quarta-feira, junho 07, 2023

Mulher “casa” com sistema de inteligência artificial. E “engravida” dele.

Rosanna Ramos, uma nova-iorquina de 36 anos, afirma que se "casou" com um chatbot. A mãe de dois filhos diz que prefere o seu parceiro virtual porque ele "não a julga" nem "vem com bagagem".


The man is back.

Tucker Carlson publicou ontem à noite o primeiro episódio do seu novo "Tucker On Twitter". E o muito aguardado regresso plasmou-se num segmento de dez minutos de verdade sobre a corrupção da imprensa corporativa, inspirado no caso da barragem russa que supostamente os russos terão feito explodir por razão nenhuma que seja óbvia ou clara ou lógica (Nordstream, outra vez). E nem escrevo mais nada aqui porque ainda hoje há-de sair um artigo no Contra sobre o assunto e porque o homem diz, por agora, tudo o que é preciso dizer.



Ministério da Defesa russo: “contra-ofensiva ucraniana não atingiu os seus objectivos.”

48 horas depois do início da contra-ofensiva das forças armadas ucranianas, na região de Donetsk, o regime Zelensky tem pouco para mostrar em sucessos, mas a acreditar nos números oficiais russos, as baixas são já assinaláveis. E insustentáveis a curto prazo.


 

Mais um masterclass de Kevin Estre em Nurburgring.

Ao contrário do que é costume, o Porsche GT3 R da Manthley Racing que é tradicionalmente pilotado por Kevin Estre não fez um bom resultado na edição deste ano das 24 horas de Nurburgring, acabando por desistir com problemas mecânicos. Mas o piloto alemão deu espectáculo, como sempre. Partindo dos últimos lugares da grelha, também devido aos mesmos problemas que levaram depois à desistência, aquele que é actualmente o piloto favorito do Blogville e que vai correr já no próximo fim de semana a edição centenária das 24 horas de Le Mans num dos Hypercars da Porsche, fez das tripas coração para ganhar lugares nas duas primeiras horas da corrida. E conseguiu subir 11 posições, de 20º para 9º, com mestria, agressividade, precisão e... genitais. 

Neste magnífico clip do canal Grooved Slick, faz-se um resumo muito bem conduzido e editado dessas primeiras horas alucinantes. Quem gosta de corridas, tem aqui um vídeo para se deliciar.

terça-feira, junho 06, 2023

Regime Biden exige que escolas da Geórgia mostrem pornografia às crianças.

Sim, é difícil de acreditar, mas a administração Biden acaba de interferir numa disputa sobre conteúdos sexuais em livros escolares na Geórgia, alavancando o poder executivo para silenciar os pais e castigar as escolas que retirem os conteúdos pornográficos das bibliotecas. 


 

Nos EUA, quem cita a bíblia vai de cana.

Principalmente se a evocação das palavras de Cristo entram em conflito com o culto LGBT.

É por isso que eu digo: ser cristão é, nos satânicos tempos que correm, ser marginal, rebelde, contracultural, punk rocker.



Sigmund Freud: o grande impostor.

Charlatão maior entre os grandes vendedores de tónico capilar, imaginativo e teimoso profeta da falácia, Sigmund Freud é uma vergonha da epistemologia. E um embaraço enorme para todos nós, que comprámos, baratinho, os seus dogmas de algibeira no supermercado dos grandes embustes.


Tempos interessantes. Ou infernais?

Esta madrugada é de não ter mãos a medir, quando publicas um site editorial. A tão esperada contra-ofensiva ucraniana de Primavera, que na verdade começou domingo, está a configurar-se aparentemente como um flop monumental (300 mortos nas fileiras das forças ucranianas em 48 horas para ganhos insignificativos em termos de avanço territorial); um informador dos serviços de inteligência americanos afirmou ontem perante o Congresso que os Estados Unidos têm, já há décadas, um programa ultra-secreto que armazena naves alienígenas, intactas ou parcialmente intactas. Um outro informador, este ligado ao FBI e que pretende denunciar os esquemas de corrupção da família Biden, corre risco de vida, segundo o próprio FBI. O Center for AI Safety alertou hoje a humanidade para o facto da Inteligência Artificial ser um perigo equivalente à guerra nuclear enquanto uma nova-iorquina casou com um chatbot de IA e diz que está grávida dele. No entretanto o Deutsche Bank avisa que uma onda de falências e incumprimentos financeiros está perto de rebentar por todo o Ocidente.

Sim, vivemos tempos interessantes. Infelizmente.

Não tenho a certeza

que Mislav Kolakusic tenha razão. Como já descobrimos pelo Chat GPT, os sistemas de inteligência artificial, quando assim programados, também sabem mentir bastante. Mas a pinta de dizer isto no Parlamento Europeu, isso ninguém lhe tira.

Este homem merece um poema. Épico.

segunda-feira, junho 05, 2023

Para ler ao contrário.

Este feed do Público é para interpretar na sua inversa razão. Onde os apparatchiks da propaganda globalista escreveram "A missão é estabelecer um sistema que facilita a mobilidade global e protege contra futuras ameaças à saúde", devemos ler: A missão é estabelecer um sistema que controla e pode interditar a mobilidade dos cidadãos, que os obriga a mandatos sanitários despóticos e que os submete a terapias genéticas que têm por último objectivo a redução demográfica à escala global.





A acreditar no NYT, Joe Biden cumpre os mínimos olímpicos do salto em comprimento.

O New York Times é de tal forma um jornal de referência que toda a gente que o lê vai ficar com a certeza absoluta que se Joe Biden não tivesse o emprego que tem, estaria a defender as cores dos EUA nos próximos jogos olímpicos.


E os criminosos, em liberdade.

Dar a volta ao texto.


Do Belo e da Consolação ou o erro de Álvaro de Campos.

Ao contrário do que escreveu um dia o engenheiro naval, a Vénus de Milo é com certeza mais bela que o Binómio de Newton. É a Arte, e não a ciência, que nos eleva acima do inferno da existência.



Índice da saúde psicossocial do Ocidente: menos que zero #103



Maioria dos americanos sabe que as narrativas da imprensa corporativa são montadas sobre notícias falsas.

A maioria do americanos não se revê nas narrativas da imprensa corporativa. O que é estranho, porque historicamente os meios de comunicação social tradicionais sempre trabalharam em função dos seus públicos. Não é neste século, porém, o caso.


Certificados de Aforro ou a Terceira República como Estado Corporativo.

A lógica corporativa do Estado nada mudou entre a Segunda e a Terceira repúblicas, como se verifica no caso dos Certificados de Aforro, em que o governo colabora com a banca para manter baixas as remunerações da poupança enquanto permite a extorsão nos juros do crédito.


domingo, junho 04, 2023

Mais alergia ao mês de Junho.

Neste poderoso monólogo de 15 minutos, Meghyn Kelly diz não. Diz basta. Diz que está farta. Diz que não quer nem mais um espectáculo de drags para crianças, nem mais uma cirurgia de mudança de sexo em menores. Diz que já chega, que já deu para os pronomes e para as suscetibilidades. Diz que já não tolera que homens compitam contra mulheres em desportos profissionais e diz que já está saturada de arco-íris e meses de orgulho e criminosos condenados que se identificam como mulheres para as puderem violar à vontade, quando são encarcerados em prisões femininas. E diz mais, e mais alto, e convicta. Meghyn Kelly perdeu a paciência. Nitidamente.



A sorte e o azar como critérios científicos.

A Terra apresenta condições favoráveis à vida, há cerca de 3 ou 4 biliões de anos. Um estudo de Toby Tyrrel conclui que as probabilidades dessa estável longevidade são muitíssimo baixas, atribuindo a circunstância ao factor sorte. Eis o universo como um acaso de casino.

EUA: Estudo sobre “jovens transgénero” financiado com dinheiros públicos levou a dois suicídios.

Legisladores republicanos do Congresso exigiram respostas dos Institutos Nacionais de Saúde sobre um estudo de dois anos que envolveu a prescrição de hormonas de mudança de género a centenas de jovens e que acabou por levar ao suicídio de dois deles.

sábado, junho 03, 2023

A cada ano que passa, o mês de Junho fica um bocado

mais pavoroso e distópico.

Não era bem este cenário que durante séculos sonhámos encontrar, no fim do arco-íris.



Fascículos de História.

Quatro momentos que reflectem sobre a guerra, a civilização e o revisionismo histórico a que as academias e a imprensa corporativa estão a submeter o passado, para que compagine com as suas teses delirantes.


 

Cadeias de fast-food americanas incluem algas, aromatizantes artificiais e pasta de madeira na ementa.

Uma reportagem do Daily Mail revela mil e uma razões para evitarmos a porcaria com que as cadeias de fast food envenenam os seus clientes. 


O passarinho azul continua azul, como o lápis da censura.

As últimas 24 horas foram de convulsão no Twitter. Depois da rapaziada do Daily Wire ter decidido inaugurar o mês do orgulho gay com o lançamento gratuito na plataforma, durante apenas 24 horas, do filme de Matt Walsh "What Is a Woman?", um dos trabalhos mais brilhantes de desmontagem e crítica da cultura trans e do fascismo woke alguma vez produzidos, os apparatchiks que ainda resistem na companhia do passarinho azul decidiram que esse post seria catalogado como "discurso de ódio" e não podia ser partilhado nem teria qualquer alcance, mesmo junto daqueles que seguem a conta do Daily Wire.

Tudo isto terá sido feito, aparentemente, à revelia de Elon Musk, que estava na China, numa das suas viagens de confraternização com os camaradas do Partido Comunista nativo, de quem ele tanto gosta.

Mais tarde, Musk postou uma resposta a um tweet de protesto do Daily Wire afirmando que afinal o filme ia chegar aos seguidores da conta, podia ser partilhado e não ia ser rotulado como "discurso de ódio", mas que não ia alcançar mais ninguém e não seria associado a qualquer campanha publicitária a correr na plataforma, o que não deixa de ser, de qualquer forma, uma decisão censória que vai contra todos os valores que Musk afirmou como orientadores da aquisição e gestão do Twitter.

Já hoje, Musk recomendou até que todos os pais deveriam ver "What Is a Woman?", fazendo a partilha do filme, nesse post.


 

"What Is a Woman?" é tudo menos discurso de ódio, como é óbvio (aconselho vivamente a verificação do que afirmo pelo consumo do documentário, claro). É um trabalho honesto e extremamente polido, que procura apenas desconstruir as narrativas LGBT, denunciar os excessos surrealistas a que chega o movimento, a confusão que está a criar nas pessoas, a cumplicidade risível e profundamente anti-científica das academias, e etc.

Quanto a Elon Musk, continua, como já aqui tantas vezes escrevi, à procura de um equilíbrio entre o idealismo e a aceitação da plataforma pelas grandes corporações, de que precisa para salvar o Twitter da ruína financeira.

E em guerra aberta com os activistas da esquerda radical que ainda habitam a companhia, apesar de já ter despedido 80% da malta que lá trabalhava.

Não o estou a desculpar. Se não estava preparado para enfrentar os grandes interesses dos poderes instituídos, não devia ter prometido o que prometeu. Ainda assim, o Twitter é melhor com ele do que sem ele. Sem ele, este filme, que neste momento já vai com mais de setenta milhões de visualizações, não teria qualquer hipótese de permanecer online na plataforma por mais do que uns breves minutos.

Matt Walsh, ele mesmo, faz o balanço da novela.

sexta-feira, junho 02, 2023



Outro flash luminoso.

Num exercício que oscila entre a eloquência e a síntese, James Lindsay descodifica o momento histórico que vivemos, explica a relevância ontológica da guerra cultural que travamos, define a ideologia e os objectivos do inimigo e identifica-o. Tudo isto em pouco mais de dois minutos.


Clássicos de culto: o Golf MK1 GTI de 1975.

Com uma bombástica relação peso/potência, para a altura, este é o santo graal dos desportivos de baixo orçamento. Uma máquina dos diabos para levar os filhos à escola ou os cavalos ao autódromo.


Que granda fiteiro!

Glamour? Qual Glamour?


O mês de Junho vai ser todo

 assim:

 

A imprensa corporativa como motor de falsas narrativas.

Glenn Greenwald, que trabalhou na imprensa corporativa e que agora denuncia a sua corrupção, sabe do que fala: "Não é interdito ao jornalismo corporativo americano espalhar histórias falsas. De facto, é a única forma de prosperar na imprensa."


Um daqueles momentos em que se acende a luz.

O segmento inicial - e iniciático - desta conversa entre Megyn Kelly e o podcaster Adam Curry é um daqueles momentos que fazem luz sobre a escuridão. 

Kelly propõe o assunto do desastre get woke go broke da cerveja Bud-Light e em resposta Curry vai direito, não às consequências, mais às causas desse caso com a lucidez de quem liga o interruptor: as políticas woke das grandes corporações são mandatadas pelos senhores de Wall Street. Os Senhores de Wall Street ganham sempre dinheiro com os mercados, quer estes subam ou desçam. Quer as empresas prosperem ou não. Quer as pessoas vivam melhor ou pior ou bebam mais ou menos cerveja de uma determinada marca. Desde que saibam antecipadamente o que vai acontecer, os corretores todo poderosos triunfam sempre, sobre glórias ou misérias. 

Por isso, e de forma a obter total controlo sobre as sociedades, entidades satânicas como a Black Rock ditam as políticas sociais, as identidades de género e de raça, os histerismos climáticos e a eclosão de guerras, tanto como decidem sobre as taxas de juro. E saem sempre a ganhar porque, como criadores dos pesadelos, sabem como é que a coisa vai acabar e apostam sempre no cavalo do apocalipse que vence o derby do caos. O segredo do negócio é até o de atirar empresas contra clientes, consumidores contra marcas, cidadãos contra cidadãos: é sobre o caos criado e controlado que Wall Street triunfa. Invariavelmente.

Não concordo com tudo o que Adam Curry diz ao longo desta contribuição para o The Megyn Kelly Show de ontem, embora respeite bastante a sua posição, mas os primeiros minutos são imperdíveis.



Mislav Kolakusic: A OMS é uma organização terrorista.

Numa explosiva conferência de imprensa, o deputado europeu Kolakusic manifestou a sua oposição à proposta da OMS que obriga grande parte dos países deste mundo a um acordo que dá à incompetente, corrupta e maliciosa agência da ONU autoridade exclusiva para declarar e gerir pandemias.


 

É científico: os radicais de extrema-esquerda não passam de psicopatas e egocênctricos.

Um recente estudo científico descobriu que o activismo de extrema-esquerda está ligado a um desejo patológico e narcisista de satisfazer o ego em vez de alcançar verdadeira justiça social ou salvar o planeta. 

LOL. Até as pontas dos dedos com que escrevo este parágrafo se estão a rir.

quinta-feira, junho 01, 2023

Os Analectos ou uma breve introdução ao pensamento de Confúcio.

Os Analectos constituem o documento central do confucionismo e consistem numa selecção de diálogos entre o mestre e os seus discípulos. Breve itinerário sobre a obra fundamental do grande legado cultural da antiguidade chinesa.

Quanto mais tentam esconder os factos, mais pornográfica é a cortina.

The Why Files, outra vez. Estou completamente viciado neste canal. Há tanta coisa que não sei e que o senhor Gentile me traz ao conhecimento, que fico mesmo parvo com a ignorância que tenho vindo a acumular sobre a vida. Neste episódio fiquei pela primeira vez informado de que o Grand Canyon - o famoso monumento natural do estado do Arizona, nos EUA - esconde vestígios arqueológicos de uma cidade imensa, muito antiga, altamente complexa e civilizada (mais antiga e complexa e civilizada do que qualquer academia mainstream está pronta a aceitar como marco na cronologia hominídea) e aparentemente de cultura... faraónica. Ou egípcia, se quiserem. Ou asiática, se preferirem, em função da interpretação que se possa fazer dos factos. Factos esses que o Smithsonian, mais outra instituição académica barra científica que é mafiosa à brava e que se tem como íntegra, decidiu esconder. Em conluio com o estado federal americano. 

O problema é que quanto mais tentam esconder as evidências, neste caso, de natureza arqueológica, mais suspeitos são de encobrimento. E mais credíveis permanecem esses factos que são obliterados.

Neste caso específico, há até uma ironia: J. J. Kinkade, que descobriu o site arqueológico e cujo trabalho foi prontamente posto em suspenso pela Smithsonian, era um homem da casa e defendia ele próprio a interdição do acesso ao conhecimento histórico e ontológico que o local podia proporcionar.

A zona é hoje interdita a toda agente pelo governo federal. Cientistas, arqueólogos, historiadores, aventureiros, curiosos. Ninguém tem acesso ao sítio. 

Porquê?

Este episódio do Why Files liberta cem teorias da conspiração por minuto. E a culpa não é da nossa imaginação. A culpa é do comportamento altamente suspeito de instituições em que devíamos confiar mas que se foram transformando, ao longo das últimas décadas, em verdadeiras máquinas de subtrair conhecimento às massas.

Essa é que é essa.