Nesta altura do campeonato, estou quase a rezar para que a hubris de Donald Trump o leve a ocupar a Gronelândia. Porque nesta questão, até a imbecil primeira ministra dinamarquesa se enche de razão: seria o fim da NATO. E o fim da NATO vale bem o sacrifício de um território gelado e inóspito, que na verdade nem os dinamarqueses estimam.
E, ao contrário do que o infeliz líder polaco tenta sonhar, nem uma Europa unida (eis uma contradição em termos) poderia levar o pesporrente inquilino da Casa Branca a mudar de ideias, como é óbvio, caso se mostre realmente determinado em tomar o aquele bocado de gelo.
Dá-lhe com força, Donald, dá-lhe com força: faz qualquer coisa de jeito por ti abaixo e acaba com a NATO, pá.
Please, please, please.
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