sexta-feira, junho 26, 2026
No seu último dia como directora de inteligência, Tulsi Gabbard divulga documentos que ligam Fauci e fundos dos EUA ao laboratório de Wuhan.
sexta-feira, junho 19, 2026
Canto do cisne de Tulsi Gabbard: EUA financiam rede global de mais de 120 biolaboratórios em 30 países.
Naquele que poderá ser o seu último acto público como Directora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard desclassificou as provas que confirmam que o governo federal dos EUA financia mais de 120 biolaboratórios em todo o mundo, incluindo na Ucrânia.
terça-feira, maio 26, 2026
Regime Epstein correu com a última apparatchik desalinhada: Tulsi Gabbard demite-se do cargo de Directora de Inteligência Nacional.
domingo, maio 17, 2026
Guerra civil na inteligência americana: CIA apreendeu ficheiros JFK e MKUltra que Tulsi Gabbard detinha e que ia tornar públicos.
sexta-feira, maio 15, 2026
À revelia do regime? Directora de Inteligência do governo federal americano investiga biolaboratórios estrangeiros financiados pelos EUA.
terça-feira, março 17, 2026
Neste caso específico, são os ratos que permanecem no barco naufragante.
Joe Kent, um dos poucos homens decentes que restavam no regime Trump, acabou de se demitir. Tulsi Gabbard, a Directora de Inteligência da Casa Branca, deve sair a seguir (é aliás até estranho que já não tenha saído).
After much reflection, I have decided to resign from my position as Director of the National Counterterrorism Center, effective today.
— Joe Kent (@joekent16jan19) March 17, 2026
I cannot in good conscience support the ongoing war in Iran. Iran posed no imminent threat to our nation, and it is clear that we started this… pic.twitter.com/prtu86DpEr
sábado, dezembro 13, 2025
É definitivo: O Trump está enfiado neste poço de merda até ao pescoço.
É verdade que os ficheiros Epstein estão a ser divulgados pelos congressistas democratas com propósitos claramente políticos e que enquanto Barak Obama e Joe Biden presidiram aos destinos do país a esquerda americana nada fez para revelar a verdade sobre as actividades do financeiro/pedófilo/traficante de carne humana.
É verdade que os ficheiros estão a ser divulgados selectivamente, para proteger os figurões do Partido Democrata e denegrir exclusivamente os mais destacados líderes republicanos.
É verdade que o envolvimento de personalidades do estabelecimento como Bill Clinton e Bill Gates continua a ser encoberto pelo comité de supervisão democrata.
Mas até a responsabilidade pela intrumentalização política dos ficheiros é, em última análise, da responsabilidade da actual administração e dos congressistas republicanos, que não souberam gerir o processo e que traíram completamente as promessas de transparência feitas em campanha pelo próprio Trump e por muitos dos seus mais próximos comissários, como Kash Patel, Dan Bongino, Steve Bannon, Tulsi Gabbard e companhia limitada.
O desastre resultou na oferta de trunfos políticos à oposição, que percebeu claramente o pânico da Casa Branca em relação a este assunto, capitalizando o encobrimento escandaloso a seu favor.
E convenhamos: Se já era um exercício criativo de difícil resolução argumentar que Donald Trump nada sabia das actividades de Epstein, neste momento é muito complicado negar a hipótese de que o actual presidente norte-americano estava envolvido nessas nefastas actividades.
See the newly released photos here: https://t.co/nBf2Y0q1I0
— Oversight Dems (@OversightDems) December 12, 2025
terça-feira, novembro 04, 2025
FBI impede investigação do Centro de Contraterrorismo sobre envolvimento de serviços secretos estrangeiros na morte de Charlie Kirk.
quarta-feira, outubro 29, 2025
Isto está cada vez mais entretido.
This article is literally about how Kash Patel is upset that Joe Kent and Tulsi Gabbard are trying to do their jobs and solve the Charlie Kirk murder case.
— Candace Owens (@RealCandaceO) October 29, 2025
It’s like Kash Patel wants to be the sole point person on this—why?
I do not trust him at all. pic.twitter.com/1vH9ZaSuqR
🚨 NEW: Candace Owens shares private texts between her and Charlie Kirk, where he predicts his early death:
— James Li (@5149jamesli) October 27, 2025
Kirk: "I am not sure if I will live to see the end of this revolution. I believe you (referring to Owens) were the piece god meant me to meet that will finish the fight." pic.twitter.com/BLbMSqBwtG
sexta-feira, agosto 08, 2025
Revelação ou psyop? Tulsi Gabbard diz que acredita na existência de alienígenas.
quinta-feira, julho 31, 2025
Areia para os olhos & manobras de diversão.
Primeiro, o Departamento de Justiça anunciou que o ex-diretor da CIA John Brennan e o ex-director do FBI James Comey são alvos de uma investigação criminal federal sobre o seu papel no caso da “conspiração russa” que foi utilizada até à exaustão contra Donald Trump, entre 2016 e 2020.
Logo depois, Tulsi Gabbard, a directora de inteligência da Casa Branca desclassificou documentos que, segundo a própria, constituem provas de que a administração Obama ensaiou um golpe de estado em 2016, fabricando a história do conluio russo para tentar impedir Donald Trump de aceder ao e exercer o máximo cargo político da federação, para o qual tinha sido mandatado eleitoralmente.
Nesta conspiração também estariam implicados nomes sonantes do aparelho de poder democrata e do Estado profundo como Susan Rice, James Clapper e John Kerry.
A máquina propagandista do regime logo difundiu a ideia de que até Barak Obama podia ser preso, com Donald Trump a publicar vídeos de inteligência artificial mostrando o ex-presidente a ser algemado na sala oval, só para 24 horas depois reconhecer que, graças até a uma decisão do Supremo emitida precisamente a propósito da perseguição judicial de que foi alvo por parte dos democratas nos dois anos que precederam as últimas presidenciais, é praticamente impossível acusar, com sucesso, Barak Obama de actos que cometeu enquanto Presidente.
Posteriormente, a directora da Inteligência dos EUA tirou da cartola mais um coelho negro, afirmando que, também em 2016, a ex-candidata presidencial Hillary Clinton estava "num regime diário de tranquilizantes pesados", sofria de perturbações psíquicas e que essa situação era do conhecimento do Kremlin.
É claro que as consequências de tudo isto serão zero. Ninguém vai prender ninguém. Alguns deste personagens serão talvez, no máximo dos máximos, incomodados com audiências no Congresso que vão dar em nada ou processos judiciais que a nada vão dar, mas que vão servir entretanto para distrair atenções e sugerir que a administração Trump está a cumprir com o seu mandato eleitoral, mesmo que contra todas as evidências.
No fim de semana passado, Dan Bongino, o director adjunto do FBI, publicou no X esta críptica mensagem:
Durante o meu mandato como Director Adjunto do FBI, tenho-vos relatado repetidamente que estão a acontecer coisas que podem não ser imediatamente visíveis, mas que estão a acontecer. O Director e eu estamos empenhados em erradicar a corrupção pública e a instrumentalização política das operações policiais e de inteligência. É uma prioridade para nós. Mas o que aprendi no decurso das nossas investigações devidamente fundamentadas e necessárias sobre estes assuntos mencionados chocou-me profundamente. Não podemos governar uma República assim. Nunca mais serei o mesmo depois de aprender o que aprendi. Vamos conduzir estas investigações justas e adequadas de acordo com as regras e a lei. Vamos obter as respostas que TODOS MERECEMOS. Como acontece com qualquer investigação, não consigo prever onde irá parar, mas posso prometer-vos um esforço honesto e digno em busca da verdade. Não a "minha verdade" ou a "tua verdade", mas A VERDADE.
Uma mão cheia de areia para os olhos. Que coisas horríveis observou Bongino que o "chocaram profundamente"? Que insustentáveis mecânicas governam a república? Que verdade é essa, tão objectiva que não é minha, nem tua, nem dele?
A conferência de imprensa em que o alto quadro do FBI prestará os devidos esclarecimentos já foi marcada para o dia de S. Nunca à Tarde, na capital do País de Alice.
During my tenure here as the Deputy Director of the FBI, I have repeatedly relayed to you that things are happening that might not be immediately visible, but they are happening.
— Dan Bongino (@FBIDDBongino) July 26, 2025
The Director and I are committed to stamping out public corruption and the political weaponization…
No correr desta semana, caiu outra alegada "bomba": Kash Patel informou o mundo que encontrou, escondidos numa "sala secreta"um conjunto de sacos com documentos que deviam ter sido queimados, mas que alguém se esqueceu de queimar, e que contêm mais dados de inteligência sobre o conluio russo. A história da sala secreta não é novidade, já que o próprio Patel tinha dito em Junho deste ano a Joe Rogan que tinha descoberto esse compartimento. Mas que novos dados são esses?
Saberemos também deles, mais à frente na estrada de tijolos amarelos que vai dar ao fim do arco-irís.
Enquanto isso, Donald Trump desmultiplica a sua política externa em viagens e negociações e ameaças e avanços e recuos, que hoje são assim, amanhã são assado, mas que surgem invariavelmente apresentados pelo aparelho mediático ligado à Casa Branca como triunfos sensacionais: A Rússia tem 30 dias para fazer a paz, mas depois só tem 12. Caso contrário sofrerá sanções que agora são de 500%, que logo a seguir serão de 100%. O regime Zelensky também sofre com as variações de humor da presidência norte-americana. Por um lado é um ditador corrupto. Por outro é uma vítima do imperialismo russo. Agora não recebe mais armas americanas. Daqui a nada recebe-as por interpostos países europeus, a quem os americanos vão vender armas precisamente para esse fim. Já Benjamin Netanyhau passa de herói a bandido, de príncipe perfeito a genocida, de oito em oito horas, com a imprensa trumpista a conseguir noticiar as vilanias e as santidades do primeiro-ministro sionista sem escangalhar o tom épico.
No campo económico, Trump conseguiu redimir Keir Starmer, com um acordo comercial sensato, só para humilhar von der Leyen, com o mais desvantajoso negócio da história da Europa. Os dois casos, porém, cumpriram o objectivo de rebentar com manchetes.
A vontade quotidiana de criar novas narrativas, de espoletar histórias sensacionais, de esconder a qualquer custo o mastodonte magenta que está sentado no sofá amarelo da sala oval, chegou a este ponto: circulam neste momento em Washigton rumores que Donald Trump quer ter acesso aos ficheiros classificados do dossier OVNI para os desclassificar e tornar públicos, de forma a passar a ideia de que é o homem que diz a verdade aos americanos.
Pausa para a gargalhada.
Isto depois de, logo em Fevereiro deste ano, ter traído a promessa eleitoral de divulgar a verdade sobre o célebre e intrigante caso dos "Drones de New Jersey, afirmando que os milhares de enigmáticos avistamentos se relacionavam com operações no espaço aéreo autorizadas pela FAA e que os objectos não identificados “não eram o inimigo”.
Esta ideia de que o encobrimento histórico sobre o fenómeno, que transcende largamente a esfera de poder dos políticos eleitos nos EUA, vai ser terminado por um Presidente que nem sequer consegue saber por que razão e em que circunstâncias o tentaram matar no Verão passado, está muito para além de ser disparatada, mas serve, de novo, a esta agenda de gasear as bases com desinformação a rodos.
É verdade que a presidência de Donald Trump será tudo menos aborrecida. E que o inquilino da Casa Branca continua a oferecer à plateia uma actuação enérgica, considerando a sua idade. Mas reinar assim, com operações psicológicas e manobras de diversão, com promessas vãs e encobrimentos vários, com máscaras e disfarces, com assobios para o lado e gritos no Truh Social, com ameaças que não intimidam, elogios que não agraciam, impropérios que não ofendem e mentiras que não enganam, é comprometer o reinado para além do limite da sua viabilidade.
Na melhor das hipóteses, Donald Trump corre neste momento o sério risco de ficar para a história como um ilusionista. Na pior, como um vil ilusionista.
domingo, julho 27, 2025
Putin sabia que Hillary Clinton sofria de graves problemas psico-emocionais e que tomava ‘tranquilizantes pesados’ em 2016.
A directora da Inteligência dos EUA, Tulsi Gabbard, afirmou que a ex-candidata presidencial Hillary Clinton estava "num regime diário de tranquilizantes pesados", sofria de perturbações psíquicas e que essa situação era do conhecimento do Kremlin.
quinta-feira, julho 24, 2025
Tulsi Gabbard desclassifica documentos secretos que revelam que a administração Obama fabricou narrativa de interferência russa nas eleições de 2016.
terça-feira, junho 17, 2025
Isto não tem explicação.
No Air Force One, uma jornalista perguntou a Trump se tem a certeza que o Irão estava prestes a ter armas nucleares já que em Fevereiro a sua própria directora dos serviços de inteligência, Tulsi Gabbard, tinha afirmado no Congresso que o país dos aiatolás não estava perto de conseguir produzir esse tipo de armamento.
Resposta do Júlio César americano:
"Não quero saber do que ela disse. Acho que estavam muito perto de ter uma."
Como acontece com toda a gente que chega à Casa Branca, Donald Trump está possuído. Não encontro outra explicação.
E também não sei do que é que Tulsi está à espera para se demitir.
COLLINS: “Tulsi Gabbard testified in March that the intelligence community said Iran wasn't building a nuclear weapon.”
— Chief Nerd (@TheChiefNerd) June 17, 2025
TRUMP: “I don't care what she said. I think they were very close to having one.”pic.twitter.com/Bbuu2YEhy5
quinta-feira, junho 12, 2025
Tucker Carlson e a fraude das armas nucleares iranianas.

Tucker Carlson publicou recentemente um post no X sobre a questão iraniana que pode ser entendido como uma mensagem directamente endereçada a Donald Trump, de quem tem sido um apoiante leal, desde 2016.
Mark Levin was at the White House today, lobbying for war with Iran. To be clear, Levin has no plans to fight in this or any other war. He’s demanding that American troops do it. We need to stop Iran from building nuclear weapons, he and likeminded ideologues in Washington are…
— Tucker Carlson (@TuckerCarlson) June 5, 2025
Pela virtude dos seus argumentos, que o Contra subscreve inteiramente, vale a pena traduzir o texto para português.
Mark Levin esteve hoje na Casa Branca, a fazer lobby a favor da guerra com o Irão. Para ser claro, Levin não tem planos de lutar nesta ou em qualquer outra guerra. Ele está a exigir que as tropas americanas o façam. Precisamos de impedir o Irão de construir armas nucleares, argumenta agora ele e ideólogos com ideias semelhantes em Washington. Estão a apenas algumas semanas de distância.
Se isto soa familiar, é porque as mesmas pessoas têm feito a mesma afirmação desde, pelo menos, a década de 1990. É uma mentira. Na verdade, não há nenhuma dado de inteligência credível de que sugira que o Irão esteja perto de construir uma bomba ou tenha planos para tal. Nenhuma. Qualquer pessoa que afirme o contrário é ignorante ou desonesta. Se o governo dos EUA soubesse que o Irão estava a semanas de possuir uma arma nuclear, já estaríamos em guerra.
O Irão sabe disso, e é por isso que não está a construir uma. O Irão também sabe que não é sensato desistir completamente do seu programa de armas. Muammar Gaddafi tentou isso e acabou sodomizado com uma baioneta. Assim que Gaddafi se desarmou, a NATO matou-o. Os líderes do Irão viram isso acontecer. Eles aprenderam a lição óbvia.
Então, porque é que Mark Levin está mais uma vez a hiperventilar sobre armas de destruição massiva? Para nos distrair do verdadeiro objectivo, que é a mudança de regime — jovens americanos voltando ao Médio Oriente para derrubar mais um governo. Quase ninguém dirá isto em voz alta. O histórico dos Estados Unidos de derrubar líderes estrangeiros é tão embaraçosamente contraproducente que a mudança de regime se tornou sinónimo de desastre. Oficialmente, ninguém a apoia. Então, em vez de dizerem a verdade sobre os seus motivos, eles criam histeria: “Um país como o Irão nunca pode ter a bomba! Eles vão bombardear Los Angeles! Temos que agir agora!”
Eles não estão realmente a falar a sério, e dá para perceber isso pelo que omitem. Pelo menos dois vizinhos do Irão — ambos países islâmicos — já têm armas nucleares. Esse facto deveria assustar Mark Levin. No entanto, por alguma razão, ele nunca menciona isso. Porquê? Porque não são as armas que ele odeia. É a ideologia do governo iraniano, e é por isso que ele está a fazer lobby para derrubá-lo.
Não é preciso dizer que há muito poucos eleitores de Trump que apoiariam uma guerra para mudar o regime no Irão. Donald Trump manifestou-se veementemente contra loucuras imprudentes como essa. Trump concorreu à presidência como um candidato pela paz. Foi isso que o diferenciou dos republicanos convencionais. Foi por isso que ele venceu. Uma guerra com o Irão seria uma profunda traição aos seus apoiantes. Acabaria com a sua presidência. Isso pode explicar por que tantos inimigos de Trump estão a defender essa guerra.
E depois há a questão da guerra em si. O Irão pode não ter armas nucleares, mas tem um arsenal temível de mísseis balísticos, muitos dos quais apontados para instalações militares dos EUA no Golfo, bem como para os nossos aliados e infraestruturas energéticas críticas. A primeira semana de uma guerra com o Irão poderia facilmente matar milhares de americanos. Também poderia colapsar a nossa economia, uma vez que o aumento dos preços do petróleo provocaria uma inflação incontrolável. Considere os efeitos da gasolina a 30 dólares [o galão].
Mas a segunda semana da guerra poderia ser ainda pior. O Irão não é o Iraque, a Líbia ou mesmo a Coreia do Norte. Embora seja frequentemente descrito como um Estado pária, o Irão tem aliados poderosos. Agora faz parte de um bloco global chamado BRICS, que representa a maior parte da massa terrestre, população, economia e poder militar do mundo. O Irão tem laços militares extensos com a Rússia. Vende a esmagadora maioria das suas exportações de petróleo para a China. O Irão não está sozinho. Um ataque ao Irão poderia facilmente tornar-se numa guerra mundial. Nós perderíamos.
Nenhuma dessas previsões é exagerada. A maioria delas está de acordo com as próprias estimativas do Pentágono: muitos americanos morreriam durante uma guerra com o Irão. Pessoas como Mark Levin parecem não se importar com isso. Não é relevante para elas. Em vez disso, insistem que o Irão desista de todo o enriquecimento de urânio, independentemente de sua finalidade. Sabem perfeitamente que o Irão nunca aceitará essa exigência. Lutarão primeiro. E, claro, esse é o objectivo da insistência: encurralar a administração Trump numa guerra de mudança de regime no Irão.
A única coisa que pessoas como Mark Levin não querem é uma solução pacífica para o problema do Irão, apesar dos benefícios óbvios para os Estados Unidos. Eles denunciam qualquer pessoa que defenda um acordo como traidor e intolerante. Dizem-nos com toda a seriedade que Steve Witkoff, natural de Long Island, é um instrumento secreto das monarquias islâmicas. Dirão ou farão o que for preciso. Não têm limites. São pessoas assustadoras. Rezem para que Donald Trump os ignore.
Tucker está, claro, carregado de razão. E até no sentido em que a própria Tulsi Gabbard, a directora dos serviços de inteligência da Casa Branca, já afirmou perante o Senado que não existe qualquer indício de que o Irão está a construir armas nucleares.
Neste contexto, como no contexto da guerra da NATO contra a Rússia, o objectivo dos poderes oligárquicos profundamente instituídos em Washington é o de criar condições para o apocalipse, mesmo que uma guerra contra o bloco BRICS não possa ser ganha, como bem ressalva Tucker Carlson. Porque a ideia não é ganhá-la. A ideia é reduzir a cinzas.
Porque só reduzindo o mundo a cinzas haverá condições para a Fénix globalista.
quarta-feira, maio 14, 2025
Tulsi Brave.
segunda-feira, março 03, 2025
Agentes da NSA e da CIA discutiam transgenderismo e castração nos servidores governamentais. Tulsi Gabbard despediu-os todos.
sexta-feira, fevereiro 14, 2025
Vão pagar o preço da sua própria infâmia.
Newly sworn in US DNI Tulsi Gabbard is currently on Ukraine's Myrotvorets kill list, which was founded by an official advisor to Zelensky's Interior Ministry
— Max Blumenthal (@MaxBlumenthal) February 14, 2025
I wonder if this listing will be raised at the upcoming Munich Security Conference https://t.co/E5ganAe8ic pic.twitter.com/kOT3gbFJpR






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