quinta-feira, maio 07, 2026

Hanta-Histeria.


É mais que óbvio que esta história do Hantavírus, como todas as que deste género de repente rebentam no ambiente mediático global, está muito mal contada. Mas de qualquer forma, devo dizer o seguinte: só há uma hipótese deste agente patogénico se propagar como uma pandemia e essa hipótese é a de ter sido manipulado geneticamente, em laboratório, para aumentar exponencialmente o seu potencial de propagação junto da população humana.

O Hantavírus comum não é um vírus respiratório e tem uma capacidade de contágio muito baixa. 
 

 
Até os demónios da Organização Mundial de Saúde confirmam o óbvio.

 
É aliás precisamente pelas características deste vírus que eu afirmo que a história está mal contada, porque entretanto começaram a sair notícias de que, para além dos pacientes confinados no navio-cruzeiro em Espanha, há infectados em Israel, Singapura, Suíça, Alemanha, França, Taiwan, Países Baixos e etc. e há montes de malta a entrar em pânico por causa disso.

Acontece que em quase todas estas localidades os casos referem-se a pessoas que viajaram no cruzeiro e que dele saíram entretanto, nas escalas que fez pelo mundo (em alguns casos, passageiros que depois voaram para os seus países de origem). Duas excepções apenas: Israel e Taiwan, cujos infectados não viajaram no navio nem tiveram, que se saiba, qualquer contacto com os passageiros (embora o contacto não signifique contágio, de todo).

A excepção de Israel deixa-me realmente preocupado. Ou melhor: deixa-me realmente desconfiado. Porque qualquer fenómeno deste género que se relacione directa ou indirectamente com os sionistas será sempre, para mim, deveras suspeito. 

A história está mal contada também porque a imprensa corporativa aproveita sempre qualquer possibilidade de instalar o medo para recuperar as audiências perdidas, e as redacções estão a inocular desinformação sobre o Hantavírus como se disso dependesse o pagamento dos ordenados dos seus apparatchiks.

Nada de novo aqui. E eu era capaz de apostar que para a semana já ninguém se vai lembrar desta merda. A não ser, claro, que se confirme a minha hipótese alternativa, de que este vírus, como aconteceu com a Covid, tenha entretanto sido sujeito a ganho de função num qualquer laboratório secreto, financiado pelos suspeitos do costume.


No meio disto tudo e para aumentar o ruído, os 'doutores pfizer' aproveitam para retomar a narrativa de 2021 e 2022, estigmatizando aqueles que, assertivamente, recusaram as vacinas mRNA e demonstrando à audiência global que há muita gente - e principalmente na classe médica - que não aprendeu nada de nada com o pesadelo Covid-19.