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quarta-feira, outubro 12, 2022

Tulsi has had enough #02

A mensagem de adeusinho ao partido democrata da valente Tulsi Gabbard, reportada em tempo real pelo Blogville, está a dar que falar nos Estados Unidos. Não que o abandono fosse surpreendente, porque a rapariga já era uma adversária de regime Biden desde que a actual administração tomou o poder.  Não que a sua breve mas contundente alocução contivesse alguma falsidade: tudo o que ela diz é certeiro e factual. Mas porque Tulsi era, até aqui há não muito tempo atrás, uma das figuras mais promissoras do universo político liberal americano. Só que a palavra liberal deve ser tomada aqui no seu sentido literal e não no sentido que os democratas lhe atribuíram nos últimos anos, que é precisamente o oposto: o liberalismo contemporâneo transformou-se numa ideologia autoritária, persecutória, fascizante e portanto, iliberal. E foi por isso que a haitiana decidiu desertar.

Tucker, que já há muito mantinha uma relação estreita com Tulsi Gabbard - ela chegou a apresentar o Tucker Carlson Tonight neste verão, quando o apresentador foi de férias e é presença habitual no programa - pegou ontem no assunto, para o dissecar com o seu bisturi danado.

terça-feira, junho 17, 2025

Isto não tem explicação.

No Air Force One, uma jornalista perguntou a Trump se tem a certeza que o Irão estava prestes a ter armas nucleares já que em Fevereiro a sua própria directora dos serviços de inteligência, Tulsi Gabbard, tinha afirmado no Congresso que o país dos aiatolás não estava perto de conseguir produzir esse tipo de armamento.

Resposta do Júlio César americano:

"Não quero saber do que ela disse. Acho que estavam muito perto de ter uma."

Como acontece com toda a gente que chega à Casa Branca, Donald Trump está possuído. Não encontro outra explicação.

E também não sei do que é que Tulsi está à espera para se demitir. 

 

sexta-feira, fevereiro 14, 2025

Boas notícias: Senado confirma Tulsi Gabbard como Directora dos serviços inteligência norte-americanos.

O Senado dos Estados Unidos confirmou a nomeação de Tulsi Gabbard para o cargo de Directora dos Serviços de Inteligência dos EUA. A ex-congressista democrata vai ser sem dúvida um força de paz, bom senso e moderação na administração Trump. 


quinta-feira, julho 24, 2025

Tulsi Gabbard desclassifica documentos secretos que revelam que a administração Obama fabricou narrativa de interferência russa nas eleições de 2016.

Tulsi Gabbard desclassificou documentos que provam sem margem para dúvida que a administração Obama cometeu crimes de traição e interferência eleitoral em 2016. Mas quem para além dela no executivo Trump estará interessado em levar estas provas às últimas consequências?


 

terça-feira, novembro 28, 2023

Dividir para reinar.

A ilustração perfeita de como o conflito no Médio Oriente está a dividir aqueles que se recusaram até aqui a aceitar as narrativas dos poderes instituídos, assunto que o Contra já abordou e é deveras preocupante, é plasmada neste clip por Kim Iversen: a até aqui pacifista dissidente do Partido Democrata Tulsi Gabbard escolheu um lado, no conflito entre o Hamas e Israel, o lado da Fox News, que lhe paga a milionária avença, e desdenha agora, mesmo contra as suas não muito antigas convicções, toda e qualquer dissidência à posição pró-sionista.

 

Mudar de opinião não é um crime. Deus sabe que eu, nos últimos anos, já alterei nem sei quantas vezes o meu juízo sobre isto e aquilo, e inclusivamente sobre a legitimidade de Israel para a fazer a guerra com os seus vizinhos. Mas atacar assim aqueles que a apoiaram e a defenderam até aqui há uns meses atrás é, no mínimo, uma traição à causa do livre arbítrio que só pode ser compreendida à luz de um conformismo aos poderes instituídos e ao seu fluxo financeiro. Porque coragem, como sabemos, não falta a Tulsi Gabbard.

E enquanto nos divide com barricadas, falsas bandeiras, equívocos históricos, falácias ideológicas e mentiras às toneladas, o verdadeiro inimigo progride a olhos vistos.

quarta-feira, novembro 13, 2024

Era previsível: Trump começa a nomear gente do sistema para a sua administração, traindo o seu mandato eleitoral.

Circulam por estes dias rumores de que Trump vai nomear o neocom Marco Rubio para Secretário de Estado. A concretizar-se, esta infeliz decisão, para além de constituir uma traição flagrante do mandato populista, confirma as piores expectativas que podíamos alimentar sobre a próxima administração republicana. Rubio é um senhor da guerra e com ele à frente da diplomacia norte-americana não haverá paz na Ucrânia, e a guerra com o Irão será mais que provável, para além de uma intensificação das tensões com a China.

Trump nomeou entretanto Kristi Noem, a governadora do Dakota do Norte e criadita do sionismo internacional, para chefe do ICE, a polícia aduaneira dos EUA (talvez para compensar a nomeação de Tom Homan, este sim, um genuíno populista, como 'Czar da Fronteira'). Apesar de conservadora, Noem é conhecida pelas suas posições polémicas sobre ideologia de género, que nada têm a ver com o mandato eleitoral que deu uma vitória histórica aos republicanos.

Trump anunciou também a nomeação do congressista Mike Walz, outro sionista super manhoso e um homem intestinamente ligado ao pântano de Washington, como Conselheiro de Segurança Nacional. Outra tenebrosa decisão.

Isto enquanto figuras de alto perfil e intimamente relacionadas com o espírito e a letra do seu mandato eleitoral, como Rand Paul, Tulsi Gabbard, Matt Gaetz, Thomas Massie e Anna Paulina Luna, só para dar alguns exemplo, estão a ficar de fora das nomeações.

Velhos hábitos são difíceis de contrariar e Donald Trump parece estar a repetir afinal os mesmos erros da sua anterior presidência. E isto apesar de ter reconhecido durante a campanha eleitoral que a principal fragilidade dessa estadia na Casa Branca tinha sido precisamente o péssimo critério nas escolhas que fez para a constituição do seu executivo.

Chamem-me pessimista, ou chamem-me o que quiserem, que é para o lado que durmo melhor, mas a verdade é esta: Donald Trump, como homem, está longe de constituir um ideal de virtudes. Como político, está longe de constituir um ideal populista. E como Presidente, vai ficar longe de cumprir as expectativas do seu eleitorado.

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Actualização às 3H00: Aparentemente, Trump nomeou Matt Gaetz para Procurador Geral. E Tulsi Gabbard como Directora de Inteligência (serviços secretos). Boa! Mas confirma-se também que nomeou Marco Rubio para Secretário de Estado, o que é uma notícia horrível. Mixed feelings, now.

quarta-feira, agosto 14, 2024

Regime Biden adiciona Tulsi Gabbard à “lista de observação de terroristas”.

Pelo crime de dissidência política - e de não ter medo de dizer o que pensa - a ex-congressista democrata e tenente-coronel (na reserva) do exército dos EUA, Tulsi Gabbard, foi colocada numa lista de vigilância de terroristas pelo regime Biden. 


terça-feira, outubro 11, 2022

Tulsi Gabbard has had enough.

quarta-feira, fevereiro 05, 2025

Tulsi Gabbard na audiência de confirmação: “Recuso-me a ser a marioneta do Estado profundo.”

Durante sua audiência de confirmação para se tornar chefe da inteligência do executivo de Donald Trump, Tulsi Gabbard rebateu os democratas e os 'conservadores' só em nome que passaram meses difamando-a como um trunfo da Rússia ou uma ameaça à segurança nacional.


quarta-feira, maio 14, 2025

Tulsi Brave.

Se há uma nomeação de Trump que não está a desiludir, é a de Tulsi Gabbard para o cargo de directora dos serviços de inteligência norte-americanos. Reparem bem na pinta desta declaração publicada hoje:

segunda-feira, março 03, 2025

Agentes da NSA e da CIA discutiam transgenderismo e castração nos servidores governamentais. Tulsi Gabbard despediu-os todos.

Funcionários das agências de inteligência dos EUA discutiam "cirurgia transgénero” e “depilação, injecções de estrogénio e a experiência de prazer sexual pós-castração” nas plataformas de conversação governamentais. Tulsi correu com eles todos. 


quinta-feira, abril 08, 2021

Vox Clamantis In Deserto.

O Ocidente levantou-se recentemente numa indignação imensa porque, algures em Minneapolis, um polícia contribuiu, mais ou menos, a verdade ainda está por apurar, para o falecimento de George Floyd, um junkie com cadastro criminal que estava completamente drogado com várias doses letais de estupefacientes no momento da sua morte.

No entretanto, ninguém se indigna com as centenas de milhar de hindus que estão a ser chacinados às mãos dos muçulmanos, no Bangladesh. Nem com os milhões de cristãos que estão a ser perseguidos pelo mesmo género de carrascos, no Médio Oriente. Ninguém, não. Tulsi Gabbard não se cansa de denunciar estas ondas de terror, que são ignoradas pelos governos ocidentais e omitidas pelos bandalhos nojentos da imprensa contemporânea. Mas, convenhamos, esta é uma voz condenada ao oblívio, dado o ruído cacofónico e insuportável que fazem os media sobre questões menores ou problemas inexistentes, mas que servem lindamente agendas políticas manhosas, que objectivam apenas o poder pelo poder.

A crise de valores e o falecimento da moral são fenómenos cristalinos, quando ouvimos Tulsi denunciar os horrores que são, todos os dias, ignorados por toda esta gente horrorosa.

sábado, janeiro 15, 2022

Líderes que odeiam de morte os povos que lideram #03

Tulsi Gabbard, uma personalidade do universo do Partido Democrata, não poupa palavras na crítica que faz ao ataque cerrado a que a administração Biden está a submeter os cidadãos americanos que não concordam com as suas políticas. E que são "apenas", segundo as sondagens, dois terços da população dos Estados Unidos.

Para um líder que prometeu unificar a nação, catalogar dezenas e dezenas de milhões de pessoas como racistas e terroristas, instrumentalizar as instituições federais de forma a perseguir dissidentes políticos e procurar destruir as vidas daqueles que não aceitam os mandatos de vacinação não parece configurar uma metodologia lá muito eficaz.

Não sei, digo eu. E diz Tulsi, também.


sábado, agosto 13, 2022

Tulsi Fox.

Que as sanções decretadas contra os russos são completamente destinadas a castigar os europeus e os americanos que têm a infelicidade de ter rendimentos da classe média para baixo, já não é novidade nenhuma para quem frequente este blog, mesmo que de forma muito intermitente. O que é novo e excelente em todas as dimensões possíveis é a posição de âncora da linda e assertiva e corajosa e articulada e nobre e justa e moderada e sensata e outra vez linda Tulsi Gabbard (uma liberal, ex-congressista democrata), na Fox News.

Pequenas coisas que são grandes.


domingo, dezembro 18, 2022

A Tulsi já tem um podcast a bombar.

A lindíssima e articulada e inteligente e sensata e corajosa Tulsi Gabbard tem um show novinho em folha. E logo numa das primeiras edições o convidado foi Tucker Carlson. Os dois conversam sobre o estado dos principais meios de comunicação social, a razão pela qual Tucker quase se se tornou num operacional da CIA (!) e a poderosa influência das agências de segurança interna no Congresso (este segmento é imperdível). Falam também sobre a natureza temporária da vida, a realidade da morte e a fé Deus, partilhando facetas mais ocultas ao grande público.

sexta-feira, novembro 15, 2024

Mixed feelings: Trump nomeia Gaetz para a justiça, Gabbard para a inteligência e, lamentavelmente, Rubio para a diplomacia.

Enquanto as nomeações de Matt Gaetz e Tulsi Gabbard são certeiras, a opção Marco Rubio constitui uma traição flagrante do mandato populista e refreia o optimismo inicial que recaiu sobre a próxima administração republicana.


domingo, setembro 19, 2021

Federal Bureau of Infamy

O FBI está interessado em perseguir os americanos que votaram Trump. Está interessado em perseguir a opinião divergente. Está interessado em forjar ameaças à segurança interna da América. Não está, nitidamente, interessado em perseguir pedófilos.

O caso de abuso sexual de menores cometido centenas de vezes pelo responsável médico da equipa olímpica de ginástica dos Estados Unidos, Larry Nassar, faz prova da cumplicidade inacreditável dos feds com todo o tipo de crimes hediondos, ao ignorarem sistematicamente as queixas das vítimas, adulterando até os seus testemunhos.

Tulsi Gabbard denuncia o escândalo e dá voz às vítimas.



A deprimente história desta deprimente agência federal soma episódios flagrantes de incompetência, corrupção, chantagem, duplicidade de critérios, politização descarada e cumplicidade com pedófilos, mafiosos e terroristas. Principalmente desde que J. Edgar Hoover a transformou numa espécie de entidade plenipotenciária, com escasso controlo pelos representantes eleitos da Federação. A novidade é que o FBI é hoje - e apenas - uma polícia política. Desistiu completamente de contrariar a actividade criminosa.

Jesse Waters enumera, num instantinho, alguns dos escândalos mais recentes, que incluem a protecção de Epstein, a perseguição de inocentes, o conluio com assassinos, o patrocínio de raptos e a falsificação de documentos com o intuito de engendrar teorias da conspiração, entre outras barbaridades doidas.



O FBI é isto. A CIA não conseguiu sequer antecipar que o Afeganistão ia cair nas mãos dos Talibãs no espaço de uma semana. O Pentágono apresenta como uma vitória militar a morte, por ataque de Drone, de 10 civis inocentes, 7 dos quais, crianças. A queda de um império é sempre um espectáculo degradante. Mas esta malta abusa. Poça.

sexta-feira, dezembro 06, 2024

Um cenário dantesco.

Não me lembro, sinceramente, de um panorama global tão negro, desde que tenho consciência política. 

Por causa da guerra na Ucrânia, estamos neste momento a milímetros de um confronto nuclear entre a NATO e a Rússia. Considerando as nomeações para a diplomacia e a segurança de Donald Trump, as promessas de paz que fez na campanha estarão longe de serem concretizadas e, pelo contrário, não é de todo disparatado projectar que os EUA vão intensificar o apoio à Ucrânia, enquanto a Rússia irá também aumentar o esforço de guerra naquele país martirizado.

Os líderes europeus anunciam a guerra como se de um passeio no parque numa chuvosa tarde de Inverno se tratasse, sendo até chocante a sua leviandade, considerando a probabilidade do apocalipse que traduziria que qualquer confronto directo com a Rússia e a fragilidade das defesas europeias face à segunda potência nuclear mundial.

Na Georgia, vive-se uma ambiente de golpe de estado, com uma luta entre nacionalistas pró-Rússia, apoiados pelo Kremlin, e globalistas pró-ocidentais, suportados pela CIA, que ali está a repetir o livro de normas utilizado na Ucrânia.

No Médio Oriente, Israel combate o Hamas em Gaza e o Hezbolah no Líbano, enquanto procede ao genocídio da população palestiniana. A Síria está a braços com um recrudescimento da guerra civil, num contexto surrealista em que os Estados Unidos apoiam a guerrilha rebelde de um movimento jihadista chamado... Al-Qaeda. E o Irão, mais cedo do que tarde, será alvo do complexo militar e industrial norte-americano, sendo mais que nítido que a próxima administração Trump tudo vai fazer para encontrar uma justificação que conduza à guerra com o país dos ayatolas.

A guerra por procuração que o ocidente declarou à Rússia é agora multidimensional e supra-continental, e considerando que são militares americanos e ingleses que operam os ATCAMS e os StormShadows que estão a ser disparados para o interior do território russo, esse conflito por procuração tem facetas de guerra aberta.

Na Europa, o governo francês acaba de colapsar, sem que uma solução em tempo real pareça possível, sendo que os próximos meses vão ser de caos político, social e económico no país do galo. Que podem impactar seriamente toda a União Europeia.

O governo alemão caiu, para todos os efeitos, no mês passado, e vamos ter eleições já em Janeiro, com os populistas do AfD bem lançados para surgirem como o segundo partido mais votado. O estabelecimento germânico tudo fará para impedir os populistas de acederem ao poder, claro, mas esperam-se convulsões políticas decorrentes desse esforço.

Na Áustria, as negociações para que se encontre uma coligação governamental que exclua o partido populista, que ganhou as eleições legislativas, não estão a correr lá muito bem e as tensões sociais que decorrem do processo de usurpação dos resultados eleitorais são também nítidas.

Na Roménia, a possível eleição de um presidente populista vai polarizar o país, que tem um governo globalista.

Em Espanha, a contestação ao executivo de Sánchez é cada vez mais intensa e não é certo que o governo sobreviva durante muito mais tempo. 

No Reino Unido, a tirania de Starmer vai tender a agudizar-se e são também expectáveis perturbações mais ou menos profundas do tecido sócio-político britânico.

Na Coreia do Sul, vive-se neste momento uma crise constitucional, com um presidente divorciado do parlamento e, tudo indica, prestes a ser preso.

No nordeste do Pacífico, há quem se pergunte como é que Beijing ainda não aproveitou o contexto caótico deste cenário global para anexar Taiwan. A paciência chinesa é proverbial. Mas todos sabemos que é uma questão de tempo até que a cobiçada ilha seja definitivamente tomada.

E voltando aos Estados Unidos: a futura administração Trump vai ter, claramente, duas facções. A populista, interpretada por figuras como J.D. Vance, Tulsi Gabbard, Kash Patel, Elon Musk e RFK jr., e uma ala neoconservadora, próxima dos poderes estabelecidos em Washington e em Wall Street, protagonizada por homens como Marco Rubio, Mike Waltz, Sebastian Gorka e Scott Bessent. 

Da disputa entre estas facções resultará a linha de orientação política, económica e geo-estratégica dos EUA para os próximos 4 anos. Se a facção globalista e expansionista sair por cima deste intestino confronto, vamos ter mais guerras, vamos ter mais tentativas de mudança de regime em países que o aparelho imperialista americano considere estratégicos para as suas ambições de domínio global, vamos ter mais choques económicos, vamos ter mais instabilidade social. E mesmo nos EUA, será previsível a agitação política, especialmente proveniente das bases do Partido Republicano, que elegeram Donald Trump precisamente para contrariar esse tipo de comportamento das elites globalistas.

Seja como for, a paisagem planetária está carregada de electricidade. E a mãe de todas as tempestades pode explodir a qualquer momento.

terça-feira, janeiro 18, 2022

Líderes que odeiam de morte os povos que lideram #05