Vive Frei disserta neste clip sobre duas teorias da conspiração que passaram a factos do quotidiano no espaço de um ano. Ou menos. Da origem da pandemia à deturpação dos números da sua mortalidade, eis uma masterclass em como desconstruir as mentiras oficiais e validar as teses conspiracionistas.
Agradeço ao advogado canadiano o trabalho que lhe dá criar tantos conteúdos que servem como uma luva a este modesto blog.
sábado, janeiro 08, 2022
A teoria da conspiração como método científico #n2
sexta-feira, janeiro 07, 2022
Clown World #n2
Para todos os efeitos, Alvin Bragg acabou de instituir a anarquia nas ruas da Grande Maçã.
Escusado será dizer que uma boa fatia do orçamento necessário para que este rapaz fosse eleito foi entusiasticamente comparticipada pelo senhor George Soros, que tem o hobby de patrocinar procuradores deste calibre revolucionário, dispostos a desfiar todo o tecido sócio-económico que lhes for confiado.
Mundo palhaço.
quinta-feira, janeiro 06, 2022
Tirania Continental da Austrália #07
Novak Djokavic, número 1 do ATP, não alinha com a manada e escusou-se às vacinas. Mas a dissidência tem o seu preço, mesmo para uma estrela do desporto profissional. E o governo australiano, exemplo talvez máximo do autoritarismo que contaminou os países anglo-saxónicos, decidiu castigá-lo: o tenista foi detido no aeroporto, interrogado durante oito horas (!), alojado compulsivamente num hotel destinado a imigrantes ilegais e poderá ser deportado nas próximas horas, decisão que o impossibilitará de jogar o Open da Austrália onde é só o atleta mais bem sucedido da secular história do torneio, com nove títulos. Tudo isto, sem qualquer justificação legal ou médica (a desculpa que as autoridades australianas apresentaram - um problema com o formulário de submissão do visto - não convence ninguém).
É a guerra aberta aos dissidentes, bodes expiatório oficiais do falhanço dos regimes na contenção da pandemia.
Mattias Desmet e a “Mass Formation Psychosis”.
Nesta entrevista dada a Chris Matensen, o Professor Mattias Desmet disserta sobre a "Mass Formation Psychosis", a tese da sua autoria que o Dr. Robert Malone trouxe recentemente para o diálogo das grandes audiências no podcast de Joe Rogan.
Mattias Desmet fala sobre o seu trabalho que interconecta episódios históricos passados com os actuais eventos. Os riscos são tão graves quanto a imaginação pode conceber. A menos que pessoas corajosas estejam dispostas a levantar-se e a dizer "não!" a história sugere que podemos muito bem acabar com um resultado totalitário. É um caminho sombrio que leva inevitavelmente a aniquilação cultural e atrocidades em massa.
Mas não tem de ser assim. Podemos fazer melhor. Podemos evitar um futuro de atrocidades e a destruição completa do nosso modo de vida. Infelizmente, aqueles que foram apanhados no evento de Formação de Massas não podem ver as implicações maiores ou mais amplas das suas ações. Estão hipnotizados, o seu campo de visão foi reduzido a um perigo singular, um risco que lhes foi apresentado como a única ameaça que têm de vencer.
Assim, toda a sua atenção é focada nesse sentido. Nada mais importa. Eventualmente, transferem a sua raiva para o inimigo – que hoje é o Covid mas que cairá rapidamente sobre um sujeito mais relacionável. Talvez o vizinho. Talvez os não vacinados. Talvez os imigrantes que estão a roubar os seus empregos, ou aqueles que não estão a levar as alterações climáticas suficientemente a sério.
Com essa transferência, o caminho está traçado para revisitarmos alguns dos períodos mais terríveis e desumanos da história. Estamos lá de novo e a assustadora circunstância exige que façamos o que pudermos para evitar ir mais longe por esse bárbaro trilho de opressão, pobreza e extermínio.
Scottish Newspaper Asks Readers if ‘COVID Internment Camps’ Should be Introduced
The vast majority of respondents to the question reacted with horror.How much more glaringly totalitarian does the New Normal have to get before prominent "independent journalists" grow a pair of balls and call it what it is? pic.twitter.com/7pAwcbaD01
— Consent Factory (@consent_factory) January 5, 2022
“What a disgrace of a question??? Surely the obvious answer to should there be INTERNMENT CAMPS always be a resounding NO!!!!!” said one. “This headline is an all time low,” remarked another. “Yes. We need protection from anyone who thinks this is a good idea. Put them there and some people at this news rag can lead the way,” commented another.
Scotland is currently under COVID restrictions that saw nightclubs being closed down for weeks and people being urged to avoid seeing their loved ones over Christmas.
This led to tens of thousands of Scots flooding over the border to England, which imposed less strict rules, in order to celebrate New Years Eve.
(...) Summit News
Elogio e Justificação da Ditadura.
A academia de Cambridge começou já a dar o tom para a próxima época fascista. O paper publicado hoje pela newsletter oficial da universidade, da autoria ensandecida de Ross Mittiga, é de tal forma transparente que faz pele de galinha: onde se assume o axioma indemonstrável de que as alterações climáticas justificam o autoritarismo que se segue.
Não digam que eu não avisei.
quarta-feira, janeiro 05, 2022
Jay Bhattacharya e a estratégia da protecção focada.
Mais um eminente cientista sem medo de contrariar a narrativa oficial. Jayanta Bhattacharya, professor de Medicina em Standford, investigador do National Bureau of Economic Research, co-autor da Declaração de Great Barrington e director do Stanford's Center for Demography and Economics of Health and Aging, manifesta, à conversa com Lex Fridman, as suas preocupações sobre os impactos das vigentes políticas Covid-19 na saúde física e mental das populações e recomenda uma estratégia de proteção focada, ao contrário da abordagem generalista e draconiana que tem sido implementada.
O Professor fala também, de forma desassombrada, sobre a suspeição que cai sobre os números oficiais, a arrogância dos maus actores da comunidade científica, os malefícios da propagação do medo, os efeitos perniciosos dos mandatos de vacinação, as diferenças reais entre a gripe e a Covid-19 e a suspeita de que a presença do virús nas sociedades será difícil de levar ao zero, pelo que teremos de aprender a viver com ele, adoptando estratégias completamente diferentes e bem mais cirúrgicas.
Mas acima de tudo, estas duas horas de conversa oferecem à audiência um cientista que assume os seus erros. Que fala sobre eles com a tranquilidade de consciência de quem sabe que é através do erro, e da sua forense investigação, que vive e progride a ciência.
Um documento que vale a pena consumir, se queremos transcender o ruído, a desinformação e a propaganda que envolvem o assunto numa falaciosa cápsula mediática.
The Great Barrington Declaration
The Great Barrington Declaration – As infectious disease epidemiologists and public health scientists we have grave concerns about the damaging physical and mental health impacts of the prevailing COVID-19 policies, and recommend an approach we call Focused Protection.
Coming from both the left and right, and around the world, we have devoted our careers to protecting people. Current lockdown policies are producing devastating effects on short and long-term public health. The results (to name a few) include lower childhood vaccination rates, worsening cardiovascular disease outcomes, fewer cancer screenings and deteriorating mental health – leading to greater excess mortality in years to come, with the working class and younger members of society carrying the heaviest burden. Keeping students out of school is a grave injustice.
Keeping these measures in place until a vaccine is available will cause irreparable damage, with the underprivileged disproportionately harmed.
Fortunately, our understanding of the virus is growing. We know that vulnerability to death from COVID-19 is more than a thousand-fold higher in the old and infirm than the young. Indeed, for children, COVID-19 is less dangerous than many other harms, including influenza.
As immunity builds in the population, the risk of infection to all – including the vulnerable – falls. We know that all populations will eventually reach herd immunity – i.e. the point at which the rate of new infections is stable – and that this can be assisted by (but is not dependent upon) a vaccine. Our goal should therefore be to minimize mortality and social harm until we reach herd immunity.
The most compassionate approach that balances the risks and benefits of reaching herd immunity, is to allow those who are at minimal risk of death to live their lives normally to build up immunity to the virus through natural infection, while better protecting those who are at highest risk. We call this Focused Protection.
Adopting measures to protect the vulnerable should be the central aim of public health responses to COVID-19. By way of example, nursing homes should use staff with acquired immunity and perform frequent testing of other staff and all visitors. Staff rotation should be minimized. Retired people living at home should have groceries and other essentials delivered to their home. When possible, they should meet family members outside rather than inside. A comprehensive and detailed list of measures, including approaches to multi-generational households, can be implemented, and is well within the scope and capability of public health professionals.
Those who are not vulnerable should immediately be allowed to resume life as normal. Simple hygiene measures, such as hand washing and staying home when sick should be practiced by everyone to reduce the herd immunity threshold. Schools and universities should be open for in-person teaching. Extracurricular activities, such as sports, should be resumed. Young low-risk adults should work normally, rather than from home. Restaurants and other businesses should open. Arts, music, sport and other cultural activities should resume. People who are more at risk may participate if they wish, while society as a whole enjoys the protection conferred upon the vulnerable by those who have built up herd immunity.
On October 4, 2020, this declaration was authored and signed in Great Barrington, United States, by:
Dr. Martin Kulldorff, professor of medicine at Harvard University, a biostatistician, and epidemiologist with expertise in detecting and monitoring infectious disease outbreaks and vaccine safety evaluations.
Dr. Sunetra Gupta, professor at Oxford University, an epidemiologist with expertise in immunology, vaccine development, and mathematical modeling of infectious diseases.
Dr. Jay Bhattacharya, professor at Stanford University Medical School, a physician, epidemiologist, health economist, and public health policy expert focusing on infectious diseases and vulnerable populations.
O fim da cidadania.
Macron acaba de esticar a corda a um ponto insustentável. Vamos ver como reagem os franceses a quem foi retirada a cidadania e a quem o Presidente acaba de declarar guerra aberta, porque "é essa a estratégia".
NEW - Emmanuel Macron denounced France's 5 million unvaccinated as "non-citizens" and vows: "I really want to piss them off. And so we will continue to do so, to the bitter end. That's the strategy." (Le Parisien) pic.twitter.com/5DoSlBskMo
— Disclose.tv (@disclosetv) January 5, 2022
É difícil acreditar que um chefe de estado se dirija aos cidadãos da república que lidera desta forma vulgar e persecutória. É assim que falam os tiranos.
Os hospitais precisam de doentes.
Do que não precisam é de médicos com sentido ético, daqueles que evitam que os seus doentes sejam hospitalizados.
Os factos não querem saber das tuas opiniões.
Estes são os números oficiais do americano Center for Desease Control, que estarão de certeza muito abaixo da realidade (o registo dos efeitos adversos das vacinas por parte das instituições hospitalares não é, muito convenientemente, obrigatório nos EUA).
Ainda assim, vale a pena considerar a coluna da direita. A mortalidade decorrente de problemas de saúde provocados pelas vacinas, num ano apenas, é comparativamente assustadora. Mas não devia surpreender ninguém. Afinal, trata-se de uma tecnologia experimental. O problema é que a tecnologia experimental está a ser testada, repetidamente testada, em biliões de seres humanos.
Um dia alguém fará as contas. E quem sabe, talvez se descubra que em crianças, adolescentes e adultos saudáveis até aos 60 anos, o risco que a vacina apresenta é superior ao risco que o vírus traduz. Talvez as contas dos mortos que não precisavam de morrer, que morreram por erro de cálculo, por incompetência, por seguidismo, por ganância ou por vontade totalitária, apontem para a hipótese do genocídio.
A ver vamos.
E com boas razões.
POLL: Nearly Half of America Believes FBI Acts as 'Joe Biden's Personal Gestapo'. https://t.co/Xy7W7fmJRs
— Jack Posobiec (@JackPosobiec) January 4, 2022
terça-feira, janeiro 04, 2022
New York to Deny White People COVID-19 Treatments to Fight ‘Racism’
Monoclonal antibodies are made in a lab and work by mimicking natural antibodies, which help the body to fight disease.
Now New York’s Department of Health has published a document revealing how it will prioritize non-whites when it comes to distributing the treatment, in addition to antiviral pills.
The plan states that in order to receive the treatment, a patient must have “a medical condition or other factors that increase their risk for severe illness.”
“One such “risk factor” is being a race or ethnicity that is not White due to “longstanding systemic health and social inequities,” reports Fox News.
“Non-white race or Hispanic/Latino ethnicity should be considered a risk factor, as longstanding systemic health and social inequities have contributed to an increased risk of severe illness and death from COVID-19,” the memo reads.
The system is already in place, with the New York Post reporting how “One Staten Island doctor said he filled two prescriptions for Paxlovid this week and was asked by the pharmacist to disclose the race of his patients before the treatment was authorized.”
According to one analyst, the race-based rationing system violates federal law, namely Title VI of the Civil Rights Act of 1964.
(...) Summit News
De erro em erro até ao descrédito final.
Apesar do pânico, e como era completamente previsível, o Omicron tem, comparativamente com as anteriores variantes, uma transmissibilidade muito alta e uma sinistralidade muito baixa. Mas no entretanto, já houve mais doses industriais de medo que foram distribuídas. Já houve mais restrições que foram impostas e mais confinamentos que foram mandatados. No entretanto, a mordaça já foi um pouco mais apertada.
JUST IN - Britain does not see a surge in mortality amid #Omicron wave - Chief Medical Officer Sir Whitty pic.twitter.com/Ppre4kAh54
— Disclose.tv (@disclosetv) January 4, 2022
As "autoridades"(sempre devidamente apoiadas pelo megafone da imprensa e pela tesoura das Big Tech) erram vezes sem conta, mentem vezes sem conta, restringem e mandatam e ignoram as leis constitucionais vezes sem conta. Mas assumem nenhuma responsabilidade pelos equívocos e pelas falsidades e pelos actos ilegais. Até quando?
Paul Joseph Watson, que logo que a variante surgiu tinha previsto tudo o que acabou por acontecer depois e até agora (histerismo dos media, ganho de intensidade totalitária e baixa mortalidade da nova estirpe), tem justo direito ao seu "I Told You So".
Com quantos dentes têm.
Num clip que se ramifica por muitos dos temas que constituem a batalha pela verdade a que assistimos por estes dias, Tim Pool denuncia a torpe, desastrada e fraudulenta manobra de deturpação do que foi dito por Robert Malone no podcast de Joe Rogan, que continua a incendiar a internet e que já soma muitas dezenas de milhões de audições e visualizações e partilhas. Os media convencionais, alinhados como autómatos com o movimento totalitário em curso, são capazes de tudo para manter a narrativa. Nas entrelinhas lemos porém o desespero. E devemos até agradecer o esforço infame, porque quando a mentira é assim tão evidente, fica mais fácil chegar à verdade.
Clown World #n
Para além do escândalo Cuomo, A CNN tem sido impactada por vários cataclismos relacionados com actividade pedófila por parte dos seus produtores executivos. Um já foi preso, outro está a ser investigado pelo FBI e o terceiro foi investigado e denunciado pelo Project Veritas de James O'Keefe, mas a infame estação de propaganda sediada em Atlanta recusa reconhecer as evidências e o Twitter está a ajudar a encobrir a verdade. E a proteger um pedófilo.
Mundo palhaço.
O'Keefe Slams Twitter for Removing Exposé on CNN Producer: "We're Living in Clown World" pic.twitter.com/TJ5d431m1j
— Breitbart News (@BreitbartNews) January 4, 2022
Eu também.
I only listen to scientists and doctors Facebook and Twitter have banned.
— Catturd ™ (@catturd2) January 4, 2022
Gordura é formosura?
O mesmo sistema mediático que vira todos os valores ao contrário (os éticos e os estéticos) e que esconjura os não vacinados, glorifica os obesos. Acontece que o Covid-19, em todas as suas variantes, é mais perigoso para quem ofende a balança do que para quem desconfia da narrativa. Mais uma demonstração de que é de obediência cega e não é da saúde pública que se trata, quando falamos de vacinas.
Cáustica e optimista.
Megyn Kelly parece concordar comigo. E, entre o disparar de tiros certeiros em todas as justas direcções, explica as razões do seu moderado optimismo: no que se relaciona com todos os assuntos Covid, a coisa não pode continuar assim tão aberrante durante muito mais tempo. E enquanto deixarem as pessoas votar, as "autoridades" vão experimentar, a curto ou médio prazo, o inevitável castigo.
E ainda acreditas no que te dizem os políticos?
O Secretário de Estado António Lacerda Sales afirmou recentemente que os não vacinados que estão internados nos cuidados intensivos dos hospitais são cerca de 90% do total. Depois corrigiu e disse que afinal são "uma maioria relativamente significativa". Uma maioria relativamente significativa, em politiquês, pode ser 53 ou 52% ou menos ainda, dependendo do tamanho do nariz de cada crápula. Mas estes números vagos ou claramente falsos são baseados em que dados? E localizados em que instituições hospitalares? E qual dessa percentagem são não vacinados porque só tomaram uma dose da vacina? Responde Lacerda Sales:
"Diverge, diverge de instituição para instituição. Resulta de conversas que vou tendo com meus colegas das unidades de cuidados intensivos. E obviamente é uma realidade heterogénea: numa instituição poderá ser 90%, noutra 70%, noutra 58% ou 60%. É uma realidade heterogénea”
Ok. De 90% passamos para uma maioria relativa. E de uma maioria relativa para uma maioria heterogénea. E essa maioria relativa e heterógenea resulta de umas conversas que foram tidas com colegas. Quais colegas? De que hospitais? Não sabemos.
Não sabemos nada.
E se nos dessem um número em que pudéssemos confiar, baseado em dados concretos? E se parassem de atirar mentiras e aberrações estatísticas para o ar, como incendiários com atraso mental?
E tu, gentil leitor, ainda acreditas no que te diz esta gente? Boa sorte com esse credo.
Boas notícias: Deus sabe que precisamos delas.
Desde que o Twitter baniu a conta do Dr. Robert Malone, têm-se sucedido boas notícias e paira no ar mediático uma alteração de cooordenadas na opinião pública, em certos sectores da comunidade científica e até na imprensa.
A primeira boa nova é o exôdo de muita gente importante do Twiter para GETTR, uma nova rede social que compete directamente com o site do passarinho censor e que promete liberdade de discurso (se vão cumprir essa promessa, logo se verá).
No entretanto, a ministra da saúde da Dinamarca anunciou para Fevereiro o fim da pandemia. Se uma governante de um país ocidental teve a coragem para dizer isto é porque há dados e modelos credíveis que sustêm a afirmação. É porque o ambiente nos corredores do poder na Europa já apresenta algumas abertas onde é possível o bom senso, a racionalidade e a dissidência sobre a narrativa apocalíptica e totalitária que tem imperado nos últimos dois anos.
Mas o "Efeito Malone" (a patente é minha) parece ter até impactado regiões ideológicas hostis à verdade dos factos. O inenarrável The Guardian conseguiu por uma vez dar voz à divergência e publicou mesmo - pasme-se - este artigo aqui:
A acrescentar a estes fenómenos da contra-narrativa, somam-se os deliciosos números relativos às audiências globais, neste momento da história dos media:
Este gráfico é uma obra de arte. Joe Rogan, que tem dado no seu podcast, nos últimos anos, voz àqueles que lutam pela verdade científica e pela liberdade de expressão, esmaga completamente a concorrência da televisão por cabo. Canais profundamente corruptos e diabólicos como a CNN e a MSNBC apresentam números de falência técnica. Tucker Carlson continua a liderar as audiências dos meios convencionais. Por aqui, estamos mesmo no bom caminho.
Mas como até um mar de rosas acabará eventualmente numa floresta de cardos, até tenho medo destes excelentes indícios que enumero. Porque depois da pandemia, receio bem que outra proposta escatológica, que outra onda de medo e divisão será inventada para que as oligarquias globalistas mantenham a rédea curta, a mordaça apertada, sobre os cidadãos do mundo.
Gostava tanto de estar errado.
Mais para os que têm mais,
menos para os que têm menos. A maior transferência de riqueza da história da humanidade continua de vento em popa.
The richest billionaires in the United States grew their wealth by more than $340 billion over the last year, while the wealth held by the American middle class shrinks. https://t.co/23sz68kkCI
— Breitbart News (@BreitbartNews) January 3, 2022
segunda-feira, janeiro 03, 2022
Psicose induzida #02
Dr. Robert Malone, inventor of the mRNA vaccine, breaks down the "mass formation psychosis" phenomenon that makes it difficult to reason with those who have fallen victim to the globalist oligarchic propaganda. Hear what he says is the hope we have before a total takeover.
‘Mass Formation Psychosis’ Admittedly Used by Governments as Tool of Population Control
In Canada, the military also admitted launching a psychological operations campaign against their own people in order to manipulate them into compliance with COVID-19 restrictions and mandates.
During his viral podcast with Joe Rogan after he was banned by Twitter, Malone explained how the global population was being manipulated into remaining in a constant state of hysterical anxiety via mass formation psychosis.
“What the heck happened to Germany in the 20s and 30s? Very intelligent, highly educated population, and they went barking mad. And how did that happen?” asked Malone.
“The answer is mass formation psychosis.”
“When you have a society that has become decoupled from each other and has free-floating anxiety in a sense that things don’t make sense, we can’t understand it, and then their attention gets focused by a leader or series of events on one small point just like hypnosis, they literally become hypnotized and can be led anywhere,” he added.
“And one of the aspects of that phenomenon is that the people that they identify as their leaders, the ones typically that come in and say you have this pain and I can solve it for you. I and I alone,” Malone further explained, “Then they will follow that person. It doesn’t matter whether they lied to them or whatever. The data is irrelevant.”
“We had all those conditions. If you remember back before 2019 everyone was complaining, the world doesn’t make sense and we are all isolated from each other.”
“Then this thing happened, and everyone focused on it,” stated Malone, noting, “That is how mass formation psychosis happens and that is what has happened here.”
Malone’s summary of how health authorities seized on the unifying threat of the COVID-19 pandemic and exaggerated its thread to create mass hysteria is backed up by leaked details of how the UK government manipulated its population during the early days of the pandemic.
As first revealed by author and journalist Laura Dodsworth, scientists in the UK working as advisors for the government admitted using what they now admit to be “unethical” and “totalitarian” methods of instilling fear in the population in order to control behaviour during the pandemic.
The London Telegraph reported the comments made by Members of the Scientific Pandemic Influenza Group on Behaviour (SPI-B), a sub-committee of the Scientific Advisory Group for Emergencies (Sage) the government’s chief scientific advisory group.
The report quotes a briefing from March 2020, as the first lockdown was decreed, that stated the government should drastically increase “the perceived level of personal threat” that the virus poses because “a substantial number of people still do not feel sufficiently personally threatened”.
One scientist with the SPI-B admits that “In March [2020] the Government was very worried about compliance and they thought people wouldn’t want to be locked down. There were discussions about fear being needed to encourage compliance, and decisions were made about how to ramp up the fear.”
The unnamed scientist adds that “The way we have used fear is dystopian.”
The scientist further confessed that “The use of fear has definitely been ethically questionable. It’s been like a weird experiment. Ultimately, it backfired because people became too scared.”
Another separate scientist on the subcommittee professed “You could call psychology ‘mind control’. That’s what we do… clearly we try and go about it in a positive way, but it has been used nefariously in the past.”
Another scientist warned that “We have to be very careful about the authoritarianism that is creeping in,” adding “people use the pandemic to grab power and drive through things that wouldn’t happen otherwise.”
(...) Summit News / The Telegraph
E se?
A confirmarem-se estes números e este trend a nível global, estamos a falar de genocídio. As "autoridades", que erraram completamente na abordagem à pandemia e cujos métodos de controlo clínico e social provocaram este brutal disparo estatístico, serão responsáveis por um patamar de milhões de mortos que nem sequer terá comparação com a totalidade de vítimas que o vírus de Wuhan ceifou.
E se a maior experiência médica e social e económica e mediática alguma vez executada em seres humanos na história universal for um falhanço monumental e criminoso? Escreve o Dr. Malone:
"It is starting to look to me like the largest experiment on human beings in recorded history has failed. And, if this rather dry report from a senior Indiana life insurance executive holds true, then Reiner Fuellmich’s “Crimes against Humanity” push for convening new Nuremberg trials starts to look a lot less quixotic and a lot more prophetic.
AT A MINIMUM, based on my reading, one has to conclude that if this report holds and is confirmed by others in the dry world of life insurance actuaries, we have both a huge human tragedy and a profound public policy failure of the US Government and US HHS system to serve and protect the citizens that pay for this “service”.
IF this holds true, then the genetic vaccines so aggressively promoted have failed, and the clear federal campaign to prevent early treatment with lifesaving drugs has contributed to a massive, avoidable loss of life.
AT WORST, this report implies that the federal workplace vaccine mandates have driven what appear to be a true crime against humanity. Massive loss of life in (presumably) workers that have been forced to accept a toxic vaccine at higher frequency relative to the general population of Indiana.
FURTHERMORE, we have also been living through the most massive, globally coordinated propaganda and censorship campaign in the history of the human race. All major mass media and the social media technology companies have coordinated to stifle and suppress any discussion of the risks of the genetic vaccines AND/OR alternative early treatments.
IF this report holds true, there must be accountability."
Psicose induzida.
George Orwell
Mass Formation Psychosis. A tese do Prof. Mattias Desmet está neste momento aos saltos na internet. Tenta demonstrar que as sociedades contemporâneas, fracturadas, aterrorizadas e envenadas pela propaganda, entraram num processo de hipnose colectiva similar àquele que ocorreu na Alemanha dos anos 30. A ideia arrepiante é explicada e sintetizada pelo Dr. Robert Malone, na agora famosa entrevista a Joe Rogan.
A teoria da conspiração como método científico #n1
"People frequently write to Jill and myself. People we have never met.
They call, they arrive at the farm by appointment or unannounced, they
fill our email in boxes with their inquiries. They all want something;
time, attention, an interview. Many want to tell us about their fear,
illness, nightmares, or (what often seems like) outright paranoid
conspiracies. And then, over time, these fears and “conspiracies” keep
getting confirmed. As Jan Jekielek (a senior editor with The Epoch
Times) recently said to me, it is getting harder and harder to tell
which ones are mere conspiracy theories and which are true reality."
Dr. Robert W. Malone MD . Inventor da tecnologia mRNA . What if the largest experiment on human beings in history is a failure?
Silenciar os peritos também é obedecer à ciência?
O Twitter suspendeu permanentemente a conta do Dr. Robert Malone. E quem é o Dr. Robert Malone? É o inventor da tecnologia molecular das vacinas mRNA que estão a ser usadas contra a actual pandemia.
O Youtube também está a banir a entrevista de três horas que, logo no dia a seguir a ser silenciado, o reputado cientista concedeu a Joe Rogan. Seguem-se excertos mais ou menos clandestinos dessa entrevista. O vídeo integral permanece no Rumble.
Mas porque é que o Dr. Robert Malone está a ser censurado com este zelo pressuroso? Porque não concorda com a obrigatoriedade das vacinas. Porque acha que as vacinas não devem ser generalizadas, mas administradas segundos ponderados critérios de risco/benefício. Porque sabe bem que terceiras e quartas vacinas vão apenas diminuir a resistência imunológica das pessoas. Porque está convicto que as actuais vacinas, programadas para as primeiras variantes da doença, são ineficazes contras as variantes mais recentes como a Delta e a Omicron (como aliás acontece com as vacinas contra a gripe, que são actualizadas anualmente em função das últimas estirpes). Porque discorda da narrativa oficial relativamente ao Covid-19. Porque se manifestou contra os confinamentos e as restrições às liberdades e direitos dos cidadãos. Porque acha que tão importantes como as vacinas são os tratamentos. Porque chegou à conclusão que substâncias activas como a hidroxicloroquina e o ivermectin são anti-virais eficazes. Porque é um dissidente.
Fear porn.
Comical at this point pic.twitter.com/a35A8Pn5Ow
— Lauren Southern (@Lauren_Southern) January 1, 2022
Pela tua saúde.
NOW - People mauled by police dogs, beaten with batons at unauthorized protest against Covid restrictions in #Amsterdam.pic.twitter.com/BR5pUBqHuc
— Disclose.tv (@disclosetv) January 2, 2022
domingo, janeiro 02, 2022
Homilia de Ano Novo.
Na sua primeira homilia de 2022, O Bispo Barron disserta sobre a falácia pós-moderna de que a religião e a ciência são velhas adversárias. Não são e se atirássemos esse axioma para cima de uma conversa com Newton ou com Copérnico ou com Leibniz ou com Mendel ou com Tesla ou até com Max Planck, a reacção destes monstros da epistemologia seria a de espanto, estranheza e negação.
É porque o credo cristão não diviniza a natureza, como a maior parte das restantes religiões, que a ciência tem a oportunidade de investigar a realidade. É com base no conhecimento acumulado e na vontade dialéctica das academias cristãs dos séculos XIV, XV e XVI que a ciência moderna desenvolve a sua actividade perscrutadora e ganha a credibilidade que tem hoje.
Mais e fundamentalmente: é graças ao "Logos" divino com que o evangelho de João anuncia a criação e que torna inteligível o universo, que a ciência procura conhecer o cosmos. O facto de vivermos num universo cognoscível não é óbvio - nem possível - sem a presença de um Deus criador. Os padrões, as leis, a ordem que a ciência procura e descobre na natureza identifica na verdade uma intenção divina.
A religião não anula a ciência. Até porque precisa dela para ultrapassar o patamar da superstição. A ciência não implica nem traduz a ausência de Deus. Até porque decorre e depende da ordem divina. Não perceber isto é não perceber nada da história do conhecimento nos últimos 6 ou 7 séculos da história do Sapiens.
Tirania Federal do Canadá #04
Enquanto o Royal Bank of Canada nega créditos à habitação aos seus clientes apenas porque são conservadores, transcendendo loucamente a lei da federação e o bom senso empresarial, Viva Frei continua o seu protesto interminável, mas justo, contra o lockdown a que foi obrigado no Quebeque.
No entretanto, a sociedade civil vai reagindo, como é demonstrado por esta carta aberta de mais de cem médicos que exigem o fim dos confinamentos.
Mais a mais e a julgar pelos números da província de Ontario, não parece existir qualquer necessidade de proteger os serviços de saúde do impacto da variante Omicron.Stop it. Enough. And these doctors agreeHundreds of doctors sign letter urging Ford government to keep Ontario schools open. https://t.co/NCkegZE1BF
— Dr Jordan B Peterson (@jordanbpeterson) December 31, 2021
O que se passa no Canadá não tem a ver com ciência, não tem a ver com saúde pública, não tem a ver com a protecção da vida humana, não tem a ver com nada a não ser com a tomada autoritária de poder por uma oligarquia de canalhas.
A verdade, para variar.
Dizem-nos que o futuro está nas energias renováveis. Mas quando o vento não sopra e o sol não brilha, o que é que vai alimentar as redes eléctricas? Baterias. É o que nos dizem. Baterias. A sério? Pois então aqui ficam alguns rudes números para cairmos na dura realidade.
Em 2030, o velho continente terá electricidade armazenada em baterias para 11 minutos e 45 segundos da procura diária. A partir daqui o back up às energias renováveis será feito com recurso a combustíveis fósseis.
Perante estes factos, convém que as políticas ambientalistas radicais que anunciam emissões zero para um futuro próximo sejam travadas pelo bom senso (toda a ideia que objective levar ao zero seja que variável for da actividade humana é abstrusa no mínimo e perigosíssima no máximo), caso contrário vamos todos ficar muitas horas às escuras. A não ser que o end game seja o de levar as sociedades e as economias a reduzir brutalmente os consumos energéticos. Escusado será dizer que essa pressão será sempre de índole totalitária. E terá custos inimagináveis para a prosperidade e a qualidade de vida de toda a gente, a nível global.
Como já aqui e noutros posts tenho alertado, parece-me até bem provável que no pós-Covid o regresso dos mandatos, das novas restrições, das novas justificações morais para retirar aos cidadãos os seus naturais direitos e liberdades, sejam precisamente fundamentados no axioma ambientalista da "salvação do planeta".
A ver vamos.
Tirania Federal do Canadá #03
Jordan Peterson perdeu a paciência, nitidamente. E se até o professor de Toronto, ponderado e cuidadoso utilizador de palavras, chega ao ponto de apelar à desobediência civil, é porque se adivinham problemas para o governador do Quebeque, que ordenou o confinamento.
Não sei, digo eu. A verdade é que os canadianos não são propriamente conhecidos pela sua rebeldia.
"Private gatherings prohibited." The cure is far worse than the disease. Unbelievable. Time for civil disobedience. https://t.co/38IYn6wCqf
— Dr Jordan B Peterson (@jordanbpeterson) December 31, 2021
Mentem, admitem que mentem, continuam a mentir.
"Mentimos-te, mas é para teu bem" parece ser o novo slogan preferido das "autoridades". Não sei o que mais me assusta, a falsificação da realidade para fins de obtenção de poder e controlo sobre os cidadãos ou a admissão da mentira como virtude humanista.
No caso desta notícia do Telegraph, a deturpação dos dados estatísticos e o uso do medo como instrumento de controlo das populações é assumido pelos "cientistas". Em qualquer cenário em que as instituições dos regimes liberais de fundação Ocidental funcionam de forma consistente, esta admissão teria justas e dramáticas consequências jurídicas e profissionais para os intérpretes da fraude, nem que fosse apenas pelo uso e abuso de técnicas de propaganda de teor fascistóide.
Ao invés, a mentira e a manipulação saem impunes. É normal. E é verdade que é. Em regimes totalitários.
Por uma vez, Anthony Fauci abre a boca para dizer a verdade.
Anthony Fauci admitiu quinta-feira passada que nos Estados Unidos as crianças não estão a ser hospitalizadas por causa do COVID mas por outros problemas de saúde, e que o aumento de menores nos hospitais que acusam a doença se deve ao aumento do número de indivíduos testados. Ainda assim, Fauci mantém que não vacinar crianças não faz sentido.Fauci: "If you look at the children that are hospitalized, many of them are hospitalized with Covid, as opposed to because of Covid." pic.twitter.com/57Rdx8gPg3
— The Post Millennial (@TPostMillennial) December 31, 2021