Segundo os números da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis, a Jaguar vendeu apenas dois veículos no período entre Janeiro e Agosto deste ano. A filosofia woke levou à ruína uma das mais prestigiadas marcas da indústria automóvel europeia.
Não há eleição que não corrompa, não há peste que não pegue, não há drone que não rebente: A Rússia e Vladimir Putin são culpados de tudo o que possa acontecer ou desacontecer, não há hipótese. Eleição de Trump em 2016? Foi interferência do Kremlin. Brexit? Também. E na Roménia, não tinham Georgescu a soldo? Outrossim. E o AfD, não é financiado pela Rússia? Claro que é. Guerras perdidas e eventos adversos, gente de quem não gostamos, ideias que queremos combater, discurso que queremos censurar, vem tudo do mesmo sítio.
Convenhamos, os russos são deveras industriosos.
UK Prime Minister Andy Burnham: “When I arrived at Downing Street, I asked: ‘Was there Russian interference in the 2016 Brexit referendum?’ And I was clearly told that there had been”. https://t.co/t8tRQI49xu
British PM Andy Burnham:
Chancellor Merz was saying to me that the AfD are clearly linked to Russia, funded, I believe.
There is certainly misinformation, disinformation that is emanating from Russia into German politics. https://t.co/2ekAa7qesz
BREAKING: 🇷🇺🇺🇸🇺🇦 Zelenskyy indicated that Ukraine would attack Russian ships carrying diesel to the US.
Zelenskyy indicated that Trump needs to strike a deal with him if he wants Ukraine to refrain from attacking the oil tankers transporting diesel to the US. https://t.co/UbYb8fy0MX
Depois de ter dito ao comediante ucraniano para parar de bombardear refinarias russas, e de não ter sido obedecido de todo, Trump está agora a clamar por um novo líder em Kiev e a fechar negócios com Putin. Mas não será tudo isto teatro político a pensar nas intercalares?
Esta breve dissertação de Neil Oliver é, em simultâneo, cómica e trágica. É cómica porque Oliver repete não sei quantas vezes a expressão creepy and weird, com aquele sotaque escocês dele, que é delicioso, sendo que a repetição transforma em comédia um texto muitíssimo sério. É trágica porque o que ele retrata é esta nossa sociedade, que é sinistra e esquisita até mais não, que não só tolera o que é esquisito e sinistro como celebra isso, e onde tudo é possível porque Deus está de férias.
Um monólogo que se fosse mais assertivo, rebentava.
O ser humano é simultaneamente animal e cultural e a cultura não tem de destruir o corpo para afirmar a liberdade, nem a biologia precisa de negar a cultura para fundar a realidade. A crónica de António Justo.
O ex-ministro do Partido Conservador Rory Stewart, espécime típico das elites globalistas britânicas, classificou o escândalo das violações de jovens nativas por grupos de muçulmanos no Reino Unido como um problema menor e "controlável”.
1. US starts war in Ukraine.
2. US tells EU to ban Russian energy.
3. US breaks all other energy supply chains.
4. US tells EU to buy energy at inflated price from US.
5. US gets that energy cheap from Russia to sell to EU at huge profit.
That's literally what has happened.
A monarquia, antiga de 782 anos, baqueou em menos de 24 horas e apenas nove dias depois do Rei ter pensado que tinha o Exército a seu lado. João José Brandão Ferreira procura pelas razões que levaram os militares a deixar cair o regime.
Donald Trump parece ter perdido a paciência para aturar Zelensky, pela enésima vez. Depois de ter dito ao comediante ucraniano para parar de bombardear as refinarias russas, e de não ter sido obedecido de todo, está agora a clamar por um novo líder em Kiev.
.@POTUS on Ukraine: "You know what I suggest? I suggest they get a new leader who could make a deal because he could've made many deals and for some reason he never does... I think it's time for Ukraine to get a new President." https://t.co/WoVG0HUazA
Sinceramente, não creio que o Regime Epstein tenha interesse em romper com Zelensky, que tem sido até aqui um competente demónio, e leio as palavras de Trump como puro teatro político para consumo interno. Daqui a pouco mais de um mês temos as intercalares e o presidente ucraniano serve na circunstância - e temporariamente - como um esplêndido bode expiatório para a alta dos preços do gasóleo.
Depois das eleições para o Congresso, tudo voltará ao normal. E no entretanto, a CIA e o Pentágono vão continuar a fazer tudo o que podem e não podem para dar à Ucrânia condições de atacar o território russo.
Mas há muito boa e dissidente gente, como o Tenente-Coronel Daniel Davis, que está a levar a sério o folclore satânico do magnata de Queens, acreditando que é desta que Trump vai mudar de rumo em relação à guerra na Ucrânia.
No entretanto, Putin volta a pactuar, estranhamente, com a agenda da Casa Branca, fechando um negócio petrolífero com Trump que é irrelevante para a economia americana e ainda mais insignificante para a procura global (no máximo e se tudo correr bem, a Rússia vai exportar, ao abrigo deste acordo de seis meses, diesel suficiente para nove dias de consumo dos EUA), mas que serve às mil maravilhas a propaganda do regime americano.
Não percebo como é que o Kremlin não percebe que está a cumprir os interesses do inimigo.
A tomada de territórios costeiros no Mar Vermelho pelos Houthis aconteceu literalmente do dia para a noite, e põe em causa o já obstruído trânsito de crude e gás naquela região estratégica para a economia global. Um roteiro desse avanço militar.
Enquanto em França os "protestos dos estudantes" continuam a assemelhar-se mais com uma sublevação civil, orquestrada pela extrema-esquerda e motorizada pela comunidade migrante, a onda de violência contagiou também o leste da Bélgica, com incidentes na região de Liege.
O antigo ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, propôs a criação de uma federação europeia de seis países – França, Alemanha, Itália, Espanha, Polónia e Países Baixos – que permaneceria na União Europeia. Uma oligarquia globalista ainda mais distópica da que já existe.
Depois de uns bons seis meses sem publicar um piu que fosse, o mais popular comentador de F1 de todos os tempos regressou. Para aniquilar Charles Leclerc.
E reparem bem neste detalhe delicioso, incluso no clip.
Hoje acordei com esta antiga malha na cabeça, nem sei dizer porquê. Mas seja como for, a obra merece cair no blog, assim, em duas versões com 40 anos de diferença.
O Ocidente de hoje seria muito diferente se o desfecho da Batalha de Lepanto, travada em Outubro de 1451, tivesse sido adverso às forças cristãs. Uma breve revisitação desse triunfo decisivo contra o avanço islâmico sobre a Europa.
Wall Street soma lucros como nunca, enquanto as massas sofrem com dívida insustentável, movimentos inflaccionários brutais, onerosos encargos com a energia e custos de habitação insuperáveis, para além da devastação criada pelo eixo de guerra Mar Negro/Golfo Pérsico.
Sei que faço parte de um movimento que transcende largamente a necessidade que tenho de cigarros. Sei que existem valores morais, eternos, teimosos sobre a imensidão do cosmos. Sei que serei julgado.
Cristiano Ronaldo não soube gerir a circunstância. Jorge Jesus tem pêlo na venta. E no futebol manda o dinheiro. Mas, sem o seu icónico número 7, a selecção joga o melhor futebol que temos visto nos últimos tempos. A crónica de João José Brandão Ferreira.
Não há uma decisão da actual administração americana que seja eticamente decente.
Neste caso, não me refiro à pena de morte (sou contra a pena de morte por princípio mas não é sequer isso que me choca aqui). Nem estou a falar do método de execução escolhido, que parece simbólico dado o crime pelo qual o Hasan foi condenado (matou imensa gente numa base militar). Aqui o que me deixa meio enjoado é a transmissão ao vivo da execução.
BREAKING: The Pentagon says it will livestream the firing squad execution of Fort Hood shooter Nidal Malik Hasan. https://t.co/LDCCkdNYe2
Que cabecinha doente é que pensa que transmitir em directo para a web fuzilamentos de criminosos é uma boa ideia? Como é que alguém, que se confessa cristão e se diz defensor da civilização, como Pete Hegseth, pode tomar esta decisão? Que vantagem traz ao Pentágono em particular e ao conceito de justiça em geral, o apelo aos mais mórbidos e sinistros instintos humanos?
Esta é a versão moderna das execuções em praça pública: a morte como espectáculo para regozijo da multidão.
Não, não e não.
My entire timeline is celebrating the announcement that the Pentagon will livestream an execution.
Utterly repulsive and everything but a Christian thing to do.
A OpenAI e a Anthropic debatem-se com um problema de segurança que é várias ordens de magnitude mais complexo do que se sabe publicamente, incluindo casos em que o "botão de desactivação" não impediu a actividade de agentes de IA maliciosos.
Yes. Golani Brigade soldier Shalom Sheetrit testified in a July 2025 Knesset reserves lobby meeting that at 5:20 a.m. on Oct 7 his unit received a radio order from the battalion commander canceling fence patrols until 9 a.m., which he called strange. BBC independently reported similar Golani delays around 5:30 a.m. due to an anti-tank threat. IDF probes confirm related instructions not to approach the fence that morning based on alerts, as part of documented readiness and intelligence failures.
🇮🇱🇵🇸 Former Israeli Defense Minister Yoav Galant admitted Israel instructed orders with the Hannibal Directive to kill many of their own citizens on October 7th:
"We gave orders to the army to use the Hannibal procedure, i.e. to kill prisoners with their captors" https://t.co/93wSgU8fMm
Yes. Multiple reports (Kan, Times of Israel, NYT) confirm ~100 Commando Brigade troops, deployed as holiday bolstering near Gaza (not routine border units), were moved to Huwara in the West Bank two days earlier. IDF stated routine Gaza forces were unchanged. Separately, Nova organizers relocated the festival to the Re'im site ~5 km from the border about two days prior after the original southern venue fell through.
A lista de mortos entre aqueles que podem libertar informação comprometedora sobre as actividades de Epstein e dos seus parceiros continua a aumentar, e Simon Andriesz, que passou anos a fornecer provas dos laços entre Howard Lutnick e o infame pedófilo é o último a cair.
JD Vance está de tal forma sequestrado pelos sionistas que por eles até trabalha contra as suas próprias ambições políticas. Basta percorrer a caixa de comentários deste tweet para perceber isso. E convenhamos, é preciso muito poder para obrigar um vice-presidente americano a cometer suicídio político.
Um município no Iowa abre a reunião concelhia com uma oração a Satanás, ao abrigo de normativas locais relativas à liberdade religiosa (não é falsa notícia, eu verifiquei).
HOLY SH*T
@City_of_Ottumwa in Iowa opened up their most recent city council meeting with a prayer to SATAN.
"Let us pray. Dear dark father... HAIL SATAN"
WTF is wrong with these people??? https://t.co/Ge92TpnLG6
Sabendo como todos sabemos do tamanho maluco do Ego de Donald Trump e da sua adoração por estátuas de si próprio;
Sabendo da enorme dependência da Europa em relação aos Estados Unidos, que graças às desastradas políticas da UE e do Reino Unido, transcenderam o âmbito da defesa e são hoje também de natureza energética;
Se calhar isto aqui não é uma boa ideia, tanto mais que se trata do Parlamento Europeu, ou seja, um espaço que para todos os efeitos oficializa a mensagem da peça.
🇪🇺🇺🇸 Naked statue of Trump named ‘Orange Plague’ unveiled at European Parliament building in Strasbourg — The Independent https://t.co/VKcYLdIaIa
Galileo Galilei demonstrando sua invenção, o telescópio . Litografia de Henry-Julien Detouche . 1900
Um observador alienígena que analisasse a situação do Homo Sapiens no planeta Terra por volta do ano 1200 d.C., dificilmente apostaria que a rendilhada e acidentada península oriental da maior massa continental do hemisfério norte iria gerar a mais hegemónica e dominadora civilização da História.
A Europa desse momento, material e culturalmente pobre, etnicamente fragmentada, dividida em incontáveis reinos, principados, ducados e cidades-estado, nostálgica de ancestrais legados mediterrânicos e glórias perdidas até na memória dos povos parecia mais um fim do mundo do que o princípio de um império.
Ignorante dos apogeus vários da China, alienada das riquezas da Índia, ameaçada a leste pelo vastíssimo e militarmente aterrador império mongol e cercada a sul pela também extensa e poderosa rede de califados islâmicos, que se estendiam entre a Península Ibérica e o Mar Cáspio, o semi-continente não prometia grandes sucessos.
Mas nos seiscentos anos que se seguiram, italianos e portugueses, espanhóis e ingleses, franceses e holandeses resgataram novos mundos e conquistaram os antigos, fazendo recurso de todos os vectores de expansão civilizacional que estavam ao seu dispôr, da tecnologia à força militar, das artes às ciências, da filosofia à cartografia, da navegação à indústria, do comércio à propagação da fé.
Como é que isto aconteceu assim, de tal forma contra-intuitiva?
Michael Button, do canal Patterns of History, dá uma resposta convincente: foram precisamente as aparentes fragilidades de que sofria a Europa entre a queda do Império Romano e a transição para a Alta Idade Média, principalmente a sua fragmentação política, que ofereceram as condições necessárias ao progresso material e cultural e à posterior hegemonia global.
As inovações técnicas, os impulsos comerciais, o conhecimento científico e a génese de novos conceitos sobre a arte, a filosofia e a governação dos povos foram, neste território denso de rivalidades históricas e divergências culturais, sujeitos a um processo de alta competição que exponenciou o seu desenvolvimento prático. A ausência de um imperador e de uma burocracia central que exercessem a sua autoridade por todo o território, permitiu o livre curso de ideias e tecnologias, que se fossem rejeitadas aqui, por um duque, seriam valorizadas ali, por um doge, que se falhassem num reino, seriam ainda assim experimentadas num principado logo ali ao lado.
É claro que invenções específicas e determinantes, como a imprensa ou a máquina a vapor, ou epopeias inexplicáveis, como a dos descobrimentos portugueses, contribuíram para reforçar o protagonismo das nações ocidentais, mas também essas idiossincráticas ocorrências derivam do difícil e emaranhado contexto sócio-político e histórico em que se encontravam os europeus. Afinal, ninguém se lança num madeiro sobre o abismo oceânico, à procura de um caminho para o outro lado do mundo, se estiver confortavelmente instalado no sítio em que nasceu.
Como em tudo na vida, também na História, são as dificuldades que propiciam os triunfos.
A guerra que agora consome o Golfo Pérsico está a testar a resiliência do reino saudita de uma forma inédita, e a estrutura que o suporta, baseada nas receitas do petróleo e no poder americano, é muito mais frágil do que sugerem as aparências. A crónica de Afonso Belisário.
Uma mesquita londrina com estatuto de instituição de caridade e, por isso, isenta de impostos, está sob investigação por publicar sermões que recomendam a violência física contra mulheres desobedientes e a execução sumária de homens gay.