sexta-feira, setembro 19, 2025

Combater o poder do ódio com a força da fé.

Aparentemente, alguém dedicou o seu tempo a catalogar numa base de dados as pessoas que na imprensa e nas redes sociais festejaram e justificaram o assassinato de Charlie Kirk. A folha de cálculo já integra 50.000 registos.

É claro que há aqui uma fatia substantiva de retardados, indigentes, doentes histéricos, extremistas malucos e etc. Mas, como é fácil constatar pela quantidade de despedimentos que se seguiram a declarações de júbilo pela morte do líder da TPUSA, há também muita gente funcional, com responsabilidades, integrada socialmente; há pais de família, comediantes, músicos, políticos, jornalistas, professores, youtubers, escritores. Há montes de gente com muito a perder que, apesar disso, não se conseguiu conter, como se o ódio fosse mais forte que tudo o resto.

Ainda por cima, Kirk nunca fez mal a ninguém nem nunca recomendou que algum mal fosse feito a alguém. Esse ódio decorre apenas do factor ideológico. 

Não precisamos de recuar muito no tempo para que celebrar a morte de um adversário político fosse um anátema no Ocidente. A verdade é que há dez, vinte anos atrás seria impensável que homens como Stephen King ou Jimmy Kimmel o fizessem. Mas este é o abismo civilizacional a que chegámos.

E como é que um cristão reage a esse precipício moral? Brian Holdsworth, neste muito bem articulado monólogo, explica.