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sábado, abril 23, 2022

A voz de Eva.

"Resist Much, Obey Little."
Eva Vlaardingerbroek


A propósito dos motins na Suécia, Tucker convidou ontem Eva Vlaardingerbroek para que a sua vasta audiência tivesse acesso a uns segundos de clarividência, que é algo que a pundit holandesa tem para oferecer em quantidades industriais:


Não há nesta decrépita Europa muitas vozes como a de Eva. Numa recente palestra no Brussels National Conservatism Conference, a rapariga levanta com eloquência muitas das questões fundamentais do nosso tempo e diagnostica com acerto singular as ameaças à civilização e à humanidade que a maioria dos mortais parece empenhada em ignorar.

Entre os vários assuntos tratados nesta brilhante e breve dissertação, destaco as palavras de Vlaardingerbroek sobre as consequências do assassinato de Deus na cultura Ocidental, com impactos dramáticos na forma como encaramos a vida, a liberdade e o papel do estado; o perigo que representam falsos profetas como Elon Musk, cuja retórica vai de encontro a certas expectativas do movimento conservador mas que na realidade estão interessados em promover o transhumanismo e o capitalismo globalista; e a dificuldade de combater um inimigo que se esconde na indiferença bovina das massas.

Eis uma verdadeira cruzada. No sentido literal do termo.


A voz de Eva #02

Noutra pertinente intervenção no Tucker Carlson Tonight, Eva Vlaardingerbroek alerta para o distópico sistema de vigilância e controlo dos cidadãos do género Chinês, que começou a ser implementado em força desde a pandemia e que ganha contornos assustadores a cada dia que passa.



sexta-feira, setembro 01, 2023

Sobre o carbono dos servos da gleba.

Eva Vlaardingerbroek, sobre o plano do Fórum Económico Mundial de impor um subsídio pessoal de carbono, ligado à identificação digital, com o falso o pretexto de enfrentar a falsa crise das alterações climáticas:

"O CEO de um dos maiores bancos holandeses disse que se todos receberem créditos de carbono pessoais individuais, por que não fazemos isso para que as pessoas ricas, que por exemplo queiram tirar férias com muita frequência, possam comprar créditos de carbono às pessoas que não têm dinheiro para comprar passagens de avião ou comer carne assiduamente? Então o que vai acontecer é que os ricos ficarão mais ricos, os pobres ficarão mais pobres, e eles dizem isso abertamente como se não fosse algo controverso. É neo-feudalismo." 

Eu acrescento: os ricos ficarão mais livres e os pobres ficarão menos livres. É neo-feudalismo.

Depois não digam que não foram avisados.

domingo, janeiro 09, 2022

So true.

"If you allow any pretext that sounds ‘good’ to suspend your constitutional rights, then you have no constitutional rights."
Eva Vlaardingerbroek


sábado, setembro 24, 2022

Na Suécia, nada vai mudar.

Como eu suspeitava, os suecos não ganharam juízo, pelo contrário. A cada dia que passa enfiam-se ainda mais no buraco caótico onde decidiram cair há já uns anos largos.

Eva Vlaardingerbroek explica que a magra vitória da direita  não vai mudar nada da triste realidade do país. Porque a esquerda, ironicamente, só perdeu a maioria porque os votos da enorme comunidade islâmica foram transferidos para o partido... islâmico. E porque as forças liberais de centro direita têm horror à direita populista e dificilmente uma coligação será conseguida no contexto desse espectro político. O que provavelmente irá acontecer é um bloco central entre liberais e socialistas e, portanto, mais do mesmo. Mais violência islamita, mais tirania sobre a dissidência, mais difusão da identidade nacional, mais alterações demográficas no sentido de transformar o país num laboratório de Babel.

Aqui como em Inglaterra, como em França, como em Espanha, como em Portugal, como no Canadá e como nos Estados Unidos, os regimes conseguem contornar e ignorar os verdadeiros mandatos eleitorais, condenando os eleitores a perpetuar as elites instaladas.

segunda-feira, outubro 31, 2022

A Holanda como projecto piloto do inferno.

O governo holandês, cuja agenda parece ter sido integralmente redigida em Davos, está a usar os cidadãos como cobaias do "Great Reset". E, para além do estrume que os agricultores espalharam por algumas cidades do país, os holandeses não barafustam. Não se importam muito com a sua condição de ratos de laboratório. A não ser a Eva. A Eva importa-se.

Mas se os holandeses não começarem rapidamente a acordar para o inferno a que estão a ser sujeitos e o processo fascistóide em curso na Holanda entrar em velocidade de cruzeiro, será depois alegre e rapidamente implementado por toda a Europa.

quarta-feira, outubro 11, 2023

Olhos abertos, ouvidos despertos, neurónios de plantão.

Eva Vlaardingerbroek, a activista conservadora holandesa que é uma voz recorrente neste blog, publicou o texto em baixo no Twitter/X. Subscrevo-o completamente. Precisamos de estar muito atentos aos efeitos secundários do que se está a passar agora em Gaza.

It’s clear that there are people at the highest level who knew the attack on Israel would happen.

An Egyptian intelligence official said Israel ignored repeated warnings of ‘something big’. Israel also has one of the most advanced militaries in the world and works in close cooperation with the CIA. There must have been people who knew and either wanted it to happen or they let it happen.

It’s also clear that many are now angrily beating the drums of war, just like we’ve seen throughout the Russia-Ukraine conflict.

People on both “sides” are eager to see further escalation of this conflict, regardless of whether or not it launches us into World War 3. 

I think that’s an extremely dangerous path to go down on and I’d exercise great caution in following any narratives like that.

Before we start World War 3, it’s worth asking ourselves:

Who benefits from further escalation of this conflict?

Who benefits from this war?

If there is one thing that’s for sure, it’s that it us ordinary people will not benefit from this war being escalated further, nor will the innocent civilians currently caught in the crossfire. Please pray for them.

So, for those who keep asking “what side are you on?”

First and foremost, my loyalties lie with God, Family, and Country. That’s Jesus Christ, my family (in Him) and *my own* country.

As this conflict escalates, it will agitate radical jihadist sentiments around the world. Especially in Europe.

I’m extremely concerned with the mobilization and emboldenment of the millions of military-aged Muslim men imported into our homelands.

Hamas just announced this Friday the 13th will be “day of general mobilization in the Arab and Islamic world”.

With the insane (and most definitely intentional) demographic shifts we’ve seen in Europe, having millions of fighting age Muslim men imported over the past decade, I’m expecting riots and most likely violence all over Western Europe as this conflict escalates. Major cities in particular will be dangerous.

This was to be expected at some point.

We’ve warned about this happening for years, but the destabilization of Europe was also clearly wanted by our overlords. Divide and conquer in full force.

Secondly, as it pertains to geopolitical strategy: I’m on the side of those trying to keep their heads cool, who don’t want to see World War III started, and who want to see as many innocent lives spared on both sides as possible.

I don’t know if that side even exists at this point.

I don’t know how this will all unfold, but I do know, that for now - acknowledging that I don’t know what I don’t know - that’s the “side” I’m on.

 

E a confirmar o que diz Eva, reparem bem no que aconteceu hoje em Londres, em frente à embaixada israelita.


sábado, abril 23, 2022

A voz de Eva #03

"Just like we may never forget that the government isn’t our friend; we shouldn’t forget either that most people, most of our fellow citizens aren’t our friends either. These past two years we’ve seen how most people blindly follow what the government asks of them - not limited by any moral compass. In Holland for example, more than 90% of the population got vaccinated and a majority of them thought it was absolutely justified that the unvaccinated were stripped of their most fundamental human rights. 

At best, the unvaccinated were told that we were ‘being difficult’ and that we should just ‘bear the consequences of our own choice to not be vaccinated’. But more often, we were told that we were irresponsible, non-citizens who ‘weren’t part of society anymore’ and shouldn’t be able to receive healthcare. Indeed, we were basically murderers who deserved to be punished.

That’s what we were told by our leaders, that’s what we were told by the media and that’s what many of us were even told by our own friends and family. 

We shouldn’t forget that. We shouldn’t forget what they did to us. Because the truth is: the world is a dangerous place filled with people who do evil things and/or don’t do anything to stop it. There is no such thing as a Fukuyamaian ‘end of history’ and civilization and liberal democracy are nothing but a thin veneer. And as long as we continue to have the memory span of a goldfish, we’ll be treated like one: aimlessly swimming around in a tiny bowl, merely existing and consuming, completely dependent on the big hand that feeds us.

And at risk of sounding cynical: with inflation rising to 12% and the prices of bread and meat going up by 30%, I wouldn’t be so sure of that hand coming to feed you either."
 
Eva Vlaardingerbroek .
Don't forget what they did to you because they'll do it again

segunda-feira, outubro 10, 2022

Estão aqui estão a comer gafanhotos.

Um incrédulo Mark Steyn pergunta a Eva Vlaardingerbroek se é mesmo verdade que a resposta do governo holandês aos protestos dos agricultores do seu país é mesmo a de lhes adquirir as propriedades agrícolas.  Eva responde que sim, que é verdade e explica que se trata de uma iniciativa talvez ainda mais draconiana do que a anterior: a nacionalização do sector agrícola tem como objectivo fazer com que os holandeses tenham acesso apenas aos alimentos que o estado considera apropriados. E a carne não é um deles, claro.

domingo, março 19, 2023

Sobre a guerra civil entre as elites e as massas.

Não é preciso concordar ou discordar com a idade da reforma em França para perceber o que aqui está em progresso é, mais uma vez e por vezes sem conta, a guerra que as elites espoletaram sobre as massas.



Na Holanda, as massas ganharam uma batalha, como aconteceu, mais ou menos, em Itália. Mas será difícil ganhar a guerra, porque as pessoas estão a acordar muito tarde para a realidade distópica que foi meticulosamente montada no Ocidente.


Mais: a destruição decorrente dos protestos e motins que vão certamente acontecer por toda a Europa nos próximos anos a propósito das políticas elitistas-globalistas só beneficia os poderes instituídos. Primeiro porque a filosofia operacional dos agentes totalitários é a do quanto pior, melhor. O caos é amigo do Great Reset. Depois porque vai legitimar restrições cada vez mais draconianas aos direitos e liberdades dos cidadãos.

A recessão profunda em que estamos a cair só vai agravar as tensões que estão à flor da pele do tecido social. A repressão vai aumentar de intensidade. Vamos assistir nos próximos anos a tumultos inéditos no contexto do último meio século. Esses tumultos vão ser capitalizados para instaurar estados de emergência, suspensões constitucionais e libertar poderes férreos e ditatoriais sobre as populações.

O clico vicioso de violência e repressão, de empobrecimento e autoritarismo vai ser muito difícil de romper. Tanto mais que a maior parte dos eleitores ainda não percebeu que o seu voto, a única solução pacífica para alterações radicais nas lógicas de regime, já não tem qualquer impacto ou significado na governação das nações. A representação não existe porque as super-estruturas das sociedades são hoje interpretadas e conduzidas por uma oligarquia trans-partidária e supra-ideológica, de inspiração corporativa, que une esforços para mais eficazmente desenvolver a guerra declarada contra a liberdade, a identidade e a prosperidade dos povos.

Entretanto, nos Estados Unidos, correm rumores cada vez mais credíveis que o aparelho democrata se prepara para prender Donald Trump, a propósito de um processo judicial que o acusa de ter pago, em 2016, a uma prostituta para silenciar a relação que mantinha com o ex-presidente. 

 

 

Em circunstâncias normais, esta decisão seria ponderada extra-judicialmente, na medida em que Trump é o provável candidato republicano às próximas eleições presidenciais e porque casos como estes ocorreram para lá de mil vezes na história eleitoral dos EUA, de Bill Clinton a Lyndon Johnson. Mas no actual estado psicótico e ditatorial da federação, não há como frear os ímpetos dos poderes instituídos: a direita é política e socialmente inoperante e as tais forças conservadoras de fundo que o Regime Biden não se cansa de demonizar não representam qualquer ameaça ao livre curso das ambições totalitárias. Ou me engano muito )é completamente possível), ou Trump será preso sem que se registe qualquer distúrbio significativo.

Até porque o construtor civil de Queens não tem legitimidade nenhuma para apelar à rebelião. A verdade é que deixou os manifestantes de 6 de Janeiro a apodrecer nas cárceres de um processo kafkiano, alheio às regras de qualquer estado de direito, a que muitos forma submetidos. Nem apoio jurídico se lembrou de prestar aos seus incondicionais apoiantes.

Bem sei que traço um quadro pessimista, como quase sempre, da actualidade. Mas que razões tenho para pensar de outra forma?

quarta-feira, novembro 29, 2023

Satanás com rédea solta.

quarta-feira, julho 06, 2022

Na Holanda, uma guerra aberta entre líderes e liderados.

Como já aqui referi, o governo holandês decidiu declarar guerra aos agricultores do país, para cumprir a agenda de Davos. E as coisas estão a aquecer a cada dia que passa, até porque o regime decidiu infiltrar os movimentos contestatários com agentes provocadores, que entretanto têm sido desmascarados pelos agricultores. Alguns deles foram apanhados em flagrante delito, a enfiarem-se nas viaturas da polícia. Paul Joseph Watson conta a história.



O governo holandês já avisou que um terço das unidades agrícolas do país vão fechar. Mas considera inaceitáveis os protestos dos agricultores, que têm sido violentamente reprimidos pela polícia, inclusivamente disparando fogo real sobre os manifestantes.

E depois ainda nos querem convencer que Vladimir Putin é que é um líder totalitário e draconiano, inimigo da democracia. Pois, pois.

terça-feira, fevereiro 21, 2023

Muito gostava eu de saber

quem é que estes símios pensam que são. Um judeu manhoso com uma avença em Davos diz que a era do livre arbítrio acabou. E porque o diz, assim será? Não amigo, tu e os teus camaradas ainda vão ter que suar muito para cumprir esse satânico objectivo, na pior das hipóteses. E na melhor, acabarás como a senhora dona antonieta, pá.

segunda-feira, outubro 17, 2022

Coisas que não vês no telejornal #07

domingo, novembro 20, 2022

É um facto consumado.

Os discípulos de Klaus Schwab fazem como o seu mestre e, sabendo que as massas foram reduzidas a manadas, estão por tudo e obedecem a tudo, não escondem coisa alguma da sua agenda. Nem o plano último. Eis Macron anunciando alto e bom som que a Nova Ordem Global é necessária e inevitável.

sexta-feira, novembro 18, 2022

domingo, dezembro 18, 2022

Quando adormeces em democracia,

acordas a pagar mais impostos.


 

E se ainda não percebeste que isto não tem nada a ver com a salvação do planeta, devias pagar mais impostos ainda. Por seres tão parvo.

sábado, agosto 31, 2024

Sobre a cega irresponsabilidade das massas.



A liberdade de expressão e de informação está neste momento a sofrer o maior ataque desde que Gutenberg inventou a imprensa. 

Alexander Durov, o fundador e CEO do Telegram foi preso em França. O X (ex-Twitter) - aquela que é a maior plataforma global para o livre discurso - está sob ameaça de interdição na Europa, no Reino Unido e foi ontem banido no Brasil. O próprio Elon Musk estará neste momento a pensar com os seus botões se não terá o mesmo destino de Durov, caso saia dos Estados Unidos ou Kamala Harris vença as presidenciais de Novembro. 

Mark Zuckerberg acabou de confessar que, a mando do regime Biden e do FBI, interferiu nas eleições de 2020 e censurou toda a gente que tinha uma opinião dissidente durante a pandemia. 

Na Alemanha e na Polónia, há ministros que mandam fechar órgãos de comunicação social arbitrariamente, sem mandato judicial. No Reino Unido, as pessoas estão a ser presas por comentários anti-imigração e "anti-sistema" nas redes sociais. Sob definições vagas e manipuladas ideologicamente, abrem-se excepções inúmeras ao Estado de direito e às constituições nacionais para perseguir a dissidência política em nome do 'discurso de ódio' e da 'desinformação'.  O delito de opinião reina, actualmente, no hemisfério ocidental, sendo até um alvo mais procurado do que a criminalidade violenta. A cada dia que passa, fica mais apertada a mordaça e os povos parecem estar a aceitar tudo isto com a bovina obediência que tem presidido ao seu comportamento desde a pandemia, como se sofressem da Síndrome de Estocolmo, vivendo psicológica e emocionalmente dependentes dos seus malfeitores.   

 

 

Não deixa de me espantar a facilidade com que as pessoas permitem a sujeição ao fascismo dos moraes, dos starmer, dos scholz, dos trudeau e dos macron deste mundo. Nesta altura do campeonato, devia estar mais conformado com o conformismo das massas, mas não. Continuo incrédulo. Continuo aparvalhado com a cobardia, com a cegueira, com a passividade, com o sonambulismo desta gente tonta e alienada, que nem consegue honrar os sacrifícios que os seus avós fizeram para que pudessem experimentar uma vida em liberdade. 

É certo que a civilização ocidental é um caso perdido, que a força do carácter dos seus povos decresceu na directa proporção do número de espermatozoides que os homens conservam nos genitais, mas ainda assim, seria de esperar uma reacção aos acontecimentos dos últimos tempos, caramba.

  

 

E hoje, sábado, 31 de Agosto, menos de 24 horas depois da língua portuguesa ter sofrido aquele que, em escala, será o maior atentado contra a sua integridade, os portugueses estavam entretidos com assuntos muito mais importantes:

 


Saber dizer não é uma das primeiras virtudes morais. Recusar a tirania, a prepotência de líderes fracos, a vilania dos poderosos, é uma responsabilidade individual e social. É o mais importante legado que podemos deixar aos nossos filhos. Mas a verdade é que eles vão herdar um inferno totalitário. Como é que podemos viver com a condenação até daqueles que mais amamos a um futuro assim negro? 

Disse um dia Thomas Jefferson:

"Quando a tirania passa a lei, a rebelião passa a dever".

Não somos dignos desta máxima, nem somos dignos dos homens que a respeitavam. Gordos, resignados e tristes, entregamos, sem dar luta, o nosso destino e o destino das gerações vindouras aos piores actores da história universal. Que deus nos perdoe. Porque já nem sequer acredito que nos possa salvar. Não merecemos ser salvos.   

 

PAULO HASSE PAIXÃO
Publisher . ContraCultura
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quinta-feira, maio 28, 2026

A verdade é um crime, agora.

segunda-feira, novembro 28, 2022

E resolver o problema será próximo de impossível.