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terça-feira, dezembro 01, 2020

De fraude em fraude até à vitória final.

2020 tem sido o ano mais fraudulento que vivi e já vivi 53 anos. Nunca tantos contaram tantas mentiras. Nunca os políticos mentiram tanto. Nunca os jornalistas mentiram tanto (estes últimos envergonham até os mais mentirosos dos políticos). E houve fraudes de todo o género. Milhares por dia. Temos fraudes solidárias como a da Time's Up, associação de caridade fundada e financiada à boleia histérica do movimento #me too por estrelas de Hollywwod e outros bichos repelentes do género elitista, que acabou por gastar os seus chorudos fundos em hotéis de luxo e ordenados multimilionários, de tal ordem que menos de 10% do dinheiro foi dedicado a ajudar realmente as vítimas de assédio sexual. Temos falsos crimes de ódio à fartazana (como são escassos os verdadeiros, obriga a narrativa a que se inventem uns tantos), como o do tristemente célebre Jussie Smollett. Temos fraudes por desinformação, fraudes por omissão, fraudes por traição, fraudes por ignorância, fraudes tantas que destaco apenas quatro, para economia da tua paciência, gentil leitor.

Primeiro aconteceu a fraude chamada Boris Johnson, personagem teatral que conseguiu convencer o eleitorado britânico a acreditar por um momento que estava a eleger um reformador e um líder minimamente conservador, que defendesse os valores da classe média e os interesses de quem nele votou e que teria a coragem para romper com a wokeness que infesta as superestruturas da sociedade britânica. Não podiam ter sido mais enganados, os bifes. E eu também. 

Logo a seguir, rebenta a fraude Covid 19 (a maior fraude de todas), de que já escrevi e protestei o bastante aqui no blog, pelo que agora refiro apenas um último episódio que oscila entre o dramático e o caricato: o acto criminoso que as lideranças do ocidente têm cometido sobre crianças e adolescentes desde março, foi finalmente assumido pelos... criminosos. Fascistas de serviço como Faucci e Deblasio admitem agora que o Covid 19 não representa qualquer perigo para criaturas abaixo dos 19 anos. E confessam até que sempre souberam disso. Optaram por mentir. Optaram por fechar as escolas. Optaram pela infelicidade das famílias e por condenar a juventude a centenas de dias de playstation e mais nada. Em nome de quê? Da pressão dos sindicatos de professores. Da conveniência política. Da fome de poder. Tucker Carlson expõe o escândalo, a falta de vergonha e a completa cedência à tentação totalitária: 

 

Depois, a propósito da morte de Geoge Floyd, rebentou em definitivo a fraude Black Lives Matter, movimento radical que parece ter convencido meio mundo que vivemos em sociedades racistas e que as pessoas que não são brancas são desfavorecidas e perseguidas e que os polícias matam negros com especial zelo e gosto lúdico e que o passado da civilização ocidental é meramente uma longa gesta de sangue e servidão e etc. etc. Todas estas premissas são factual, académica e estatisticamente falsas. Por exemplo, os números oficiais de mortos pela polícia nos EUA e os números oficiais de mortos pela polícia no Reino Unido não indicam qualquer evidência de preconceito étnico, pelo contrário.

E para terminar o ano em beleza, os deuses acharam por bem presentear o Ocidente com a fraude das eleições presidenciais americanas. E, ao contrário do que te diz a imprensa, crédulo leitor, há provas concretas de que Joe Biden roubou a presidência. Há imensas provas materiais, claras e objectivas, até. Mais do que cabem neste breve post. Já falei noutras, mas ilustro aqui e agora apenas aquela que me parece mais material, clara e objectiva.

Neste quadro, o eixo vertical conta o número de votos contados e o eixo horizontal o continuo cronológico da noite eleitoral, no estado de Wisconsin. Às duas da manhã, há uma inexplicável interrupção da contagem, quando Trump liderava por mais cem mil votos. Quando a contagem é retomada, por volta das quatro da manhã, surge um lote de cento e cinquenta mil votos que recaem quase exclusivamente no candidato Biden. E é precisamente esse estranho lote de votos que dá a vitória ao candidato democrata. 



No gráfico seguinte, referente ao estado de Michigan, acontece exactamente o mesmo fenómeno poltergeist: por volta das seis da manhã, no momento em que Trump liderava a contagem por cerca de 200.000 votos, surge um lote de cerca de 120.00 votos exclusivamente contados a favor de Biden, que o catapultam subitamente para uma posição bem mais confortável e que acabam por garantir a sua vitória neste estado.







No terceiro quadro que ilustro alargamos o espectro geográfico e notamos que, para além do Michigan e do Winsconsin, há um padrão deveras esquizofrénico na madrugada eleitoral. No estado da Geórgia, é resgistado um esmagador número de votos em favor de Biden à uma e meia da manhã, no estado do Missouri, chegamos às quatro da manhã e a relação de votos Biden/Trump é de dez para um, entre outras anomalidades estatísticas mais ou menos gritantes.

Como o processo eleitoral nos Estados Unidos não costuma decorrer com a mesma metodologia usada na Venezuela ou na Coreia do Norte, e porque não há um histórico que abra seja que precedente for para este comportamento em uníssono do eleitorado americano, os gráficos demonstram inequivocamente que há dezenas e dezenas de mandatos do colégio eleitoral que foram completamente roubados em favor de Joe Biden. Se alguém tiver uma explicação racional e sensata e que exclua a fraude para estas anomalias gritantes, que a submeta por favor para o email que é indicado na caixa superior da coluna da direita deste blog. Gostava imenso de ser convencido de que Joe Biden será o presidente legítimo dos Estados Unidos da América. Mas à luz destes números, desconfio bem que não.

Desconfio bem que a fraude, triunfante no ano de 2020 e sinal dos tristes tempos que vivemos, é bem real. E que a democracia, no sentido ocidental da palavra, está defunta.

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Para uma análise mais profunda dos padrões anómalos aqui reportados:

Anomalies in Vote Counts and Their Effects on Election 2020 - A Quantitative Analysis of Decisive Vote Updates in Michigan, Wisconsin, and Georgia on and after Election Night

2020 Election: Could Trump’s claims have merit? An analysis of voting data from Georgia, Michigan, Pennsylvania, and Wisconsin

terça-feira, fevereiro 13, 2024

Coordenador do Partido Democrata acusado de fraude eleitoral.

Um coordenador do Partido Democrata foi detido por fraude eleitoral, quando se acumulam provas de que as eleições nos EUA são tudo menos fidedignas. Ainda assim, os republicanos partem para as presidenciais de Novembro como se a batota de 2020 não tivesse acontecido.


sábado, julho 01, 2023

Testemunhos de informadores do IRS mostram a real dimensão da fraude eleitoral em favor de Joe Biden.

A fraude eleitoral nas presidenciais de 2020 está hoje à vista de toda a gente. E os testemunhos prestados ao Congresso dos EUA por dois informadores do IRS revelam claramente que o deep state de Washington esteve intimamente ligado à manobra.


quinta-feira, outubro 17, 2024

A bolha e o equívoco ou como as eleições de 5 de Novembro estão muito longe de estarem decididas.

Como as pessoas vivem enclausuradas em bolhas de informação digital, cujos algoritmos só lhes dão os inputs que gostam de receber, formam ideias completamente divergentes da realidade. E se o fenómeno acontece principalmente à esquerda do espectro político, há que reconhecer que também se plasma com significado à direita.

Vem este parágrafo a propósito da percepção que muita gente parece ter de que Donald Trump lidera neste momento as sondagens para as presidenciais de 5 de Novembro. Como já em 2020 sucedeuu, esse optimismo não tem razão de ser. Eu explico.

Para já: não é verdade que Trump lidere as sondagens. Há sondagens que lhe dão vantagem, curta, no total nacional, mas a maior parte dão empate técnico ou vantagem, curta, a Kamala. Umas como outras, estão dentro da margem de erro. 
 
O candidato republicano é favorito no contexto do colégio eleitoral, ou seja, no mecanismo que faz dos EUA uma república federal, mais do que uma democracia, e que, de forma a dar voz aos estados menos populosos, valoriza o número de votos colegiais sobre a votação nacional.

Como aconteceu em 2016, Trump poderá ser eleito mesmo que não tenha a maioria dos votos, desde que vença nos estados tradicionalmente vermelhos e em quatro ou cinco dos seguintes estados-chave: Georgia, Pensilvânia, Carolina do Norte, Florida, Wyoming, Michigan e Arizona.

Porém, a Pensilvânia está tremida e o Michigan é sempre difícil para um candidato republicano, seja ele quem for. Donald Trump terá assim forçosamente que vencer nos restantes estados. E não é liquido que o faça na Georgia e no Arizona, por exemplo.

O seu favoritismo, ainda assim, decorre principalmente de três factores: A dinâmica da sua campanha, o desastre da actual administração democrata e a imbecilidade de Kamala Harris. O facto do candidado republicano ser generoso em presenças públicas, entrevistas e comícios, bem como as duas tentativas de assassinato de que foi alvo, oferecem momento e entusiamo ao seu esforço eleitoral. O legado do regime Biden foi de tal forma catastrófico, tanto em termos económicos como de política externa, que até Harris, que é 'segunda em comando' desta administração, se está a apresentar como uma candidata "de mudança". O problema é que Kamala, de cada vez que abre a boca, demonstra à audiência que é paralítica do cérebro.

E é por isso que nas casas de apostas, por exemplo, Trump lidera por mais de 20 pontos:


Ninguém no seu perfeito juízo quer pôr o seu dinheiro num cavalo que não tem capacidade intelectual para o galope.

Ainda assim, e pondo de parte a alta probabilidade da fraude eleitoral, não é de todo um dado adquirido que o candidato republicano tenha a vitória como certa.

A verdade, verdadinha, é que tudo pode acontecer na noite de 5 de Novembro e na madrugada de 6. E tudo pode acontecer também, nos dias que ainda restam cumprir até lá chegarmos.

sexta-feira, julho 16, 2021

Tucker Carlson chega atrasado. 9 meses atrasado.

O pundit da Fox chegou agora à conclusão que houve fraude eleitoral, a 3 de Novembro de 2020. É muito tarde, tarde demais para fazer seja que diferença for. O Regime Biden está agora bem instalado, ainda que de forma fraudulenta, nas assoalhadas da Casa Branca.

Ainda assim, há que considerar a coragem de Tucker, no contexto da vergonhosa posição que a Fox tomou na noite eleitoral e daí para a frente, assobiando para o lado e colaborando activamente na supressão de informação relacionada com a roubalheira descarada.



Mais vale tarde do que nunca? Mais ou menos. Uma coisa é certa, uma boa parte dos republicanos nunca vão perdoar a Tucker Carlson o silêncio de 9 meses sobre esta questão fundamental da democracia americana. Se é que existe uma democracia americana, neste momento. Eu acho que não existe, sinceramente.

quinta-feira, julho 01, 2021

Uma explosão de ironia, em Nova Iorque.

As eleições para o novo Mayor de Nova Iorque não estão a correr lá muito bem.

Na madrugada de ontem, Eric Adams, o favorito das sondagens, liderava confortavelmente a contagem dos votos até que, de repente... perdeu a sua substancial vantagem. Não sei se a circunstância vos parece familiar, mas este fenómeno ocorreu de forma muito parecida na madrugada de 3 de Novembro de 2020.

A primeira ironia aqui é que Eric Adams, como os seus mais directos concorrentes na eleição, é um democrata dos sete costados (não há um republicano no universo que pudesse somar mais que mil votos na grande maçã). E é lindo de ver um democrata dos sete costados protestar contra a fraude eleitoral. E é lindo de ver os democratas chamarem-se uns aos outros conspiracionistas-fascistas (desde o ano passado que qualquer pessoa que coloque em dúvida resultados eleitorais, num país que na verdade tem historicamente uma imensa dificuldade em contar votos, é conspiracionista-fascista).




A verdade é que o conselho eleitoral de Nova Iorque, como acontece em muitas cidades americanas, é de gargalhada. A incompetência reina, galopante. Os delegados fumam erva enquanto contam votos, acreditem ou não. Os sistemas de contagem são facilmente adulterados por erro humano ou informático e corrompidos por intenção maliciosa.

E neste caso, a intenção maliciosa parece presidir ao desastre, já que Eric Adams, apesar de ser bastante esquerdista em quase todos os tópicos, é um candidato que defende a lei e a ordem e não acredita em cortar fundos financeiros à polícia, ou aboli-la de todo, o que é um pecado grande para o establishment democrata nova iorquino, que acha que defender a polícia será necessariamente sinónimo de defender o pensamento ideológico de Adolf Hitler.

Ora a outra e sublime ironia aqui é esta: foi precisamente por ser ter apresentado como um candidato da lei e da ordem que Adams estava prestes a sair vencedor destas eleições, porque Nova Iorque é hoje um apocalítico esgoto de crime, violência, desleixo e anarquia generalizada.

Em conclusão: what goes around, comes around.

sexta-feira, outubro 07, 2022

Mais uma teoria da conspiração que passou a facto em 24 horas.

A última carga da imprensa mainstream na descredibilização de qualquer pessoa à direita do espectro político que questione a integridade do sistema eleitoral americano caiu por terra em menos de um dia.

Na terça-feira, o New York Times classificou uma história que circulava nas redes sociais sobre a ligação de uma empresa de software americana ao Partido Comunista Chinês como uma "teoria da conspiração de direita".

"Numa conferência apenas por convite, em Agosto, num local secreto a sudeste de Phoenix, um grupo de negacionistas eleitorais desdobrou uma nova teoria da conspiração sobre o resultado presidencial de 2020", foi o lead original do NYT.

No artigo, o jornal escreveu que os "negacionistas eleitorais de direita" no Arizona tinham fabricado uma teoria de conspiração de que a empresa de software Konnech tinha laços secretos com o PCC, e estava a passar-lhes informações sobre cerca de dois milhões de funcionários que trabalham nas eleições dos EUA. Podemos ler no artigo:

"Nos dois anos desde que o antigo Presidente Donald J. Trump perdeu as eleições presidenciais, os teóricos da conspiração sujeitaram os funcionários eleitorais e empresas privadas que desempenham um papel importante nas eleições a uma barragem de estranhas alegações de fraude eleitoral. Mas os ataques à Konnech demonstram até que ponto os negacionstas eleitorais de extrema direita estão também a dar mais atenção a novas e secundárias empresas e grupos. As suas reivindicações encontram frequentemente uma audiência online receptiva, que depois utiliza as afirmações para levantar dúvidas sobre a integridade das eleições americanas".

Na manhã seguinte, o executivo da Konnech Eugene Yu foi preso por alegado roubo de informações pessoais de funcionários eleitorais. 

E é assim.

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Mais uma teoria da conspiração factualizada: fraude eleitoral na Georgia prova que as presidenciais de 2020 nos EUA foram mesmo roubadas.

E são os próprios bandidos que admitem a fraude. Na Georgia, ainda por cima, um estado decisivo onde Biden venceu por 11.000 votos, mais de 330.000 foram processados ilegalmente.
 

domingo, março 22, 2026

O unipartido, em todo o seu esplendor.

Lembram-se de quem era o primeiro inimigo do Regime Biden? É o mesmíssimo primeiro inimigo do FBI do regime Trump: A Rússia, claro.

Porque o FBI não tem mais que fazer, nitidamente. Pedófilos, homicidas, canibais, traficantes de influências e de seres humanos para fins de abuso sexual do clube Epstein, esquemas fraudulentos de biliões de dólares perpetrados por somalis no Minnesota, fraude eleitoral de 2020, presos políticos do 6 de Janeiro, atentados mal explicados à vida de Donald Trump, homicídios mal explicados como o de Charlie Kirk, enfim, nunca mais acabam as boas razões para aplicar os recursos da polícia federal, mas qual é a prioridade do retardado Patel? A Rússia, a Rússia e a Rússia.

A desfaçatez é de tal forma aviltante que chega a ser admirável, poça.


 

segunda-feira, outubro 07, 2024

Já vivemos enfiados numa distopia.

A propósito de um video-ensaio de Carl Benjamin sobre o assunto, que deixo no fim deste texto, peço a vossa atenção para um dado estatístico que ele menciona e que é de significado inequívoco.

Como podemos constatar na página da Wikipedia que lista as obras literárias de conteúdo distópico publicadas ao longo do tempo, a produção de literatura sobre o tema começa no século XVIII, com As Viagens de Gulliver, de Johnathan Swift, e estende-se prolixa até 2020. E enquanto entre o ano 2000 e o ano de 2019 foram publicadas centenas de obras dedicadas ao assunto, nos quatro anos da presente década contamos apenas três. Há que notar também que o ritmo de produção literária de âmbito distópico perde ímpeto a partir de 2013.

Reparem: 



E porque é que este facto é significativo? Porque demonstra que o apetite de autores e leitores para a literatura distópica se esvaziou repentinamente. E porque é que esta conclusão é importante? Porque ninguém tem vontade de escrever ou de ler distopias quando vive numa. Regra geral e com raras excepções, como a de Yevgeny Zamyatin, os autores distópicos não vivem em distopias. Vivem em democracias liberais.

Como Carl Benjamin, sou da opinião que vivemos, no Ocidente da terceira década do século XXI, já enfiados num contexto distópico. A democracia liberal morreu, por falência da representatividade, fraude eleitoral, conluio de elites, ausência de agentes independentes de escrutínio, colapso da separação de poderes e capitalismo corporativo. A retórica dos protagonistas da vida política é agora mais orwelliana de que Orwell pensou possível, e assistimos quotidianamente à inversão semântica da linguagem: a guerra é paz, a pobreza é prosperidade, a repressão é liberdade. Interditam-se partidos para salvar a democracia e voa-se de jacto privado para salvar o planeta; a censura é espoletada em defesa da verdade, o genocídio é cumprido em nome da saúde pública e a desagregação social é promovida com argumentos humanitários. A desinformação é industrializada por aqueles que a dizem combater, o 'discurso de ódio' é proibido por aqueles que do ódio fazem ofício, e a violência psicológica sobre as massas vem mascarada de paternalismo. 

No entretanto, os cidadãos são empobrecidos a um ritmo recordista, substituídos nas suas próprias nações por gentes com as quais não partilham qualquer conjunto de valores que promova a convivência pacífica, massacrados com propaganda, rebaixados a categorias deploráveis ou elevados à classe terrorista, alienados com entretenimento de baixa indústria, assustados com garantias de apocalipse, conduzidos como gado e desdenhados como servos da gleba. A classe dirigente tem nojo das massas e as massas têm nojo de si próprias.

Burocratas e tecnocratas não eleitos reinam sobre os destinos de milhões de pessoas, legislando sobre os mais atómicos detalhes da sua existência, assassinando Deus e abolindo costumes e tradições milenares e alterando profundamente as suas vidas de acordo com agendas que ninguém retificou.

A fealdade, a sujidade, o crime, o caos invadiram os grandes centros urbanos.

A ciência foi grosseiramente politizada e cuidadosamente subornada. A história foi obliterada para ser transformada num exercício contrafactual de culpa e ressentimento. A filosofia é agora uma arte fantasmática. A arte deixou de perseguir o ideal do belo para reproduzir o ideário destrutivo dos poderes instituídos.

As variáveis viscerais que não são dominadas pelos indivíduos, como a raça e o sexo, passaram a significar virtude ou vilania, enquanto características individuais decorrentes da personalidade e da enculturação como o talento, o mérito, a coragem e a integridade foram radicalmente desvalorizadas ou até consideradas indesejáveis.

Como publisher do ContraCultura, aflige-me quotidianamente a sensação de que a realidade supera a ficção e que nem na imaginação dos Huxley e dos Bradbury e dos Asimov e dos K. Dick deste mundo couberam certas abominações de agora.

E Carl Benjamin está carregado de razão: Se o projecto utópico tem em vista a felicidade humana, aquilo a que assistimos hoje em dia é a uma incessante promoção da infelicidade. O último objectivo da distopia.

Porque só aqueles que são profundamente infelizes dão bons escravos. E vice-versa.

segunda-feira, julho 22, 2024

O que começou mal não podia acabar bem, não é?

Quando em 2020 o Partido Democrata não conseguiu melhor bilhete presidencial que o já então senil Joe Biden e a incrivelmente imbecil Kamala Harris, o desenlace a que assistimos agora era apenas previsível. O desastre cristalizou-se de tal forma exuberante que mesmo correndo com Biden os democratas continuam com o mesmo problema que tinham com ele, porque Harris, sendo trinta anos mais nova, apresenta porém as mesmas falências de raciocínio, discurso e popularidade. E está a ser por isso incapaz de unir o Partido, e até a sempre fiel imprensa corporativa, em torno da sua candidatura. Pelo menos por agora.

Deus escreve mesmo direitinho, pelas linhas mais tortuosas que podemos imaginar.

 

Tudo isto é de tal forma bizarro, que até a declaração de renúncia do Presidente à recandidatura tem sido alvo de questões sobre a forma e o conteúdo, ao ponto de existirem dúvidas sobre a autenticidade da assinatura de Biden na dita declaração, que foi publicada sem conhecimento do staff da Casa Branca (!) e num momento em que o octagenário está basicamente desaparecido, com a agenda oficial da presidência em branco (mesmo com a visita de Benjamin Netanyahu programada para esta semana), enquanto circulam rumores deveras preocupantes sobre o seu estado de saúde.

É o bordel completo, com palhaços, filarmónica, cortejo fúnebre e tudo. É agora por demais evidente que a única hipótese dos democratas permanecerem na Casa Branca é a fraude eleitoral. Ou a III Guerra Mundial.

E a propósito, quem é que neste momento tem os códigos de acesso ao arsenal nuclear norte-americano?

quarta-feira, fevereiro 10, 2021

Não são mais teimosos do que eu.

Os porcos fascistas do Youtube censuraram o clip em que se condensam todas as evidências da fraude eleitoral de novembro, e que eu tinha postado aqui. Mas como há cada vez mais alternativas de alojamento de vídeos na web, e porque eu sou um tipo bastante teimoso, volto a publicar o documento, que me parece pertinente e essencial.

quinta-feira, março 21, 2024

Sistema de estupidez artificial “anti-desinformação” assinala histórias factuais como falsas.

Um sistema de estupidez artificial está a classificar relatos factuais de fraude eleitoral em Washington como falsos porque "motivam as pessoas a exigir um registo de eleitores mais rigoroso e maior supervisão do processo." E ninguém quer isso, certo?


quinta-feira, junho 20, 2024

Daqui até Novembro, o que é que as elites neoliberais vão fazer para impedir a eleição de Donald Trump?

Da fraude eleitoral ao assassinato de Trump, da eclosão de outra pandemia inventada a uma encenada invasão de alienígenas, devemos estar psicologicamente preparados para que as elites neo-liberais levem até às últimas consequências a sua vontade de poder.

quinta-feira, outubro 17, 2024

Sim, a fraude eleitoral é perfeitamente normal nos Estados Unidos.

sexta-feira, julho 10, 2026

Mark Rutte como auto-corrector.

Numa das múltiplas vezes que teve a má ideia de abrir a boca, na Cimeira da NATO que hoje se concluiu, Mark Rutte, o chefe civil da mafiosa organização, teve o desplante de dizer isto:

".... Eu acredito firmemente que no século XXI não se deve atacar outro país como os russos fizeram com a Ucrânia. É uma loucura fazer isso. É um guião do século XIX ou do século XX. Não fazemos mais isso nas democracias maduras no século XXI. Isso é um aspecto, mas também porque estão em jogo valores, a democracia. E a democracia não é só o voto livre, a democracia é também vocês, a imprensa livre. Que possam noticiar, que possam tentar descobrir o que se passa nos bastidores."

 

 

Que um líder político ocidental tenha a desvergonha de dizer uma coisa destas já nem espanta, na verdade, considerando o trabalho transformista sobre a realidade a que se dedicam as elites no século XXI. Mas Rutte, precisamente por ser um burocrata, civil e não eleito, que chefia uma organização militar, devia ter um pouco mais de tino. 

O parágrafo é excessivamente grotesco para que não enfureça qualquer pessoa que caminhe acordada na curvatura da Terra. Se Rutte acredita "firmemente que no século XXI não se deve atacar outro país", como é que consegue liderar uma aliança dependente em boa conta dos Estados Unidos da América, que em Abril deste ano, sem pelo Irão serem atacados, atacaram o Irão? Não "é uma loucura fazer isso"? Não são os Estados Unidos uma "democracia madura"?

E a Venezuela, e a Nigéria, e a Síria, e o Iraque, e a Somália, e o Iémen, que a actual administração norte-americana, em apenas um ano e meio, atacou sem ter sido atacada?

E o que têm feito nos últimos 35 anos e o que fazem agora a NATO e as super-estruturas liberais do Ocidente que não tenha sido atacar a Rússia, a sua esfera de influência, os seus interesses estratégicos, a sua cultura e identidade, a sua religião?  

Quanto aos "valores" de que fala Rutte, o espalhanço a todo o comprido da sua falaciosa retórica é assombroso. Quais são os valores do Ocidente, exactamente? Armar e financiar o Estado genocida de Israel? Lançar operações de pirataria para roubar petróleo a países não alinhados com o programa? Criar golpes de estado em todo o lado em que não existam marchas do orgulho gay e horas do conto LGBT para infantes de cinco anos de idade? Violar crianças, torturá-las e devorá-las e fazer com que os aparelhos governamentais protejam os violadores, os carrascos e os canibais? Permitir que povos com outras culturas, outras religiões, outras identidades, substituam os povos nativos, apenas para que as grandes corporações tenham mão de obra mais barata e as sociedades percam a sua coesão, de forma a serem mais facilmente controladas e manipuladas? Perseguir politicamente a dissidência interna e sistematicamente a liberdade de expressão? Enriquecer a olímpicos e obscenos patamares as elites e empobrecer por todos os meios possíveis e imagináveis as massas? Criar estruturas tecnológicas que destituam o ser humano ao ponto de colocar a própria espécie em risco? 

Quão gloriosos e universais são esses "valores", quando à frente dos olhos vesgos (ou luciferinos) do próprio Mark Rutte cai com estrondo histórico a civilização que bestas como ele tudo fizeram para destruir?

E por último, acrescentando a cereja infecta em cima do bolo putrefacto, o comissário ainda teve o indizível desplante de falar em "democracia" e, no contexto da democracia, sobre a importância da "imprensa livre". 

Que desfaçatez. Um "jornalista" que trabalhe para aquilo que ele considera a "imprensa livre" e que revele ao público o que realmente "se passa nos bastidores" será despedido 24 horas depois, se for sobrinho de alguém, porque se for órfão de tio nunca mais voltará a trabalhar na "imprensa livre" na vida dele. 

Rutte sabe perfeitamente que já ninguém vive em democracia no Ocidente. Sabe perfeitamente que aqueles que passam por jornalistas não são mais que servos pressurosos da tirania leninista-globalista de que ele é até um cão de fila. Sabe perfeitamente que vivemos num sistema unipartidário, com altos níveis de censura e repressão sobre o discurso, fraude eleitoral, conluio criminoso das elites. Sabe perfeitamente da enormidade falaciosa que segue empacotada nas suas palavras, mas di-las na mesma, impune e serenamente, como se a aldrabice mais suja fosse uma virtude da razão prática.

Em certo sentido, ajuda-nos a encontrar a verdade, porque essa será, inevitável e simetricamente, o inverso daquilo que ele diz. 

O Secretário-Geral da NATO é uma espécie de auto-corrector: desmente-se pelo simples facto de existir.

quarta-feira, outubro 09, 2024

Washington Post prepara o público para a inversão de uma vitória de Trump com votos por correio.

2024 como 2020: O jornal onde a verdade vai para morrer já está a preparar os seus infelizes leitores para mais uma noite eleitoral corrompida pela fraude, sendo de esperar que Trump lidere a contagem até que, de repente, a altas horas da madrugada...


 

segunda-feira, fevereiro 08, 2021

Só não vê quem não quer #02

Todas as evidências sobre a gigantesca fraude da noite eleitoral de Novembro, condensadas em 16 minutos.

E ainda há gente que tem a lata de dizer que não existem provas da roubalheira. As provas existem e são abundantes e são evidentes. Até para 30% dos democratas, pelos vistos. Mas, claro, para aqueles que fecham os olhos, que olham para o lado, que se fingem distraídos, que recusam a realidade; para esses, não há prova que resulte. Não há factos que triiunfem. Há só cegueira ideológica.

sexta-feira, junho 24, 2022

A guerra civil que nunca iria acontecer, se calhar já começou.

Lembro-me bem de quando, nos anos de Obama, projectava uma iminente guerra civil nos Estados Unidos da América e era olhado com um misto de surpresa e escárnio pelos bem pensantes e os sensatos e os liberais e os bardamerdas todos que se julgavam mais esclarecidos e civilizados e moderados do que eu.

Agora a questão já não é se acontece, é quando é que vai acontecer. Ou se já está a acontecer. 



Tim Pool, neste clip de 30 segundos admite abertamente - e justificadamente, porque o FBI transformou-se nos últimos anos numa polícia política que persegue cidadãos por razões de divergência ideológica apenas - que o seu país já está em conflito secessionista; no Texas, os republicanos admitem abertamente a secessão; por todo o país os americanos admitem abertamente que não se entendem (é dizer pouco porque muitas vezes o que parece é que metade da América odeia de morte a outra metade); o aparelho judicial caiu na rua lamacenta do confronto partidário, o Tribunal Constitucional já não merece o respeito de ninguém e há constantes apelos dos dois lados da barricada para que as suas decisões sejam ignoradas; a burocracia federal foi tomada inteiramente pelo Partido Democrata, a imprensa deixou de ser livre para ser um instrumento de propaganda do DNC e a América de Biden e de quem o sustenta é um país antípoda da América de Trump e de quem o apoia.






Desde 2016 que a cada momento eleitoral há dúvidas sobre os resultados, suspeitas de fraude, conspirações e maquinações, acusações de traição e insinuações de roubalheira. Este ano vamos ter as intercalares e dá toda a ideia que não vão ser pacíficas. Em 2024, vamos ter presidenciais e se Trump se recandidatar e ganhar (não é de todo uma hipótese absurda), a nação vai cair no caos absoluto.

Não dou mais de uma década à infeliz federação do Tio Sam. Mas também, se calhar, o divóricio é o melhor que pode acontecer aos americanos e aos que não são americanos e têm que os aturar. Porque, convenhamos, estes actuais estados desunidos são impossíveis de aturar.