segunda-feira, julho 20, 2026

Novo estudo expõe como o neo-liberalismo transformou a doença mental numa identidade política.

Para além das pesquisas em que os conservadores relatam consistentemente níveis mais elevados de felicidade, um novo estudo defende que a doença mental começou a funcionar como uma identidade política para os americanos, com especial incidência nos liberais.