quarta-feira, março 10, 2021

Já é mais que tempo, sim.

Até quando é que a malta vai obedecer como gado drogado?
Até que ponto vão os povos suportar o isolamento, a pobreza, a depressão, o autoritário comportamento das polícias, das autoridades médicas, dos estados?
Até que descalabro da razão e do bom senso vamos continuar a aceitar as mentiras dos jornalistas, a censura das redes sociais, a manipulação dos grupos de interesse, a total corrupção das elites?
Até que limite vão chegar os poderes fascistas que nos amordaçam há um ano?

Hã?

Vejam este vídeo antes que o Youtube o apague e acordem, por deus, acordem ò bezerros invertebrados da grande manada adormecida!


Quem é que vai a conduzir?

O gajo que vai ao volante é um robot telecomandado pelo mais efusivo, decisivo, pedagógico e encorajador co-piloto da história universal dos ralis. Isto é que é navegar com determinação e fome de velocidade. Pura e simplesmente espectacular.



Quando for grande, quero ser campeão madeirense com o Artur França sentado ao meu lado, pá.

O Cristal do Tempo é uma estrela do Youtube.

Já em 2017 tinha registado aqui a confirmação da existência substancial do Cristal do Tempo, uma fase da matéria cristalizada que se manifesta no espaço e no tempo. Pois agora até temos um vídeo, sim um vídeo, deste incrível Cristal. Ei-lo:

Até a equipa de cientistas que criou o cristal e que o filmou não percebe bem como é que o fenómeno acontece, como podemos verificar no paper relativo ao assunto,  mas as aplicações do Cristal do Tempo num futuro a médio prazo são alucinantes. Primeiro porque se trata de um fenómeno sub-atómico que apresenta movimento sem consumo de energia, o que, como é óbvio, faz explodir com a termodinâmica toda. Depois, porque é muito provável que as suas propriedades tetra-dimensionais possam ser integradas na computação quântica, potenciando performances que já de si se adivinham brutais.
Mas acima de tudo, este cristal maluco é na verdade a primeira evidência empírica de que a realidade material pactua com quatro dimensões: largura, altura, profundidade e tempo. 

Se quiseres saber mais sobre este assunto maravilhoso, caro leitor, gentil leitora, o bom do professor Petrov disserta sobre o assunto com clareza e capacidade de síntese:

terça-feira, março 09, 2021

Super Straight I am.

Num momento esquizofrénico da história da humanidade em que as pessoas inventam novas e espampanantes e ridículas identidades de género todos os dias, contra todo o bom senso e as mais claras evidências da biologia, de tal forma que o acrónimo que define essas identidades compreende quase todo o alfabeto, chegou o momento de os homens que são completamente heterossexuais e que não querem mesmo ter qualquer tipo de relação íntima com outras pessoas para além daquelas que nasceram mulheres e permaneceram mulheres se afirmarem com uma identidade, também: Super Straight.

O puto que inventou a identidade e iniciou um movimento que está a crashar completamente as redes sociais, é um génio. Reparem bem:



Espectáculo. Eu sou Super Straight, com muito orgulho. E tenho tanto direito à minha identidade de género - e em ter orgulho nela - como a rapaziada LGBTQY binária, trinária e coisa e tal.

Mais nada.

sábado, março 06, 2021

quinta-feira, março 04, 2021

Toonville: plans for the future.


A ovelha normalóide.

"SHEEPLE OF THE "NEW" NORMAL" Parody MEME Poster w/ FREE ...

Medo?

 

Há estúpidos a atacar por todo o lado mas este especialmente.

No outro dia recebi, por email, um texto de um estúpido. Estou habituado a textos estúpidos, redigidos por gente estúpida, nas redes sociais. Mas no meu email, só de vez em quando, em reacção a coisas que escrevo aqui.

Desta vez porém, nem se tratava de nada relacionado com redes sociais ou com o blog ou com seja o que for da minha ideia pública, ou minimamente com a razão pura. O email era ofensivo só porque um amigo de um amigo não concorda com a minha paz.

Dizia o imbecil palhaço e fervoroso adepto de uma equipa canadiana de hóquei no gelo (sim) que eu era incapaz de ler os emails que ele consistentemente me enviava, não porque os emails dele são uma seca daquelas, mas porque eu era um ignorante daqueles. Um gajo que não servia para mais do que ler memes. 

Bom, tenho que conceder. Eu prefiro de facto "ler" memes em desfavor de emails super extensos e armados em interessantes e provenientes de imbecis sem nome que acham sobre qualquer pessoa que tem uma opinião diferente da dogmática opinião deles um tipo merecedor de extermínio por pelotão de fuzilamento.

Bloqueei logo e obviamente o imbecil para não lhe dar razão. Porque ele, como o relógio parado e como o número 36 da roleta do casino Estoril, estão condenados ao azar de ter alguma. Apesar de saber instintiva e absolutamente que li mil vezes o que ele não leu, desconfio na verdade, melhor que este filho-de-um-deus-menor, que objectivamente só passeei os óculos pela viagem de três livros, na minha vida: a Ilíada. A Odisseia. A Bíblia.

Ainda assim, puta que pariu isto de aturar estes gajos que, por gostarem tanto de serem fascizados e confinados e interditos de um livre arbítrio que aliás consideram obsceno, acabam por se encontrar tão aborrecidos por dentro da vida que decidem marrar com quem é livre ou quer ser livre, pelo menos.

Puta que pariu esta merda da internet que não permite a bengalada. Este filho da pior e mais suja espécie de meretriz merecia uma boa aplicação da madeira. Porque, não me lixem, a violência física, a proverbial e eficaz acção da bengalada, pode e deve, aqui e ali, ser de pertinente virtude.

Sei que Homero, o arcanjo da queda antiga que o estúpido não leu e nunca lerá, concordaria comigo.

Suspeito que o Deus da Bíblia, que o estúpido ignora por princípio filosófico, também se encarregará de lhe fazer a vida num inferno. Já para não falar do que lhe acontecerá depois.

LOL

quarta-feira, março 03, 2021

A discoteca da minha vida #83: "Silent Alarm", Bloc Party


Bloc Party. Porra. Por onde começar? Pela voz transcendental de Kele Okereke? Pela guitarra excruciante e trovadoresca de Russell Lissack? Pela poderosa e alucinante secção rítmica infatigavelmente fabricada por Justin Harris e Louise Bartle? Pelo todo melódico e lírico, plataforma de rock total, inspirada e desesperada rampa de lançamento que dispara mísseis para Deus e canções para a posteridade?
Os Bloc Party são uma banda para além da cronologia, para além da geografia, para além de taxonomias e catálogos e enciclopédias e manuais de normas. O que eles fazem supera as leis da física e os cânones da acústica e as métricas da poesia e os limites criativos todos. O que eles fazem são discos imortais. Podia ter escolhido o último, de 2016, mas escolho o primeiro, de 2005. Por causa de ser o primeiro. Por causa de pedras preciosas como "So Here We Are" ou "Helicopter" ou "This Modern Love" ou "Banquet" ou "Blue Light". Por causa de ter sido este o momento fulgurante, histriónico e irrecuperável em que entraram pelos meus tímpanos a dentro, como um vento divino anunciando tempestades.
Se o rock é a melhor invenção da humanidade depois da direcção assistida, os Bloc Party são completamente o derradeiro testemunho dessa ideia genial.

A Thousand Pipers salute The Chieftain

terça-feira, março 02, 2021

Frase da semana.

 Idolizing a politician is like believing the stripper is in love with you.

Alain Prost faz o relato.

O Professor explica o ring de Hockenheim, no tempo em que os pilotos conduziam os carros em vez de serem conduzidos por eles.

segunda-feira, março 01, 2021

Lockdown Rally - DTM cars




Mercedes-AMG C63 DTM . Mercedes Benz C-Klasse Coupe . Opel Astra V8 Coupe




BMW M3 DTM . Audi TT DTM . Audi A4 DTM 2005

Daft Punk ao vivo, outra vez.

Os primeiros treze minutos deste concerto são espantosos. A forma como "Technologic" e "Giorgio By Moroder" são misturados num único balanço hipersónico é algo de absolutamente fenomenal e prova provada de que os Daft Punk eram uma máquina de invenção e inovação incomparável.
Isto deixa qualquer fã arrepiado até à medula, poça.

O misterioso caso da gripe desaparecida.


sábado, fevereiro 27, 2021

A discoteca da minha vida #82: "Antics", Interpol



Os Interpol são incapazes de fazer as coisas mal feitas, e ainda continuam a editar boa música. Mas foi nestes primeiros anos do século XXI que o seu timbre grandiloquente, quase apocalíttico e profundamente fatalista, caiu melhor no meu ouvido, sabe-se lá porquê. Ainda assim, é difícil escolher um entre os primeiros três discos desta intrépida banda de Nova Iorque. Escolho o segundo porque é quase perigoso: progressivo até ao limite da sensatez, tocado com o prego a fundo, do princípio ao fim um acto de fé no puro poder da electricidade, Antics é uma obra composta para acelerar as sombras do mundo.
Temas como "Not Even Jail", "Narc", "Take You On a Cruise" ou "C'mere" ainda hoje me arrepiam, quando volto a ouvi-los. São elegíacos e tristes, poderosos e destrutivos, pequenas odisseias pelo melancólico e sombrio itinerário da alma humana. 



Sobre o segundo disco que mais gosto dos Interpol, "Our Love to Admire", já escrevi, em 2007, o que tinha a escrever, aqui.

Lockdown Rally - WTCC cars




Volvo S-60R STCC . Honda Accord Euro R WTCC. Honda Civic Type R BTCC


Seat Leon WTCC . Ferrari 380 GTC . BMW 320 WTCC

The information paradox.

 

Uma história de violência.



Era uma vez um chanceler alemão, de sua graça Gerhard Schröder, que na passagem dos milénios deixou a Europa completamente dependente de uma conduta de gás alimentada e montada pela Rússia. Como prémio por esta magnífica façanha e depois de ter sido despedido pelo povo alemão, Gerhard ganhou, entre outros fantásticos prémios, um magnífico e chorudo emprego no conselho de administração da NordStream, a empresa de capitais conjuntos russos e alemães que detém a dita conduta e uma gorda avença como consultor da Gazprom, a energética russa que coloca o gás na conduta.

Tudo isto é comum e não escandaliza ninguém, já que parece ser aceite com alguma naturalidade que os detentores de cargos públicos e políticos desencantem, no fim dos seus mandatos, rentáveis empregos nas empresas com que lidaram e a quem fizeram favores enquanto exerciam esses cargos. Faz parte.

O problema é que a Europa, na sua União em geral e na sua desunião em particular, não gostou da herança deixada por Gerhard Schröder. A Europa preferia ter sido servida de gás por outras condutas, por outros produtores, que não aqueles ligados intimamente a uma potência tártara, liderada por um ex-agente da KGB, que pode fechar a torneira a seu bel prazer e quando menos se espera, deixando germânicos e balcânicos, latinos e anglosaxónicos, eslavos e celtas, gauleses e helvéticos com o rabo ao frio. A Europa preferia mil vezes depender energeticamente do médio oriente, região do planeta dividida por tribos e religiões, fascismos e militarismos, siderais níveis de corrupção e guerras constantes e que, sendo instável e sanguinolenta, não tem poder para oferecer relevantes ameaças à paz continental, à prosperidade dos povos ocidentais e ao fluxo estável e contínuo do precioso e gasoso recurso.

Vai daí a Europa, na sua união tanto como na sua desunião, optou por inaugurar uma política diplomática de duas caras. A cara para inglês ver, que condena abertamente as intervenções militares americanas no médio oriente (salvo raras excepções em que a quase unanimidade da comunidade internacional promove as costas quentes de toda a gente, como aconteceu por duas vezes com o Iraque). E a cara usada para as reuniões a portas fechadas e os canais diplomáticos interditos ao olho público, em que pressiona os sucessivos inquilinos da Casa Branca no sentido de destruir todo e qualquer regime antipático às suas pretensões energéticas que pontifique na vasta geografia que se estende dos cursos do Tigre e do Eufrates aos desertos da Península Arábica. Até 2016 a estratégia dual tinha resultado esplendidamente. Entre Clinton, Bush filho e Obama, venha o diabo para escolher quem foi o presidente que matou mais gente, que destruiu mais cidades, que bombardeou mais casamentos e baptizados naquela deprimente localidade planetária.

Exemplo máximo deste sucesso é a Síria. Perímetro territorial essencial para a montagem da conduta de gás que sirva a Europa e a liberte do jugo energético pós-bolchevique, o país, se podemos chamar um país a este conjunto de ruínas ensanguentadas e cemitérios improvisados, é liderado pelo feudo Al-Hassad há cerca de meio século e o actual ditador-monarca na presidência, Bashar o Exterminador, cuspiu na mão e apertou a outrossim cuspida de Putin, jurando aliança eterna entre as duas nações e de tal forma que impossibilite para sempre e até ao fim dos dias, que Alá o permita, a construção da tal conduta tão desejada pela união e pela desunião dos europeus. Em contrapartida, Putin prometeu erguer o seu colossal punho militar para eternizar o regime assassino dos Al Hassad, custe o que custar, venha quem vier e morram os que morrerem, que no caso são essencialmente os desgraçados, irrelevantes e atómicos constituintes do povo sírio.

Não é aliás por acaso que a actual Chanceler alemã mostra uma tão enorme vontade de receber a constante corrente de refugiados de lá provenientes: a culpa é um peso, às vezes insustentável.

Acontece que em 2016 as coisas mudaram radicalmente. Os americanos elegeram um tipo que nunca leu Tácito. Que nunca leu Kissinger. Que se estava a barimbar para os interesses unidos e desunidos da Europa porque tinha como mandato preocupar-se exclusivamente com os interesses dos americanos. E os americanos não têm na verdade qualquer interesse, seja ele económico, seja ele estratégico, seja ele lúdico, na Síria. Vai daí, cessaram (ou quase cessaram porque a terceira lei da termodinâmica é lixada) os bombardeamentos de casamentos e baptizados. Vai daí, a ordem executiva americana começou a manifestar até uma vontade inacreditável e imoral de fazer regressar as suas tropas de palcos onde os soldados pereciam aos milhares sem qualquer razão aparente que pudesse legitimar a mortandade. Este surpreendente volte face deixou a união e a desunião europeia em estado apoplético. De tal forma apoplético que nunca como durante os quatro longos anos em que Donald Trump habitou a alva vivenda de Washington foi um presidente americano assim odiado, vilipendiado, ostracizado, ridicularizado pela união e pela desunião dos europeus. A guerra é essencial à paz europeia. Principalmente quando os soldados que morrem não são europeus. Principalmente quando os civis que morrem não são europeus. Principalmente quando a Europa consegue permanecer inocente nas páginas dos jornais e nos compêndios de história.

Acontece que Jeová é grande, o poder das altas esferas ainda é maior e a democracia americana sofre de várias corruptelas técnicas, de tal forma que a séria possibilidade de um segundo e satânico mandato de Trump foi interrompida por volta das três da manhã da madrugada de 4 de Novembro último e colocado enfim um senil e demente personagem no seu lugar, perfeitinha testa de ferro para o conglomerado industrial e militar norte-americano, tanto como para a ambição geo-estratégica sediada em Bruxelas. Um mês depois de tomar posse, Joe Biden largou a rédea ao Pentágono e a Síria voltou ontem a ser bombardeada pelos magníficos e gloriosos e libertadores jactos americanos.

A versão oficial, completamente transcrita pelo sempre fiel à falsidade orgão propagandístico do Partido Democrata a que continuamos a chamar New York Times, é a de que os Estados Unidos pretendem atingir estruturas malévolas montadas no país pelo Irão, mas se pensarmos que a política da actual administração americana em relação às ambições nucleares dos Ayatollahs, inversa da que foi cumprida por Trump, é a de voltar à mesa das negociações (leia-se: permitir o desenvolvimento do programa enquanto se finge controlá-lo), percebemos imediatamente que as motivações são outras. Percebemos enfim a moral desta história:

A História não tem moral.

sexta-feira, fevereiro 26, 2021

Há coisa de catorze anos atrás,

os Daft Punk já estavam muito à frente.
Concerto integral, Chicago, 2007. Só para fans.

quarta-feira, fevereiro 24, 2021

Percepção Vs realidade ou como os "jornalistas" enganam toda a gente.

Num estudo recente efectuado pelos senhores da Skeptic.com, ficamos a saber como ao americanos estão redondamente, escandalosamente, mirabulantemente enganados no que diz respeito à dicotomia raça/actividade policial.

Neste quadro percebemos que a maior parte dos inquiridos acha que no ano de 2019 foram mortos pela polícia mais de mil homens negros, que na situação estavam desarmados. Na realidade, foram mortos entre 13 a 27. A margem de erro é tão disparatada que custa a acreditar.



Já aqui neste gráfico, percebemos que, independentemente do espectro político, toda a gente está completamente equivocada sobre a percentagem de negros mortos pela polícia. A percentagem real é 23,4%, que até está de acordo com a incidência demográfica da etnia no tecido populacional norte americano.

Assim, sendo, há que perguntar, porque raio está esta gente tão enganada? Como no caso do Covid 19, que mencionei aqui há uns meses e cuja disparidade entre a percepção e a realidade é muito similar e igualmente disparatada, será que a responsabilidade é de quem tem a profissão manhosa de (des)informar as populações? Não serão os jornalistas os verdadeiros causadores destes terríveis erros de percepção, com devastadoras consequências para a coerência social e a coabitação pacífica entre as etnias?

Claro que são. Até porque como já escrevi aqui algures, encontramos muito mais mentiras na imprensa do que nas redes sociais. Encontramos muitos mais mentiras na imprensa do que em qualquer outro eixo de comunicação, na verdade. Até a publicidade contemporânea, por muito má que seja - e é, mente menos do que os pulhas que têm por ofício enganar este mundo e o outro.

E como sempre, Tucker Carlson elabora sabiamente sobre este lamentável assunto:

Memes em geração espontânea.


Enjoy racism.

Parece que a Coca-Cola está a aconselhar os seus trabalhadores a serem menos brancos. E parece que isto é pacífico, para a maior parte dos media. Agora imaginem o contrário. Imaginem que a Coca-Cola começava a aconselhar os seus quadros a serem menos pretos. Caía o Carmo, a Trindade e tudo o resto que estivesse em pé, certo?  Como não me lembro, no meu tempo de vida, que isto alguma vez tivesse acontecido (mesmo admitindo que alguém o pudesse pensar, nunca ninguém teria o desplante de o dizer), esta directriz dos programas de training da empresa que um dia já foi a fabricante da água suja do imperialismo americano e que hoje produz a água porca do fascismo globalista e politicamente correcto, fica oficialmente detentora da linha de comunicação interna mais racista dos últimos 50 anos. Ou mais.

Lockdown Rally - WRC cars #02


Skoda Octavia WRC . Ford Fiesta JWRC . Ford Focus WRC . Ford Focus Pace Car . Ford Fiesta WRC



Seat Cordoba WRC 1998 . Seat Cordoba WRC 2004 . Hyundai Accent WRC . Mini John Cooper Works WRC

Às vezes ainda tenho esperança.

A imbecil de serviço elogia o establishment, no Open da Australia. A malta nas bancadas reage, muito apropriadamente, assim (vale a pena ver o clip até ao fim):



Vai ser um processo doloroso - e se calhar, sangrento - mas às vezes ainda tenho esperança que o actual estado de coisas mude, através do mais vital dos impulsos: o levantamento da vontade popular.

segunda-feira, fevereiro 22, 2021

Daft Punk is no longer.

Aquela que foi a banda mais influente dos últimos 30 anos, terminou hoje o seu sideral percurso. Com um bang. Tenho o coração partido. E escreverei mais sobre eles, na Discoteca da Minha Vida, quando chegar a vez de "Random Access Memories", o disco obra prima de 2013. Por enquanto, fica o explosivo adeus dos geniais Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter.

Adenda às seis e meia da manhã de terça-feira: o clip está neste momento com mais de 10 milhões de visualizações. Não estou sozinho no meu luto.

domingo, fevereiro 21, 2021

Lockdown Rally - WRC cars #01



Mitsubishi Lancer Evo IV  .  Mitsubishi Lancer Evo VII
Subaru Impreza WRC 2007 .  Subaru Impreza WRC 2004



Citroen Xsara WRC  .  Citroen C2 JWRC
Citroen DS3 WRC 2011  .  Citroen DS3 WRC 2012