O julgamento de Tyler Robinson, o bode sacrificial que o Regime Epstein inventou para o assassinato de Charlie Kirk, vai correr tão bem como correu a narrativa oficial sobre a ocorrência. Ou pior, se possível.
Ainda estamos naquela que devia ser uma inócua audiência preliminar (e não no julgamento propriamente dito) e os buracos no caso da acusação são já mais que nítidos. Desde a identificação do suspeito até à forma como evidências forenses da balística foram manipuladas, do estranho e intrigante testemunho do agente que chefiou a investigação (que não sabia que apenas quatro dias depois do assassinato a sua cena do crime já tinha sido completamente pavimentada) à identificação de outros três suspeitos no automóvel de Robinson, 24 horas antes do assassinato, e que não foram sequer investigados pelas autoridades, há todo um tecido de anomalias procedimentais e implausibilidades, bem como, pelo menos por enquanto, a absoluta ausência de provas que reduzam a dúvida sobre a autoria do crime e a tese de que o suspeito agiu sozinho.
Ian Carroll faz aqui uma excelente reportagem sobre os primeiros dois dias da audiência preliminar que, em vários ângulos deste caso, confirmam as iniciais suspeitas de Candace Owens.
Seja como for, isto daqui para a frente só vai aquecer, até porque as redes sociais estão focadas e agitadas em função do assunto, e ainda agora começou o longo processo. Suspeito que o caos, no tribunal do Utah e na opinião pública americana, vai ganhar alta intensidade, rapidamente.