Sam Altman vê "um futuro em que a inteligência é um serviço, como a eletricidade ou a água", e as pessoas vão comprar esse serviço à Open AI, claro.
O que ele está a dizer, na verdade, é que um indivíduo que não compre unidades de IA às grandes corporações tecnológicas não será "inteligente". Não será funcional no mercado de trabalho. Não será cool entre os amigos. Não será reconhecido socialmente. Não será bem sucedido materialmente. A inteligência, e tudo o que dela advém, passa a mercadoria. E a mercadoria será sempre um bem escasso, pelo que oneroso, pelo que uma boa parte da humanidade não será "inteligente".
Uma definição de inferno, sob o alto patrocínio de Silicon Valley.
SAM ALTMAN: “WE SEE A FUTURE WHERE INTELLIGENCE IS A UTILITY, LIKE ELECTRICITY OR WATER, AND PEOPLE BUY IT FROM US ON A METER.” pic.twitter.com/AXnZ9zh0Ro
— Vivek Sen (@Vivek4real_) May 25, 2026
Por outro lado, e desdramatizando, qualquer pessoa que adquira a "inteligência" que Sam Altman vende é capaz de estar a comprar gato por lebre...