  Eva responde que sim, que é verdade e explica que se trata de uma iniciativa talvez ainda mais draconiana do que a anterior: a nacionalização do sector agrícola tem como objectivo fazer com que os holandeses tenham acesso apenas aos alimentos que o estado considera apropriados. E a carne não é um deles, claro.

Hockney, o último génio.

O trabalho deste velho pioneiro britânico não tem preço. Vai ficar para sempre. Serve de herança e de testemunho de uma civilização que está a morrer.


 

TikTok Proíbe o Termo "White Lives Matter".

O TikTok proibiu os utilizadores de procurarem sequer o termo "White Lives Matter", listando a frase como estando associada a "comportamento odioso".

Aparentemente, de acordo com a aplicação de vídeo de propriedade chinesa, que é notória pelos seus constantes actos de censura, as vidas de seres humanos brancos não importam.

Ao procurar vídeos ou perfis contendo o termo "White Lives Matter", os utilizadores são confrontados com uma mensagem que diz: 

"Nenhum resultado foi encontrado. Esta frase pode estar associada a comportamento odioso. O TikTok está empenhado em manter a nossa comunidade segura e a trabalhar para evitar a propagação do ódio. Para mais informações, convidamo-lo a rever as nossas Directrizes Comunitárias".

O TikTok usa o mesmo método para impedir que as pessoas procurem indivíduos considerados "odiosos", e o fecho das suas contas não é suficiente, a mera menção dos seus nomes deve ser eliminada por completo.

Naturalmente, não há qualquer hipótese de que o termo "Black Lives Matter" receba tratamento semelhante.

Pelo contrário: um trend recente nesta rede social ameaçava os utilizadores que não apoiam o movimento BLM de serem obrigados, pela violência, a ajoelharem-se em reverência às pessoas de raça negra.

A plataforma também permitiu que notícias falsas sobre a demissão de Trump se tornassem virais, censurou clips que satirizavam Anthony Fauci, removeu vídeos que evidenciavam inconsistências no testemunho de Amber Heard, e também ameaçou censurar qualquer crítica a Joe Biden.

O termo "White Lives Matter" ganhou novo fôlego depois de, na semana passada, Kanye West ter revelado uma nova linha de produtos com esse slogan e desfilado com Candace Owens no lançamento da marca.

No início deste ano, o Instagram suspendeu temporariamente Kanye depois deste ter protestado veementemente pela sua filha de 8 anos de idade ter sido autorizada a executar uma rotina de dança pro-LGBT TikTok. A estrela de hip hop teve a sua conta bloqueada durante 24 horas por violar as políticas da plataforma sobre "discurso de ódio, assédio e intimidação".

Entretanto, por muito censurada e demonizada que a ideia seja, devemos reconhecer que as vidas das pessoas brancas são de facto importantes. Tão importantes como quaisquer outras vidas. A importância da vida humana não deve ser definida pelo tom pele de cada um. É muito simples e tudo o resto é racismo da pior espécie.

É preciso dizer isto?

EUA compram medicamentos para emergências nucleares.

O regime Biden comprou 290 milhões de dólares em medicamentos anti-radiação para uso em "emergências nucleares", no meio de tensões crescentes com a Rússia e de sérias ameaças de uma guerra nuclear.

Jeffrey Sachs: "A Ucrânia precisa de parar de bombardear a central nuclear de Zaporizhzhia"

O Professor Jeffrey Sachs declarou domingo que os EUA deveriam exigir que a Ucrânia deixasse de bombardear a central nuclear de Zaporizhzhia e de culpar a Rússia, caso contrário o mundo enfrentará um armagedão nuclear em duas frentes.

Sachs, um importante analista da realidade poítica americana, fez estes comentários no podcast The Grayzone, observando que "Os meios de comunicação social americanos dizem não saber quem está a bombardear a central. E não conseguem somar um mais um e dizer que se a Rússia detém o controlo da central, talvez não estejam a bombardeá-la. Talvez seja a Ucrânia."

A central eléctrica no sudeste da Ucrânia tem estado sob o controlo dos militares russos desde o início de Março, mas tem continuado a ser operada por pessoal ucraniano.

Nos últimos dias, a central tem vindo a ser objecto de bombardeamentos constantes, com o governo ucraniano a culpar a Rússia. 

"É quase certo que a Ucrânia está a bombardear a central nuclear e não conseguimos expressar esta simples verdade. E isso é grave porque os ucranianos assim continuam a bombardear a central impunemente", declarou Sachs.

"Nunca sabemos o que realmente se passa porque o governo americano nunca diz a verdade", advertiu o professor da Universidade de Columbia.

Sachs instou que "Este país é uma máquina de guerra", acrescentando "Eisenhower falou-nos disso com o discurso em que alertou para o poder do complexo militar-industrial".

"A principal tarefa do presidente dos Estados Unidos é impedir a máquina de guerra de fazer guerras". E estamos agora numa escalada, rumo ao Armagedão, segundo o presidente", declarou ainda Sachs, referindo-se aos comentários, muito criticados, proferidos por Joe Biden na semana passada.

Sachs fez manchetes no início deste mês quando disse que, na sua opinião, os EUA estavam por detrás da sabotagem dos oleodutos Nord Stream:

3 civis mortos no ataque à Ponte da Crimeia.

Pelo menos três civis morreram em resultado do ataque à Ponte da Crimeia, que liga o sul da Rússia àquela Península, e que foi provavelmente executado com um camião carregado de fertilizantes, por forças ucranianas.


domingo, outubro 09, 2022

Mãe de cinco crianças é presa por ter partilhado memes.

Caroline Farrow foi presa e viu o seu computador apreendido, sem qualquer mandato judicial, na sequência de ter publicado posts alegadamente "ofensivos" relativamente a questões de género.

Índice da saúde psicossocial do ocidente: menos que zero #43



A ciência climática não admite discussão.

Uma turba de fanáticos do apocalipse está a exigir a uma proeminente publicação de conteúdos académicos que retire um estudo sobre a alegada crise climática porque o documento não se alinha com o dogma dominante. Mas é assim que deve funcionar a ciência?

Dentes de ouro recuperados do "Mini-Auschwitz Russo" pertenciam ao Dentista da Aldeia.

O Ministério da Defesa ucraniano publicou na terça-feira uma fotografia de uma caixa de "coroas dentárias douradas" que alegava terem sido extraídas de vítimas ucranianas numa "câmara de tortura" em Pisky-Radkivski, que apelidaram de "mini Auschwitz":

"Uma câmara de tortura em Pisky-Radkivski. 2 fotografias. Uma máscara de gás que foi colocada sobre a cabeça de uma vítima que foi coberta com um trapo ardente e enterrada viva. E uma caixa de coroas dentárias douradas. Um mini Auschwitz. Quantos mais serão encontrados na Ucrânia ocupada?"


A história foi disseminada por funcionários ucranianos e órgãos de comunicação social como o The Telegraph e o The Independent.

Mas entretanto, o jornal alemão BILD visitou Pisky-Radkivski para investigar a história e descobriu que os dentes nem eram de ouro nem provinham de qualquer processo de tortura. As coroas tinham sido roubadas ao dentista da aldeia. 

"Os dentes que foram encontrados não são de pessoas mortas ou torturadas - mas de pacientes do dentista local."


O dentista disso ao BILD que:  

"Os dentes parecem-se com a minha colecção roubada. Eu sou o único dentista aqui. Por isso, se foram encontrados aqui, devem ser meus".
O dentista assumiu que os russos lhe roubaram os dentes porque pensavam que eram feitos de ouro verdadeiro (na realidade são feitos de aço inoxidável) - e porque queriam intimidar os ucranianos. 
"Alguns residentes disseram-me que os russos usavam os dentes para assustar as pessoas."
Perguntado se as coroas poderiam vir de pessoas mortas, o dentista respondeu:
"Meu Deus, não! Elas vêm de pessoas que eu tratei durante todos estes anos. Tirei estes dentes porque eram maus".
Mais um episódio que demonstra como os meios de comunicação social ocidentais se disponibilizam, sem qualquer escrúpulo ético ou rigor profissional, para repetir e massificar a propaganda ucraniana. Até ao ponto do ridículo.

Elon Musk e o passarinho pidesco.

Depois de uma rábula que durou meses, Elon Musk vai mesmo adquirir o Twitter. Se a sua gestão vai ou não alterar alguma coisa no sentido de tornar a plataforma uma espaço aberto à liberdade de expressão, é outro tanto.

Estão a deixar Vladimir Putin sem alternativas.

Coisas que não vês no telejornal #06

Índice da saúde psicossocial do ocidente: menos que zero #42

A diferença entre a propaganda russa e a propaganda ocidental é que

a russa tem piada. E alguma relação com a verdade dos factos.

sábado, outubro 08, 2022

Macacos do inferno.

A teoria da conspiração como método científico: Símios infectados pela autoridade sanitária americana com o virús do Covid-19 atacam seres humanos. Ficção ou realidade?


Nero, a quem a História fez justiça.

Biografias de Minuto e Meio: A proverbial crueldade e a infame reputação de Nero não são de todo destituídas de mérito factual. Exemplo máximo de que o poder absoluto corrompe absolutamente, o legado de trevas do último dos Júlio-Claudianos faz prova de que o mais fiável tribunal a que a humanidade pode recorrer é o da História.

sexta-feira, outubro 07, 2022

Comunistas sem e com comunismo na dieta.


 

Não me surpreendia nada.

Atenção: este tweet é satírico. Mas em caso de guerra nuclear não ficava nda surpreendido se isto acontecesse na realidade.

Índice da saúde psicossocial do ocidente: menos que zero #41


É mais ou menos isto.

Vamos dançar.

Para esquecer.

Something Got Between Us . Jungle Giants . Love Signs

Este imbecil só vai ficar satisfeito quando os cogumelos começarem a rebentar.

O WEF é pior do que se pensa. Muito pior. #02

O World Economic Forum afirma que está "empenhado em melhorar o estado do mundo" mas a tecnologia que pretende implementar até 2030 revela intenções muito diferentes. Porque o que está em causa é o futuro da humanidade, talvez seja melhor investigar a utopia WEF.

Está-lhes no sangue.

 E já não há nada a fazer.

Mais uma teoria da conspiração que passou a facto em 24 horas.

A última carga da imprensa mainstream na descredibilização de qualquer pessoa à direita do espectro político que questione a integridade do sistema eleitoral americano caiu por terra em menos de um dia.

Na terça-feira, o New York Times classificou uma história que circulava nas redes sociais sobre a ligação de uma empresa de software americana ao Partido Comunista Chinês como uma "teoria da conspiração de direita".

"Numa conferência apenas por convite, em Agosto, num local secreto a sudeste de Phoenix, um grupo de negacionistas eleitorais desdobrou uma nova teoria da conspiração sobre o resultado presidencial de 2020", foi o lead original do NYT.

No artigo, o jornal escreveu que os "negacionistas eleitorais de direita" no Arizona tinham fabricado uma teoria de conspiração de que a empresa de software Konnech tinha laços secretos com o PCC, e estava a passar-lhes informações sobre cerca de dois milhões de funcionários que trabalham nas eleições dos EUA. Podemos ler no artigo:

"Nos dois anos desde que o antigo Presidente Donald J. Trump perdeu as eleições presidenciais, os teóricos da conspiração sujeitaram os funcionários eleitorais e empresas privadas que desempenham um papel importante nas eleições a uma barragem de estranhas alegações de fraude eleitoral. Mas os ataques à Konnech demonstram até que ponto os negacionstas eleitorais de extrema direita estão também a dar mais atenção a novas e secundárias empresas e grupos. As suas reivindicações encontram frequentemente uma audiência online receptiva, que depois utiliza as afirmações para levantar dúvidas sobre a integridade das eleições americanas".

Na manhã seguinte, o executivo da Konnech Eugene Yu foi preso por alegado roubo de informações pessoais de funcionários eleitorais. 

E é assim.

A religião dos buracos negros.

Os cosmólogos do século XXI encontraram uma solução metafísica para os problemas da física: os buracos negros resolvem tudo, criam tudo, destroem tudo. São o fim e o princípio de tudo, verdadeiros demiurgos do Universo conhecido.

 

Está tudo pendurado por um fio.



CEO da Pfizer recusa responder a perguntas inconvenientes.

O CEO da Pfizer Albert Bourla cancelou uma nomeação para testemunhar perante a comissão especial do Parlamento Europeu, onde se esperava que enfrentasse questões difíceis sobre acordos secretos relacionados com as vacinas Covid 19.

O horror.