quinta-feira, setembro 03, 2026

O feitiço de Gotham: como a narrativa da doença apaga o crime.

Uma sociedade que aceita que o planeamento de três homicídios infantis “não retira o ónus da doença mental” não está a ser compassiva. Está a construir o seu Arkham: um sítio onde o perigo é gerido como uma narrativa clínica. A crónica de Maria Helena Costa.