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sábado, maio 20, 2023

The Why Files: não há muito melhor que isto.

Vão-me perdoar a pretensão, mas o assunto vale completamente o risco. 

O Blogville tem umas poucas centenas de visitadores frequentes e incondicionais. Que valorizam pelo menos algumas das opiniões aqui expressas, mesmo que discordem das suas referências políticas e éticas e estéticas.

A esses companheiros de viagem, devo apelar para que subscrevam este canal do Youtube: The Why Files. 

Esta não é a primeira referência que faço ao impecável e fundamental trabalho de Andrew Gentile. Mas devo insistir. Se há podcast (eu prefiro chamar-lhe televisão) de vocação documental que vale a pena, o WF! vale a pena.

No episódio de ontem, Gentile e o seu peixinho dourado Heckle (cuja ideologia é talvez aquela com que o Blogville mais se identifica entre a imensidão dos protagonistas mediáticos contemporâneos), articulam sobre a fragilidade da civilização humana perante fenómenos naturais de bárbara magnitude e o dogmatismo cego-surdo da comunidade científica, com uma profundidade elevatória.

A título de exemplo do que neste clip é manifesto, e sem querer desviar a atenção do trabalho que vivamente se recomenda, Gentile demonstra como as fases da lua têm efectiva e constante influência na eclosão de terramotos, por muito que a comunidade científica fique incomodada pela falência das teorias estabelecidas, que defendem uma fraquinha, limitada e apenasmente descritiva versão do terrífico e letal fenómeno. 

E precisamente considerando quão terríficos e letais são os tremores de terra - que em segundos ceifam, em pleno século XXI, milhões de vidas - seria até de esperar que os "cientistas" mostrassem pelo menos alguma vontade de sair da caixinha extremamente confortável e dogmática que teimosamente habitam e estudar novas e mais profundas relações de causa e efeito, à procura de conhecimentos que pudessem salvar as pessoas de morrer assim em quantidades brutais, de cada vez que a Terra treme.

Lamentavelmente, não é isso que acontece. Porque o que acontece nas academias do tempo de agora é o carreirismo puro e duro dos indivíduos, o corparativismo globalista das instituições e a compensação dos pecados máximos pelo fingimento de virtudes woke.

Mas voltando ao que interessa: subscrevam e consumam o Why Files. É do melhorzinho, mesmo.

segunda-feira, fevereiro 02, 2026

Ui: Tucker Carlson e AJ Gentile!

Os canalhas que governam os países ocidentais acreditam no sobrenatural. É a principal crença deles, na verdade, porque são uma raça de demónios. E assim sendo, por que raio se esforçam tanto para nos convencer que o cosmos e a humanidade só podem ser entendidos à luz do mais espúrio materialismo? AJ Gentile, do Why Files, conversa com Tucker Carlson sobre este assunto e sobre outros enigmas, que incluem gigantes ancestrais, civilizações pré-históricas e a sua tecnologia, os mitos e as suspeitas relacionados com as pirâmides do Egipto e muito, muito mais. 

Cinco estrelas.

domingo, agosto 04, 2024

Boa: A.J. Gentile deixa cair a máscara.

Sempre se percebeu que o A.J. Gentile tem uma queda para o populismo, mas geralmente deixa que seja o Heckle Fish a dizer as cenas mais politicamente incorrectas. Desta vez, porém, o Why Files meteu o dedo na ferida e iniciou hoje uma série de trabalhos sobre a agenda das elites globalistas. Este episódio faz foco no grupo Bilderberg, mas abrange já a maior parte dos temas mais polémicos e preocupantes do elitismo liberal-leninista que impera no Ocidente contemporâneo. E assim sendo, é mesmo, mesmo, mesmo imperdível.

sábado, fevereiro 14, 2026

Timothy Hogan e AJ Gentile: Templários, gnósticos, a Atlântida, a Arca da Aliança, o legado pré-faraónico e tudo à volta.

O Why Files de AJ Gentile tem agora um spin off: "The Basement" - um podcast  com convidados que enriquecem a linha editorial do canal.

O convidado do terceiro episódio, Timothy Hogan, autor, orador e investigador esotérico, é especializado nos Cavaleiros Templários, em alquimia, no gnosticismo e nas tradições herméticas. Foi apresentado às ideias templárias na infância, avançando posteriormente através de estudos rosacruzes e maçónicos, obtendo altos graus em vários ritos. Hogan actua como Grão-Mestre da Ordem do Templo dos Iniciados Secretos e fundou o Templar Collegia para ensinar filosofia e simbolismo templários.

A saborosa e elevada conversa explora as ligações entre os Cavaleiros Templários, a civilização perdida de Atlântida e a Arca da Aliança bíblica, aborda a história dos Templários (a sua ascensão, supressão, conhecimentos secretos), interpretações esotéricas de artefactos como a Arca (vista como uma rede global de dispositivos tecnológicos de geraçãod e energia em grande escala), possíveis ligações dos Templários com a sabedoria oculta da Atlântida e significados simbólicos/alquímicos por detrás de mitos como o Santo Graal. Hogan utiliza a sua experiência para combinar factos históricos com interpretações ocultas, discutindo simbolismos mais profundos na alquimia, influências gnósticas e como estes elementos se ligam às ordens esotéricas modernas. 

Hogan não tem medo das palavras nem das suas próprias convicções e faz várias afirmações absolutamente disruptivas sobre a natureza de Cristo, o papel de Maria Madalena, os mistérios do Egipto pré-faraónico, e a verdadeira, se bem que secreta, confissão religiosa dos Templários, que, segundo ele, eram gnósticos e que estavam na verdade mais interessados em desenterrar e desvendar artefactos e conhecimentos de uma evoluída civilização anterior à antiguidade clássica do que em proteger os peregrinos cristãos que se deslocavam a Jerusalém.

O parvo do Dan Brown é um menino de escola primária, ao pé deste monstro conspirativo.

No que me diz respeito como cristão, e mesmo considerando que muitas destas afirmações são mais especulativas que substantivas, mesmo discordando mais do que concordando com Hogan, devo dizer que este deve ter sido o podcast mais interessante e intrigante e inspirador que consumi nos últimos anos, porque o meu cristianismo não é dogmático. Ou melhor: o único dogma que aceito está encerrados nas palavras do nazareno conforme elas nos chegaram nos evangelhos (incluindo os apócrifos) e essas, para além de serem já de si crípticas e carregadas de intrincados simbolismos, podem e devem ser exploradas filosoficamente e interpretadas dialecticamente e cruzadas com outros conhecimentos e outras abordagens religiosas e outras visões da história e da condição humana e levadas por outros caminhos, para além daqueles muito estreitos que são determinados rigidamente pelas igrejas cristãs.

Não sou mais ou menos fiel aos evangelhos por querer saber mais. Eu quero sempre saber mais porque: João 8:32. 
 

quarta-feira, maio 31, 2023

De marcas, mensagens e arrepios na espinha.

Um dos fenómenos mais intrigantes do imaginário OVNI são as "Crop Marks", ilustrações abstractas, de carácter geométrico, que são gravadas em extensas áreas de cultivo agrícola por todo o mundo e com espantosa frequência. Também aqui, a fraude concorre com factos irredutíveis. Esta é aliás uma característica imanente em todos ou quase todos os eventos relacionados com objectos voadores não identificados.

Dá a sensação que há sempre gente disponível para criar ruído com falsos testemunhos e fabricação de factos de forma a descredibilizar muitas outras situações que na verdade não se adequam de todo às explicações científicas ou às circunstâncias equívocas e que permanecem inexplicáveis.

E para destrinçar entre o que é fraudulento ou decorrente da acção humana e aquilo que, à luz do que sabemos, não tem explicação para além de constituir uma manifestação de inteligência extra-terrestre, ninguém neste momento oferece competição a Andrew Gentile.

Chamo a atenção para o minuto 10, quando Gentile fala da crop mark que foi gravada numa seara em 2001, em resposta à famosa mensagem enviada em 1974 pelo Radio-Telescópio Arecibo na direcção de um cluster de estrelas na constelação de Hércules, localizado a 25.000 anos luz da Terra. 

A "Mensagem de Arecibo" foi pensada semântica e graficamente por uma equipa de cientistas, que incluía Carl Sagan, para funcionar como um universal cartão de visita da raça humana, na expectativa de pudesse chegar a outras entidades inteligentes no universo. Descrevendo a morfologia e a genética humana, a geografia local e sideral da Terra, a composição química dos elementos fundamentais à vida, entre outros detalhes, a mensagem - especularam alguns - poderia funcionar, muito para além das expectativas dos seus criadores, como um convite à caça, no caso de ser captada e descodificada por uma civilização predadora.

Aquela que ficou depois conhecida como a "Resposta de Arecibo", gravada num campo agrícola anexo a outro radio-telescópio - o Chilbolt -  é arrepiante. E não tem explicação racional ou científica que conduza à conclusão de se tratar de uma fraude ou de qualquer fenómeno natural, como é óbvio pelas imagens inclusas em mais um muito competente episódio do Why Files.

sábado, julho 08, 2023

The Why Files: sobre o algoritmo apocalíptico.

Mais um episódio super bem feitinho dos Why Files, dedicada a um assunto que o Contra tem dissecado nos últimos meses e que consubstancia, na minha opinião, uma ameaça à humanidade só comparável à destruição termonuclear (embora as duas variáveis se possam cruzar numa tempestade perfeita): a inteligência artificial.

E Andrew Gentile parece tão assustado como eu. Pudera. Até os peritos mais proeminentes nesta sinistra tecnologia admitem o seu destruidor potencial e, o que é mais, reconhecem que não sabem bem como é que as suas criações funcionam e evoluem tão depressa.

A primeira metade do século XXI parece ser a era do aprendiz de feiticeiro. A ciência humana está a experimentar processos cuja mecânica interna não domina. Isto acontece com a "ciência" climática, como com a mecânica quântica dos processadores, como com a inteligência artificial. 

Se a civilização for destruída por um sistema neuronal artificial, a responsabilidade primeira não será da máquina. Será do Homem.

segunda-feira, maio 29, 2023

Teorias da simulação, revistas e actualizadas.

Vou ser o mais honesto possível. Nunca simpatizei muito com as teorias do universo como simulação, não porque não façam sentido à luz do que conhecemos sobre o cosmos, as suas leis e os seus enigmas, mas porque são geralmente engendradas por activistas ateus, que estão mais preocupados em erradicar a ideia de criação divina do que outra coisa qualquer. 

Mas Andrew Gentile, em mais um exercício de síntese e claridade, alvitra neste clip a hipótese inversa, que de certa maneira já coloquei em textos sobre ciência e religião: se o universo corre como um programa de simulação, tem que haver um programador. E a esse programador, podemos chamar Deus.

Clérigos e físicos, ateus e crentes, podiam finalmente, com esta solução elegante, resgatar à história um acordo de cavalheiros.

Até a impossibilidade em aceder ao conhecimento exacto da mecânica da matéria, que a quântica coloca para desespero da ciência humana, pode ser 'resolvida' com a hipótese da simulação. E isto não é dizer pouco.

As teorias do universo como simulação têm ainda a vantagem, a meu ver simpática, de garantirem uma substancial margem de manobra ao livre arbítrio. Em qualquer jogo de realidade virtual, o jogador tem liberdade de movimentos, dentro de um quadro de leis fundamentais que regem um determinado micro-cosmos. As suas acções vão ter consequências em tempo real, mas também no fim do jogo. Num universo simulado o Sapiens seria, em largo sentido, livre e responsabilizado pelos seus actos.

Assunto a desenvolver. Por enquanto, aconselho este episódio seminal do Why Files.


terça-feira, maio 27, 2025

Este podcast é imperdível.

Como sempre, não deixo escapar momentos em que velhos conhecidos deste blog se encontram. No caso, Joe Rogan e AJ Gentile, do Why Files. Uma conversa saborosa à brava, como não podia deixar de acontecer, considerando os malucos em causa.

domingo, julho 20, 2025

A CIA como organização criminosa, no Why Files.

A 25 de Junho de 2007, a CIA divulgou discretamente 693 páginas dos seus segredos mais confidenciais. Sem anúncios, sem alarde — apenas uma pilha de documentos que revelavam décadas de operações ilegais contra cidadãos americanos.

As "Family Jewels" expuseram violações sistemáticas que iam muito além do que qualquer pessoa poderia imaginar. Experiências de controlo mental usando LSD em indivíduos inconscientes. Operações de vigilância visando 300.000 americanos que não cometeram crimes.

Programas de manipulação dos media que transformaram jornalistas em agentes de inteligência. Planos de assassinato aprovados nos mais altos níveis do governo federal

Não se tratava de teorias da conspiração — eram operações reais, financiadas e documentadas pela agência. As "Family Jewels" revelaram como a agência criada para proteger os Estados Unidos se tornou a sua maior ameaça.

O que começou como um controle de danos após o Watergate tornou-se na confissão mais abrangente de crimes governamentais da história americana.

A.J. Gentile, disseca a história de horrores.

quinta-feira, junho 01, 2023

Quanto mais tentam esconder os factos, mais pornográfica é a cortina.

The Why Files, outra vez. Estou completamente viciado neste canal. Há tanta coisa que não sei e que o senhor Gentile me traz ao conhecimento, que fico mesmo parvo com a ignorância que tenho vindo a acumular sobre a vida. Neste episódio fiquei pela primeira vez informado de que o Grand Canyon - o famoso monumento natural do estado do Arizona, nos EUA - esconde vestígios arqueológicos de uma cidade imensa, muito antiga, altamente complexa e civilizada (mais antiga e complexa e civilizada do que qualquer academia mainstream está pronta a aceitar como marco na cronologia hominídea) e aparentemente de cultura... faraónica. Ou egípcia, se quiserem. Ou asiática, se preferirem, em função da interpretação que se possa fazer dos factos. Factos esses que o Smithsonian, mais outra instituição académica barra científica que é mafiosa à brava e que se tem como íntegra, decidiu esconder. Em conluio com o estado federal americano. 

O problema é que quanto mais tentam esconder as evidências, neste caso, de natureza arqueológica, mais suspeitos são de encobrimento. E mais credíveis permanecem esses factos que são obliterados.

Neste caso específico, há até uma ironia: J. J. Kinkade, que descobriu o site arqueológico e cujo trabalho foi prontamente posto em suspenso pela Smithsonian, era um homem da casa e defendia ele próprio a interdição do acesso ao conhecimento histórico e ontológico que o local podia proporcionar.

A zona é hoje interdita a toda agente pelo governo federal. Cientistas, arqueólogos, historiadores, aventureiros, curiosos. Ninguém tem acesso ao sítio. 

Porquê?

Este episódio do Why Files liberta cem teorias da conspiração por minuto. E a culpa não é da nossa imaginação. A culpa é do comportamento altamente suspeito de instituições em que devíamos confiar mas que se foram transformando, ao longo das últimas décadas, em verdadeiras máquinas de subtrair conhecimento às massas.

Essa é que é essa.

quinta-feira, novembro 20, 2025

Como identificar uma psyop.

Mais  um trabalho notável de AJ Gentile, no Why Files. 

A partir de agora, já não tens desculpa para seres manipulado pelos poderes instituídos. Os sinais, métodos e procedimentos de manipulação de massas são todos desnudados, neste vídeo de 30 minutos, com claros exemplos históricos e tudo.

Um documento de referência. 

domingo, fevereiro 01, 2026

Supremacia sionista.

Uma das mais chocantes recorrências dos ficheiros Epstein é a do racismo judaico contra os gentios (termo perjorativo usado: goyim). 

 
Na correspondência electrónica do pedófilo/traficante de carne humana/agente da Mossad abundam conversas sobre a supremacia judaica e a subhumanidade dos não judeus (especialmente dos brancos não judeus). É uma coisa mesmo revoltante e bem eloquente sobre o que pensam de nós os sionistas: que somos, basicamente, idiotas úteis e que servimos apenas para servir Israel. 

É impressionante.

sábado, março 01, 2025

Operação Prato: o horror irrefutável.

Por uma vez, AJ Gentile conta uma história que ele próprio, sempre teimando em concluir os episódios com um segmento de "debunking", não consegue desmentir. A história da Operação Prato, que o Contra documentou em 2023. 

A extensão e complexidade fenomenológica, a dimensão do corpo de testemunhas, as evidências documentais e fotográficas, o sinistro destino do coronel Uyrangê Hollanda; há demasiados factos para falsificar o que aconteceu em Colares, no Brasil, em 1977.

Alienígenas ou demónios, entidades inteligentes não identificadas raptaram, violentaram e traumatizaram seres humanos numa escala nunca registada na história. Na verdade, existem evidências de que estes seres se alimentavam até de sangue humano (ou pelo menos estavam interessados em consumi-lo por qualquer outra razão).

 Um episódio do Why Files que se recomenda.

quinta-feira, dezembro 11, 2025

sexta-feira, abril 21, 2023

The Why Files.

Um dos canais que estou a seguir com mais atenção nos últimos meses é este. É difícil conciliar a seriedade e a profundidade de pesquisa que são colocadas no trabalho editorial do Why Files com o terrível peixinho dourado, incondicional teórico da conspiração, que interrompe não poucas vezes a narrativa de Andrew Gentile com notas de humor sardónico e suspeitas de chapéu de lata. Mas a verdade é que se trata de um canal que, sobre muitos dos enigmas da história universal e dos assuntos fulcrais da actualidade estabelece um discurso claro, credível e acessível, que separa o trigo do joio entre teorias alienadas, conspirações reais e aquilo que nos é de facto escondido pelas elites, pelas academias e pelos poderes estabelecidos.

Este ensaio que aqui deixo no blog, focado na rocambolesca e tentacular história das infames "Georgia Guidestones", é um vivo exemplo da ambição detectivesca e do exaustivo trabalho de recolha que o Canal oferece aos seus dois milhões de subscritores. E característico de uma equipa de produção que sabe até - e muito bem - que as questões fundamentais que hoje perturbam e ameaçam a condição humana não são políticas porque estão antes da política: a demografia, a cultura, a linguagem, a religião, a história e a ciência. É nestas vertentes que temos que encontrar referências para tentar compreender a intrincada fenomenologia dos nossos tempos.

E este canal ajuda nisso.

quarta-feira, junho 04, 2025

Mais podcasts imperdíveis.

Ultimamente, muitos dos personagens centrais para a linha editorial deste blog e do Contracultura têm-se encontrado com frequência em podcasts. Por exemplo, esta semana, Joe Rogan, depois de convidar AJ Gentile, chamou à sua plataforma gigante o senhor Jesse Michels que será neste momento o mais proeminente investigador da fenemenologia OVNI, entre outros assuntos do universo oculto. Trata-se de duas horas e meia de uma conversa absolutamente fascinante, com mais teorias da conspiração por minuto do que os meus neurónios conseguem processar (sendo certo que o meu velho e cansado cérebro consegue até processar uma boa quantidade delas).

 

Ao mesmo tempo ou quase, Tucker Carlson, publicou uma conversa de longo formato com o Bispo Barron, um dos padres católicos que o Blogville segue há uns anos largos. Tenho que ser sincero: com tantos podcasts supergiros para consumir, ainda não consegui ter tempo para ouvir este, mas isso não quer dizer que não o partilhe aqui, porque vale a pena de certeza, até porque Barron manifesta aqui a sua opinião sobre o novo Papa, algo que, por si só, merece toda a atenção.