terça-feira, maio 05, 2026

Uma proposta de rigor conceptual para o debate político português: o Estado Novo era autoritário, mas não fascista.

Uma democracia que confunde termos tão distintos como «autoritarismo» e «fascismo» é uma democracia frágil, incapaz de aprender com a história e de dialogar com rigor. Um ensaio de António Justo que devolve à palavra «fascismo» o seu significado histórico preciso.