A apresentar mensagens correspondentes à consulta Twitter Elon Musk ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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terça-feira, abril 05, 2022

O passarinho azul não é domesticável.


Tucker Carlson também parece optimista em relação à aquisição de uma brutal percentagem de acções do Twitter,  que exigiu um investimento de quase 3 biliões de dólares, realizada ontem por Elon Musk. E este optimismo surpreende-me num homem inteligente, experimentado e conhecedor dos interstícios do poder nos Estados Unidos da América. Num excesso de entusiasmo algo infantil, Tucker consegue até sugerir que o patrão da Tesla e da Space X não objectiva ganhar dinheiro com esta operação porque já é o homem mais rico do planeta, olvidando que é precisamente por querer e saber ganhar muito dinheiro que Musk é o homem mais rico do planeta. Uma coisa acontece invariavelmente com os ricos: têm sempre mais vontade de ganhar dinheiro do que os outros todos.

E como os factos não querem saber da ingenuidade do Tucker Carlson, há um que grita: com a operação de aquisição, Elon Musk lucrou cerca de 750 milhões de dólares. O dobro dos resultados líquidos do Twiter nos últimos 3 anos (!), porque o simples facto de ter começado a comprar quantidades industriais destas acções, valorizou-as loucamente.

O instinto puramente capitalista de Musk não deve surpreender ninguém: o homem já por várias vezes demonstrou que investe e desinveste em função de interesses estritamente materiais e sem qualquer nexo com valores libertários, como todas as suas acções no âmbito das criptomoedas exemplificam lindamente. Esse instinto é apenas normal e até louvável (ainda bem que há gente que sabe ganhar dinheiro neste mundo). O que não é normal nem louvável é fingir que esse instinto não está presente neste investimento específico.

Mais a mais, Elon Musk dificilmente será um guerreiro da liberdade: é um dos maiores amigos que a China tem nos Estados Unidos. Dificilmente será um cruzado da tradição judaico-cristã: está a investir seriamente em tecnologias que visam transformar e digitalizar o ser humano. Dificilmente será um exemplo de integridade: fez grande parte da sua fortuna a vender ao mundo a ideia que os carros eléctricos são ambientalmente neutros e energeticamente sustentáveis, quando é claro que não o são.



Reconheço que o facto de Musk ter assumido já hoje um assento no conselho executivo do Twitter é uma demonstração de que tem intenções de abanar o barco. Mas o primeiro tweet como membro da direcção da empresa não foi uma manifestação a favor da liberdade de expressão. Esse tweet limitou-se a perscrutar a audiência sobre a pertinência de um botão de edição do post depois deste ser publicado, uma velha queixa dos utilizadores sobre a operacionalidade técnica do website.

Este cargo de capacidade executiva oferecido a Elon Musk também devia fazer pensar Tucker Carlson. É a moeda de troca para que Musk não compre mais acções, obviamente. Mas também é um portal para o palácio celeste dos senhores do universo. Um sítio de onde ninguém sai inocente.

É claro que espero estar errado. É claro que em muitos facetas da sua personalidade pública, Elon Musk é um bilionário diferente dos outros, um homem de virtudes evidentes, dissidente figurinha e engenheiro genial, espécie de Howard Hughes do século XXI, mas com o mérito de não ser literalmente louco e de manter algum sentido de humor.

Só que esta batalha pelo Twitter, no sentido de alterar a sua natureza pidesca, está perdida à partida. Musk pode e vai ganhar dinheiro com a empresa. Pode e vai influenciar algumas das suas decisões estratégicas. Pode e vai chatear e incomodar muito boa gente. Pode e vai provocar alterações ao algoritmo. Mas dificilmente poderá anular o seu código genético. Tinha que despedir os quadros todos que lá ganham a vida. Tinha que reduzir o algoritmo a cinzas. E não creio que o rapaz tenha comprado quase um décimo do Twitter para o destruir.

Infelizmente.

quarta-feira, abril 27, 2022

Elon Musk Wants Free Speech, So He Must Be Racist.

Ben Shapiro comenta os ataques que o regime Biden e a imprensa mainstream dirigiram a Elon Musk nas últimas 36 horas, e o histerismo que a aquisição do Twitter provocou na esquerda americana. Porque não há nada pior que o livre discurso. O livre discurso é tão horrível como a supremacia branca. Pensando bem, o livre discurso é algo muito próprio da supremacia branca. Logo, Musk é um perigoso racista.



A lógica de quarta-classe chumbada é de tal forma risível que eu fico espantado por existirem milhões de pessoas que a consomem como produto racional.

Entre os argumentos mais idiotas que podemos encontrar na web contra a operação de Musk, o recordista  é o de que os bilionários não devem controlar as redes sociais. A esquerda descobriu agora isto. Portanto, o Facebook, o Youtube, a Google e a Apple também não podem ser controladas por bilionários, certo? Então vão ser controladas por quem, exactamente? Quem senão os bilionários tem poder económico para controlar os monstros de Silicon Valley? O estado, pois claro. Se a China faz, os Estados Unidos também podem tentar.

Bom Deus.

Mas à direita o juízo também não prospera. Depois de terem acreditado em 2016 que Trump interpretava a segunda vinda de Cristo, o populismo republicana encontrou em Elon Musk uma nova entidade redentora. Convém no entanto moderar o entusiasmo messiânico até porque:


Elon Musk é um progressista. E vai fazer coisas progressistas com o Twitter, como faz todos os dias com a Neurolink e a Tesla, por exemplo. As pessoas não percebem que ao serem privadas do volante a sua liberdade de movimentos fica seriamente comprometida. Como não percebem que a digitalização da mente humana é um projecto frankensteiniano, que visa desintegrar a identidade individual e diluir a espécie num artefacto biónico, em nome sabe-se lá de quê.

O progresso pelo progresso é insensato e deveras perigoso e Elen Musk, sendo sem dúvida um rapaz com muitas virtudes, é deveras perigoso.

terça-feira, abril 26, 2022

24 horas na vida do passarinho azul.

O Twitter entrou em lockdown interno de forma a impedir que os seus funcionários se vinguem em resposta à aquisição da empresa por Elon Musk.

A direcção da empresa está agora preocupada com a reação do público interno, temendo que os seus quadros woke, irritados e frustrados com as novas políticas de liberdade de expressão que Elon Musk defende, desenvolvam ataques ao código do site.

O Twitter bloqueou assim todas as alterações, excepto actualizações “críticas para o negócio”, numa tentativa de evitar danos colaterais.



É precisamente por problemas deste género, e não só, que tenho dito que a compra do Twitter resultará sempre numa enxaqueca para Elon Musk: reformar este website vai implicar a gestão de várias estacas zero, sejam elas criadas pelo comportamento dos recursos humanos (há muita gente que vai ter que ser despedida e também há muitos que se vão demitir), sejam as que derivam do êxodo expectável dos utilizadores à esquerda do espectro político.

Musk e a sua equipa de direcção vão ter que suar muito, para levar a sua avante e manter o Twitter relevante.

No entretanto, o simples facto do acesso ao backoffice ter sido bloqueado, assim retirando aos censores a capacidade de desenvolverem o seu trabalho de cinzas, já mostra resultados práticos:


Há já utilizadores que tinham sido banidos e cujas contas foram reactivadas, como é o caso da conta de Robert Malone, o inventor da tecnologia mRNA, e Tucker Carlson, que tinha visto a sua conta suspensa por ter criticado a censura exercida sobre o website humorístico The Babylon Bee.
Outros utilizadores estão a aproveitar a janela de oportunidade para publicar opinião que não era até aqui publicável no Twitter, por receio da censura, por exemplo:
Em 24 horas apenas, o Twitter transformou-se num website muito mais divertido, mas sobretudo, mais livre. Boa.

quinta-feira, abril 14, 2022

Como ganhar biliões de dólares no espaço de uma semana apenas.

Elon Musk acaba de anunciar a sua intenção de adquirir 100% do Twitter numa operação que implica o dispêndio de 41 biliões de dólares e que oferece aos detentores das acçções mais valias de 38% sobre o preço de mercado ao fecho do NYSE de ontem.



Na proposta de aquisição que enviou ao conselho de administração da empresa, podemos ler, no fim do documento, 3 mensagens características de Musk:


Bret Taylor

Chairman of the Board,

I invested in Twitter as I believe in its potential to be the platform for free speech around the globe, and I believe free speech is a societal imperative for a functioning democracy. 

However, since making my investment I now realize the company will neither thrive nor serve this societal imperative in its current form. Twitter needs to be transformed as a private company.

As a result, I am offering to buy 100% of Twitter for $54.20 per share in cash, a 54% premium over the day before I began investing in Twitter and a 38% premium over the day before my investment was publicly announced. My offer is my best and final offer and if it is not accepted, I would need to reconsider my position as a shareholder.

Twitter has extraordinary potential.  I will unlock it.

_______
 
As I indicated this weekend, I believe that the company should be private to go through the changes that need to be made.

After the past several days of thinking this over, I have decided I want to acquire the company and take it private.

I am going to send you an offer letter tonight, it will be public in the morning.

Are you available to chat?

_______

1.    Best and Final:
a.    I am not playing the back-and-forth game.
b.    I have moved straight to the end.
c.    It's a high price and your shareholders will love it.
d.    If the deal doesn’t work, given that I don’t have confidence in management nor do I believe I can drive the necessary change in the public market, I would need to reconsider my position as a shareholder.
i.    This is not a threat, it's simply not a good investment without the changes that need to be made.
ii.    And those changes won't happen without taking the company private.

2.    My advisors and my team are available after you get the letter to answer any questions
a.    There will be more detail in our public filings. After you receive the letter and review the public filings, your team can call my family office with any questions.



É claro que esta iniciativa deixou a web num estado de histerismo sobrenatural. À esquerda choram-se os apocalipses que o fim da censura vai trazer, à direita explode uma nova religião: a do Messias Elon, profeta redentor que vai libertar a voz das massas e salvar a humanidade de todos os seus males.

Eu lamento, mas continuo na minha e a minha é a de que toda esta manobra visa encaixar uma quantidade surrealista de dinheirinho. Em favor desta tese, convido os mais entusiastas a relerem este ponto:

d.    If the deal doesn’t work, given that I don’t have confidence in management nor do I believe I can drive the necessary change in the public market, I would need to reconsider my position as a shareholder.

Ou seja, Elon Musk sabe que muito poucos ou nenhuns dos mais significativos detentores de acções do Twitter vão aceitar a sua proposta, que será confrontado com óbvias dificuldades para comprar a totalidade dos títulos e que terá assim boa justificação para vender rapidamente aqueles que comprou, com um lucro monumental, porque a cotação da empresa explodiu entretanto e desde que o rapaz comprou 9,2% das acções.

O negócio, que, como Musk gosta, funcionará também como meme, será recordista na história do mercado de capitais. Nunca ninguém deve ter tirado um rendimento assim desmedido num prazo assim tão curto, na história da bolsa de valores de Nova Iorque.

O resto é conversa. E conversa do género daquela que abunda no Twitter. Espúria e limitada a 280 caracteres.

sábado, junho 03, 2023

O passarinho azul continua azul, como o lápis da censura.

As últimas 24 horas foram de convulsão no Twitter. Depois da rapaziada do Daily Wire ter decidido inaugurar o mês do orgulho gay com o lançamento gratuito na plataforma, durante apenas 24 horas, do filme de Matt Walsh "What Is a Woman?", um dos trabalhos mais brilhantes de desmontagem e crítica da cultura trans e do fascismo woke alguma vez produzidos, os apparatchiks que ainda resistem na companhia do passarinho azul decidiram que esse post seria catalogado como "discurso de ódio" e não podia ser partilhado nem teria qualquer alcance, mesmo junto daqueles que seguem a conta do Daily Wire.

Tudo isto terá sido feito, aparentemente, à revelia de Elon Musk, que estava na China, numa das suas viagens de confraternização com os camaradas do Partido Comunista nativo, de quem ele tanto gosta.

Mais tarde, Musk postou uma resposta a um tweet de protesto do Daily Wire afirmando que afinal o filme ia chegar aos seguidores da conta, podia ser partilhado e não ia ser rotulado como "discurso de ódio", mas que não ia alcançar mais ninguém e não seria associado a qualquer campanha publicitária a correr na plataforma, o que não deixa de ser, de qualquer forma, uma decisão censória que vai contra todos os valores que Musk afirmou como orientadores da aquisição e gestão do Twitter.

Já hoje, Musk recomendou até que todos os pais deveriam ver "What Is a Woman?", fazendo a partilha do filme, nesse post.


 

"What Is a Woman?" é tudo menos discurso de ódio, como é óbvio (aconselho vivamente a verificação do que afirmo pelo consumo do documentário, claro). É um trabalho honesto e extremamente polido, que procura apenas desconstruir as narrativas LGBT, denunciar os excessos surrealistas a que chega o movimento, a confusão que está a criar nas pessoas, a cumplicidade risível e profundamente anti-científica das academias, e etc.

Quanto a Elon Musk, continua, como já aqui tantas vezes escrevi, à procura de um equilíbrio entre o idealismo e a aceitação da plataforma pelas grandes corporações, de que precisa para salvar o Twitter da ruína financeira.

E em guerra aberta com os activistas da esquerda radical que ainda habitam a companhia, apesar de já ter despedido 80% da malta que lá trabalhava.

Não o estou a desculpar. Se não estava preparado para enfrentar os grandes interesses dos poderes instituídos, não devia ter prometido o que prometeu. Ainda assim, o Twitter é melhor com ele do que sem ele. Sem ele, este filme, que neste momento já vai com mais de setenta milhões de visualizações, não teria qualquer hipótese de permanecer online na plataforma por mais do que uns breves minutos.

Matt Walsh, ele mesmo, faz o balanço da novela.

sábado, maio 13, 2023

Elon, deves estar a brincar comigo...

É difícil de acreditar, mas Elon Musk acabou de contratar uma agente do WEF para CEO do Twitter. É por estas e por outras que é difícil confiar em magnatas e, tanto aqui no Blogville como no ContraCultura sempre fui manifestando as minhas dúvidas sobre uma personagem que enquanto clama pela liberdade de expressão vai investindo em projectos dantescos como o Neurolink e mentindo descaradamente sobre as viagens a Marte, por exemplo.

Em Abril do ano passado escrevi aqui no blog: 

O instinto puramente capitalista de Musk não deve surpreender ninguém: o homem já por várias vezes demonstrou que investe e desinveste em função de interesses estritamente materiais e sem qualquer nexo com valores libertários, como todas as suas acções no âmbito das criptomoedas exemplificam lindamente. Esse instinto é apenas normal e até louvável (ainda bem que há gente que sabe ganhar dinheiro neste mundo). O que não é normal nem louvável é fingir que esse instinto não está presente neste investimento específico. Elon Musk dificilmente será um guerreiro da liberdade: é um dos maiores amigos que a China tem nos Estados Unidos. Dificilmente será um cruzado da tradição judaico-cristã: está a investir seriamente em tecnologias que visam transformar e digitalizar o ser humano. Dificilmente será um exemplo de integridade: fez grande parte da sua fortuna a vender ao mundo a ideia que os carros eléctricos são ambientalmente neutros e energeticamente sustentáveis, quando é claro que não o são.

E num outro post, no mesmo mês:

Depois de terem acreditado em 2016 que Trump interpretava a segunda vinda de Cristo, o populismo republicana encontrou em Elon Musk uma nova entidade redentora. Convém no entanto moderar o entusiasmo messiânico até porque:

Elon Musk é um progressista. E vai fazer coisas progressistas com o Twitter, como faz todos os dias com a Neurolink e a Tesla, por exemplo. As pessoas não percebem que ao serem privadas do volante a sua liberdade de movimentos fica seriamente comprometida. Como não percebem que a digitalização da mente humana é um projecto frankensteiniano, que visa desintegrar a identidade individual e diluir a espécie num artefacto biónico, em nome sabe-se lá de quê.

O progresso pelo progresso é insensato e deveras perigoso e Elen Musk, sendo sem dúvida um rapaz com muitas virtudes, é deveras perigoso.

sexta-feira, abril 22, 2022

Uma oferta macia, que é dura de roer.

Confrontado com a poison pill com que os administradores do Twitter decidiram combater a sua choruda proposta de aquisição, Elon Musk tirou um coelho da prolixa cartola de prestidigitador profissional de que é feliz proprietário: reuniu materialmente o financiamento necessário para a operação (46,5 biliões de dólares, divididos entre capitais próprios e crédito bancário), e vai agora namorar os investidores com uma tender offer, que é um oferta pública de compra de acções através de contacto directo com os seus titulares.

Este muito expectado Plano B foi deliciosamente sugerido assim, por Musk, uns dias antes da sua formalização :


Continuo a achar que o Twitter não é negociável, seja qual for a oferta, porque é hoje o mais efectivo e amplo motor de propaganda e de censura do regime. Continuo a suspeitar que o end game de Musk não é ficar com a empresa, mas ganhar dinheiro com a especulação que provocou.

Mas esta última convicção, devo confessar, já foi mais firme. Posso muito bem estar enganado.

E sendo certo que os tubarões de Wall Street, os barões da Península Arábica e os vilões do clube de Davos não vão vender título algum ao patrão da Tesla, estou de qualquer forma em pulgas para saber como é que o mercado dos investidores independentes vai reagir. E divirto-me só de imaginar os ataques de pânico colectivo que devem caracterizar as reuniões de direcção do Twitter.

Aconteça o que acontecer, esta novela já vale pelo que tem rendido em entretenimento. E à borlex.


sexta-feira, abril 04, 2025

O que é que aconteceu à auditoria DOGE

que foi prometida para Fort Knox, a fortaleza onde as reservas de ouro do governo federal americano estão arrecadadas?

Lembram-se?

 

 

Esta administração está a decair para a actividade circense, a uma velocidade estonteante.

sábado, janeiro 31, 2026

É pior do que podemos imaginar.

O Departamento de Justiça norte-americano libertou mais uns milhões de documentos relacionados com as actividades de Jeffrey Epstein. E desta vez, a coisa rebenta mesmo, putrefacta e chocante, por todos os lados e em todas as direcções. 


A ideia geral com que ficamos é que vivemos num mundo infernal, dirigidos, manipulados e governados por criminosos absolutamente excráveis, que venderam nitidamente a alma ao diabo. 

E é como diz o Alexander Dugin: parece que toda a elite norte-americana está nos ficheiros Epstein.

 
E sabem quem é que não aparece nos documentos? Este senhor aqui:

 
Carl Benjamin, que nem acredita naquilo que toda esta gente nojenta é capaz, comenta a abominação, satânica e generalizada.

Mais bombas satânicas. Que explodem na minha consciência.


Este interminável catálogo de horrores só permite uma conclusão: uma sociedade que permite ser liderada pela pior espécie de escumalha humana tem necessariamente que colapsar. Nós, no Ocidente, é que somos afinal 'os maus da fita'. E merecemos completamente o destino triste que vamos ter, como civilização: o declínio, a queda e a condenação da História. Porque o apogeu, feitas as contas, foi este luciferino e aberrante bordel.

E, para nossa vergonha colectiva, isto:

 

Não sei, meus caros, que pesos e contrapesos pesam agora na vossa consciência, mas eu posso confessar-vos que sinto profundamente a culpa. Partilho dos pecados destes animais todos. Sou também responsável, cúmplice, parceiro desta imundície e dos filhos da puta que legitimei, defendi e promovi. Fui também por esta lama contaminado. Sou também deste legado operário. Serei também por este opróbrio condenado. 

É até incrível como é que conseguimos viver assim, com estes líderes, sabendo o que agora sabemos deles. 

É até sinal tenebroso destes terríveis tempos, que esta gente permaneça confortavelmente rerfastelada nos cadeirões do poder, impune e fazendo a guerra, tranquila e vendendo aplicações, incólume enquanto concede empréstimos, impassível e largando postas de pescada moralizantes nas redes sociais e no telejornal.

Tenho eu mais vergonha deles, que eles.

Mas sou, como eles, irredimível. 

Stanley Kubrick sabia. Nós não quisemos saber.

sexta-feira, dezembro 02, 2022

The Twitter Files #01

Elon Musk decidiu abrir a caixa de Pandora e revelar o que o Twitter tem estado a fazer nos últimos anos em nome do Partido Democrata e dos interesses do Regime Biden.

A revelação, redigida pela pena de Matt Taibbi, começou há poucos minutos e, até agora, de substancial temos isto:

segunda-feira, dezembro 19, 2022

Ninguém estava à espera desta.

Depois de ter feito esta sondagem, Elon Musk vai provavelmente deixar a direcção do Twitter.

 
E não, não creio que esteja a ser ingénuo porque o rapaz cumpriu os resultados de todas as sondagens que lançou até aqui e ficaria numa posição ridícula se não cumprisse esta também.

O que não se percebe é se Musk quer mesmo sair ou pensou erradamente que a sondagem lhe seria muito favorável. Mas nos próximos dias já deve ser possível fazer uma ideia do que aconteceu.

segunda-feira, abril 25, 2022

Estava redondamente enganado. E ainda bem.


O sacana do Elon Musk pegou em quarenta e quatro biliões de dólares, encostou os snow flakes da direcção do Twitter à parede e comprou mesmo a empresa. Na sua totalidade. Eu, que disse que o Twitter não era comprável e que o magnata estava nisto só para fazer uns biliões com a especulação, não sabia o que estava a dizer. Excelente. Este é um daqueles momentos em que adoras estar errado.

O regresso do livre discurso ao maior fórum digital da História é uma óptima notícia. E um momento decisivo no combate à falsificação da realidade que tem sido perpetrada nos últimos anos pela imprensa e pelos senhores do universo.

Parabéns, Elon Musk.

E em nome de toda a humanidade, muito obrigado.



P.S. - A reacção dos milhares de censores woke que trabalham no Twitter e que vão ter que escolher entre a liberdade de expressão ou o desemprego vai ser linda de ver. E o histerismo da imprensa mainstream, que nos dias que correm é inimiga pública e assumida do livre discurso, também.

terça-feira, julho 08, 2025

A malta está zangada. Mas não sei se suficientemente zangada.

sexta-feira, junho 17, 2022

Musk explica a liberdade de expressão aos apparatchik do Twitter.

Caiu hoje na internet, com estrondo, a conference call entre Elon Musk e os quadros do Twitter, que devia permanecer no âmbito da empresa mas que alguém gravou e entregou ao Project Veritas. Não me admirava que até tinha sido o próprio Musk o responsável pela fuga de informação...

Nesta síntese, o patrão da Tesla explica o que entende por livre expressão em redes sociais, pelo que é de utilidade pública ouvi-lo:



Quem quiser ter acesso à totalidade da conversa que Musk teve com os aflitos censores e os histéricos mariquinhas que trabalham ou fingem trabalhar no Twitter, pode encontrá-la aqui.

sexta-feira, dezembro 01, 2023

Canalhada corporativa: Ide-vos f***r.

Os poderes instituídos e o capitalismo corporativo precisavam de uma desculpa para boicotar Elon Musk e o X, já que reconhecer a primeira motivação, que são absolutamente contra o livre discurso, poderia cair mal. E assim, por causa de qualquer coisa que o patrão da Space X disse sobre os judeus, inventaram logo um anti-semitismo nazi que podem invocar para retirarem da plataforma os respectivos investimentos publicitários.

Entre as grandes corporações que alinharam no boicote estão, claro, a Disney, a Apple, a Microsoft, a AT&T, a IBM, enfim, os canalhas do costume.

A resposta de Musk, em directo na televisão por cabo americana e com o logo do New York Times por trás, traduz o transporte de uns genitais de aço inoxidável:

É como tenho dito: por muitas reticências que se possa ter em relação a certos negócios de Musk - e nunca esquecendo que na verdade se trata de um liberal - é difícil não admirar a coragem do homem, e não lhe ficar grato pelo que ele está a fazer pela liberdade de expressão.

Matt Walsh delicia-se com a ocorrência:

terça-feira, abril 05, 2022

The Fight Back Club #20

Elon Musk comprou 9,2% das acções do Twitter, passou a ser o maior accionista da empresa e crashou a Internet. Não se fala de outra coisa. E não escasseiam os optimistas que acham que o bilionário vai revolucionar a forma como o passarinho censor encara a sua missão social fascista. Estão redondamente enganados. Para que o Twitter passasse a funcionar como devia funcionar num sociedade democrática e fundada no direito constitucional, Musk teria que começar por despedir a totalidade dos seus quadros.

Estou a exagerar?


O Twitter não é reformável.
Mas estou com o Dave Rubin: o simples facto de a aquisição incomodar os meninos que lá realizam o seu labor nazi já é algo de muitíssimo positivo. É tempo de reagir.

É também chegado o tempo de fazer justiça sobre os crimes contra a humanidade que a propósito da gripe chinesa foram cometidos por políticos e cientistas, jornalistas e professores, burocratas e líderes de opinião. O intratável Jesse Kelly clama por um ajuste de contas que é mais que justificado.



O que se fez, e ainda se está a fazer, com as crianças e os adolescentes, com resultados assustadores e consequências psicológicas e pedagógicas que serão provavelmente recordistas na história da governação dos povos, tem que ser alvo da barra dos tribunais. O processo iníquo de vacinação massiva com um produto experimental cujos efeitos secundários tiveram, têm e terão gravíssimas implicações na saúde pública e serão responsáveis pela morte de centenas de milhar senão milhões de seres humanos, tem que ser investigado. Os responsáveis têm que ser confrontados com os seus crimes. Lockdowns sem sentido e restrições sem razão para além do exercício espúrio do poder têm que ser escrutinados e os seus autores morais e materiais devem ser submetidos ao normal funcionamento judiciário. A destruição da pequena e média economia tem responsáveis. Esses responsáveis têm que responder pelos seus actos tresloucados, que levaram ao desemprego e ao empobrecimento e à dependência de subsídios públicos de dezenas de milhões de pessoas.

Não basta celebrar o fim da pandemia e das suas nefastas consequências. É necessário um momento Nuremberga para que a a civilização sobreviva à barbárie, para que os actos de lesa-humanidade e de sobranceria sobre os direitos mais elementares e naturais dos cidadãos não se repitam, e para que a História conceda o seu perdão.

domingo, julho 30, 2023

Por que raio é que Elon Musk decidiu mudar o nome do Twitter para X?

Elon Musk tem uma estranha obsessão pela letra X, e alterou a nomenclatura do Twitter da noite para o dia. Há quem sugira que esta acção de rebrand irá tornar-se num estudo de caso sobre como afundar uma marca com altos índices de notoriedade. A ver vamos.

terça-feira, dezembro 20, 2022

Elon Musk vai deixar a direcção do Twitter.

Elon Musk está decidido a renunciar ao cargo de CEO do Twitter depois de ter prometido respeitar os resultados de uma sondagem em que a maioria dos inquiridos manifestou o desejo de não o querer à frente da empresa.

segunda-feira, março 10, 2025

Guerra aberta à auditoria do estado profundo e à liberdade de informação.


O X é agora a primeira plataforma de notícias nos EUA. E da liberdade de expressão, também, a nível global. Ainda por cima, o seu patrão está, por ordem executiva federal, a escarafunchar no pântano e a tentar desmantelar as suas profundidades. Não admira por isso que Elon Musk, que qualquer dia leva um tiro na nuca ou aparece suicidado, esteja a ser alvo de uma bateria de ataques coordenados.


Às vezes até fico espantado que o homem ainda esteja vivo, sinceramente.