Desconfio que o que vai acontecer na próxima semana é isto: Os poderes instituídos em Washington, muito provavelmente utilizando um porta-voz republicano, mas comprometido, como Mike Johnson, o speaker da Câmara dos Representantes, vão anunciar que se tratou de um rotineiro exercício militar, mas de natureza confidencial, que foi realizado em nome da segurança dos cidadãos americanos e que tudo voltará à normalidade e que não há caso para alarme. Provavelmente deixarão escapar que o exercício se deveu a ameaças externas, russa ou iraniana, na área de New Jersey, mas que a totalidade dos drones observados faziam parte da operação e eram controlados pelo Pentágono.
Os drones vão desaparecer dos céus da Costa Leste entretanto.
A coisa poderá levantar alguma, ligeira, indignação por parte de alguns políticos e cidadãos, mas ficará por aqui. Donald Trump não lhe vai pegar, quando tomar posse, daqui a um mês, porque o assunto terá sido esquecido e saído do ciclo noticioso e porque a verdade do que se tem passado nos céus da América ou não lhe vai chegar ou é excessivamente maluca para ser revelada.
Posso estar errado, claro, mas neste momento é isto que penso que vai acontecer.
O que vai ficar por explicar, entre outros enigmas, é que ameaça externa afinal foi essa, por que é que uma operação secreta é feita com drones carregados de luzes acesas, de forma a serem bem vistos por toda a gente, que tecnologia permite que drones não façam qualquer ruído, que objectos são estes - não são drones de certeza - também avistados e captados em vídeo até por estações de televisão, nas últimas semanas, e por que raio é que a operação se estendeu a outros estados, como o Arizona, por exemplo.
🚨BREAKING: Channel 7 ABC News caught an unknown glowing orb on camera in the New Jersey sky amid numerous reports of unidentified drones, stating, “We have no idea what it is.” pic.twitter.com/30kuRdnlrq
Mas também ninguém pode estar à espera que o governo federal norte-americano diga a verdade seja sobre que assunto seja e muito menos sobre este, não é?
Actualização: este senhor que gravou o vídeo em baixo, John Ferguson de seu nome, e que é fabricante de drones, fala de uma ogiva nuclear perdida na Ucrânia, que alguém, não se sabe quem, trouxe de volta para os EUA e que os drones estão a tentar detectar essa arma de destruição maciça. Relaciona a hipótese com a possibilidade desta arma vir a ser utilizada para justificar a guerra com a Rússia. Menciona ainda a impossibilidade técnica de drones de fabrico humano serem capazes de descolar ao largo da costa americana, passarem horas e horas a sobrevoar New Jersey e depois regressarem a uma suposta 'nave-mãe' algures no Atlântico, colocando em causa a tese do congressista de New Jersey, que os drones são iranianos e provêm de uma infraestrutura colocada no mar, já fora das águas territoriais dos EUA.
John Ferguson, the CEOof Saxon Aerospace, a manufacturer of manned drones, gives his assessment of all the mysterious drones plaguing New Jersey and other places in America right now. pic.twitter.com/vx299AimAj
Objecto voador não identificado, que sobrevoou o aeroporto de Copenhaga, esta semana.
Sempre que as elites vomitam o verbo sobre as massas, devemos interpretar as suas afirmações pelo seu significado inverso.
Por exemplo, quando acusam as massas de desinformação, é porque a desinformação é o seu primeiro recurso para confundir... as massas.
Um caso paradigmático é o dos "drones" que estão a sobrevoar aeroportos e instalações militares há já coisa de dois ou três anos, em números malucos, por todo o mundo. Um relatório recente revelou mais de 8.000 avistamentos de OVNIs nos EUA, entre 2022 e 2025. Na última semana, o fenómeno foi identificado com especial destaque mediático na Dinamarca e em França.
Chamar drones a estes objectos, muitos deles de grandes proporções, é um primeiro truque de prestidigitação, porque na verdade ninguém sabe o que são. Mas, apoiada pela amplificação falsificadora da imprensa corporativa, a narrativa vai mais à frente no esforço de iludir o público, confundindo circunstâncias e ocorrências relacionadas com a guerra na Ucrânia e as tensões entre o ocidente e a Rússia para deixar no ar a ideia de que estes drones observados na Dinamarca e em França são de origem russa, como em Dezembro do ano passado os "drones" de New Jersey seriam chineses ou iranianos.
No matter how many times they use the word "drone", it doesn't make them one. Drones don't just vanish.
Video of one recorded over Copenhagen Airport in Denmark last night. They weren't drones. Those aren't FAA lights. pic.twitter.com/y4Sj9toTdu
Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso consegue perceber que nenhuma tecnologia humana seria capaz de levar enxames de drones de Pequim a Nova Iorque sem que fossem detectados na travessia de meio globo. Da mesma forma que não se consegue explicar como é que Moscovo lança drones que viajam pela Europa até Paris e Copenhaga sem serem notados por ninguém, até se manifestarem nos aeroportos franceses e dinamarqueses, já para não falar nas necessárias e impraticáveis capacidades autonómicas, necessárias a essas ambiciosas manobras.
Aparentemente, os radares dos aeroportos civis e militares nem sequer conseguem rastrear estes objectos.
No caso dos "drones" de New Jersey, os objectos mudavam até de morfologia, como uma espécie de transformers, fenómeno que ninguém alguma vez conseguiu explicar fora do âmbito hollyodesco.
E se os russos são senhores desta tecnologia de ficção científica, porque não a aplicam no teatro de operações na Ucrânia? E porque raio a tornariam pública, numa operação de mero reconhecimento, anulando assim o efeito surpresa que idealmente seria reservado para uma acção militar?
E, de qualquer forma, onde estão as provas materiais de que se tratam de
a) drones; b) drones russos.
Foi algum destes objectos capturado? Há imagens de alta resolução que identifiquem a sua origem tecnológica? Há documentação secreta ou dados de inteligência que estabeleçam uma relação de causa e efeito?
Não, não e nem pouco mais ou menos.
Esta indústria de cortinas de fumo e paredes de ruído sobre a realidade, sem que alguma vez sejam esclarecidos os factos, deixa as pessoas iludidas, confusas e equivocadas. E cria perigosas circunstâncias e mal entendidos que podem até espoletar a III Guerra Mundial.
No momento em que o relógio do apocalipse nuclear está mais perto da meia-noite do que alguma vez aconteceu, vale a pena ouvir Ross Coulthart sobre este assunto, para percebermos até que ponto estamos a ser enganados e como essa intenção fraudulenta pode representar uma muito séria ameaça para a humanidade.
Não sei se são drones, se são sondas, se são naves alienígenas, se são mais uma psyop para assustar as massas, mas uma coisa é certa: algo de muito estranho está acontecer por estes dias nos céus do nosso planeta.
Nos Estados Unidos, os relatos de "enxames de drones" e 'UAPs', principalmente na Costa Leste, são de tal forma frequentes e numa quantidade tão maluca, que até o Congresso está em polvorosa com o assunto, enquanto as 'autoridades' teimam em ignorar ou desvalorizar ou normalizar as ocorrências, mesmo quando estes objectos sobrevoam bases militares sem que sejam minimamente incomodados.
Mas, como Ross Coulthard afirma neste outro clip, o fenómeno não se resume de todo aos EUA. Estão a ser registadas observações de OVNIS em número inédito por todo o mundo.
Há de facto avistamentos que permitem tirar a conclusão que se trata de drones de um tipo tecnologicamente avançado, mas há outros, muitos outros, que não se enquadram nessa tipologia. E imagens mais nítidas do que é costume neste tipo de observações, capturadas por profissionais, têm começado a surgir.
E mesmo quando parecem drones, as testemunhas oculares prestam depoimentos muito estranhos sobre a experiência. Por exemplo, um jornalista da MSNBC, que avistou um 'enxame de drones' em New Jersey, afirmou que a câmara vídeo profissional da estação televisiva não conseguia captar qualquer imagem, que só era capturável pelas lentes do telemóvel.
E enquanto alguns destes objectos fazem um barulho típico de drone e aparentam ter qualquer coisa parecida com luzes de aviónica, outros não fazem qualquer ruído e apresentam luminosidade que não se enquadra nos protocolos da aviação.
Seja como for, talvez o facto mais intrigante de tudo isto seja a incapacidade das autoridades em identificar, capturar ou simplesmente abater estas máquinas voadoras que só em New Jersey têm sido avistadas aos milhares, todos os dias, nas últimas semanas.
A primeira potência militar mundial parece impotente para dar uma resposta adequada a um fenómeno que pode muito bem constituir uma ameaça militar estrangeira no seu próprio território. É espantoso.
"Neste momento, a Rússia ocupa 20% da Ucrânia. Quando assumi a direcção da CIA, há 18 meses, a Rússia ocupava 19% da Ucrânia. O ritmo do seu avanço abrandou porque o domínio da Ucrânia na guerra com drones e na guerra assimétrica representa um grande factor de equilíbrio."
CIA Director John Ratcliffe:
Right now, Russia occupies 20% of Ukraine. When I came in as CIA Director 18 months ago, Russia occupied 19% of Ukraine.
The pace of their advance has stopped because Ukraine's mastery of drone warfare and asymmetric warfare is such a great… pic.twitter.com/RuIHQSm39j
"Os soldados russos sobrevivem em média apenas 20 a 30 minutos no campo de batalha por causa dos drones com inteligência artificial da Ucrânia. A nossa inteligência está de acordo com alguns relatórios de fontes abertas que poderão ter visto: a esperança média de vida de um recruta russo, ao chegar ao campo de batalha na Ucrânia, está estimada entre 20 e 30 minutos. Isto porque os drones com inteligência artificial se tornaram máquinas de matar especializadas e de baixo custo.
É por isso que uma força inferior, quatro anos e meio depois, conseguiu conter a força superior da Rússia contra a Ucrânia. O ritmo do avanço ucraniano abrandou, uma vez que o domínio das tecnologias emergentes por parte da Ucrânia, e neste caso, a guerra com drones, a guerra assimétrica, representa um grande factor de equilíbrio."
"Russian soldiers only live an average of 20 to 30 minutes on the battlefield because of Ukraine’s AI drones." - CIA Director John Ratcliffe
"Our intelligence is consistent with some of the open-source reporting you may have seen in Ukraine: the average life expectancy of a… pic.twitter.com/jkMSprl1Hi
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) July 17, 2026
Não é subreptício: John Ratcliffe associa abertamente um alegado sucesso da guerra assimétrica ucraniana ao seu mandato como director da CIA. E gaba-se de tantos russos que está a matar, e de como morrem rapidamente no teatro das operações, graças à tecnologia americana. Porque toda a gente sabe que os "drones com inteligência artificial "e "o domínio das tecnologias emergentes" não seriam acessíveis às luminárias de Kiev sem as palantires de Silicon Valley.
Sou só eu que acho isto espantoso?
Partindo do princípio que concordam comigo e que Ratcliffe declarou, oficiosamente, guerra à Rússia, na minha talvez maluca ideia aquele que primeiro o devia fazer, oficialmente, seria o Presidente dos Estados Unidos da América, depois de devidamente autorizado pelo Congresso.
Não é?
Chegámos mesmo a este ponto esquizofrénico da coisa em que o director da supra-mafiosa Agência Central de Inteligência norte-americana diz preto no branco que está em guerra com a segunda potência nuclear no mundo, e a matar muitos dos seus soldados, sem a legitimação de todo o sistema constitucional da federação?
Se este é o novo normal, imaginem o que vai acontecer quando Ratcliffe se decidir a fazer algo de extraordinário.
Cada vez estou mais convencido que esta história dos drones/ovnis, que continua actual e visível nos céus do planeta, por muito que a queiram diluir, é mais estranha, é mais profunda, é mais enigmática do que qualquer narrativa convencional que se lhe atribua, mesmo incluindo na categoria convencional uma psyop ou uma 'invasão de alienígenas'.
Há aqui muitos factos misturados que não fazem sentido se os quisermos cristalizar num todo coerente. Eis um apanhado dessas variáveis.
Contexto político, social e mediático.
- O fenómeno surge num momento político específico e intenso, a semanas de Trump tomar posse como Presidente dos EUA e num momento em que a hipótese de um conflito termo-nuclear ganha probabilidades inauditas, mesmo considerando o período da Guerra Fria.
- O aumento dos avistamentos que começou no princípio de Dezembro não surge do nada. É o culminar de um processo de revelação a conta gotas iniciado pelo Pentágono, com a publicação do famoso artigo no New York Times sobre o fenómeno em 2017, ano em que Trump tomou posse do seu primeiro mandato. A partir daí, a imprensa corporativa tem vindo a normalizar o assunto, e o Congresso americano abriu as suas portas para audiências e inquéritos sucessivos, sendo talvez o mais simbólico aquele em que David Grusch, um veterano da Força Aérea e da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, disse aos congressistas, sob juramento, que o governo dos EUA guarda naves de origem não humana que tem recuperado desde 1930.
- Convém sublinhar que é precisamente desde 2016/2017 que o mundo ocidental tem conhecido uma polarização social e política mais acentuada, com a explosão de movimentos radicais ligados à teoria crítica da raça, à ideologia de género e ao apocalipse climático. É também desde esse momento que as elites globalistas saíram do armário, publicitando abertamente e implementando de forma agressiva a sua agenda claramente satânica, que ganhou especial incidência durante o surto Covid-19, um evento cisne negro que é deveras relevante neste contexto.
- O fenómeno surge também num momento em que a confiança nos actores políticos, na imprensa e na ciência regista níveis historicamente baixos e em que o jornalismo cidadão, bem como a investigação amadora, alcançam audiências recordistas. Estes factos contribuem para a um aumento do ruído num contexto de sobredose informacional.
- Confirmando as suspeitas de que as ditas 'autoridades' não podem ser creditadas, o governo federal americano, as agências de segurança e inteligência da federação e o Pentágono insistem num autismo negacionista difícil de compreender à luz dos factos e numa linha de aparente negligência que é excessivamente abstrusa para ser plausível. É mais que nítido que estão a esconder informação fundamental do público.
Tecnologia e materialidade.
- Os objectos são excessivamente diversos e polifórmicos para serem interpretados como oriundos de uma entidade única, seja ela a China, a Rússia, o Irão (risos), o Pentágono, a CIA ou uma organização secreta e renegada qualquer (mais risos). Entre orbes de plasma, orbes sólidas, discos voadores, 'tic-tacs' cilíndricos de grandes e pequenas dimensões, drones que mudam de forma e drones convencionais podemos encontrar uma multitude de soluções tecnológicas e configurações morfológicas que são excessivamente prolixas para serem atribuídas a um agente apenas. Isto partindo do princípio que se trata de uma manifestação física e não metafísica (questão importante, na minha opinião, mas já lá vamos).
- Muitas vezes, os objectos assumem formas e luminosidades que parecem confundir-se com a aviação convencional (aviões, helicópteros, drones, etc.), só para se transformarem depois em moles indistintas.
Detecção, monitorização e inviolabilidade.
- Os objectos iludem e evitam a detecção mais rigorosa e, apesar de surgirem em quantidade
surrealista, não colidem uns com os outros (ou com veículos da aviónica
convencional), não avariam, não caem no solo, não são vulneráveis a projécteis, nem há relatos de que um só tenha sido capturado.
- Os objectos são frequentemente observados a serem perseguidos e
monitorados por aviões e helicópteros militares, mas não há qualquer
registo credíel de actividade hostil entre uns e outros.
- A intensificação dos avistamentos acontece numa altura em que as tecnologias de IA e renderização digital da imagem inundam a comunicação humana, o que cria um paradoxo que é quase divertido: se as imagens dos objectos têm muito baixa resolução, não têm credibilidade porque são deficitárias em nitidez e podem ser atribuídas a fenómenos naturais ou artefactos da engenharia humana. Se têm alta resolução e definição espectacular não têm credibilidade na mesma, porque rapidamente são indexadas às capacidades de representação ficcional das tecnologias de manipulação digital.
Alcance e colateralidade.
- Testemunhas têm relatado e documentado aparentes interacções com os objectos, como se estes tivessem 'consciência' de que estão a ser observados.
- Há relatos de que a presença dos objectos leva a perturbações nas frequências de rádio, anomalias electrónicas e impedimento operacional de drones convencionais.
- O fenómeno transcende a realidade norte-americana. Todos os dias estão a ser reportados milhares de avistamentos pelo planeta inteiro, incluindo cús do mundo como Portugal. Este facto é importante no sentido em que desmonta várias narrativas: a de que se tratava de uma operação secreta para detectar materiais redioactivos ou armas nucleares na costa oriental americana, por exemplo. Mas também a narrativa risível de que os iranianos tinham uma nave mãe ao largo de New Jersey que estava a despejar drones no território americano. Ou ainda a recorrente teoria de que russos e chineses estão a testar as defesas aéreas dos EUA.
- Nas últimas duas semanas, relatos de um nevoeiro tóxico, constituído por estranhas partículas de composição ainda não identificada, têm também surgido por todo o território americano e não só. Há relatos de pessoas a ficarem doentes depois de respirarem este pó. Estes relatos somam-se a outros fenómenos aparentemente colaterais como perturbações nas redes eléctricas e alterações nos padrões migratórios das aves.
Dadas todas estas componentes, a síntese do fenómeno é um exercício difícil e, assim, de impossível solução objectiva ou identificação clara, nesta altura. São excessivas as variáveis em jogo. São confusas e contraditórias as possibilidades. Umas anulam as outras, num intrincado labirinto de antíteses e suspeitas.
Mas eu gosto de especular e especulo: dá-me a impressão que estamos perante um processo de natureza metafísica. Ou seja, o que vemos nos céus não é uma manifestação material de objectos, corpos, volumetrias tangíveis que se enquadrem nas leis da física estabelecida, mas sim um evento transcendente que poderá estar ligado a uma consciência emergente do mistério da vida e do universo.
Podemos estar a testemunhar um momento de mudança de paradigma, em que o nosso entendimento do cosmos e da existência salte para um patamar completamente diferente. Este pressuposto teria implicações profundas na ciência, na filosofia e na religião, com um impacto brutal até nos modelos civilizacionais que têm sido propostos à humanidade.
Como se chegados a um momento de crise da ontologia, nos fosse apontado um caminho novo, que há que estudar e explorar. Uma verdade imaterial que devemos perseguir.
Esta hipótese justificaria a diversidade morfológica e fenomenológica dos avistamentos, o seu alcance global, o secretismo dos poderes instituídos, o seu enquadramento histórico e político e a sua aparente intangibilidade.
Sim, bem sei, estico a corda. Mas, sinceramente, não me lembro de um momento na minha vida em que puxar pelo fio da imaginação fosse um recurso tão adequado.
E aqui entre nós: não sentes como eu, amigo leitor, que há qualquer coisa de realmente importante que está prestes a acontecer?
Mais novidades sobre os 'drones' que estão a invadir os céus da costa leste americana. O congressista republicano Jeff van Drew descobriu a origem do misterioso fenómeno. Ele sabe. E revelou toda a verdade ao mundo.
(Rufar de tambores).
Os drones são provenientes de uma "nave-mãe iraniana".
A sério. Acreditem. Os iranianos colocaram uma nave mãe ao largo dos EUA que tem despejado centenas de drones nos céus americanos. E o homem conseguiu manter uma cara séria e um tom solene enquanto dizia isto.
É o que eu digo, se quiséssemos inventar esta comédia, não iríamos tão longe no ridículo.
O Pentágono, claro, apressou-se a negar a revelação transcendente do representante de New Jersey. Porque, convenhamos, se os drones são iranianos, que figura faz neste filme o aparelho militar norte-americano? Faz uma figura triste. Muito triste, mesmo.
A posição do Pentágono é até, neste momento, bem curiosa: apesar de se mostrarem constantemente cépticos em relação à origem extraterrestre de OVNIs, UAPs e drones, clarificaram que os actuais objectos voadores avistados em quantidades industriais na Costa Leste americana não são chineses, nem russos, nem norte-coreanos, nem iranianos nem pátrios.
O Pentágono não acredita em alienígenas, mas que os há, há.
É só rir, porque não temos outro remédio.
E já agora: a cada dia que passa, mais convencido fico que isto é apenas mais uma psyop do estado profundo.
Quanto mais investigo sobre o fenómeno dos 'drones', mais intrigado fico. É uma espiral de perguntas sem resposta um bocadinho ensandecedora, na verdade.
O meu lado racional continua a apostar na psyop, porém há muitos detalhes nesta história que não compaginam com essa interpretação. Como já afirmei num artigo sobre o assunto que saiu esta semana no Contra, é preciso que fique muito claro que há, grosso modo, dois tipos de objectos a serem observados massivamente em diversas localizações do planeta: os ditos 'drones', que se comportam como drones (embora alguns tenham características estranhas como não emitirem ruído nem assinaturas térmicas), e as 'orbes', que se comportam em tudo como OVNIs, embora pareçam imateriais, pontos de plasma que vibram e que se movimentam de forma assimétrica e contra as leis da física ou em coordenação com outras orbes, em formações ordenadas.
Os media estão a ignorar quase por completo este segundo grupo de objectos, mas não dá para discutir seriamente o assunto se excluirmos parte dos dados que não são convenientes à narrativa.
Estas orbes podem muito bem ser projecções holográficas, o que nos remete de novo para uma psyop qualquer (não interessa para este texto específico o motivo por trás da operação).
Mas, convenhamos, como estão a aparecer em vários pontos do globo, terá que se tratar de uma manobra extremamente elaborada, e de âmbito internacional.
Woman zooms in on Orb, speaks to it and Orb responds when she says ....
Depois há também orbes que se transformam em drones:
Probably the craziest videos out of all the New Jersey drone videos I've seen so far. This orb Transforms into a craft and is caught on video . pic.twitter.com/jJ0yCZ4pID
E há casos em que as orbes parecem orbitar ou acompanhar objectos maiores. O vídeo em baixo será um dos mais credíveis que já encontrei sobre o fenómeno. Foi publicado ontem e tem cerca de sete minutos de duração, mas há mais trinta minutos de footage relacionado, aqui. A pessoa que o captou foi identificada no Reditt e contactada pelo youtuber que menciono mais em baixo no texto. Se o fenómeno não é mais que uma operação de alienação e manipulação de massas, ou uma acção de detecção de armas nucleares, que é a narrativa que está a pegar mais nos meios de comunicação social, porque raio é que vemos objectos a 10.000 metros de altitude? Estão lá para serem vistos por passageiros da aviação comercial? Detectam ameaças terroristas à segurança interna dos EUA a esta altitude? Não faz sentido nenhum.
Mais coisas estranhas: estão a ser reportadas por todo o lado anomalias em sistemas eléctricos e electrónicos, bem como invulgares padrões de voo em aves migratórias. Reparem nesta sequência de incidentes recolhidos pelo youtuber Jaymez, que está a fazer um excelente trabalho
de investigação diária sobre o fenómeno e com o qual partilho muitas impressões, perplexidades e suspeitas:
Bom e onde é que eu quero chegar com esta conversa toda?
Às tantas, estamos mesmo a testemunhar um fenómeno de natureza paranormal e ninguém o está a validar. É aqui que quero chegar.
Não me entendam mal. Continuo a pensar que as probabilidades apontam para manobras de poderes ocultos, terráqueos, com uma agenda sinistra qualquer. O que acho é que, perante as evidências que temos, devemos considerar outras hipóteses.
Sou cada vez mais céptico em relação à existência de outras formas de vida inteligente no universo, no sentido convencional do conceito. Mas a história e a literatura humanas estão repletas de observações e referências a anjos e demónios, orbes e carros de fogo, deuses que sobem aos céus e descem à terra, entidades míticas que nos visitam e nos ensinam, que nos assustam e condenam.
Não sei o que estamos a ver. Não sei o que são estes objectos nem que entidades os comandam. Mas parece-me inequívoco que estamos a assistir a uma manifestação que transcende explicações prosaicas.
Há aqui um mistério grande. E se esperarmos que as 'autoridades' o esclareçam vamos ficar muito longe da verdade. Há portanto que a perseguir. E eu vou continuar a investigar.
Bem sei que estou a dar imenso destaque aqui no blog a esta questão da aparente invasão de drones/OVNIs/UAPs nos céus da América (e não só), mas sinceramente não me parece que o assunto seja banal, independentemente da sua natureza e origem, na medida em que:
- Se os objectos são norte-americanos, trata-se na verdade de uma ofensiva na guerra psicológica dos poderes ocultos contra as massas sem paralelo na história da humanidade.
- Se os objectos são de uma potência rival, os Estados Unidos estão a mostrar ao mundo que não têm defesa contra um ataque inimigo.
- Se os objectos são de natureza extraterrestre (ou inter-dimensional), bem... nem é preciso falar do impacto dessa hipótese não é?
Em qualquer dos casos trata-se de um fenómeno de importância transcendente. Até porque não vejo como plausíveis quaisquer outras alternativas. O número de avistamentos, a quantidade maluca de objectos, a incrível diversidade da sua morfologia e o facto de entretanto estarem a ser noticiados fenómenos análogos em várias localidades dos EUA que não apenas na Costa Leste americana, e em muitas outras coordenadas do planeta (com destaque para a China, a Rússia e a Austrália), indiciam que a hipótese de se tratar de uma qualquer organização clandestina não governamental a estar por trás das ocorrências é muito improvável.
Isto já para não falar em teorias completamente desajustadas à realidade observável como aquelas que afirmam que se trata de um fenómeno de histeria colectiva ou apenasmente uma circunstância em que um levantamento massivo de drones amadores desnorteou os cidadãos e as autoridades. Estas afirmações são ridículas e nem voltarei a anunciá-las, Qualquer pessoa que faça uma breve pesquisa na web sobre o que se está a passar perceberá isso mesmo.
E até Donald Trump concorda comigo:
🚨 BREAKING: President Trump calls for the U.S. Government to tell Americans the truth about the drones. pic.twitter.com/U4TPOJt3Ht
De qualquer forma, o que neste momento, a esta hora, me está a fazer espécie é a diversidade dos objectos avistados. Há alguns que parecem de facto drones, grandalhões e barulhentos. Mas há muitos que não só estão longe dessa configuração e são silenciosos, como parecem mudar de morfologia em segundos. Estou a ter muito cuidado e a ser deveras económico com os clips vídeo que partilho, porque há muita coisa falsa a circular pela web, mas reparem neste aqui, que me parece oriundo de uma fonte credível (para ver até ao fim):
Outra coisa que me está a fazer imensa confusão é esta: há neste momento tantos UAP's a circularem nos céus da América que, partindo do princípio que se trata de tecnologia convencional, é quase impossível que nenhum deles colida ou com outro UAP, ou com a navegação aérea comercial ou militar; que nenhum deles seja entretanto capturado ou abatido; até por cidadãos comuns; que nenhum deles simplesmente tenha uma avaria e seja apanhado por alguém. É que os avistamentos são aos milhares. De tal forma que, no vídeo de Richard Dolan que vou deixar no fim do texto, há vários comentários de pessoas que estavam a ouvir o podcast enquanto observavam os objectos no céu do local onde vivem ou onde transitavam no momento.
O facto de continuarmos sem acesso físico, tangível, a estes objectos, dado o que exponho em cima, é por si só muito estranho.
Se tivesse que apostar, continuaria a colocar o meu dinheiro na teoria de que se trata de uma operação secreta do estado profundo, para a qual, aliás, já ando a avisar desde 2021, aqui no blog e desde Janeiro de 2023 no ContraCultura. Mas tenho que reconhecer, por dever de honestidade com a gentil audiência, que há algumas evidências que não se explicam à luz desta tese.
A dimensão global do fenómeno, o número incontável de objectos, a diversidade da sua morfologia e registo audio, a assimetria comportamental, a impossibilidade de serem capturados e identificados, entre outros factos bizarros que têm sido reportados e que não menciono por não poder confirmá-los, deixa-me deveras trocado de ideias.
A minha perplexidade não é de estranhar, porque até Richard Dolan, que será a mais reputada, credível, racional e sensata autoridade sobre o fenómeno OVNI no presente do indicativo, parece hesitante e algo confuso sobre os acontecimentos que estamos a testemunhar, neste vídeo em que actualiza e sistematiza a informação disponível sobre o assunto e cujo consumo recomendo vivamente.
Já nem sei como classificar a incompetência do Pentágono. Risível? Expectável? Implausível e, logo, intencional?
A primeira força militar do mundo transformou-se em 10 anos numa anedota de salão. Que respeito podem ter russos e chineses por estes soldadinhos de chumbo sob o efeito de opiáceos, poderosa e adormecida brigada woke que nem as suas bases militares, instaladas no seu território, sabe proteger de drones espiões?
E se em vez de drones espiões fossem drones da vanguarda de uma ofensiva militar? Também não sabiam o que fazer?
A coisa está de tal modo desgovernada que o Pentágono, para se desculpar pela sua impotência, até insinua que os drones são de origem extraterrestre. A sério.
Por amor de Deus, fechem este país. Retirem-no do mapa. Esqueçam que existe. O planeta ficaria muito mais bonito, limpo e seguro sem o grande desastre americano.
Como eu tinha previsto (embora não fosse nada difícil de antecipar), a administração Trump revelou-se tão predisposta a esclarecer o enigma dos 'drones de New Jersey' como a administração Biden, apesar das promessas do Presidente eleito antes de tomar posse, apresentando uma justificação patética e apressada para fechar o assunto, que a imprensa comeu e calou, como sempre.
Segundo a Casa Branca, os 'drones' avistados foram autorizados pela FAA, ou eram propriedade de amadores, ou eram alucinações.
Estes objectos que pairam durante horas, movem-se de formas que nenhum drone deveria fazer e desaparecem sem deixar rasto; que apareceram globalmente, evitando controlo e detecção, constituindo um enigma de tecnologia avançada e intenção silenciosa; que são agora 'orbes', depois 'drones' e depois parecem veículos da aviónica tradicional, não podem ser arrumados nesta gaveta assim tão mal enjorcada. As garantias vagas da FAA não explicam as anomalias e todo o espectro fenomenológico, nem pouco mais ou menos.
E na verdade, não se trata apenas do que aconteceu nos dois últimos meses de 2024; trata-se do que não nos está a ser dito. O padrão repete-se: negação, rejeição e a lenta ascensão da verdade.
Como é articulado num artigo que saiu ontem no Contra, isto deixa muita coisa por explicar e não convence ninguém. Até Richard Dolan, que não costuma publicar a sua opinião por dá cá aquela palha, publicou ontem um vídeo, meio irritado, meio frustrado, sobre a resposta manhosa e insuficiente da administração Trump.
Há coisas que nunca mudam.
E ao contrário da imprensa conservadora americana - mesmo a independente - que ficou embevecida com a estreia da secretária de imprensa da nova administração, Karoline Leavitt, eu fiquei muito apreensivo com a sua prestação. Porque se começa já a mentir desta maneira e com uma cara de pau do tamanho da Ponte Sobre o Tejo, é porque se sente confortável nesse papel e assim sendo, podemos esperar uma mentirosa profissional como porta-voz da Casa Branca.
Também neste capítulo, as falências éticas repetem-se.
A Força Aérea dos EUA revelou que 'drones' sobrevoaram bases aéreas do
Reino Unido, e em 2024 são vários os casos em que 'enxames de drones'
foram detectados sobre instalações militares americanas. A hipótese de
se tratar de tecnologia alienígena tem sido também discutida.
Um grupo alargado de ufologistas reúne-se para partir a pedra dos drones e das orbes que invadiram os céus da Terra. Mas parecem, na sua maioria, tão confusos como eu, embora suspeitem, como também já sugeri hipoteticamente, que os drones são terráqueos e as orbes... Não.
Donald Trump prometeu revelar exactamente o que está a acontecer com os
drones que têm sido vistos a sobrevoar o território americano. O
problema é que há mais objectos nos céus dos EUA que apenas drones e
sobre a natureza desses objectos nada será por certo revelado.
Tudo o que está a acontecer à volta do assassinato de Charlie Kirk é revelador sobre o estado de saúde da federação americana: guerra aberta entre populistas e populistas, entre neocons e populistas, entre conservadores e liberais, entre liberais e populistas, entre liberais e liberais. Há quem festeje a morte, há quem apele à vingança, há quem minta descaradamente, há quem capitalize a desgraça, há quem aproveite a oportunidade para criar manobras de diversão completamente destituídas de valor factual - e legal (adivinhem quem), enfim, um bordel sem nome.
Mas a cereja em cima deste bolo de merda é o comportamento do FBI, que chega a ser doloroso de testemunhar. A agência onde a credibilidade vai para morrer tinha aqui uma possibilidade crítica para tentar limpar a sua imagem e agir, por uma vez, com honestidade, transparência e competência. O que é que faz? Mete os pés pelas mãos de tal forma que corre o risco até de perder o caso contra Tyler Robinson em tribunal, de tal forma são contraditórias, escassas e questionáveis as evidências; de tal forma é frágil todo o processo de investigação e identificação do atirador.
Um exemplo deste descalabro é a sequência vídeo que a agência divulgou 24 horas depois do atentado e que mostra o suspeito a correr pelo telhado de onde tinha alegadamente atingido a vítima e a saltar desse telhado para o solo. Apesar do ângulo de captação da imagem permitir perfeitamente que nos fosse mostrado o momento em que Tyler monta a arma que, alegadamente, trazia desmontada, bem como o momento em que faz o disparo, a sequência mostra apenas a fuga do suspeito, depois de ter cometido o crime. Não vemos a arma, nem vemos o acto criminoso. Só a correria.
Porquê?
No clip em baixo, Blake Bednarz, um jovem jornalista independente que decidiu analisar as "evidências" em vídeo apresentadas pelo FBI, faz um resumo das suas descobertas num segmento do Redacted de ontem, incluindo a omissão de imagens decisivas, drones que passam sobre o local do crime a velocidades supersónicas e até a presença de um avião espião do Pentágono, que sobrevoa a área no momento do atentado.
É impossível inventar esta porcaria.
Charlie Kirk post 1/3. If the security camera that captured Tyler running across the roof ALSO captures in frame the spot where he fired from, why not release the full sequence? 🤔 And why can’t we see how he accessed the roof to begin with….? #JusticeForCharlieKirkpic.twitter.com/2XPqRKZiVY
I found more drones. Initially, I was watching the security camera on my 70” tv when something jumped out to me. So I went to look at @lifeisdriving ‘s live stream again & I found 2 more drones flying. Time stamps 52:43 & 52:45 on video 2. @RyanMattaMedia@OwenShroyer1776… pic.twitter.com/zPtUHMUsW5
Charlie Kirk post 2/3. Folks, this is a matter of FACT. At the MINIMUM, we deserve an explanation as to why an ISR spy jet was on top of Orem, Utah twice on the 10th around lunch time. Also, can someone see if the Egyptian government is doing work in Provo? SUBTT & SUBND are the… pic.twitter.com/0vaPq3f7dD
Para ajudar à palhaçada e ao caos e à suspeição (se necessário fosse), ficámos ontem a saber que o FBI tinha colocado a organização de Charlie Kirk na mira de uma investigação relacionada com o 6 de Janeiro.
O Comité Judiciário do Senado revelou na terça-feira que um denunciante tinha exposto que a fundação conservadora Turnpoint USA ou TPUSA foi alvo do programa 'Arctic Frost', liderado pelo FBI, durante o mandato do ex-presidente Joe Biden.
Alguns exemplos dos grupos que o FBI colocou sob investigação pidesca incluem o Comité Nacional Republicano, a Associação dos Procuradores-Gerais Republicanos os grupos políticos ligados a Trump. No total, 92 alvos republicanos, incluindo grupos republicanos e indivíduos ligados ao Partido Republicano, foram colocados sob o âmbito de investigação do Arctic Frost, segundo afirmou o senador do Iowa, Chuck Grassley.
Nessa lista política estava um dos grupos de Charlie Kirk, o Turning Point USA.
Os intrigantes 'drones iranianos' (LOL) ou UAP's ou OVNI's ou o que quer que lhes queiram chamar e que estão a sobrevoar todas as noites a costa leste norte-americana, vai para uns bons quinze dias, já entraram completamente no ciclo noticioso mainstream dos Estados Unidos e até Megyn Kelly já lhes dedica segmentos no seu podcast.
Os governos federal e estadual, bem como as agências de segurança, continuam a não dar respostas claras sobre o fenómeno nem a agir sobre ele, num contexto de passividade que está atingir um cúmulo do ridículo. Basicamente o que os líderes políticos estão a dizer aos seus constituintes é isto: "Não sabemos nada sobre o que se está a passar mas não entrem em pânico."
Vale a pena consumir este quarto de hora do segmento de Kelly, para se perceber a idiotia total desta história.
Como já referi num post anterior sobre o assunto, e concordando com a suspeita de Megyn Kelly, trata-se nitidamente de uma operação ultra-secreta do aparelho de inteligência militar norte-americano. É a única conclusão que podemos tirar, perante os factos, apesar das declarações em sentido contrário do Pentágono.
Esta hipótese a confirmar-se revela porém o profundo desprezo que o estado profundo nutre pelos próprios cidadãos americanos, usando-os como cobaias, em grande escala.
A representante populista Marjorie Taylor Green também partilha deste ponto de vista, embora, na sua característica inocência, manifeste a esperança de que Donald Trump, uma vez chegado à Casa Branca, revele o programa que está por trás do fenómeno.
É melhor escolher um sofá muito confortável para esperar sentada.
It’s a slap in the face that the Pentagon continues to tell the American people they don’t know who is flying the drones over New Jersey.
I think the Pentagon absolutely knows, but they’re full of crap.
Seja como for, o Blogville deixa uma dica para os cidadãos de New Jersey. Se quiserem dormir sossegados peguem numa vara e façam como este agricultor aqui:
🇺🇸🇮🇷Tucker Carlson says that there will be another 9/11 to justify ground invasion
“The neocons know air strikes won't topple Iran. They need American ground troops. And the only way they will get them is by waiting for or manufacturing another 9/11 style terror attack on… pic.twitter.com/uVdntuAl0n
NOW - Trump says he's been briefed on Iranian sleeper cells inside the U.S.: "We know where most of them are, we've got our eye on all of them—I think." pic.twitter.com/DXeWGvIYtR
BREAKING: The FBI has warned police departments in California that Iran wants to retaliate for American attacks by launching offensive drones against the West Coast, according to an alert reviewed by @ABC News. Aaron Katersky reports.
Iran is not planning an attack on California. Their drones can’t even reach the West Coast. The CIA/Mossad is planning one to manufacture consent for an unpopular war. That’s how false flags work & if you think it’s all some silly conspiracy theory it’s because you are the mark. pic.twitter.com/MIsiArCpS2
— Power to the People ☭🕊 (@ProudSocialist) March 12, 2026
I’m supposed to believe that Iran, a country that doesn’t even have a good WiFi connection is going to launch drones half the distance of the planet to attack California? pic.twitter.com/pP2P9DzKcj
— The ₿itcoin Therapist (@TheBTCTherapist) March 12, 2026
Como actualmente os jornalistas profissionais e os cientistas profissionais recusam cumprir os seus respectivos ofícios, o surgimento de cidadãos-jornalistas e cidadãos-cientistas tem sido notável e é muito bem vindo.
No video que coloco em baixo, o cidadão-jornalista Kerry Shirts, do canal The Backyard Professor e os cidadãos-cientistas John e Gerry Tedesco, dois engenheiros mais conhecidos como "The Tedesco Brothers", fazem o trabalho que os profissionais deviam estar a fazer mas não fazem sobre o fenómeno dos drones/orbes que continua a manifestar-se nos céus do nosso planeta.
Há que dizer que os irmãos Tedesco têm uma excelente reputação, no que diz respeito ao rigor científico do seu método e aos instrumentos de detecção que utilizam. Têm papers publicados nas mais 'prestigiadas revistas cientificas' e graças ao investimento que fizeram em tecnologia, conseguem filtrar tudo o que não interessa ao seu objecto de estudo (estrelas, animais, veículos de tecnologia humana conhecida, etc.).
Por isso, as imagens que disponibilizam serão, no contexto deste fenómeno, as mais credíveis e criteriosas que podemos encontrar na web. E algumas são de facto espectaculares, constituindo prova material de que algo de muito estranho e inexplicável se está de facto a passar por estes dias, no terceiro calhau a contar do Sol.
Àqueles que têm interesse neste assunto, recomendamos vivamente o conteúdo deste vídeo.
O Irão conduziu um ataque comedido sobre o território israelita, com
cerca de 200 drones, que durou três horas e que não causou vítimas,
claramente calculado para evitar a intervenção dos EUA no conflito do
Médio Oriente.
Prova material de crimes de guerra: Imagens captadas por drones e
satélites mostram que mais de metade dos edifícios em Gaza foram
danificados ou destruídos, desde que Israel lançou a sua resposta
militar ao ataque terrorista do Hamas.
Cientistas do governo chinês lançaram uma frota de drones semeadores de
nuvens que pulverizaram pó de iodeto de prata sobre a região ocidental
de Xinjiang, aumentando num só dia a precipitação em mais de 4%, numa
área com 3.089 milhas quadradas.