Um imigrante alojado no Britannia, um hotel de 4 estrelas no centro de Londres que foi requisitado pelo governo para abrigar umas boas centenas de ilegais, não deve estar a gostar do serviço prestado naquela unidade hoteleira onde a maior parte dos ingleses não teria dinheiro para ficar uma noite e decidiu por bem invadir propriedade alheia. A proprietária chamou a polícia, que deixou o imigrante em liberdade e preferiu prender... a queixosa.
Entretanto o dito imigrante já voltou a ser visto a tentar invadir outra propriedade privada.
Só mesmo na distopia do Reino Unido.
Para além das óbvias nuances sociais e políticas, o episódio, que é em tudo muito semelhante a muitos outros que ocorrem diariamente no país dos bifes, levanta uma questão premente: que raio de doença cancerígena e endémica é que afecta os cérebros dos agentes da autoridade nas ilhas britânicas?
E quando os nativos começarem a linchar os imigrantes às centenas, na guerra civil que se adivinha, serão os seus guarda-costas das polícias metropolitanas poupados à fúria popular?