Como eu suspeitava, os suecos não ganharam juízo, pelo contrário. A cada dia que passa enfiam-se ainda mais no buraco caótico onde decidiram cair há já uns anos largos.
Eva Vlaardingerbroek explica que a magra vitória da direita não vai mudar nada da triste realidade do país. Porque a esquerda, ironicamente, só perdeu a maioria porque os votos da enorme comunidade islâmica foram transferidos para o partido... islâmico. E porque as forças liberais de centro direita têm horror à direita populista e dificilmente uma coligação será conseguida no contexto desse espectro político. O que provavelmente irá acontecer é um bloco central entre liberais e socialistas e, portanto, mais do mesmo. Mais violência islamita, mais tirania sobre a dissidência, mais difusão da identidade nacional, mais alterações demográficas no sentido de transformar o país num laboratório de Babel.
🇸🇪 Two bombings in one night? Just another day Sweden, sadly.
— Eva Vlaardingerbroek (@EvaVlaar) September 23, 2022
Talked to @TuckerCarlson about how a new Islamist party stole away just enough of the left’s votes to have them lose their majority and how it remains to be seen if a right wing government will actually be formed. pic.twitter.com/Qsx5vyejBz
Aqui como em Inglaterra, como em França, como em Espanha, como em Portugal, como no Canadá e como nos Estados Unidos, os regimes conseguem contornar e ignorar os verdadeiros mandatos eleitorais, condenando os eleitores a perpetuar as elites instaladas.