A maior parte das pessoas que chegam a este blog não me conhece de lado nenhum. Sendo que essa maior parte deve estar nos 90 a 95% da malta.
Das 300 mil visitas que este blog é capaz de somar desde que miseravelmente existe (o contador no fim da coluna do lado direito só regista entradas desde 2011), 90 a 95% chegam aqui por acaso. Em pesquisas Google que nem têm necessariamente a ver com os posts em que aterram.
Ou por simples erro.
Portanto, da média de 5 ou 10 visitas intencionais, por dia, que pode, sendo bastante optimista, contar o blog, vamos imaginar que cerca de 50% são, de vez em quando ou até frequentemente, ofendidas por aquilo que escrevo.
A essas 3,75 pessoas da média estatística peço encarecidamente: procurem outra máquina de indignação, por Deus. A coisa aqui não vai melhorar nada. Pelo contrário.
Às outras 3,75 pessoas que por dia visitam este blog intencionalmente e não têm por hábito ofender-se com ele, devo dizer: parabéns pelo tamanho dos tomates e pêsames pelo critério deficitário. E olhem que a coisa não vai melhorar nada. Pelo contrário.
CR7. Com um gesto apenas, a Woke-Cola perdeu 4 biliões de dólares em valorização bolsista (na contabilidade europeia, 4 mil milhões). Nunca vi ninguém ter uma atitude assim tão poderosa contra o establishment. E mais ou menos nas mesmas 24 horas em que se tornou o único jogador da história do futebol a fazer cinco europeus, cinco e a marcar treze golos, treze. Se isto não faz do Cristiano Ronaldo um dos (poucos) heróis que nos restam, então não percebo nada da volição heroíca.*
*Como devo ser um dos 40 a 50 portugueses vivos que leu a Ilíada, a Odisseia, a Eneida e os Lusíadas, acabei de cometer um pequeno truque retórico.
Seth Dillon, o CEO do genial site satírico "The Babylon Bee", não é um herói. É um super-herói. E este breve mas substantivo vídeo, absolutamente imperdível, não só faz prova disso como ainda consegue demonstrar de forma lapidar que: - O absurdo na realidade supera o absurdo na ficção, invariavelmente, e ameaça por isso a possibilidade da comédia; - É válido o meu recorrente argumento de que a teoria da conspiração é hoje um método infalível para chegar à verdade; - Vivemos num mundo insano e amoral.
Ivory Hecker. Esta mulher é uma heroína, ponto. Cansada de ser obrigada a mentir todos os dias, decidiu abandonar o canal de televisão onde trabalhava (Fox 26 Houston), e tornar pública a vergonha a que era sujeita pelos seus patrões e editores. E disso deu anúncio prévio em directo, numa atitude de coragem sem freio e integridade épica:
No entretanto, gravou, para o Project Veritas, o seu testemunho, no qual podemos encontrar muitas das razões que levaram a imprensa ao estado moribundo em que se encontra hoje. Ivory relata um quotidiano de mentiras, omissões, distorção dos factos em função das narrativas, compadrio com os poderes instituídos, sectarismo ideológico, racismo puro e duro, veiculação do medo em nome das audiências, entusiástico apoio da censura, enfim, todo o rol de horrores que transformou o jornalismo num exercício nada mais e nada menos que satânico.
Esta rapariga dá o exemplo máximo da tradição judaico-cristã: sê verdadeiro contigo, sê verdadeiro com os outros. E não me lixem: isto não é dizer pouco.
The discovery of a gene shared by two unrelated species of fish is the latest evidence that horizontal gene transfers occur surprisingly often in vertebrates. To survive in the frigid ocean waters around the Arctic and Antarctica, marine life evolved many defenses against the lethal cold. One common adaptation is the ability to make antifreezing proteins (AFPs) that prevent ice crystals from growing in blood, tissues and cells. It’s a solution that has evolved repeatedly and independently, not just in fish but in plants, fungi and bacteria. It isn’t surprising, then, that herrings and smelts, two groups of fish that commonly roam the northernmost reaches of the Atlantic and Pacific Oceans, both make AFPs. But it is very surprising, even weird, that both fish do so with the same AFP gene — particularly since their ancestors diverged more than 250 million years ago and the gene is absent from all the other fish species related to them. (...)
Nos tempos que correm é extremamente difícil encontrar heróis. Entre os ingleses, há tão poucos, mas tão poucos, que é preciso procurar exaustivamente, ao ponto de nos termos que contentar com uma estrela rock dos anos 90. Noel Gallagher, o mano mais velho, mais talentoso e mais sensato dos Oasis, tem por hábito dizer o que pensa (já não é possível cancelá-lo). E pensa correctamente. E não mede as palavras.
Deixando a ilha dos bifes e contemplando o deserto de ideias e a ausência de líderes lúcidos, fortes e carismáticos no continente Europeu, chego à conclusão absolutamente espantosa que Vladimir Putin é o único dirigente político capaz de defender, com alguma heroicidade, os valores ocidentais. E, como Gallagher, não tem medo de nada nem de ninguém (este é mesmo impossível de cancelar, a não ser através da guerra).
Portanto: ficamos reduzidos, no que diz respeito à liderança do Ocidente Judaico-Cristão, a um artista pop e a um chefe de estado que é, na verdade, um semi-ditador (O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, também é um gajo com os tomates no sítio). E haverá mais dois ou três artistas pop (o Ricky Gervais é um deles) talvez, e haverá mais dois ou três políticos (o Nigel Farage, por exemplo), e haverá até um artista pop que também faz política (o Lawrence Fox). E haverá uns rapazes que gritam no deserto com quantos megafones são capazes de reunir, como o Paul Joseph Watson e o Carl Benjamin e o Andrew Torba e o Tucker Carlson. E haverá uns generais franceses que assinaram aquela carta linda. E haverá um certo governador na Florida. E um certo psicólogo Canadiano. Mas é muito pouco. É quase nada.
Russia’s Vladimir Putin sought to compare crackdowns on his political enemies and the arrests of anti-government protesters in his country to the events of 6 January in an interview published Monday by NBC News. Speaking with journalists in Moscow, Mr Putin claimed that the US and other countries had no evidence for allegations of election interference, ransomware attacks and other malicious activities for which the west has blamed Russia or Russia-based actors in recent years. He also pointed to the arrests of hundreds of suspected participants in US Capitol riot on 6 January as evidence that the Biden administration or US was targeting Americans based on their political opinions. “Did you order the assassination of the woman who walked into the Congress and who was shot and killed by a policeman?” Mr Putin said, referring to Ashli Babbitt, a California woman who died during the riot after being shot by a member of US Capitol Police, who was cleared of wrongdoing in her death. “Do you know that 450 individuals were arrested after entering the Congress? And they didn’t go there to steal a laptop. They came with political demands,” said Mr Putin. (...)
Quando os responsáveis pelas medidas de combate à pandemia admitem publicamente que é uma pena que os confinamentos não possam durar para sempre, és capaz de ter um sério problema no teu país, ò bife.
Os ingleses, que sempre foram tão vaidosos do seu sistema político, tão ciosos das suas liberdades, tão orgulhosos da sua democracia, tão arrogantes em relação às democracias dos outros, estão há um ano e meio a viver, resignada e pacificamente como bezerros com paralisia mental, numa ditadura feérica, que inclui requintes de malvadez nunca experimentados na história da humanidade.
Em nome da "ciência", vão continuar alegremente enjaulados, alegremente desprovidos dos mais elementares direitos e das mais básicas liberdades, até que o Serviço Nacional de Saúde nativo não consiga detectar uma só constipação nos cidadãos da ilha condenada.
É impressionante como as pessoas se deixam fascizar assim. Nem todas, claro. Paul Joseph Watson, por exemplo, é um valente que não se cala.
Sempre que algum jornalista (são muito poucos) se atreve a fazer uma pergunta um bocado mais complicada a Joe Biden (são muito raras), o desgraçado entra em coma.
Aproveito o balanço desta série de posts para anunciar uma teoria da
conspiração novinha em folha e da minha autoria, se bem que com inputs
de muita gente. Posso estar enganado, mas como as teorias da conspiração
se têm revelado como um método infalível para chegar à verdade, neste
mundo de mentiras, também posso estar certo. As probabilidades, neste
contexto, jogam a meu favor. Ora a teoria é a seguinte:
As
oligarquias globais estão a implementar um programa de destruição
económica de forma a aniquilar a Civilização Ocidental e das suas cinzas
criar um sistema totalitário de governação dos povos.
Entre as
elites mundiais (leia-se: estados, grandes grupos
económicos e conglomerados mediáticos) há um acordo para destruir por
completo as estruturas económicas, sociais e políticas que herdámos do
século XX e que esta gente considera agora não adequadas aos seus
objectivos últimos. A ideia é forçar as economias à ruptura, tanto no
campo monetário e financeiro, como energético e industrial, de forma a
criar o caos necessário para a activação de um "Great Reset" que inicie
um novo processo civilizacional, com aniquilação dos fundamentos
democráticos, implementação de princípios igualitários do género bolchevique e de políticas ambientais de natureza jacobina, eliminação do direito à
propriedade e à livre iniciativa, institucionalização da censura e
restrição de liberdades fundamentais, centralização coorporativa da
economia e dirigismo oligárquico.
Nem todos os intérpretes
do poder estão de acordo, claro; nem todos têm a mais radical das
intenções, sim; e nem todos os que subscrevem este movimento terão a
mesma agenda, obviamente. Os interesses do Comité Central do Partido
Comunista Chinês não são necessariamente os mesmos do Conselho de
Administração da Pfeizer, mas o que está em jogo é um assalto ao poder e
às riquezas do mundo a uma escala de tal forma assombrosa, que une
facilmente facções divergentes. Depois da revolução, logo se verá. A
História está repleta de exemplos deste género.
E quanto àqueles
mais moderados nas ambições e mais tímidos nos métodos, serão
rapidamente mastigados e cuspidos pelo processo, como também sempre
acontece nestes momentos de convulsão civilizacional.
Os sinais
estão por todo o lado, para quem os quiser ver e é claro que começaram a
ser mais evidentes a propósito da pandemia e das medidas tomadas para a
conter, que estabeleceram novos patamares de autoritarismo do estado,
esmagaram sobretudo os pequenos negócios, numa brutal e recordista
transferência de riqueza das PME's para as grandes multinacionais,
tornaram milhões de cidadãos dependentes financeiramente dos respectivos estados,
calaram as vozes independentes e reforçaram as bases filosóficas,
psicológicas e operacionais para o desenvolvimento de regimes
totalitários.
Abundância de dinheiro e escassez de bens: uma política monetária de filosofia suicidária.
Mas à medida que a pandemia vai saindo dos
headlines, e que fica mais difícil para os donos do mundo justificar a
tirania e disseminar o medo, percebe-se que já está em marcha uma nova
crise mundial, que é a monetária.
Nos últimos 30 anos, a Reserva Federal Americana, como o Banco Central Europeu mas numa escala ensandecida de triliões, tem impresso dinheiro como se não houvesse amanhã e sem qualquer preocupação com o valor nominal do dólar. Mas desde que Biden chegou à Casa Branca, a emissão fiduciária tem atingido níveis galácticos. A administração americana vai imprimir este ano mais moeda do que aquela que foi impressa nas últimas duas décadas. E na proporção de um quarto de todos os dólares em circulação.
Ora, inundar desta forma a economia com a moeda americana, que
regula, entre outros bens, os mercados energéticos mundiais, é um jogo
muitíssimo arriscado. E não é preciso um doutoramento em política
monetária para perceber porquê, basta entender a velha lei da oferta e
da procura. Se tens um bem a circular em abundância, esse bem vai
desvalorizar. Mas se esse bem é a moeda, não é só com a sua
desvalorização que te deves preocupar. Deves-te preocupar deveras com a
inflação. E na proporção da moeda que emites, deves-te preocupar ainda
mais intensamente com a hiper-inflação. Os números recentes já anunciam
um disparo nos preços, mas ainda é cedo para percebermos a dimensão real
do problema. E para quem vive em Marte e não sabe bem o que é
hiper-inflacção, eu explico: é quando o dinheiro que recebes pelo teu
trabalho de hoje não chega para pagar o bilhete de metro de que precisas
para ires trabalhar amanhã.
O problema é especialmente agudo se pensarmos que as economias mundiais ainda nem sequer começaram a sua recuperação da crise originada pela pandemia e não estão a produzir bens que façam face à abundância de dinheiro em circulação. Ora, desprovido de relação nominal com um outro valor (que até à primeira metade do século XX tinha sido o ouro), o dinheiro só vale alguma coisa quando ocorrem duas premissas fundamentais, a saber:
a) Um contrato social que reconhece de forma unânime o seu valor universal e b) A capacidade que manifesta em adquirir bens de consumo.
E à inflação galopante está de facto a aliar-se uma significativa quebra na oferta de bens essenciais, como podemos constatar nesta reportagem recente da Fox News.
Entre o Green New Deal e o Great Reset: se não vai a bem, vai a mal.
No fundamento da minha teoria da conspiração está o facto da equação que acabo de enunciar ser de quarta classe para qualquer economista. Não há maneira de que os responsáveis pelas políticas monetárias americanas e europeias não saibam os riscos monumentais que estão a correr.
O mesmo se passa em relação às propostas de combate às "alterações climáticas". Neste caso temos duas abordagens diferentes, mas com resultados muito parecidos.
Nos sectores mais extremistas das sociedades ocidentais, que pretendem aniquilar o mundo como o conhecemos já amanhã de manhã, defende-se aquilo a que estes radicais insanos decidiram chamar "The Green New Deal". Este plano implica a cessação imediata de qualquer tecnologia que liberte dióxido de carbono para a atmosfera. Assim sendo, os transportes de pessoas e de mercadorias ficariam limitados à locomotiva eléctrica ou ao automóvel eléctrico (sendo que a produção de baterias implica actividades industriais ligadas à mineração, que libertam dióxido de carbono, a coisa complica-se ainda mais, mas adiante), a aviação comercial seria interditada, os aquecimentos das casas teriam que ser revistos e a produção de electricidade teria que ser revolucionada de um dia para o outro, a pecuária desapareceria inevitavelmente (quem não for vegetariano será aconselhado a comer insectos), os complexos económicos mundiais ligados ao carvão e ao petróleo seriam interrompidos e etc., etc., etc. até ao apocalipse imediato de tudo.
Nos sectores menos radicais as propostas são exactamente as mesmas, mas com a diferença de serem bastante menos ambiciosas em termos de calendário. A destruição dos vários sectores da economia ligados às energias fósseis está a ser progressivamente levado a cabo por agendas ambientalistas em todo o Ocidente, já há décadas, na verdade, mas como é espaçada no tempo, e devidamente acompanhada pela desinformação académica e pela propaganda dos media, especialistas como são em despejar o medo nas mentes humanas, o processo tem-se desenrolado de forma razoavelmente pacífica.
Nada disto, porém, tem um carácter democrático. As decisões são tomadas por oligarquias, seja ela a de Davos, a do G7, ou a do Partido Democrático Americano (a palavra democracia na nomenclatura deste partido tem progressivamente vindo a ganhar a mesma ressonância que tinha na nomenclatura da extinta República Democrática Alemã).
E o processo será implementado a bem ou a mal. E, nesse sentido, acolhe favoravelmente a desordem, a amoralidade, o crime, a instabilidade económica, a agitação social. É por isso que assistimos à tolerância perante movimentos populistas de carácter destrutivo, como os interpretados pelo Black Lives Matter ou pela Antifa, enquanto as manifestações de cidadãos que protestam contra os confinamentos ou contra a imigração desregrada, interessados em manter vivos os valores morais e operacionais da Civilização Ocidental, são brutalmente reprimidos. É por isso que a administração Biden quer retirar as armas aos cidadãos cumpridores da lei, mas não fala em desarmar os gangues criminosos que ceifam cada vez mais vidas nos núcleos urbanos da América. É por isso que a administração pública inglesa criminaliza a opinião nas redes sociais, enquanto fecha os olhos à violação sistemática de menores por parte de grupos islâmicos. É por isso que as grandes multinacionais optaram, em uníssono e pela primeira vez na história do capitalismo, por assumirem posições políticas, geralmente relacionadas com questões fracturantes, deixando o consumidor confuso e sem alternativas que não a aquisição de produtos e serviços cujo imaginário é carregado de valores contraditórios e disruptivos e de ideologias radicais que vão contra o seu instinto liberal. É por isso que a propósito do Covid-19 se fecharam igrejas ao mesmo tempo que multidões turbulentas se compactavam nas ruas para protestar contra o racismo. É por isso que os governos têm progressivamente financiado as
instituições que promovem o aborto e desinvestido naquelas que promovem a
fertilidade. É por isso que os "cientistas", ignorantes de mais de 90% da matéria cósmica, te dizem que o universo é um banal produto do acaso e que Deus não existe. É por isso que a arte contemporânea é uma fraudulenta e horripilante colecção de urinóis, espécie de manifesto contra o Belo e a Consolação. O caos é bem vindo porque distrai, porque desorienta, porque destrói, porque cria a oportunidade niilista para a acção revolucionária.
Fazendo recurso à ciência, à tecnologia e à propaganda, numa espécie de síntese satânica que deixaria Goebbels envergonhado; promovendo o ódio racial, o sectarismo sexual e o conflito identitário; utilizando a imprensa e as redes sociais, os mercados financeiros e a pandemia, os mitos climáticos e o medo, num exercício holístico de ambição inédita e alcance desmedido, as oligarquias combinadas neste movimento de assalto ao poder global não estão dispostas a concessões e escondem o seu carácter draconiano através de uma complexa operação de cosmética, consubstanciada na assumpção de falsas virtudes, na alteração da verdade histórica, na manipulação da opinião pública e na radicalização ideológica dos sistemas de ensino.
Como já aqui referi, o Great Reset é o objectivo último deste processo dantesco. Há que aniquilar o modelo económico, político e social, para fundar um novo paradigma de governação dos povos. E esse paradigma de base totalitária integra a extinção do direito à propriedade (e daí o obsceno slogan "não serás dono de nada, mas serás feliz"), a equalização social e a tomada de poder absoluto por uma elite muitíssimo reduzida, precisamente aqueles que são hoje de tal forma privilegiados que podem sobreviver serenamente ao processo de implosão em curso.
Posso estar completamente enganado e esta pode realmente não ser mais que uma tola teoria da conspiração. Mas como tenho demonstrado ultimamente aqui no blog, vivemos tempos em que uma quantidade maluca de tolas teorias da conspiração passam a teses assertivas a uma velocidade espantosa e por isso: a ver vamos.
Speaking with the Sun, the musician said he sympathized with the idea of having to put up with a mouthy younger brother. “Prince William. I feel that fucking lad’s pain,” said Noel. “He’s got a fucking younger brother shooting his fucking mouth off with shit that is just so unnecessary. I’d like to think I was always the William,” he added. Gallagher said that the main question he keeps getting asked by journalists is not about an Oasis reunion or the 10 year anniversary of High Flying Birds, but “how much of a cunt is Prince Harry?” “Prince Harry is coming across like a typical fucking woke snowflake, fucking arsehole,” said Gallagher, adding that Harry should stop attacking his own family. “Just don’t be fucking dissing your family because there’s no need for it,” he said, before joking, “This is what happens when you get involved with Americans. As simple as that.” (...)
England’s lockdown measures could remain in place beyond the supposed “freedom day” on June 21st despite the fact that for 11 out of the last 12 weeks, deaths have been below the 5 year average. As LockdownSkeptics.org highlights, “(the) ONS announced that there were 9,628 deaths in England and Wales in the week ending 28th May 2021. This is 232 fewer than the previous week, and 3.1% below the five-year average.” “Deaths in England and Wales have now been below the five-year average for 11 of the past 12 weeks. Over that time, there were 8,212 fewer deaths than you’d expect based on the average of the last five years. And note that, due to population ageing, the five-year average understates the expected number of deaths. So the true level of “negative excess mortality” is even higher.” The number of registered deaths in the week ending May 28 is also lower than the 5 year average in seven out of nine English regions, including the population-dense South East.
Super rápido, super agressivo, em condições de aderência muito difíceis e num traçado bem estreitinho como é o do Nordschleife, Kevin Estre, um dos melhores pilotos da actualidade (na minha opinião está no top 5), arruma com 9 adversários sem cometer um erro que seja. Não admira que tenha acabado por vencer a corrida. Vinte minutos para os anais do automobilismo.
Scientist Yusen Zhou reportedly filed a patent for a COVID-19 vaccine on behalf of China's People’s Liberation Army on February 24 2020. China had only declared human transmission of the virus five weeks prior. News that Zhou filed a patent for a vaccine so quickly suggests Chinese officials may have known about the virus much earlier than they admitted. Zhou is also said to have worked closely with the deputy director of the Wuhan Institute of Virology. Some scientists have theorized that the virus was created inside that lab before it inadvertently leaked out. Zhou died in mysterious circumstances in May 2020 - less than three months after filing the patent. (...)
Ainda no outro dia amaldiçoava, por uma vez, um clip deste senhor. Mas o Carl é demasiado inteligente e pertinente e eloquente para eu ficar zangado com ele durante muito tempo. E este breve ensaio sobre a responsabilidade que temos em relação à civilização que nos pariu, à qual devemos muita da paz e da prosperidade em que vivemos, é um brilhante testamento das virtudes várias desta cabeça falante.
As 24 horas de Nürburgring, que decorreram este fim de semana, foram as mais curtas de sempre, porque a corrida esteve neutralizada por causa de condições climatéricas absolutamente adversas durante a noite toda e o princípio da manhã, mas, ainda assim, esta é capaz de ter sido a corrida mais emocionante a que já assisti no Nordschleife. Na última hora, os oito primeiros lugares da classificação geral estavam em aberto e foi preciso chegar às últimas 3 ou 4 voltas para que tudo se decidisse. O primeiro lugar ficou definido a 30 minutos do fim, o terceiro lugar a 15 minutos do fim e o quinto na última volta.
Foi uma coisa de loucos, um sprint vertiginoso e extremamente renhido que durou dez horas, sob condições impossíveis (aguaceiros torrenciais que estavam constantemente a alterar os já de si muito baixos níveis de aderência e nevoeiro cerrado que reduziu dramaticamente a visibilidade), e sempre no fino gume de um traçado traiçoeiro, estreito e densamente congestionado pelos 125 automóveis em pista. Reparem bem nesta alucinante e radical sequência de 30 segundos:
Não há palco que se compare ao Nürburgring. Não há corridas como as que se correm aqui. É especial. É espectacular. É sempre, mas sempre, épico.
Santo Anselmo de Cantuária. Bom Deus, se não vivêssemos tempos de totalitarismo ateísta, este homem teria uma estátua em cada cidade do Ocidente. Com a provável excepção de Kurt Gödel, que no Século XX demonstrou através da Teoria da Incompletude que a matemática precisa de uma elemento de transcendência para sobreviver exacta, ninguém como este genial monge beneditino conseguiu provar, recorrendo apenas ao pensamento lógico, que Deus não tem remédio senão existir.
O argumento, ainda por cima, é de uma simplicidade que, sendo enganadora para os críticos, é deliciosa para os apologistas. O método é o seguinte:
I - Encontrar uma definição de Deus que seja universal. Não importa agora se Deus existe ou não. Pensar apenas numa definição que obtenha a concórdia de todos, ateus inclusive.
II - Neste contexto, Anselmo propõe uma definição que parece pacífica: Deus é aquele a partir do qual nada maior pode ser pensado.
III - E este Deus, de quem não conseguimos imaginar nada de superior, existe apenas na mente do homem? Certamente que não, porque se existisse apenas na dimensão abstracta não seria conceptualmente a Coisa maior que pode ser pensada.
IV - Logo, para que Deus seja aquele a partir do qual nada maior pode ser pensado, terá que existir na realidade, também.
É isto. E qualquer criança consegue perceber isto. Mas neste caso, a simplicidade do raciocínio não significa que a sua anulação seja tarefa fácil. O sempre brilhante e articulado Dinesh D'Souza explica em oito minutinhos apenas porque é que séculos de cépticos não conseguiram liquidar uma dos mais sólidos princípios filosóficos - e teológicos - do Ocidente.
A major new study by German scientists at Munich University has found that lockdowns had no effect on reducing the country’s coronavirus infection rate. “Statisticians at Munich University found “no direct connection” between the German lockdown and falling infection rates in the country,” reports the Telegraph. The study found that, on all three occasions before Germany imposed its lockdowns in November, December and April, infection rates had already begun to fall. The R rate – the number that indicates how many other people an infected person passes the virus to – was already under 1 before the lockdown restrictions came into force. (...)
A psychiatrist delivered a lecture at Yale University’s Child Study Center in which she described her “fantasies” of murdering white people. The lecture, entitled “The Psychopathic Problem of the White Mind,” was delivered on April 6 via Zoom. A flier for the lecture described its “learning objectives” as understanding “how white people are psychologically dependent on black rage.” “I had fantasies of unloading a revolver into the head of any white person that got in my way, burying their body, and wiping my bloody hands as I walked away relatively guiltless with a bounce in my step. Like I did the world a f***ing favor,” the lecturer, Dr. Aruna Khilanani, said at one point in the talk. (...)
Exemplo aberrante de marcas ploiticamente correctas, mas só nos sítios certos, é o da Coca-Cola. Reparem bem no logos de perfil das contas de Twitter das várias regiões administrativas da empresa. As que correspondem ao Ocidente, vibram com o arco-iris LGBT. No Médio-Oriente, onde de facto as pessoas são perseguidas pelas suas opções sexuais, vemos o logo vermelhinho original.
Para que a gentil audiência deste blog abra os olhos e se aperceba com rigor da escandalosa desonestidade da imprensa contemporânea, nada como um bom exemplo tirado do miserável Washington Post.
Há 15 meses atrás, o senador Tom Cotton merecia, a propósito da sua insistente suspeita de que a pandemia era originária do laboratório de Wuhan, a notícia cujo headline vemos na esquerda do slide.
Porque 15 meses depois toda a gente já percebeu que o Senador Tom Cotton
estava carregado de razão, os rapazinhos do WAPO foram a essa notícia e editaram-na conforme vemos no lado direito do slide.
Reparem que
isto não é uma correcção da notícia, o que seria demasiado íntegro para
esta gente. Uma correcção implica a redacção de uma nova notícia
assumindo o erro da antiga. Isto é muito mais pernicioso. Isto é voltar à
notícia e rescrevê-la de forma a esconder o registo editorial passado, uma
técnica que faz lembrar o Pravda no apogeu totalitário da União Soviética, quando
retirava da célebre foto de Lenine discursando perante as massas os
altos quadros do Partido que Estaline ia assassinando.
À
esquerda vemos Lenine acompanhado de Leon Trotsky e de Lev Kamenev; à
direita, depois de terem sido mortos, estão ausentes da imagem.
O Washington Post é o estereotipo de uma maioritária fatia da
imprensa ocidental contemporânea e o slogan que usam desavergonhadamente,
"Democracy Dies In Darkness", assenta-lhe, com ironia infinita,
na perfeição. Os media, como são editados hoje, contribuem decisivamente
para a escuridão que anuncia a morte da democracia.
Sendo certo que, quando ocorre uma pandemia, a primeira preocupação da comunidade científica deve ser a de identificar a sua origem, a história da Covid 19 é absolutamente surreal.
Sabemos hoje que o SARS-COV-2 é de origem artificial, um vírus manipulado no laboratório de Wuhan com o intuito de torná-lo letal para a espécie humana.
Sabemos hoje que as autoridades chinesas, com a ajuda e a complacência da Organização Mundial de Saúde, da imprensa mundial, das big tech e de grande parte da comunidade científica ocidental tentaram - e conseguiram durante um ano e meio - esconder esse facto da opinião pública, inviabilizando a descoberta do paciente zero e um adequado estudo virológico do surto.
Sabemos hoje que o CDC, a autoridade médica americana, financiou o laboratório de Wuhan e, directa ou indirectamente, a manipulação genética que deu origem ao SARS-COV-2.
Sabemos hoje que Anthony Fauci, a cara da ciência durante toda a pandemia, está directamente envolvido não só nesse financiamento como na operação de encobrimento da verdade que decorreu durante a pandemia.
Sabemos hoje que Anthony Fauci, enquanto prescrevia o uso de máscaras, sabia perfeitamente que as máscaras que usamos não nos protegem contra o vírus.
Sabemos hoje que Anthony Fauci, enquanto aconselhava as pessoas que já tinham sido infectadas pela doença a serem vacinadas, sabia perfeitamente que essas pessoas demonstravam uma percentagem de imunidade ao vírus equivalente àquela que a vacina oferece.
Sabemos hoje que os motivos que levaram a comunidade científica a esquecer os seus deveres e a actuar como uma polícia política aliada do Partido Comunista Chinês são os mais prosaicos e lamentáveis: dinheiro. Carreira. Prestígio. Fama. Status.
Sabemos hoje que fomos enganados, desinformados, condicionados e censurados por razões que nada tinham a ver com a saúde pública.
Sabemos hoje que é facílimo enganar, desinformar, condicionar e censurar milhões e milhões de pessoas, através da injecção do medo e da propagação do sectarismo ideológico.
Sabemos hoje, enfim, que não há maneira de confiar nos cientistas e nos académicos, que se portam na verdade como vendedores de automóveis em terceira mão. Que não há maneira de confiar nos jornalistas, que há muito substituíram a perseguição dos factos pelo mais espúrio activismo político e pelo mais ignóbil compadrio com os poderes instituídos. Que não há maneira de confiar na Organização Mundial de Saúde, que serve fins dúbios em função de interesses obscuros. Que não há maneira de confiar nos aparelhos burocráticos dos estados, sempre predispostos ao encobrimento, à manipulação e ao vale tudo para garantir a sua sobrevivência e os fluxos fiduciários de que são tão ávidos. Que não há maneira de confiar em ninguém e que a melhor forma de chegar à verdade é recorrer ao nosso instinto e ao nosso bom senso e ao nosso espírito crítico.
E é essa, para o bem ou para o mal, a lição a tirar desta catástrofe: confia no teu juízo. Desconfia do juízo alheio.
Na celebração do mês do orgulho gay, as grandes corporações multinacionais levantam os arco-íris moralistas do costume. Mas só no Ocidente. Nos países do Médio Oriente, não há bandeirinha colorida para ninguém, claro. Porque fazer valer os direitos da comunidade LGBT só bomba nos países onde esses direitos já estão mais que consagrados. Nos países em que podes ser condenado à morte pela tua preferência sexual não vale a pena estarmos com romantismos. Até para não correr o risco de ofender as comunidades muçulmanas. Se a hipocrisia fosse um bem transaccionável, estas marcas não vendiam mais nada.
For an instant, consider that our leaders are a bunch of morons. No evil masterminds, no villains with a sinister agenda, just pure and simple dimwits, too dumb to know better. And maybe, just maybe, it all makes sense. The great Ben Domenech seems to think this is the answer to why the world has gone so wrong: sheer incompetence. I really don't know and truly suspect of foul play, but nevertheless, we should listen to his argument. It is for sure a valid alternative hypothesis to blatant infamy.
Já há vários anos que tento explicar aqui (e aqui e aqui) no blog que os buracos negros são uma teoria e não uma realidade. Quero dizer: podem existir ou não. E que as imagens que os media vendem às pessoas como buracos negros podem representar outros fenómenos e derivam de métodos de observação astronómica subjectivos porque dependem fundamentalmente dos filtros que são colocados nas "lentes" e esses filtros são escolhidos para obter os resultados que os astrónomos desejam. Isto é válido para muitas observações da fenomenologia cósmica mas é especialmente válido no que respeita às singularidades gravitacionais que são detectadas no universo.
O assunto é tecnicamente complexo. Mas basta pensar no seguinte: um buraco negro é, por definição, invisível, na medida em que a sua massa gravítica absorve os fotões e sem os fotões, não à luz. Assim sendo, o que observamos num buraco negro são disrupções orbitais nos corpos celestes que lhe estão mais próximos e luz, gases e plasma que circulam na espiral da sua voracidade, mas que ainda não foram devorados pelo vórtice. Acontece que esses fenómenos podem acontecer por outras razões. As supernovas, por exemplo, podem estabelecer padrões ópticos muito parecidos. E, outro exemplo, vastas regiões de matéria negra condensada podem criar perturbações gravíticas e alterações morfológicas na matéria astral.
A teimosia com os buracos negros, como a teimosia relativa a qualquer singularidade, deriva a mais das vezes da pressão que os físicos teóricos exercem sobre os físicos experimentais para que as suas teorias sejam comprovadas por observações. Esta pressão é substancialmente exponenciada quando percebemos que sem buracos negros o legado de gente tão distinta como Stephen Hawking ou Albert Einstein ficaria seriamente ameaçado.
É claro que esta conversa é coisa de conspiracionista e de negacionista da ciência, porque hoje em dia todos temos que concordar com a versão oficial, plastificada, das academias e ficar muito caladinhos e resignados perante as autoridades na matéria, mesmo quando essas autoridades parecem mostrar uma ignorância tremenda sobre a natureza da realidade. A ciência já não é um palco dialéctico. É uma arena totalitária.
Ainda assim, lá muito de vez e quando, e principalmente no Youtube, porque os documentários televisivos abdicaram de qualquer vestígio de espírito inquisitivo e limitam-se a papaguear os dogmas indiscutíveis da Física estabelecida, encontramos pistas para alimentar a dúvida, sempre boa amiga do velho e verdadeiro espírito científico. O canal de Anton Petrov, muitas vezes contra a sua vontade escolástica, é um desses fornecedores de informação credível sobre aquilo que de facto sabemos e não sabemos. E no caso específico deste clip ficamos a saber que o buraco negro que nos disseram que existia no centro da Via Láctea se calhar não é um buraco negro. Se calhar é um condensado de matéria negra. E se calhar faz muito mais sentido que assim seja.
O pesadelo de Aldous Huxley nunca chegou a este ponto e George Orwell estava longe de imaginar uma utopia assim distópica. Bem vindos à ditadura científica dos Estados Unidos da América.
Apesar do WRC ser uma competição automóvel relativamente recente - a primeira época data de 1973 - foi logo entre 1983 e 1986 que assistimos ao apogeu desta modalidade automobilística. Nesses 4 insanos anos, de que as pessoas com menos de 45 aniversários cumpridos provavelmente não guardam memória mas que é um momento sagrado para todos os amantes do automobilismo, correram os carros mais potentes da história dos ralis, conduzidos por alguns do mais hábeis e corajosos pilotos de sempre, verdadeiras lendas como Walter Rohl (o meu favorito de sempre), Markku Alén, Ari Vatanen, Hannu Mikkola, Michelle Mouton, Henri Toivonen e Stig Blomqvist. Estou, claro, a falar do épico Grupo B.
Os automóveis desta era eram bólides assustadores, com 400 a 800 cavalos de potência, turbo-compressores sem restrições, electrónica incipiente e com pesos entre os 900 e os 1200 quilos. Eis alguns deles:
Audi Quattro S1
Porsche 911 SC RS
Renault 5 Turbo
Lancia 037
Peugeot 205 Turbo 16 E2
Metro 6R4
Ford RS200
Para além de serem belas e potentes, estas máquinas infernais produziam um som apocalíptico que só quem as viu passar ao vivo consegue realizar. Se um automóvel já foi um instrumento de intimidação, foi de certeza um automóvel Grupo B do mundial de ralis.
Apesar disso - e porque vivíamos tempos muito menos securitários do que vivemos hoje (nem se compara, na verdade), os ralis desta época eram uma espécie de tourada radical: as multidões juntavam-se no limite das estradas e, muitas vezes, ocupavam-nas completamente, afastando-se in-extremis para que estes monstros passassem a velocidades estonteantes. Escusado será dizer que o Rali de Portugal Vinho do Porto era o máximo exemplo desta loucura suicidária. Em Sintra como em Fafe, Em Arganil como em Lousa, a malta desafiava o bom senso como se amanhã fosse um dia que não valia a pena viver. Vale mesmo a pena ver este eloquente clip, que retrata com perfeição o que se passava na altura:
É claro que esta mistura explosiva de automóveis dantescos e multidões ensandecidas, ainda que consubstanciando um espectáculo absolutamente inigualável, não podia acabar bem. Em 1985 Attilio Bettega não sobreviveu à colisão do seu Lancia 037 com uma árvore, num troço do Rali da Córsega. Um ano depois, na Lagoa Azul, em Sintra, Joaquim Santos, ao tentar evitar um grupo de fãs que pulavam alegremente no meio da estrada, perde o controlo do RS200 e acaba por atropelar dezenas de pessoas, ferindo mais de trinta e matando 3 (eu estava lá, 4 curvas mais à frente). Ainda em 1986 e outra vez no rali da Córsega, o grande Henri Toivonen e o seu co-piloto são projectados por uma ravina a baixo. O carro parou virado ao contrário, já meio destruído, incendiou-se e matou os dois. Era o fim do Grupo B.
Mas enquanto durou, foi glorioso. Até porque sem risco não há glória, como parecem ignorar hoje em dia os patrões da FIA e não só. E é para celebrar os heróis e as suas espantosas máquinas, que me lembrei de incluir uma revisitação do Grupo B nesta série de posts relacionados com o sim racing.
Para dar uma ideia o mais realista possível do que é conduzir um Grupo B, escolhi o icónico Audi Sport Quatrro de 1984, com o qual Stig Blonqvist foi campeão do mundo nesse ano, e o Dirt, versão 1.0, porque é o único simulador que tem realidade virtual para a Playstation. E faz sentido usar a realidade virtual neste segmento, de forma a tentar projectar a sensação de velocidade e poder destes automóveis.
Nem é preciso dizer que os carros do Grupo B são os mais difíceis de conduzir de todos os que são disponibilizados pelos jogos de ralis. O controlo de tracção é baixo ou nulo; apesar das 4 rodas motrizes, temos sempre a sensação de que os travões não travam, de que as suspensões não suspendem, de que o motor destas bestas está ali para nos fazer sair da estrada o mais depressa possível. Para levar um troço até ao fim sem grandes e terminais incidentes temos que fazer um uso bastante parcimonioso do acelerador, começar a travar muito antes do que estamos habituados e, ainda assim, manter as rotações altas, para que o lag destes turbos de primeira e segunda geração não nos deixe a pastar na estrada. É complicado.
Escolhi um troço da Grécia, com dez quilómetros e meio, porque o piso deste rali me parece adequado às características do Audi.
O vídeo não saiu exactamente como eu pretendia, porque o ângulo da imagem subiu muito e não é bem o da visão que o capacete da PSVR te dá. No último terço do troço, ainda por cima, sou interrompido por um bug que acontece sempre naquele local e que faz com que o ângulo da câmara suba ainda um pouco mais. Peço desculpa por essa dificuldade técnica. De resto, a coisa corre bem, sem erros de condução e permite de facto uma percepção aproximada do poder terrível destes automóveis.
"The universe is billons of years old from one perspective and a mere six days old from another. And both are correct!
"
Gerald Lawrrence Schroeder . The Age of the Universe
No livro do Génesis, somos informados que o universo foi criado em seis dias. Ninguém acredita nisto, claro. E como ninguém acredita nisto, ninguém pensa realmente no que está lá escrito. Para já, é difícil saber o que são seis dias no início dos tempos. Nós medimos o dia pelo tempo que a Terra demora a rodar sobre si própria. E no início dos tempos essa referência não existia, obviamente. São seis dias, sim, mas de acordo com o relógio de Deus. E nós não sabemos quanto tempo é que esses dias demoram a passar.
Ou sabemos?
Gerald Lawrrence Schroeder, físico judeu ortodoxo e professor na Aish HaTorah's, tem procurado provar o impensável: que os cientistas têm razão quando dizem que o universo deve ter uns bons 15 biliões de anos e que a sua criação decorre nesse contínuo e que os teólogos ortodoxos têm razão também, quando acreditam na criação em seis dias.
Explorando a ideia de que o fluxo de tempo percebido para um determinado evento num universo em expansão varia com a perspectiva do observador desse evento, Schroeder tenta reconciliar as duas perspectivas, calculando o efeito do alongamento do espaço-tempo, com base na relatividade geral de Einstein.
Ou seja, da perspectiva do ponto de origem do Big Bang, de acordo com as equações de Einstein sobre o 'fator de alongamento', o tempo dilata-se no fator de aproximadamente 1.000.000.000.000, o que significa que um trilião de dias na Terra equivalem a apenas um dia no momento do Big Bang, devido ao alongamento do espaço. Quando esta conjectura é aplicada à idade estimada do universo (13,8 bilhões de anos), da perspectiva do ponto de origem (a perspectiva do Deus criador), o universo acabou de amanhecer o seu sexto dia de existência.
Fica também um clip outrossim notável em que o físico israelita demonstra com uma simplicidade arrepiante como a teoria do Big Bang coloca Deus na equação. E a Bíblia de acordo com a ciência.
Ajoelhem-se. Humilhem-se. Rebolem-se na vossa própria hipocrisia. Afundem-se na vossa ingenuidade. Chafurdem na vossa cobardia. Manifestem pomposamente a vossa ignorância. Mas não esperem que toda a gente o faça. Não esperem que, nas bancadas, a malta pense da mesma maneira e respeite a vossa pretensão. Não esperem ouvir aplausos enquanto se entretêm a acusar o público de racismo. O desporto não deve ser político, ponto. Vão bardamerda com o vosso joelho na relva e com o vosso moralismo de algibeira (rota). Levantem-se e joguem à bola que é para isso que são principescamente pagos.