terça-feira, janeiro 13, 2026

Este papa é um globalista pavoroso. Como foi o anterior. E como será o próximo.

A Igreja católica já foi e o Vaticano está em definitivo tomado pelas elites satânicas que dominam o poder no Ocidente.

Terá sido a última estrutura do poder ocidental a cair, com o abandono de Ratzinger. Mas já não há mesmo nada a fazer.

Leão XIV, que a partir de agora será tratado aqui no ContraCultura pelo seu nome de baptismo, porque não merece a nomenclatura pontifícia, é um traidor de todos os cristãos. É o campeão da supressão das fronteiras e da substituição demográfica, da relativização dos valores morais e da heresia ecuménica, da erosão da identidade e da cultura cristã. E só com muitas reticências consegue abordar aquela que devia ser a prioridade primeira da Igreja: a perseguição e o genocídio de cristãos que está a acontecer por todo o mundo, no século XXI.

A sua retórica ecoa a de Carlos, o Rei WEF; a de Starmer, o tirano de Downing Street; a de Merz, o globalista empedernido da Black Rock; a de Carney, o servo de Satanás no Canadá, que chefia um estado responsável por uma das principais causas de morte dos canadianos, tendo suicidado já para cima de 100.000 cidadãos.

Em vez de proteger o seu rebanho, está interessado em expo-lo aos predadores. Ao invés de propagar a fé, está focado em dissipá-la. Prefere atacar os seus fiéis, do que conduzi-los e está mais inclinado a seguir a lógica transhumanista das elites farisaicas do que a enunciar o carácter divino da condição humana.

Em Dezembro, rompeu todas as regras litúrgicas da época para politizar a mensagem Urbi et Orbi e a homilia de Natal até à agonia, forçando a cartilha do liberal-leninismo.

Só a título de exemplo da narrativa nefasta que tem adoptado desde que subiu ao papado, Prevost insiste em usar o Líbano como modelo exemplar de coexistência entre cristãos e muçulmanos. Sim, o Líbano. Aquele país que quando foi criado, em 1920, era constituído por uma maioria de cristãos, que foram paulatinamente substituídos por maometanos e são hoje uma minoria fascizada e espoliada pelo regime islamita.

Actualmente, com um peso demográfico e político dominante, a maioria muçulmana faz e desfaz nos direitos, liberdades e garantias dos libaneses, impondo o seu modo de vida e o seu sistema de valores sobre os princípios básicos da cidadania, ao ponto da lei da Sharia governar grande parte do território, circunstância que invalida axiomas universalmente consagrados, como o da propriedade privada, e fomenta chocantes injustiças de ordem social e religiosa. Ainda hoje, o processo de substituição demográfica e limpeza étnica que entretanto ocorreu no país é de tal forma sensível e encoberto, que o último censo realizado no Líbano ocorreu em… 1932.

Recentemente, depois de ter decidido que as suas primeiras peregrinações como líder da Igreja Católica deviam ter como destino exclusivo países dominados pelo Islão, como esse mesmo Líbano e a Turquia, Prevost declarou que o mundo islâmico está verdadeiramente comprometido com a convivência pacífica com os cristãos porque... Foi isso que lhe disseram lá, as autoridades políticas e religiosas de lá.

É espantoso.

O nível de infâmia deste homem, a quem os indigentes do cérebro ainda teimam em chamar santo, só porque usurpou as sandálias de Pedro, é absolutamente recordista.

Neste clip, Metatron partilha da minha indignação.