sábado, outubro 24, 2026

A Rússia é a nova pandemia.

A Covid-19 serviu para testar a obediência das massas a confinamentos e mandatos totalitários, implementar, através das vacinas mRNA, um novo e extremamente eficaz método de extinção populacional, transferir riqueza e poder para as elites em escala recordista, introduzir no imaginário colectivo conceitos distópicos como a das 'cidades de 15 minutos', o da identidade digital, o do dinheiro digital e o da substituição da propriedade pela subscrição, dando também início operacional ao processo de censura, controlo e vigilância de largo espectro que agora observamos já em velocidade de cruzeiro.

Ora, em certo sentido, a russofobia serve propósitos semelhantes. Fazendo recurso a esse fantasma, é justificada a fúria das turbas migrantes e a estratégia de redução a cinzas da extrema-esquerda. É justificado o declínio económico e políticos da Europa e a queda do império americano. É justificada a censura e a perseguição dos cidadãos pelos seus governos. É justificada a guerra nuclear, se preciso for. É justificado até, como no caso paradigmático deste livro, da autoria de um tal David Reaboi, o Regime Epstein e todos os seus horrores:


 
Sim, sim, apesar de todas as evidências em contrário, foi afinal Moscovo que nos fez acreditar que as elites ocidentais têm o passatempo de traficar seres humanos, violar menores e torturar e devorar crianças. 

Trata-se apenas de um fruto da imaginação de Vladimir Putin, mais nada.

Espantoso, não é?